terça-feira, 29 de agosto de 2017
A pedido de Janot, Supremo exclui Gleisi de inquérito sobre crime eleitoral
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello excluiu a senadora Gleisi Hoffmann de um inquérito policial e devolveu o procedimento à primeira instância a pedido do procurador-geral Rodrigo Janot. O PGR investigava uma denúncia por crime eleitoral atribuída à presidente nacional do PT em 2014, quando ela concorreu ao governo do Paraná.
De acordo com a acusação, no dia 5 de outubro, data do primeiro turno das eleições gerais, uma juíza eleitoral noticiou ao Ministério Público que recebeu em seu celular a mensagem pedindo voto em Gleisi.
Como a senadora tem foro privilegiado, o caso foi remetido ao Supremo. Mas Janot entendeu que o "inquérito não reuniu indícios mínimos da participação ou do conhecimento de Gleisi no envio de mensagens aos eleitores, por SMS, no dia do pleito, apontou a coluna Expresso, nesta segunda (28).
Com 39 anos de prisão, Cachoeira está livre, atuando e costura candidatura da mulher
CACHOEIRA, A LUXUOSA VIDA DE UM CONDENADO
Brasil 247 - A Justiça só é cega para alguns; enquanto petistas históricos amargam o cárcere, a 200 quilômetros do presídio da Papuda, em Goiânia, contraventor mais famoso da atualidade está livre para rearticular seus negócios, frequentar os melhores restaurantes da cidade e figurar nas colunas sociais; desde que se livrou das grades (mesmo condenado a mais de 39 anos), Cachoeira se casou, passeou por resorts da moda e já pensa mesmo em recompor sua bancada parlamentar, tendo à frente a mulher, Andressa Mendonça, ensaiando candidatura à Câmara dos Deputados
Goiás 247 - José Dirceu precisa pedir autorização à Justiça para atualizar seu blog, Delúbio Soares tenta um emprego na CUT e para isso precisa da gentileza dos magistrados. E José Genoino; esse precisou provar, de forma involuntária até, que sofre mesmo de um grave problema cardíaco. Tudo isso tem como cenário o presídio da Papuda, nos arredores de Brasília.
A pouco mais de 200 km dali, em Goiânia, um condenado a 39 anos de cadeia não precisa de autorização judicial para frequentar os melhores bares e restaurantes, reativar sua vida de empresário e até mesmo costurar articulações políticas. Esse é Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Se a Justiça Brasileira produz disparates como esse, Cachoeira não tem culpa e aproveita para refazer a vida ao lado da mulher, Andressa Mendonça, com quem se casou com pompa e circunstância logo após a breve estadia na Papuda. Enquanto isso, os fundadores históricos do PT mofam nas celas do presídio brasiliense e clamam por uma benevolência da Justiça para talvez cumprirem uma pena domiciliar ou mesmo uma tarefa simples, como escrever texto num blog.
Carlinhos Cachoeira conhece bem a Papuda. Ele ficou nove meses presos na penitenciária em 2012 e agora o máximo que chega perto do complexo presidiário é quando vai a Anápolis visitar familiares, frequentar igrejas e saber como andam seus negócios.
Nem tudo, porém, foi alegria na vida do contraventor. Desde a eclosão da Operação Monte Carlo Cachoeira perdeu a mãe. Não pode sequer velar seu corpo, pois estava trancafiado na papuda. Meses depois foi a vez do pai, o folclórico Tião Cachoeira, um dos pioneiros do jogo do bicho em Anápolis, ir-se embora, ceifado por um enfarte.
Diversificação
Reportagem do jornal O Popular, de Goiânia, publicada em 23 de novembro, mostrou como está a vida do ex-contraventor. Cachoeira agora atua no ramo imobiliário e, com seus olhos de lince, mira investimentos em Goiânia, Anápolis e outras cidades do interior. Em Goiás Cachoeira tem fama de Midas, onde tudo que toca, qualquer negócio a que se dedique, prospera, vira ouro. A atuação profissional voltou a ser prioridade após ele transformar seu cotidiano pessoal numa espécie de reality show.
Ao sair da cadeia, ele cumpriu a promessa que fez a Andressa ainda na Papuda. Os dois se casaram na residência do casal, num condomínio de luxo na Capital, e a foto que rodou o Brasil foi Cachoeira beijando os pés da esposa na frente de um batalhão de fotógrafos. Cachoeira é frequentemente avistado na movimentada noite goianiense, sempre presente nos melhores restaurantes da cidade. Até suas idas ao cabeleireiro são razões para notícias de jornais.
O ex-amigo de Demóstenes Torres também se fez flagrar num resort luxuoso na Bahia, no começo deste ano. Bermuda florida de grife, óculos escuros e Andressa, de biquíni, ao lado, exibindo os dotes que fizeram a musa do CPI que levou o nome do marido. Trajes bem diferentes e liberdade de darem inveja aos petistas condenados.
Com a vida conjugal ajeitada e a atuação empresarial retomada, Cachoeira estendeu seus tentáculos no ambiente que lhe fulminou, na Operação Monte Carlo, a política. A esposa se filiou ao PSL e os boatos – estrategicamente negados pelo próprio Cachoeira – de uma possível candidatura de Andressa a deputada federal se espalharam.
O mandato que Genoino renunciou na Câmara Federal é agora cobiçado por Cachoeira e esposa. Nem mesmo Joaquim Barbosa sonharia com tamanha ironia. O jornal Tribuna do Planalto, de Goiânia, divulgou no mês passado que Cachoeira comandaria um grupo de três partidos (PMN, PSL e PT do B) e seu objetivo é fazer uma bancada forte no Congresso em 2014. É articulação política de fazer inveja ao agora preso ex-ministro José Dirceu.
Brasil 247 - A Justiça só é cega para alguns; enquanto petistas históricos amargam o cárcere, a 200 quilômetros do presídio da Papuda, em Goiânia, contraventor mais famoso da atualidade está livre para rearticular seus negócios, frequentar os melhores restaurantes da cidade e figurar nas colunas sociais; desde que se livrou das grades (mesmo condenado a mais de 39 anos), Cachoeira se casou, passeou por resorts da moda e já pensa mesmo em recompor sua bancada parlamentar, tendo à frente a mulher, Andressa Mendonça, ensaiando candidatura à Câmara dos Deputados
Goiás 247 - José Dirceu precisa pedir autorização à Justiça para atualizar seu blog, Delúbio Soares tenta um emprego na CUT e para isso precisa da gentileza dos magistrados. E José Genoino; esse precisou provar, de forma involuntária até, que sofre mesmo de um grave problema cardíaco. Tudo isso tem como cenário o presídio da Papuda, nos arredores de Brasília.
A pouco mais de 200 km dali, em Goiânia, um condenado a 39 anos de cadeia não precisa de autorização judicial para frequentar os melhores bares e restaurantes, reativar sua vida de empresário e até mesmo costurar articulações políticas. Esse é Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Se a Justiça Brasileira produz disparates como esse, Cachoeira não tem culpa e aproveita para refazer a vida ao lado da mulher, Andressa Mendonça, com quem se casou com pompa e circunstância logo após a breve estadia na Papuda. Enquanto isso, os fundadores históricos do PT mofam nas celas do presídio brasiliense e clamam por uma benevolência da Justiça para talvez cumprirem uma pena domiciliar ou mesmo uma tarefa simples, como escrever texto num blog.
Carlinhos Cachoeira conhece bem a Papuda. Ele ficou nove meses presos na penitenciária em 2012 e agora o máximo que chega perto do complexo presidiário é quando vai a Anápolis visitar familiares, frequentar igrejas e saber como andam seus negócios.
Nem tudo, porém, foi alegria na vida do contraventor. Desde a eclosão da Operação Monte Carlo Cachoeira perdeu a mãe. Não pode sequer velar seu corpo, pois estava trancafiado na papuda. Meses depois foi a vez do pai, o folclórico Tião Cachoeira, um dos pioneiros do jogo do bicho em Anápolis, ir-se embora, ceifado por um enfarte.
Diversificação
Reportagem do jornal O Popular, de Goiânia, publicada em 23 de novembro, mostrou como está a vida do ex-contraventor. Cachoeira agora atua no ramo imobiliário e, com seus olhos de lince, mira investimentos em Goiânia, Anápolis e outras cidades do interior. Em Goiás Cachoeira tem fama de Midas, onde tudo que toca, qualquer negócio a que se dedique, prospera, vira ouro. A atuação profissional voltou a ser prioridade após ele transformar seu cotidiano pessoal numa espécie de reality show.
Ao sair da cadeia, ele cumpriu a promessa que fez a Andressa ainda na Papuda. Os dois se casaram na residência do casal, num condomínio de luxo na Capital, e a foto que rodou o Brasil foi Cachoeira beijando os pés da esposa na frente de um batalhão de fotógrafos. Cachoeira é frequentemente avistado na movimentada noite goianiense, sempre presente nos melhores restaurantes da cidade. Até suas idas ao cabeleireiro são razões para notícias de jornais.
O ex-amigo de Demóstenes Torres também se fez flagrar num resort luxuoso na Bahia, no começo deste ano. Bermuda florida de grife, óculos escuros e Andressa, de biquíni, ao lado, exibindo os dotes que fizeram a musa do CPI que levou o nome do marido. Trajes bem diferentes e liberdade de darem inveja aos petistas condenados.
Com a vida conjugal ajeitada e a atuação empresarial retomada, Cachoeira estendeu seus tentáculos no ambiente que lhe fulminou, na Operação Monte Carlo, a política. A esposa se filiou ao PSL e os boatos – estrategicamente negados pelo próprio Cachoeira – de uma possível candidatura de Andressa a deputada federal se espalharam.
O mandato que Genoino renunciou na Câmara Federal é agora cobiçado por Cachoeira e esposa. Nem mesmo Joaquim Barbosa sonharia com tamanha ironia. O jornal Tribuna do Planalto, de Goiânia, divulgou no mês passado que Cachoeira comandaria um grupo de três partidos (PMN, PSL e PT do B) e seu objetivo é fazer uma bancada forte no Congresso em 2014. É articulação política de fazer inveja ao agora preso ex-ministro José Dirceu.
Venezuela advierte: es tiempo de romper con el dominio de EEUU
El ministro de Planificación venezolano, Ricardo Menéndez, en una reunión con los vicepresidentes sectoriales en Caracas
Llega el tiempo de desprenderse de las ‘amarras’ estadounidenses y romper con la hegemonía norteamericana, alerta una autoridad venezolana.
El ministro de Planificación de Venezuela, Ricardo Menéndez, aseguró el lunes después de una reunión con los vicepresidentes sectoriales en Caracas, capital venezolana, que ha llegado el momento de romper con las “amarras” del país estadounidense y su hegemonía, mientras subrayó que el Gobierno nacional trabaja para fortalecer los servicios y obras públicas en el país suramericano frente al ataque económico de Washington.
El alto cargo del país bolivariano hizo estas declaraciones en reacción a las recientes sanciones impuestas por parte de la Administración del mandatario republicano, Donald Trump, quien firmó el viernes una nueva orden ejecutiva que prohíbe negociar a ciudadanos y entidades estadounidenses cualquier transacción, como la compra de emisiones de deuda y bonos, con el Estado venezolano y la compañía Petróleos de Venezuela (PDVSA).
“La economía del mantenimiento es la pieza clave del postrentismo y hegemonía de EE.UU.”, recalcó el ministro venezolano mediante su cuenta de Twitter, para luego afirmar que deben sustituirse las importaciones e impulsar el desarrollo tecnológico y productivo en Venezuela para poder contrarrestar lo que Caracas tacha de una política no civilizada y la ‘peor agresión’ que trasgrede la soberanía del país caribeño.
En este contexto, Menéndez detalló que convocará a los actores productivos nacionales e internacionales para contribuir con el desarrollo del mantenimiento integral de cada una de las áreas de servicios.
De igual modo, recordó que realizaron una revisión total del plan de obras públicas del país. “Hablamos de un sistema nacional de inversión que cuenta con más de 1500 proyectos”, señaló.
Con estos embargos, EE.UU. intenta presionar al Gobierno venezolano para que desista del proceso de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC) que, según el presidente venezolano, Nicolás Maduro, se ha instalado para establecer la soberanía y la paz en su país ante las injerencias del imperialismo estadounidense.
Las sanciones contra Venezuela fueron anunciadas dos semanas después de que Trump barajara “muchas opciones”, incluyendo “la opción militar” para zanjar lo que consideró la crisis venezolana.
Venezuela, por su parte, ha asegurado que preparará una respuesta ‘recíproca’ para los embargos de EE.UU. y los ha considerado como un proceso que busca allanar “la intervención” en el país suramericano.
fmk/rha/mkh/HispanTv
Israel reta a Rusia y amenaza con bombardear palacio de Al-Asad
Israel amenazó con lanzar un ataque aéreo preciso contra el palacio del presidente sirio, Bashar al-Asad, si Irán interviene más en el país árabe.
El ejército israelí bombardeará el palacio presidencial de Al-Asad en Damasco (capital) si Rusia permite a Irán y sus alaidos hacer más avances militares en Siria, subrayó el lunes el diario oficial palestino Al-Hayat Al-Jadida.
El rotativo palestino –que cita un funcionario israelí bajo condición de anonimato– sostuvo que el primer ministro israelí, Benyamin Netanyahu, hizo esta amenaza durante su reunión con el presidente ruso, Vladimir Putin, en el Balneario de Sochi, a orillas del mar Negro, y que tenía como objetivo tratar la situación en Siria, según el rotativo.
La fuente consultada añadió que si de alguna manera no obstaculizan el creciente avance de Irán en Siria, el régimen de Tel Aviv actuará para frustrar el acuerdo de alto el fuego en las regiones de Daraa, Al-Quneitra y Al-Sweida, (ubicadas en el suroeste de Siria), firmado por Estados Unidos y Rusia en Kazajistán.
El régimen de Israel se muestra preocupado por la presencia de Irán en siria mientras que desde la irrupción de la crisis siria en 2011, Israel alentó, más que nadie, la destrucción de Siria mediante los apoyos logísticos que ofreció a los grupos armados que operan contra el Gobierno de Damasco.
No obstante, la presencia militar de Irán en Siria es legítima, ya que fue a la petición del Gobierno sirio que siempre ha elogiado su efectividad para acabar con los grupos terroristas.
Israel se siente preocupado por la creciente influencia de Irán en la zona, pues teme que las victorias en Siria acaben beneficiando al Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá).
Por lo tanto, las fuerzas de guerra del régimen israelí (IDF, por sus siglas en inglés) se han enfrentado repetidamente en 2017 con el Ejército sirio y han violado el espacio aéreo de Siria.
bhr/rha/mkh/HispanTv
El arma invisible que permite a China "mantener como rehenes a un cuarto del mundo sin un disparo"
China posee un arma "oculta a la vista" pero "intimidante", que le permite "mantener a una cuarta parte de la población mundial rehén sin realizar un solo disparo": las presas, escribe en un artículo para 'The National Interest' el analista Eugene Chow.
Según explica Chow, con más de 87.000 presas y el control de la meseta tibetana —fuente de diez ríos más importantes de los que dependen 2.000 millones de personas— China posee "un arma de destrucción masiva", ya que "con un solo giro del interruptor puede liberar centenares de millones de galones de agua", causando inundaciones catastróficas que "cambiarían la forma de ecosistemas enteros en los países río abajo".
Temores de los vecinos
El analista precisa que es muy improbable que China desencadenara deliberadamente "un acto tan destructivo contra sus vecinos", pero el hecho es que posee "una enorme influencia" por su capacidad para controlar "el recurso más esencial de la vida".
No en vano, el "aumento dramático" de las presas desde 1949 alimentó temores en las naciones vecinas. Milap Chandra Sharma, un glaciólogo de la Universidad Jawaharlal Nehru en Nueva Delhi, aseveraba que, "además de causar problemas ambientales, las represas en el Tíbet pueden ser desastrosas" para la India, porque "pueden desencadenar su furia durante terremotos o accidentes", o bien ser "fácilmente utilizadas contra la India durante una guerra" mediante su destrucción intencionada.
A su vez, Chow recuerda que los vecinos del sur de China "tienen razones para preocuparse". Así, en el pasado, la India ha culpado a las rupturas repentinas de las presas chinas de varias inundaciones, incluida una que causó daños valorados en 30 millones de dólares y dejó 50.000 personas sin hogar en el noreste de la India.
Además de las inundaciones, también se apunta a las presas chinas como responsables del empeoramiento de las sequías en la región. El año pasado, recuerda Chow, Vietnam pidió a China que liberara agua de la represa de Yunnan en el río Mekong para aliviar la sequía en el sudeste de Asia. China aceptó hacerlo y las aguas fluyeron en Camboya, Laos, Birmania, Tailandia y Vietnam.
"Un arma de facto"
En definitiva, estos ríos son fundamentales para la vida en el sur de Asia, pues proporcionan agua potable, riego para la agricultura, hábitats para la pesca y transporte para el comercio.
Por lo tanto, "ya sea intencional" o no, el agua se ha convertido en "un arma de facto" que proporciona a Pekín un poder político significativo sobre sus vecinos del sur, y a medida que la escasez de agua empeore, la necesidad de este vital recurso crecerá, al igual que el poder de Pekín, advierte Chow.
Actualidad RT
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
O miserável papel da Coreia do Sul na península coreana
O comandante da Coreia do Norte, Kim Jon Un, faz Donald Trump dançar conforme sua música, mas o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, representa um papel miserável na península coreana.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, está dançando conforme a música tocada por Kim Jong Un. Ao ameaçar a Coreia do Norte com bombardeios nucleares, Trump recebe como resposta a produção massiva de ogivas nucleares e assiste com surpresa os avanços tecnológicos na fabricação de foguetes de curto, médio e longo alcance por parte da nação norte-coreana.
Hoje é Kim Jong Un quem dá as cartas e obriga o presidente da nação mais poderosa do mundo a agir ou reagir conforme a estratégia norte-coreana. A situação chegou a tal ponto que levou o conselheiro militar da Casa Branca a declarar na semana passada: “Os norte-coreanos nos pegaram”, referindo-se aos avanços militares da Coreia do Norte.
Na Península coreana tropas norte-americanas e sul-coreanas realizam exercícios militares provocativos contra a Coreia do Norte, que assiste a tudo deslocando tropas e mísseis para zonas de possíveis combates. O poderio militar norte-americano não assusta a Coreia do Norte porque hoje o país está preparado para responder até mesmo com guerra nuclear a um ataque norte-americano, ou seja, o país evoluiu muito desde a guerra da Coreia, de 1950, quando aeronaves norte-americanas bombardearam, covardemente, vilas e aldeias norte-coreanas durante a noite, assassinando 1 em cada 3 norte-coreanos. Quantas nações são capazes de realizar os avanços tecnológicos da RPD Coreia?
Graças aos exemplos valorosos de Kim Jong Un e seus antecessores, Kim Il Sung e Kim Jong Il, a Coreia do Norte se transformou em uma potência militar atômica, capaz de fazer frente às ameaças e chantagens do governo Trump e seus aliados, ou melhor, de seus cúmplices.
Em meio a este turbilhão de acontecimentos que levaram a transformar a península coreana na região com maior concentração de submarinos do planeta (estão na área submarinos norte-coreanos, norte-americanos, japoneses, russos, chineses e iranianos), o governo de Moon Jae-in representa um papel miserável ao permitir o funcionamento de 17 bases militares norte-americanas em seu território, sendo, portanto, um país militarmente ocupado pelos EUA.
Não satisfeito e entregar a soberania do país a uma potência estrangeira, o governo sul-coreano ainda se dá ao luxo de ir a público manifestar apoio às tropas estrangeiras em uma possível guerra contra seus irmãos norte-coreanos. Que governo é este que defende a morte de seus irmãos para beneficiar uma potência invasora? Não é um governo... é um fantoche.
O povo sul-coreano tem realizado diversas manifestações contra as provocações militares norte-americanas e sul-coreanas, exigindo paz na península coreana.
As ameaças de uma guerra nuclear na região partem de um presidente fanfarrão, Donald Trump, e seu marionete, o governo sul-coreano.
Comitê Brasileiro de Solidariedade a RPD Coreia
Curitiba - Brasil
CUNHA: SE ATÉ QUEM CARREGOU A MALA FOI SOLTO, POR QUE CONTINUO PRESO?
Brasil 247 - Com dificuldades na negociação de sua delação premiada, o ex-deputado Eduardo Cunha abriu uma ofensiva contra o relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin. Ele acusa o ministro de obstruir pedidos de liberdade e beneficiar executivos da JBS.
Em nota escrita no complexo penal em que está preso, Cunha relata que Joesley Batista e Ricardo Saud, da JBS, pediram ajuda para aprovar o nome de Fachin para o STF, em 2015, e que disseram manter "relação de amizade" com o então candidato.
"Quando Joesley Batista e Ricardo Saud me procuraram para ajudar na aprovação [de] Fachin, além da relação de amizade que declararam ter com ele, me passaram a convicção de que o país iria ganhar com a atuação de um ministro que daria a assistência jurisdicional de que a sociedade necessitava."
O ex-presidente da Câmara alega que Fachin concedeu "assistência célere e eficiente" aos donos da JBS, "que em apenas três dias conseguiram homologar um acordo vergonhoso, onde ficaram livres, impunes e ricos".No texto escrito da prisão, Cunha ironiza as possibilidades de apelo judicial e diz que recorrerá ao papa, "apesar de ser evangélico e não acreditar que o papa é o representante de Deus na Terra".
O ex-deputado critica ainda a prisão preventiva decretada contra ele por Fachin a partir da delação da JBS.
"Alguém ligado a mim saiu carregando alguma mala monitorada? Se até quem carregou a mala foi solto, por que continuo preso?", pergunta, em referência a aliados dw Michel Temer e do senador Aécio Neves (PSDB).
As informações são de reportagem de Bruno Boghossian na Folha de S.Paulo.
Comandante do exército do Irã profetiza que Israel não sobreviverá aos próximos 25 anos
Novo comandante em chefe do exército iraniano, general Abdolrahim Mousavi, que assumiu o posto em 21 de agosto, advertiu que o "regime sionista" deixará de existir nos próximos 25 anos.
Segundo informa a agência de notícias iraniana Tansim, o general fez essas declarações durante um evento cultural na cidade de Qom, poucos dias depois de assumir o cargo.
O jornal The Times of Israel, por sua parte, anota que as declarações são "um eco" de uma afirmação semelhante do líder supremo iraniano aiatolá Ali Khamenei, em meados de 2015. Em uma entrevista publicada na conta oficial de Khamenei no Twitter em 9 de setembro de 2015, o líder iraniano se dirigiu a Israel, dizendo: "Não chegarão a ver os próximos 25 anos" e acrescentou que o estado judeu será perseguido até à sua destruição.
"Nossos inimigos devem saber que, se tiverem a ideia de um ato de agressão contra o Irã, eles terão de enfrentar uma dura reação", advertiu Khamenei.
O general Mousavi anunciou ainda que "a era dos abusos terminou" e, se um país optar por entrar em guerra com o Irã, "será o país persa quem vai decidir como terminará esse conflito".
Sputnik Brasil
Rusia envía ‘fuerte mensaje’ a OTAN con masivas maniobras Zapad
Fuerzas rusas durante una maniobra militar en la península de Crimea.
Los países europeos expresan su gran inquietud por los masivos ejercicios militares rusos Zapad-2017, tachándolos de la tapadera de una invasión.
El próximo 14 de septiembre, Moscú llevará a cabo, conjuntamente con Bielorrusia, maniobras militares que abarcarán el oeste de Rusia, su enclave báltico de Kaliningrado y el territorio bielorruso, que limita con tres países miembros de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN): Polonia, Lituania y Letonia.
Mientras Rusia asegura que en los ensayos, los más grandes de la era post-Guerra Fría, participarán unos 13.000 efectivos, los países occidentales afirman que el número de fuerzas podría superar los 100.000.
El periódico británico Finantial Times (FT) ha indicado en un informe publicado este lunes en su edición digital de que los ejercicios Zapad, que significa “oeste” para referirse al distrito occidental ruso, “está destinado a enviar un fuerte mensaje a la OTAN”, que ha reforzado su presencia militar en Europa Oriental desde el inicio de la crisis ucraniana en 2014.
“El mensaje político emitido (…) por estos ejercicios militares es ‘mantengan sus manos alejadas’ de los intereses rusos”, indicó Fyodor Lukyanov, presidente del Consejo de Política Exterior y de Defensa de Rusia, un grupo consultivo del Kremlin, citado por FT.
Por su parte, Samuel Charap, científico político del laboratorio de ideas (think tank) Rand Corporation remarcó que “estamos viendo al Ejército ruso exhibirse de una manera que no lo vimos a menudo, y viendo cómo piensan acerca de contingencias y potenciales conflictos (…) con la OTAN”.
Desde un principio, la Alianza Atlántica ha manifestado su inquietud por los ejercicios militares Zapad-2017. El diario estadounidense The New York Times advirtió sobre una eventual confrontación entre Rusia, Estados Unidos y la OTAN, so pretexto de los ejercicios militares rusos en Bielorrusia.
Mientras tanto, Moscú ha considerado que las especulaciones sobre una agresión rusa es una manifestación de rusofobia total que impulsan los países occidentales.
mjs/ktg/mkh/HispanTv
Irán fabrica 1º sistema de control de tráfico aéreo de O. Medio
El sistema de vigilancia y transmisión de informaciones aéreas Basir es capaz de procesar datos de los recibidores y sistemas aéreos volantes.
Irán fabrica por primera vez en el suroeste de Asia un sistema de vigilancia y reconocimiento del movimiento de los aviones, denominado SAMA.
El aparato, compuesto por tres sistemas, llamados Samie (receptivo), Basir (vidente) y Negah (mirada), es capaz de recoger automáticamente los más precisos datos sobre los vuelos y detectar muy rápido la ruta que vaya a seguir un vuelo.
Pocos países del mundo disponen de la tecnología de fabricación de este sistema y la República Islámica de Irán es uno de ellos.
La ceremonia de inauguración se ha celebrado hoy lunes con la presencia del comandante de la Base de Defensa Antiaérea Jatam Al-Anbia del Ejército de Irán, el general de brigada Farzad Esmaili.
El llamado sistema Negah (mirada) es un sistema imprescindible para controlar de manera avanzada el tráfico aéreo. Gracias a la fabricación nacional de este sistema, Irán ha logrado ser autosuficiente en la importación de sus versiones extranjeras.
El sistema Negah (mirada) es un sistema para controlar de manera avanzada el tráfico aéreo.
El sistema de vigilancia y transmisión de informaciones aéreas Basir (vidente) es un sistema que cuenta con una tecnología moderna que lleva a cabo todas las operaciones de análisis, procesamiento, transmisión o recepción de datos de los sistemas aéreos volantes y los recibidores de las señales de tránsito aéreo.
De esta manera, Samie (receptivo) es un sistema portátil de escucha, capaz de detectar las señales y datos de radar y la navegación de diferentes aeronaves en el lugar más cercano al vuelo. El sistema, con diferentes tamaños y talla, se instala sobre los aviones tripulados y no tripulados (drones).
Irán presumió hace unos días de su 1ª plataforma fija y la 1ª base espacial del suroeste de Asia: el Centro de Lanzamiento Espacial Imam Jomeini (IKSLC, por sus siglas en inglés).
La importancia de estos logros se debe a lo trascendental de la coyuntura actual en la que el Gobierno de EE.UU. renueva de vez en cuando las sanciones antiiraníes, violando de esta manera la implementación del Plan Integral de Acción Conjunta (JCPOA, por sus siglas en inglés) sobre el programa nuclear iraní que supone el levantamiento de las sanciones impuestas contra el país persa.
msm/ktg/mkh/HispanTv
Corea del Norte amenaza con "hundir la totalidad de EE.UU. bajo el agua"
Ejercicio de asalto de las fuerzas especiales del Ejército Popular de Corea.
Pionyang está preparada para sumergir a EE.UU. en caso de que Corea del Norte sea invadida por los estadounidenses, según informó el periódico oficial norcoreano 'Rodong Sinmun' durante las celebraciones norcoreanas del Día de la Armada.
"Las invencibles fuerzas navales [norcoreanas] están unidas en el sentimiento de sumergir la totalidad de los Estados Unidos bajo el agua si EE.UU. trae la nube de guerra y agresión a este suelo", indicó el diario oficial del Partido del Trabajo de Corea, citado por Yonhap.
Somos capaces de apuñalar a Corea del Sur y EE.UU. en cualquier momento que queramos
Esta afirmación forma parte de un artículo publicado en conmemoración al 68.° aniversario de la Armada norcoreana, titulado 'Solo la victoria y la gloria estarían por delante de las fuerzas armadas de la Armada autónoma'. La publicación reseñó el lanzamiento de un misil balístico en abril pasado y citó las palabras pronunciadas entonces por Kim Jong-un.
"Ahora somos capaces de apuñalar en la espalda a Corea del Sur y EE.UU. con una daga de destrucción, en cualquier momento que queramos", aseguró el líder norcoreano. "Los portaaviones de vanguardia son como un gordo animal a los ojos de las fuerzas navales del Ejército Popular de Corea", añade el artículo.
Seúl prepara una ofensiva
El presidente de Corea del Sur, Moon Jae-in, ha ordenado elaborar una estrategia ofensiva en caso de que las amenazas de Pionyang escalen hacia una agresión.
"Quiero reformas en la estructura de las Fuerzas Armadas que cumplan con los requisitos del combate moderno para podar pasar rápidamente a la estrategia ofensiva en caso de que Corea del Norte haga una provocación que cruce la línea roja o ataque la región capitalina", aseveró el líder surcoreano.
Ejercicios militares en la península
Estas afirmaciones se dan luego de que Corea del Norte realizara el lanzamiento de varios "proyectiles no identificados" hacia el mar del Japón la semana pasada, según habían confirmado militares surcoreanos. El Comando del Pacífico de EE.UU. informó que se trataría de tres lanzamientos fallidos de misiles balísticos de corto alcance.
Los lanzamientos por parte de Pionyang se producen a medida que EE.UU. y Corea del Sur realizan sus maniobras militares conjuntas, denominadas Ulchi-Freedom Guardian, que este año se llevan a cabo entre el 21 y el 31 de agosto.
Actualidad RT
Siria y Rusia destruyen una unidad de más de 800 terroristas del Estado Islámico
Cientos de terroristas han sido abatidos y sus vehículos destruidos por las fuerzas de ambos países en territorio sirio.
Los militares sirios y la aviación rusa han abatido este domingo a más de 800 terroristas del Estado Islámico, destruyendo en la operación decenas de sus vehículos militares, incluidos tanques y piezas de artillería, según el Ministerio ruso de Defensa, informa la agencia Interfax. La operación tuvo lugar en las cercanías de la ciudad de Ghanim Al-Ali, en el valle del río Éufrates.
Según el Ministerio ruso, con este ataque exitoso las tropas sirias del general Suheil al-Hassan y la aviación de las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia han completado la destrucción de la agrupación más beligerante y mejor armada del Estado Islámico en la zona.
Actualmente, a lo largo de la costa oriental del Éufrates se desarrolla "rápidamente" la ofensiva de las fuerzas del general Suheil al-Hassan contra los terroristas. Su objetivo pasa por "desbloquear" la ciudad de Deir ez Zor y "destruir el último bastión del EI en Siria", según el Ministerio ruso de Defensa.
El Estado mayor de Rusia reveló este viernes que el EI cuenta en Siria con más de 9.000 efectivos, concentrados en el centro del país y en zonas fronterizas con Irak. Según los militares rusos, las unidades terroristas mejor preparadas para el combate se encuentran en los alrededores de Deir ez-Zor, por lo que la liberación de esta ciudad supondría su derrota.
Actualidad RT
domingo, 27 de agosto de 2017
"¡Lo pagarán!": Trump explica por qué EE.UU. necesita el muro fronterizo con México
El presidente de Estados Unidos ha vuelto a arremeter contra el país vecino y ha asegurado que este reembolsará la construcción del proyecto.
"Dado que México es una de las naciones más criminales, tenemos que tener el muro. México lo pagará a través del reembolso u otro método", ha tuiteado este domingo el presidente de Estados Unidos, Donald Trump.
En otro tuit Trump se ha referido al Tratado de Libre Comercio de América del Norte (NAFTA, por sus siglas en inglés). "Estamos en proceso de renegociación con México y Canadá el NAFTA, el peor acuerdo comercial jamás concluido. ¿Lo abandonaremos dada su dificultad?", ha preguntado.
"No creo que podamos llegar a un acuerdo", dijo hace unos días el mandatario durante un discurso en Phoenix, Arizona. "Por ello creo que, probablemente, acabaremos con el NAFTA en algún momento", concluyó.
Anteriormente, Estados Unidos, Canadá y México iniciaron por pedido de Trump negociaciones sobre la actualización del acuerdo, implementado en 1994.
Siendo candidato a la presidencia, Trump arremetió contra el NAFTA y otros acuerdos de libre comercio, argumentando que los mismos socavaron los trabajos de manufactura de los trabajadores estadounidenses.
Oficiales de México y Canadá, por su parte, ven el acuerdo como un éxito que solo necesita revisiones moderadas para mantenerse al día con las economías cambiantes.
Actualidad RT
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