sábado, 29 de julho de 2017
Venezuela: "EE.UU. está creando la sensación de que estamos al borde de una guerra"
El canciller venezolano denuncia que Caracas se enfrenta a una operación desestabilizadora orquestada por la CIA, a la que acusa de estar detrás de la oposición.
Tras orden dada por Washington a su personal diplomático y a sus familias para que abandonen la nación bolivariana antes de las elecciones del domingo, el canciller de Venezuela, Samuel Moncada, ha denunciado que el Gobierno de Estados Unidos crea deliberadamente alarmas y desinformación para sembrar el caos en su país.
"Están creando la sensación de que estamos al borde de una guerra, y de que la insurrección fascista que ellos promueven está venciendo", ha declarado este sábado el ministro de Exteriores en una alocución televisada.
"Si ellos evacúan a su personal como si fuera un acto de un país que está a punto de caer en el abismo, otras embajadas copian, porque dicen, algo saben los norteamericanos que nosotros no sabemos, entonces las líneas aéreas empiezan a copiar, algo saben estos diplomáticos que nosotros no sabemos", ha señalado Moncada.
"Es una operación de desinformación de la CIA"
Asimismo, el canciller ha asegurado que Caracas se enfrenta a una operación desestabilizadora orquestada por la CIA, a la que acusa de estar detrás de la oposición.
"Esto es una operación de desinformación", ha enfatizado Moncada, en relación a la salida de los diplomáticos norteamericanos del país bolivariano. "Vayan a las calles de Caracas hoy, alrededor de acá, y vean que no hay ningún caos", ha asegurado.
Moncada también ha comentado que la medida se produce justo cuando el Gobierno estaba en "proceso de ofrecer garantías" a todas las delegaciones extranjeras presentes en Venezuela. "Eso no lo hacen ni en Irak, no lo hacen en los países donde ellos bombardean", ha matizado el jefe de la diplomacia.
Este jueves el Gobierno estadounidense ordenó a sus diplomáticos y familiares que abandonen Venezuela antes del domingo.
Washington también autorizó la "salida voluntaria" de su personal en Caracas y advirtió a sus ciudadanos sobre los riesgos de viajar a la nación caribeña.
El 30 de julio el país está convocado a participar en la elección de los miembros de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC), un comicio que ha sido rechazado por Washington.
Venezuela y Estados Unidos mantienen una débil relación que se tensó con las sanciones anunciadas este miércoles por Washington contra 13 funcionarios y militares venezolanos.
Actualidad RT
“O Globo” e o jornalismo de guerra
A propósito do noticiário e das opiniões publicadas nesta sexta-feira, 28 de Julho, no jornal “O Globo”, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff esclarece:
1. “O Globo” mente e distorce os fatos, como de costume. O jornal continua fomentando ilações sem fundamento. Não podemos esquecer que deu lastro aos golpistas que, hoje, afrontam o país.
2. As Organizações Globo fazem um jornalismo contra as forças populares e progressistas. Nada de novo. A empresa tem experiência nisso, como mostra a História, mas, mesmo assim, é forçoso esclarecer.
3. Não é verdade que a presidenta eleita Dilma Rousseff tenha nomeado Aldemir Bendine para a Petrobrás com o propósito de bloquear acordos de leniência de empresas envolvidas na Lava Jato. “O Globo” não menciona, mas foi no governo de Dilma Rousseff que se modernizou a legislação contra as organizações criminosas e criou-se, por medida provisória, as condições para o acordo de leniência.
4. A presidenta eleita apoiou esses acordos de leniência com o objetivo de preservar as empresas e os empregos, mas punindo os responsáveis por corrupção.
5. Durante todo o seu governo, Dilma Rousseff não criou obstáculos às investigações de corrupção, não obstruiu a Justiça, nem impediu a punição de responsáveis por ilicitudes. Também nunca promoveu intervenções na Polícia Federal ou nomeou ministros de Estado com este propósito. Quem falou em derrubar o governo para “estancar a sangria” foram os políticos que – apoiados pelas Organizações Globo – promoveram o golpe.
6. Nem por isso, a presidenta eleita agiu para condenar sem provas. Sempre defendeu o respeito ao princípio do contraditório e do direito de defesa, como é típico dos regimes em que há um Estado democrático de direito. Tampouco concordou com vazamentos seletivos ou grampos sem autorização da Justiça.
7. “O Globo” manipula a opinião pública ao insinuar que Aldemir Bendine foi indicado para a Petrobras por ter relação pessoal com Dilma. Ele foi nomeado porque tinha reconhecida capacidade como gestor, demonstrada nos resultados alcançados à frente do Banco do Brasil. E, ademais, tinha perfil técnico para preencher o cargo de presidente da Petrobras, do qual a competente e honesta Graça Foster se retirou depois de longa e implacável perseguição.
8. A insistência das Organizações Globo em desconstruir a imagem da presidenta eleita Dilma Rousseff é expressão do jornalismo de guerra. Tais versões manipuladas serão desmascaradas pela História, que não encobrirá o papel vergonhoso que parte da imprensa nacional desempenhou nesses tristes dias para a democracia no Brasil.
ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Denúncia grave: Meirelles tomou medidas econômicas que valorizaram seus próprios investimentos e quebraram o país
Enquanto a Lava Jato sequestra todos os bens de Lula, avaliados em R$ 9 milhões, roubando sua aposentadoria e seu fundo de previdência, impedindo que o ex-presidente tenha dinheiro até mesmo para se alimentar, quanto mais pagar seus advogados e funcionários do Instituto, o ministro da Fazenda do governo golpista, que recebeu mais de R$ 200 milhões às vésperas de assumir a pasta, continua faturando alto com o rendimento de títulos públicos e fundos especulativos.
Segundo reportagem do BuzzFeed, que não recebe nenhum dos milionários anúncios da Petrobrás que enchem as páginas do Globo, Folha, Veja e Estadão, os investimentos de Meirelles, depois de assumir o governo, renderam mais que o dobro da taxa Selic.
Ou seja, as mesmas medidas econômicas que estão arruinando o país, esvaziando os cofres de municípios, estados e União, estão enchendo as burras da empresa de Meirelles.
Todas as teorias da Lava Jato empalidecem e perdem qualquer sentido diante da relação óbvia entre as decisões de Meirelles, que enriquecem apenas a si mesmo, e a crise econômica, que arrasta milhões de famílias à miséria.
Lula fez o Brasil se desenvolver, crescer, gerar empregos e enfrentar a pobreza, e, ao final de sua gestão, voltou a residir no mesmo apartamento onde morou durante décadas. Leva uma vida modesta, não tem contas no exterior e seus bens são humildes (sobretudo considerando a sua fama internacional e o preço de suas palestras).
Enquanto isso, Meirelles, com ajuda da Lava Jato (e de suas filhas Brasil a fora), faz o Brasil afundar cada vez mais.
Repare nos gráficos. Meirelles foi mais um rentista que usou a crise política – a mesma que desempregou milhões de brasileiros – para ganhar milhões de reais, e continua a faturar alto com a desgraça alheia.
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No Buzzfeed
Investimentos de Henrique Meirelles renderam mais que o dobro da Selic após ele assumir Fazenda
Meirelles diz que nomeou um gestor com carta branca e que ele não interfere nas decisões, para evitar conflito de interesses
Por Filipe Coutinho, repórter do BuzzFeed News, Brasil
publicado 27 de Julho de 2017, 11:39 a.m.
O fundo que administra uma parte da fortuna do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, rendeu 32% desde maio de 2016, quando ele assumiu a pasta. Esse desempenho é mais que o dobro da Selic, a taxa básica de juros e referência para investimentos.
Como o BuzzFeed revelou, Henrique Meirelles recebeu R$ 217 milhões de distribuição de lucros de sua firma de consultoria, que prestava serviços a megaempresários.
De acordo com o ministro, ele usa um “blind trust” para administrar seus investimentos. Em outras, palavras, um gestor tem carta branca para escolher onde colocar o dinheiro e, segundo o ministro, ele não interfere nas decisões.
Da fortuna do ministro, cerca de R$ 50 milhões estão num fundo de investimento Brasil, o “Sagres Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado Investimento no Exterior”. Esse foi o valor de cotas que a empresa de Meirelles transferiu para ele em setembro de 2016.
Com o CNPJ do fundo, o BuzzFeed comparou os rendimentos da carteira em três serviços disponíveis nos site de corretoras.
Esse é o gráfico do desempenho do fundo desde 2012, comparado com um rendimento próximo com a Selic, a taxa básica de juros e principal referência nos títulos do tesouro.
Os dados mostram o seguinte. Desde 2012, o fundo tinha rendimento similar a um de renda fixa, como um título do Tesouro com rendimentos da Selic. Houve, inclusive, um momento de rendimento negativo, entre agosto de 2015 e março de 2016.
Os ventos começaram a mudar em março, quando o governo Dilma já dava sinais de que estava perto do fim e o mercado financeiro entrava em viés de alta. Naquele mês, o impeachment avançou na Câmara, o ex-presidente Lula foi alvo de uma operação da Polícia Federal e sua nomeação para ministro da Casa Civil foi barrada.
Essa combinação de más notícias para o governo do PT representou otimismo no mercado de investimentos. Foi justamente nesse período que o fundo ligado a Henrique Meirelles começou a acelerar até se distanciar da Selic e decolar.
Em números, os serviços de comparação de fundos mostram um desempenho muito acima da média com Meirelles à frente. Quem investiu dede 12 de maio de 2016 a junho deste ano, teve o seguinte rendimento:
Renda fixas com rendimento próximo da Selic (101% do CDI) – 15%
Índice Ibovespa, da Bolsa de Valores – 18%
Fundo de investimento Sagres – 32%.
No mundo dos investimentos, a taxa de comparação é o CDI, similar à Selic do governo federal. Na ponta do lápis, o fundo rendeu 219% do CDI.
Plantão Brasil
Manifestantes lotam as ruas de Caracas em defesa da Constituinte e Maduro volta a chamar a oposição para um diálogo de paz
O povo revolucionário tomou nesta quinta-feira (27) a avenida Bolívar, em Caracas, como parte do encerramento da campanha para as eleições dos integrantes da Assembleia Nacional Constituinte (ANC), que se realizarão neste domingo, 30 de julho. O presidente da República, Nicolás Maduro, propôs à oposição a instalação de uma mesa de entendimento e paz, antes da celebração da Assembleia Nacional Constituinte.
O povo com a palavra: “Teremos um novo amanhecer”
Tremulando com firmeza a bandeira tricolor venezuelana, a multidão se concentrou desde cedo no centro da capital e avançou até a tradicional avenida.
Mary Flores, uma das milhares de aposentadas graças à “Gran Misión En Amor Mayor” (um dos programas sociais do governo que beneficia os idosos pobres) disse que apoia a marcha pela Constituinte porque “a burguesia nunca vai responder pelos interesses do povo. Ganharam a assembleia (parlamento nacional venezuelano) na base do engano e usam a imunidade para assassinar inocentes, mas que se preparem, porque na segunda-feira (um dia depois da eleição para a ANC) teremos um novo amanhecer”.
Já Irene Branco, que se mobilizou desde o estado Portuguesa, acrescentou que a Constituinte permitirá blindar os direitos e reivindicações conquistados pelo povo em 18 anos de revolução. “Não vamos permitir que o direito à saúde e à educação voltem a ser privatizados. Não vamos permitir que quem não fez nada por nós venha a tirar nossas conquistas”, enfatizou.
O poder popular organizado representado em comunas e conselhos comunais também esteve presente. Darwin Lewis, da comuna que fica no estado Portuguesa, disse que apoia a Constituinte “porque com ela poderemos constitucionalizar as missões e grandes missões ante as pretensões da oligarquia de acabar com as conquistas da revolução”.
Maduro insiste no apelo à paz
Maduro pediu aos opositores que deixem de lado o “caminho insurrecional” e voltem seu foco para a Constituição, pedindo antes do início do pleito a instalação de uma “mesa de diálogo, acordo nacional e reconciliação da pátria”. “Porque, se não for assim, eu entregarei à Constituinte todo o poder de convocar de maneira obrigatória um diálogo nacional de paz com uma lei constitucional”, disse Maduro no ato de encerramento da campanha. Para ele, “não há alternativa” a não ser a Constituinte.
Maduro enfatizou que a ANC permitirá avançar até uma nova dinâmica produtiva, a qual é necessária para superar o rentismo petroleiro. Além disso, se poderá dar respaldo constitucional à lei de emprego juvenil e a outras políticas sociais.
Quanto às ameças externas, Maduro declarou que “a Venezuela tem moral para se levantar e dizer aos governos vassalos do imperialismo e ao imperialista Donald Trump que respeite a Venezuela. A Venezuela é um país de dignidade, é um país de moral. Temos que respeitar nossa pátria sempre e fazer com que a respeitem”, afirmou.
Quanto aos chamados à greve feitos pela direita, disse Maduro que “aqui não houve paralisação, aqui o que houve foi trabalho”. “O povo e a classe trabalhadora derrotaram os chamados dos seguidores de Hitler”, disse em referência aos que impulsionam a agenda violenta golpista.
“No domingo, em paz e em família, temos que ir ao amanhecer tomar os centros eleitorais em uma avalanche do povo que romperá todos os recordes eleitorais que já aconteceram na Venezuela em 18 anos”, disse o chefe de Estado.
Resistência com informações da AVN e Opera Mundi
Líder israelense queria expulsar os palestinos para o Brasil em 1967
Primeiro Ministro israelense Levi Eshkol e o ministro da Defesa Moshe Dayan durante a Guerra dos Seis Dias. Crédito- ILAN
Por Iara Haasz e Bruno Huberman - Impossibilidade do desejo dos dirigentes sionistas abriu espaço para a solução em vigência: guerra e expulsão permanente dos nativos palestinos
Passou desapercebido de quase todos no Brasil uma surpreendente revelação feita em maio deste ano. A desclassificação de arquivos confidenciais israelenses sobre o período da Guerra dos Seis Dias de 1967 revelou um desejo do então primeiro-ministro de Israel, Levi Eshkol, de despachar para o Brasil os milhões de palestinos habitante dos territórios ocupados na guerra. “Se dependesse de nós, gostaríamos de enviar todos os árabes para o Brasil“, afirmou Eshkol durante reunião do gabinete de segurança em 15 de junho de 1967.
A conversa sobre a continuação do processo de limpeza étnica na Palestina iniciado em 1948 não parou por ai. Ao que o ministro da Justiça, Yaacov Shimshon Shapira, objetou: “Eles são os habitantes desta terra e agora vocês os controlam. Não há nenhuma razão para expulsar os árabes e transferi-los para o Iraque“. E Eshkol respondeu: “Não seria um grande desastre (…) Nós não nos infiltramos aqui, o território de Israel é nosso por direito“.
Os arquivos nacionais israelenses publicaram para consulta pública milhares de documentos, gravações e depoimentos da guerra de 05 a 10 de junho de 1967, bem como das semanas anteriores e seguintes. Naqueles dias, Israel lançou um ataque preventivo contra Egito, Jordânia e Síria e acabou por ocupar os territórios da Península do Sinai, Faixa de Gaza, Cisjordânia e Colinas do Golã — todos, à exceção do Sinai, ainda sob o domínio israelense.
Na mesma reunião de 15 de junho de 1967, o ministro das Relações Exteriores da época, Abba Eban, alertou para um potencial “barril de pólvora” e os desdobramentos do regime de apartheid que Israel estabeleceu nos territórios ocupados.
“Aqui temos a presença de duas populações, uma beneficia de todos os direitos civis e a outra tem todos esses direitos negados”, declarou Eban. “É um quadro com duas classes de cidadãos que é difícil de defender, mesmo no contexto da história judaica. O mundo tomará partido do movimento de libertação deste um milhão e meio” de palestinos, acrescentou.
O MÁXIMO DE TERRAS COM O MÍNIMO DE ÁRABES
Os documentos não revelam o raciocínio por traz da escolha do Brasil como anfitrião escolhido pelos israelenses para receber os milhões de palestinos que viviam em Cisjordânia e Faixa de Gaza. O mais provável é que fosse apenas o local mais longe e vasto que Eshkol tenha conseguido pensar na hora. Em outra ocasião, o Canadá também teria sido cogitado. No entanto, os diálogos são reveladores de algumas interpretações que historiadores fazem sobre os dias que levaram à ocupação dos territórios palestinos.
Em primeiro lugar, mostra uma indecisão das lideranças sionistas sobre como realizar o antigo sonho sionista: o máximo de terras com o mínimo de árabes. Em segundo lugar, confirma, mais uma vez, o imperativo por traz das políticas israelenses para os palestinos: guerra e expulsão.
A conquista de toda a Palestina histórica sempre foi um objetivo dos pais fundadores do Estado sionista. Entretanto, sempre foi descartada pelo ônus de trazer consigo milhões de nativos palestinos, uma ameaça demográfica ao caráter judeu do Estado. A série de documentos desclassificados neste ano confirmam que, em 1967, os dirigentes sionistas deixaram de lado a razão que servia de constrangimento para os seus antecessores.
Pressionado pelos militares, o gabinete do primeiro-ministro foi tomado pela euforia da oportunidade de tornar realidade a bíblica Terra de Israel, além de tomar para si o Muro das Lamentações, o que os israelenses lamentavam não terem conseguido na guerra de 1948. Os territórios conquistados eram ainda entendidos como uma cinturão de defesa contra os inimigos externos.
A confusão vista entre as principais lideranças israelenses em relação ao destino da população nativa palestina, também ocorreu no debate sobre o status da Cisjordânia. Nos dias seguintes à ocupação, os dirigentes sionistas cogitaram estabelecer um estado palestino, discutiriam a possibilidade de dar-lhes autonomia ou um estatuto temporário. A solução, entretanto, foi a permanência da guerra.
O conflito cotidiano possibilitou conciliar os interesses divergentes dos israelenses. Por meio dela, os sionistas obtiveram acesso ao máximo de terra, colonizando-a, enquanto manteve os habitantes palestinos excluídos do coeficiente demográfico, em um processo lento e gradual de expulsão e morte. Como resultado, os territórios palestinos estão submetidos ao mesmo raciocínio até hoje. Conforme avalia o historiador israelense Tom Segev, ainda estamos presos em 1967.
Presidente checheno: dejaría el poder para proteger Al-Aqsa
El presidente checheno, Ramzan Kadyrov.
Ramzan Kadyrov dice estar dispuesto a dejar su cargo de presidente de Chechenia y marcharse a Jerusalén (Al-Quds) para proteger las mezquitas del Islam.
"Estoy dispuesto a dejar todos mis poderes y servir en las agencias que aseguran la seguridad de este lugar sagrado para todos los musulmanes, ser voluntario y proteger la mezquita Al-Aqsa por el resto de mi vida ", escribió el miércoles el presidente de la república rusa de Chechenia en su canal oficial de Telegram, según cita la agencia de noticias rusa TASS.
Para prevenir situaciones de conflicto en torno a la Mezquita de Al-Aqsa, el mandatario checheno sugirió pasar todos los derechos de este lugar sagrado islámico a Jordania.
Jordania y el régimen de Israel firmaron un tratado en 1994 que reconoce el derecho de Amán a cuidar los santuarios islámicos y cristianos de Al-Quds (Jerusalén), parte de la ciudad que fue ocupada por el régimen de Israel en la Guerra de los Seis Días de 1967.
La reciente imposición de más restricciones a la entrada y salida de los palestinos en la Mezquita Al-Aqsa, además de la sistemática represión ejercida por parte de las fuerzas israelíes contra los palestinos, ha aumentado las tensiones entre las partes y, según analistas, podrían provocar una nueva “Intifada” (levantamiento).
Los musulmanes consideran esta medida como intentos por parte del régimen de Israel de sofocar su libertad de expresión y para tratar de judaizar la Mezquita Al-Aqsa, el tercer lugares más sagrados del Islam.
El mundo musulmán denunció la decisión ‘peligrosa’ del régimen israelí de intensificar supuestas medidas de seguridad en la Mezquita y advirtió de las consecuencias del cierre del recinto religioso, además, llamó al régimen de Tel Aviv a evitar cualquier intento para cambiar el estatus histórico de este lugar sagrado.
Hasta el momento, las protestas palestinas a raíz de las disposiciones de Israel han dejado más de 1090 palestinos heridos y varios muertos, mientras que la cifra probablemente aumente en los próximos días si continúan los enfrentamientos.
El jueves por la tarde, se registraron enfrentamientos entre las fuerzas de seguridad israelíes y los palestinos en la Explanada de las Mezquitas. Esa jornada, de acuerdo con un informe, las fuerzas israelíes arrestaron a unos 100 palestinos en la ciudad de Al-Quds y la ocupada Cisjordania.
mep/ncl/hnb/HispanTv
Vídeo: Hezbolá toma la mayor base de Al-Qaeda en la frontera siria
Las fuerzas de Hezbolá logran apoderarse de la mayor base de una facción armada vinculada a Al-Qaeda en sus operaciones cerca de la frontera sirio-libanesa.
La oficina de información bélica del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) publicó el jueves un vídeo en el que muestra cómo combatientes suyos se hacen con el cuartel general de la llamada Junta de Liberación del Levante (Hayat Tahrir al-Sham), rama de la red terrorista Al-Qaeda, en la región montañosa de Arsal (noreste de El Líbano), limítrofe con Siria.
Tal como se aprecia en el vídeo, se trata de una cueva de unos 400 metros de largo excavada en la localidad de Wadi al-Jail, desde donde los terroristas dirigían sus ataques durante los últimos tres años.
Según el movimiento, los extremistas retuvieron en la base de operaciones, tomada el miércoles, a los militares libaneses que secuestraron en agosto de 2014 en Arsal. 16 de ellos fueron liberados en 2015, mientras que otros fueron asesinados.
En la cueva también se han requisado equipamiento, armas y municiones abandonados por los terroristas en su huida, recogen medios locales.
Las unidades militares de Hezbolá y el Ejército sirio lanzaron el pasado 21 de julio una gran ofensiva con miras a liberar de la presencia de "terroristas" los altos de Arsal, en el lado libanés de la frontera, y los montes de Al-Qalamun, en la parte siria.
El grupo libanés concluyó el miércoles su exitosa ofensiva, después de que la Junta de Liberación del Levante se replegara de todas sus posiciones. El jueves, Hezbolá anunció un alto el fuego en la zona.
Ahora, con los altos de Arsal en manos de Hezbolá, este movimiento tiene previsto liberar las últimas posiciones del grupo ultrarradical EIIL (Daesh, en árabe) en el área de Ras Baalbek, en la gobernación de Beqaa, también fronteriza con Siria.
mjs/mla/tmv/mrk/HispanTv
Rusia precinta una propiedad de la Embajada de EE.UU. y ordena reducir el número de diplomáticos
Moscú ha comunicado a Washington que tiene que reducir su personal diplomático en Rusia hasta las 455 personas, y ha desautorizado el uso de unas instalaciones de almacenamiento y de una propiedad de la Embajada de EE.UU. en la capital rusa.
La medida de represalia se produce después de que el Congreso aprobara nuevas sanciones contra Rusia.
"Rusia suspende el uso de todas las instalaciones de almacenamiento en la calle Dorozhnaya, así como de una mansión en Serébriany Bor, en Moscú, a la Embajada de EE.UU. en Rusia a partir del 1 de agosto", reza un comunicado publicado en la página de la Cancillería rusa.
Por otro lado, Moscú comunica a Washington que tiene de plazo hasta el 1 de septiembre para reducir el número de diplomáticos y técnicos que trabajan en la Embajada de EE.UU. en Moscú, así como en los Consulados Generales de San Petersburgo, Ekaterimburgo y Vladivostok, a 455 personas, en correspondencia exacta con el número de diplomáticos y miembros del personal técnico ruso que trabajan en EE.UU.
La Cancillería advierte de que se reserva el derecho de adoptar otras medidas recíprocas que puedan afectar a los intereses de EE.UU. en caso de nuevas acciones unilaterales de Washington.
"Las nuevas sanciones confirman la agresividad extrema de EE.UU. en los asuntos internacionales"
Según el Ministerio, la aprobación en el Congreso de EE.UU. del nuevo proyecto de ley que amplía las sanciones contra Moscú "confirma una vez más la agresividad extrema de EE.UU. en los asuntos internacionales". "Con el pretexto de su 'excepcionalidad', EE.UU. ignora arrogantemente las posturas e intereses de otros Estados", denuncia el comunicado.
La Cancillería subraya que Moscú ha estado y está haciendo "todo lo posible para normalizar las relaciones bilaterales" y desarrollar la cooperación con EE.UU. en los principales problemas de la agenda internacional. A su vez, Washington utiliza "el pretexto absolutamente inverosímil" de la interferencia de Rusia en sus asuntos internos para llevar a cabo "una tras otra acciones groseras antirrusas", que son contrarias a los principios del derecho internacional.
La nueva ley de sanciones "ha demostrado claramente" que las relaciones con Rusia se han convertido en "rehén de la lucha política en EE.UU.", afirma el comunicado. Además, el Ministerio ruso de Exteriores agrega que la nueva ley estadounidense tiene como objetivo crear, a través de herramientas políticas, "ventajas competitivas injustas para EE.UU.en la economía mundial", lo cual es un "chantaje" que amenaza a muchos países y negocios internacionales.
Finalmente, el Ministerio de Exteriores ruso destaca que, a pesar de los constantes ataques de Washington, Moscú ha estado actuando "de manera responsable y con moderación" y ha evitado hasta este momento responder a "las provocaciones evidentes" de Washington. Sin embargo, los acontecimientos recientes "indican que la rusofobia y la política de confrontación abierta con nuestro país ha arraigado en ciertos círculos de EE.UU.", se lamenta la Cancillería rusa.
Putin aprueba medidas de respuesta a EE.UU.
El mandatario ruso, Vladímir Putin, ha aprobado las medidas anunciadas por el Ministerio de Exteriores en respuesta a las sanciones de EE.UU., ha informado el portavoz presidencial, Dmitri Peskov.
Peskov ha explicado que Moscú ha decidido no esperar que el proyecto de ley sea firmado por Donald Trump, porque la aprobación del Senado equivale a que la decisión está tomada.
"Las nuevas medidas solo son los primeros pasos"
Las medidas tomadas por la Cancillería rusa son solo "los primeros pasos" en respuesta a la aprobación por el Congreso y el Senado de EE.UU. de nuevas sanciones contra Rusia, ha asegurado a RIA Novosti el vicepresidente del Comité para la Defensa y Seguridad del Consejo de la Federación (Cámara Alta del Parlamento ruso) Frants Klintsévich.
Según el senador ruso, en el futuro se podrían adoptar una serie de medidas políticas, incluida la prohibición de entrada en Rusia a los miembros del Senado y el Congreso de EE.UU. que votaron a favor de la aprobación de la ley sobre las sanciones contra Moscú. Este conjunto de medidas "puede incluir cosas bastante inesperadas", ha aseverado Klintsévich.
A su vez, el presidente del Comité de Asuntos Internacionales de la Duma Estatal rusa , Leonid Slutski, ha calificado las medidas introducidas por Moscú como "justas y adecuadas". Slutski ha agregado que durante mucho tiempo Rusia ha estado llamando a EE.UU. al sentido común, pero "Washington no le ha hecho caso".
Actualidad RT
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Boicotar o diálogo pela paz : A quem interessa?
Esta semana muito se falou sobre a visita do Aiatolá Mohsen Araki ao Brasil, para a participação em um congresso em São Paulo, que ocorrerá no próximo dia 29 no Novotel Center Norte, e que visa tratar sobre a ameaça mundial do terrorismo. Mohsen Araki, juntamente com outras dezenas de convidados de todo o mundo, e principalmente do Brasil, é um dos que discutirão e pretendem apresentar o Islã combatente ao terrorismo, que grande parte da mídia e estudiosos, não somente do Brasil como do mundo, parece ignorar ou desacreditar que exista. A prova disto é a forma como algumas organizações, veículos de mídia e até mesmo “representantes do povo” se engajaram em uma campanha para atacar e condenar o que nitidamente pouco conhecem, utilizando-se de acusações sem sentido real e de uma estratégia de instigação ao pavor. Não seria isto terrorismo psicológico? E porque é tão difícil deixar de associar o Islã ao terrorismo?
Mohsen Araki, o grande foco destes ataques, simplesmente por ser uma alta liderança religiosa do Islã, é um renomado professor com participação em atividades educacionais e sociais por todo o globo, principalmente na Europa. Mas no Brasil se tornou alvo de alguns setores justamente por ser um aiatolá, por ser originário de um país muçulmano, e principalmente, por ter posição contrária ao sionismo. Talvez esteja aqui, neste último ponto, a grande razão para o início dos ataques, que chegam a pedir que sua vinda ao Brasil seja impedida. O que é absurdo e não passa de uma histeria, já que apuramos que o mesmo é um convidado no país, e não está entrando sorrateiramente como os gritos histéricos querem fazer crer.
Há um grande engano entre os que bradam contra a visita do Sr. Araki e contra a realização deste evento, pois se privam e querem privar os demais de conhecer o que o Islã tem realmente a dizer sobre o mal do terrorismo e o radicalismo, assim como se fecham para a oportunidade de realizar um diálogo honesto com aquilo que claramente pouco conhecem, e o fazem utilizando-se de táticas nada dignas, através de ataques insensatos e cegos, que só servem para propagar ódio e a islamofobia em um país que infelizmente está seguindo este rumo à passos largos. Como dito antes, não seriam estas “estratégias” as próprias “estratégias” dos radicais e extremistas?
Parece que chegamos a um ponto em que dois lados radicais se tornaram idênticos, cada qual com suas formas de violência específica e esperando a primeira oportunidade para agir violenta e cegamente. Com isso pouco espaço resta para os que querem dialogar e chegar a consensos, para os que querem criar pontes ao invés de muros.
Vários intelectuais, políticos, veículos de mídia, líderes religiosos (de várias denominações religiosas) e líderes sociais participarão deste evento e encontram-se ansiosos por debater e trocar ideias importantes sobre o tema, um tema delicado, mas que deve ser discutido abertamente por todos, para que a ameaça do terror e do radicalismo seja realmente extirpada.
Conversando com algumas destas pessoas sobre os ataques ao evento, elas se demonstraram perplexas com as declarações que vem sendo feitas por alguns indivíduos e setores, algo que talvez não pudesse ser imaginado em um país multicultural como o Brasil.
Alegar que um evento que se propõe a condenar o terrorismo é um evento sem crédito pois receberá homens e mulheres de nações islâmicas é pura estupidez e nítida islamofobia. Vejam a que ponto chegamos!
Desejar que as portas do país se fechem para homens e mulheres que pretendem se encontrar com muçulmanos e não muçulmanos brasileiros para discutir e condenar o terrorismo e o radicalismo é ofensivo, desonesto e sim, é islamofobia. É esta a imagem que queremos que o nosso país e nosso povo tenha para os estrangeiros? É esta imagem que queremos ter de nós mesmos?
Outro ponto que checamos foram as alegações que o Irã trabalha como um financiador de instituições islâmicas no Brasil com o intuito de disseminar sua agenda religiosa e política. No entanto o encontro foi idealizado por uma instituição islâmica brasileira que diz não ter vínculo algum com outras nações (islâmicas ou não) e os convidados do evento são das mais variadas nacionalidades, sendo a maioria brasileiros e nossos vizinhos da América Latina. Dizer que é um evento iraniano somente porque um aiatolá visitará o mesmo não se sustenta, o que piora quando os opositores do evento tentam atacar a política iraniana ou fazer acusações contra o Irã através de tudo isso. Enfim, o evento não visa discutir o Irã, ele visa discutir o combate ao terrorismo e ao radicalismo.
Ainda sobre o tema do encontro, o interessante é notar como alguns críticos chegaram até mesmo a modificar o nome do mesmo de “Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo e o radicalismo” para “Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo radical” para assim ter a suposta liberdade de afirmar que o evento somente se propõe a condenar e discutir o “terrorismo radical”, o que não tem sentido algum e é uma forma de desabonar o propósito do mesmo através de um jogo de palavras que só visa a calúnia e desinformação. É claro para qualquer um que se opõe ao terrorismo que o radicalismo é a mãe de todos os males, seja o radicalismo religioso, político ou qualquer espécie dele. Ou seja, discutir a respeito do terrorismo pressupõe discutir a respeito do radicalismo também, pois são questões que se conectam, e manipular até mesmo o nome do evento para fazer crer que na interpretação dos muçulmanos exista um “terrorismo radical” e outro “terrorismo não radical” é desonesto ao extremo.
Um outro absurdo visto é associar o evento com o crescente número de conversões ao Islã no Brasil de forma negativa, ou seja, alguns opositores deixam a impressão que realizar eventos islâmicos ou discutir sobre o Islã deveria ser proibido no nosso país. Como se fosse proibido se tornar muçulmano em um país multicultural e que prega e defende a liberdade religiosa. Parece que não sabem que há uma Constituição que garante a liberdade religiosa. As pessoas que não entendem ou não aceitam isto estão claramente indo de encontro com princípios básicos de nosso pais, que é livre para todos, não importando sua fé ou cultura.
Com isso chegamos ao ataque aos refugiados. A crítica ao evento também tem sido porta de entrada para todo o tipo de fala contrária à política de acolhida dos refugiados, utilizando-se de um discurso batido que fala irresponsavelmente sobre “destruição da nossa cultura”, desemprego, aumento de violência e ameaça de terror em nossas cidades. Uma tempestade em copo d’água que tem o nítido intuito de disseminar ódio e medo.
Só nos resta lamentar a entrada deste tipo de discurso tão raso no Brasil, obra dos que não desejam e talvez nunca tenham desejado o entendimento. Que essa parcela de pessoas, com sua histeria e colocações belicosas não cresça, e que os demais compreendam que não há porque haver conflito quando se deseja o diálogo e a procura por pontos em comum, seja qual for a religião, nacionalidade ou cultura. Este evento, que alguns resolveram tentar difamar e sabotar, é uma prova real daquilo que os muçulmanos têm tentado dizer ao mundo, que o Islã e os muçulmanos procuram a paz e o convívio pacífico com os seguidores das demais religiões, e que os conflitos e desentendimentos são fruto de desinformação, desvirtuação e em casos mais graves da instalação de um sentimento de caos e ódio que não possui raízes nos preceitos do islâmicos, e tampouco nos preceitos das demais religiões ou de qualquer pessoa que acredite na paz. Afirmar que o Islã deseja a destruição ou a extinção do povo judaico, cristão ou de qualquer outro povo beira o absurdo e é uma ofensa aos muçulmanos que vivem em paz em praticamente todos os países do mundo, e também aos seguidores de outras religiões que vivem em paz entre os muçulmanos. O conflito não é uma regra, é uma exceção, e nos cabe conhecer as raízes verdadeiras destes conflitos e a quem os mesmos beneficiam!
Como dizem os muçulmanos… “Salam” (Paz)! Por que tem se tornado tão difícil a procura pela mesma? E cabe perguntar mais uma vez: Quem será que lucra com a guerra e o conflito?
Oriente Mídia
Nossos terroristas são melhores, segundo a mídia
Assim que a Rússia passou a bombardear terroristas na Síria, destruindo 95% da estrutura do Estado Islâmico (Daesh, Isis) e Al Qaeda, ficou mais claro o papel da mídia ocidental nos conflitos internacionais. Os grandes veículos de comunicação, atrelados à versão do Pentágono, afirmavam que “os nossos (deles) terroristas são melhores”.
Com o objetivo de fornecer apoio financeiro e militar aos opositores do presidente Bashar Al Assad, os últimos governantes dos EUA foram responsáveis por armar e financiar os movimentos terroristas mais radicais e selvagens da atualidade. Os “rebeldes” sírios não passavam de terroristas do Estado Islâmico e Al Qaeda, mas para os militares norte-americanos a principal questão era derrubar o presidente sírio para permitir a construção de um gasoduto atravessando a Síria para levar gás e petróleo para a Europa, impedindo o comércio com os russos. A guerra à Síria é puramente econômica – como todas as guerras – e não motivada por motivos religiosos ou nacionais, sectarismos, como faz crer os meios de comunicação ocidentais.
Nos últimos tempos a mídia afirmava que os terroristas eram rebeldes, e que o governo sírio era ditador, e que, portanto, os “nossos terroristas” (deles), eram melhores que o presidente Assad. Com a derrota dos terroristas, a mídia passou a reconhecer o inevitável: terrorista é terrorista, e ponto final.
Precisou Donald Trump assumir o poder para que o Pentágono parasse de mentir para o mundo através da chamada grande imprensa. E os terroristas foram colocados em seus devidos lugares.
Na Venezuela a estratégia se repete. São mais de 2.000 ONGs financiadas pelo governo norte-americano para promover a desestabilização do governo de Nicolás Maduro. O objetivo, dominar o petróleo venezuelano. Os meios: o terrorismo disfarçado de oposição.
A chamada oposição venezuelana tem utilizado os mesmos métodos do Estado Islâmico e Al Qaeda: deceparam a cabeça de um cidadão suspeito de ser bolivariano. Queimaram vivos 4 manifestantes acusados de apoiadores de Maduro. Arremetem bombas e disparam com armas de fogo contra a polícia venezuelana. Mas apesar disso, a mídia ocidental continua afirmando que os opositores venezuelanos são os mocinhos, e o governo Maduro o criminoso.
As notícias sobre os atos terroristas praticados pela oposição venezuelana são publicadas apenas em sites porque os jornais impressos e canais de televisão repetem as versões do Pentágono, isto é, “os nossos terroristas” (deles) são melhores.
Essa estratégia visa levar a Venezuela a uma guerra civil. É tudo o que o governo dos EUA deseja para invadir o país e assumir a produção de gás e petróleo da terra de Simón Bolívar.
José Gil
Temer já gastou R$ 300 bilhões para comprar votos de deputados e agradar empresários
Michel Temer já teria gasto R$300 bilhões para “comprar” votos de parlamentares contra sua denúncia por corrupção passiva, que está sendo analisada pela Câmara dos Deputados. As contas são do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), que se baseou na agenda de reuniões do presidente com deputados, a relação dessa agenda com a troca de votos e os valores que estão em jogo nos benefícios oferecidos pelo governo a esses deputados e emendas parlamentares.
“O parlamentar se declara indeciso, diz que ainda não definiu o voto. Se você acompanhar o ‘Diário Oficial’, a liberação de emendas de recursos segue uma ordem cronológica de mudança de votos. Ele é chamado ao Palácio do Planalto, submetido a conversas e agendas, ele adquire aquilo que ele quer e muda o voto”, explicou Pimenta.
No âmbito dos benefícios que atenderão a interesses de deputados para que eles votem contra a denúncia, Pimenta calculou que serão R$ 220 bilhões no chamado Refis, programa de perdão de dívidas tributárias. O projeto de lei já teve pedido de veto pela Receita Federal e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Segundo Pimenta, a proposta vai beneficiar parlamentares e, sobretudo, as empresas que financiaram suas campanhas.
O Funrural é outro projeto que estaria sendo usada como moeda de troca. O projeto vai anistiar dívidas previdenciárias de grandes produtores rurais que podem chegar a R$ 49 bilhões.
Outra recompensa que Temer estaria oferecendo aos deputados da bancada ruralista é a modificação na demarcação de terras indígenas, que vai retirar das mãos dos povos tradicionais um patrimônio de R$ 19 bilhões em terras públicas.
Isso sem falar, ainda, da liberação de emendas parlamentares. De acordo com Pimenta, foram R$2 bilhões só nos últimos dias.
Confira, abaixo, uma lista elaborada pelo The Intercept Brasil com os 10 deputados que mais receberam emendas de Temer.
Plantão Brasil
Maduro está disposto a ultrapassar fronteiras para defender Revolução Bolivariana
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que as autoridades venezuelanas estão dispostas a sair do país para proteger os interesses da Revolução Bolivariana, bem como para evitar a separação do país.
"Se a Venezuela for desfragmentada e se a Revolução Bolivariana for forçada a utilizar armas, combateremos novamente com a mesma bandeira e ultrapassaremos nossa fronteira", declarou o presidente venezuelano em entrevista à RT.
Além disso, o líder venezuelano pediu para que o presidente norte-americano, Donald Trump, "cesse sua agressão" em relação ao país. "Em particular, meu discurso é destinado ao presidente Donald Trump: cesse sua agressão contra a Venezuela e pare de interferir nos assuntos internos da América Latina", frisou ele.
O presidente venezuelano se referiu às conversas quanto ao bloqueio da Venezuela pelos EUA como "loucura absoluta". "Eles já começaram o bloqueio, o que podemos chamar de indireta, contra nosso sistema financeiro", contou Maduro.
Anteriormente, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos comunicou a adesão de 13 pessoas físicas à lista de sanções, incluindo atuais e ex-ministros, chefes da polícia da Venezuela e o vice- presidente da empresa estatal petrolífera. De acordo com um representante da administração dos EUA, essas pessoas estão ligadas ao regime corrupto de Maduro, bem como violam os direitos humanos.
Desde o início de abril, a Venezuela foi coberta por protestos em massa depois da decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) de impor limitações ao poder da Assembleia Nacional, que é oposicionista.
A decisão foi cancelada, mas os apoiantes da oposição saíram às ruas exigindo a renúncia dos membros do Tribunal e realização de eleições antecipadas. Hoje em dia, os protestos tomam força contra a convocação da Assembleia Constituinte, por medo de ser uma tentativa de mudar a Constituição do país. Segundo dados recentes, mais de 100 pessoas morreram.
Sputniknews
Fuerzas Tigre ya están en Damasco para atacar bastión rebelde
Tanques, pertenecientes a la 42ª brigada del Ejército sirio se dirigen hacia localidad Ayn Tarma, noreste de Damasco
Determinado para acabar con los terroristas en la capitalina Damasco, el Ejército sirio ha desplegado una de sus brigadas de élite y altamente entrenada.
Según han informado este jueves los medios sirios, la 42ª brigada de la cuarta división blindada fue asignada para una nueva misión de combate junto a guardias republicanos en Ayn Tarma, bastión ‘rebelde’ en el noreste de Damasco.
Anteriormente, estas tropas especiales encabezaron una ofensiva mayor en Daraa (suroeste) contra los extremistas takfiríes, pero su misión fue suspendida después de que se concluyera el acuerdo sobre las ‘zonas seguras’ en el sur de Siria.
Mencionar que para vigilar el alto el fuego en las zonas seguras en el país árabe, se desplegaron fuerzas rusas en los suburbios al este de Damasco: Daraa, Al-Quneitra y Al-Sweida.
zss/ncl/mkh/HispanTv
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