quarta-feira, 2 de agosto de 2017
’Neste momento, no Mediterrâneo’: a imagem da crise promovida pelo imperialismo
A fortaleza europeia causa horror com as vítimas que promove na trajetória infernal da imigração. Esta imagem registrada pelo fotógrafo Santi Palacios é a síntese do trabalho dos imperialismos europeus na costa da África.
Esquerda Diário
Esta imagem terrível, registrada pelo fotógrafo Santi Palacios nas costas líbias, é o retrato da cruel sina de milhares de imigrantes africanos. Obrigados a fugir das guerras, da miséria e da fome promovida direta ou indiretamente pelo neocolonialismo europeu e suas intervenções militares, muitos africanos perecem nas águas do Mediterrâneo ou em cima dos botes frágeis das redes de tráfico de pessoas. A população negra é assassinada pelo imperialismo europeu, que depois de obrigá-los a emigrar, convertem o continente num cárcere de arame farpado aos imigrantes.
Não há palavras para descrever o horror de imagens como essa, em meio à crise migratória que é considerada como "a praga a ser combatida" pelos governos da Europa, e não somente da extrema direita.
São os Trump, os Macron, as Merkel e as Theresa May, com suas políticas de saque, ajuste, suas leis racistas, seus exércitos e suas polícias, os responsáveis por este horror social, que só a classe trabalhadora pode enfrentar unindo sua luta e organização à escala internacional para derrubar estes estados capitalistas, e levantar sobre suas ruínas uma nova sociedade de homens e mulheres livres, onde as fronteiras não sejam propriedade de nenhum estado e sim desapareçam em favor do território mundial livre para a humanidade sem classes.
Os movimentos migratórios forçados sempre foram uma constante no capitalismo desde sua origem e hoje estão atravessados pela dinâmica da crise mundial. O movimento em defesa dos direitos sociais e políticos dos imigrantes, para acabar com as leis antimigratórias, com a repressão costeira, os cárceres chamados centros de internação de estrangeiros (CIEs), a xenofobia e a islamofobia, é imediatamente uma bandeira da classe trabalhadora nativa nos países da Europa e de todo o mundo.
terça-feira, 1 de agosto de 2017
"Não deviam ter matado Kadafi", diz primeiro-ministro húngaro
Viktor Orban, primeiro-ministro húngaro
O primeiro-ministro húngaro, o ultra-conservador Viktor Orbán, propôs esta quinta-feira uma operação militar europeia na Líbia para estancar a saída de refugiados em direção à UE, afirmando que "não deviam ter matado Kadhfi" e que o seu regime impedia a emigração.
"Não há dúvida de que, se não há um Governo [na Líbia], não há a quem pedir autorização para defender a costa do norte da Líbia. Ou seja, as forças armadas europeias devem deslocar-se para ali e defendê-la", afirmou o chefe do Governo húngaro em entrevista com a rádio pública do país, "Kossuth", citada pela agência espanhola, Efe.
"O caso levanta problemas de direito internacional, o que não se deve subestimar, mas pode ser resolvido", acrescentou.
A proposta é ridícula. Os europeus querem voltar a matar e bombardear impunemente na Líbia, com a desculpa de combater a imigração. Ora, foram justamente os europeus e norte-americanos os causadores da maior tragédia migratória da história da humanidade ao atacar a Líbia de Kadafi, e agora estão pagando o preço pela submissão covarde de seus governantes aos interesses criminosos dos EUA.
Deixem a Líbia em paz!
"Se a Europa apoiar a guerra contra a Líbia estará destruindo a última fronteira que impede a ida de milhares de refugiados para a Europa, incluindo muitos terroristas". Muamar Kadafi, 2011
A casa caiu: Temer mandou JBS entregar R$ 3 milhões a Cunha em dinheiro vivo
Primeiro ocupante da presidência da República denunciado por corrupção na história do Brasil, Michel Temer mandou a JBS entregar R$ 3 milhões, em dinheiro vivo, ao ex-deputado Eduardo Cunha.
– Pode fazer – disse Temer ao ex-diretor da JBS, Ricardo Saud, segundo reportagem publicada nesta noite pelo site da revista Época.
A propina era parte de um acerto de propina de R$ 15 milhões entre a empresa e o PMDB.
Nos próximos dias, a Câmara irá avaliar se permite que Michel Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe iniciado por Cunha, seja investigado por corrupção.
Temer é aprovado por apenas 5% dos brasileiros, mas vem se mantendo no poder com a compra de deputados por meio de emendas parlamentares.
Leia, abaixo, o parágrafo mais importante da reportagem de Época:
Após receber a orientação de Temer, Saud consultou Cunha sobre a forma de pagamento dos R$ 3 milhões. O deputado pediu à JBS que pagasse em dinheiro vivo. Para não haver equívocos, Saud procurou Temer pessoalmente. Queria o aval do vice-presidente. “Pode fazer”, disse Temer, segundo o relato de Saud. O pagamento foi registrado em uma das planilhas de propina da JBS, controlada pelo funcionário Demilton. No final da linha aparece a sigla “MT”, de Michel Temer.
Plantão Brasil
Donald Trump não tem moral para atacar Maduro
Para as pessoas que tenham um mínimo de informação sobre a política externa norte-americana, as afirmações de Trump e seus generais de que “Maduro é um ditador” soa como piada, e de mau gosto.
Mas a chamada grande imprensa está empenhada em provar ao mundo que Maduro é um ditador e ponto final; e se o patrão (EUA) mandou... está feito.
Que grande palhaçada os jornalistas das maiores redes de tvs afirmando que “agora Maduro é realmente um ditador”. Ora, e não era antes? Então porque essa imprensa canalha chamava Hugo Chávez de ditador? Por que classifica Maduro de ditador desde sua posse como presidente eleito democraticamente em 2013?
A nova Constituinte eleita de forma soberana pela maioria do povo venezuelano é um fato consumado, e servirá para colocar em seus devidos lugares os deputados e senadores mercenários e traidores da pátria.
A chamada oposição venezuelana é forte apenas nos meios de comunicação do ocidente, mas na Venezuela é tão fraca que se recusou a apresentar candidatos à Constituinte, porque tinha certeza do fracasso nas urnas. Mas o governo dos EUA está empenhado em derrubar o governo venezuelano desde os tempos de Hugo Chávez. Não é por acaso que o governo dos EUA financia 2.116 ONGs na Venezuela, que lutam diariamente para derrubar o presidente Maduro, inclusive usando os mesmos métodos dos mercenários extremistas no Oriente Médio: cortando cabeças e incendiando mais de 10 pessoas vivas. No último domingo explodiram uma bomba em Caracas assassinando 8 policiais. Esta é a verdadeira face da oposição venezuelana que a grande imprensa não mostra.
A Venezuela está sob fogo cerrado dos EUA porque seu povo não se submete à política norte-americana e, principalmente, porque a Venezuela é um dos países que mais produz petróleo no mundo.
As últimas sanções contra o presidente Nicolás Maduro são ridículas. Bloquear bens de Maduro nos EUA quando se sabe que o presidente venezuelano não tem um centavo depositado naquele país é apenas jogo de cena para a imprensa mercenária. Mais munição para que os fantoches ministros do exterior de algumas republiquetas latino-americanas ataquem a Venezuela nos organismos diplomáticos.
O presidente Donald Trump não tem moral nem legitimidade para acusar Maduro de ditador. Em abril de 1913 Maduro teve 50,66% dos votos, contra 49,07% de Capriles.
Trump foi eleito com 62.984.825 votos. Hillary Clinton venceu a eleição obtendo 65.853.516 votos. Os EUA tem uma população de 323 milhões de habitantes. Trump é o presidente de 38% dos norte-americanos, isto é, aqueles que o elegeram. E isto não é um tipo de ditadura?
Mas, o mais importante e fundamental nessa história toda. A Venezuela jamais atacou militarmente qualquer país. Maduro jamais ordenou o assassinato de povos e nações para roubar petróleo, como fazem os governos norte-americanos ao longo de séculos.
A maioria dos países da América Latina sofreu algum tipo de intervenção militar por parte dos EUA. Os governantes patriotas e honrados que não se submeteram ao imperialismo norte-americano na América Latina foram mortos, assassinados ou retirados do poder à força.
Hoje na Síria, Iraque, Afeganistão, Sudão, Somália, e diversos outros países, milhares de pessoas são assassinadas a serviço dos interesses econômicos e criminosos dos EUA. Em todo o mundo, os EUA tem 980 bases militares, ameaçando povos e nações soberanas.
Então, mister Trump, quem é de fato o ditador?
José Gil
'Cuba afirma que foi lançada uma operação internacional bem coordenada' contra a Venezuela
As autoridades de Cuba afirmaram na segunda-feira (31) que os EUA começaram um ataque internacional contra a Venezuela, apoiados pelo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Após as eleições para a Assembleia Constituinte, realizadas na Venezuela, os EUA introduziram sanções contra o presidente Nicolás Maduro, acusando o líder de "minar a democracia". Todos os ativos de Maduro sob a jurisdição dos EUA foram congelados, enquanto os cidadãos norte-americanos são proibidos de fazer negócios com Maduro. O presidente dos EUA, por sua vez, qualificou o dirigente
venezuelano como "ditador" que tomou o poder absoluto no país.
"Cuba afirma que foi lançada uma operação internacional, coordenada por Washington com o apoio do secretário-geral da OEA, Luis Almagro, que tem por objetivo fazer calar o povo venezuelano sem reconhecer sua vontade, fazer com que ele desista através de ataques e sanções econômicas", diz um comunicado da chancelaria cubana.
De acordo com as autoridades de Cuba, no país conhecem muito bem essa "práticas de intervenções".
O Ministério das Relações Exteriores do país sublinhou que apenas os venezuelanos têm o direito de decidir como superar seus problemas e definir seu futuro. "Basta de intervenções, ajuntamentos ilegais e traições ao espírito bolivariano", declarou a chancelaria.
Sputniknews
EEUU, alarmado por actividad ‘inusual’ de submarinos norcoreanos
El líder norcoreano, Kim Jong-un, inspecciona el lanzamiento de un misil desde un submarino
Además de la amenaza nuclear, EE.UU. empieza a tener otra preocupación respecto a Corea del Norte: alto nivel de actividades submarinas de este país asiático.
Un oficial del Pentágono dijo el lunes a la cadena estadounidense CNN que el Ejército de EE.UU. ha detectado “niveles muy inusuales y sin precedentes” de la actividad submarina de Pyongyang.
La fuente precisa que se detectó una “prueba de eyección”, la cual examina el “sistema de lanzamiento en frío” de un misil, utilizando un vapor de alta presión para impulsar el misil hasta una altura de entre 40 y 50 metros sobre el nivel del mar, donde se encendía el motor.
El oficial del Departamento de Defensa de EE.UU. explica, asimismo, que este sistema ayuda a evitar que las llamas y el calor del motor de un misil puedan dañar el submarino, la barcaza sumergible o cualquier equipo cercano usado para lanzar el misil.
Conforme a la cadena norteamericana, citando a su fuente, el ensayo se realizó el domingo sobre el terreno en la ciudad portuaria norcoreana de Sinpo, marcando la tercera prueba de este tipo en el mes de julio y la cuarta en este año, lo que es muy preocupante para Estados Unidos.
Esto se produce unos días después de que Corea del Norte lanzara su segundo misil balístico intercontinental (ICBM, por sus siglas en inglés) para enviar un ‘mensaje’ a Washington. Según los expertos, el misil recién probado de Pyongyang puede alcanzar las ciudades estadounidenses de Los Ángeles y Nueva York.
En total ignorancia de las llamadas internacionales, Corea del Norte ha llevado a cabo en los últimos años una serie de pruebas nucleares y balísticas que según Pyongyang, responde a “provocaciones” de Seúl y Washington en la península coreana, en particular sus ejercicios militares conjuntos en esta región.
zss/rha/rba/HispanTv
Policía venezolana vuelve a detener a opositores López y Ledezma
La Policía venezolana detiene a los opositores Leopoldo López y Antonio Ledezma, quienes estaban bajo arresto domiciliario.
Lilian Tintori, la esposa de López, ha informado este martes a través de su cuenta en la red social Twitter, que el Servicio Bolivariano de Inteligencia (Sebin) de Venezuela ha arrestado al dirigente opositor, el responsable, según las autoridades, del derramamiento de sangre de decenas de venezolanos en los disturbios de 2014, así como en los actos violentos ocurridos en los últimos meses en el país por sus llamamientos a protestas.
"Se acaban de llevar a Leopoldo de la casa. No sabemos dónde está ni dónde lo llevan", ha denunciado Tintori.
Por su parte, los hijos de Ledezma, alcalde de Caracas también ha indicado en la misma red social que el Sebin se llevó a su padre de su residencia, donde estaba bajo arresto domiciliario desde 2015.
Tanto Tintori como los hijos de Ledezma han hecho responsable al presidente venezolano, Nicolás Maduro, de lo que les pueda pasar.
Ambos líderes opositores han sido unos de los responsables de las protestas violentas de la oposición con sus llamados hechos en la última semana contra la elección de Asamblea Nacional Constituyente (ANC). La elección se celebró el pasado domingo en medio de violentas protestas opositoras en rechazo a la Constituyente, las cuales ya han dejado varios militares y civiles muertos.
Asimismo, López arremetió el domingo contra la Constituyente tocándolo como ‘fraudulenta’ y pidió a la comunidad internacional que desconozca este proceso.
El chavismo ha asegurado este martes que López, el líder de Voluntad Popular (VP), había faltado a su palabra de ‘llamar a la paz’, algo a lo que se había comprometido ante una Comisión de la Verdad que gestionó su salida de la celda. El Gobierno lo liberó de cárcel el pasado 8 de julio para mostrar su buena fe y voluntad para calmar las protestas y disturbios de la oposición.
tmv/rha/rba/HispanTv
China abre oficialmente su primera base militar en el extranjero
Con la inauguración de las nuevas instalaciones chinas, la nación africana de Yibuti se reafirma como una localización militar clave para los intereses de varias superpotencias mundiales.
China ha inaugurado formalmente en Yibuti su primera base militar en el extranjero. La puesta de largo ha estado marcada por una ceremonia de izado de bandera el mismo día del 90.° aniversario del Ejército Popular de Liberación, informa Reuters citando medios estatales.
Pekín había comenzado la construcción de esta base en suelo africano a inicios del año pasado. El complejo –de carácter logístico– se utilizará para facilitar el mantenimiento de los buques militares chinos que efectúen patrullas antipiratería en un área que abarca el golfo de Adén, los mares Rojo y Arábigo y el océano Índico.
Además, China empleará las instalaciones principalmente para ofrecer apoyo logístico a los integrantes de sus Fuerzas Armadas que lleven a cabo misiones de escolta marítima en la zona y apoyar las misiones de paz y ayuda humanitaria de la ONU en África y Asia Occidental.
En julio, China envió buques y tropas a la nueva base de Yibuti para cumplir con las tareas de defensa y operatividad de las instalaciones.
Presencia internacional en Yibuti
Por su ubicación, infraestructuras y por contar con uno de los puertos mejor equipados de la región, Yibuti supone un lugar estratégico para la comunidad internacional.
Ese pequeño país africano se encuentra situado entre Somalia y Eritrea –frente a las costas de Yemen, al otro lado del mar Rojo– y los tres Estados poseen la llave del estrecho de Bab el Mandeb, uno de los puntos estratégicos mundiales. A través de él circula un importante volumen de petróleo.
Hoy en día esta nación, que tiene 800.000 habitantes, alberga instalaciones militares de EE.UU., Francia y Japón, y la llegada de tropas chinas refuerza su importancia estratégica en cuanto a la seguridad comercial y energética.
Actualidad RT
Al menos 60 civiles mueren en Siria tras un bombardeo aéreo de la coalición de EE.UU.
Al menos 60 civiles han muerto en Siria como resultado de un bombardeo aéreo de la coalición liderada por EE.UU. Los hechos han ocurrido en la parte oriental de la provincia Deir ez Zor, informa la agencia de noticias SANA.
También se informa de decenas de heridos, todos civiles, la mayoría de ellos niños y mujeres. SANA indica que los ataques causaron daños significativos en viviendas.
Un hospital sirio alcanzado por un bombardeo de la coalición
Este sábado, varios aviones de la coalición estadounidense contra el Estado Islámico efectuaron bombardeos en la ciudad de Abu Kamal, en la provincia siria de Deir ez Zor. Los ataques alcanzaron un hospital y un complejo deportivo, dejando al menos seis civiles muertos y diez heridos. Además, diez civiles, la mitad de ellos niños, perdieron su vidas en un ataque de la coalición en la ciudad de Al Mayadeen.
Como resultado, Damasco envió dos cartas al secretario general de la ONU y al presidente del Consejo de seguridad de este organismo para protestar contra las acciones de la coalición internacional liderada por EE.UU. que llevaron a la muerte de civiles en las provincias de Deir Ezzor, Alepo, Al Raqa y Hasaka. En las cartas Damasco pidió frenar los "crímenes" de la coalición que desde 2014 actúa en Siria sin aprobación del Gobierno.
Actualidad RT
segunda-feira, 31 de julho de 2017
Janot volta a pedir ao STF prisão e afastamento de Aécio Neves
O procurador geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir a prisão do senador Aécio Neves, presidente licenciado do PSDB, no caso em que ele é acusado de pedir e receber R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista. Janot também pediu o afastamento de Aécio do mandato de senador, segundo informações do jornal "O Globo".
O primeiro pedido de afastamento e prisão foi rejeitado em decisão monocrática do ministro Marco Aurélio. Caberá agora à Primeira Turma decidir sobre o assunto.
Plantão Brasil
IBOPE: PARA 79%, DEPUTADO QUE VOTAR COM TEMER TAMBÉM É CORRUPTO
Brasil 247 - Uma pesquisa realizada pelo Ibope às vésperas da sessão da Câmara que irá decidir pela abertura ou não do processo por corrupção contra Michel temer aponta que 81% dos brasileiros desejam que o processo seja aberto e o peemedebista investigado.
Ainda pensando na abertura do processo no STF, foram apresentadas algumas frases para medir o grau de concordância dos entrevistados. Observa-se que, para a afirmação "Ficarei indignado se os deputados votarem contra a abertura do processo no STF", 70% concordam, 26% discordam e 4% não sabem ou não respondem.
Frente à afirmação "Acho que a denúncia é correta e o deputado que votar contra a abertura do processo é cúmplice da corrupção" nota-se que quase 8 em cada 10 entrevistados (79%) concordam com ela, 18% discordam e 3% não sabem ou não respondem.
A pesquisa, encomendada pela Avaaz aponta que 90% dos entrevistados com idades entre 16 e 24 anos querem a investigação e entre os que tem 55 anos ou mais, 70% também desejam a abertura do processo pela Câmara. Para 73%, os parlamentares que votarem pela rejeição da denúncia não merecem ser reeleitos nas eleições de 2018.
"O que deu para perceber nessa pesquisa é que a população quer saber a verdade sobre Michel Temer. A estratégia dos deputados de dizer que, no dia 1º de janeiro de 2019, o presidente Temer vai poder responder como um cidadão comum na verdade coloca o Brasil em um suspense. Já imaginou chegar em 2019 e perceber que todas aquelas acusações de corrupção foram verdades?", ressaltou o representante da Avaaz, Diego Cassais, à Rádio CBN.
A pesquisa ouviu mil eleitores com 16 anos ou mais e foi realizada entre a segunda-feira e quarta-feira da semana passada. O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Maduro tomará el mando de Fiscalía y quitará inmunidad a diputados
El presidente venezolano ha dicho que someterá a la justicia a ciertos diputados de la oposición retirándoles la inmunidad mediante la Asamblea Constituyente.
En declaraciones pronunciadas este lunes ante simpatizantes chavistas para realzar la participación de los más de ocho millones de venezolanos en las elecciones por la Asamblea Nacional Constituyente (ANC) el mandatario de Venezuela, Nicolás Maduro, ha denunciado la conducta desestabilizadora de la oposición y ha manifestado que “algunos terminarán en una celda” por intentar dar un golpe de Estado contra el Gobierno e incitar a la violencia en las protestas.
“Se acabó el sabotaje de la Asamblea Nacional (AN), hay que poner orden. (...) Habrá que levantar la inmunidad parlamentaria a quien haya que levantarle la inmunidad”, ha advertido Maduro.
En otro momento de su discurso, ha sugerido “tomar el mando” de la Fiscalía de Venezuela por los llamados de la titular de este ente, Luisa Ortega Díaz, otrora ferviente chavista, a oponerse al proceso de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC) porque, a su juicio, violenta la democracia.
“¿Qué creen que (la Constituyente) deba hacer con la Fiscalía? Reestructurarla de inmediato, declararla en emergencia y tomar el mando para que haya justicia”, ha señalado el mandatario venezolano en medio de gritos de la multitud que coreaba: “Fiscal, traidora, ya te llegó la hora”.
Maduro también ha arremetido contra los canales de televisión privados por “censurar las elecciones” y no informar sobre el proceso de la elección de 537 de los 545 miembros de la ANC, en el que según ha confirmado el Consejo Nacional Electoral (CNE) de Venezuela participaron 8.089.320 personas, es decir el 41,53 % del padrón electoral de Venezuela.
“Estamos en combate comunicacional otra vez contra las mentiras de las televisoras, ¡alerta, alerta pueblo!”, ha concluido.
Los Gobiernos de EE.UU. y varios países de la Unión Europea (UE) y la región, como Perú, Argentina, Costa Rica, Brasil, España, Chile y Canadá, entre otros, anunciaron el domingo que desconocerán los resultados de las elecciones en Venezuela.
La ANC, convocada por Maduro el 1 de mayo, en base al artículo 348 de la Constitución, tiene como objetivos ampliar y proteger los derechos sociales de los venezolanos establecidos en la Carta Magna de 1999, garantizar la paz y el diálogo ante la violencia de la oposición —que ha dejado más de 100 muertos desde abril pasado—, superar el rentismo petrolero y fortalecer la lucha contra el terrorismo.
msm/ctl/aaf/rba/HispanTv
Rusia: "Esperamos que en la situación en Venezuela no intervengan actores externos"
La Cancillería rusa considera que la intervención de actores externos puede profundizar la división en la sociedad del país latinoamericano.
El Ministerio de Exteriores ruso afirmó que espera que los actores externos abandonen los planes de intervenir en la situación en Venezuela.
"Esperamos que los representantes de la comunidad regional e internacional que, por lo que podemos juzgar, tienen la intención de no reconocer los resultados de las elecciones en Venezuela y de fortalecer la presión económica sobre Caracas, ejerzan moderación y abandonen sus planes destructivos que pueden profundizar la polarización en la sociedad", reza una nota del Ministerio de Exteriores.
Moscú también lamenta que "las fuerzas de la oposición no solo no respondieran a la convocatoria para participar en las elecciones, sino que también trataran de socavarlas, provocando enfrentamientos esporádicos que causaron víctimas". "Llamamos a las partes a detener la lucha sin sentido por el poder", reza el comunicado ministerial.
Actualidad RT
China muestra por primera vez un novedoso misil intercontinental
China ha presentado por primera vez en público su novedoso misil balístico intercontinental, con capacidad de volar más de 11.000 kilómetros.
Durante un desfile militar celebrado el domingo, con motivo del 90 aniversario del Ejército de Liberación Popular, el Gobierno de Pekín ha mostrado el misil balístico intercontinental (ICBM, por sus siglas en inglés) 'Dongfeng-31 AG’, capaz de llegar a Europa y Estados Unidos.
Según fuentes chinas, el Dongfeng-31 AG tiene una mayor movilidad y alcance respecto a su predecesor, el DF-31A, y cuenta con una lanzadera transportable mediante camiones todoterreno de ocho ejes.
Durante la demostración del poderío militar, que contó con la presencia del presidente chino, Xi Jinping, participaron un total de 12.000 efectivos, 129 aviones y 571 unidades de maquinaria terrestre.
Entre las unidades bélicas más destacadas, figuraban también los cazas de quinta generación chinos J-15 y J- 20 y bombarderos H-6K, así como los misiles balísticos antibuque DF-21D y DF-26, que también acudían por primera vez a un evento de este tipo.
Según la cadena china CCTV, el 40 % de los equipos bélicos presentados en el gran evento militar fue mostrado por primera vez al público.
Este avance de China en el sector misilístico supone una señal de alarma para EE.UU. dadas las tensiones entre ambas partes, que han suscitado previsiones sobre el posible estallido de una guerra entre Washington y Pekín.
Una eventual guerra nuclear entre ambas partes no será facil para Washington, pues muchos expertos y analistas coinciden en las ventajas de Pekín.
myd/ncl/hnb/HispanTv
Assinar:
Comentários (Atom)
















