segunda-feira, 31 de julho de 2017
Xeque-mate contra Israel nas Colinas do Golan
por MK Bhadrakumar
Tradução: Vila Vudu
Israel sofreu duro revés no conflito sírio, com a implantação da polícia militar russa na 'zona protegida' que está sendo estabelecida no sudoeste da Síria perto das Colinas do Golan. O Ministério da Defesa da Rússia anunciou a implantação na 2ª-feira. O general-coronel Sergei Rudskoy, chefe do Principal Diretorado Operacional do Estado-maior da Rússia, disse em Moscou que as forças russas instalaram pontos de trânsito e postos de observação na área sudoeste de desescalada. O general russo disse que EUA, Israel e Jordânia foram informados da implantação policial.
As áreas limítrofes da zona de desescalada foram definidas entre Rússia e EUA na véspera da reunião dos presidentes Donald Trump e Vladimir Putin em reunião paralela à cúpula do G20 em Hamburgo.
Segundo o ministro de Relações Exteriores da Rússia Sergey Lavrov, para a definição da zona de desescalada foram consideradas as preocupações de segurança de Israel. Mas o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu tem manifestado insistentemente sua rejeição contra o acordo EUA-Rússia, sob o argumento de que o acordo não levou na devida conta a percepção de Israel, que vê ameaça na presença do Irã e do Hezbollah nas regiões do sudoeste da Síria.
O ministro da Defesa de Israel Avigdor Liberman disse à mídia que Jerusalém fixou algumas linhas vermelhas: "Não toleraremos nenhuma presença iraniana na fronteira e continuaremos a agir contra isso."
Bem obviamente, Israel não confia na Rússia. Israel suspeita que seja questão de tempo até que milícias xiitas e o Hezbollah comecem a infiltrar-se silenciosamente no sudoeste da Síria, ajudando o regime de Assad e seus amigos iranianos a consolidar o controle sobre as áreas de fronteira perto de Israel e Líbano.
Mas na realidade, tudo isso é uma grande jogada estratégica. Israel há muito tempo paga, fornece suprimentos de todos os tipos e apoia os grupos extremistas (incluindo grupos de al-Qaeda e ISIS) que operam na área na qual a zona de desescalada está sendo implantada. Israel até forneceu apoio de fogo para esses grupos terroristas sempre que foram atacados por forças do governo sírio.
Israel esperava que a área pudesse, de algum modo, ser mantida como uma zona de 'conflito congelado', a qual, com o tempo, poderia ser anexada por Israel. Israel portanto preferia que a zona de desescalada próxima das Colinas de Golan fosse implantada pelos EUA – não pela Rússia. Mas Washington não dá sinais de querer envolver-se. Como se lê num comentário publicado essa semana na revista Atlantic:
· "O Pentágono está focado em operações em Mosul e Raqqa, a centenas de quilômetros de distância – comandantes em campo com certeza considerariam qualquer presença militar dos EUA no sudoeste da Síria como cara e desnecessária dispersão de força humana na luta contra o Estado Islâmico. Dados os limitados recursos de inteligência-vigilância-reconhecimento na região, é também improvável que o Comando Central dos EUA aceitasse desviar as já escassas plataformas ISR para monitorar o cessar-fogo (...). Tudo isso (...) significa que o cessar-fogo Trump-Putin provavelmente está entregando à Rússia as chaves do sudoeste da Síria."
É mais ou menos o que se desenrola em campo. O acordo EUA-Rússia declara que a supervisão da área de desescalada será feita pela polícia militar russa.
É xeque-mate contra a política intervencionista de Israel na Síria. Os monitores russos reagirão firmemente, se Israel se comportar como criança mimada.
Dito claramente, o sonho israelense de expansão territorial para o sudoeste da Síria, como parte de uma 'Israel Expandida' (que iria além até das Colinas do Golan ocupadas) espatifou-se na aterrissagem. O plano B de Israel era que, como parte de qualquer acordo na Síria, a 'comunidade internacional' teria de, no mínimo, legitimar a ocupação das Colinas do Golan. Também não acontecerá.
Mais uma vez a credibilidade de Netanyahu sofre duro golpe. Há dois anos, sua 'linha vermelha' contra o programa nuclear iraniano – que Israel agiria militarmente e autonomamente contra o Irã, etc. – acabou também completamente desmoralizada. Agora, Netanyahu vem com nova 'linha vermelha' no front setentrional de Israel, contra a presença iraniana na Síria... mas não tem capacidade para fazê-la valer. Mais uma vez, a comunidade internacional simplesmente ignora os maus modos de Israel.
Muito significativamente, os EUA nada fizeram para se opor a uma massiva operação do Hezbollah que começou semana passada para tomar o controle das colinas na fronteira Líbano-Síria que estavam sob ocupação de vários grupos terroristas como Ahrar, al-Qaeda, ISIS (alguns dos quais companheiros de cama e mesa de Israel). A mídia iraniana noticiou hoje que os combatentes do Hezbollah alcançaram ali uma vitória retumbante. Claro: é imensamente importante para o Hezbollah (e o Irã) garantir que a fronteira Líbano-Síria permaneça aberta.
Coreia do Norte: O destino dos EUA é a ruína
"Nosso país já declarou que reduzirá o continente americano a cinzas por meio de nossos poderosos ataques nucleares se este recorrer a um movimento imprudente.
Nosso país realizou o 2º teste de fogo do ICBM Hwasong-14, que simulou o alcance máximo. Isso claramente provou mais uma vez que nossa declaração não é uma conversa vazia.
Nenhuma força na terra pode ser comparada à de nosso país, que possui as armas estratégicas mais poderosas, precisas e diversificadas, as armas Juche, capazes de atacar qualquer região, qualquer alvo em qualquer lugar do mundo.
A justiça está ao lado do nosso país, e os EUA estão destinados à ruínas pela forma de guerra que provoca.
A única maneira de os EUA escaparem de sua inevitável condenação é abandonar sua ameaça nuclear e política hostil em relação ao nosso país."
Mun Hak Chol, físico nuclear
Engenheiro-chefe do Complexo de Energia Térmica de Pyongyang
Vitória da revolução bolivariana! Constituinte na Venezuela tem mais de 8 milhões de votos
Constituinte venezuelana tem 41% de participação, maior que as eleições americanas de 2014
Miguel do Rosário - o Cafezinho
(Filas de eleitores se preparando para votar. Foto: Douglas Finger, nosso correspondente na Venezuela)
Boletim divulgado há pouco pelo ICS (ver abaixo), uma agência de pesquisa política e eleitoral da Venezuela, revela que o número de eleitores que participaram do pleito deste domingo, para eleger uma Assembleia Constituinte, já soma mais de 8 milhões.
As eleições na Venezuela não são obrigatórias.
Eleitores de todo país enfrentaram as situações mais adversas para poderem participar da Constituinte e demostrar seu apoio à revolução bolivariana.
A campanha midiática internacional fascista, repleta de mentiras, está prestes a sofrer uma dura derrota.
LULA, AMORIM E HADDAD DENUNCIAM CRIME DE LESA-PÁTRIA DE TEMER
Brasil 247 - Idealizadores do projeto da Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), em Foz do Iguaçu (PR), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus ex-ministros Celso Amorim e Fernando Haddad publicaram nesta segunda um artigo na Folha de S.Paulo em que denunciam a intenção de Michel Temer e seu governo de fecharem a instituição.
"Não podemos permitir que os povos latino-americanos e caribenhos deixem de dispor de um ponto de encontro para seus jovens intelectuais, professores e pesquisadores.
Não podemos voltar ao tempo em que o diálogo tinha que passar necessariamente por instituições norte-americanas ou europeias", escrvem
Confira abaixo o a íntegra do artigo:
A integração da América do Sul -e mais amplamente da América Latina e Caribe- foi uma prioridade de primeira hora de nosso governo, enunciada de forma clara já no discurso de posse, em 2003.
Seguiram-se ações concretas para o fortalecimento do Mercosul e avanços na integração sul-americana, que teve como um dos principais marcos o Acordo Mercosul-Comunidade Andina.
Deste acordo, nasceria a Casa (Comunidade Sul-Americana de Nações), precursora da Unasul (União de Nações Sul-Americanas).
Em dezembro de 2008, alargamos o horizonte da cooperação com a realização da primeira Calc (Cúpula dos Países da América Latina e Caribe), passo inicial para a criação da Celac (Comunidade da América Latina e Caribe).
Não descrevemos todas essas siglas com o objetivo de embaralhar o leitor nessa teia de organizações internacionais. De fato essas foram medidas de grande alcance para que a América Latina pudesse cuidar de seus interesses, sem a tutela de nações ricas que sempre haviam exercido hegemonia sobre a nossa região.
Conflitos potenciais entre países e crises internas puderam ser encaminhados de forma adequada, sem interferências ou imposições de interesses exógenos. A América do Sul ganhou personalidade internacional, promovendo diálogo e cooperação com outras nações em desenvolvimento da África e do mundo árabe.
Faltava coroar o esforço de integração com uma instituição de natureza educativa e cultural, capaz de aproximar os povos da América Latina e do Caribe, a começar pelos jovens. A criação da Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), em Foz do Iguaçu (PR), veio suprir essa necessidade.
A instituição conta com 3.500 alunos matriculados, de diversas partes do Brasil e de outros 19 países da região. Oferece 22 cursos de bacharelado, sete cursos de licenciatura, 13 cursos de pós-graduação.
Em todos os cursos de graduação, a universidade oferece metade das vagas para estudantes brasileiros e metade para estrangeiros. No decorrer deste ano, realizou 160 projetos de extensão e 326 de pesquisa. Tais ações beneficiam mais de 115 mil pessoas de 20 municípios da região-fronteiriça.
É inacreditável que um projeto dessa grandeza, de alto valor simbólico, esteja ameaçado por uma proposta parlamentar que visa a extinguir a Unila, a pretexto de transformá-la na Universidade Federal do Oeste do Paraná.
No entanto, a região já dispõe da Universidade Federal do Paraná e da Unioeste, com campi em dois e em cinco municípios, respectivamente, além do Instituto Federal do Paraná, que oferece formação em nível superior.
A proposta de extinção da Unila está contida na emenda aditiva nº 55, apresentada pelo deputado federal Sérgio Souza (PMDB/PR) a uma medida provisória que versa sobre as regras do Fies.
Vale lembrar que a lei nº 12.189, de 2010, que determinou a criação da Unila, foi aprovada por unanimidade em todas as comissões pelas quais passou.
Não podemos permitir que os povos latino-americanos e caribenhos deixem de dispor de um ponto de encontro para seus jovens intelectuais, professores e pesquisadores.
Não podemos voltar ao tempo em que o diálogo tinha que passar necessariamente por instituições norte-americanas ou europeias.
A integração da América do Sul e da América Latina e Caribe não é projeto de um governo apenas. Nada tem de ideológico. É a realização de um mandato constitucional.
O futuro do Brasil está inevitavelmente ligado ao dos demais países da região. Não há paz sem desenvolvimento, mas tampouco há desenvolvimento sem paz.
E não haverá integração se não apoiarmos iniciativas que aproximem as cabeças pensantes de nossos países.
Fechar a Unila, seja qual for o pretexto, não é apenas um crime contra a jovem intelectualidade latino-americana e caribenha. É um crime de lesa-pátria.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA foi presidente da República (2003-2011)
FERNANDO HADDAD foi ministro da Educação (governos Lula e Dilma) e prefeito de São Paulo
CELSO AMORIM foi ministro de Relações Exteriores (governo Lula)
Terrorismo na Venezuela: durante votações, oposição explode bomba e mata 8 policiais
Opinião do Plantão: É de estranhar como a classe mérdia brasileira chama de vândalos quem joga uma pedra em protesto aqui no Brasil mas acha linda a oposição venezuelana que já queimou 22 pessoas vivas desde maio, explode bombas e está destruindo o país inteiro.
Segue a notícia do Tijolaço:
Ao contrário do que fez o arremedo de diplomacia que tem o Brasil, que correu a se alinhar aos Estados Unidos e deslegitimar a eleição da Constituinte da Venezuela, fiz o que qualquer pessoa de mínimo bom-senso faria: esperar as urnas se fecharem.
A votação convocada pelo Governo Maduro, mesmo com todo o clima de intranquilidade provocado por situações impensáveis -será que não vai haver uma palavra sobre “manifestantes” que colocam uma bomba incendiária na passagem de um grupo de motociclistas da polícia? – atraiu mais de oito milhões de eleitores.
Quinze dias atrás, o plebiscito informal convocado pela oposição reuniu, segundo os seus próprios promotores, 7,1 milhões de eleitores.
Nas últimas eleições legislativas no país, votaram 14,3 milhões de venezuelanos.
Não basta, porém, dizer que o chavismo “venceu” – e sim, houve muito de vitória no comparecimento maciço a uma eleição ameaçada por tiros, bombas e um imenso boicote de imprensa, interno e externo, porque 56% dos votantes de uma eleição “normal” compareceram.
Passamos o dia, ontem, ouvido e lendo bobagens sobre seções eleitorais vazias e declarações de oposicionistas de que só 10% dos eleitores compareceriam. Mentiras, mas quase unânimes na mídia, que sustentavam declarações de gente, por não-venezuelana, que deveria guardar silêncio diante de um processo eleitoral.
Mas também não se pode que a oposição, que alcançou 49% do colégio eleitoral de fato em seu plebiscito, “perdeu”, ainda que, provavelmente, pela falta de registros confiáveis, este número possa ter sido sensivelmente menor.
Quem está perdendo é a possibilidade de normalização da vida na Venezuela.
Desde 2002, quando sofreu um golpe de estado, a Venezuela foi mergulhando num processo de radicalização absoluta que, com a crise do petróleo, a partir de 2014, se aprofundou. Não existem, hoje, no mundo ou na América Latina, forças diplomáticas capazes de ajuda-la a encontrar algum equilíbrio e capacidade de funcionar. E a morte de Hugo Chávez tirou do país a única figura que poderia, por seu tamanho, encontrar o caminho de uma mínima composição.
Os países latinoamericanos, que jogaram, na primeira década do século, um papel vital nos conflitos venezuelano, desta vez, parecem estar dispostos ao contrário, a apostar no caos. Brasil e Argentina, sobretudo, pouco ficam a dever à histeria trumpista no trato com o país e apostam em medidas de retaliação no Mercosul contra um país que perdeu mais da metade de sua renda com a crise dos preços do petróleo, mas que é parte indispensável de qualquer projeto de integração continental.
Infelizmente, a diplomacia brasileira desceu ao nível de molecagens como a que fez Aécio Neves ao simular um “cerco” chavista à sua viagem de provocação àquele país.
As relações internacionais de um dos maiores países do mundo, como o Brasil, não podem ser comandadas por um Kim Kataguiri da terceira idade.
domingo, 30 de julho de 2017
Así transcurren el proceso electoral en todo el país para elecciones a la Constituyente
Por: Albaciudad.org / Aporrea.org
El ministro del Poder Popular para la Comunicación e información, Ernesto Villegas, desde su cuenta en Twiiter @VillegasPoljak, ha estado realizando el reporte de lo que ha sido el proceso de votación en todos los rincones del país. Chacao, Parroquia Coche, Avenida Sucre de Catia, Poliedro de Caracas, Ciudad Caribia, Municipio Cárdenas del estado Táchira, Cagua estado Aragua, Municipio Carrizal del estado Miranda, son sólo alguno de los sectores reportados.
OPOSIÇÃO NA VENEZUELA EXPLODE BOMBA CONTRA TROPAS DO GOVERNO
Revista Fórum - A população venezuelana vota para eleger 545 membros da Assembleia Constituinte neste domingo (30). Manifestantes contra o governo do presidente Nicolás Maduro e militares entraram em confronto na capital Caracas.
A explosão de uma bomba deixou ao menos quatro soldados feridos, segundo a agência de notícias France Presse, e um policial se feriu após a explosão de três motos da polícia, de acordo com a EFE.
O Ministério Público divulgou que um dirigente de oposição foi morto a tiros em um protesto antes do início das votações no domingo.
Um candidato foi morto no sábado (29), e deputados opositores relatam a ocorrência de outras três mortes de manifestantes antes do início da votação. A France Presse também afirma que dois homens foram mortos a tiros durante a madrugada, próximos a um dos locais de votação.
Na tarde de domingo, o Ministério Público informou a morte de Luis Zambrano, de 43 anos, que levou um tiro na cabeça durante protestos em Barquisimeto, e do militar Ronald Ramírez, também baleado, em La Grita, Táchira.
O país culpado pelos refugiados não paga a conta
As grandes ondas de refugiados das últimas decadas foram consequências de guerras e intervenções militares dos sucessivos governos dos EUA.
As milhares de mortes de homens, mulheres, idosos e crianças no mar Mediterrâneo, foram — e são — consequência direta das guerras e intervenções militares dos governos dos EUA.
A deterioração do modo de vida europeu, onde milhares de cidades foram tomadas por grupos de refugiados sem teto e sem perspectivas de trabalho, levando insegurança para comunidades tradicionais em diversos países, são culpa das guerras dos governos norte-americanos.
Todas essas verdades cristalinas não são publicadas nos meios de comunicação do ocidente. Os meios de comunicação — de forma covarde — se referem ao drama dos refugiados como se fosse algo “caído do céu”, sem nenhuma ligação com a lógica dos fatos que apontam como culpado de tudo, de todas as desgraças que assolam os refugiados e os países europeus, os governos dos Estados Unidos da América.
A maioria dos refugiados que hoje vagam pela Europa é oriunda da Síria, Afeganistão, Iraque, Líbia, Sudão, Congo, Somália, entre outros países onde os EUA levaram guerras para saquear recursos naturais ou para criar tensões para vender armas.
Por trás de todos os discursos floridos nos meios de comunicação ocidentais, está a pratica continuada do imperialismo norte-americano ao longo dos séculos, deixando como resultado consequências nefastas e tragédias para a vida de milhões de refugiados obrigados a deixar seus países transformados em inferno pelas bombas e projéteis dos soldados norte-americanos. Ou, por países cujos governantes são títeres ou fantoches dos governos dos EUA, e fazem o “serviço sujo” para justificar intervenções, guerras e revoluções.
Esta é a verdade pura e simples.
Segundo a ONU, até 2015, 65 milhões de refugiados se dirigiram à Europa, fugindo de guerras, crises, fome e revoluções, da maioria de países onde os EUA interviram militarmente. Este número é considerado abaixo da realidade porque outros milhões escaparam dos controles de fronteiras. Não é difícil hoje encontrar em diversas cidades europeias levas de refugiados que vagam em busca de alimentos sem nenhum registro nos órgãos de imigração. Nos últimos anos as ondas de refugiados aumentaram, em função do agravamento das guerras na Síria, Iraque e Afeganistão, com a agravante de que novas rotas indetectadas pelas autoridades foram descobertas ou criadas na Europa.
Em meio a essa tragédia humana, o culpado de tudo isso não paga a conta: o governo dos EUA.
A ameaça terroristas está presente hoje na Europa graças aos governos dos EUA. Ao enviar armas e dinheiros para terroristas disfarçados de rebeldes na Líbia, Afeganistão, Iraque e Síria, armaram os mais perigosas grupos terroristas do mundo que hoje estão infiltrados e preparando ataques em diversos países europeus.
Donald Trump, além de proibir a entrada de estrangeiros de alguns países islâmicos onde os EUA criaram guerras, ainda reduz verbas para as entidades norte-americanas que cuidam dos refugiados. E não destina recursos para os países europeus que sofrem com os refugiados.
José Gil
Deputado tucano diz que Temer não cairá porque o povo também é corrupto e o entende
Na semana que vem, a Câmara dos deputados decidirá se autoriza o STF a processar criminalmente o presidente Michel Temer, que, segundo recente pesquisa Ibope, é rejeitado por 70% dos brasileiros e aprovado por apenas 5% – de longe, o presidente mais impopular da história.
Não que isso seja importante para condenar ou enaltecer um presidente. Dilma deixou o poder com 11% de aprovação por conta de uma trapaça que ludibriou um povo que, agora, demonstra que é a origem do altíssimo nível de corrupção no Brasil.
A opinião que você acaba de ler acima não é (só) desta página, mas de deputados federais experientes entrevistados por um colunista da Folha de São Paulo.
Para o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ), os deputados vão salvar Temer de ser afastado do cargo e processado pelo STF porque grande parte deles também está enrolada na Lava Jato.
Teixeira votou a favor do impeachment de Dilma e diz que votará contra Temer. Sem diferenciar a situação de uma e do outro, reconhece que, como agora as ruas estão vazias, não serão conseguidos os 342 votos necessários ao afastamento do presidente.
Já o deputado tucano Bonifácio de Andrada diz que Temer vai se safar com mais de 200 votos. Para ele, a Câmara vai acobertar a corrupção do presidente porque é “a representação do povo” e se “os deputados não são santos (…) o povo também não é santo”.
O tucano diz que “O povo não gosta do Temer, mas também não aporrinha os deputados para votarem contra ele. Para nós, políticos, o Temer é bom porque dialoga com o Congresso”.
Andrada diz que votar contra a vontade do povo não irá prejudicá-lo se a economia melhorar. “O pessoal esquece isso”, diz ele. “O eleitor tem memória muito fraca. Daqui a um ano, já esqueceu”.
Esse sujeito está coberto de razão. Dilma não foi cassada por corrupção, mas por ter feito empréstimos bancários para pagar Bolsa Família, aposentadorias etc. Já Temer está sendo acusado de crime comum que tem até gravação em que o acusado confessa esse crime.
Dilma foi cassada sem uma razão plausível porque as classes média e rica se mobilizam espontaneamente para defender seus interesses e acreditou que os governos do PT foram ruins para si.
Há poucos dias, participei de reunião com o ex-presidente do Ipea Jessé de Souza e ele concordou com a minha tese de que as cotas étnicas e sociais nas universidades foram dos fatores que mais levaram as classes sociais mais favorecidas a se engajarem na guerra ao PT.
A razão é muito simples: o ensino superior é o fator preponderante na ascensão social. Reservando o ensino superior de qualidade para os mais ricos, os pobres não ascendem socialmente e os ricos se perpetuam no topo da pirâmide.
Para que isso funcione, basta manter ruim a escola pública. Os mais ricos pagam boas escolas para os filhos e estes conseguem melhor desempenho no injusto sistema de vestibular, que coloca alunos oriundos de péssimas escolas para disputar vagas com alunos oriundos de escolas de alto nível.
O sumiço dos paneleiros prova que a conversa sobre “corrupção” que justificaria a guerra contra Lula, Dilma e o PT não passou de papo furado. Foi só uma desculpa para justificar a farsa do impeachment por conta de supostas “pedaladas fiscais” da ex-presidente.
Note-se que enquanto Temer está comprando deputados e senadores à luz do dia e aumentando impostos para compensar o uso de dinheiro para corrompê-los, as antes exaltadas classes A e B não dão um pio, não batem panela, não fazem manifestações.
Fique de olho nos comentários deste post. Vou publicar todos os hipócritas que virão a esta página acusar Lula e o PT apesar de estarem fora do poder e não dizem uma palavra ao serem roubados por Temer, Aécio e outros políticos de direita acusados de corrupção com provas de verdade, incontestáveis.
Isso porque, de fato, o povo brasileiro é corrupto. O deputado tucano supracitado está certíssimo.
Esses sujeitos que vêm ao Blog da Cidadania acusar o PT de corrupção não revelam seus nomes porque, em geral, são sonegadores, picaretas de todos os tipos que não resistem a um atestado de antecedentes criminais ou a uma pesquisa na Receita Federal.
Se qualquer um desses seres rastejantes fosse mesmo contrário à corrupção estaria indignado com Aécio, Temer e cia, os quais estão escapando da lei apesar de suas culpas estarem cabalmente comprovadas. Muito ao contrário de Lula, contra quem não há uma só prova de corrupção.
Plantão Brasil
sábado, 29 de julho de 2017
Boicote econômico contra a Venezuela faz a passagem aérea entre SP e Caracas atingir o preço de R$ 26 mil
por Laura Capriglione - Jornalistas Livres
O cerco econômico montado pelo imperialismo à Venezuela já tem contornos superlativos. Agora, quem quiser viajar de São Paulo a Caracas, embarcando no sábado (29/7) e voltando no sábado seguinte (5/8), terá de pagar a bagatela de R$ 26 mil.
Viagem realizada nos mesmos dias, entre São Paulo e a Cidade de Manágua custaria R$ 4.100. Ao Japão custaria R$ 5.952.
Detalhe: Caracas e Manágua contabilizam tempo de vôo similar até São Paulo, cerca de 10 horas. O Japão fica a 25 horas de viagem.
O escândalo inflacionário do transporte aéreo para a Venezuela explica-se pelo boicote montado por dez companhias aéreas que operavam no aeroporto Simón Bolívar, de Caracas.
Em 2014, a Air Canada encerrou suas operações no país. Depois vieram a Alitalia, Lufthansa, Latam, Aeroméxico, Gol, Tiara Air e United Airlines. A Avianca foi a nona a deixar o mercado venezuelano, o que ocorreu nesta quinta-feira. A Avianca detinha 54% da operação na rota Bogotá-Caracas e 77% na rota Lima-Caracas. No mesmo dia, a Delta Airlines anunciou igualmente a suspensão de seus vôos para Caracas. A alegação: “questões de segurança” (SQN).
Quais? Eles não explicam.
Interessante coincidência: Delta e Avianca suspendem seus vôos às vésperas da eleição dos deputados que elaborarão a nova Constituição venezuelana. O pleito deve ocorrer neste domingo (30/7), em meio a uma desesperada tentativa da direita de impedi-lo, o que incluiu mais ações de sabotagem econômica e um locaute de dois dias.
O próprio presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que redobraria a pressão contra o regime do presidente Nicolás Maduro. Em comunicado divulgado há dez dias, o mandatário americano disse que tomará “fortes e rápidas ações econômicas” se for mantida a eleição dos membros da Constituinte.
Como a Venezuela não deu mostras de hesitação em relação à convocação da Constituinte, as companhias aéreas (entre outros setores do empresariado), resolveram apertar o laço em torno do pescoço do povo venezuelano, que quer aprofundar as transformações sociais iniciadas há quase 20 anos pelos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.
Governo indigno de Temer deve chamar sobre si todas as maldições do povo
Por Alex Solnik, jornalista, já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. É autor de treze livros.
“Quando um governo não respeita a pública opinião, quando se não importa que seus atos sejam censurados, quando mesmo não tendo consciência política tudo despreza, tudo trata de resto e só lança o sorriso de escárnio sobre o código sagrado e fundamental do estado e como desprezando-o o atira por terra, pisa-o e o conspurca, o que se deve esperar de tal governo? De que crimes não se tem ele revestido? Um governo semelhante é indigno de dirigir uma nação esclarecida, é incapaz de reger homens livres, deve chamar sobre si todas as maldições do povo, a espada da justiça deve estar pendente sobre a sua cabeça, para que não insulte a lei e enxovalhe o povo que o sustenta e tolera”.
Esse texto, que parece prever, ipsis literis, os sentimentos dos brasileiros em relação ao atual governo Temer e a forma como ele reage, com “sorriso de escárnio”, foi publicado a 14 de março de 1840 na página 7 do jornal “A Ortiga”, do Rio de Janeiro e critica a última regência que governou o Brasil antes da maioridade de Dom Pedro II, que viria quatro meses depois.
É assustador! Se um artigo de 177 anos atrás que põe o dedo na ferida de um governo eivado de imoralidades e rejeitado pelo povo serve para ilustrar perfeitamente o governo atual podemos concluir que a política em nosso país é a mesma do tempo do império, que os brasileiros estão muito mais acomodados hoje do que no tempo do império e que governos praticam crimes contra o povo seja qual for o regime ou sistema de governo: monarquia ou república, ditadura ou democracia.
Se não nos dermos conta da complexidade do problema jamais o solucionaremos.
Não é uma operação policialesco-judiciária que vai acabar com isso.
O que estamos vendo é o contrário: um governo corrupto e unido acaba com a operação policialesco-judiciária antes de ser destruído por ela.
EEUU seguirá armando a rebeldes sirios
Rebeldes del Ejército Libre de Siria (ELS), durante un entrenamiento militar en la ciudad de Alepo (norte de Siria)
EE.UU. continúa entrenando a los rebeldes sirios en su base en Jordania, revela un portavoz de la Brigada Al-Umari del llamado Ejército Libre de Siria (ELS).
En declaraciones publicadas este sábado por la agencia de noticias local Smart News, la mencionada fuente ha informado de que Washington provee entrenamiento a los grupos rebeldes sirios para luchar contra la banda terrorista EIIL (Daesh, en árabe).
El informe se difunde en medio de los rumores que indicaban que Estados Unidos había desechado completamente este programa. Además, las autoridades estadounidenses han aclarado que no entrenan ni ayudan a los grupos rebeldes en su lucha contra el Gobierno de Damasco y sus aliados en el sur de Siria.
En reacción a dicha decisión, muchas facciones rebeldes han abandonado la supuesta coalición antiterrorista, liderada por Estados Unidos, para expresar su descontento.
Por otra parte, varios grupos rebeldes en el sur de Siria han formado una coalición propia enfocada en combatir a las fuerzas del Gobierno sirio y sus aliados. Esta nueva coalición no recibirá ningún apoyo de EE.UU. ni de Jordania, pues, según ella, estos Estados no buscan combatir a Daesh.
Durante el mes de febrero circulaba información que precisaba que la Agencia Central de Inteligencia de EE.UU. (CIA, por sus siglas en inglés) había paralizado su programa secreto destinado a armar y equipar a los rebeldes para derrocar al presidente de Siria, Bashar al-Asad, debido a la ineptitud de los grupos armados sirios, en especial al pésimo rendimiento del llamado ELS —uno de los principales receptores de armas estadounidenses— en el campo de batalla.
En el transcurso de los seis años desde que comenzara la crisis siria, Estados Unidos ha lanzado varios programas para tratar de armar a los ‘rebeldes moderados’, empero, estos no han sido fructíferos, ya que las armas, e incluso miembros de estos grupos, han acabado en las filas de bandas terroristas como el EIIL (Daesh, en árabe) o los rebeldes han expresado su deseo de acercarse a grupos como Al-Qaeda.
msm/ctl/bhr/mkh/HispanTv
Informe revela cómo EEUU roba antigüedades de Siria
Un convoy de las fuerzas estadounidenses cerca de Yalanli, al oeste de la ciudad siria de Manbiy (norte)
Estados Unidos está robando objetos antiguos en Siria a través de las bases militares que ha instalado en este país árabe.
Asi ha indicado este sábado el portal de noticias sirio Al-Hadath, al tiempo que ha tachado de "sin sentido" la instalación de numerosas bases militares estadounidenses en Siria.
En este contexto, ha destacado que testigos locales han revelado “movimientos sospechosos” cerca de una de estas bases, situada entre la región de Yirud y Al-Dumayr en Rif Damasco, que rodea la capital homónima.
Últimamente, varios helicópteros estadounidenses han entrado vacíos a dicha base militar, pero han salido cargados de objetos, han aseverado testigos oculares a Al-Hadath.
Además, han sostenido que en algunas ocasiones los helicópteros trasladaron máquinas de excavación a la zona y luego se aclaró que las utilizaban para explorar las regiones históricas y arqueológicas.
Estados Unidos expande el número de sus bases militares en Siria, so pretexto de luchar contra los grupos terroristas. Sin embargo, tanto Siria como sus aliados en la lucha antiterrorista han condenado la presencia de EE.UU. y su coalición en el territorio sirio, ya que esta no cuenta con la autorización del Gobierno de Damasco ni ha sido avalada por el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU).
Esta zona, que antes del inicio de la crisis en Siria fue el centro de atención de los traficantes de objetos antiguos, es un sitio arqueológico famoso por sus monedas de oro y antigüedades que podrían pesar decenas de toneladas, explica un comerciante de antigüedades sirio.
Según varios informes, los grupos terroristas también al aprovecharse del conflicto en Siria, roban y ganan millones de dólares por la venta de los objetos antiguos y arqueológicos de este país árabe.
El grupo takfirí EIIL (Daesh, en árabe) vende los objetos antiguos robados de Siria e Irak a los compradores en Estados Unidos y Europa para así financiar sus actividades terroristas, de acuerdo a los documentos presentados por una fuente de la banda ultraviolenta, recogidos en abril de 2016 por la agencia de noticias rusa RT.
fdd/ctl/bhr/mkh/HispanTv
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