segunda-feira, 27 de março de 2017

Funcionário de Donald Trump vai controlar a Odebrecht


Miguel do Rosário - O Cafezinho

A manchete parece sensacionalista, mas não é.

Ela é dolorosamente verdadeira.

A Lava Jato definiu que durante três anos, ou seja, durante quase todo o mandato de Donald Trump, que aparelhou seu governo com altos executivos de empreiteiras, petroleiras e lobistas da indústria militar, um americano do Departamento de Justiça (DoJ) do governo Trump, será responsável por “monitorar” os trabalhos da Odebrecht.

O DoJ é o equivalente do nosso ministério da Justiça, ou seja, responde diretamente à Casa Branca…

É permeável, portanto, aos interesses do setor privado americano. O Ministério Público brasileiro, ao que parece, também…

Nunca se viu um país entregar tão fácil as suas maiores empresas ao imperialismo.

A Lava Jato pode entrar para o Guiness: como destruir um país e entregá-lo em mãos estrangeiras em menos de três anos.

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Do Estadão

Os dois monitores escolhidos para vigiar o grupo Odebrecht pelos próximos três anos iniciaram nesta semana os trabalhos de acompanhamento das práticas anticorrupção que vêm sendo adotadas pela empreiteira. Durante quatro dias, entre terça-feira e ontem, o brasileiro Otavio Yazbek e o americano Charles Duross – respectivamente nomeados pelo Ministério Público Federal e pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) – se reuniram com executivos de várias áreas do grupo, envolvido na Operação Lava Jato.


OPERAÇÃO LAVA JATO: APENAS UMA TRAGÉDIA NACIONAL? POR QUE O BRASIL NÃO DEIXA DE SER COLÔNIA? UM POVO FADADO À MISÉRIA?


“Qualquer reflexão sobre o emprego de modelos (informacionais conduz também a problemas filosóficos fundamentais, em especial a objetividade das informações, descritivas do meio exterior, e, por conseguinte, do problema do conhecimento.” Louis Couffignal, Les Notions de Base, Gauthier-Villars Éditeur, Paris, 1958 (tradução livre)

Pedro Augusto Pinho*

A Teoria da Informação teve extraordinário desenvolvimento após a II Grande Guerra. Não só no estudo da produção, transmissão e recepção de mensagens, mas nas transformações sociais trazidas pelos novos sistemas e instrumentos de comunicação. Em 1962, o pensador francês Edgar Morin apresentou seu livro “L’Esprit du Temps” (resultado de pesquisas nos dois anos anteriores) no qual procurou entender a configuração cultural da sociedade ocidental afetada pela “cultura de massa”. Em 1974, ele afirmava que “o espírito do tempo” já era outro.

Em diversos artigos, nos quais analiso a tomada do poder pelo capital financeiro, ressalto que este capitalismo soube, melhor do que qualquer outra ideologia, se apropriar e utilizar os recursos da tecnologia da informação. Não só na parte instrumental das transmissões de dados, como nos efeitos psicossociais das comunicações.

No Brasil, onde as elites dirigentes ocultam nossa história para manter adormecida e ignorante a população, este poder, que designo banca, encontrou terreno fértil e seguro para se espalhar e dominar. O caro leitor tem dúvida?

Pergunto-lhe então onde estudou, nos seus livros didáticos, as figuras do Cônego João Batista Campos, ou dos heroicos Eduardo Angelim, Lucas Dantas, Sepé Tiaraju, ou, ainda, viu o mapa do Brasil quando foi “elevado à condição de Reino Unido”? E agora, com a “escola sem partido”, será ainda mais difícil conhecer nossa própria história. Passo fundamental para continuar na escravidão colonial.

Estas considerações preliminares objetivam entender a farsa da Operação Lava Jato, pois não surgiu por um acaso nem se destinou a combater a corrupção no Brasil. Ela foi programada, como o foram, com os mesmos e velhos pretextos, outros movimentos para impedir, mais uma vez, que o País conquistasse um simples degrau na busca da soberania e da cidadania para todos seus habitantes.


Penso que só a mente obnubilada, tomada totalmente por falsas questões, pode imaginar que um único partido político – o PT -, administrando pela primeira vez o País e com uma miríade de outros partidos, conseguisse transformar sua gestão na “pandemia corrupta”. Só com ajuda divina, pois materialmente e politicamente isto seria impossível. Tanto que as denúncias, nem sempre publicadas na imprensa, não eximem qualquer partido das ações corruptas.

Mas há, houve e haverá corrupção no Brasil, sempre que se prosseguir mantendo um Estado fraco (Estado Mínimo) e constantemente hostilizado para que não construa o modelo de fiscalização eficaz, promova a transparência nos negócios públicos e permita o acesso de todos aos atos e fatos governamentais. Não é o que fizeram em toda nossa história os donos do Poder? Por que levaram ao suicídio e ainda hoje combatem a herança de Getúlio Vargas? Por que depuseram com estes mesmo falsos pretextos o seguidor de Vargas, João Goulart? E por que aplicaram um golpe no General Ernesto Geisel, que representava um governo nada agressivo à burguesia brasileira?

Porque sempre fomos uma colônia. Nossa elite governamental, que o grande pensador Darcy Ribeiro adjetivava como inteligente e cruel, só servia e continua defendendo os interesses estrangeiros e se satisfaz com as percentagens recebidas e a sua manutenção no poder local. E para isso constrói uma história, que não é a do povo brasileiro, e difunde questões que não dizem respeito a nossa soberania e desenvolvimento. Lembram do deificado tripé macroeconômico, indispensável para o crescimento nacional, e tantas outras falsas e ferozes razões?

Este colonizado brasileiro, que enaltece um magistrado agente treinado nos Estados Unidos da América (EUA) – sob as ordens da banca – com muitos outros comparsas para desfigurar uma realidade, sobejamente conhecida como a praticada pela elite, atribuindo-a, mesmo sem provas, a um líder popular e seu partido, apoia o golpe que lhe deixa sem trabalho e sem aposentadoria.

Iniciei tratando da informação. A mídia ocidental, de dúzia e meia de donos, é o instrumento doutrinário e de desinformação da banca. Aqui, nesta colônia de banqueiros (apud Gustavo Barroso), um sistema de comunicação de massa figura entre os 18 do grupo: a Globo. Com algumas poucas famílias secundando-o, este sistema de televisão, rádio, revistas e jornais mantém toda população desinformada e doutrinada em favor da banca e contrária ao próprio País.

Esta é uma ação planejada por profissionais da colonização, com a experiência acumulada pelos séculos da dominação europeia. Este sistema sabe que a ignorância é fundamental para manter a sujeição de todos – escravos e senhores – vítimas, ao fim, deles próprios. Imagino a preocupação dos agentes ao ver que estavam destinados para educação 75% dos royalties de nossa Arábia Saudita submersa, o pré-sal. Mas logo trataram de controlar esta educação numa escola sem partido.

Tenho acompanhado as inúmeras manifestações, artigos e palestras sobre o desmonte econômico do Brasil nestes três anos da Lava Jato e dez meses do golpe de 2016. Sem dúvida inquietante e prejudicial aos brasileiros. Mas penso que mais grave ainda foram o exemplo de cinismo de um presidente, a fragilidade intelectual do atual mordomo da banca e o pouco ou quase nada que se fez pela educação libertária, pela construção do saber crítico e pela valorização dos saberes, como o definem Paulo Freire, Boaventura de Souza Santos, membros do Grupo Francês de Educação Nova (GFEN) e pedagogos conscientes das pressões atuais.

Esta colonização cultural é mais difícil de descortinar e avaliar seus danos do que aquele causado pela apropriação de nossas riquezas naturais e pelas perdas do esforço científico e tecnológico brasileiro. Estamos pois fadados a continuar colônia. Temos um exemplo que esta libertação é possível ao nosso lado: o Estado Plurinacional da Bolívia. Claro que um país de 1,1 milhões de quilômetros quadrados e 11 milhões de habitantes não tem a mesma complexidade que o nosso que já foi o sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) do mundo.

Verifique se você chama populista um governante que aumenta os salários, investe na geração de empregos e na saúde para os brasileiros. E se este reduz os salários, leva empresas à falência e o povo ao desemprego para entregar aos bancos todo resultado da produção nacional, você o considera responsável? Assim saberá se tem consciência nacional ou a mente colonizada.

Precisamos estar cientes que só a luta pela emancipação nacional possibilitará construir um Brasil justo e soberano para os brasileiros.

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado
Pátria Latina


DEPOIS DO GOLPE, DIREITA PERDEU A RUA, MAS AINDA NÃO PERDEU O PODER


Brasil 247 – No dia 15 de março, mais de 1 milhão de brasileiros foram às ruas em defesa de um direito básico, que é a possibilidade de se aposentar. No ponto alto, numa Avenida Paulista lotada, o ex-presidente Lula discursou contra um governo golpista instalado no poder para tirar direitos dos trabalhadores.

"O golpe foi para colocar um cidadão sem nenhuma legitimidade para acabar com as conquistas sociais do povo", disse Lula.

Onze dias depois, neste 26 de março, a mesma Paulista ficou às moscas, depois de um protesto convocado por movimentos como MBL e Vem pra Rua, que foram instrumentos do golpe parlamentar de 2016.

Tais movimentos perderam a capacidade de mobilização depois que seu governo – o de Michel Temer – produziu a maior depressão econômica de todos os tempos, rasgou a CLT, tenta acabar com as aposentadorias e ainda se prepara para aumentar impostos na próxima terça-feira, sem contar o fato de que tem nada menos que nove ministros investigados por corrupção.

Ou seja, muitos brasileiros que saíram às ruas antes do golpe foram iludidos ou manipulados.

Agora, o fiasco deste domingo abre espaço para que a esquerda reconquiste as ruas e devolva a democracia ao Brasil.




Inteligência dos EUA diz que Rússia vai interferir nas eleições na Alemanha e França


Senador norte-americano declara que a Rússia estará alegadamente tentando influenciar o resultado das eleições na França e na Alemanha. Isto foi afirmado por Mark Warner, representante do Partido Democrata e membro da Comissão de Inteligência do Senado dos EUA ao canal NBC.

O senador lembrou que "a Rússia interveio" nas eleições nos Estados Unidos usando "ataques de hackers e trolls pagos". "Sabemos que a Rússia já interveio naquele tempo, e vai tentar fazer o mesmo na França e na Alemanha", disse Warner ao NBC.

Anteriormente o chefe do Serviço de Inteligência Federal da Alemanha (BND) Bruno Kahl também não descartou a possibilidade de interferência de Moscou na campanha eleitoral no país e acusou a Rússia de ataques informáticos contra os servidores do Bundestag alemão. As autoridades oficiais russas, por sua vez, têm repetidamente rejeitado estas acusações da inteligência dos EUA sobre a interferência aos assuntos de outros países.

Sputniknews

Vídeo: Corea del Norte abate a soldados de EEUU con tiros mortales



Pyongyang ostenta en un vídeo la destreza de los jóvenes tiradores de su Ejército, en el que incluso se ve a soldados de EE.UU. siendo alcanzados por certeros disparos.

En la primera parte de la grabación, difundida este fin de semana por el Gobierno norcoreano, se ve cómo los jóvenes soldados realizan disparos certeros y dan con exactitud en el blanco utilizando diferentes tipos de arma.

“Nuestros tiros mortales no solo resuenan en los polígonos y estadios”, es el eslógan que acompaña el vídeo.

En la segunda parte del vídeo aparecen militares, cazas y destructores de EE.UU. y un período trágico que sufrió la nación norcoreana durante la Guerra de Corea (1950-1953). Luego siguen escenas de los tiradores de Corea del Norte e imágenes de soldados estadounidenses siendo empleados como dianas en prácticas de tiro.

“EE.UU. provoca por la fuerza la tragedia de una guerra nuclear contra la nación, después de que sacudieran al pueblo coreano con una guerra terrible y cruel en la década de los 50”, se recalca en la grabación.

Se trata del segundo vídeo de propaganda que las autoridades norcoreanas divulgan a lo largo de esta semana.

El 7 de marzo, Pyongyang denunció las amenazas de Washington y alertó de que los ejercicios militares entre EE.UU. y Corea del Sur podrían derivar en una “guerra real” y conducir a la zona hacia un ‘desastre nuclear’.

El secretario de Estado de EE.UU., Rex Tillerson, dijo el pasado viernes que se había acabado “la paciencia estratégica” de Estados Unidos hacia Corea del Norte y que no descartaba un conflicto militar con el país asiático.

En respuesta, Pyongyang urgió a la Administración estadounidense a escuchar la voz de la preocupación dentro de su país sobre las graves consecuencias que le supondría un ataque preventivo contra Corea del Norte.


Pyongyang: No dejaremos a “ningún estadounidense vivo” si hay guerra

Corea del Norte amenazó con no dejar a ningún estadounidense vivo en el caso de que ambos países se encuentren en un nuevo enfrentamiento.

“Ha pasado para siempre la época en la que Estados Unidos nos chantajeaba con armas nucleares; ahora EE.UU. ya no es una fuente de amenaza y miedo para nosotros”, afirmó el lunes el líder de Corea del Norte, Kim Jong-un, según la agencia norcoreana Express.

Kim realizó tales declaraciones durante una celebración para conmemorar el 62 aniversario del fin de la Guerra de Corea (entre 1950 y 1953).

Si bien no se ha firmado un acuerdo de paz, el aniversario (que se celebra cada año), es considerado por el Gobierno de Corea del Norte como una victoria sobre el imperialismo de los Estados Unidos.

Además, el general Pak Yong-ski del Ejército Popular de Corea, en un acto separado, pronunció un discurso y enfatizó que si el país norteamericano provoca otra guerra con Pyongyang, Corea del Norte combatirá hasta que no quede nadie para rendirse.

Pak, quien se cree que será el nuevo ministro de la Defensa del país asiático, declaró que la pasada guerra de Corea provocó el inicio de una cuesta abajo para EE.UU., pero la segunda guerra traerá la destrucción final para el imperialismo estadounidense.

Las tensiones entre EE.UU. y Corea del Norte aumentan cada día. Washington, para contrarrestar a Pyongyang, mantiene desplegados cerca de 30.000 soldados en el territorio surcoreano, mientras que Corea del Norte amenaza con lanzar misiles nucleares contra el territorio estadounidense en caso necesario.

ftn/ktg/rba/HispanTv

¿Por qué suspenden la actividad de los Testigos de Jehová en Rusia?


El 5 de abril, el Tribunal Supremo de Rusia tomará la decisión final sobre la organización y su funcionamiento en el país.

Este 23 de marzo, el Ministerio de Justicia de Rusia suspendió la actividad de la sede local de los Testigos de Jehová. La organización, nacida en EE.UU., ha sido incluida en la lista de entidades religiosas y públicas cuyo funcionamiento ha sido interrumpido por ejercer actividades extremistas.

La suspensión estará vigente hasta el 5 de abril, cuando el Tribunal Supremo considere el caso y emita una decisión final sobre el reconocimiento de los Testigos de Jehová como un grupo extremista y su funcionamiento en Rusia.

La organización internacional de los Testigos de Jehová, que cuenta con ocho millones de seguidores a nivel mundial, tiene 175.000 seguidores en Rusia. "Para nuestros 175.000 seguidores probablemente llega el periodo más preocupante de su vida", comentó Vasily Kalin, presidente del comité directivo de la sede rusa de los Testigos de Jehová.

"Si el Ministerio de Justicia se sale con la suya, los creyentes pueden enfrentarse [a penas de] hasta 10 años de prisión", aseguró, y agregó que el reconocimiento de la organización como extremista conducirá a la confiscación de los bienes pertenecientes a la comunidad.

¿Una secta?

La sede principal de la organización está a cargo de la dirección de las filiales en el territorio ruso. A nivel regional, los Testigos de Jehová a menudo tienen problemas con la ley, se les imponen multas por posesión de materiales extremistas o se les ordena judicialmente el cierre de sus centros.

De acuerdo con el Ministerio de Justicia ruso, en el periodo del 8 al 27 febrero se llevó a cabo una inspección no programada de su actividad que reveló que la organización viola reglamentos y contradice la legislación rusa en el campo de las acciones contra las actividades extremistas.

Muchos consideran a los Testigos de Jehová como una secta e incluso una 'secta totalitaria'. "A diferencia de las sectas clásicas como los bautistas, los Testigos de Jehová controlan duramente a los miembros de su comunidad, limitan sus derechos civiles, regulan todos los aspectos de su vida, los engañan durante el reclutamiento y los explotan", sostiene Alexánder Dvorkin, profesor y especialista en religiones, citado por RIA Novosti.

Actualidad RT

Cazas británicos bombardearon Mosul el mismo día que murieron decenas de civiles


El Ministerio británico de Defensa ha confirmado que sus aviones llevaron a cabo ataques aéreos en el bastión del EI en Irak el 17 de marzo, pero no tiene evidencias de que se produjeran víctimas civiles.

Aviones militares de la Real Fuerza Aérea del Reino Unido (RAF) estuvieron presentes en el espacio aéreo de la ciudad iraquí de Mosul el pasado 17 de marzo, cuando la ciudad sufrió el que podría haber sido uno de los bombardeos más mortíferos. El Ministerio británico de Defensa confirmó que sus aviones llevaron a cabo ataques aéreos en Mosul aquel día, aunque puntualizó que "no ha visto evidencias" de que se registraran víctimas mortales entre civiles, informa 'The Telegraph'.

Esta semana medios británicos informaron que cazas polivalentes británicos Typhoon participaron el 17 de marzo en 11 ataques contra oeste de Mosul, en los que mataron a cinco yihadistas del Estado Islámico con misiles guiados por láser.

El mismo día decenas de personas murieron bajo los escombros de un edificio que se vino abajo por explosión provocada por un ataque aéreo, según testigos. La coalición estadounidense contra el Estado Islámico, en la que también participa Reino Unido, confirmó que bombardeó esta zona aquel mismo día.

Sin embargo, según la versión de las fuerzas armadas de Irak, la explosión se debió a que el edificio fue minado por el EI con bombas trampas.

La Organización Mundial de Salud confirmó al menos 100 víctimas mortales entre las personas que, aparentemente, buscaron refugio en un edificio.
El Ejército de Irak calcula que fueron sacados 61 cuerpos sin vida de entre los escombros.
Políticos locales afirman que fueron más de 200 los muertos.
El portavoz del Ministerio de Defensa británico afirmó que su Fuerza Aérea tiene "procesos de puntería rigurosos" y que "provee de preciso apoyo aéreo cercano" a las fuerzas terrestres iraquíes que participan en "los duros combates en condiciones urbanas". Asimismo, afirmó que "continuará intentando minimizar el riesgo de víctimas entre civiles", si bien reconoció que éste "no puede ser eliminado completamente".

Actualidad RT

SALAH AD-DIN / SALADINO


ÁRABES EN LA HISTORIA – ṢALĀḤ AD-DĪN – SALADINO- Sultán de Egipto y Siria, conquistador de Jerusalén y unificador del Medio Oriente

La Voz del Árabe(LVÁ) – Salah al-Din Yusuf; cuyo nombre completo era Al-Nāsir Salāh ad-Dīn Yūsuf ibn Ayyūb Tikrit, mejor conocido como Saladino en Occidente, nació en Tikrit, actual Irak en 1138 en el seno de una familia kurda. Piadoso desde su juventud se unió a su padre Najm ad-Din Ayyub y a su tío Asad al-Din Shirkuh en la carrera de las armas al servicio de Imad Ad-Din Zengi bin Al Sunqur, gobernador turco quien unificó el norte de Siria e Irak. A consecuencia de sus victorias, el padre de Saladino obtuvo el gobierno de Baalbeck, y después de que su familia apoyó al emir Nur el-Din como sucesor de Zengi, fue recompensado con la gubernatura de Damasco. A su vez, el tío Shirkuh se convirtió en Comandante del ejército al que acompañó Saladino, quien tuvo una papel relevante en las expediciones que, entre 1164 y 1169, Nur el Din envió a Egipto en apoyo del visir Shawar del califa fatimí Adheh Ledinillah (Al-‘Ādid) de Egipto, que fue depuesto por su rival Dirgham, así como para defender el territorio de los ataques de Amalarico I (Amaury) rey de Jerusalén.

Tras la restitución del visir, el ejército al mando de Shirkuh permaneció en Egipto y el 18 de enero de 1169 fue nombrado gobernador y representante del sultán sirio, pero falleció poco después y Saladino lo reemplazó como Visir y comandante de las tropas sirias en Egipto. Con esta designación Saladino se apegó más a la religión, tuvo que sortear una situación difícil con su creencia sunita en un Egipto chiita, reorganizó el ejército con elementos sirios y kurdos, enfrentó la fallida campaña de Amalarico en su asalto a Damieta; y debió equilibrar sus lealtades entre sus dos señores, al-Adid y Nur el-Din. Por otra parte, Saladino fundó mezquitas y madrazas sunitas, y con la tolerancia obtuvo el apoyo de coptos y judíos, claves en el rubro de la economía, y Egipto recuperó su lugar como centro de la vida intelectual.

En 1170, Saladino lanzó sin éxito una campaña contra el Reino de Jerusalén y por otra parte evitó participar en un ataque combinado con Nur el-Din contra el Krak de los Caballeros, para no tener que ver a uno de sus amos, que le ordenaba por instrucciones del Califa de Bagdad disolver el Califato fatimí, sin embargo sólo tuvo que tener paciencia pues el 17 de junio de 1171 falleció el sultán a quien sustituyó. Abolió el califato fatimida shiita, proclamó el regreso del Islam sunita a Egipto, se convirtió en el único gobernante del país y fundó la dinastía Ayubí (hay autores que señalan que fue fundada diez años después), si bien era vasallo de Nur el-Din, quien recelaba del poder de su lugarteniente, en la práctica era independiente y, a través de sus parientes, ocupó Cirenaica en 1172 y al año siguiente conquistó el norte de Nubia, tras la cual siguieron las del resto de Libia, Yemen y la zona costera del Mar Rojo y las ciudades de La Meca y Medina.

Nur el-Din falleció en 1174 y Saladino lo reemplazó al desposeer al heredero, el infante As-Salih Ismail al-Malik; salió ileso de la conspiración de la secta de los asesinos y victorioso en sus enfrentamientos contra los Cruzados en Hama y Homs, y de las fuerzas combinadas de Alepo y Mosul organizadas por Saif al-Din dirigente de los zénguidas. Obtuvo la victoria en Alepo el 13 de abril de 1175 que también conllevó a que los consejeros de as-Salih reconocieran su dominio sobre Damasco y otras importantes poblaciones.


Tras la invasión de Damasco por los Cruzados en 1177, Saladino luchó en Ascalón y fue sorprendido en Tell Jezeren donde sufrió una derrota por parte de Balduino IV, rey de Jerusalén, en la batalla de Montgisard que salvó la toma de Jerusalén por los musulmanes. A principios de 1178 Saladino se volvió a enfrentar contra las tropas de Balduino a las que derrotó en la Batalla de Marj Ayyun y un año después obtuvo una victoria clave en la Batalla del Vado de Jacobo.

En 1183, Saladino regresó a Damasco tras conquistar Edesa, Amida y Direrbekir; lograr la sumisión de Mosul, Alepo y de todos los sultanes y emires de Mesopotamia que se habían convertido en aliados o tributarios suyos. El califa de Bagdad an-Nasir le dio en nombre del Profeta la soberanía de los territorios conquistados por sus armas que incluían, además de Egipto, Siria y el norte de Mesopotamia, a Hiyaz, Yemen, y la costa del norte de África hasta la frontera de Túnez. En consecuencia Saladino fue proclamado sultán de El Cairo y de Damasco y adoptó el sobrenombre de Salah el Din, pues se le conocía con el nombre de Yusuf. Gradualmente su reputación creció como un líder generoso y virtuoso, pero firme, alejado del engaño, la ostentación y la crueldad.

La Guerra Santa entre musulmanes y cristianos tuvo la parte culminante en 1187 cuando Saladino invadió el Reino de Jerusalén y enfrentó al rey Guido de Lusignan, a quien derrotó en la Batalla de Hattin, tras lo cual conquistó Galilea y Samaria, tomó Accre, Arsuf, Nazaret, Cesarea y Haifa, a la que siguieron, Sidón, Beirut y Biblos, y el 2 de octubre de 1187 se rindió Jerusalén. Saladino en un acto de generosidad perdonó la vida a todos los habitantes, aunque sus emires exigieron que pagaran impuesto por persona; dio muerte a su más férreo contrincante: Reinaldo de Châtillon, pero liberó al rey cuando le entregó la ciudad de Ascalón, y finalmente pudo ingresar a la mezquita de Al-Aqsa y entregó los sitios sagrados cristianos a sacerdotes ortodoxos.

Saladino enfrentó la Tercera Cruzada que se prolongó de 1189 a 1192 que no logró reconquistar Jerusalén aunque fue vencido por el rey Ricardo Corazón de León en Jaffa, lo que llevó a la suscripción de un tratado de paz, por el cual la Ciudad Santa permanecería bajo control musulmán, pero los cristianos podrían hacer peregrinaciones. El 4 de marzo de 1193 falleció Saladino y se convirtió en leyenda. Para los musulmanes fue uno de los máximos exponentes del esplendor de la civilización islámica, para los cristianos se convirtió en uno de los más grandes guerreros de todos los tiempos, con grandes valores de justicia y administración y convirtió a Egipto en el más poderoso Estado musulmán.


Tumba de Saladín en Damasco, Siria.

domingo, 26 de março de 2017

Publicado no Seminário pela internet sobre os Ensinamentos Imortais Revolucionários dos Grandes Homens do Monte Paektu - Lima, Peru


A reunificação da Coreia pelas mãos dos Grandes Homens do Monte Paektu

O mundo conheceu entre os anos de 918 a 1392 uma nação unificada e fortificada chamada Koryo - que ao longo das décadas passou a se chamar Coreia. Esta nação – Koryo – foi exemplar e magnífica em sua concepção, demonstrando nos avanços verificados nas artes e na cultura o valor e a essência do povo coreano unificado.

Nas décadas seguintes o país viveu períodos conturbados na política nacional e internacional, que afetaram de certa forma, como ocorre com todas as nações, a continuidade de sua herança imortal experimentada pela nação Koryo.

No mês de agosto de 1910, dentro da política expansionista do Japão imperialista, a Coreia foi ocupada por uma força militar muito superior, que trouxe desgraça e destruição para muitas cidades e aldeias coreanas. O império japonês tentou dominar a Coreia de agosto de 1910 a agosto de 1945, sofrendo duramente com a heroica resistência do povo coreano que não aceitava e não se submetia à dominação japonesa. Entretanto, nesse período grande parte das riquezas nacionais da Coreia foram roubadas pelo invasor nipônico.

O governo japonês, nesse período de ocupação, tentou de todas as formas dividir a Coreia e torná-la um satélite japonês, de modo a dominar e sujeitar a segurança do país e os interesses nacionais.
No dia 15 de abril de 1912 nascia em Pyongyang o primeiro dos Grandes Homens do Monte Paektu, Kim Il Sung, que liderou o país a partir de 1948 reunificou o país e fundou a República Popular e Democrática da Coreia.

Poucos países sofreram tanto quanto a Coreia com a Segunda Guerra Mundial. Os imperialistas japoneses roubaram a comida, a pecuária e metais coreanos no esforço de guerra. A presença militar japonesa no país aumentou de 46.000 soldados em 1941 para 300.000 em 1945. O Japão alistou 2,6 milhões de coreanos como força de trabalho. Cerca de 723.000 pessoas foram enviadas para trabalhar em territórios ocupados pelos japoneses no exterior. Em 1942, homens coreanos passaram a ser alistados à força pelo exército imperial japonês. Em janeiro de 1945, os coreanos eram cerca de 32% da força de trabalho japonesa. Em agosto, quando os Estados Unidos lançaram bombas atômicas contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, cerca de 25% dos mortos eram coreanos.

A liderança de Kim Il Sung mobilizou o povo coreano para lutar contra o império japonês e contra os imperialistas norte-americanos e britânicos. No período de guerra Kim Il Sung brilhava como estrategista inigualável, orador e comandante das batalhas épicas da Coreia, derrotando as tropas norte-americanas e obrigando-as a se retirarem do território coreano, até que as Nações Unidas em 25 de junho de1950, de forma covarde e traiçoeira, aprovou, por unanimidade, a Resolução 82, condenando o governo da Coreia do Norte e abrindo as portas para uma guerra comandada pelos EUA e apoiada por dezenas de países aliados – cúmplices – para promover ataques sangrentos contra o povo norte-coreano. A Guerra da Coreia foi travada entre 25 de junho de 1950 a 27 de julho de 1953
Kim Il Sung venceu também esta guerra obrigando os militares norte-americanos e seus aliados a se refugiarem no Paralelo 38.

Kim Il Sung, o primeiro dos Grandes Homens do Monte Paektu lançou as bases fundamentais para a construção de uma Coreia unificada e soberana, e liderou o país até 8 de julho de 1994, data de sua morte.

O segundo Grande Homem do Monte Paektu, Kim Jong Il, liderou a RPD Coreia de 8 de julho de 1994 a 17 de dezembro de 2011. Nesse período deu continuidade ao trabalho honrado e corajoso de seu pai, Kim Il Sung, lançando as bases históricas para a construção da Coreia Próspera, através da filosofia Juche e do enfrentamento sistemático ao imperialismo norte-americano e seus aliados, os governos títeres do Japão e Coreia do Sul, verdadeiros países ocupados por bases militares norte-americanas, usadas para chantagear e ameaçar a RPD Coreia.

Enquanto Kim Il Sung criou os alicerces filosóficos e fundou a RPD Coreia, seu sucessor Kim Jong Il encarregou-se de dinamizar a indústria, a agricultura e os meios de produção do país na direção da construção de um país próspero e socialista.

Kim Jong Il escreveu e publicou diversos livros orientado os estudiosos do mundo inteiro na filosofia Juche, e a exemplo de seu pai, enfrentou com coragem e determinação as ameaças do imperialismo norte-americano até a data de seu falecimento, em 17 de dezembro de 2011.

As eleições para a Assembleia Suprema do Povo da RPD Coreia elegeu no dia 11 de março de 2011 o marechal Kim Jong Un como líder supremo do país, o terceiro Grande Homem do Monte Paektu, filho de Kim Jong Il e neto de Kim Il Sung.

Líder carismático e corajoso, Kim Jong Un determinou a continuidade da filosofia Juche e priorizou investimentos na melhoria da infra estrutura do país, construindo novos conjuntos habitacionais, rodovias, escolas e universidades, e apoiou o desenvolvimento tecnológico do país no domínio de armas nucleares e foguetes de curto, médio e longo alcance.

O resultado dessa decisão histórica do terceiro Grande Homem do Monte Paektu foi mais uma derrota vergonhosa do imperialismo norte-americano e seus títeres, os governos do Japão e Coreia do Sul, diante do domínio da tecnologia nuclear pela RPD Coreia – algo que bem poucos países conseguiram.


Nos últimos meses a RPD Coreia realizou testes bem sucedidos no lançamento de foguetes e mísseis de longo alcance, capacitados para transportar ogivas nucleares para fazer frente às ameaças e chantagens do imperialismo norte-americano através de suas bases militares estacionadas na Coreia do Sul.

A RPD Coreia realizou também com sucesso lançamentos de mísseis a partir de submarinos submersos, e conquistou tecnologia para lançar satélites e mísseis transatlânticos.

Em resumo, o terceiro Grande Homem do Monte Paektu, marechal Kim Jong Un, veio para coroar o trabalho revolucionário dos líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il, transformando a RPD Coreia numa potência nuclear, capaz de fazer frente a toda e qualquer ameaça vinda de países inimigos contra o povo norte-coreano.

Esta etapa vitoriosa na vida do povo coreano não se encerra na questão militar, mas dá o suporte para a retomada dos trabalhos pela reunificação das Coreias, conforme foi estabelecido pelo líder Kim Il Sung no estudo de orientação política de 10 pontos para unir o país, implantar a democracia em todo o território, respeitando as diferenças políticas e ideológicas de ambos os governos.

O projeto de reunificação das Coreias é defendido pelos três Grandes Homens do Monte Paektu, pelo povo coreano e por todos os povos que desejam a paz e a democracia na Coreia, isto é, Koryo.

Curitiba, Brasil, 26 de março de 2017

José Gil de Almeida
Presidente do Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia
www.coreiapopular.blogspot.com

TEMER E MEIRELLES SUBIRÃO IMPOSTOS EM R$ 23,2 BILHÕES


Brasil 247 – Na próxima terça-feira 28, Henrique Meirelles, ministro da Fazenda de Michel Temer, anuncia seus aumentos de impostos, que antes ele prometia evitar.

O pacote de maldades envolve o fim das desonerações para a indústria, o aumento do IOF nas operações financeiras e também das alíquotas do PIS/Confins para todos os produtos da economia brasileira.

Embora Michel Temer e Henrique Meirelles prometessem não aumentar impostos, os dois estão sendo incapazes de cumprir a meta fiscal de 2017, que já lhes deu a possibilidade de fechar o ano com um rombo de R$ 139 bilhões.

O motivo: como derrubaram a atividade econômica, a arrecadação de tributos também despencou e o rombo ficou R$ 58,2 bilhões maio.

Deste total, 40% serão cobertos com alta de impostos e o restante virá de cortes no orçamento e receitas extraordinárias com concessões, segundo informam Julio Wiziak, Maeli Prado e Lais Alegreti.

"A equipe econômica pretende cobrir mais de 40% dos R$ 58,2 bilhões que terá de ajustar no Orçamento deste ano com alta de tributos, o fim da desoneração da folha de pagamento para todos os setores e a retirada de isenções fiscais para segmentos específicos da indústria. O governo conta ainda com R$ 14 bilhões de receitas vindas de precatórios e concessões de três hidrelétricas da estatal Cemig que devem voltar para a União, o que ainda depende da Justiça. Nesse cenário, que será apresentado ao presidente Michel Temer na terça-feira (28), o contingenciamento orçamentário será de R$ 20 bilhões para fechar a conta", diz a reportagem.

Depois da queda de 3,6% do PIB em 2016, primeiro ano do golpe, o governo trabalha com projeção de apenas 0,5% em 2017.

MAIS UM MINISTRO DE TEMER É DELATADO: JUNGMANN


Raul Jungmann, da Defesa, é mais um acusado por delatores da Odebrecht de levar dinheiro de caixa dois em campanha, diz o colunista Lauro Jardim, do Globo; a lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de denunciados em delações já tinha seis ministros do governo Michel Temer

Brasil 247 - Como se estivesse pequena a lista de ministros de Michel Temer citados em denúncias de corrupção por delatores da Odebrecht, eis que chega mais um: Raul Jungmann, da Defesa, acusado de levar dinheiro de caixa dois, segundo o colunista Lauro Jardim, do Globo.

A lista de 83 pedidos de investigação que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal e foi vazada por procuradores do Ministério Público à imprensa já havia seis ministros do governo.

Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Kassab (PSD), das Comunicações, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), das Relações Exteriores, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Chega de 'jogos': Governo sírio faz advertência a Israel, prometendo retaliação forte


O governo sírio anunciou que vai retaliar caso Israel continue efetuando ataques aéreos contra o território desse país árabe.

Quaisquer futuros ataques contra o território sírio receberão uma resposta com força letal e ataques de retaliação em profundidade do território israelense, comunicou o governo sírio.

De acordo com o comunicado, enviado através dos mediadores russos, os ataques contra objetivos militares sírios irão ter como resposta o lançamento de mísseis Scud (míssil balístico móvel, de origem soviética, de curto alcance) contra bases militares de Israel.
Se Israel atacar infraestruturas civis sírias, os mísseis sírios serão disparados contra o porto israelense e instalação petroquímica de Haifa. Os mísseis serão lançados sem qualquer notificação prévia, diz a nota.

Esse aviso surgiu depois de o presidente do país, Bashar Assad, ter feito uma declaração, em 20 de março, afirmando que proteger suas próprias fronteiras é um direito e obrigação de todas as nações.

"A resposta forçada da Síria aos ataques israelenses mudou as regras do jogo", disse o embaixador sírio na ONU, Bashar al-Jaafari. Ele acrescentou que tal resposta à ameaça é "apropriada e vai em conformidade com a operação terrorista de Israel" e que "a partir de agora, Israel vai considerar mil vezes [antes de bombardear de novo]".


Em 17 de março, os militares israelenses efetuaram vários ataques aéreos contra o território sírio, sendo que estes foram seguidos pelo lançamento de vários mísseis antiaéreos contra os aviões militares israelenses que sobrevoavam o território da Síria.

Um dos mísseis teria sido alegadamente interceptado pelo sistema da defesa antimísseis israelense Arrow. Porém, as autoridades sírias afirmam que eles abateram com sucesso um avião israelense nas cercanias de Damasco.
Após os incidentes mencionados, Israel ameaçou conduzir ataques especificamente para destruir as baterias antiaéreas sírias.

De acordo com as autoridades israelenses, os ataques aéreos visam combater as armas avançadas contrabandeadas para o Hezbollah no Líbano através do território sírio.

"Nossa política é muito coerente", disse o premiê israelense na sequência dos ataques. "Quando estamos a par de uma tentativa de contrabandear armas para o Hezbollah, fazemos qualquer coisa para prevenir isso, sendo que temos dados e capacidades suficientes para reagir."

De acordo com a mídia, durante seu encontro com o presidente russo, Netanyahu prometeu continuar tentando lutar contra as tentativas de contrabandear as armas para o Hezbollah através da Síria. Netanyahu negou as informações de que lhe tivesse sido pedido para cessar as operações militares na Síria.

Israel e a Síria não estiveram envolvidos em qualquer tipo de uma confrontação militar séria desde que começou a guerra civil na Síria seis anos atrás.

Sputniknews

Irán anuncia sanciones de represalia contra 15 compañías de EEUU


La oficina del Ministerio de Asuntos Exteriores de Irán en Teherán, capital.

Irán ha anunciado sanciones de represalia contra 15 compañías estadounidenses por su apoyo a Israel y las acciones terroristas de este régimen.

El Ministerio de Asuntos Exteriores de Irán ha declarado en un comunicado que estas compañías colaboraron directa e indirectamente con el régimen israelí en la perpetración de sus crímenes salvajes en la Palestina ocupada, apoyaron los actos terroristas del régimen o contribuyeron a la expansión de los asentamientos ilegales israelíes en los territorios palestinos en flagrante violación de la resolución 2334 del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU).

Por lo tanto, se prohíbe cualquier transacción con estas empresas y negocios. Además, sus activos estarán sujetos a congelación y no se expedirán visados a personas físicas que ocupen cargos en estas corporaciones o en empresas asociadas a ellas, ha indicado el comunicado.

Irán ha tomado esta decisión dos días después de que EE.UU. impusiera sanciones a 30 compañías y 11 individuos extranjeros, so pretexto de violar las restricciones existentes en cuanto a las exportaciones a Irán, Corea del Norte y Siria.

Noticia en desarrollo.

tmv/anz/nal/HispanTv