domingo, 20 de agosto de 2017
Criança Esperança afronta nossa consciência
Paulo Moreira Leite, jornalista, escritor, diretor do 247 em Brasília
Houve uma época em que o programa Criança Esperança era visto com a inocência das iniciativas filantrópicas – e seu rosto era o de Renato Aragão, o último palhaço genuíno que a TV brasileira foi capaz de exibir.
Na versão 2017, o Criança Esperança tornou-se uma plataforma política, com agenda, palavras de ordem e uma linha de intervenção definida sobre as grandes questões do país.
"Qual o grande problema do Brasil?" perguntou, na noite de sábado a atriz Leandra Leal, uma das apresentadoras. "A corrupção", respondeu Marcos Caruso, o Pedrinho da novela das 7 Pega-Pega, alinhado com a orientação da casa, que desde 2014 empenha-se em transformar Sérgio Moro em ídolo popular.
Numa tentativa de paródia de um sucesso de Gonzaguinha, o humorista Marcelo Adnet tentou fazer graça com o refrão "é bonita, é bonita, é bonita," substituindo por "é corrupta, é corrupta, é corrupta."
Mobilizando estrelas das novelas e da linha de shows, o tom pós-golpe tem uma função óbvia. Pretende encobrir uma realidade vergonhosa para um programa dedicado a pedir a população que tire dinheiro do próprio bolso para apoiar projetos que – supostamente – possuem o compromisso de combater a pobreza e a miséria.
O constrangimento encontra-se na atuação política da Globo na "imbecilização" do país – as palavras são do sociólogo Jessé Souza, presidente do IPEA entre 2015-2016 -- inseparável da criação do ambiente nefasto que, permitiu o desmonte da 6ª maior economia do mundo e abriu caminho para o desemprego recorde e uma recessão sem perspectiva, fatores fundamentais para o atual recrudescimento da miséria e desigualdade. Depois de atravessar quatorze anos – de 2003 a 2016 – num esforço permanente de enfraquecimento e combate a políticas de combate a desigualdade e abertura de oportunidades aos mais pobres, a Globo volta a cena para pedir – em tom de aulinha cívica -- que os brasileiros corram ao telefone para fazer alguma coisa. É imoral como o sujeito que provoca o incêndio e aparece no dia seguinte para vender serviços de bombeiro.
Num país onde os programas de Estado Mínimo de Temer-Meirelles – apoiados de forma integral e sem remorsos pela Globo – levaram à expulsão de um milhão de beneficiários do Bolsa-Família, ao esmagamento do FIES e das bolsas do Pró-Uni, ao desmonte já consumado dos direitos trabalhistas, o Criança Esperança afronta a consciência dos brasileiros. Sua única função reconhecida é repetitiva: ajuda a sustentar a visão de que, ao longo da História, as tragédias só costumam repetir-se como farsa.
Alguns exemplos. Entre outros assuntos, o programa de sábado foi uma noite de denúncias sobre o massacre da juventude negra do país. São fatos verdadeiros e é bom que sejam debatidos. O problema é fazer isso na tela da mesma emissora que por mais de uma década usou seu poderio econômico, político e cultural para combater programas de ação afirmativa e cotas raciais, possivelmente a mais importante iniciativa na abertura de oportunidades aos afrodescendentes do país depois da Lei Aurea e das leis contra o racismo.
Hoje um programa conceituado de combate à miséria, imitado e replicado em dezenas de países, o Bolsa Família foi alvo, desde o lançamento, em 2004, ainda no primeiro mandato do governo Lula, de uma campanha permanente de denúncias erradas, exageradas e injustas. Sempre ficou claro que o objetivo era criar um ambiente de suspeitas e criminalização contra toda política em benefício dos mais os pobres e a luta contra a pobreza. A Globo fez o possível para que o programa desse errado. Mas a proposta deu tão certo que o Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU – não por acaso criado por um brasileiro, Josué de Castro.
O problema aqui é de regressão civilizatória. Vivemos num país onde só muito recentemente os direitos sociais passaram a ser reconhecidos como parte da cidadania e políticas de Estado, não como versões variadas para "esmola". Até muito recentemente, a luta necessária contra a miséria e a exclusão funcionava como uma oportunidade para os bem-nascidos exercitarem a própria generosidade – e seus aliados montarem esquemas condenáveis de troca de favores e domínio político.
Alvo de uma pequena homenagem no final do programa, Renato Aragão deixou escapar que vivemos em 2017 um "ano difícil". Aragão foi o idealizador daquilo que mais tarde iria se chamar Criança Esperança.
Em 1985, quando tinha o nome de SOS-Nordeste, o programa recolheu donativos para amenizar o sofrimento da população desta região do país, atingida por uma seca de proporções trágicas.
Como parte da maré ideológica conservadora liderada por Margaret Thatcher e Ronald Reagan, vivia-se o tempo de desmanche dos serviços de assistência social no mundo inteiro. No mais puro Consenso de Washington, dizia-se que essas tarefas deveriam ser assumidas por ONGs filantrópicas que, no mais puro Consenso de Washington, iriam fazer o papel do Estado com mais eficiência e pontualidade. O resultado no plano internacional está aí – e seu sinal mais visíveis são os refugiados africanos que cruzam o Mediterrâneo numa luta desesperada.
Trinta e dois anos mais tarde, mais uma vez o Brasil enfrenta uma das mais graves e prolongadas estiagens de sua história. O sofrimento é real mas não se veem saques em supermercados nem cenas de desespero social do passado. Ainda que o grau de irresponsabilidade social da dupla Temer-Meirelles não permita descartar reações desesperadas no futuro, não há, no Brasil de hoje, o equivalente às levas de refugiados de antigamente.
Não se trata do efeito Criança Esperança e iniciativas semelhantes. Foram milhares de cisternas, espalhadas pelas áreas críticas do Nordeste, que permitem ao sertanejo armazenar água da chuva. Foram anos de estímulo aos investimentos na região, que, invertendo uma curva da história. Foi a transposição do São Francisco – combatida com tenacidade pela Globo, com auxílio da nova conservadora Marina Silva.
Opiniões sobre Coreia do Norte custaram emprego a polêmico ex-assessor de Trump?
Importante peça no tabuleiro que elegeu Donald Trump, Steve Bannon deixou a Casa Branca na última semana por razões ainda não muito claras dentro e fora dos Estados Unidos. Contudo, seria possível que as opiniões de Bannon sobre a Coreia do Norte pudessem ter um peso para sua demissão?
Em oito meses de governo, Trump já demitiu uma série de aliados e assessores do seu gabinete, boa parte deles envolvidos em polêmicas internas que pouco ajudam uma administração associada diariamente a polêmicas, o que reflete a alta taxa de reprovação da gestão até aqui nos EUA.
A sugestão de que a demissão de Bannon, este ligado a movimentos de extrema direita estadunidenses (alguns envolvidos nos episódios de violência de Charlottesville), pudesse estar vinculada, entre outros fatores, à Coreia do Norte foi feita pelo congressista republicano Peter King.
"Ele [Bannon] estava discordando publicamente da política do presidente sobre a Coreia do Norte. E esta foi a política do presidente Trump, do secretário [James] Mattis, do secretário [Rex] Tillerson e do presidente do conselho de segurança nacional, o general McMaster", disse King, em entrevista neste domingo a uma rádio de Nova York.
"Para ele [Bannon] tornar isso público e, basicamente, dizer à Coreia do Norte que não temos nenhuma opção militar contra eles, era algo que estava prejudicando o presidente dos EUA", explicou.
No dia da demissão de Bannon, uma entrevista com o então estrategista de Trump foi publicada pelo site The American Prospect. Nela, ele falava sobre vários assuntos, em boa parte deles demonstrando discordância quanto aos rumos adotados pelo presidente dos EUA. E, como na abertura do artigo fica claro, tal entrevista pode ter custado o seu emprego.
"Não há solução militar [para a Coreia do Norte], esqueça", afirmou Bannon nesta entrevista. "Até que alguém resolva a parte da equação e me mostre que 10 milhões de pessoas em Seul não morrerão nos primeiros 30 minutos por armas convencionais, não sei do que você está falando. Não há nenhuma solução militar aqui. Eles nos pegaram".
Bannon dizia ainda, na mesma entrevista, que os EUA deveriam considerar um acordo com a China: a Casa Branca aceitaria retirar as suas tropas da Coreia do Sul, e em troca Pequim faria a sua parte ao congelar de vez o programa nuclear norte-coreano. Tal acordo, nestes termos, parece fadado a não acontecer, comentou o agora ex-estrategista de Trump.
HispanTv
Cazas rusos persiguen ocho veces aviones espía de EEUU y OTAN
Un avión espía Boeing RC-135 de la Fuerza Aérea estadounidense durante una misión en Europa.
La aviación militar rusa dice haber interceptado esta semana ocho veces aviones de espionaje extranjeros cerca de sus fronteras.
Según un informe dado a conocer por el Ministerio de Defensa ruso, un total de 16 aviones militares realizaron misiones de reconocimiento en las cercanías de las fronteras rusas, tal como recogió el sábado la agencia oficial Sputnik.
El referido Ministerio destacó que no se había permitido violación alguna del espacio aéreo nacional. También la semana pasada, señaló que su Fuerza Aérea había llevado a cabo cuatro vuelos de interceptación de aviones espía. En esa ocasión, los aparatos aéreos extranjeros realizaron 12 vuelos junto a las fronteras rusas.
A este respecto, el experto ruso en aviación militar Viktor Pryadka ha subrayado que el reconocimiento aéreo sigue siendo un instrumento de suma importancia, pese a las avanzadas capacidades de los equipamientos de vigilancia espacial.
“Un avión de reconocimiento permite tomar imágenes mucho más precisas que las tomadas desde un satélite. El reconocimiento desde el espacio depende en gran medida de las condiciones meteorológicas que pueden distorsionar los importantes detalles de una imagen”, ha explicado Pryadka.
En los últimos meses, se ha aumentado el número de los vuelos de reconocimiento de Estados Unidos y de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) junto a las fronteras occidentales rusas.
Por su parte, la Alianza Atlántica informa de manera frecuente de que intercepta aviones de guerra rusos que violan el espacio aéreo de sus aliados en el mar Báltico.
Estos acontecimientos se producen mientras Washington y Moscú aún no han llegado a solventar la escalada de tensiones entre ambas partes debido a la crisis de Ucrania.
mjs/ctl/msf/HispanTv
Ejercito libanés alza bandera española tras victoria ante el EI por las víctimas en Cataluña
Las acciones militares son producto de la ofensiva lanzada por las tropas gubernamentales en la localidad montañosa de Raas-Baalbek, último bastión del grupo terrorista en la zona fronteriza con Siria.
Este sábado, las Fuerzas Armadas libanesas han recuperado un tercio de una región estratégica en Siria de manos del Estado Islámico (EI). Los uniformados celebraron la victoria levantando una bandera del Líbano y otra de España, en homenaje a las víctimas de los atentados que azotaron a Cataluña esta semana.
La agencia AP señala que hasta el momento fueron recuperados unos 30 kilómetros cuadrados. En el operativo fueron dados de baja 20 terroristas del EI y al menos 10 soldados libaneses resultaron heridos.
Las acciones militares son producto de la ofensiva lanzada por las tropas gubernamentales en la localidad montañosa de Raas-Baalbek, último bastión del grupo terrorista en la zona fronteriza con Siria. En la operación se han utilizado misiles, artillería y helicópteros.
"En nombre del Líbano, en nombre de los soldados libaneses secuestrados, en nombre de los mártires del Ejército, anuncio que esta operación ha comenzado", expresó el general Joseph Khalil Aoun, comandante de las Fuerzas Armadas libanesas.
Simultáneamente Hezbolá, el grupo chiita libanés, y el Ejército de Siria, anunciaron su apoyo a través de un ataque coordinado contra los yihadistas desde el lado sirio de la frontera.
Actualidad RT
"Fase incontrolable de la guerra nuclear": Pionyang atacaría Guam o Hawái "sin piedad"
Los próximos ejercicios conjuntos de EE.UU. y Seúl "echan leña al fuego" y pueden terminar mal, advierten desde Corea del Norte.
El principal periódico oficial de Pionyang ha calificado de "comportamiento irresponsable" y "acción rival" la convocatoria de los ejercicios conjuntos entre Estados Unidos y Corea del Sur para los próximos días 21 a 31 de agosto. El evento militar "lleva la situación a una fase incontrolable de la guerra nuclear", asegura 'Rodong Sinmun'.
De cara a las maniobras, designadas Ulchi Freedom Guardian, el medio recuerda que Guam, Hawái e incluso el territorio continental estadounidense están vulnerables ante un ataque con misiles. Por lo tanto, no podrán "evadir el ataque sin piedad".
Los ejercicios estarán divididos en dos etapas. Durante la primera los participantes se entrenarán en reducir el daño causado a un territorio con instalaciones de importancia por los ataques de un enemigo convencional. La segunda parte incluirá operaciones conjuntas de las tropas surcoreanas y estadounidenses en caso de una invasión desde el norte.
El artículo constata que EE.UU. "sigue ignorando las múltiples advertencias" de los militares norcoreanos. Junto con sus aliados en Seúl "echan leña al fuego" por medio del nuevo simulacro.
La declaración de la prensa no significa la inminencia de un ataque, puesto que —ya a sabiendas de las próximas maniobras— el líder del país, Kim Jong-un, se mostró dispuesto a observar "un poco más la tonta y estúpida conducta de los yanquis". Sin embargo, con ella Pionyang se reserva el derecho a apuntar contra EE.UU. en cualquier momento.
El periódico menciona también una congregación contra Ulchi registrada el 14 de agosto en Seúl. Los manifestantes, convocados por la "vanguardia" estudiantil y sindical por la reunificación, propusieron que Trump "cierre la boca" y cancele los ejercicios.
Actualidad RT
sábado, 19 de agosto de 2017
“Inimigo dos quilombos e dos pobres”: quem é o juiz que proibiu homenagem a Lula na Bahia. Por Kiko Nogueira
Mais uma intervenção abstrusa do Judiciário.
O juiz Evandro Reimão dos Reis suspendeu a entrega a Lula do título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Recôncavo Baiano — criada pelo ex-presidente.
“Parece existir ilegalidade do objeto ante a perceptível violação da norma administrativa; e, ademais, existir desvio de finalidade na oferta do título pois adrede sua outorga com vistas a propiciar manifestação ruidosa do réu Luis Inácio Lula da Silva no local da entrega da homenagem ao coincidi-la com o evento onde ele está envolvido de visibilidade político-partidária denominado ‘Brasil em Movimento’”, disse ele na decisão.
Onde isso impediria qualquer coisa?
Lembrando que se trata do mesmo estado cuja capital deu a João Doria o prêmio de cidadão soteropolitano. Mas Doria não estava em campanha e fez maravilhas pela cidade, claro.
É apenas mais um ato de autoritarismo num país repleto de aspirantes a Sergio Moro. Wannabes.
Fernando Brito, no Tijolaço, escreveu que ele atendeu os servidores que pediram que não pudessem ser divulgadas suas remunerações.
“No Supremo, onde duas vezes foi para contestar promoções de outros juízes a desembargador por merecimento que não ele próprio, tomou duas derrotas acachapantes em decisões dos Ministros Ricardo Levandowski e Teori Zavascki. Também foi ao Conselho Nacional de Justiça para o mesmo fim e…perdeu“, diz Brito.
Reimão já foi classificado por um deputado federal como alguém “que não gosta de pobre. Ele é o mesmo que ordenou a derrubada das barracas de praia em Salvador”, afirmou Luiz Alberto (PT-BA).
Em 2012, Reimão determinou a desocupação do Quilombo Rio dos Macacos, vizinho à Base Naval de Aratu, no município baiano de Simões Filho, numa briga em que a Marinha levou a melhor.
Famílias foram desalojadas, mas até aí normal, certo?
Abaixo, matéria da Carta Capital sobre o caso:
A base naval de Aratu, na zona metropolitana de Salvador, é um recanto para algumas personalidades da República. Em dezembro de 2011, Dilma Rousseff escolheu como destino a Praia de Inema para tirar alguns dias de folga. A base é também um dos locais preferidos de Luiz Inácio Lula da Silva: durante dois anos consecutivos o ex-presidente passou o reveillon no local, cujo acesso é restrito à Marinha do Brasil.
Descrevendo dessa maneira pode até parecer que Aratu é um oásis. Mas os oficiais que garantem a segurança dos chefes da República durante suas férias são os mesmos que há cerca de 40 anos tiram o sossego dos moradores da região do Rio dos Macacos, terreno localizado dentro da base e já reconhecido como quilombola pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
São aproximadamente 500 pessoas. Há relatos de gerações de famílias que estão na área há mais de 100 anos e hoje estão assediados pela opressão dos oficiais. “A gente vive sendo ameaçado de morte. É uma verdadeira guerra contra nossas crianças e idosos”, conta Rosemeire Santos, 33 anos, uma das líderes da comunidade.
Ela nasceu e cresceu no quilombo e explica que a Marinha reveza momentos de extrema violência com outros de relativa paz. “Hoje em dia minha filha pequena tem medo dos camburões. Minha avó está doente, em cima de uma cama, e nem isso eles respeitam. Colocam armas nos nossos rostos. Chegam à nossa casa no meio da noite, não podemos nem dormir”, lamenta.
Coreia do Norte: armas nucleares não ameaçam outros países além dos EUA
De acordo com a posição oficial de Pyongyang, suas armas nucleares não ameaçam países que não participam das ações militares contra Pyongyang juntamente com os EUA, comunica o jornal Rodong Sinmun.
De acordo com a informação da edição, o reforço do armamento nuclear da Coreia do Norte é destinado apenas à "contenção dos passos irrefletidos dos EUA para iniciar uma guerra nuclear". Entretanto, o jornal norte-coreano afirma que as declarações de Washington sobre a ameaça de Pyongyang são exageradas.
As autoridades da Coreia do Norte também assumiram o compromisso de "não tomar a iniciativa de um ataque contra outros países que não participem das ações militares contra Pyongyang ao lado dos EUA".
O jornal afirma que a produção de mísseis e de armas nucleares no país é transparente ao máximo.
A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia Maria Zakharova qualificou a possível concretização dos planos dos EUA para a Coreia do Norte como um "cenário apocalíptico".
De acordo com ela, se Washington começar um conflito nuclear com esse país, isso se tornará um problema mundial.
Sputnik Brasil
Un vehículo atropella a una multitud en Sídney
Apenas dos días después del atentado terrorista en Barcelona, un vehículo ha arrollado este sábado a una multitud en la ciudad australiana de Sídney.
De acuerdo con el canal 9 News Australia, al menos seis personas han resultado heridas, entre ellas un menor, después de que un vehículo embistiera a numerosos peatones en una concurrida calle de Sídney.
Conforme a los reportes de medios locales, todavía no corroborados, el conductor del vehículo se sintió mal mientras conducía, lo que habría provocado el suceso. De momento, la policía no ha catalogado el incidente como un atentado.
El trágico episodio ha tenido lugar a las 15H45 (hora local) frente a un centro comercial en Chatswood, norte de Sídney. La policía fue informada de lo ocurrido por varios testigos atemorizados que pensaban que se trataba de un atentado terrorista como el de Barcelona (noreste de España), que dejó 14 muertos y más de un centenar de heridos.
Los servicios de emergencia de Australia han anunciado, por su parte, que entre los heridos se encuentra un niño, además de agregar que una mujer resultó gravemente herida, por lo que fue trasladada de inmediato a un hospital.
Aunque lo ocurrido ha sido un simple incidente aislado, se ha situado rápidamente entre las noticias de última hora de medios locales y globales, ya que se creía que era otro ataque del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) como el registrado en Barcelona.
El atropello del jueves en la zona turística de Barcelona fue el sexto atentado de este tipo que se produce en Europa en los últimos 13 meses. El modus operandi ha sido el mismo en todos ellos: un conductor que arremete contra la multitud en zonas de gran afluencia.
zss/anz/hnb/HispanTv
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
TEMER NOMEIA ACUSADO DE ASSÉDIO MORAL E SEXUAL COMO CÔNSUL NO PARAGUAI
Do Metrópoles - O presidente Michel Temer (PMDB) nomeou nesta sexta-feira (18/8) Américo Dyott Fontenelle como cônsul-geral do Brasil em Ciudad del Este, no Paraguai. Fontenelle foi suspenso das atividades de embaixador em 2014 por suspeita de assédio moral, sexual, homofobia e desrespeito no exercício da função de cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália).
Fontenelle tem um histórico de acusações. Em 2007, também foi investigado por assédio moral quando atuava no Canadá. O processo, no entanto, foi arquivado e o Itamaraty não puniu o funcionário.
Em 2013, funcionários que trabalharam com Fontenelle relataram o drama vivido. "Quando você é tão eficiente me dá vontade de te dar um beijo", teria dito o cônsul a Claudia Pereira. Para outra colega, Viviane Jones, ele teria comentado que ficava imaginando o que estava debaixo da blusa dela e que ele caminhava se esfregando nas funcionárias.
Já Alberto Amarilho, funcionário de carreira do Itamaraty, relatou que Fontenelle atacava minorias com expressões como "velha escrota", "negão", "chinês filha da puta".
Exército sírio aniquila terroristas ao leste da capital
O Exército Árabe Sírio continua realizando combates intensos com os grupos terroristas Frente al-Nusra e Faylaq al-Rahman (proibidos na Rússia e muitos outros países) no bairro de Jobar e nos arredores de Ein Tarma ao leste de Damasco.
De lá se ouvem os sons da artilharia e dos mísseis.
Uma fonte militar síria disse à Sputnik Árabe que os militantes do grupo Faylaq al-Rahman tentaram recuperar o território de um matadouro que o exército sírio tomou há vários dias. Um dos oficiais que participou de combates na região do matadouro disse que o inimigo sofreu pesadas baixas e não conseguiu realizar seu plano.
Segundo a fonte, as tropas conseguiram avançar “para a parte sul do bairro de Jobar, onde elas entraram em confrontos abertos com os militantes”. O exército sírio e as forças aliadas tomaram sob controlo vários prédios grandes que são pontos estratégicos, bem como os túneis subterrâneos que ligam estes prédios.
Sputnik Brasil
Venezuela crea fuerzas especiales ante amenazas de Trump
Venezuela pone ‘armas al hombro’ ante la amenaza militar de Donald Trump y activa un Comando de Operaciones Especiales para la defensa del país.
El ministro venezolano de la Defensa, Vladimir Padrino López, presidió ayer jueves en la ciudad de Maracay (estado Aragua) la creación de la 99 Brigada de las Fuerzas Especiales, con motivo de la Operación Soberanía Bolivariana 2017, con el propósito de defender la patria.
En el acto de instalación de la nueva brigada, Padrino López anunció que la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) ha recibido “una orden preparatoria” para poner “armas al hombro” a fin de defender la soberanía del país ante las amenazas de intervención militar por parte del presidente de EE.UU., Donald Trump.
El dignatario señaló que Venezuela “ha sido amenazada por el imperio de la forma más grosera” y consideró que las palabras de Trump representan una de las ofensas más peligrosas hechas por EE.UU. contra la nación bolivariana.
Trump, reprochó el ministro, se ha atrevido a poner sobre la mesa “una agresión de carácter militar”, pero el pueblo “valiente y guerrero” venezolano no acepta dichas amenazas.
“No lo vamos a permitir, nos negamos rotundamente a entregar la patria absolutamente a nadie, sea cual sea el imperio que quiera poner sus garras en esta tierra”, subrayó Padrino López.
El titular de Defensa aseguró que la FANB ha decidido a partir de hoy, “cumpliendo las instrucciones de nuestro comandante en jefe, dar un cambio de actitud radical” y reforzar su disposición a defender la patria “con una sola fuerza armada, junto al pueblo, como un solo músculo”.
EE.UU. ha radicalizado su postura frente al Gobierno de Caracas al ver que las sanciones económicas a altos funcionarios venezolanos e incluso el propio presidente Nicolás Maduro no frenaban el proceso de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC).
Ante la amenaza bélica de Washington, el presidente Maduro ordenó el lunes a la Fuerza Armada Nacional la realización de ejercicios militares para preparar la defensa en todo el país.
tmv/mla/ask/mkh/HispanTv
Puigdemont: Atentados no pararán plan independentista de Cataluña
Carles Puigdemont (dcha), junto con el rey Felipe y el presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, honran a víctimas de ataques en Barcelona, 18 de agosto de 2017.
El presidente de la Generalitat de Cataluña, Carles Puigdemont, asegura que los atentados de Barcelona no cambiarán los planes independentistas de su ejecutivo.
"No vamos a cambiar la hoja de ruta del soberanismo", ha resaltado Puigdemont hoy viernes en una entrevista con la cadena local Onda Cero, para después tachar de “miserables” los intentos de mezclar los planes de secesión con los atentados terroristas de la víspera en Barcelona.
"Creo que mezclar lo que debe ser una prioridad de respuesta ante la amenaza terrorista y atención a las víctimas con otras cosas me parece literalmente miserable, porque no es la única ni la primera ciudad de Europa donde se ha producido una masacre de estas características", ha razonado el líder catalán.
Ayer jueves, dos ataques separados en las ciudades de Barcelona y Cambrils, en el noreste del país, dejaron 14 muertos y más de cien heridos. El grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) ha reivindicado los atentados.
"Es muy desagradable que en un momento de dolor de víctimas (...) se aproveche para hacer una política de este nivel, que no comparte en absoluto la mayoría de la población de Cataluña", ha agregado el presidente regional catalán.
Aunque, Puigdemont no ha mencionado a ningún político en concreto, sí ha insistido en que "no permitirá que se mezclen ambos debates".
Desde que Puigdemont anunciara a principios del pasado mes de junio la celebración de un referéndum de independencia de Cataluña, el Gobierno español, en manos del conservador Partido Popular (PP), rechaza con rotundidad ese plebiscito.
Cabe mencionar que tras los mortales atentados de Barcelona el presidente del Gobierno español, Mariano Rajoy, anunció en la noche de ayer jueves tres días de luto oficial y transmitió a Puigdemont todo el apoyo del Gobierno para la lucha contra el terrorismo.
myd/mla/ask/mkh/HispanTv
Ultraderechistas y antifascistas marchan en Barcelona tras atentados
Ambos bandos se citaron en la misma zona donde este jueves ocurrieron los atentados terroristas.
En el centro de Barcelona, en el lugar donde se perpetró el atentado, se llevan cabo manifestaciones convocadas por grupos de ultraderecha y antifascistas.
Por el momento se han registrado enfrentamientos aislados entre integrantes de ambos bandos. Las manifestaciones fueron separadas por un fuerte cordón policial.
Decenas de antifascistas y vecinos de la Rambla han echado a gritos a los ultraderechistas, que se habían reunido en la zona para manifestarse.
Por un lado, colectivos islamófobos como La Falange, Democracia Nacional y Somatemps convocaron sus concentraciones en las inmediaciones del popular mercado de la Boquería, que se encuentra en Las Ramblas, para rechazar los atentados terroristas perpetrados este jueves en Cataluña.
Estos colectivos apuntan a la religión islámica como responsable de esos ataques, por lo que piden el cierre de las fronteras y el fin de lo que llaman el "buenísimo multicultural", informa la prensa local.
La otra concentración ha sido convocada por Ciutat Vella Antifeixista en la plaza de la Boquería, frente al mercado del mismo nombre. "Contra el Estado Islámico y el odio fascista. No pasarán", es el lema de la convocatoria antifascista.
Dos atentados terroristas
Al menos 15 personas han muerto y más de 100 resultaron heridas en el atentado terrorista registrado en la tarde de este jueves en el centro de Barcelona. Una furgoneta accedió a la popular avenida de la Rambla, atropellando a decenas de personas.
Posteriormente, en la madrugada de este viernes, la Policía evitó un mayor atentado al abatir a cinco hombres que arrollaron a varias personas en la localidad de Cambrils, cerca de Barcelona. Este segundo ataque dejó seis heridos.
La organización terrorista Estado Islámico se atribuyó la autoría del ataque en Barcelona, argumentando que fue en respuesta a las acciones de la coalición internacional liderada por EE.UU. contra los yihadistas en Siria e Irak.
Actualidad RT
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