sábado, 28 de outubro de 2017

ENGENHEIRO QUE DESCOBRIU O PRÉ-SAL LAMENTA: TEMER DESTRUIU O BRASIL


Para o diretor de Exploração e Produção da Petrobras na época da descoberta do pré-sal, Guilherme Estrella, Michel Temer deve estar dizendo o mesmo que George Bush, ex-presidente dos Estados Unidos, depois de invadir o Iraque por causa do petróleo: 'missão cumprida'; "Este governo entrega o Brasil, destrói o nosso futuro. A entrega do pré-sal às empresas transnacionais – mas que defendem os interesses de seus países de origem – consiste numa das metas centrais do golpe de 2016", diz Estrella, em entrevista à Rede Brasil Atual; para ele, a postura do governo Temer em relação ao pré-sal condenará o Brasil a um papel secundário na economia global pelas próximas décadas: "Energia é soberania nacional. Para essas nações assegurarem, defenderem, preservarem suas soberanias e seu poder geopolítico mundial, não há outra saída: é o pré-sal brasileiro ou nada", afirma o engenheiro

Por Maurício Thuswohl, para a Rede Brasil Atual

A entrega de blocos de exploração do pré-sal para empresas estrangeiras em consórcios sem a participação da Petrobras doeu em todos os brasileiros que enxergam o setor de petróleo e gás como instrumento primordial para garantir a soberania nacional e o desenvolvimento econômico e científico do país. Talvez mais do que qualquer outro brasileiro, uma pessoa viu no leilão realizado nesta sexta-feira (27) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) uma razão especial para se entristecer: o engenheiro Guilherme Estrella. Estrella foi diretor de Exploração e Produção da Petrobras na época da descoberta do pré-sal, ainda no governo Lula. E afirma que a realização de leilões como esse é um dos objetivos centrais do golpe que afastou Dilma Rousseff da Presidência da República.

"Este governo entrega o Brasil, destrói o nosso futuro. A entrega do pré-sal às empresas transnacionais – mas que defendem os interesses de seus países de origem – consiste numa das metas centrais do golpe de 2016. As nações hegemônicas sabem que petróleo e gás natural permanecerão a principal fonte de energia para a humanidade ao longo dos próximos 50 anos, senão além, até o final deste século 21. E a província petrolífera do pré-sal brasileiro é, muito provavelmente, a última área petrolífera de reservas de grandes dimensões do planeta. Os geólogos de petróleo de todo o mundo sabem disso", disse Estrella em conversa exclusiva com a RBA.

Para o ex-diretor da Petrobras, a postura do atual governo em relação ao pré-sal condenará o Brasil a um papel secundário na economia global pelas próximas décadas: "Energia é soberania nacional. Para essas nações assegurarem, defenderem, preservarem suas soberanias e seu poder geopolítico mundial, não há outra saída: é o pré-sal brasileiro ou nada", afirma o engenheiro.

Estrella lembra que o Iraque foi invadido por causa do "gigante Majnoon" – ironicamente descoberto também por brasileiros, e pela Petrobras, em 1976. "Eram 50 bilhões de barris que estavam preservados como reserva estratégica iraquiana. Bagdá conquistada, o tal do Bush, a bordo do porta-aviões nuclear Nimitz estacionado no Golfo Arábico, concluiu seu cumprimento às tropas invasoras com uma expressão que se tornou mundialmente conhecida: 'Mission accomplished'."

Agora, diz o especialista, Temer poderá repetir o gesto: "Essa figura sinistra que agora ocupa o Planalto se apressará em exclamar, orgulhoso, a mesma sentença, e provavelmente no mesmo idioma de seus senhores, mission accomplished. Missão cumprida. Esse governo ilegítimo e rejeitado por todos está a cumprir a missão que lhe foi imposta pelos interesses antibrasileiros que o colocaram no poder", critica. "Só a eles obedece. E nessa trajetória infame conta com empenho diuturno, incansável da grande mídia doméstica, historicamente a eles submissa."

"A imprensa estrangeira não se cansa de denunciar esse governo e de exibir perplexidade pela inação da sociedade brasileira em ir às ruas. É a única maneira de fazer com que esse projeto de Brasil dependente e escravo seja incinerado e todas as medidas tomadas por este governo, anuladas"
Retrocesso total

O retrocesso que a cada dia se consolida, diz o "pai do pré-sal", não se resume ao setor de energia: "Não basta entregar as riquezas brasileiras e nosso território – solo e subsolo. O trabalhador brasileiro, como agente e protagonista de tudo o que o Brasil construiu, está em processo terminal de reescravização, perde suas garantias trabalhistas, é condenado a nunca se aposentar de maneira civilizada, a sustentar um sistema ultracapitalista, completamente desumano, explorador e excludente, comandado diretamente do exterior. Estrella observa que um lobista da multinacional Shell, com total naturalidade, transitou entre parlamentares no Congresso Nacional para "dar seu recado" – tanto em pessoa quanto por intermédio de seus representantes nativos. "De alto, médio e pequeno escalão".

Para ele, o momento agora é de mobilização e denúncia da entrega das riquezas do país pelo governo golpista: "A imprensa estrangeira não se cansa de denunciar esse governo e de exibir sua total perplexidade pela inação da sociedade brasileira, do povo brasileiro em ir às ruas e, concretamente, parar o país, todo o país. É a única maneira de ser ouvido e fazer com que esse projeto de Brasil dependente e escravo seja incinerado e todas estas medidas tomadas por este governo sejam anuladas, na íntegra".

Segundo o engenheiro, o não prosseguimento da denúncia contra Temer na Câmara dos Deputados deixa ainda mais "à vontade" o projeto entreguista: "Esse governo podre, mal cheiroso e corrupto é surdo, insensível e debochado às manifestações da sociedade. E, quando se sente incomodado, põe a polícia para resolver a parada. O próprio chefe de governo já disse, em público: 'Os cães ladram e a caravana passa'. E completou, interpretando mais de 90% dos brasileiros como os cães. Se depender desse governo entreguista, o Brasil acabou. Cabe a nós, povo brasileiro, ir às ruas e trazê-lo de volta para nossas mãos", completou.

Por que democratas tentam proibir que Trump efetue ataque preventivo à Coreia do Norte?


Os democratas apresentaram no Congresso norte-americano um projeto de lei que vai impedir que Donald Trump realize um “ataque nuclear preventivo” contra Coreia do Norte, informa o The Guardian citado pelo RT.
De acordo com os congressistas, não é possível permitir que a "retórica provocatória" de Trump sobre "a destruição completa da Coreia do Norte" se torne realidade.

Os representantes do Partido Democrata no Congresso dos EUA propõem um projeto de lei que se destina a impedir que Donald Trump inicie um "ataque preventivo" contra a Coreia do Norte, informou o jornalista do The Guardian Julian Borger, citado pelo RT.

Segundo sublinha o autor do material, esta iniciativa já é a segunda tentativa de limitar as possibilidades de Trump para desencadear uma guerra "unilateralmente". Anteriormente foi apresentado um projeto de lei que proibia que o presidente-norte-americano ordenasse o lançamento de ataque nuclear contra um país sem uma declaração de guerra pelo Congresso.

"Sendo um veterano da Guerra da Coreia, fico muito envergonhado pelo fato de o nosso comandante supremo se comportar irresponsavelmente e expor ao risco as nossas tropas na Coreia do Sul e os nossos aliados na região", afirmou o congressista John Conyers. "Não podemos permitir que a retórica provocatória que agrava o conflito com ameaças de ‘destruir completamente’ a Coreia do Norte vire realidade", acrescentou outro congressista democrata, Ed Markey.

A tensão na península da Coreia atingiu um nível crítico após o 6º teste de armas nucleares e os lançamentos de vários mísseis realizado por Pyongyang em setembro. Os EUA e a Coreia do Norte continuam a sua guerra de palavras, ameaças e retórica belicosa.

Sputnik Brasil

Coalición anti-Daesh no coordina con Rusia ni actúa en Idlib


Ataque aéreo en un mercado en Maaret al-Numan en la provincia de Idlib, norte de Siria

La llamada coalición internacional, liderada por EE.UU., advirtió que no coordina con Rusia sus operaciones en el norte de Siria.

La coalición internacional contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe), no coordina con las fuerzas rusas ni opera en la provincia siria de Idlib, dijo el vocero de la Operación Resolución Inherente, el coronel de la Fuerza Armada de EE.UU. Ryan Dillon.

“La organización que represento está estrictamente enfocada en la derrota y la lucha contra EIIL, así que todo lo que está sucediendo en Idlib con el Frente Al-Nusra y Hayat Tahrir al-Sham (Junta de Liberación del Levante), no es la coalición que está en esa área”, declaró el viernes Dillon, vía telefónica desde Bagdad al portal ruso Sputnik.

El alto mando castrense señaló que la coalición estaba monitoreando los desarrollos en la provincia de Idlib, ya que los combates en esa zona podrían extenderse hacia áreas donde el grupo terrorista Daesh fue expulsado.

“Nuestros socios, las Fuerzas Democráticas Sirias (FDS) y los consejos civiles que se han establecido, no se han visto afectados negativamente, pero eso no es algo en lo que la coalición esté involucrada”, apuntó.

La provincia siria de Idlib está controlada principalmente por el Ejército Libre Sirio (ELS) y otras fuerzas opositoras al Gobierno del presidente de Siria, Bashar al-Asad.

Idlib está cubierta por una de las cuatro zonas de distensión creadas después de un acuerdo alcanzado por los participantes de las conversaciones de Astaná para la reconciliación de Siria y que se llevan a cabo con la mediación de Moscú, Ankara y Teherán.

Dillon aprovechó la oportunidad para desmentir las acusaciones hechas por el Ministerio ruso de Defensa de haber devastado la norteña ciudad siria de Al-Raqa, y responsabiliza de tal destrucción al grupo terrorista Daesh.

lvs/ctl/myd/mkh/HispanTv

Peligro en aumento: guerra entre China y EEUU


Además de la posibilidad de un intercambio nuclear entre EE.UU. y Rusia, otro peligro crece para EE.UU.: una guerra con China, advierte un exagente de la CIA.

Un exespecialista antiterrorista y oficial de inteligencia militar de la Agencia Central de Inteligencia de EE.UU. (CIA, en inglés) habló el viernes con la cadena de noticias iraní en inglés Press TV sobre las amenazas existentes que enfrenta Estados Unidos.

Philip Giraldi denunció que EE.UU. no comprende los cambios económicos y geopolíticos que se está llevando a cabo en todo el globo, en particular en los países en desarrollo que están en vías de convertirse en desarrollados.

Para este exagente de la CIA, todos estos cambios son “cambios fundamentales” que también tienen efecto en Estados Unidos, pero las autoridades estadounidenses no pueden mantenerse al margen de estos cambios.

Además, reconoció que las existentes amenazas contra EE.UU. son las armas nucleares, el cambio climático y una guerra con Rusia, pero insistió en que “también hay una posibilidad de guerra con China si no hacemos las cosas correctamente con China”.

Giraldi continuó alertando que se está desarrollando “una situación potencialmente muy desagradable” con Corea del Norte; Washington y Pyongyang se encuentran en plena guerra verbal y no dejan de provocarse mutuamente, mientras existe una posibilidad seria del estallido de una guerra nuclear entre ambos.

En este contexto, muchos expertos creen que Corea del Norte está a la cabeza de la lista de cuestiones que podrían provocar una guerra entre Pekín y Washington, aunque China ha apoyado en reiteradas ocasiones a EE.UU. en el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU) para promover las sanciones antinorcoreanas.

El régimen de sanciones es destinado a castigar a Pyongyang por sus pruebas misilísticas y nucleares, con las que está en contra Pekín, pero al mismo tiempo considera responsable a Estados Unidos por sus provocaciones contra esta nación asiática ya nuclear, en particular las maniobras militares conjuntas que realiza con sus aliados regionales, es decir Corea del Sur y Japón.

La lista de puntos de discrepancia entre China y EE.UU. se trata de una larga lista: entre otros están la dominación de la economía mundial por parte del gigante asiático, la disputa de una serie de islas entre China y algunos de sus vecinos en el mar de la China Meridional —con la que interfiere EE.UU.—, y la crisis de Taiwán y sus sueños independentistas que es apoyado ocultamente por la Casa Blanca.

zss/rha/hnb/HispanTv

"Tanques en las calles de Barcelona": España y Cataluña al borde de un desenlace violento


El analista político John Wight considera que el movimiento separatista está siguiendo un camino peligroso, en medio de la determinación de Madrid de "desatar la violencia".

La proclamación de independencia por parte de Cataluña este viernes, y la aplicación del artículo 155 de la Constitución española, aumentan considerablemente las posibilidades de un desenlace violento, según advirtieron políticos y analistas a RT.

La ley será insuficiente

Enric Folch, del movimiento separatista Solidaritat Catalana per la Independència (Solidaridad Catalana por la Independencia), asegura que el Gobierno de España no podrá solucionar la crisis únicamente invocando la ley, porque a los catalanes "no les importa" la anulación de su autonomía.

"Seguiremos nuestra propia ley, nuestras propias instituciones, nuestra propia República Catalana", afirmó el activista.

Asimismo, Folch sostiene que el tiempo de dialogo con Madrid ya ha pasado, tras el rechazo de "absolutamente todas las peticiones catalanas". "Lo único que podrían hacer [Gobierno español] es actuar por la fuerza", asevera.

"Tanques en las calles de Barcelona"

Por su parte, el analista John Wight opina que los líderes del movimiento separatista catalán están siguiendo un camino peligroso en esta última instancia, ya que Madrid ha demostrado su determinación de "desatar la violencia contra civiles desarmados".

Aunque Wight resalta la importancia de la Constitución en este caso, se opone a su uso como "justificación" para atacar a la población. El analista asegura que España y Cataluña claramente se dirigen hacia un conflicto. Para evitar "tanques en las calles de Barcelona", ambas partes deben dar un paso atrás, subraya.

La Unión Europea también es responsable de cualquier posible acto de violencia, ya que demostró su apoyo unánime a las acciones del Gobierno español. "Eso efectivamente le ha dado licencia a Rajoy para implementar estos métodos y medidas represivas", concluye.

Actualidad RT

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Traição ao Brasil


VANESSA GRAZZIOTIN, Senadora do Amazonas pelo PCdoB e Procuradora Especial da Mulher no Senado

Brasil 247

O Governo Temer realizará amanhã o leilão do Pré-Sal com bilhões de barris oferecidos às multinacionais petrolíferas a preço vil. Articulado a isso, lançou a medida provisória 795 que isenta do pagamento de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro sobre exploração de petróleo pelas empresas estrangeiras.

Serão vendidos oito blocos localizados nas bacias de Campos e Santos.

Trata-se de uma traição ao Brasil, uma traição aos milhões de brasileiros que dedicaram suas vidas à pesquisa e ao desenvolvimento da tecnologia brasileira de extração de óleo em águas profundas, uma traição a todos que lutam pela nossa real independência.

A imensa quantidade de petróleo descoberto no pré-sal, a maior descoberta de petróleo e gás deste século, que desperta a cobiça de todas as multinacionais petroleiras, só foi possível em virtude do desenvolvimento da capacidade tecnológica e geológica da Petrobrás. Para tanto, foram superados enormes obstáculos tecnológicos e financeiros até a Petrobrás encontrar petróleo.

O pré-sal é a maior descoberta mundial dos últimos 50 anos da indústria de petróleo e gás natural, estimando-se, de forma conservadora, cerca de 100 bilhões de barris recuperáveis nos campos do pré-sal.

Nós lutamos muito para transformar a Petrobras em operadora única do pré-sal.

Nos igualamos com esta conquista a outras nações que decidiram nacionalizar as suas jazidas, revolucionando o mercado mundial de petróleo, que antes era inteiramente dominado pelas multinacionais dos países desenvolvidos, e que também constituíram grandes operadoras nacionais.

Sem uma grande operadora, não há efetivo acesso às informações cruciais sobre as suas jazidas, como as relacionadas aos custos efetivos de produção, às remunerações devidas, ao verdadeiro potencial das áreas prospectadas.

Ou seja, não se tem domínio estratégico do petróleo sem o domínio dessa informação. Ademais, sem operar é impossível desenvolver tecnologia própria. Também não se tem domínio estratégico do petróleo sem domínio mínimo de tecnologia. Não bastasse, sem operadora local é impossível se estimular cadeias nacionais de produção, gerando renda e emprego para população.

Hoje as maiores empresas de petróleo e gás do mundo são estatais. São as chamadas national oil companies (NOCs). Entre elas, estão a Saudi Aramco (Arábia Saudita), a NIOC (Irã), a KPC (Kuwait), a ADNOC (Abu Dhabi), a Gazprom (Rússia), a CNPC (China), a PDVSA (Venezuela), a Statoil (Noruega), a Petronas (Malásia), a NNPC (Nigéria), a Sonangol (Angola), a Pemex (México) e a Petrobras.

Numa estimativa bem conservadora, feita em 2008, antes do pré-sal ser bem conhecido, as NOCs já dominavam 73% das reservas provadas de petróleo do mundo e respondiam por 61% da produção de óleo. Segundo a Agência Internacional de Energia, a tendência é a de que as NOCs sejam responsáveis por 80% da produção adicional de petróleo e gás até 2030, pois elas dominam as reservas.

Essa é a realidade do mercado mundial do petróleo. O governo do golpe colocou o Brasil na contramão dessa realidade.

Ao se retirar da Petrobras a condição de operadora única, se retira também essa garantia fundamental e se investe em sua fragilização e em sua possível privatização.

Mas a questão essencial aqui não é simplesmente proteger a Petrobras. É proteger os interesses do Brasil. A participação da Petrobras no pré-sal deveria ser assegurada e protegida porque isso é crucial para o desenvolvimento brasileiro.

A cadeia de petróleo e gás, comandada pela Petrobras, é a maior cadeia produtiva do país, responsável por cerca de 20% do PIB brasileiro e 15% dos empregos gerados.

Em 2000, a indústria naval e os estaleiros empregavam no Brasil somente 1.910 pessoas. Em 2014, mesmo com a crise, esse setor já empregava mais de 82.000 pessoas.

Sem a Petrobras como grande operadora não se sustentará também o desenvolvimento de tecnologia nacional nessa área estratégica. A tecnologia se desenvolve na operação e para a operação.

Um estudo da FIESP demonstra que, com investimento de R$ 1 bilhão na exploração e produção de petróleo e gás, a produção interna de bens e serviços do setor, observadas as atuais regras de conteúdo local, gera R$ 551 milhões em contribuição para o PIB e 1.532 empregos. Contudo, se forem retiradas as atuais regras de conteúdo local, o mesmo valor de investimento resultaria em somente R$ 43 milhões para o PIB e 144 empregos. E a arrecadação gerada em tributos cairia dos atuais R$ 521,5 milhões para ridículos R$ 31 milhões. Já o total dos salários pagos desabaria de R$ 293,9 milhões para R$ 27,8 milhões. Os impactos foram medidos para o médio e longo prazos, considerando que a demanda de bens passaria a ser 100% atendida pelas importações.

Só há uma definição para estas ações: são um crime contra o Brasil.

E quem os comete e os apoia é igualmente criminoso.

Outra iniciativa na mesma direção foi a MP 795, que trata da dedução das despesas de exploração de produção de petróleo e gás natural no Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do regime especial de importação com suspensão de tributos federais.

Com isso, o governo procura sinalizar maior atratividade às petroleiras, liberando-as de pagar imposto de renda e CSLL por suas atividades, mesmo que as áreas sejam bastantes atrativas e de baixo risco. A perda poderá ser de R$ 1 trilhão para o país com os benefícios tributários ao longo de todo o período de concessão. Dependendo do preço do petróleo, petroleiras rentáveis poderão ter até prejuízo contábil, gerando crédito tributário.

A MP 795 concede benefícios tributários de R$ 31 bilhões para os próximos três anos. São R$ 16,5 bilhões apenas em 2018, ao mesmo tempo em que o PLOA cortou ou reduziu expressivamente diversos investimentos e programas sociais, retirando os pobres do orçamento.

O Brasil virará o paraíso das petroleiras. Além disso, a MP prevê suspensão de pagamento de tributos federais de bens cuja permanência no País seja definitiva e destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção do setor. O benefício será concedido mesmo que haja similar nacional, assim geraremos empregos em Cingapura, Holanda, China, EUA, Coreia do Sul etc. Menos no Brasil.

Nós iremos fazer uma luta sem tréguas contra este crime de traição, e não tenho dúvidas que a história não só registrará a postura dos que se alinham ao governo, mas também registrará o momento em que o povo brasileiro irá revogar estes absurdos e destinará à atual base do governo o mesmo lugar reservado aos franceses que colaboraram com os nazistas no governo de Vichy.

Puigdemont y su Gabinete saludan a la República catalana



El presidente de la Generalitat, Carles Puigdemont, pide afrontar con ‘paz, civismo y dignidad’ la República catalana tras la proclamación de la independencia.

“Vienen horas en que a todos nos corresponderá mantener el pulso de este país”, ha asegurado el mandatario regional en una congregación con el resto de miembros del Govern.

Puigdemont ha pronunciado estas palabras en las escaleras del Parlament, después de que este aprobara, por 70 votos secretos a favor, 10 en contra y dos abstenciones, la propuesta de Junts pel Sí y la Candidatura de Unidad Popular (CUP) de declarar la independencia y abrir un proceso constituyente que “acabe con la redacción y aprobación de la constitución de la república”. El texto insta además al Govern a desplegar la ley de transitoriedad. La oposición se ha ausentado en el momento de la votación.

El líder independentista ha dicho también a los alcaldes presentes en el Parlament y al conjunto de la ciudadanía que la sociedad catalana “siempre ha respondido cívica y pacíficamente los retos democráticos”.

“Y como los hemos encarado así, se han convertido en conquistas democráticas”, ha añadido.

A su vez, el vicepresidente de la Generalitat, Oriol Junqueras, ha pedido confianza en la nueva república a los ciudadanos que estén inquietos y preocupados, y responsabilidad a los que quieren celebrar la declaración unilateral de independencia (DUI).

“Actuamos de buena fe con respecto y estima para asumir retos de presente y de futuro”, ha explicado el vicepresidente del gobierno regional.

Junqueras también ha dicho a los pueblos de España que reitera su compromiso y amor para construir un futuro mejor. El vicepresident ha pronunciado estas palabras en las escaleras del Parlament, después de que la Cámara haya aprobado, con los votos de Junts pel Sí y la CUP, la independencia de Cataluña.

Los opositores a la independencia acusan a Puigdemont y sus aliados de ignorar las opiniones de la mayoría de los catalanes, que a su juicio desean seguir siendo parte de España.

Ante el plan independentista de Cataluña, el Senado español, en el cual el Partido Popular (PP) tiene la mayoría, ha aprobado de inmediato este mismo viernes una serie de medidas propuestas en virtud del artículo 155 de la Constitución del país.

alg/mla/krd/tas/Hispantv

Informe de la ONU sobre armas químicas sirias, una ‘falsificación’


Siria denuncia que el informe de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) sobre un presunto uso de armas químicas por Damasco es una ‘falsificación’.


A través de un comunicado citado por la agencia local SANA, la Cancillería siria ha negado hoy viernes “categóricamente el contenido del informe conjunto” de la ONU y la Organización para la Prohibición de Armas Químicas (OPAQ) sobre ese supuesto uso de armas químicas por el Ejército sirio.

El informe de la ONU y la OPAQ, publicado ayer jueves, afirma que el Gobierno sirio es responsable del ataque con gas sarín perpetrado el pasado 4 de abril en la localidad de Jan Sheijun, en la provincia noroccidental siria de Idlib.

“Este informe y el anterior son falsificaciones de la verdad, y distorsionan la información exacta sobre lo que sucedió en Jan Sheijun (…) es (resultado) de la aplicación de órdenes de la Administración estadounidense y de los países occidentales para incrementar la presión política y amenazar la soberanía de Siria”, reza la nota del Ministerio sirio de Exteriores.

La Cartera critica además el método de la investigación, que según el comunicado se basó en declaraciones de los criminales que cometieron el acto inmoral de Jan Sheijun, testigos sospechosos y lo que llaman “fuentes abiertas”.

Además, precisa que Siria considera el uso de armas químicas un acto inmoral y condenable en cualquier lugar, momento y circunstancia.

Varios países occidentales, incluido EE.UU., acusan a Damasco de usar armas químicas contra su propia población, aunque el Gobierno sirio entregó en 2014 su arsenal químico a la OPAQ y en enero de 2016 este organismo anunció su total destrucción.

Siria siempre ha rechazado las acusaciones de países y organismos occidentales que tratan de vincular a su Ejército con el uso de armas químicas, además de presentar una y otra vez pruebas del uso de este tipo de armamento por grupos armados y extremistas, algo confirmado por la propia OPAQ.

ftn/mla/krd/tas/HispanTv

El 'Parlament' declara la independencia de Cataluña


En una votación muy controvertida por su falta de garantías legales y por la gravedad de sus consecuencias, el Parlamento catalán ha proclamado la república independiente de Cataluña.

Tal como estaba previsto, y a pesar de los clarísimos obstáculos legales que existen, el Parlamento catalán ha llevado a cabo la votación necesaria para proclamar la independencia de Cataluña. Con la ausencia de 52 diputados de la oposición, el resultado fue favorable al 'sí' con 70 votos a favor, 10 en contra y 2 en blanco, quedando así proclamada la "República catalana, como Estado independiente y soberano".

Ha ocurrido, como también era previsible, en el contexto de un pleno parlamentario estrambótico, tenso y accidentado, y se ha celebrado con un procedimiento excepcional votado y aceptado sobre la marcha, frente el rechazo manifiesto de los diputados de Ciudadanos, Partido Socialista de Cataluña y Partido Popular, que abandonaron el hemiciclo entre gritos de '¡Viva Cataluña!'. La resolución de Junts Pel Sí, que propone la declaración de la independencia de Cataluña, se votó en una urna, para garantizar el voto secreto de los diputados y limitar así las consecuencias penales individuales que pudieran derivarse de este acto.

https://www.facebook.com/ActualidadRT/videos/1996052430677718/

Mientras tanto, en las calles, el clamor y la celebración han comenzado en cuanto se ha sabido la noticia:

https://twitter.com/ActualidadRT/status/923928599228571648

El texto de la resolución recién aprobada recoge la propuesta de una "constitución de la República catalana, como Estado independiente y soberano, de derecho, democrático y social".

El choque con el Estado español, cuyo Senado acaba de aprobar las medidas con las se aplicará el artículo 155 de la Constitución, es ya inevitable.

El presidente del Gobierno de España, Mariano Rajoy, ha manifestado en el pleno del Senado de este viernes que su intención es "que las elecciones [autonómicas en Cataluña] se convoquen en el menor plazo posible", y ha recordado a ese respecto que "la facultad de disolver el Parlament pasará el presidente del Gobierno".

Actualidad RT

JUSTIÇA APONTA PREÇO VIL E SUSPENDE LEILÃO DO PRÉ-SAL


Brasil 247 - O juiz Ricardo Sales, da 3ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Amazonas, concedeu nesta quinta-feira liminar a uma ação civil pública para suspender a 2ª e 3ª rodadas dos leilões do pré-sal, marcadas para esta sexta-feira, com o argumento de que há risco de prejuízo ao patrimônio público pelo lance inicial, considerado baixo.

O magistrado também aceitou a tese de vício de iniciativa do projeto de lei.

"Aponto que esse aparente vício constitucional macula o processo legislativo da lei de 2016 que promoveu drásticas alterações na Lei nº 12.351, de 2010, no que concerne ao regime de partilha de produção em áreas do pré-sal e às competências dos órgãos e entidades públicos envolvidos", afirmou. Para o juiz, o projeto teria que ser de autoria do Executivo, e não do senador José Serra (PSDB-SP).

O juiz também afirma na decisão que "há patente a verossimilhança" no argumento da ação de que "é perceptível a distorção de valores e o rebaixamento dos valores" no bônus de assinatura dos leilões. O partido sustenta na ação que não há motivos para o leilão de quatro áreas das duas novas rodadas do pré-sal ter como lance inicial R$ 7,7 bilhões, enquanto só o campo de Libra, em 2013, foi leiloado por R$ 15 bilhões.

Sales abre o prazo de 20 dias para a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) se manifestar e determina aplicação de multa de R$ 10 milhões em caso de descumprimento da decisão.

A ação é de autoria de Wallace Byll Pinto Monteiro, filiado ao PT e do sindicato dos petroleiros do Amazonas. O partido orientou filiados em todo o país a ingressarem com ações na justiça federal para suspender liminarmente o leilão.

AGU tenta reverter suspensão

A Advogacia-Geral da União (AGU) apresentou recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região contra a decisão de um juiz federal do Amazonas que suspendeu a realização dos leilões do pré-sal para exploração nas bacias de Santos e Campos marcados para a manhã desta sexta-feira, informou o órgão (leia mais).

Rússia prepara resposta 'titânica' às sanções dos EUA


Os senadores russos se manifestaram a favor do projeto de lei sobre o pacote de sanções contra os EUA que atualmente está em discussão na Duma de Estado (câmara baixa do parlamento russo).

O documente prevê limitar a cooperação espacial entre Moscou e Washington, bem como restringir as exportações russas de titânio, metal utilizado pelas empresas aeronáuticas como a Boeing e a Airbus.
O vice-chefe do Comitê Internacional do Conselho da Federação da Rússia, Andrei Klimov, disse ao jornal russo Izvestia que, durante a etapa de preparação, é muito importante tomar em conta todos os detalhes para que a medida não afete as empresas russas. Mais do que isso, este projeto ainda não foi discutido com a comunidade empresarial.

"A nossa resposta às ações pouco amigáveis dos EUA deve ser sistemática […] É claro por que esse projeto de lei está sendo preparado. As nossas respostas às ações dos EUA são amplas, mas elas têm que ser calculadas de forma cuidadosa para não nos afetarem. Os EUA compram bens diferentes da Rússia, incluindo o titânio. Os nossos concidadãos trabalham nesta esfera, por isso não podemos romper os contatos necessários", sublinhou ele.

Um alto funcionário do Ministério da Indústria e Comércio da Rússia, cuja identidade não foi revelada, disse ao Izvestia que empresários russos querem cooperar com seus colegas norte-americanos e não gostariam de perder os contatos existentes.

A cooperação na esfera espacial entre duas potências, os EUA e a URSS, se iniciou em 1962. Entretanto, ela começou se desenvolvendo de maneira mais ativa nos anos 90 do século passado, quando foi lançada a Estação Espacial Internacional.
Um fator que influi na indústria aeroespacial dos EUA é que ela depende das exportações de titânio e dos bens produzidos a partir deste metal. Segundo vários cálculos, a Rússia fornece à Boeing e Airbus entre 40 e 60 por cento do volume necessário de titânio. Sem este metal, os lançamentos das naves espaciais por parte dos EUA terão grandes dificuldades.

Sputnik Brasil

Cuba denuncia trabas de EEUU en pesquisas de ‘ataques acústicos’



Expertos cubanos afirman que EE.UU. no permite aclarar el misterioso caso de los ‘ataques acústicos’ contra diplomáticos estadounidenses en La Habana.

La Televisión Cubana publicó el jueves el audiovisual “Presuntos Ataques Acústicos”, que expone la amplia investigación cubana sobre los alegados incidentes contra al menos 24 diplomáticos estadounidenses que la Administración de Donald Trump usó como pretexto para adoptar decisiones que han vuelto a enfriar las relaciones entre Washington y La Habana al mínimo.

En el informe televisivo destaca que durante este período de investigación se evidenció la falta de voluntad de las autoridades estadounidenses para cooperar en el esclarecimiento de los hechos, pues no facilitaron la entrega de la información necesaria, ni colaboraron con las diligencias investigativas de las autoridades cubanas.

“Las autoridades de Estados Unidos responsabilizaron a Cuba con la investigación, determinación y eliminación de estos hechos, sin asumir la responsabilidad plena que le corresponde como país afectado en participar en la investigación”, critica el teniente coronel Francisco Estrada, jefe de la dirección de Investigación Criminal del Ministerio del Interior de Cuba.

De acuerdo con Estrada, para que “la investigación en pleno desarrollo” tenga éxito es “imprescindible la participación plena y responsable de las autoridades norteamericanas, que permitan el acceso a sus expertos, a la declaración de los testigos y de las víctimas para saber qué ocurrió y cuáles fueron los síntomas y demás detalles.

Otro participante en las pesquisas, Manuel Jorge Villar, especialista en otorrino-laringología, subrayó que la cooperación de Estados Unidos ha sido “nula”.

“Toda la investigación que hemos tenido que realizar ha sido a partir de datos incompletos. No hemos tenido, realmente, una información que sea científica y fidedigna para nosotros poder llegar a una conclusión en cualquier sentido”, señaló Villar.

Conforme las conclusiones parciales de la investigación, los expertos aseguran no haber encontrado evidencias que indiquen la ocurrencia de los alegados ataques acústicos; no ha sido posible establecer hipótesis investigativas sobre el origen de estos hechos; tampoco se han identificado posibles autores ni personas con motivación, intención o medios para ejecutar este tipo de acciones.

Nadie sabe qué ocurrió realmente. Las investigaciones no han arrojado ningún resultado; ni siquiera las realizadas por la parte estadounidense. Washington no señala culpables, pero reprocha a La Habana no haber garantizado la seguridad de diplomáticos extranjeros en su territorio. Ese fue el motivo esgrimido para retirar a gran parte del personal de la embajada estadounidense en la isla, lo que sirvió de base para la posterior expulsión de 15 diplomáticos cubanos de Estados Unidos.

La politización de este tema ha motivado la mayor crisis diplomática entre ambas naciones desde que reanudaron sus relaciones en 2015, tras medio siglo de ruptura y la continuación del bloqueo estadounidense contra la isla.

ncl/ktg/hnb/HispanTv

Rusia sale en defensa de Al-Asad ante declaraciones de Tillerson


El embajador ruso ante la ONU urgió a Estados Unidos a abstenerse de comentar sobre el futuro del presidente sirio, Bashar al-Asad, y su familia.

“Creo que no deberíamos anticipar el futuro de nadie. El tiempo mostrará si alguien tiene futuro o no”, aseveró el jueves el representante permanente de Rusia ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Vasili Nebenzia, al término de una sesión del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU) sobre el conflicto sirio.

Con estas palabras, el diplomático ruso respondió a las declaraciones formuladas por el secretario de Estado de Estados Unidos, Rex Tillerson, que dijo que Al-Asad y su familia no tienen papel que jugar en el futuro del país árabe, según recogió la agencia oficial rusa TASS.

El máximo diplomático de EE.UU. también puntualizó que la política de Washington respecto a Damasco no ha cambiado, pero sus palabras fueron muy duras, especialmente viniendo de alguien que forma parte de una Administración que antes había afirmado que el futuro del dignatario sirio no era una prioridad para Washington.

Por su parte, el embajador de Francia, François Delatre, quien preside este mes el máximo órgano de decisión de las Naciones Unidas, se abstuvo de hacer comentario alguno sobre la predicción del jefe de la Diplomacia del país norteamericano.

Sin embargo, el enviado galo hizo hincapié en que los miembros del CSNU han demostrado unidad ante la crisis siria.

La defensa de Rusia al legítimo Gobierno sirio se produjo unos días después de que el mismo Nebenzia vetara el pasado martes una resolución antisiria elaborada por Washington, en el que vinculaba al Ejército sirio el uso de armas químicas contra una aldea de Idlib (noroeste sirio) en abril pasado.

Damasco siempre ha rechazado las acusaciones de países y organismos occidentales que tratan de vincular a su Ejército con el uso de armas químicas; además, ha presentado una y otra vez evidencias del uso de este tipo de armamento por los grupos armados y extremistas, algo confirmado por la propia Organización para la Prohibición de Armas Químicas (OPAQ).

mjs/ktg/hnb/HispanTv