sábado, 4 de novembro de 2017
O Brasil caminha para o impasse político
Leonardo Attuch, jornalista e editor-responsável pelo 247, além de colunista das revistas Istoé e Nordeste
Os números mais recentes do Ibope, divulgados no último domingo, comprovaram, mais uma vez, que, em condições normais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é praticamente imbatível. Tem no mínimo 35% das intenções de voto, mesmo sendo alvo de uma caçada judicial jamais vista na história do País. No campo conservador, os partidos convencionais se mostram incapazes de produzir um adversário competitivo. A aposta mais recente desse laboratório político é o apresentador Luciano Huck, que também não empolga. Uma sondagem do instituto Paraná Pesquisas indica que 60,4% dos brasileiros são contrários a seu ingresso na disputa presidencial.
Nesse cenário, as forças que lideraram o golpe parlamentar de 2016 ainda guardam na manga a cartada do tapetão judicial, que consiste em carimbar em Lula uma condenação em segunda instância, para que ele não possa concorrer. É uma estratégia, obviamente, de altíssimo risco. Uma inabilitação só ocorreria às vésperas das eleições, quando Lula, vitimizado, estaria em condições de, novamente, eleger um poste. Com seu "dedazo", poderia indicar um futuro presidente, que, ao contrário dele próprio, ainda não teria sido testado e aprovado.
Desde que o ódio foi plantado no Brasil, os partidos de centro-direita, que se associaram à fracassada ponte para o futuro de Michel Temer, minguaram. Quem floresceu foi a direita radical e, hoje, quem mais se aproxima de Lula, ainda que tenha apenas 15% no Ibope, é o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Essa nova polarização passou a alimentar o mito de que o Brasil terá, em 2018, uma eleição entre extremos. A tal ponto que o prefeito de São Paulo, João Doria, passou a defender uma frente ampla de centro para enfrentar o suposto risco representado pelos dois líderes nas pesquisas.
O grande erro dessa análise, no entanto, é trivial: ela desconsidera que quem melhor representa o centro político no Brasil é o próprio Lula. A experiência de seus oito anos de governo comprova que ele sempre atuou como um fator de contenção de atritos entre as classes sociais e promoveu um ciclo de desenvolvimento em que todos progrediram. Tanto ricos como pobres, embora estes tenham maior gratidão e também uma melhor compreensão da falência do sistema político brasileiro e da importância de Lula para conduzir o País a um novo ciclo de paz e progresso.
O Brasil se vê, portanto, diante de um impasse. De um lado, as forças políticas que plantaram ódio e colheram Bolsonaro. De outro, o campo popular que enxerga em Lula uma possibilidade de reconstrução e reunião nacional. Os mais engajados na destruição ainda apostarão no tapetão. Os mais sagazes já e aglutinam em torno de Lula, que, no momento certo, saberá reconquistar o centro. A única saída sensata para o Brasil de hoje é a reconciliação entre a elite, que conduziu o País ao abismo, e Lula, que, coincidência ou não, ao encerrar sua etapa mineira da caravana, disse perdoar os golpistas.
Por quem os EUA substituirão o Daesh para continuarem conflito na Síria?
Os dias do Daesh estão contados, afirmam militares e altos funcionários sírios, mas parece que os EUA não alcançaram o seu objetivo principal na Síria e que vão precisar de algo ou alguém para que o conflito no país árabe continue.
"Os EUA não querem que a guerra na Síria acabe antes de eles atingirem seus objetivos. Seu instrumento principal, que se chama Daesh, vive seus últimos dias. Por isso, eles vão dirigir sua atenção às Forças Democráticas da Síria (FDS). Elas terão que fazer o que Daesh não conseguiu", disse à Sputnik Árabe Muhammed Kheir al Akkam, professor de Relações Internacionais da Universidade de Damasco.
Para o professor, os EUA querem prolongar a guerra na Síria o máximo possível para fazer o que foi planejado na região, enquanto a Rússia tenta pôr fim a esta guerra e busca, junto com os sírios, uma solução pacífica.
"Os americanos não fazem isso, eles apenas declaram que querem combater o terrorismo, mas na realidade patrocinam o Daesh e as FDS", afirmou.
Muhammed Kheir al Akkam acrescentou que o que se passa em Raqqa é a substituição completa do Deash pelas FDS. Ambas as organizações servem os interesses de Washington.
"Surge a questão: por que é que os EUA ainda não começaram a combater a Frente al-Nusra [organização terrorista] e outros grupos semelhantes? A resposta é simples: porque os EUA simplesmente os apoiam", apontou o professor.
As assim chamadas FDS, prosseguiu, realizam uma limpeza étnica em Raqqa e descriminam alguns povos sírios nos territórios conquistados, por isso não podem ser consideradas nem "democráticas", nem "sírias". Ele sublinhou que os curdos sírios devem se lembrar que, quando os interesses dos EUA divergirem dos seus, eles os trairão. A força dos curdos depende da unidade da Síria, resumiu.
Sputnik News
Terroristas atacam centro de Damasco com lança-minas, há vítimas mortais
Militantes terroristas atacaram o bairro central de Damasco com lança-minas, matando 2 civis, várias outras pessoas ficaram feridas, informa a agência síria SANA.
De acordo com a SANA, vários projéteis explodiram na praça Abbasiyin, no centro da capital síria.
O número de ataques terroristas aumentou significativamente na capital síria nos últimos meses. Em 13 de setembro, dois civis morreram e outros 8 ficaram feridos após um ataque com morteiros. Na última semana, outra explosão ocorreu em um subúrbio de Damasco.
Sputnik Brasil
São japonesas e fanáticas pela Coreia do Norte
Não é fácil pertencer a um clube de fãs da Coreia do Norte. Pelo menos é o que diz Chunhun, a líder de um grupo japonês que reúne admiradores do país liderado por Kim Jong-un. São raros os dias em que não recebe e-mails com mensagens ofensivas e esta sua faceta já lhe deu problemas na altura de conseguir um emprego.
“Infelizmente, perguntam-me muitas vezes se sou uma espiã da Coreia do Norte”, desabafa esta ilustradora freelancer na casa dos 20 anos. Talvez por isso, Chunhun e os restantes elementos do grupo, sobretudo mulheres, fazem questão de reforçar que o seu fascínio se prende sobretudo com a cultura do país.
No caso de Chunhun, tudo começou na universidade quando se cruzou com a arte norte-coreana, nomeadamente com os cartazes de propaganda. Depois, estagiou numa publicação online especializada na Coreia do Norte, e posteriormente criou este grupo.
Os seus dias começam quase sempre a escutar Moranbong, uma banda norte-coreana exclusivamente feminina, cujos elementos são alegadamente escolhidos por Kim Jong-un. “Ouço as músicas delas pela mesma razão que muitas garotas japonesas ouvem [o genero musical coreano] K-Pop ou Taylor Swift”, explicou numa entrevista ao Japan Times.
Muitas das reuniões deste clube de fãs acabam por ser ocupadas com recriações de atuações das Moranbong. Vestem-se com uniformes iguais, incluindo fardas militares, e partilham entre si comida e outros produtos de origem norte-coreana, incluindo maquiagem e lembranças compradas na cidade chinesa de Dandong, que fica na fronteira norte do país.
P, com redação
https://www.youtube.com/watch?v=U5Yet8RGqZc
Medida contra migrantes centroamericanos: EEUU busca cancelar TPS
La gente protesta en Miami por la posibilidad de que la Administración de Donald Trump revoque el Estatus de Protección Temporal (TPS por siglas en inglés) para haitianos
La Administración del presidente de EE.UU., Donald Trump, baraja endurecer medidas antimigratorias, esta vez contra los centroamericanos.
Se trata de una recomendación por parte del Departamento de Estado de Estados Unidos para poner fin al Estatus de Protección Temporal (TPS, por sus siglas en inglés) para Nicaragua, Honduras, El Salvador y Haití, informó el viernes el diario local The Washington Post.
El rotativo ha facilitado la información citando a funcionarios bajo condición de anonimato, quienes explicaron que el Departamento de Seguridad Nacional (DHS), el encargado de tomar la decisión sobre el TPS, recibió esta semana la recomendación del Departamento de Estado.
La fuente asegura que el martes, el secretario de Estado estadounidense, Rex Tillerson, envió una carta a la secretaria en funciones del DHS, Elaine Duke, para informarle que las condiciones en Centroamérica y Haití que se habían utilizado para justificar la protección ya no requieren un aplazamiento para los migrantes.
El TPS es un programa migratorio creado en 1990 que Estados Unidos concede de forma extraordinaria a los nacionales de países afectados por conflictos bélicos o desastres naturales. En actualidad de este programa 413.500 inmigrantes que residen y trabajan legalmente en territorio estadounidense.
La mayoría de los referidos inmigrantes, según dan a saber datos del Servicio de Ciudadanía e Inmigración (USCIS), son salvadoreños (263.282), hondureños (86.163) y haitianos (58.706). De Nicaragua hay 5349 beneficiarios.
Los otros países con TPS son africanos y asiáticos, destacando Nepal, con 12.967 beneficiarios, y Siria, con 6177.
En caso de que el Gobierno estadounidense no prorrogue el TPS, los inmigrantes beneficiarios de este programa tendrían que volver a su país de origen o se convertirían en inmigrantes indocumentados y podrían ser deportados.
La citada recomendación del Departamento de Estado estadounidense se enmarca dentro del marco de las medidas migratorias estrictas adoptadas por Trump desde que llegara al poder.
La política migratoria de Trump que afecta a varios países en el mundo ha generado un aluvión de rechazos y críticas tanto dentro de EE.UU. como el todo el mundo. Los críticos vinculan al racismo la postura del inquilino de la Casa Blanca hacia los inmigrantes.
tqi/rha/hnb/Hispantv
Maduro pide investigación contra Borges por ‘traición a la patria’
El presidente de Venezuela Nicolás Maduro (izda.) y el jefe de la Asamblea Nacional (AN) Julio Borges.
El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, pide al fiscal general actuar contra el presidente del Parlamento, Julio Borges, por ‘traición a la patria’.
En declaraciones presentadas tras la inauguración de la Academia Militar de Medicina en Fuerte Tiuna (Caracas), el mandatario venezolano culpó a Borges de las sanciones económicas que Estados Unidos aplicó contra el Gobierno bolivariano, por ello, exigió al fiscal general, Tarek William Saab, que inicie una investigación en su contra por haber “traicionado a la patria”.
“Por más de un año Julio Borges se ha dedicado a recorrer el mundo, Londres (el Reino Unido), Nueva York y Washington (EE.UU.), para buscar estas sanciones contra Venezuela y que hagan sufrir al pueblo“, denunció el jefe del Ejecutivo venezolano.
Sus afirmaciones fueron presentadas un día después de que el presidente de la Asamblea Nacional (AN), de mayoría opositora, acusara a Maduro, de endeudar “de manera irresponsable” al país y afirmara que el mandatario no podrá reestructurar la deuda porque “nadie confía en su Gobierno”.
Al respecto, Maduro destacó que “Venezuela es un país sólido y confiable” y criticó que a Venezuela la ubiquen en “riesgo país” como a aquellos países que están en guerra y que Venezuela no debería estar en esa lista porque se está pagando sin solicitar crédito alguno para hacerlo.
“¿Cómo es que nos ponen un riesgo país peor que los países que están en guerra y estamos pagando?, no podemos solicitar crédito, eso lo queremos hablar con los tenedores viéndolos a los ojos”, manifestó el presidente venezolano.
El Gobierno de Venezuela ha denunciado en reiteradas ocasiones el apoyo de la oposición a las sanciones de Estados Unidos contra el país. El pasado 7 de septiembre, Maduro criticó que el presidente estadounidense, Donald Trump, y Borges promueven una trama para asfixiar la economía del país bolivariano.
fdd/rha/hnb/HispanTv
Corea del Norte califica las sanciones de EE.UU. de "genocidio" y reclama su cese inmediato
Pionyang pidió este viernes el cese de las "brutales sanciones" impuestas por EE.UU. que "amenazan y obstaculizan el ejercicio por parte del pueblo de Corea de sus derechos humanos".
La misión de Corea del Norte en la Organización de Naciones Unidas denunció este viernes en Ginebra que "el paquete de brutales sanciones y presiones dirigidas por Estados Unidos contra la República Popular Democrática de Corea constituye una nueva forma de violación de los derechos humanos y un genocidio", informa Reuters.
El régimen de sanciones "amenaza y obstaculiza el ejercicio por parte del pueblo de Corea de sus derechos humanos en todos los sectores", según los funcionarios norcoreanos.
La petición para que Washington ponga fin a las sanciones coincide con el arranque de la gira del presidente de EE.UU, Donald Trump, por China, Corea del Sur y Japón, donde buscará apoyo para presionar a Corea del Norte con el objetivo de que abandone su programa nuclear.
Recientemente, un experto de la ONU estableció que las sanciones internacionales pueden estar perjudicando sectores económicos clave y obstaculizando los derechos humanos de la nación coreana.
Las sanciones se reflejan en que "algunos países sin principios han cesado el envío de equipos médicos y medicinas destinados a niños y mujeres", señaló este viernes el enviado de Corea del Norte.
"Todos los derechos contrarios a la naturaleza humana y las crueles sanciones contra Corea del Norte deben cesar en su totalidad de manera inmediata", requirió la misión norcoreana.
Como consecuencia de la sexta y más potente prueba nuclear de las realizadas hasta la fecha por Corea del Norte, la comunidad internacional ha aumentado la presión sobre el país aislado.
El pasado mes de septiembre, el Consejo de Seguridad de la ONU reforzó sus sanciones contra Pionyang, así como las prohibiciones a la exportación, la congelación de activos y la inhabilitación de viajar a varios funcionarios.
La agencia de espionaje de Corea del Sur asegura tener razones para pensar que su vecino del Norte se está preparando para llevar a cabo nuevas pruebas nucleares y de misiles, después de detectar "movimiento activo" de vehículos alrededor de un instituto de investigación de misiles en Pionyang.
El coronel Sean Larkin, jefe del Centro Nacional de Inteligencia Aérea y Espacial de EE.UU., ha confirmado que todos los estados de tierra firme de su país se encuentran dentro del alcance de los misiles de Piongyang, siendo California el más cercano de ellos.
Hace poco, la agencia norcoreana KCNA afirmó que dos bombardeos estratégicos de EE.UU. seguidos por aviones caza y por aeronaves de Corea del Sur sobrevolaron el territorio de este aliado de Washington, simulando unataque "sorpresa"contra "objetivos clave de Corea del Norte".
Actualidad RT
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Venezuela se solidariza con Cataluña y exige liberación de presos políticos
Aporrea - Este viernes el Canciller de la República Bolivariana de Venezuela, Jorge Arreaza Monserrat, envió un mensaje de solidaridad con el pueblo de Cataluña, en respuesta a los acontecimientos derivados posterior a la declaración de su independencia, que siguió al referéndum del 1 de octubre; entre los que destaca la detención de funcionarios de la comunidad autónoma.
"Entendemos la angustia y dolor que sufre en estos difíciles momentos. Exigimos que las autoridades españolas pongan en libertad a los presos políticos. El diálogo democrático debe ser la vía, no la represión", escribió en su cuenta oficial de la red social Twitter: @jaarreaza
Así mismo, exhortó al gobierno español a "respetar los derechos humanos y políticos de los presos de conciencia y que la democracia se imponga".
Vale recordar que recientemente, el presidente Nicolás Maduro expresó: "¿Quién es dictador? ¿Nicolás Maduro o Rajoy, que ha optado por la sangre, el garrote y el porrazo contra un pueblo noble?".
Rusia prohíbe la entrada a decenas de ciudadanos canadienses en respuesta a nuevas sanciones
Horas antes Canadá adoptó medidas de castigo contra 52 extranjeros, incluidos 30 rusos y el presidende venezolano, Nicolás Maduro.
Moscú ha respondido a las nuevas sanciones impuestas por Canadá contra ciudadanos rusos y venezolanos, prohibiendo la entrada a decenas de canadienses "rusófobos", informó este viernes la portavoz del Ministerio ruso de Exteriores, María Zajárova.
"Partiendo del principio de reciprocidad, hemos tomado la decisión de prohibir la entrada a la Federación de Rusia a varias personalidades canadienses", afirmó Zajárova, precisando que "la lista es larga e incluye decenas de apellidos".
"Se trata de aquellos canadienses rusófobos que se dedican metódicamente a minar las relaciones bilaterales", explicó.
Canadá introdujo este viernes sanciones contra 52 ciudadanos de Rusia, Venezuela y Sudán del Sur, a quienes considera responsables o cómplices de "graves violaciones" de derechos humanos reconocidos a nivel internacional o de "actos de corrupción significativa". La lista de sancionados incluye tres ciudadanos de Sudán del Sur, 19 venezolanos, entre ellos el presidente del país latinoamericano, Nicolás Maduro, así como 30 rusos.
Actualidad RT
Invencibilidad del socialismo coreano
Estados Unidos y sus seguidores habían impuesto las sanciones y presión contra la República Popular Democrática de Corea (RPD de Corea) por varios decenios. El 12 de septiembre pasado el Consejo de Seguridad de la ONU adoptó la “resolución sobre las sanciones” No.2375 contra la RPD de Corea. Pero, el país asiático no se doblegó, sino que toma la posición más dura, y alcanza éxitos sorprendentes en la construcción de un Estado socialista poderoso.
Lo ponen en tela de juicio muchas personas del mundo. ¿Qué es la clave de que la RPD de Corea, frente a las fuerzas imperialistas y hegemónicas durante varias décadas no solamente mantiene su existencia, sino que también da saltos hacia un Estado socialista poderoso?
Muchos que visitaron a la RPD de Corea unánimemente lo atribuyen a la tenencia del gran dirigente.
Kim Il Sung (1912-1994), fundador de la Corea socialista y eterno Presidente de la RPD de Corea, es grande de los grandes hombres reconocido por el mundo.
Él es el más grande que los tres presidentes estadounidenses juntos: George Washington, Thomas Jefferson y Abraham Lincoln, más ilustres presidentes en Estados Unidos, dijo Jimmy Carter, expresidente norteamericano. Francois Mitterrand, ex presidente francés expresó que el Presidente Kim Il Sung fue un gran jefe de Estado, el más grande de los grandes que actuaron después de la segunda Guerra Mundial.
También Kim Jong Il, eterno Presidente del Comité de Defensa Nacional de la RPD de Corea, es la gran figura sin igual que ante los grandes avatares políticos del siglo XX y el extremado embargo y presión de Norteamérica y sus acólitos, mantuvo con firmeza y dignificó el socialismo coreano. Por primera vez en la historia definió la política de Songun (priorización de los asuntos militares) como la principal forma política del socialismo e hizo del país poderoso país nuclear y el capaz de fabricar y lanzar el satélite artificial de la Tierra. Hizo añicos la teoría de conjetura del derrumbamiento de Corea del Norte en tres días, tres meses y tres años, abogada por el imperio y sus seguidores y abrió un ancho camino para la construcción de un poderoso Estado socialista.
Hoy día, la RPD de Corea, merced a su Máximo Dirigente Kim Jong Un, acoge la temporada de su pleno esplendor de desarrollo. A poco tiempo de que él cumplía su mandato, Asia Times, periódico de Hong Kong, China, auguró que Kim Jong Un infaliblemente sería registrado como uno de los más grandes héroes nacionales y patriotas en la historia de cinco milenios de Corea, lo cual se hace realidad.
Frente al agravante chantaje nuclear de Estados Unidos, presentó la línea del fomento simultáneo de la construcción económica y la preparación de las fuerzas armadas nucleares y dirigió con tino la empresa de perfeccionar estas fuerzas. Como resultado, la RPD de Corea ha poseído el cohete balístico intercontinental que llegue al territorio estadounidense y la bomba de hidrógeno para ICBM, situándose en la posición de la potencia y cambiando completamente la estructura política del mundo.
En vista del más agravamiento de las restricciones de las fuerzas hostiles, orientó a todo el ejército y pueblo a que enarbolen la bandera de fortalecerse a sí mismo con sus propios recursos. El ejército y el pueblo de la RPD de Corea, con el espíritu de fortalecerse a sí mismo, logran sucesivos y grandes éxitos en el fomento de las ciencias y la tecnología y la construcción económica y abren una nueva era de esplendor de Mallima (caballo legendario que corre 4 000 kilómetros por día), neutralizando las restricciones de las fuerzas hostiles. “La RPD de Corea, sufre un inclemente embargo, pero su economía crece. Particularmente el año pasado conoció el máximo aumento, lo cual admira al mundo”, comentaron Reuters y el periódico Independiente de Inglaterra y otros medios informativos y de prensa occidentales.
Además, el mandatario coreano, acatando a la idea de Kim Il Sung y Kim Jong Il que por primera vez en la historia humana convirtieron la política en el amor hacia el pueblo, hizo del país una gran familia unida con el afecto.
La realidad de la RPD de Corea en la que el pueblo apoya sinceramente a su dirigente llamándolo padre y este consagra todo lo suyo para depararle la felicidad es algo asombroso y extraordinario.
Es para siempre invencible el socialismo coreano orientado por el gran dirigente.
VEJA REABRE CAMPANHA DO MEDO CONTRA LULA
Diante da pesquisa Ibppe que mostra o ex-presidente Lula com 35% e o deputado Jair Bolsonaro com 15%, enquanto as forças alinhadas com o golpe de 2016 continuam incapazes de produzir um candidato competitivo, a revista Veja reabriu, nesta semana, a campanha do medo; na essência, a capa revela Lula e Bolsonaro como extremistas e faz um apelo por um nome de centro; Veja só esquece, no entanto, de que Lula, que foi presidente por oito anos e deixou o cargo com 87% de aprovação, batendo recorde mundial, é quem representa o verdadeiro centro da política nacional; é por isso mesmo que ele cresce, refaz alianças e se consolida como o favorito para devolver ao Brasil a democracia que foi roubada pelo golpe
Brasil 247 – A menos de um ano das eleições presidenciais, a revista Veja, da Editora Abril, reabriu a campanha do medo contra Lula, na linha Regina Duarte.
Diante da pesquisa Ibppe que mostra o ex-presidente Lula com 35% e o deputado Jair Bolsonaro com 15%, enquanto as forças alinhadas com o golpe de 2016 continuam incapazes de produzir um candidato competitivo, a revista Veja retrata Lula e Bolsonaro como extremistas e faz um apelo por um nome de centro.
Bolsonaro, de fato, é um extremista e é o resultado da campanha de ódio plantada pelo PSDB e por meios de comunicação como Veja contra Lula.
Lula, no entanto, foi presidente por oito anos, deixou o cargo com 87% de aprovação, batendo recorde mundial, e é quem representa o verdadeiro centro da política nacional.
"A experiência de seus oito anos de governo comprova que ele sempre atuou como um fator de contenção de atritos entre as classes sociais e promoveu um ciclo de desenvolvimento em que todos progrediram. Tanto ricos como pobres, embora estes tenham maior gratidão e também uma melhor compreensão da falência do sistema político brasileiro e da importância de Lula para conduzir o País a um novo ciclo de paz e progresso", diz o jornalista Leonardo Attuch, no artigo O Brasil caminha para o impasse político.
É por isso mesmo que ele cresce, refaz alianças e se consolida como o favorito para devolver ao Brasil a democracia que foi roubada pelo golpe.
Aseguran relanzamiento de Evo Morales a la candidatura de 2019
El presidente de Bolivia, Evo Morales (dcha.), y el vicepresidente, Álvaro García Linera, La Paz
El vicepresidente de Bolivia, Álvaro García Linera, asegura que Evo Morales será candidato a la Presidencia y sugirió preparar la campaña electoral de 2019.
García Linera anticipó el jueves una nueva victoria del mandatario, Evo Morales, en las elecciones de 2019, dijo que los humildes, los pobres, la gente sufrida no deben preocuparse sobre la candidatura de Morales porque volverá a pedir el voto en las próximas elecciones.
“Algunos creen que Evo no va a continuar. Hermanos, el presidente Evo por su derecho constitucional, nuevamente va a pedir el voto de la gente y la gente nuevamente le va a dar su voto con su conciencia y corazón”, dijo García Linera en un discurso en un acto para la entrega de viviendas en un pueblo de la región de Santa Cruz (este).
El vicepresidente aseguró que Morales no solo será candidato sino que obtendrá de nuevo los dos tercios para seguir gobernando, por lo que impulsó a sus seguidores a preparar la campaña para el 2019. “Evo es presidente de los pobres y humildes, de la gente sencilla, de los jóvenes de las mujeres abandonadas, de los niños y los abuelos. Por eso siempre va a ser mayoría”, aseguró.
Para la autoridad “solo una gente rica y potentada que no les falta la comida esos estarán en contra, tienen derecho, pueden estar en contra”, manifestó.
El Movimiento al Socialismo (MAS), partido oficialista, y las principales organizaciones sociales del país están convencidos que Morales debe continuar al mando del Estado por las reformas que impulsó y que ubicaron a Bolivia en los primeros puestos de crecimiento económico de la región.
El MAS perdió en el referéndum del 21 de febrero de 2016 cuando plantearon abrir la Constitución para habilitar como candidato a Morales el 2019, pero la población rechazó este pedido. Ahora el oficialismo ha recurrido al Tribunal Constitucional Plurinacional (TCP) al que le pide que declare “inaplicable” cuatro artículos de la Carta Maga para reconocer la “reelección indefinida”.
lvs/ktg/hnb/HispanTv
Miles protestan en Cataluña por prisión de independentistas
Unos veinte mil catalanes salieron a las calles el jueves para protestar contra el encarcelamiento de nueve exfuncionarios del Govern que fueron destituidos.
Unos 20.000 ciudadanos, según la Guardia Urbana, se congregaron a las afueras del Parlament de Cataluña para protestar contra la decisión de la juez Carmen Lamela de encarcelar al exvicepresidente del Govern Oriol Junqueras y otros ocho exconsellers, quienes fueron destituidos en aplicación del artículo 155 de la Constitución.
“Han violentado la libertad del pueblo y quieren acabar con el autogobierno y socavar nuestra autoestima como país. Seguramente tendremos que ir a un paro de país”, dijo Agustí Alcoberro, vicepresidente de la Asamblea Nacional Catalana (ANC), quien además ha emplazado a los “demócratas” del resto de España y de Europa a reaccionar.
El portavoz de Òmnium Cultural, Marcel Mauri, advirtió de que “no hay diálogo que valga con este Estado”, que actúa contra una manera de entender la vida y la sociedad, y ha criticado que “la represión del Estado parece ser que no tiene límites”.
Los asistentes mostraron carteles de “libertad presos políticos” “no es justicia, es dictadura”, “vergüenza de Europa”, “ni un paso atrás” e “independencia”, y corearon consignas como: “(Carles) Puigdemont es nuestro presidente”, y se mostraron a favor de una huelga general. Los políticos encarcelados, por vía de sus abogados o las redes sociales, exhortaron a los manifestantes a realizar protestas pacíficas y abstenerse de actos violentos.
La concentración reunió a miembros de partidos secesionistas y de los comunes, como los tenientes de alcalde de Barcelona, Gerardo Pisarello y Laia Ortiz. Los primeros en llegar fueron expresidentes del Parlament como Nuria de Gispert, Joan Rigol y Ernest Benach; el edil Alfred Bosch, de Esquerra Republicana de Cataluña (ERC); Camil Ros, de Unió General de Treballadors de Catalunya (UGT), o el líder de Podemos en Cataluá, Albano Dante Fachin, a quien Pablo Iglesias ha invitado a dejar el partido porque dice que es próximo al independentismo.
El 27 de octubre Puigdemont junto con su gobierno regional fue destituido como resultado de la aplicación de las medidas del artículo 155 de la Constitución española presentadas por el Ejecutivo español, en respuesta a la “ilegal” declaración de independencia de Cataluña por el Parlament. El mismo día, el Gobierno central disolvió el Parlament y convocó elecciones autonómicas en Cataluña para el próximo 21 de diciembre.
lvs/ktg/hnb/HispanTv
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