sábado, 18 de novembro de 2017

Vox Populi mostra Lula com 42% vencendo no primeiro turno


Vox Populi: Lula tem 42%, Bolsonaro, 16%
por Sergio Lirio – Plantão Brasil
Na nova pesquisa, realizada no fim de outubro, o ex-presidente mantém a liderança folgada, enquanto o deputado firma-se no campo antipetista

Vox Populi: Lula tem 42%, Bolsonaro, 16%

Por enquanto, é Lula contra Bolsonaro

Apesar do recuo um pouco além da margem de erro de 2,2 pontos percentuais em relação à pesquisa de julho, o ex-presidente Lula continua a liderar com folga as intenções de votos para a presidência da República.

Segundo o levantamento CUT/Vox Populi, realizado entre 27 e 30 de outubro, o petista aparece com 42% das preferências em uma lista com dez presidenciáveis (havia alcançado 47% na enquete anterior). Em segundo lugar, em uma posição aparentemente consolidada, surge o deputado federal Jair Bolsonaro, cujo percentual variou de 13% para 16% entre julho e outubro. Os demais postulantes se engalfinham em um patamar abaixo de 8% de citações.

A pesquisa revela ainda que Lula tem atualmente a menor taxa de rejeição entre os nomes testados. São 39% aqueles que não votariam no ex-presidente. A repulsa a Bolsonaro chega a 60%. Os tucanos João Doria e Geraldo Alckmin têm os piores índices (72%, igualmente). O Sudeste é a região que mais rejeita o petista: 51% dos entrevistados se recusariam a votar nele se as eleições fossem hoje. No Nordeste, o percentual é de apenas 20%.

Diretor do instituto Vox Populi, Marcos Coimbra acredita que só uma nova rodada de pesquisa (a próxima está marcada para dezembro) irá permitir avaliar a tendência do eleitorado. O levantamento de julho, lembra o cientista político, foi realizado ainda sob o impacto da decisão do juiz Sergio Moro de condenar o ex-presidente a 9 anos e meio de cadeia pelo suposto recebimento de vantagens indevidas no apartamento tríplex no Guarujá, litoral de São Paulo. Imóvel, ressalte-se, que nunca pertenceu ao petista. “Uma parte expressiva da sociedade considerou exagerada e persecutória a decisão do Moro e essa percepção pode, naquele momento, ter impulsionado o apoio a Lula”, avalia

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Las llamadas Fuerzas Democráticas Sirias (FDS), apoyadas por EE.UU., acusan a Turquía de secuestrar a su portavoz.


El portavoz de las FSD, Talal Silo, durante una rueda de prensa en las zonas norteñas de Siria


El miércoles, los medios locales de Siria informaron de que el portavoz de las FDS, identificado como Talal Silo, había desertado de la ciudad de Manbiy, bastión de los kurdos en la provincia de Alepo (noroeste de Siria), para unirse al llamado Ejército Libre Sirio (ELS), respaldado por Turquía.

“Silo estaba coordinando en secreto con los comandantes del ELS y cuando entró en las áreas bajo su control, cruzó al territorio turco”, dijo Ibrahim al-Idlibi, vocero del ELS.

Sin embargo, las FDS rompieron el jueves el silencio y acusaron al servicio de inteligencia turco de “haber secuestrado” a Silo, quien había renunciado a su cargo tras recibir amenazas de Ankara.

“Silo es un hombre respetuoso y cumplió de una manera profesional su trabajo hasta el último momento”, reza un comunicado de las FDS.


“Por esta razón, fue amenazado de muerte por Turquía. Creemos que Silo y su familia fueron secuestrados en una operación conjunta llevada a cabo por el servicio de inteligencia turco y los ‘rebeldes’ respaldados por ese país”, añade el texto.

El diario turco Hurriyet sostuvo el jueves que Silo había dado información a la inteligencia turca sobre la estructura de las Unidades de Protección Popular (YPG, por sus siglas en kurdo) y su ala política, es decir, el Partido de la Unión Democrática (PYD, en kurdo).

Aunque las FDS gozan del apoyo de EE.UU., el dominio de las YPG sobre las FDS ha alarmado a Turquía. Ankara ve a las FDS como una filial del Partido de los Trabajadores del Kurdistán (PKK, en kurdo), al que considerada una “organización terrorista”.

Durante mucho tiempo, las YPG han defendido un proyecto de un “gobierno descentralizado” como su objetivo en Siria y, en un intento de formalizar este proceso, establecieron una federación democrática del norte de Siria en 2016.

Mientras tanto, el Gobierno sirio tacha de ilegal la presencia de fuerzas extranjeras y de sus “títeres” en la región, y asegura que tales efectivos, al reforzar la guerra subsidiaria, no solo complican la situación, sino que obstaculizan el logro de cualquier solución a la crisis siria.

alg/ncl/tmv/hnb/HispanTv

Sarney no comando: Flávio Dino é a primeira vítima da mudança na direção da PF


Renato Rovai - Revista Forum

O novo diretor da Polícia Federal chama-se Fernando Segóvia, ex-superintendente da PF no Maranhão durante o governo Roseana Sarney. Diferentes fontes garantem que seu nome foi sacramentado no cargo após um jantar entre o presidente Michel Temer e o ex-presidente José Sarney, aquele cujo domínio da política maranhense durou 50 anos.

Se alguém tinha dúvida de que a nomeação de Segóvia não tinha sido política e que as relações dele com Sarney e o PMDB não iriam politizar as ações do órgão, pode ir tirando o cavalinho da chuva.

Ontem a PF realizou no Maranhão a “Operação Pegadores”, um desdobramento da “Operação Sermão ao Peixes”, que apura fraudes no sistema estadual de saúde iniciadas em 2012, quando o secretário de Saúde, do governo Roseana Sarney, era Ricardo Murad (PRP), cunhado dela.

Só que nesta nova etapa, Murad que era citado pela PF como líder da organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 1,2 bilhão da saúde estadual, ficou de fora das investigações.

Mais do que isso, a operação policial foi toda costurada com os grupos de comunicação locais ligados à Sarney para transformar Dino num ladrão de dinheiro da saúde. E para atacar secretários importantes do seu governo, como Márcio Jerry, também do PCdoB.

Entre outras acusações, a delegada responsável da operação diz ter achado mais de 400 funcionários fantasmas na saúde, mas não apresentou a respectiva relação de nomes. O governador Flávio Dino já requereu formalmente os nomes da suposta lista. “Estamos esperando a lista dos alegados 400 fantasmas, para verificar se isso procede, quem foi o responsável, em qual época e por qual motivo”, escreveu Dino em suas redes sociais.

A operação da PF ainda acusa o governo atual de contratar para prestar serviços à saúde uma antiga sorveteria, que teria emitido notas fiscais frias, que permitiram o desvio de R$ 1.254.409,37 (hum milhão, duzentos e cinquenta e quatro mil, quatrocentos e nove reais e trinta e sete centavos).

Até o momento, porém, não teria sido apresentado pela PF nenhum contrato assinado por qualquer autoridade do governo Dino com a tal sorveteria que teria virado empresa médica.

Ou seja, está claro que Flávio Dino vai comer o pão que o diabo amassou daqui até o final do seu mandato. E que terá que buscar fora do estado apoio para poder continuar governando.

Outro político que ousou enfrentar Sarney, o já falecido Jackson Lago (PDT), ganhou a eleição de Roseana mais foi cassado durante o governo para que ela pudesse assumir.

Quem achava que o velho Ribamar Ferreira de Araújo Costa era carta fora do baralho, enganou-se. Ele está de novo no comando. E da PF. O que não é pouca coisa para quem é especialista em fazer política da forma mais heterodoxa possível.



TEMER CEDE A LOBBY E SUSPENDE NOVOS CURSOS DE MEDICINA NO BRASIL


Brasil 247 - O governo de Michel Temer vai decretar uma moratória para impedir a abertura de novos cursos de medicina no país. O prazo será de cinco anos.

O ministro Mendonça Filho (DEM-PE), da Educação, confirma a informação. Segundo ele, o decreto para a adoção da medida já está na mesa do peemedebista, que deve assiná-lo até o fim do ano.

"Há um clamor dos profissionais de medicina para que se suspenda por um período determinado a abertura de novas faculdades, em nome da preservação da qualidade do ensino", diz Mendonça.

Segundo ele, dois editais em andamento para a abertura de novos cursos, lançados ainda no governo de Dilma Rousseff, serão concluídos.

As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

A escravidão voltou na Líbia, graças aos EUA/Otan


TV flagra 'leilão' de africanos como escravos na Líbia

Traficantes de seres humanos foram flagrados fazendo um "leilão" de imigrantes da África Subsaariana na Líbia, principal ponto de partida para as chamadas "viagens da morte" no Mar Mediterrâneo rumo à Itália.

Em uma reportagem da emissora norte-americana "CNN", criminosos aparecem vendendo prisioneiros por até 1,2 mil dinares, o equivalente a cerca de R$ 2,6 mil. Após ter recebido uma denúncia, a rede conseguiu se infiltrar em um desses leilões com câmeras escondidas e viu o tratamento dado a essas pessoas.

"800, 900, 1 mil, 1,1 mil...", diz o "leiloeiro" ao vender um nigeriano que aparenta ter cerca de 20 anos e é descrito como membro de um grupo de "garotos grandes e fortes para trabalho na fazenda". Segundo a "CNN", que presenciou um leilão em outubro passado perto da capital do país, Trípoli, 12 pessoas foram vendidas em apenas sete minutos.

"Alguém precisa de um escavador? Este é um escavador, um homem grande e forte", afirma o leiloeiro na gravação feita pela emissora. Ainda de acordo com a rede, seus repórteres conseguiram abordar dois indivíduos que haviam sido leiloados, mas eles estavam tão "traumatizados" e "amedrontados" que não conseguiam ou não queriam falar.

A denúncia chega no momento em que a Itália comemora uma drástica redução no número de migrantes forçados que cruzam o Mediterrâneo Central, resultado obtido em grande parte graças a um acordo com a Líbia.


Em fevereiro passado, os dois países assinaram um pacto, patrocinado pela União Europeia, para Roma treinar e equipar a Guarda Costeira líbia, tornando-a capacitada para fazer operações de busca e resgate no Mediterrâneo. Dessa forma, pessoas socorridas no mar são levadas de volta para o país africano, e não mais para a Itália, como acontece quando o salvamento é feito por um navio europeu.

Além de reduzir o número de migrantes forçados que desembarcam em solo italiano, o acordo desestimula novas viagens, fazendo com que milhares de pessoas se acumulem na Líbia sob poder de traficantes, que então as leiloam para não perder dinheiro.

"O sofrimento dos migrantes detidos na Líbia é um ultraje à consciência da humanidade", declarou nesta terça-feira (14) o alto comissário das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein.

O acordo para reduzir a migração clandestina no Mediterrâneo é contestado por agências humanitárias, que afirmam que a Líbia, um país em constante agitação desde a queda de Muammar Kadafi, não tem condições de garantir os direitos humanos e de acolher corretamente refugiados e migrantes forçados.

Entre 1º de janeiro e 14 de novembro de 2017, 114.606 pessoas fizeram a travessia do Mediterrâneo Central entre Líbia e Itália, número 31,10% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado.

Este é o resultado concreto da guerra promovida pelo governo dos EUA e seus cúmplices da Otan para destruir a Líbia e seu líder Muamar Kadafi, para roubar petróleo e riquezas naturais, diante do silêncio covarde e criminosos da mídia e opinião pública internacional.

Terra - Redação


Desaparecido: submarino argentino some dos radares com 37 pessoas a bordo


A embarcação foi vista pela última vez na manhã da quarta-feira (15) antes de ter sumido dos radares.
Segundo informa o jornal La Nación, o navio ARA San Juan desapareceu na zona sul do mar Argentino em 15 de novembro. De acordo com o jornal Clarín, o navio contava com 37 pessoas a bordo, entre elas, oito oficiais.



Quanto às razões de desaparecimento, o portal Jornada indica que o submarino perdeu o contato quando realizava manobras rotineiras.

Duas corvetas e um avião da Marinha participam da operação de busca no Golfo de San Jorge, perto de Puerto Madryn, comunica o La Nación, acrescentando que a busca começou devido à "perda de conexão das comunicações".

De 2008 a 2014, o submarino ARA San Juan que entrou em serviço em 1985, passou por reparos no estaleiro argentino Tandanor para estender sua durabilidade por mais 30 anos.
Durante a reparação foram substituídos quatro motores de diesel, motores de propulsão a jato e 960 baterias, válvulas e mecanismos internos.

No início deste mês, o ARA San Juan, junto com outros navios, recebeu autorização para participar de treinamentos conjuntos e missões de patrulhamento marítimo.

Sputnik Brasil

‘Denuncia de Ortega contra Maduro, de extrema utilidad para OEA’


El Secretario General de la OEA, Luis Almagro, en una rueda de prensa en Cancún, México

El secretario general de la OEA considera que la decisión de la exfiscal venezolana de pedir una orden de captura contra Maduro fortalece el proceso en la OEA.

“Será de extrema utilidad para los expertos” de la OEA, subrayó Luis Almagro después de que la exfiscal Luisa Ortega Díaz se presentara el jueves ante la Corte Penal Internacional (CPI) de La Haya para denunciar por “crímenes de lesa humanidad” a cuatro altos funcionarios del Gobierno bolivariano, y solicitara una orden de captura internacional contra el presidente Nicolás Maduro.

Al respecto, Almagro afirmó que se trata de una información relevante que, desde el punto de vista jurídico, fortalece el proceso de audiencias que él ha impulsado en el organismo para dirimir si hay base suficiente para llevar a los dirigentes chavistas ante la CPI.

Asimismo, expresó su apoyo a la medida de la exfiscal venezolana y destacó que servirá para consolidar el proceso de la OEA, donde cerró el mismo jueves sus audiencias públicas sobre Venezuela a la espera del informe final de los expertos, que determinarán si hay base para denunciar al Gobierno de Nicolás Maduro ante la CPI.

En septiembre, la OEA nombró especialistas de Argentina, Costa Rica y Canadá para estudiar posibles delitos de lesa humanidad de Venezuela mientras su iniciativa para realizar audiencias contra el país bolivariano ante la CPI por estos cargos se enfrentó a los rechazos de los países de la región.

El país bolivariano ha denunciado constantemente que los actos de Almagro, calificado de ‘traidor’ por parte del Gobierno venezolano, benefician los intereses de Estados Unidos, país este que, a juicio de Caracas, pretender provocar una intervención en el país suramericano.

fdd/ktg/tas/HispanTv

Turquía acusa a EEUU de brindar apoyo financiero a EIIL en Siria


El presidente de Turquía, Recep Tayyip Erdogan, ha acusado a EE.UU. de brindar apoyo financiero a los terroristas de Daesh en Siria.

“Estados Unidos nos decepcionó mucho. Dijeron que estaban combatiendo al EIIL (Daesh, en árabe), ¿pero qué hicieron? Entregaron a EIIL un montón de dólares”, ha denunciado este viernes el mandatario turco.

En un discurso pronunciado ante los funcionarios de su gobernante Partido de la Justicia y el Desarrollo (AKP, por sus siglas en turco) en Ankara, Erdogan ha matizado que “Daesh es un grupo armado por aquellos que dicen luchar contra el mismo”.

A su juicio, quien creó la ultraviolenta banda terrorista también creó la milicia kurdo-árabe Unidades de Protección Popular (YPG, por sus siglas en kurdo) y alentó al gobierno autónomo del Kurdistán iraquí a celebrar el ilegal referendo separatista el pasado 25 de septiembre.

Erdogan además reprobó que Washington incumplió sus promesas a Ankara sobre la retirada de las tropas kurdas de las regiones liberadas sirias.

En concreto, ha hecho énfasis en que la localidad de Afrin, en el norte de Siria y limítrofe con Turquía, debería ser segura, libre de la presencia de las YPG, un grupo armado kurdo que cuenta con el apoyo de EE.UU. y es considerado como “terrorista” por Ankara.

“No queremos establecer una alianza con ellos sobre Afrin. EE.UU. violó nuestros acuerdos de manera constantemente. En Manbiy, Al-Raqa, cuando nos ofrecimos a trabajar allí juntos (…) pero no cumplieron con su palabra”, ha agregado.

“Afrin en Siria es de suma importancia para Turquía y necesitamos que (esta localidad) se limpie de los terroristas de PYD (sigas en kurdo del Partido de la Unión Democrática) del área”, ha reclamado, según recoge el diario turco Daily Sabah.

Por otro lado, ha alabado avances notables en las conversaciones con Rusia e Irán sobre la zona de distensión en la provincia noroccidental siria de Idlib, considerado el principal bastión de los grupos armados y extremistas en este país árabe.

“La operación en Idlib continúa según lo previsto, vemos un acercamiento serio de posiciones con Irán y Rusia y queremos que la tregua en la zona de distensión sea permanente”, ha apostillado.

La denuncia del jefe de Estado turco se produce un día después de que el canciller de ese país, Mevlut Cavusoglu, criticara que las unidades kurdas apoyadas por EE.UU. están más preocupadas por conquistar territorio que luchar contra Daesh.

mjs/ktg/tas/HispanTv


Rusia veta el proyecto de resolución sobre ataques químicos en Siria presentado por EE.UU.



Moscú ha votado en contra de la prórroga del mandato del mecanismo conjunto de la ONU y la OPAQ para la investigación del incidente con armas químicas en Siria.

Rusia se ha pronunciado este jueves en contra del borrador de la resolución presentado por EE.UU. ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU), documento que aboga por la reanudación del mandato del mecanismo conjunto de la ONU y la Organización para la Prohibición de las Armas Químicas (OPAQ) que investiga los ataques químicos en Siria.

Reacciones

Tras la votación, la embajadora de EE.UU. ante la ONU, Nikki Haley, ha aseverado que con su veto Rusia demuestra que quiere un mecanismo de control de uso de armas químicas en el país árabe pero "no quiere que sea independiente" o que "culpe a Siria". Además, Haley ha enfatizado que con esta medida Rusia pretende "enterrar la verdad sobre las armas químicas en Siria".

Por su parte, el representante permanente de Rusia ante la ONU, Vasili Nebenzia, aseguró que el texto propuesto por Estados Unidos se basa en un concepto equivocado. "No había nada equilibrado en el proyecto estadounidense", indicó el diplomático.

Además, Nebenzia insistió en que el objetivo real de Estados Unidos y sus aliados era "cuestionar el papel de Rusia en el proceso político del acuerdo sirio". También expresó confianza en que los partidarios del proyecto de resolución del Consejo de Seguridad de la ONU sobre Siria serían responsables de la terminación del trabajo de la comisión investigadora.

De acuerdo con el analista internacional Francisco Coloane, EE.UU. busca de esta manera más pretextos para seguir en el plan de derrocamiento del Gobierno de Bashar Al Assad. Y aunque Washington acusa a Moscú de matar el mecanismo conjunto de investigación en Siria, se trata de un "doble estándar" teniendo en cuenta que el propio EE.UU. apoya a los terroristas.

El proyecto ruso

Poco antes de la votación del Consejo de Seguridad de la ONU sobre el borrador de EE.UU., Rusia retiró su proyecto sobre el mandato de la misión de la OPAQ para investigar los ataques químicos en Siria, ya que los miembros del Consejo no acordaron votarlo después del proyecto estadounidense.

Luego el representante permanente de Bolivia, Sacha Llorenti, apoyó el proyecto ruso, en coautoría con China, y solicitó al Consejo de Seguridad que volviera a considerarlo. De esta manera, Nebenzia sometió nuevamente el proyecto ruso a votación del Consejo de Seguridad. Sin embargo, la resolución presentada por Rusia, China y Bolivia había sido rechazada.

"Ninguna chance"

Horas antes de la votación, el canciller ruso Serguéi Lavrov señaló que el proyecto de resolución "no tiene ninguna chance de ser adoptado", dado que el documento tiene como fin "no cambiar nada, ni una sola letra" de las actividades realizadas por dicho mecanismo conjunto "en violación de la Convención sobre armas químicas", recoge la agencia TASS.

"Si intentan convencernos de que el mecanismo funciona de forma correcta, esto es una completa falta de respeto a las capacidades mentales de nuestros expertos", que —recalcó el ministro ruso— han difundido y hecho públicos todos sus informes analíticos y otros documentos.

"Nuestra actitud es constructiva", ha expresado Serguéi Lavrov al subrayar que Moscú "no niega la importancia" de las investigaciones de "cualquier incidente en Siria y en los países vecinos", si bien "hay que introducir correcciones" a las actividades del mecanismo conjunto de la ONU y la OPAQ. En ese sentido, ha recalcado que Rusia propuso tales correcciones en su propio proyecto de resolución que ya presentó al Consejo de Seguridad de la ONU.

La adopción del proyecto de resolución resultaría "inaceptable", sostuvo el canciller ruso.

El supuesto incidente químico que se produjo el pasado 4 de abril en la localidad siria de Jan Sheijun se cobró decenas de vidas, entre ellas las de muchos niños, y dejó numerosos heridos.
Washington acusó a Damasco de usar armas químicas. Con el objetivo de 'castigarlo', EE.UU. lanzó su primer ataque militar deliberado en Siria.
El Ejército sirio niega rotundamente el uso de materiales químicos o tóxicos en la localidad y responsabiliza por el ataque a los grupos terroristas que operan en la zona.
Por su parte, el presidente ruso, Vladímir Putin, declaró que "se trata de una información falsa". "A día de hoy, estamos absolutamente convencidos de que fue simplemente una provocación. Assad no utilizó esas armas", indicó el mandatario ruso, y agregó que "todo eso fue hecho por personas que querían culparlo de ello".

Actualidad RT

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

REQUIÃO COBRA A LAVA JATO: VENDER O BRASIL PODE? VENDER O PAÍS NÃO É CORRUPÇÃO?



Em pronunciamento no plenário, na segunda-feira passada, o senador Roberto Requião cobrou fortemente os operadores da Lava Jato que assistem passivamente a entrega do país e o desmantelamento do setor público sem qualquer reação. O Senador perguntou diretamente a Sérgio Moro, Deltan Dallagnoll, Carmem Lúcia, Raquel Dodge e a delegados da Polícia Federal porque nada fazem quando um governo absolutamente mergulhado na corrupção vende o Brasil a preço de banana.

TEXTO DO DISCURSO:

O juiz Sérgio Moro sabe; o procurador Deltan Dallagnol tem plena ciência. Fui, neste plenário, o primeiro senador a apoiar e a conclamar o apoio à Operação Lava Jato. Assim como fui o primeiro a fazer reparos aos seus equívocos e excessos.
Mas, sobretudo, desde o início, apontei a falta de compromisso da Operação, de seus principais operadores, com o país. Dizia que o combate à corrupção descolado da realidade dos fatos da política e da economia do país era inútil e enganoso.
E por que a Lava Jato se apartou, distanciou-se dos fatos da política e da economia do Brasil?
Porque a Lava Jato acabou presa, imobilizada por sua própria obsessão; obsessão que toldou, empanou os olhos e a compreensão dos heróis da operação ao ponto de eles não despertarem e nem reagirem à pilhagem criminosa, desavergonhada do país.
Querem um exemplo assombroso, sinistro dessa fuga da realidade?
Nunca aconteceu na história do Brasil de um presidente ser denunciado por corrupção durante o exercício do mandato. Não apenas ele. Todo o entorno foi indigitado e denunciado. Mas nunca um presidente da República desbaratou o patrimônio nacional de forma tão açodada, irresponsável e suspeita, como essa Presidência denunciada por corrupção.
Vejam. Só no último o leilão do petróleo, esse governo de denunciado como corrupto, abriu mão de um trilhão de reais de receitas.
Um trilhão, Moro!
Um trilhão, Dallagnoll!
Um trilhão, Polícia Federal!
Um trilhão, PGR!
Um trilhão, Supremo, STJ, Tribunais Federais, Conselhos do Ministério Público e da Justiça.
Um trilhão, brava gente da OAB!
Um trilhão de isenções graciosamente cedidas às maiores e mais ricas empresas do planeta Terra. Injustificadamente. Sem qualquer amparo em dados econômicos, em projeções de investimentos, em retorno de investimentos. Sem o apoio de estudos sérios, confiáveis.
Nada! Absolutamente nada!
Foi um a doação escandalosa. Uma negociata impudica.
Abrimos mão de dinheiro suficiente para cobrir todos os alegados déficits orçamentários, todos os rombos nas tais contas públicas.
Abrimos mão do dinheiro essencial, vital para a previdência, a saúde, a educação, a segurança, a habitação e o saneamento, as estradas, ferrovias, aeroportos, portos e hidrovias, para os próximos anos.
Mas suas excelentíssimas excelências acima citadas não estão nem aí. Por que, entendem, não vem ao caso…
Na década de 80, quando as montadoras de automóveis, depois de saturados os mercados do Ocidente desenvolvido, voltaram os olhos para o Sul do mundo, os governantes da América Latina, da África, da Ásia entraram em guerra para ver quem fazia mais concessões, quem dava mais vantagens para “atrair” as fábricas de automóveis.
Lester Turow, um dos papas da globalização, vendo aquele espetáculo deprimente de presidentes, governadores, prefeitos a oferecer até suas progenitoras para atrair uma montadora de automóvel, censurou-os, chamando-os de ignorantes por desperdiçarem o suado dinheiro dos impostos de seus concidadãos para premiarem empresas biliardárias.
Turow dizia o seguinte: qualquer primeiroanista de economia, minimamente dotado, que examinasse um mapa do mundo, veria que a alternativa para as montadoras se expandirem e sobreviverem estava no Sul do Planeta Terra. Logo, elas não precisavam de qualquer incentivo para se instalarem na América Latina, Ásia ou África. Forçosamente viriam para cá.
No entanto, governantes estúpidos, bocós, provincianos, além de corruptos e gananciosos deram às montadoras mundos e fundos.
Conto aqui uma experiência pessoal: eu era governador do Paraná e a fábrica de colheitadeiras New Holland, do Grupo Fiat, pretendia instalar-se no Brasil, que vivia à época o boom da produção de grãos.
A Fiat balançava entre se instalar no Paraná ou Minas Gerais. Recebo no palácio um dirigente da fábrica italiana, que vai logo fazendo numerosas exigências para montar a fábrica em meu estado. Queria tudo: isenções de impostos, terreno, infraestrutura, berço especial no porto de Paranaguá, e mais algumas benesses.
Como resposta, pedi ao meu chefe de gabinete uma ligação para o então governador de Minas Gerais, o Hélio Garcia. Feito o contanto, cumprimento o governador: “Parabéns, Hélio, você acaba de ganhar a fábrica da New Holland”. Ele fica intrigado e me pergunta o que havia acontecido.
Explico a ele que o Paraná não aceitava nenhuma das exigências da Fiat para atrair a fábrica, e já que Minas aceitava, a fábrica iria para lá.
O diretor da Fiat ficou pasmo e se retirou. Dias depois, ele reaparece e comunica que a New Holland iria se instalar no Paraná.
Por que?
Pela obviedade dos fatos: o Paraná à época, era o maior produtor de grãos do Brasil e, logo, o maior consumidor de colheitadeiras do país; a fábrica ficaria a apenas cem quilômetros do porto de Paranaguá; tínhamos mão-de-obra altamente especializada e assim por diante.
Enfim, o grande incentivo que o Paraná oferecia era o mercado.
O que me inspirou trucar a Fiat? O conselho de Lester Turow e o exemplo de meu antecessor no governo, que atraiu a Renault, a Wolks e a Chrysler a peso de ouro e às custas dos salários dos metalúrgicos paranaenses, pois o governador de então chegou até mesmo negociar os vencimentos dos operários, fixando-os a uma fração do que recebiam os trabalhadores paulistas.
Mundos e fundos, e um retorno pífio.


Pois bem, voltemos aos dias de hoje, retornemos à história, que agora se reproduz como um pastelão.
O pré-sal, pelos custos de sua extração, coisa de sete dólares o barril, é moranguinho com nata,, uma mamata só!
A extração do óleo xisto, nos Estados Unidos, o shale oil , chegou a custar até 50 dólares o barril;
o petróleo extraído pelos canadenses das areias betuminosas sai por 20 a 30 dólares o barril; as petrolíferas, as mesmas que vieram aqui tomar o nosso pré-sal, fecharam vários projetos de extração de petróleo no Alasca porque os custos ultrapassavam os 40 dólares o barril.
Quer dizer: como no caso das montadoras, era natural, favas contadas que as petrolíferas enxameassem, como abelhas no mel, o pré-sal. Com esse custo, quem não seria atraído?
Por que então, imbecis, por que então, entreguistas de uma figa, oferecer mais vantagens ainda que a já enorme, incomparável e indisputável vantagem do custo da extração?
Mais um dado, senhoras e senhores da Lava Jato, atrizes e atores daquele malfadado filme: vocês sabem quanto o governo arrecadou com o último leilão? Arrecadou o correspondente a um centavo de real por litro leiloado.
Um centavo, Moro!
Um centavo, Dallagnoll!
Um centavo, Carmem Lúcia!
Um centavo, Raquel Dodge!
Um centavo, ínclitos delegados da Policia Federal!
Esse governo de meliantes faz isso e vocês fazem cara de paisagem, viram o rosto para o outro lado.
Já sei, uma das razões para essa omissão indecente certamente é, foi e haverá de ser a opinião da mídia.
Com toda a mídia comercial, monopolizada por seis famílias, todas a favor desse leilão rapinante, como os senhores e as senhoras iriam falar qualquer coisa, não é?
Não pegava bem contrariar a imprensa amiga, não é, lavajatinos?
Renovo a pergunta: desbaratar o suado dinheiro que é esfolado dos brasileiros via impostos e dar isenção às empresas mais ricas do planeta é um ou não é corrupção?
Entregar o preciosíssimo pré-sal, o nosso passaporte para romper com o subdesenvolvimento, é ou não é suprema, absoluta, imperdoável corrupção?
É ou não uma corrupção inominável reduzir o salário mínimo e isentar as petroleiras?
Será, juízes, procuradores, policiais federais, defensores públicos, será que as senhoras e os senhores são tão limitados, tão fronteiriços, tão pouco dotados de perspicácia e patriotismo ao ponto de engolirem essa roubalheira toda sem piscar?
Bom, eu não acredito, como alguns chegam a acusar, que os senhores e as senhoras são quintas-colunas, agentes estrangeiros, calabares, joaquins silvérios ou, então, cabos anselmos.
Não, não acredito.
Não acredito, mas a passividade das senhoras e dos senhores diante da destruição da soberania nacional, diante da submissão do Brasil às transnacionais, diante da liquidação dos direitos trabalhistas e sociais, diante da reintrodução da escravatura no país…. essa passividade incomoda e desperta desconfianças, levanta suspeitas.
Pergunto, renovo a pergunta: como pode um país ser comandado por uma quadrilha, clara e explicitamente uma quadrilha, e tudo continuar como se nada estivesse acontecendo?
Responda, Moro.
Responda, Dallagnoll.
Responda, Carmem Lúcia.
Responda, Raquel Dodge.
Respondam, oh, ínclitos e severos ministros do Tribunal de Contas da União que ajudaram a derrubar uma presidente honesta.
Respondam, oh guardiões da moral, da ética, da honestidade, dos bons costumes, da família, da propriedade e da civilização cristã ocidental.
Respondam porque denunciaram, mandaram prender, processaram e condenaram tantos lobistas, corruptores de parlamentares e de dirigentes de estatais, mas pouco se dão se, por exemplo, lobistas da Shell, da Exxon e de outras petroleiras estrangeiras circulem pelo Congresso obscenamente, a pressionar, a constranger parlamentares em defesa da entrega do pré-sal,
e do desmantelamento indústria nacional do óleo e do gás?
Eu vi, senhoras e senhores. Eu vi com que liberdade e desfaçatez o lobista da Shell, semanas atrás, buscava angarias votos para aprovar a maldita, indecorosa MP franqueando todo o setor industrial nacional do petróleo à predação das multinacionais.
Já sei, já sei…. isso não vem, ao caso.
Fico cá pensando o que esses rapazes e essas moças, brilhantíssimos campeões de concursos públicos, fico pensando…..o que eles e elas conhecem de economia, da história e dos impasses históricos do desenvolvimento brasileiro?
Será que eles são tão tapados ao ponto de não saberem que sem energia, sem indústria, sem mercado consumidor, sem sistema financeiro público, para alavancar a economia, sem infraestrutura não há futuro para qualquer país que seja? Esses são os ativos imprescindíveis para o desenvolvimento, para a remissão do atraso, para o bem-estar social e para a paz social.
Sem esses ativos, vamos nos escorar no quê? Na produção e exportação de commodities? Ora…..
Mas, os nossos bravos e bravas lavajatinos não consideram o desbaratamento dos ativos nacionais uma forma de corrupção.
Senhoras, senhores, estamos falando da venda subfaturada –ou melhor, da doação- do país todo! Todo!
E quem o vende?
Um governo atolado, completamente submerso na corrupção.
E para que vende?
Para comprar parlamentares e assim escapar de ser julgado por corrupção.
Depois de jogar o petróleo pela janela, preparando assim o terreno para a nossa perpetuação no subdesenvolvimento, o governo aproveita a distração de um feriado prolongado e coloca em hasta pública o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, a Eletrobrás, a Petrobrás e que mais seja de estatal.
Ladrões de dinheiro público vendendo o patrimônio público.
Pode isso, Moro?
Pode isso, Dallagnoll?
Pode isso, Carmem Lúcia?
Pode isso, Raquel Dodge?
Ou devo perguntar para o Arnaldo?
À véspera do leilão do pré-sal, semana passada, tive a esperança de que algum juiz intrépido ou algum procurador audacioso, iluminados pelos feéricos, espetaculosos exemplos da Lava Jato, impedissem esse supremo ato de corrupção praticado por um governo corrupto.
Mas, como isso não vinha ao caso, nada tinha com os pedalinhos, o tríplex, as palestras, o aluguel do apartamento, nenhum juiz, nenhum procurador, nenhum delegado da polícia federal, e nem aquele rapaz do TCU, tão rigoroso com a presidente Dilma, ninguém enfim, se lixou para o esbulho.
Ah, sim, não estava também no power point….
É com desencanto e o mais profundo desânimo que pergunto: por que Deus está sendo tão duro assim com o Brasil.

BRASIL: QUE REPÚBLICA É ESTA?


Por Chico Alencar

Uma jovem senhora completa 128 anos: a República Federativa do Brasil. A via mais recente de sua certidão de nascimento é a Carta Magna de 1988. Ali está dito que nossa República, Estado democrático de direito, está fundamentada na soberania, na cidadania, na dignidade da pessoa humana, nos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e no pluralismo político (CF, Art. 1º).

Um sinal especial, congênito, está no Parágrafo único desse artigo: todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente.

As aparências enganam. Dona República anda muito maltratada. Persistem, a envelhecê-la precocemente, a profunda desigualdade social, o patrimonialismo, o clientelismo, a ausência de espírito público, a corrupção sistêmica, o arranjo partidário de fantasia. Dona República mora na casa mal assombrada do capitalismo de máfias ou de compadrio.

Que soberania é essa em que são vendidas a grandes consórcios internacionais, na bacia das almas, as reservas do pré-sal?

Que cidadania é essa que aceita a implementação de políticas de impacto – como privatização de tudo e cortes orçamentários brutais na área social – reagindo mais pelo desencanto do que pela indignação?
Que dignidade da pessoa humana é essa quando há 45,5 milhões de patrícios na pobreza aguda?

Onde há dignidade numa sociedade em que crescem as manifestações de truculência autoritária, de ódio ao que é diferente, de agressão aos direitos das mulheres, dos negros, dos índios, dos LGBT?

Para onde foram os valores sociais do trabalho numa ordem econômica em que 83% dos trabalhadores formais ganham até três salários mínimos, em que cresce o “precariado”, quando entra em vigor vulnerabilização jamais vista dos direitos dos que trabalham, fulminando uma CLT que já incorporara 75% de atualizações (várias delas, aí sim, necessárias)?

Onde está a livre iniciativa, se 90% dos que aqui vivem não podem ter iniciativa empreendedora alguma, por falta de condições e oportunidades?

Livre iniciativa só para os “de cima”, como os do grande capital financeiro, para quem não há crise? (Os quatro maiores bancos do país tiveram mais de 10% de lucros no último trimestre).
Que pluralismo político é esse das grandes quadrilhas partidárias, do condomínio do poder?

Da casta que trama, com êxito, modos e meios de se proteger e se reproduzir, de “estancar a sangria” que as investigações do corrupto conluio público-privado começaram a revelar?

Onde, o pluralismo no sistema em que as maiorias sociais são desestimuladas a se organizar, para que jamais possam se tornar maiorias políticas?

Por fim, que poder é esse que emana do povo, mantido à margem das decisões sobre sua vida – tarifa do ônibus ou trem, preço da cesta básica e dos aluguéis, por exemplo? Massa “domesticada” pela teleilusão criadora de falsos consensos, estimulada ao cuidar apenas de si, sob a égide do individualismo?

Oswald de Andrade (1890-1954) disse que “o Brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus”. No país da rica biodiversidade acossada por tremenda devastação ambiental, não é hora de dizer adeus, de desistir, de renunciar. Ao contrário, vamos reproclamar a República, e praticar seus valores!

TEMER MENTE E, COM ROMBO DE R$ 160 BI, DIZ QUE TIROU BRASIL DO VERMELHO


Brasil 247 - Sem qualquer constrangimento, Michel Temer publicou nas redes sociais nesta quinta-feira 16 um vídeo do PMDB em que diz ter 'tirado o Brasil do vermelho'.

"Com vontade e coragem, tiramos o Brasil do vermelho e vamos seguir em frente. Agora, é avançar!", anunciou Temer no Twitter, ao postar o vídeo.

A narração da peça diz que Temer é alvo de perseguições, e que uma delas "passou todos os limites". Mas Temer conseguiu 'desmontar a trama' e trazer a verdade à tona. "A verdade é libertadora", diz o peemedebista.

As reações negativas dos internautas não foram poucas. "É muita cara de pau! Vocês mergulharam o país nessa república de ladrões, de maracutaias. Façam um favor a todos nós, vão embora gastar tudo que roubaram. Vocês não serão presos e nada acontecerá a vocês. Mas, deixem o Brasil ser livre", respondeu um.

"Além de Golpista é mentiroso. O Brasil te odeia e vc sabe disso. Mas claro que não se importa. O bolso tá cheio de grana as custas do suor do trabalhador brasileiro, a maior vítima da sua passagem ilegítima pelo Governo. Vai te catar!", revoltou-se outro.

Nesta quinta-feira 16, economistas consultados pelo Ministério da Fazenda reduziram para R$ 157,41 bilhões a expectativa de deficit primário para 2017. Em outubro, a previsão tinha ficado em R$ 158,43 bilhões. Para 2018, a projeção subiu de um deficit de R$ 155,61 bilhões para R$ 156,40 bilhões.

Síria pode se tornar segundo Vietnã para EUA


O deputado turco do Partido da Justiça e Desenvolvimento, Metin Kulunk, ao discursar em uma coletiva de imprensa em Mejlis, declarou que os EUA estariam procurando mudar as fronteiras dos países que foram criados no decorrer da Primeira Guerra Mundial levando em consideração interesses próprios e com ajuda de organizações terroristas.
"Hoje em dia é fato incontestável: Os EUA, como resposta às ações coletivas empreendidas pelo Irã, Rússia e Turquia, tentam de todas as formas justificar as ações dos terroristas em Raqqa que ameaçam diretamente a nossa segurança."

"As imagens recentes da evacuação dos terroristas do Daesh [organização proibida na Rússia em muitos outros países] de Raqqa comprovam ligação inseparável entre o Daesh, Partido dos Trabalhadores do Curdistão [considerado terrorista na Turquia] e movimento Gulen [organização do propagador islão Fethullah Gulen, considerada terrorista pela Turquia]. Todas estas estruturas são usadas para redesenho forçado das fronteiras e territórios da Turquia, Irã e da Rússia", declarou o parlamentar.

Ele sublinhou que, "no território sírio, os EUA também põem em prática política incompatível com relações de aliados e acordos". Kulunk adicionou que os EUA "no fim das contas serão obrigados a sair da região, como aconteceu durante a Primeira Guerra Mundial: na época cortaram todos os canais de investimentos necessários para o desenvolvimento do nosso país. E realizaram isso a custo de políticos comprados ou através da organização dos golpes militares. Autoridades norte-americanas devem parar de executar uma política de ameaça e pressão contra nós", salientou o deputado.

Segundo Metin Kulunk, "Estados Unidos desconhecem a história da região e, ao que tudo indica, não aprenderam nada com as aulas que tiveram".
Ao indicar as raízes profundas do governo iraniano, russo e turco, o deputado notou: "A Síria se tornará o segundo Vietnã para os Estados Unidos, pântano terrorista. Turquia é um país soberano e independente, e os EUA devem respeitar. Vemos que algumas forças nos EUA são a favor da deterioração das relações turco-americanas. Eles pagarão por tentar controlar a China e por tentar coordenar a região da Síria. O preço a ser pago é oposição brusca da Turquia, Rússia e Irã. O que farão os EUA se amanhã Raqqa, Afrin e Manbij estiverem limpas da presença do Partido dos Trabalhadores do Curdistão? Com quem vão negociar neste caso?", concluiu o deputado.

Sputnik Brasil