quinta-feira, 24 de agosto de 2017

FILHO DE ZÉ ALENCAR PODE SER VICE DE LULA


Brasil 247 - Pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ter como vice em sua chapa o empresário mineiro Josué Gomes da Silva, de 53 anos. Presidente da Coteminas, Josué é filho do ex-vice-presidente José Alencar, eleito numa dobradinha com Lula em 2002 e 2006 e que morreu em março de 2011.

“O Josué vai ser o vice do Lula em 2018. Estive com os dois recentemente”, afirmou ao Estadão/Broadcast o deputado federal Reginaldo Lopes, ex-presidente do PT mineiro. Segundo o parlamentar, o ex-presidente e o empresário têm conversado sobre o assunto.

Josué – que adotou o sobrenome Alencar na eleição de 2014, quando concorreu ao Senado por Minas Gerais – é filiado ao PMDB desde 2013. Para viabilizar uma eventual candidatura a vice de Lula em 2018, ele teria de deixar o partido. O destino seria o PR, antigo PL, sigla à qual seu pai foi filiado quando se candidatou a vice-presidente e na qual se manteve durante todo o governo do petista.

No PT, a avaliação é de que Josué como candidato a vice pode ajudar Lula a reconquistar o apoio do empresariado. “O nome do Josué sempre foi lembrado e admirado por nós para ser alguém que nos ajude na nova política que o Brasil precisa. São pessoas como ele que o PT precisa trazer para perto”, disse o senador Jorge Viana (PT-AC), um dos parlamentares mais próximos do ex-presidente.

As informações são de reportagem de Igor Gadelha no Estado de S.Paulo.

REQUIÃO: ‘GOVERNO TEMER SE VALE DA CRISE PARA DESTRUIR O ESTADO’


Paraná 247 - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a bater duro no governo de Michel Temer. Em sua conta no Twitter, o parlamentar afirmou que o executivo "se vale da crise para destruir o Estado, não para recuperar a economia".

"É o preço para sua permanência e impunidade. Bem claro?", escreveu o congressista. "Comprar empresas publicas na atual circunstancia política do Brasil é crime de receptação. Bem claro assim?", acrescentou.

De acordo com o parlamentar, "a crise se resolve reduzindo juros e garantindo retorno de investimentos em infra estrutura". "Mais Petrobras retomada".

Bairros onde crianças são marcadas para não comer 2 vezes votaram em peso em Doria e se arrependem


Na semana passada, o jornal Folha de São Paulo denunciou que uma escola municipal da gestão João Doria está marcando as mãos dos alunos que comem a merenda oferecida pela instituição a fim de que não comam mais de uma vez.

Desde o início do mês, quando voltaram as aulas, os estudantes da Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) João Amós Comenius, na Brasilândia (zona norte), recebem uma bolinha ou um risco na mão, feito com um canetão, quando se servem da merenda industrializada. Assim, eles não podem pegar mais.

A avó de um estudante, que preferiu não se identificar, disse que na semana passada o garoto de 11 anos chegou em casa com uma bolinha pintada na mão dizendo que, com ela, não podia mais repetir o lanche. “Ele não costuma comer na escola. Justo no dia que era um lanche que ele gostava, quis repetir e não pôde.”

Na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Mestre Jou, no bairro de Nossa Senhora do Ó (zona norte), os alunos não podem repetir qualquer merenda, de acordo com pais de alunos. Segundo o motorista Glauco Raony, 23 anos, o anúncio foi feito pela diretora da escola em reunião de pais realizada no dia 5.

Dória afirma que não proibiu toda a merenda, só a merenda industrializada, mas os pais dos alunos desmentem.

O mais irônico é que Brasilândia e Nossa Senhora do Ó foram dois dos bairros da periferia de São Paulo que mais votos deram a Doria na eleição do ano passado, conforme a lista do Tribunal Superior Eleitoral da votação nos diversos bairros da capital paulista.

Na Brasilândia, 376ª zona eleitoral, Doria obteve 44,45% dos votos, ou 67.513, Fernando Haddad teve 17,43% dos votos, ou 26.468 votos, Celso Russomano obteve 18,32% dos votos, ou 27.827 votos e Marta Suplicy obteve 13,32% dos votos, ou 20.232 votos.

Já em Nossa Senhora do Ó, na 327ª zona eleitoral, a votação de Doria foi acachapante. Ele obteve 58,67%, ou 45.296 votos; Fernando Haddad obteve 15,48% dos votos, ou 11.950 votos; Celso Russomano obteve 11,09% dos votos, ou 8.558 votos; Marta Suplicy obteve 8,01% dos votos, ou 6.181 votos.

Pelo menos os pais das crianças que estudam em escolas públicas de São Paulo devem estar bastante arrependidos da escolha peculiar que fizeram para prefeito da cidade. E para os que ainda não estiverem arrependidos, não há problema. A gestão João Doria não corre o risco de dar certo.

A popularidade de Doria só não despencou muito, ainda, porque as pessoas resistem a admitir que erraram e a eleição acabou de acontecer. Mas como o prefeito de São Paulo passa o tempo todo viajando pelo país para fazer campanha eleitoral antecipada em vez de administrar a cidade que o elegeu, a população que precisa do Estado vai sentir duramente o resultado da escolha que fez no ano passado.

Plantão Brasil

Pyongyang: EUA e Coreia do Sul 'brincam com fogo sobre um barril de pólvora nuclear'


O Comitê Popular para a Paz da Coreia do Norte emitiu uma declaração que foi divulgada na mídia nacional condenando os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul. Pyongyang classificou as manobras como "brincadeira com fogo sobre um barril de pólvora nuclear".

"Nós não estamos apenas assistindo as imprudentes brincadeiras com fogo sobre um barril de pólvora nuclear. Nós responderemos vigorosamente à exposição aberta de hostilidade", diz o comunicado lido na televisão nacioanal.
Além disso, a Coreia do Norte divulgou uma foto que retrata o líder do país, Kim Jong-un, discutindo algo alegremente com militares, e atrás dos seus interlocutores está bem visível uma placa com a inscrição "míssil balístico de 'Pukkyson-3'".

Em julho, a Coreia do Norte realizou testes bem sucedidos do míssil balístico intercontinental após o Conselho de Segurança da ONU ter imposto novas sanções contra o país, levando a uma escalada de tensão ainda maior na península. A Coréia do Norte prometeu lançar mísseis balísticos contra o território norte-americano de Guam, no Pacífico.

Sputnik Brasil

Rusia envía bombarderos nucleares cerca de Japón y Corea del Sur


Bombarderos estratégicos rusos con capacidad nuclear han volado sobre aguas internacionales de los mares del Este (mar de Japón), Amarillo y de la China Oriental.

El Ministerio de Defensa de Rusia, en un comunicado, ha informado este jueves que se trata de los Tupolev Tu-95MS, cazas equipados con misiles de crucero aire-superficie.

Agrega que, en estos vuelos rutinarios, los Tu-95MS hicieron repostaje en vuelo y fueron acompañados en la ruta por los cazas Sujoi Su-35S y los aviones de alerta temprana Beriev A-50.

La nota reconocer que, en algunos tramos del itinerario, los bombarderos estratégicos rusos fueron escoltados por aviones de combate pertenecientes a Corea del Sur y Japón.

Los bombarderos TU-95MS fueron reabastecidos en el aire durante la misión, informa la nota sin precisar detalles sobre el número total de aviones que habían participado en lo que llamó un vuelo preestablecido, tampoco dijo cuándo ni por qué tuvo lugar la misión.

Aviones estratégicos de Rusia salen regularmente desde sus bases permanentes y de operaciones para realizar vuelos programados sobre aguas neutrales del Atlántico, el Ártico, el mar Negro y el océano Pacífico.

El Ministerio de Defensa ruso ha asegurado en reiteradas ocasiones que estas misiones se llevan a cabo en estricta conformidad con las normas internacionales de uso del espacio aéreo sobre aguas neutrales y sin violar las fronteras de otros Estados.

Hace dos semanas, el zumbido de un avión de vigilancia ruso se sintió en Washington D.C., capital de Estados Unidos, que voló sobre el Capitolio, el Pentágono y otros sitios; un ejercicio realizado con la autorización de EE.UU. en el marco de un tratado.

Se trata del Tratado de Cielos Abiertos firmado en 1992, que permite sobrevuelos de vigilancia sobre todo el territorio de las 34 naciones miembros para garantizar la transparencia de las actividades militares y de los controles de armas y otros acuerdos.

zss/ncl/rba/HispanTv

Vídeo: Niño soldado de Daesh amenaza a Trump, ‘títere de judíos’



El grupo terrorista EIIL (Daesh en árabe) difundió un nuevo vídeo en el que amenaza al presidente estadounidense, Donald Trump.

“La batalla no terminará en (la ciudad norteña siria de) Al-Raqa o en Mosul (norte de Irak); terminará en tu tierra (…) Mi mensaje a Trump, el títere de los judíos: Nosotros obtendremos la victoria y vosotros os enfrentaréis a la derrota”, advierte un niño estadounidense de 10 años miembro de EIIL a través de un vídeo divulgado ayer miércoles.

En la grabación el niño llamado Yusef, de pie sobre una vivienda destruida en Al-Raqa, da a conocer que viajó hace dos años a Siria con su madre y su padre que lucha en las filas de la banda ultraviolenta en Irak, según el menor.

“Esta ciudad ha asustado a todo el mundo”, dijo Yousef, describiendo Al-Raqa que desde 2014 ha sido bastión de Daesh en Siria y centro de los ataques de la llamada coalición anti-EIIL, los cuales provocan las amenazas terroristas contra EE.UU, según afirma EIIL.

"Debido a esto, todas las naciones del mundo que están encabezadas por EE.UU. se han reunido para asustarnos de lo que hemos establecido”, dije el niño.

En la parte final del vídeo se ve a Yusef recibiendo entrenamiento militar de una persona no identificada. “¿Crees que nos vamos a ir? ¿Crees que seremos eliminados? dice esta vez en árabe. “¡Nunca!, permaneceremos hasta el Día del Juicio”.

No es la primera vez que la aludida formación terrorista ha lanzado amenazas contra el presidente estadounidense. En un mensaje similar difundido a principios de agosto, un integrante británico de este grupo amenazó Washington y a sus aliados con “asesinarlos en sus propias casas”.

En los últimos dos años, Daesh llevó a cabo cinco atentados terroristas en el suelo estadounidense, de los cuales destaca el de diciembre de 2015 en un centro médico para discapacitados mentales de San Bernardino y el otro, en junio de 2016, en Orlando (Florida), que dejó un gran número de muertos.

tqi/ncl/rba/HispanTv

Ejército sirio asedia totalmente a Daesh en el centro del país


El Ejército sirio ha cercado este jueves totalmente a los terroristas de EIIL en las regiones desérticas del centro del país tras cosechar nuevos avances.

Según ha confirmado el opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH), con sede en el Reino Unido, las tropas del Ejército y milicias progubernamentales “efectuaron un avance estratégico imponiendo el mayor asedio a EIIL (Daesh, en árabe)” en Al-Badia (desierto), sobre todo en la provincia central de Homs.

Las unidades militares sirias han logrado cortar completamente las líneas de reabastecimiento de Daesh, tras hacerse con el control de las áreas Yabal al-Dahek, Jirbet al-Talaa y Wadi Abu Qalah, ubicadas en la periferia de la localidad de Al-Sujna. La oenegé ha detallado que en la referida área se unieron las tropas que atacaban a los terroristas desde el norte y el sur.

Entretanto, medios sirios han reportado que los terroristas de Daesh se han quedado atrapados en un territorio de 2000 kilómetros cuadrados en el centro del país.

Los logros se producen un día después de que las tropas sirias, encabezadas por las unidades de élite Fuerzas Tigre, dieran inicio a un “asalto final” para cortar las últimas rutas de reabastecimiento de la banda ultrarradical en el corazón del país.

Ahora las fuerzas gubernamentales, que también cuentan con el apoyo de la aviación militar de Rusia, esperan terminar rápidamente esta ofensiva para lanzar la batalla de Deir al-Zur, última provincia ubicada en el este de Siria donde Daesh mantiene importantes bastiones, apunta el OSDH.

El Ejército sirio y sus aliados lanzaron en mayo pasado una ofensiva para limpiar de Daesh la región de Al-Badia, entre las provincias de Homs, Hama (centro) y Deir al-Zur. En el marco de este operativo, las fuerzas sirias han logrado en los últimos días liberar las aldeas de Huwaysis y Hamimah, así como la montaña de Abu Duhur, en el centro de Homs.

mjs/ktg/ask/tas/HispanTv

El Estado Islámico amenaza en un video a España con más atentados


En la grabación, el grupo yihadista ha alabado a sus integrantes que llevaron a cabo los recientes atentados en Cataluña.

El grupo yihadista Estado Islámico difundió este miércoles a través de la red de mensajería Telegram un video sobre los atentados en Cataluña. En el mismo, el EI alaba a sus "hermanos" autores y amenaza a España con más ataques en su territorio.

En la grabación titulada 'La conquista de Barcelona', cuya autenticidad no ha podido ser verificada, aparecen dos supuestos terroristas hablando en español. Uno de ellos, con uniforme militar, a cara descubierta e identificado como 'Al Qurtubí' (en español, el cordobés) asegura que "la guerra contra nosotros continúa hasta el día del juicio".

"Si no hacen la 'hégira' [migración] al Estado Islámico, la yihad no tiene fronteras", añade el yihadista. "Haced la yihad donde estéis. "Alá estará complacido con vosotros".

El otro terrorista prosigue en un español apenas comprensible: "Nuestra guerra con vosotros es hasta el final del mundo. Salid fuera de la unión de cristianos, porque si no nosotros nunca os dejaremos tranquilos".

"Vengaremos vuestra matanza"

Asimismo, en el video se lanza una clara amenaza contras los "cristianos españoles" a quienes se insta a no olvidar la "sangre derramada de los musulmanes, de la Inquisición española".

"Vengaremos vuestra matanza, que se está haciendo ahora contra el Estado Islámico", promete el primer terrorista y concluye que "con el permiso de Alá, Al-Ándalus volverá a ser lo que fue, la tierra del califato".

Durante todo el video de casi tres minutos suena una canción en francés y árabe, y aparecen numerosas imágenes, sobre todo de las cadenas internacionales, del homenaje a las víctimas de los atentados en Cataluña.

El video concluye con imágenes del autor del atentado en Las Ramblas de Barcelona, Younes Abouyaaqoub, del presidente Mariano Rajoy y del rey Felipe.

Actualidad RT

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

BRESSER: TEMER ENTREGA ELETROBRAS PARA FUGIR DE CRIME


Por Luis Carlos Bresser-Pereira, em seu Facebook - Brasil à venda

Os jornais informam hoje que também a Eletrobrás será privatizada. Mas não se imagine que esteja fazendo isso porque a “administração privada é mais eficiente”. Isto é tolice. Não faz sentido econômico vender empresas monopolistas lucrativas como a Eletrobrás, porque a instituição que regula a eficiência das empresas privadas – um mercado competitivo – não existe nesse caso.

Por que, então, está o governo vender o patrimônio público? Não é apenas por motivos ideológicos, porque para se legitimar perante as elites brasileiras liberais e dependentes esse governo se dispõe servilmente a privatizar tudo. Há duas outras causas de o Estado e o Brasil (este incluindo o setor privado) estarem vendendo o patrimônio nacional.

O motivo que provavelmente desencadeou essa decisão foi o fato que a Constituição, no seu artigo 167, define como “crime fiscal” o governo incorrer em deficit público superior à despesa de capital, ou seja, ao investimento público. Com esse dispositivo o constituinte sabiamente buscou impedir que o governo aumentasse de forma irresponsável a despesa corrente. Resultou, também, do dispositivo constitucional a proibição que os governos em geral reduzam a sua receita irresponsavelmente. Ora, é isto que governo que está aí e o imediatamente anterior vem fazendo a partir de janeiro de 2015 através da adoção de uma política ortodoxa de corte da despesa pública (principalmente do investimento público) e uma política de frouxidão em relação à apreciação cambial, as quais que agravaram e tornaram mais longa a crise econômica iniciada em 2014. Mas o constituinte não previu que o governo encontrasse uma saída para o problema: vender o estoque de capital do Estado, as empresas públicas.

Esse é o motivo mais direto da decisão de vender a Eletrobrás. Há um motivo mais profundo que não se origina apenas neste governo, mas em todos os governos brasileiros desde há muito tempo: são os deficits público e os deficits em conta-corrente altos e crônicos em que incorrem com a legitimação ou o beneplácito dos “seus” respectivos economistas que implicam em aumento da dívida pública e da dívida privada, e são pagos com venda de patrimônio.

Para os economistas ortodoxos, deficits em conta-corrente são uma boa coisa porque representam “poupança externa” que aumentaria investimento; para os desenvolvimentistas populistas ou keynesianos vulgares os deficits públicos são igualmente uma boa coisa porque implicam “aumento da demanda” que faria crescer o investimento. Na verdade, bons economistas sabem que deficits públicos altos e crônicos são mero populismo fiscal, e, desde 2001, eu tenho demonstrado deficits em conta-corrente são geralmente mero populismo cambial: eles aumentam muito mais o consumo do que o investimento.

Há, porém, uma outra consequência que eu não tenho salientado, mas que me ocorreu diante desta venda geral do Brasil – esta venda que não se limita às empresas e outros ativos públicos; mas inclui também as empresas nacionais incessantemente vendidas a empresas multinacionais. Deficit público e deficit em conta-corrente representam endividamento adicional. Como pagar a dívida? Seria com as receitas extras que resultariam do aumento da taxa de investimento. Mas como já vimos que isso não acontece geralmente não acontece, a “solução” é vender o patrimônio nacional, tanto público quanto privado. É o país empobrecer, em termos absolutos, como está acontecendo nos últimos três anos; é ficar cada vez mais para trás, como está acontecendo há quase quarenta anos, desde que o Brasil parou de fazer o alcançamento.

Pyongyang aumenta produção de ogivas e motores para mísseis a combustível sólido


O líder norte-coreano Kim Jong-un inspecionou o Instituto de Pesquisa de Materiais Químicos da Academia de Defesa Nacional norte-coreana e mandou aumentar a produção de ogivas e de motores a combustível sólido, comunicou a mídia local.

"Ele ordenou que o instituto aumentasse a produção de motores de mísseis a combustível sólido e pontas de ogivas com uso de máquinas de alta precisão e materiais compósitos e de carbono", informou a agência KCNA.

A mídia, porém, não indicou a data da visita do líder norte-coreano ao instituto que se dedica ao desenvolvimento de ogivas para mísseis intercontinentais e à produção de materiais de carbono que são usados na construção de tubeiras para mísseis.

Contudo, a KCNA revelou outros detalhes curiosos da visita. Ao chegar ao instituto, Kim Jong-un afirmou que pretende conhecer a situação atual da produção e prestar sua assistência. Ele frisou que ao longo dos últimos anos o Instituto de Pesquisa de Materiais Químicos da Academia da Defesa Nacional tem contribuído imenso para a luta patriótica destinada a ultrapassar metas ultramodernas apoiado a política de prioridade dada à ciência e tecnologia nacionais.

O líder da Coreia do Norte adiantou que os funcionários do instituto "têm combatido, abnegada e silenciosamente, pela concretização da política do Partido para a ciência de defesa nacional, preservando a lealdade cordial e incondicional ao Partido".

A visita decorreu num ambiente de tensão sem precedentes entre o Ocidente e os EUA, em particular, e Pyongyang. Em julho, a Coreia do Norte efetuou testes bem-sucedidos de um míssil balístico intercontinental, após o que o Conselho de Segurança da ONU introduziu novas sanções contra o país.

Em resultado disso, se deu uma troca de declarações ásperas entre os líderes estadunidense e norte-coreano, o que levou a uma nova escalada de tensão na península.

Sputnik Brasil

Chanceler alemã: Berlim não apoiará automaticamente EUA em caso de guerra com Pyongyang


Berlim não ficará automaticamente do lado de Washington em caso de conflito armado entre os EUA e a Coreia do Norte, afirmou a chanceler alemã Angela Merkel.

Merkel disse ao jornal Handelsblatt que ela não vê qualquer possibilidade de resolver a crise norte-coreana via ações militares e as considera absolutamente erradas.
A chanceler alemã sublinhou que é preciso fazer mais para lidar com o impasse e apelou ao uso de meios diplomáticos.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.

Das manobras de 10 dias, que estão atualmente em curso, tomam parte 17,5 mil militares norte-americanos e cerca de 50 mil militares sul-coreanos.

Sputnik Brasil

Maduro asegura que Venezuela se prepara para bloqueo de EEUU



En Venezuela el presidente Nicolás Maduro le dijo a medios internacionales que su país se prepara para nuevas medidas de presión de los Estados Unidos.

Durante el encuentro con corresponsales extranjeros acreditados en Caracas en el Palacio de Gobierno, el presidente Nicolás realizó un balance del momento político actual en Venezuela y habló de la exfiscal, Luisa Ortega Díaz, quien se fue del país y tras un paso por Colombia, recaló en Brasil.

El presidente Maduro también analizó los escenarios futuros de la presión internacional de países centrales contra Venezuela.

También contestó al mandatario estadounidense Donald Trump y a su amenaza del uso de la fuerza militar sobre Venezuela.

El presidente Nicolás Maduro indicó en esta rueda de prensa que seguirá en sus esfuerzos por mantener un diálogo con la oposición y que también convoca a una conferencia internacional con el mismo fin.

Marcos Salgado, Caracas

akm/msf/HispanTv

El desesperado Daesh prende fuego a sus sedes en Tal Afar


Las Unidades de Movilización Popular (Al-Hashad Al-Shabi, en árabe) avanzan por la ciudad de Tal Afar

Daesh ordena a sus integrantes que quemen sus sedes de Tal Afar, en el noroeste de Irak, mientras el Ejército del país gana cada vez más terreno en la ciudad.

El grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) ha pedido también a sus simpatizantes que eviten las “zonas abiertas” para resguardarse de los ataques de las tropas iraquíes, según las Unidades de Movilización Popular (Al-Hashad Al-Shabi, en árabe).

“El enemigo ha ordenado a sus integrantes que quemen sus sedes y se retiren de las zonas abiertas de Tal Afar (y que vayan) hacia los edificios y callejones estrechos”, indica la organización miliciana en un comunicado recogido hoy miércoles por el portal local Iraqi News.

En aplicación de otra táctica para sortear los ataques y poner trabas a las incursiones aéreas de la Aviación iraquí en Tal Afar, los extremistas takfiríes de Daesh han prendido además fuego a los pozos de petróleo de la zona, según ratificaron el lunes las mismas fuerzas populares.

Sobre los logros conseguidos frente a Daesh, la nota de hoy precisa que el Ejército iraquí, apoyado por Al-Hashad Al-Shabi, ha liberado los distritos de Al-Tenek (este de Tal Afar), Al-Yazira (noreste) y Al-Jadraa (sur), además de haber expulsado a los terroristas de la vasta zona de Al-Kifah Al-Shamali (noroeste), si bien, aún continúa la batalla para recuperar toda la ciudad.

“Las fuerzas de las 25ª y 26ª brigadas del Ejército han invadido el distrito de Al-Tenek y han recuperado un centro médico que se encontraba ahí (…) Al-Hashad Al-Shabi, junto con las fuerzas de seguridad, ha logrado romper la primera línea de defensa en el distrito de Al-Yazira. En este momento tienen lugar allí feroces enfrentamientos”, agrega el comunicado.

Las fuerzas de la 26ª brigada, resalta asimismo la nota, han reanudado sus avances en Al-Jadraa con el apoyo de la aviación iraquí, mientras se producía un ataque del Ejército a las posiciones de Daesh en el oeste de Mahlabiya (este).

Según fuentes locales, en la batalla conjunta por Tal Afar participa un grueso de 40 mil combatientes, constituido por 25 mil efectivos gubernamentales y unos 20 mil voluntarios de las Unidades de Movilización Popular.

Desde el sábado, cuando se anunciaron oficialmente las operaciones para recuperar la ciudad, los terroristas de Daesh han perdido numerosos barrios, así como muchos hombres. Los comandantes militares estiman que en Tal Afar había unos 2000 terroristas de diferentes nacionalidades, cifra que se ha reducido ya a 1400 combatientes.

ask/mla/mnz/tas/HispanTv