domingo, 27 de agosto de 2017
Venezuela implementa un ‘sistema táctico misilístico antiaéreo’
Venezuela desplegó 600 motorizados de la Policía y 600 milicianos para poner en práctica un ‘sistema táctico misilístico antiaéreo’.
Venezuela programó “un ejercicio del sistema táctico misilístico antiaéreo con 600 motorizados de la Policía Nacional Bolivariana (PNB) con acompañamiento de 600 combatientes de la Milicia Bolivariana (un cuerpo apresto a la Fuerza Armada, integrado por civiles)”, informó el sábado el ministro de Interior y Justicia de Venezuela, Néstor Reverol, en declaraciones al canal estatal VTV.
Asimismo, destacó que estos 1200 “combatientes” fueron desplegados en “600 puntos estratégicos” de Caracas (capital venezolana), con el “misil antiaéreo portátil Igla-S”, un sistema que, según dijo, es de “seguimiento y detección”.
En este contexto, explicó que el Ministerio de Interior ha puesto a la orden del Comando Estratégico Operacional de la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (CEO-FANB) más de 146.000 “hombres y mujeres de los diferentes organismos de seguridad del Estado”, como lo son Protección Civil, Bomberos, PNB y el Cuerpos de Investigaciones Científicas Penales y Criminalísticas (Cicpc).
Este nuevo despliegue tuvo lugar en el marco de los ejercicios cívicos militares Soberanía Bolivariana 2017 que se realizaron entre el 26 y 27 de agosto en Venezuela.
Venezuela desarrolló estas maniobras por orden del presidente Nicolás Maduro, en respuesta a la postura del presidente estadounidense Donald Trump, quien habló de una “opción militar” para este país bolivariano y aplicó una serie de sanciones.
Con tales presiones, Washington busca que Maduro desista de seguir el proceso de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC), convocada por Maduro para ampliar y proteger los derechos sociales de los venezolanos, así como garantizar la paz y el diálogo ante la violencia de la oposición, apoyada por Washington.
En la jornada del sábado también se realizan movilizaciones “antimperialistas” en varios estados del país como Anzoátegui (este), Monagas (este), Sucre (noreste), Zulia (noroeste), Falcón (noroeste), Apure (suroeste), Trujillo (oeste) y otros. A los simpatizantes del chavismo acompañaron los gobernadores de los estados, así como los militares e integrantes de la milicia.
De igual manera, en Caracas, cientos de seguidores, milicianos y militares marcharon bajo la lluvia para llegar hasta la Academia Militar y así repudiaron las medidas del presidente norteamericano contra la economía de Venezuela.
fdd/ktg/ftn/rba/HispanTv
'Americanos vão tremer': como lançamentos norte-coreanos assustaram Washington
Coreia do Norte realizou mais uma série de lançamentos de mísseis. Todo mundo está esperando uma resposta dos EUA, mas, aparentemente, Washington está confusa.
Kim Jong-un passou a respeitar os EUA?
Parecia que a tensão entre Washington e Pyongyang estava em declínio: as manobras conjuntas da Coreia do Sul e EUA começaram há quase sete dias, mas a guerra ainda não começou. Trump até declarou que Kim Jong-un "começou a respeitar os EUA" e "provavelmente, isso levará a algo de bom". Aparentemente, Donald Trump falou assim porque acredita que o líder norte-coreano, que cancelou os lançamentos contra Guam, ficou assustado, decidiu se retirar e fazer as pazes.
No entanto, escreve Gevorg Mirzayan, professor do Departamento de Ciências Políticas da Universidade de Finanças do Governo da Rússia, Kim Jong-un mostrou aos americanos o grau de seu "respeito". A Coreia do Norte efetuou manobras em que "conquistou" ilhas sul-coreanas. Para além disso, Pyongyang lançou três mísseis de curto alcance para as águas do mar do Japão (mar do Leste).
De acordo com Mirzayan, muitos analistas estão seguros que a situação na península coreana está sob controle, pois Pyongyang tem uma análise muito boa sobre o mundo ocidental, o que permite compreender onde estão as linhas vermelhas que não podem ser ultrapassadas
Vivam com medo
Esse sistema foi viável no passado, nos anos em que a Coreia do Norte ainda não tinha armas nucleares. Hoje, a situação mudou. "Os americanos têm que viver em medo permanente", afirmam na Coreia do Norte, "os americanos vão tremer." É muito difícil não acreditar nestas palavras: Pyongyang dá a entender que está elaborando um míssil capaz de atingir o continente norte-americano.
Por isso, destaca o cientista político, os EUA não podem simplesmente voltar à estratégia de paciência estratégica começada no governo de Obama. Começa a era da impaciência estratégica. A administração dos EUA tem que empreender passos ativos para resolver a crise norte-coreana, e claro que não se trata de passos militares, frisa Mirzayan.
Não tem de gritar, tem de falar
A Rússia e China estavam contra a pressão sobre a Coreia do Norte, mas devido ao comportamento de Kim Jong-un foram obrigadas a aprovar as sanções do Conselho de Segurança da ONU, mesmo considerando essas medidas como ineficazes.
Mas os EUA acreditam que para contornar as sanções Pyongyang está usando empresas em Singapura, para além disso, Washington está implementando seu próprio pacote de sanções, essas medidas punem empresas chinesas que têm laços comerciais com a Coreia do Norte.
Mas será que estas medidas ajudarão? Sim, considera o analista, os EUA podem encarregar Pequim de "resolver o problema que ela própria criou". Mas todos compreendem que a crise nuclear da Coreia do Norte está no quadro das relações entre Pyongyang e Washington.
Por isso, continua Mirzayan, a Trump é proposta uma variante mais eficaz, que é o diálogo direto com a Coreia do Norte, sem nenhumas condições prévias, negociações apenas sobre os mísseis e armas nucleares. Será que Trump, ou melhor, o Congresso, está preparado para o diálogo com um país liderado por um "maníaco", um país em que "não pode se acreditar"? É uma questão retórica, resumiu o cientista político.
Sputnik Brasil
sábado, 26 de agosto de 2017
LUIZ CEZAR FERNANDES AO 247: VEM AÍ UMA TSUNAMI
Brasil 247 - Por Leonardo Attuch e Marco Damiani
"Tsunami é pouco para o que pode vir pela frente". O alerta é feito por ninguém menos que Luiz Cezar Fernandes, um dos mais lendários financistas do Brasil, que fundou instituições como Garantia e Pactual. "Se for mantida a trajetória atual, um calote da dívida é inevitável", diz ele.
Luiz Cezar afirma que a dívida brasileira não é suportável com os níveis atuais de taxas de juros. Na sua visão, se o Banco Central reduzisse a taxa Selic para 2% reais – algo em torno de 5% ao ano – nada aconteceria com a inflação.
Ele critica ainda o rentismo da economia brasileira, que criou uma sociedade de "juristas" – de pessoas que vivem de juros, e não não da produção.
Segundo Luiz Cezar, a situação fiscal brasileira é mais grave do que a da Grécia e a necessidade de ajuste fiscal pode vir a ser muito maior. Ele cita o exemplo de Portugal, em que salários de servidores públicos chegaram a ser reduzidos em cerca de 30%.
Embora tenha defendido as privatizações, ele afirmou que mesmo que o governo vendesse 100% das estatais, não seria possível estancar a dívida pública.
Na sua visão, os investidores devem fugir urgentemente da renda fixa em busca de ativos reais, que possam não ser afetados por um eventual calote da dívida.
Confira, abaixo, a íntegra de sua entrevista:
O PRÓXIMO GOVERNO SE SENTIRÁ SEDUZIDO, INEVITAVELMENTE, POR UM CALOTE NA DÍVIDA PÚBLICA.
O crescimento da dívida pública interna atingirá 100% do Produto Interno Bruto – PIB do Brasil, já na posse do próximo governo. A situação será insustentável, gerando uma completa ingovernabilidade.
Os bancos, hoje cartelizados em 5 grandes organizações, têm diminuído assustadoramente os empréstimos ao setor privado e vêm aumentando, em proporção inversa, a aplicação em títulos da dívida pública.
Os países que recentemente entraram em default, como a Grécia, não causaram grandes impactos internos, pois sua dívida era sobretudo externa e em grande parte pulverizada, inclusive em bancos centrais, fundos mútuos e de pensão.
O caso do Brasil é essencialmente diverso. Um default nossa dívida interna implicará na falência do sistema, atingindo de grandes bancos a pessoas físicas, passando por family offices e afins.
Para evitarem uma corrida bancária, as grandes instituições bancárias terão, obrigatoriamente, que impedir seus clientes de efetuarem os saques de suas poupanças à vista ou a prazo.
Caso contrário, teremos uma situação ainda mais grave que a vivida pela Venezuela Reformas já ou só restará o CALOTE.
* Luiz Cezar Fernandes é sócio da Grt Partners.
Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial
Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, o decreto que determina a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou manchetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.
Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.
O fim da Renca foi apresentado pelo governo Temer durante um evento aberto em Toronto, o Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), junto a um pacote de medidas de reformulação do setor mineral brasileiro, que inclui a criação de Agência Nacional de Mineração e outras iniciativas para estimular o setor.
Pouco depois do encontro, em abril, o ministério de Minas e Energia publicou no Diário Oficial uma portaria – que passou despercebida pelo público em geral – pavimentando o caminho para o decreto que seria assinado alguns meses depois e dispondo sobre títulos minerários dentro da Renca.
Conexão canadense
Segundo a pasta, esta foi a primeira vez em 15 anos em que um ministro de Minas e Energia brasileiro participava do evento, descrito pelo governo brasileiro como uma oportunidade para "abordar o aprimoramento na legislação brasileira e também demonstrar os planos do governo para incentivar o investimento estrangeiro no setor". De outro lado, movimentos sociais, ambientalistas e centros de pesquisa dizem que não haviam sido informados sobre a extinção da Renca até o anúncio da última quinta-feira.
O Canadá é um importante explorador de recursos minerais no Brasil e vem ampliando este interesse desde o início do ano. Hoje, aproximadamente 30 empresas do país já exploram minérios em território brasileiro - especialmente o ouro, que teria atraído garimpeiros à área da Renca nos últimos anos.
Em junho, dois meses antes da extinção oficial da reserva amazônica, a Câmara de Comércio Brasil-Canadá anunciou uma nova Comissão de Mineração, específica para negócios no Brasil, que reúne representantes destas 30 empresas.
À BBC Brasil, o coordenador da comissão canadense defendeu a abertura da área amazônica para pesquisas minerais, disse que a "mineração protege a natureza" e afirmou que "não há uma corrida" para explorar a região da Renca, mas que "acha muito saudável" a disponibilização da região para exploração mineral.
O Ministério de Minas e Energia prometeu responder aos questionamentos enviados pela BBC Brasil durante toda a sexta-feira. No final do dia, entretanto, informou que não daria retorno devido a uma entrevista coletiva de emergência convocada pelo ministro Fernando Coelho Filho.
Na entrevista, o ministro afirmou que a extinção da área de reserva amazônica, com área um pouco maior que a da Dinamarca, não terá impactos ambientais. Segundo Coelho Filho, o início das atividades de exploração na região ainda deve demorar 10 anos.
'Ninguém pode julgar o Canadá'
Coordenador da recém-criada Comissão de Mineração da Câmara de Comércio canadense, o empresário Paulo Misk participou dos seminários realizados em março no Canadá e não vê problemas na divulgação antecipada do fim da reserva.
"A gente tem que fazer um trabalho de divulgação, promoção e atração de investimento de mais médio ou longo prazo", diz.
"Não temos pronto nenhum projeto para ser instalado lá", continua o representante canadense. "Por enquanto estamos no campo das perspectivas, promessas e iniciando o processo. Não é tão rápida a resposta."
Misk afirma que o Canadá é o país que mais investe em pesquisa no mundo e que "os ambientalistas deveriam repensar a nossa posição: a mineração é extremamente benéfica."
Sobre a Renca, ele afirma que a liberação permitirá que "uma grande área seja preservada".
"Se tiver oportunidade de ter uma mineração bem constituída e legalizada (na região da Renca), olha, eu vou ficar muito feliz porque vai ser para o bem do Brasil e para o bem da sociedade brasileira, especialmente no Pará e no Amapá", diz.
Ricardo Senra
Da BBC Brasil em Washington
Agencia de espionaje de EEUU contactó al terrorista de Barcelona
Uno de los terroristas del atentado en Barcelona reveló información del ataque a espías de una agencia de EE.UU. días antes de la operación.
La agencia EXEINTEL Group, que trabaja en la Intelligence Security contratada por el servicio secreto estadounidense, afirmó a principios de semana que dio una “Alerta Roja” internacional después de que sus agentes se hicieran pasar por terroristas y engañaran a Yunes Abu Yakub, quien les reveló que eran “5 hermanos”, que estaban “en España” e iban a “atacar varios pequeños pueblos”, entre otras cosas.
Abu Yakub, quien atropelló en Las Ramblas de Barcelona a cientos de personas, cayó 17 días antes del ataque en una trampa de la mencionada agencia, a cuyos agentes les confió, a través de la red de mensajería instantánea WhatsApp, que formaba parte de un comando terrorista y que se disponían a cometer varios atentados.
Los espías estaban efectuando “operaciones de ciberinteligencia y vigilancia antiterrorista online, cuando el lunes, 31 de julio de 2017, se produjo una charla significativa que impulsó a EXEINTEL a compartir de inmediato inteligencia crítica con autoridades en Europa y EE.UU.”, según afirma en su página web la agencia privada de espionaje.
EXEINTEL también publica capturas de pantalla de su supuesta conversación con el terrorista vía mensajería instantánea, en la que el terrorista utiliza en su cuenta el alias Ayoub y la imagen de un águila de cabeza blanca en vuelo, curiosamente el animal que es símbolo oficial de EE.UU.
“Debemos atacar varios pueblos pequeños (y) cuando todos los policías vengan a por nosotros desplazarnos a otro lugar y atacarlo. No serán capaces de defenderse de nosotros (...) sé cómo trabaja la Policía. Su tiempo de respuesta, sus rutas y cuándo son más vulnerables”, indica el terrorista en sus mensajes.
En este sentido, EXEINTEL indica que la célula terrorista tuvo que vigilar a la Policía durante bastante tiempo, e incluso provocar alguna emergencia falsa, para conocer los tiempos de respuesta de los agentes. Además, destaca que los terroristas planeaban atacar distintos lugares al mismo tiempo para así generar caos.
Los sangrientos atentados en Barcelona y Cambrils fueron reivindicados por los terroristas del EIIL (Daesh, en árabe) y dejaron 15 muertos y más de cien heridos. Seis de los miembros de la célula terrorista, entre ellos el propio Yakub, fueron abatidos por la Policía regional catalana (Mossos d’Escuadra).
snr/anz/tas/HispanTv
Barcelona y el fin de la inocencia del Wahabismo de Arabia Saudí
Después del paso de la onda expansiva provocada por los atentados de Barcelona, ya nada será igual.
Después de clamar en vano en el desierto largos lustros. Después de luchar contra las tórridas tormentas mediáticas que trataban de borrar las huellas de un complot urdido hace más de doscientos años al amparo de las dunas, finalmente, un temporal de simún ha acabado por quitar los ropajes a los reyes y mostrar las verdades que las arenas, con tanto celo, pretendían esconder. Para unos pocos no será nada nuevo, era un secreto a sotto voce, para los más, una auténtica revelación.
Después del paso de la onda expansiva provocada por los atentados de Barcelona, ya nada será igual. Quien ve a un rey desnudo ya nunca más se dejará obnubilar, ni por el boato, ni por el brillo de piedras y metales preciosos. De la inspiración divina, se camina sin retorno a la imperfecta humanidad e incluso a la más abyecta existencia. Obviamente, no van a besar la tierra sin luchar. Las agencias de lavado de cerebros estarán preparando sus ofertas pecuniarias en petrodólares, para comenzar cuanto antes las operaciones de marketing social, en aras a rehabilitar los daños causados por las acciones terroristas de sus patrocinados. Pero es improbable que tengan éxito. El hedor que escapa bajo las túnicas reales no se disipará fácilmente, ya no.
El fundador de la dinastía de los Saud se convirtió al wahabismo, a mediados del siglo XVIII. Una de sus características fundamentales es el takfirismo, el no reconocimiento del otro, ni de los musulmanes de cualquier otra rama del Islam, ni de los practicantes de otras religiones, todos son impuros, apóstatas, infieles, takfires. En sus versiones más radicales, ni si quiera les reconocen el derecho a la vida, deben ser necesariamente esclavizados o eliminados. Primero es necesario acabar con lo que consideran malos musulmanes para después terminar con los cristianos. Esa es la visión deformada, es decir wahabismo, que los regímenes de Arabia Saudí y Qatar están extendiendo por el mundo a golpe de talonario, ante la pasividad y la connivencia de sátrapas árabes y dirigentes occidentales. Y esa es la confesión que adoptan los terroristas, tanto los del Daesh (ISIS), como los de Al Qaeda, las dos internacionales mundiales del terror más poderosas y conocidas.
Arabia Saudí es como un gran grupo terrorista que ha logrado establecer su califato en unas tierras concretas en el Medio Oriente. Daesh casi lo consigue en la región que amablemente dejaron que conquistara entre Irak y Siria, pero, afortunadamente, ya está siendo expulsada de ella por estos gobiernos y sus aliados.
Con una ideología religiosa de esa índole, es normal que Arabia Saudí sea un estado que esté implicado en múltiples guerras, de tipo convencional y no convencional, a través de ejércitos regulares o, subsidiariamente, a través de mercenarios y milicias terroristas. Yemen, Bahrein, Libia, Irak o Siria son ejemplos de ello. El listado de crímenes de lesa humanidad, crímenes de guerra y violaciones de los derechos humanos (en su propio territorio) en el haber de Riad es incalculable. Sin embargo, no está considerado un estado paria, ni sus dirigentes van a ser juzgados jamás en los tribunales internacionales.
Los motivos son diversos. Desde el punto de vista geoestratégico, Estados Unidos (junto con la UE e Israel) es aliado de las monarquías del Golfo Pérsico, la región productora de petróleo y gas por antonomasia del planeta. Tiene desplegadas varias bases militares en el área para asegurarse el suministro ininterrumpido de crudo barato en el futuro y para controlar el tránsito hasta la metrópoli. Por otro lado, cuantas más guerras estallen, más cantidad de armas se demandarán. Así que, buena parte del dinero pagado por la venta de hidrocarburos vuelve a EEUU en forma de compras de armamento. Por último, teniendo en cuenta que los mayores enemigos de los wahabíes son los musulmanes shiíes y, habiéndose escapado Irán de la órbita occidental desde la proclamación de la República Islámica en 1979, lo más fácil es apoyar a sus enemigos para debilitar al país persa y mantener viva la amenaza de una guerra regional, junto a la promulgación de sanciones, sabotajes, asesinatos selectivos o atentados terroristas teledirigidos.
En cuanto a España los motivos que explican estas amistades peligrosas no son tan obvios. Tenemos que retrotraernos a los tiempos de la transición y a la herencia monárquica planificada por el dictador Franco para nuestro país. La casa real española estaba por aquel entonces sin blanca, al pairo de empresarios y financieros de dudosa moralidad que, invariablemente dieron, más tarde que temprano, con los huesos en la cárcel. Fueron las monarquías medievales del Golfo Pérsico quienes financiaron a su homóloga española con préstamos generosos pero, sobre todo, a través de la posibilidad de comerciar con las importaciones de hidrocarburos. Los Al Saud sólo hacen negocios con familiares o amigos íntimos y los borbones están incluidos en esta última categoría. Petróleo y gas, mezquitas, grandes obras e infraestructuras y armas, muchas armas, están en la lista de intercambios entre ambos países y ambas casas. Como ejemplo de cercanía, fue Salman bin Abdulaziz Al Saud, el «hermano» saudí de Juan Carlos de Borbón, quien pagó el famoso viaje a Botsuana con Corinna y el que logró adjudicar las obras del AVE Medina-La Meca.
Esa capacidad de influencia sobre gobiernos en Occidente, unido a inversiones en medios de comunicación, le permitió a los países del Golfo mantener una impunidad total frente a la opinión pública internacional. Países como EEUU o Reino Unido escondieron informes oficiales sobre la implicación de Arabia Saudí y sus vecinos en los atentados del 11S o en la financiación del terrorismo. Sin embargo, la desastrosa operación de las primaveras árabes puso de manifiesto a gran escala la brutalidad de las prácticas de los terroristas y visualizó quiénes eran realmente los patrocinadores de Al Qaeda y Daesh, donde las monarquías árabes del Golfo Pérsico desempeñan un papel crucial, especialmente Arabia Saudí y Qatar.
En este estado de cosas, cuando los atentados de los considerados “rebeldes moderados” en Oriente Medio afectan a Europa, donde adquieren ya la dimensión clara de terroristas, la opinión pública es incapaz separar ambas estrategias y pocos están dispuestos a pagar un precio de sangre por alcanzar difusos réditos geopolíticos inexplicables en tierras lejanas. Es entonces cuando se generaliza el rechazo a los terroristas, a sus amigos, a los que los financian, a los que los dotan de soporte ideológico y a los que los utilizan como carne de cañón mercenaria para enfrentar a los gobiernos laicos e independientes de la región, en los que musulmanes suníes, shiíes y cristianos pueden vivir en paz.
Así, Arabia Saudí es ya para muchos un Estado paria, indeseable, el líder del eje del mal en el mundo. Todo el que tenga relaciones con él será considerado de la misma manera. Ya sean sus íntimos de la casa real española, los que callan sus atrocidades a cambio de contratos, los que les venden armas y los que callan o los jalean cuando les venden barcos de guerra porque hay que dar empleo a los trabajadores de los astilleros públicos. Ninguno va a seguir siendo inocente a ojos del pueblo. Que tomen nota.
Escrito por Juan Luis González Pérez - HispanTv
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
JANOT DENUNCIA JUCÁ, RAUPP, RENAN, SARNEY E GARIBALDI ALVES NA LAVA JATO
Agência Brasil - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou hoje (25) denúncia contra quatro senadores do PMDB: Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Garibaldi Alves Filho (RN) e Valdir Raupp (RO).
No mesmo inquérito, também foram denunciados o ex-presidente José Sarney; o ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobras) Sergio Machado; o ex-presidente da empresa Odebrecht Ambiental Fernando Reis; e os executivos Luiz Fernando Maramaldo e Nelson Maramaldo, sócios da empresa NM Engenharia.
A denúncia é resultante das investigações sobre desvios em contratos da Transpetro. São apurados os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) também era alvo do mesmo inquérito, mas não foi denunciado.
Caberá agora ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) analisar o caso. O eventual recebimento de denúncia contra parlamentares na Lava Jato costuma ser levado para decisão da Segunda Turma da Corte, composta ainda pelos ministros Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Dias Tofolli e Gilmar Mendes.
Vaticano louva papel da Rússia na construção da paz mundial
O secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, que realizou uma visita oficial à Rússia nesta semana, destacou que o país está destinado a desempenhar um papel muito importante na arena internacional, sobretudo no que diz respeito à construção da paz em todo o mundo.
"A Rússia, por sua posição geográfica, história, cultura, passado, presente e futuro, tem um papel importante a desempenhar na comunidade internacional e no mundo. Portanto, ela tem uma responsabilidade particular em relação à paz: tanto o país como seus líderes têm uma responsabilidade muito grande na construção da paz, e eles devem lutar para colocar os interesses da paz acima de todos os outros interesses", disse Parolin em entrevista à Rádio Vaticano nesta sexta-feira.
Ao longo dos últimos dias, o secretário se encontrou, na Rússia, com o presidente Vladimir Putin, o chanceler Sergei Lavrov, o Patriarca Kirill, chefe da Igreja Ortodoxa Russa, e o Metropolita de Hilarion, obispo da Igreja Ortodoxa Russa. De volta ao Vaticano, Parolin contou os detalhes dessa visita "substancialmente positiva" ao Papa Francisco, chefe da Igreja Católica, que demonstrou entusiasmo com o que ouviu.
"O Papa, como sabemos (e como ele também repetiu a respeito), é muito atento a todas as ocasiões possíveis para o diálogo. Ele está muito atento à avaliação de todas as ocasiões de diálogo existentes, e ele fica muito feliz quando os passos são dados nessa direção."
Sputnik Brasil
Rusia ensaya en Siria uso simultáneo de armas aéreas y marítimas
Buques de la Armada rusa en el mar Caspio han lanzado un ataque con decenas de misiles de crucero contra las posiciones terroristas en Siria.
El Ejército de Rusia ha ensayado por primera vez en Siria el uso simultáneo de misiles aéreos y marítimos en un solo ataque, informa un alto mando militar ruso.
"En una operación especial planificada por el Estado Mayor General, se llevó a cabo por primera vez el uso militar de armas de emplazamiento aéreo y marítimo. Se practicó el uso de misiles aéreos y marítimos en un solo ataque", ha señalado este viernes el presidente del Comité Científico Militar de las Fuerzas Armadas de Rusia y subjefe del Estado Mayor General, el teniente general Igor Mákushev.
Desde el comienzo de la crisis siria en 2011, Rusia ha prestado todo tipo de apoyo al Gobierno sirio. En marzo de 2015, Moscú comenzó además, a solicitud de Damasco, una intensa campaña aérea contra las posiciones en el país árabe de grupos terroristas como la banda ultraviolenta EIIL (Daesh, en árabe) o el Frente Fath Al-Sham (anteriormente denominado Frente Al-Nusra), rama de Al-Qaeda en Siria.
Los ataques rusos, calificados de "muy constructivos" por el Gobierno del país árabe, han allanado el camino para el avance del Ejército sirio en su lucha contra los grupos terroristas arriba mencionados.
mnz/mla/alg/mkh/HispanTv
‘Putin ha hecho realidad la pesadilla de Netanyahu sobre Irán’
El presidente ruso, Vladimir Putin, ha hecho realidad la ‘pesadilla’ del premier israelí, Benyamin Netanyahu, al ‘aplastar sus planes’ para Irán.
Netanyahu no llegó a “convencer” a Putin para que “ponga fin a la expansión de Irán en Oriente Medio”. De hecho, Israel, aunque es un amigo de Rusia en el suroeste de Asia, no puede “enseñar” al Kremlin cómo estructurar su política en la región, se lee en un informe publicado este viernes en el portal ruso Pravda.
La publicación retoma el encuentro mantenido el miércoles entre ambos en el balneario ruso de Sochi, a orillas del mar Negro, en el que el primer ministro israelí habló con mucha “emoción” y en algunas ocasiones con más “pánico que emoción", de la amenaza que supone Irán para el régimen de Tel Aviv.
Mientras Netanyahu hablaba de que el Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica de Irán (CGRI) y el Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) están utilizando Siria como “trampolín” para preparar un supuesto ataque al régimen de Israel, destaca el portal, Putin no mostraba la menor preocupación.
Según afirman testigos de la reunión, Netanyahu describió con mucha “ansiedad” un escenario de “apocalipsis” que podría visualizar el mundo si nadie reacciona para “contener a Irán”, país que el primer ministro israelí asegura que está decidido a destruir el régimen de Tel Aviv. “Teherán no oculta su intención de destruir Israel”, advirtió Netanyahu.
Ante esa “terrible noticia”, el presidente ruso suspiró con compasión, como si quisiera decir a su huésped “desafortunadamente, no podemos ayudarlo” en esta cuestión, apunta el informe.
El premier israelí transmitió además su “profunda preocupación por la presencia de Irán en Siria y acusó a Teherán de trabajar para “expandir” lentamente su influencia en la Asia occidental con el pretexto de buscar una solución pacífica al conflicto sirio.
Putin, según Pravda, indicó a Netanyahu que “Irán es un aliado estratégico de Rusia en Oriente Medio”, tal y como lo es Israel, “muy importante” para Moscú en la región.
Pero la verdad es que Teherán es el “único contrapeso” para Moscú ante la “poderosa alianza” de las multimillonarias monarquías árabes que tratan de “imponer las normas de Washington en todo Oriente Medio”, señala el informe, para luego explicar que por esta razón el Kremlin está interesado en “fortalecer la influencia de Teherán en la región”.
ask/mla/alg/mkh/hispanTv
EEUU da marcha atrás y niega pronta agresión militar a Venezuela
El general McMaster, asesor de seguridad nacional de Donald Trump, durante una reunión informativa en la Casa Blanca
Estados Unidos descarta acciones militares contra Venezuela en ‘el futuro cercano’ informa este viernes un alto asesor de la Casa Blanca.
"Evaluamos una amplia gama de opciones. Cualquier decisión será tomada en acuerdo con nuestros socios en la región. Ninguna acción militar está planteada en el futuro cercano", declaró el general HR McMaster, asesor de seguridad nacional del presidente Donald Trump.
Una eventual agresión bélica de Estados Unidos contra Venezuela estaba latente desde el 11 de agosto, cuando Trump dijo que Washington sopesaba la opción militar contra Venezuela, en respuesta a la instalación de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC) en el país suramericano.
HispanTv
Caracas: Las nuevas sanciones de EE.UU. son la "peor agresión a Venezuela en los últimos 200 años"
Así se ha pronunciado este viernes la Cancillería de Venezuela, después de que Washington impusiera nuevas sanciones económicas contra ese país.
"Estados Unidos debe respetar los asuntos internos venezolanos", ha afirmado este viernes la Cancillería de Venezuela.
El Gobierno de Estados Unidos ha impuesto este viernes "fuertes y nuevas" sanciones económicas contra Venezuela, que prohíben hacer negocios con las nuevas emisiones de deuda y acciones de Venezuela o de su empresa petrolera estatal PDVSA, así como con algunos bonos ya existentes pertenecientes al sector público del Gobierno del país latinoamericano.
El canciller de Venezuela, Jorge Arreaza, ha manifestado que "EE.UU. no va a provocar una crisis humanitaria" en su país y que el Gobierno de Nicolás Maduro tomará todas las medidas posibles para garantizar el bienestar de los venezolanos.
Arreaza se encuentra en Nueva York (EE.UU.), donde ha mantenido varias reuniones con el secretario general de la Organización de Naciones Unidas (ONU), António Guterres, y con representantes de distintos países.
El ministro de Exteriores de Venezuela ha calificado las últimas sanciones de EE.UU. contra su país como "lapeoragresión en los últimos 200años" y ha asegurado que los mandatarios de su país tomarán "todas las medidas para defender al pueblo en todos los ámbitos" y "evitar" que esa decisión tenga efectos en el "bienestar" de "la familia venezolana".
"Estas sanciones de EE.UU. no son contra individuos, son contra Venezuela, su pueblo y su Gobierno", dijo.
Al respecto, el canciller venezolano ha agregado que "nuestro país está más unido" por los ataques "de forma financiera y militar" de EE.UU. y ha recordado que el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, ha realizado reiteradas invitaciones a sostener un diálogo al mandatario estadounidense, Donald Trump, que, hasta ahora, no han sido atendidas.
En cuanto al trato bilateral, Arreaza ha recalcado que "Venezuela siempre ha demostrado su intención de acercarse a EE.UU. con relaciones basadas en el respeto mutuo" y ha considerado que Washington debe "entender que estamos en tiempos de diálogo", porque "los tiempos de la guerra ya han pasado".
El canciller venezolano ha indicado que, durante el encuentro que mantuvo con Guterres, le expresó que "no pueden seguir permitiéndose estas acciones unilaterales" contra su país —en referencia a las declaraciones en las que Trump no descartó una "opción militar" contra Venezuela— y ha subrayado que el secretario general de la ONU "condenó las amenazas y el uso de la fuerza" y se mostró favorable a "la solución pacífica de cualquier controversia que exista".
El ministro de Exteriores de Venezuela ha calificado las últimas sanciones de EE.UU. contra su país como "lapeoragresión en los últimos 200años" y ha asegurado que los mandatarios de su país tomarán "todas las medidas para defender al pueblo en todos los ámbitos" y "evitar" que esa decisión tenga efectos en el "bienestar" de "la familia venezolana".
Actualidad RT
Corea del Norte amenaza al Reino Unido con "un final miserable" si se une a EE.UU.
Pionyang ha vuelto a criticar las maniobras conjuntas que están llevando a cabo Washington y Seúl en la península coreana, mientras califica de "títeres" a los gobiernos británico y australiano.
Corea del Norte ha avisado al Reino Unido que en caso de que coopere en las maniobras conjuntas que están realizando Estados Unidos y Corea del Norte, podría "enfrentarse a un final miserable", informa el diario 'The Telegraph'.
La declaración, transmitida por agencia oficial norcoreana KCNA, ha tildado a Washington y Seúl de 'belicistas' por el desarrollo de las maniobras militares Ulchi-Freedom Guardian, que tienen lugar en la península coreana entre el 21 y el 31 de agosto. Esos simulacros han contando con un número reducido de efectivos de Reino Unido, Australia y otros países.
Asimismo, Pionyang rechazó las declaraciones del Gobierno surcoreano sobre el carácter defensivo de los ejercicios y calificó las maniobras de ensayo general para la guerra. Un editorial del periódico norcoreano Rodong Sinmun escribió que los simulacros constituyen "la expresión de hostilidad más explicita contra nosotros, y nadie puede garantizar que esos ejercicios no se conviertan en una guerra real".
"La realidad nos demuestra que la ambición de EE.UU de asfixiar a la República Democrática Popular de Corea permanece sin cambios. No importa cuánta agua pase por debajo del puente, la ambición de la pandilla de títeres de invadir el Norte no ha cambiado", proseguía la nota de KCNA.
"Advertimos solemnemente no solo a los Estados Unidos y a sus títeres, sino también a sus satélites, incluyendo el Reino Unido y Australia, que se están aprovechando de las maniobras militares contra el Norte, de que ellos se enfrentarán a un final miserable si se unen al juego", sentenciaba la agencia.
Aunque el Reino Unido no forma parte de los ejercicios que están teniendo lugar actualmente, sí ha colaborado en diferentes ocasiones con las Fuerzas Armadas de Corea del Sur. En noviembre de 2016, cazas Typhoon de la Real Fuerza Aérea británica participaron en unas maniobras junto con aviones surcoreanos, mientras que el Real Regimiento de Tanques intervino en otros ejercicios conjuntos en ese mismo año.
Según indicó el pasado viernes el Departamento de Estado de EE.UU., los ejercicios Ulchi-Freedom Guardian están diseñados para "mejorar la preparación, proteger a la región y mantener la estabilidad en la península coreana".
Alrededor de 40.000 soldados estadounidenses y surcoreanos, así como civiles —que servirán para entrenar la respuesta civil de defensa— participan en los ensayos.
Actualidad RT
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