sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Keiser: "EE.UU. desatará una guerra para detener la aparición del 'petroyuán'"
La inminente aparición del 'petroyuán' es un paso muy audaz por parte de China, ya que EE.UU. no abandonará la base de su hegemonía —el dólar como moneda de reserva mundial— sin luchar.
El plan chino de lanzar un contrato petrolero denominado en yuanes antes de fin de año está acompañado de rumores de que el gigante asiático será un gran comprador de las acciones de la petrolera estatal saudí Aramco.
"Todo esto empieza a cobrar sentido, desde un punto de vista geopolítico, en el sentido que China, Rusia y los saudíes están buscando escapar del dólar estadounidense, de su hegemonía", ha declarado el analista financiero Max Keiser en una entrevista concedida a la redacción de RT en inglés.
No obstante, Keiser recuerda que los países que "intentaron salir de la matriz del petrodólar han acabado terriblemente mal". "Saddam Hussein quería intercambiar petróleo por euros y lo mataron, Muammar Gaddafi quería intercambiar su energía por algo distinto al dólar estadounidense: lo mataron", añade el analista.
Al mismo tiempo, China tiene la determinación y los recursos para llevar a cabo la desdolarización y, además, cuenta con el respaldo de varios países importantes que son "resistentes al cártel financiero de EE.UU.", concretamente Rusia e Irán, ha destacado el anfitrión del programa financiero de RT 'Keiser Report'.
Es más, países de todo el mundo están cansados de financiar el "aventurismo militar" de EE.UU. al ser parte del "Imperio de la deuda" y por lo tanto es probable que se unan al movimiento de desdolarización, cree el analista.
La guerra como medio para mantener la hegemonía de dólar
Es poco probable que el sector financiero estadounidense y su complejo industrial militar abandonen la hegemonía del dólar sin luchar, ya que el dólar es a la vez la base y el producto principal de EE.UU. Y Washington, opina Keiser, utilizará su otra herramienta favorita para lograrlo: la guerra.
"Tal vez inicien una guerra entre Japón y China, y quizás inicien una guerra con Corea del Norte". EE.UU. hará lo que sea para mantener el dólar estadounidense como la moneda de reserva mundial", opina el analista.
EE.UU. "invadirá países como Afganistán, no se detendrá ante nada. Porque esta es la base del imperio de EE.UU. No se basa en la tierra, no se basa en bienes materiales, se basa en la búsqueda de rentas. Se basa en desembolsar dólares, obtener ingresos y, cuando los países no pueden pagar, desmantelar los activos y apoderarse de ellos. Lo vimos en América Latina, América del Sur, así es como EE.UU. construyó su imperio", concluye Keiser.
Actualidad RT
Ejército sirio avanza hacia zona estratégica fronteriza con Irak
Las tropas sirias han recuperado este jueves el control de varias zonas estratégicas y se acercan ya hacia la frontera con Irak.
El Ejército sirio y sus aliados han conseguido recuperar el control de la base militar y la estación de bombeo T-2, ubicadas en la provincia oriental de Deir Ezzor, según ha informado el opositor Observatorio Sirio de los Derechos Humanos (OSDH).
De este modo, las tropas sirias están ya a menos de 70 kilómetros de Abu Kamal, ciudad fronteriza situada a escasos kilómetros de la frontera entre Irak y Siria, lo que le da gran valor estratégico.
Abu Kamal está en la principal ruta de transporte del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) entre Irak y Siria, por lo que expulsar de ahí a Daesh permitiría cortar la línea de suministro de la banda extremista y limitar en gran medida su capacidad de transferir tropas y armamento de un lado al otro lado de la frontera.
Al mismo tiempo que se recuperaban la base y la estación, el Ejército sirio y fuerzas aliadas conseguían igualmente retomar el control de la zona de Sakr, una de las últimas que conservaba Daesh cerca de la ciudad de Deir Ezzor. Desde ahí también se dirigen ahora hacia el sur, rumbo a Abu Kamal, para expulsar a los terroristas de esta estratégica localidad.
Por otra parte, contingentes militares provenientes de Deir Ezzor se han unido a las unidades del Ejército desplegadas al sur de la ciudad de Al-Mayadin que siguen avanzando a lo largo del río Éufrates.
Desde el pasado mes de septiembre, las tropas sirias y sus aliados han abierto un nuevo capítulo de sus operaciones antiterroristas en Deir Ezzor, al romper el asedio terrorista a la capital de la provincia.
Desde entonces han cosechado grandes victorias, como la liberación de la estratégica ciudad de Al-Mayadin, además de hacer considerables avances en las orillas este y oeste del Éufrates.
No obstante, la presencia de las llamadas Fuerzas Democráticas Sirias (SDF, por sus siglas en inglés) y su ofensiva paralela a la del Ejército podría terminar causando choques con este, debido a que ambos buscan hacerse con el control de las zonas estratégicas del este del país.
hgn/mla/alg/rba/HispanTv
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Temer é o maior do mundo. O maior em impopularidade
Fernando Brito - Tijolaço
Como a Globo agora está furiosa com o sujeito que colocou no Governo, até saiu na Globonews, edição das 22h – se fosse a Dilma, seria na escalada do JN – uma pesquisa da badalada consultoria Eurásia em que Michel Temer é apontado como o governante mais impopular do mundo, disparado.
Seus 3% de avaliação positiva o colocam na “lanterna” do levantamento, muito distante dos demais. Mesmo de Nicolás Maduro, da Venezuela, a quem a Globo chama de “ditador”, tem quase oito vezes mais popularidade que o brasileiro.
Mas Temer, que só tem 3% dos brasileiros a seu favor, tem os tribunais e o parlamento por ele.
É o que já se disse hoje, mais cedo: a direita não tem um projeto, tem uma negação de projeto. Não importa como e com quem, seu negócio é impedir que o poder seja ocupado por quem o tenha.
É por isso que se esmera tanto em destruir Lula, que terminou seu governo com 83% de aprovação.
Nem mesmo na popularidade dos governantes essa gente admite que o Brasil não possa estar num dos últimos lugares do mundo.
Sem maioria, Temer vira zumbi sem protagonismo
Tereza Cruvinel - Brasil 247
A base de apoio a Temer encolheu, entre a votação da primeira denúncia e a vitória desta quarta-feira, que enterrou a segunda. Os 263 votos obtidos em agosto caíram agora para 251, número inferior aos 257 que representam a metade mais um dos votos da Casa, ou a maioria absoluta, marca que confere a qualquer governo o domínio do jogo parlamentar. Isso significa que, daqui para a frente, tudo será mais complicado para Temer. Enfraquecido, transformado em zumbi político, ele perderá o protagonismo político para um Congresso que estará empenhado em garantir a reeleição de seus integrantes em 2018 e buscará distância crescente dele. Rodrigo Maia, presidente da Câmara, já negocia com seus pares a implementação de uma agenda legislativa pós-denúncia que não será exatamente a agenda do governo. Mercado e agentes econômicos sabem o que significa um presidente sem maioria absoluta e de alguma forma traduzirão esta percepção.
Os votos contra Temer foram 227 em agosto e 233 agora mas nem todos vieram da oposição. Parte dos que votaram contra Temer, filiados a partidos da base governista, acabaram marcando presença, depois de serem pressionados ou cooptados pelo governo, frustrando a estratégia de evitar que a votação ocorresse nesta quarta-feira. Ainda assim, a oposição pode contabilizar um feito: conseguiu pela primeira vez conduzir-se com absoluta unidade e deixou o governo no aperto o dia inteiro, correndo atrás de deputados que ajudassem a garantir o quórum de 342 votos, o que só aconteceu no início da noite.
Jogo encerrado, começa agora um novo momento, a travessia para as eleições de 2018. Um tempo de Brasil ladeira abaixo. Impopular, excluído do jogo eleitoral porque não será candidato nem atuará como eleitor ou cabo eleitoral de ninguém (até porque todos vão querer distância dele), Temer vai dedicar-se à sua agenda de retrocessos em série. Na sexta-feira fará leilões do pré-sal e na semana que vem deve enviar ao Congresso o projeto de modelagem da privatização da Eletrobrás.
E como o tempo para o governo acabar começou a ser contado, agora os negócios serão feitos a toque de caixa. A organização criminosa vai atuar intensamente.
Tristes trópicos!
Pyongyang: 'Ameaça de um potente teste nuclear no Pacífico deve ser tomada a sério'
O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte prometeu responder à retórica belicosa dos EUA com "uma detonação mais potente de uma bomba de hidrogênio no Pacífico", informa o RT.
Um alto diplomata norte-coreano afirmou que o mundo deve tomar a sério as palavras do chefe da Chancelaria do país, Ri Yong-ho, que disse que Pyongyang pode realizar um teste nuclear no Pacífico.
"O ministro das Relações Exteriores conhece muito bem as intensões de nosso líder supremo, então acho que você deve interpretar as suas palavras literalmente", expressou o diplomata norte-coreano Ri Yong-pil à CNN, informa o RT.
No fim de setembro o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, advertiu de que Pyongyang pode tomar medidas para responder à retórica hostil dos EUA e até mesmo efectuar "a detonação mais potente de uma bomba de hidrogênio no Pacífico".
"Os EUA estão discutindo uma opção militar e ainda treinando ações militares. Estão nos pressionando em todas as frentes com sanções. Se a gente considera que isso vai levar à diplomacia, está totalmente enganada", afirmou Yong-pil.
A advertência do diplomata norte-coreano, que é também vice-presidente do Instituto de Estudos Americanos do Ministério das Relações Exteriores, surge em meio da retórica cada vez mais belicosa da Casa Branca.
Sputnik Brasil
A verdade sobre a entrega da Base de Alcântara
1 – Os Estados Unidos, além de suas frotas de porta aviões, navios e submarinos nucleares que singram todos os mares, possuem mais de 700 bases militares terrestres fora de seu território nacional nos mais diversos países, em muitas das quais instalaram armas nucleares e sistemas de escuta da National Security Agency (NSA).
2 – Os Estados Unidos têm bases de lançamento de foguetes em seu território nacional, como em Cabo Canaveral, perfeitamente aparelhadas com os equipamentos mais sofisticados, para o lançamento de satélites.
3 – Os Estados Unidos não necessitam, portanto, de instalações a serem construídas em Alcântara para o lançamento de seus foguetes.
4 – O objetivo americano não é impedir que o Brasil tenha uma base competitiva de lançamento de foguetes; isto o governo brasileiro já impede que ocorra pela contenção de despesas com o programa espacial brasileiro.
5 – O objetivo principal norte americano é ter uma base militar em território brasileiro na qual exerçam sua soberania, fora do alcance das leis e da vigilância das autoridades brasileiras, inclusive militares, onde possam desenvolver todo tipo de atividade militar.
6 – A localização de Alcântara, no Nordeste brasileiro, em frente à África Ocidental, é ideal para os Estados Unidos do ângulo de suas operações político-militares na América do Sul e na África e de sua estratégia mundial, em confronto com a Rússia e a China.
7 – O Governo de Michel Temer tem como objetivo central de sua politica (que nada mais é do que o cumprimento dos princípios do Consenso de Washington) atender a todas as reivindicações históricas dos Estados Unidos feitas ao Brasil não só em termos de política econômica interna (abertura comercial, liberdade para investimentos e capitais, desregulamentação, fim das empresas estatais, em especial da Petrobras etc.) como em termos de política externa.
8 – À politica externa cabe cooperar com a execução deste programa de Governo, cujo objetivo é atrair investimentos estrangeiros, além de ações de combate à Venezuela, de afastamento em relação aos vizinhos da América do Sul, de destruição do Mercosul, a partir de acordo com a União Europeia, cavalo de Troia para abrir as portas de um futuro acordo de livre comércio com os Estados Unidos, de adesão à OCDE, como forma de consolidar esta política econômica, e de afastamento e negligência em relação aos países do Sul.
9 – Nesta política geral do Governo Temer, o acordo com os Estados Unidos para a utilização da Base de Alcântara configura o caso mais flagrante de cessão de soberania da história do Brasil.
10 – Os Estados Unidos se vierem a se instalar em Alcântara, de lá não sairão, pois de lá poderão “controlar” o Brasil, “alinhando” de fato e definitivamente a política externa brasileira e encerrando qualquer possibilidade de exercício de uma política externa independente.
O autor foi Secretário Geral do Itamaraty (2003-2009)
Ministro de Assuntos Estratégicos (2009-2010)
Alto Representante Geral do Mercosul (2011-2012)
El ‘poderoso’ Ejército de Rusia responderá a la expansión de OTAN
Un alto legislador ruso condenó la expansión de la OTAN en Europa, amenazando con una respuesta recíproca por parte del ‘poderoso’ Ejército ruso.
“Claro está que Rusia no lleva a cabo agresiones contra ningún Estado. Rusia tiene el Ejército más fuerte del mundo, pero no estamos creando comandos adicionales en (las fronteras del) oeste ni en ninguna otra parte”, indicó el miércoles el vicepresidente de la Comisión de Defensa de la Cámara baja del Parlamento ruso, Yuri Shvytkin.
Con estas palabras, el alto diputado ruso reprobó la decisión de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) de establecer dos nuevos comandos para fortalecer sus “puntos débiles” en caso de producirse una agresión por parte de Moscú.
Para Shvytkin, la medida de la Alianza Atlántica pone de relieve las ambiciones de este bloque para ampliar su infraestructura militar y suponer nuevos retos para Rusia.
“Si esto llegara a suceder, ciertamente reaccionaríamos fortaleciendo nuestro poderío militar en el sector occidental” del país, advirtió el legislador ruso, según recogió el portal Newsweek.
Tal y como comunicó el miércoles el diario estadounidense The Wall Street Journal, citando a funcionarios de los países aliados, la medida de la OTAN se trata de un comando de soporte logístico que se encargará de un traslado más rápido de armas y tropas.
Mientras, el segundo comando tendrá la misión de defender, particularmente de los submarinos, importantes rutas marítimas en las zonas de los océanos Atlántico y Ártico.
Rusia y el Occidente siguen sin poder superar las tensiones que surgieron después de la crisis de Ucrania y la anexión de Crimea a Rusia en 2014, una situación que se agudizó con la posterior militarización de Europa por parte de la OTAN y EE.UU.
mjs/anz/hnb/HispanTv
Zarif a Tillerson: Los iraníes no se dejan engañar por EEUU
El canciller iraní, Mohamad Yavad Zarif, habla en un programa televisivo.
El ministro de Asuntos Exteriores de Irán asegura que la nación iraní no se deja engañar por las mentiras ni las falsas simpatías de Estados Unidos.
De hecho, el canciller iraní, Mohamad Yavad Zarif, ha respondido este jueves a las afirmaciones de su homólogo estadounidense, Rex Tillerson, quien el miércoles dijo, en una rueda de prensa en Nueva Delhi (capital india), que Washington apoya las voces de los iraníes desde el país persa para ayudar al cambio del sistema de la República Islámica de Irán.
“EE.UU. cambió un gobierno electo en Irán, en 1953. Ha intentado repetirlo desde 1979 (Revolución Islámica). Los iraníes no se dejan engañar por el juego de EE.UU. y no se emocionan ante su falsa simpatía”, ha manifestado el canciller iraní, a través de un mensaje en la red social Twitter.
En otro tuit, Zarif indica que la “falsa simpatía” hacia los iraníes se hizo manifiesta cuando el presidente de EE.UU., Donald Trump, en su discurso antiiraní ofrecido el pasado 13 de octubre, utilizó la errónea nomenclatura de ‘golfo Arábigo’ en lugar de decir Golfo Pérsico, llamó a la nación persa ‘terrorista’ y les prohibió a los iraníes visitar el país norteamericano.
Además, el jefe de la Diplomacia iraní ha precisado que EE.UU. no gana nada al alegar “estar de pie con el pueblo iraní”, ya que, ha agregado, los iraníes reeligieron a su presidente, Hasan Rohani, con una participación popular de más del 73 % en la elecciones del pasado mes de mayo.
Tillerson también acusó a Irán de llevar a cabo actos “desestabilizadores” en Oriente Medio y dijo que EE.UU. intenta imponer sanciones contra Irán, especialmente contra el Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI), a fin de obstaculizar sus actuaciones y frenar el programa de misiles del país persa.
Esto mientras tras las afirmaciones del inquilino de la Casa Blanca y su rechazo a certificar el acuerdo nuclear logrado entre Irán y el Grupo 5+1 (EE.UU., el Reino Unido, Francia, Rusia y China, más Alemania), los iraníes respondieron en las redes a Trump y denunciaron que no se puede confiar en Washington.
ftn/anz/hnb/HispanTv
"Han llegado tarde": Puigdemont presenta alegaciones al artículo 155
La tramitación de las medidas de control en el Senado español han sido alegadas por parte del Gobierno catalán.
La Generalidad catalana ha presentado alegaciones ante la Cámara Alta contra la aplicación del artículo 155 de la Constitución española —que supondría la suspensión de la autonomía de Cataluña—, a pesar de que el presidente catalán, Carles Puigdemont, no se presentara en persona en el Senado para defender sus argumentos contra las medidas de control. El plazo para enviar un escrito finalizaba este jueves a las 10:00 (hora local).
Fuentes de la Cámara confirman la llegada de un escrito por burofax con los argumentos del Gobierno catalán. Sin embargo, la Presidencia del Senado informa de que las alegaciones "han llegado tarde" y están considerando si las aceptan o no como "válidas", según informa 'ABC'.
Puigdemont rehusó defender su postura en persona luego de que el Ejecutivo español señalara públicamente que continuará adelante con la tramitación del artículo 155 de la Carta Magna, informa 'El Periódico'.
Estos días son clave en el desarrollo de la crisis catalana, en medio de discrepancias en el seno del Gobierno catalán con respecto a cuál es la respuesta más idónea ante la aplicación del artículo. Multitudes han salido a las calles de Barcelona para demostrar su repudio a la inminente suspensión de la autonomía en Cataluña.
El viernes por la mañana, en el Parlamento catalán tendrá lugar el pleno correspondiente a la votación de la respuesta que haya decidido la Cámara, mientras que en Madrid se celebrará al mismo tiempo el pleno del Senado en el que se votará la autorización al Gobierno a las medidas del artículo 155.
https://www.facebook.com/esRTmedia/videos/1996029280680033/
https://www.youtube.com/watch?v=T_z3cer1GZg
Actualidad RT
El "castigo de la inflación" como arma de guerra en Venezuela
Cerca de 90 % se incrementaron los precios de productos de primera necesidad en cosa de semanas. En el dividido país, unos consideran que se debe al "modelo económico" y otros sostienen que con ello se busca "amedrentar y castigar" al chavismo
En menos de un mes, los venezolanos han sentido el aguijonazo más brutal del aumento de los precios en lo que va de año. En días previos a las elecciones de gobernadores, realizadas el 15 de octubre, los productos de primera necesidad subieron 40 % y ahora, tras la "victoria tajante" del chavismo en los comicios, volvieron a incrementarse en 50 %.
Las estadísticas de los años posteriores no han sido publicadas porque, según voceros del Gobierno, los índices "están alterados" por los propios actores económicos y porque en medio de una "guerra económica" no se dan a conocer cifras, recoge 'La Iguana' en una nota de 2015.
¿Qué hacer?
Si bien tanto la oposición como el chavismo coinciden en que es necesaria una pronta solución, los planteamientos que cada uno presenta para atacar al monstruo de la inflación son diametralmente opuestos. Algunos expertos opositores consideran que la única forma de reducir los índices inflacionarios es con "otro modelo económico", según declaraciones a 'Radio Centro América Internacional'; otros piden directamente la salida de Maduro como condición previa y algunos más plantean la dolarización de la economía.
En un trabajo publicado por la página web '15 y Último', Pasqualina Curcio, economista venezolana que ha hecho importantes investigaciones sobre el tema, afirma que el aumento de los precios se debe al "tipo de cambio en el mercado ilegal".
En Venezuela existen tres tipos de cambio de dólares a bolívares: Dipro, con el que se entregan divisas para la adquisición de productos prioritarios para el país; Dicom, un sistema de subastas públicas; y el cambio paralelo o negro, que, aunque ilegal y en constante alza, es utilizado por los comerciantes para establecer el precio de bienes y servicios.
El dólar negro, además, "es la referencia para realizar la conversión del valor de los bienes importados", lo que a su vez "incide sobre las estructuras de costos de producción", explica Curcio.
Actualidad RT
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
A remoção de Kadafi e o projeto imperial de recolonizar a África
DAN GLAZEBROK*
Há exatamente seis anos, em 20 de outubro de 2011, Muammar Kadafi foi assassinado, juntando-se a uma longa lista de revolucionários africanos martirizados pelo Ocidente por ousarem sonhar com uma independência continental.
Cedo naquele dia, a cidade natal de Kadafi havia sido ocupada por milícias apoiadas pelo Ocidente, após uma batalha que durou um mês durante o qual a Otan e seus ‘rebeldes’ encheram os hospitais e as residências de bombas, cortaram água e a eletricidade, após haver publicamente proclamado o desejo de “esfomearem a cidade até a submissão”. Os últimos defensores da cidade, incluindo Kadafi, fugiram de Sirte durante a manhã, mas seu comboio foi capturado logo depois – vamos aqui poupar os leitores dos horripilantes detalhes, que a mídia ocidental se regozijou em exibir em todo o mundo como um filme sobre uma extinção – basta dizer que ele foi torturado e morto.
Sua morte foi o desfecho não apenas de sete meses da agressão pela Otan, mas de uma campanha contra Kadafi e seu movimento, que o Ocidente vinha desfechando há mais de três décadas.
Foi também a salva de tiros da abertura de uma nova guerra – uma guerra pela recolonização militar da África.
O ano de 2009, dois anos antes do assassinato de Kadafi, foi um ano central nas relações EUA-África. Primeiro, por que a China superou os EUA como o seu maior parceiro comercial e, segundo, por que Kadafi foi eleito presidente da União Africana.
O significado de ambos para o declínio da influência dos EUA no continente não podia ser mais claro. Enquanto Kadafi estava comandando os esforços para unir politicamente a África despendendo recursos com a finalidade de tornar este sonho realidade, a China silenciosamente destruía o monopólio norte-americano sobre seus mercados de exportação e financiamento dos investimentos. A África não precisava mais correr com o pires na mão para o FMI por empréstimos, aceitando se submeter a qualquer exigência que lhe fosse imposta. A resposta veio em temos militares. Se os países africanos decidissem não mais mendigar empréstimos, mercados para exportação, seriam colocados em uma posição em que pediriam ajuda militar dos EUA.
Com esta finalidade, o AFRICOM – o novo Comando Africano do exército dos EUA – havia sido lançado no ano anterior, mas de forma humilhante para George W. Bush, nem um único país africano concordou em hospedar seu QG, ao invés disso, foi forçado a abrir uma sucursal em Stuttgart, Alemanha. Kadafi havia liderado a oposição africana ao AFRICOM, como memorandos diplomáticos exasperados dos EUA revelados pelo WikiLeaks deixaram claro.
Como o chefe da segurança da Líbia, Mutassim Kadafi, explicara a Hillary Clinton em 2009, o Norte da África já possuía um serviço de segurança efetivo em operação, através das forças de prontidão da União Africana e o CEN-SAD (uma organização de segurança dos estados do Sahel e Saara). A estrutura sofisticada antiterrorismo liderada pela Líbia tornava desnecessária a presença militar dos EUA.
Assim, a destruição da Líbia pela Otan atingiu três objetivos estratégicos para os planos dos EUA de expansão militar na África. O mais óbvio foi remover o principal oponente, Kadafi. Em 2º a agressão da Otan serviu para fazer entrar em colapso o delicado, mas efetivo sistema de segurança do Norte da África. 3º, a aniquilação do Estado líbio entregou o país nas mãos de esquadrões da morte e bandos terroristas. Estes grupos saquearam os arsenais militares líbios e criaram campos de treinamento a seu bel-prazer.
Boko Haram, Al-Qaeda, Estado Islâmico e dezenas de outros se beneficiaram da destruição da Líbia. Ao garantir a difusão dos grupos de terror, as potências ocidentais haviam criado a demanda por sua assistência militar.
Número crescente de ataques terroristas incluíram os ocorridos em Burkina Faso, Camarões, Etiópia, Quênia, Mali, Niger, entre outros.
O que Trump está fazendo é acabar com a maquiagem do “poder suave” para mostrar a extensão do punho de ferro que estava de fato no posto de comando de há muito. É a sequência da abordagem militar que Bush e Obama já haviam mapeado. Com esta finalidade, Trump elevou os ataques a drones, removendo as limitadas restrições que havia no tempo de Obama. O resultado é um crescimento acelerado das mortes de civis, dos ressentimentos e ódio que alimentam o recrutamento para as milícias. Não é uma coincidência que a explosão de um caminhão-bomba que matou mais de 300 pessoas em Mogadíscio foi perpetrado por um homem de uma cidade que sofrera um grande ataque com drones atingindo mulheres e crianças, em agosto. A política da “guerra sem fim” é o ponto. Ela não apenas força os países africanos, que estavam finalmente se libertando da dependência do FMI, a se tornarem dependentes do AFRICOM.
* Articulista que escreve para RT, Counterpunch e Guardian – o artigo, do qual publicamos os principais trechos, foi publicada originalmente no RT
CUSTO DA SALVAÇÃO DE TEMER JÁ CHEGA A R$ 32 BILHÕES
Brasil 247 - A negociação política para barrar duas denúncias criminais contra Michel Temer tem um custo que pode chegar a R$ 32,1 bilhões. Essa é a soma de diversas concessões e medidas do governo negociadas com parlamentares da Câmara entre junho e outubro, desde que Temer foi denunciado pela primeira vez, por corrupção passiva, até a votação da segunda acusação formal, pelos crimes de organização criminosa e obstrução da Justiça – o que está previsto para esta quarta-feira, 25.
Temer precisa de 172 votos a seu favor, ausências ou abstenções para barrar a segunda denúncia. Na primeira votação, ele obteve 263 votos. Segundo aliados, o peemedebista tem 240 votos garantidos, mas poderá chegar a 270 votos, resultado que confortaria o Palácio do Planalto e deverá servir como espelho para estratégias de tramitação das reformas tributária e da Previdência.
Além das concessões, de junho a outubro, o Planalto ainda empenhou R$ 4,2 bilhões de emendas parlamentares individuais de deputados, que têm execução obrigatória desde 2015. O ritmo de liberações, no entanto, é definido pelo governo e foi um dos trunfos para barrar a primeira denúncia. Se fossem consideradas, a conta subiria para R$ 36,3 bilhões.
Sem dinheiro para pagar o compromisso de fato e perto de liberar todas as emendas disponíveis, o Planalto passou a negociar em outras frentes.
Impopular, o governo Temer recuou da liberação da exploração de minério na Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, depois de mobilização internacional contrária. Nesta semana, porém, decidiu dar descontos de 60% em multas ambientais e transformar os pagamentos em compromissos de gastos dos entes privados com reflorestamento e conservação do ambiente. A medida pode tirar dos cofres mais de R$ 2,7 bilhões.
Segundo parlamentares ligados a centrais sindicais, o governo promete apoiar tentativas congressuais de retomar algum tipo de contribuição para o custeio dos sindicatos.
As informações são de reportagem de Felipe Frazão no Estado de S.Paulo.
Líder iraní: Capacidad defensiva de Irán no es negociable
El Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, en ceremonia de graduación de cadetes del colegio militar, Teherán
El Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, ha reiterado una vez más que la capacidad defensiva del país persa no es negociable.
“Tal como hemos anunciado en reiteradas ocasiones, volvemos a anunciar que las capacidades y poder defensivo del país no son negociables”, ha recalcado este miércoles el Líder iraní en una ceremonia de graduación de cadetes del colegio militar celebrada en Teherán (capital).
En este sentido, el ayatolá Jamenei ha destacado que las herramientas defensivas del país también están fuera de discusión, reiterando que la República Islámica de Irán nunca negocia los asuntos que desarrollan el progreso de su “soberanía nacional”, para después asegurar que Irán seguirá adelante “con fuerza” su propio camino.
En su opinión, la principal razón por la que las “potencias arrogantes” están en contra del aumento del poder defensivo de Irán es su temor por la influencia que tiene la República Islámica entre las naciones regionales y la influencia que podrá tener en los pueblos más allá de la región.
Para desafiarlos, añade el Líder iraní, los iraníes, en particular los jóvenes, deben tener confianza en la soberanía y poder de su propio país. Además ha pedido a los jóvenes iraníes hacer lo posible para resguardar la dignidad de Irán bajo las directrices del Islam y en el marco de las ideales de la Revolución Islámica de Irán.
Además, el ayatolá Jamenei ha recordado que el deber principal de las Fuerzas Armadas de Irán es garantizar la seguridad del país, recalcando que la misma es un factor necesario para que el país progrese en otros ámbitos como el científico, el industrial y el económico.
En este contexto, el Líder de la Revolución Islámica de Irán ha hecho hincapié en la importancia de la economía iraní para el bienestar de la nación, para después proponer que este sector se distancie, lo más que pueda del petróleo para que así los cambios en el mercado petrolero no puedan afectar la economía.
zss/ktg/msf/HispanTv
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