segunda-feira, 23 de maio de 2016
Combatentes do Hezbollah capturam mercenários em Khan Tuman: 2 norte-americanos e 1 francês
Mais uma vez a Síria prova ao mundo o envolvimento dos governos dos EUA e França no financiamento e apoio aos terroristas do Daesh (Estado Islâmico). Durante os combates pela retomada de Khan Tuman, na Síria, os valentes e heróicos combatentes do Hezbollah capturaram 2 mercenários norte-americanos e 1 mercenário francês.
A CIA vem atuando abertamente junto ao Daesh, os piores terroristas que a humanidade conheceu. Malucos ensandecidos capazes de assassinar indistintamente homens, mulheres e crianças, cortando cabeças, explodindo residências, escolas e hospitais, com armamento sofisticado fornecidos pelos governos dos EUA, França, Inglaterra, Turquia, Catar, Arábia Saudita e demais governos fantoches do sionismo e do imperialismo internacional.
Após a captura, os mercenários treinados pela CIA foram transferidos para o Líbano, para um quartel do Hezbollah onde serão devidamente interrogados.
İslami Davet (our Turkish Website)
Em gravação, ministro do Planejamento Romero Jucá combina derrubar Dilma para parar a Lava Jato
Em diálogos gravados, Jucá fala em pacto para deter avanço da Lava Jato: Delcidio foi preso por uma gravação que, segundo a PF e STF, ele queria interferir na Operação Lava Jato... Agora pergunta-se. Romero Juca vai para cadeia também?
Gravações mostram que Jucá articulou impeachment para parar Lava Jato
Ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado:- Tem que ter um impeachment.
Romero JUCÁ - Tem que ter impeachment. Não tem saída.
Em conversas ocorridas em março passado, o ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma "mudança" no governo federal resultaria em um pacto para "estancar a sangria" representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.
JUCÁ - [Em voz baixa] Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem 'ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca'. Entendeu? Então... Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei o quê, para não perturbar.
MACHADO - Eu acho o seguinte, a saída [para Dilma] é ou licença ou renúncia. A licença é mais suave. O Michel forma um governo de união nacional, faz um grande acordo(...) Esse país volta à calma, ninguém aguenta mais. Essa cagada desses procuradores de São Paulo ajudou muito. [referência possível ao pedido de prisão de Lula pelo Ministério Público de SP e à condução coercitiva ele para depor no caso da Lava jato]
Gravados de forma oculta, os diálogos entre Machado e Jucá ocorreram semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff. As conversas somam 1h15min e estão em poder da PGR (Procuradoria-Geral da República).
Machado passou a procurar líderes do PMDB porque temia que as apurações contra ele fossem enviadas de Brasília, onde tramitam no STF (Supremo Tribunal Federal), para a vara do juiz Sergio Moro, em Curitiba (PR).
Em um dos trechos, Machado disse a Jucá: "O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. [...] Ele acha que eu sou o caixa de vocês".
Na visão de Machado, o envio do seu caso para Curitiba seria uma estratégia para que ele fizesse uma delação e incriminasse líderes do PMDB.
Machado fez uma ameaça velada e pediu que fosse montada uma "estrutura" para protegê-lo: "Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu 'desça'? Se eu 'descer'...".
Mais adiante, ele voltou a dizer: "Então eu estou preocupado com o quê? Comigo e com vocês. A gente tem que encontrar uma saída".
Machado disse que novas delações na Lava Jato não deixariam "pedra sobre pedra". Jucá concordou que o caso de Machado "não pode ficar na mão desse [Moro]".
O atual ministro afirmou que seria necessária uma resposta política para evitar que o caso caísse nas mãos de Moro. "Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", diz Jucá, um dos articuladores do impeachment de Dilma. Machado respondeu que era necessária "uma coisa política e rápida".
"Eu acho que a gente precisa articular uma ação política", concordou Jucá, que orientou Machado a se reunir com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e com o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).
Machado quis saber se não poderia ser feita reunião conjunta. "Não pode", disse Jucá, acrescentando que a ideia poderia ser mal interpretada.
O atual ministro concordou que o envio do processo para o juiz Moro não seria uma boa opção. "Não é um desastre porque não tem nada a ver. Mas é um desgaste, porque você, pô, vai ficar exposto de uma forma sem necessidade."
E chamou Moro de "uma 'Torre de Londres'", em referência ao castelo da Inglaterra em que ocorreram torturas e execuções entre os séculos 15 e 16. Segundo ele, os suspeitos eram enviados para lá "para o cara confessar".
Jucá acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional "com o Supremo, com tudo". Machado disse: "aí parava tudo". "É. Delimitava onde está, pronto", respondeu Jucá, a respeito das investigações.
O senador relatou ainda que havia mantido conversas com "ministros do Supremo", os quais não nominou. Jucá diz ao aliado, que eles teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato.
Jucá afirmou que tem "poucos caras ali [no STF]" ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de "um cara fechado".
Machado presidiu a Transpetro, subsidiária da Petrobras, por mais de dez anos (2003-2014), e foi indicado "pelo PMDB nacional", como admitiu em depoimento à Polícia Federal. No STF, é alvo de inquérito ao lado de Renan Calheiros.
Dois delatores relacionaram Machado a um esquema de pagamentos que teria Renan "remotamente, como destinatário" dos valores, segundo a PF. Um dos colaboradores, Paulo Roberto Costa disse que recebeu R$ 500 mil das mãos de Machado.
Jucá é alvo de um inquérito no STF derivado da Lava Jato por suposto recebimento de propina. O dono da UTC, Ricardo Pessoa, afirmou em delação que o peemedebista o procurou para ajudar na campanha de seu filho, candidato a vice-governador de Roraima, e que por isso doou R$ 1,5 milhão.
O valor foi considerado contrapartida à obtenção da obra de Angra 3. Jucá diz que os repasses foram legais.
LEIA TRECHOS DOS DIÁLOGOS
Data das conversas não foi especificada
SÉRGIO MACHADO - Mas viu, Romero, então eu acho a situação gravíssima.
ROMERO JUCÁ - Eu ontem fui muito claro. [...] Eu só acho o seguinte: com Dilma não dá, com a situação que está. Não adianta esse projeto de mandar o Lula para cá ser ministro, para tocar um gabinete, isso termina por jogar no chão a expectativa da economia. Porque se o Lula entrar, ele vai falar para a CUT, para o MST, é só quem ouve ele mais, quem dá algum crédito, o resto ninguém dá mais credito a ele para porra nenhuma. Concorda comigo? O Lula vai reunir ali com os setores empresariais?
MACHADO - Agora, ele (Lula) acordou a militância do PT.
JUCÁ - Sim.
MACHADO - Aquele pessoal que resistiu acordou e vai dar merda.
JUCÁ - Eu acho que...
MACHADO - Tem que ter um impeachment.
JUCÁ - Tem que ter impeachment. Não tem saída.
MACHADO - E quem segurar, segura.
JUCÁ - Foi boa a conversa mas vamos ter outras pela frente.
MACHADO - Acontece o seguinte, objetivamente falando, com o negócio que o Supremo fez [autorizou prisões logo após decisões de segunda instância], vai todo mundo delatar.
JUCÁ - Exatamente, e vai sobrar muito. O Marcelo e a Odebrecht vão fazer.
MACHADO - Odebrecht vai fazer.
JUCÁ - Seletiva, mas vai fazer.
MACHADO - Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que... O Janot [procurador-geral da República] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho.
[...]
JUCÁ - Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. [...] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra... Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.
[...]
MACHADO - Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].
JUCÁ - Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.
MACHADO - É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.
JUCÁ - Com o Supremo, com tudo.
MACHADO - Com tudo, aí parava tudo.
JUCÁ - É. Delimitava onde está, pronto.
[...]
MACHADO - O Renan [Calheiros] é totalmente 'voador'. Ele ainda não compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele. Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor pra ele. Ele não compreendeu isso não.
JUCÁ - Tem que ser um boi de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro lado da margem.
MACHADO - A situação é grave. Porque, Romero, eles querem pegar todos os políticos. É que aquele documento que foi dado...
JUCÁ - Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura, que não tem a ver com...
MACHADO - Isso, e pegar todo mundo. E o PSDB, não sei se caiu a ficha já.
JUCÁ - Caiu. Todos eles. Aloysio [Nunes, senador], [o hoje ministro José] Serra, Aécio [Neves, senador].
MACHADO - Caiu a ficha. Tasso [Jereissati] também caiu?
JUCÁ - Também. Todo mundo na bandeja para ser comido.
[...]
MACHADO - O primeiro a ser comido vai ser o Aécio.
JUCÁ - Todos, porra. E vão pegando e vão...
MACHADO - [Sussurrando] O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele ser presidente da Câmara? [Mudando de assunto] Amigo, eu preciso da sua inteligência.
JUCÁ - Não, veja, eu estou a disposição, você sabe disso. Veja a hora que você quer falar.
MACHADO - Porque se a gente não tiver saída... Porque não tem muito tempo.
JUCÁ - Não, o tempo é emergencial.
MACHADO - É emergencial, então preciso ter uma conversa emergencial com vocês.
JUCÁ - Vá atrás. Eu acho que a gente não pode juntar todo mundo para conversar, viu? [...] Eu acho que você deve procurar o [ex-senador do PMDB José] Sarney, deve falar com o Renan, depois que você falar com os dois, colhe as coisas todas, e aí vamos falar nós dois do que você achou e o que eles ponderaram pra gente conversar.
MACHADO - Acha que não pode ter reunião a três?
JUCÁ - Não pode. Isso de ficar juntando para combinar coisa que não tem nada a ver. Os caras já enxergam outra coisa que não é... Depois a gente conversa os três sem você.
MACHADO - Eu acho o seguinte: se não houver uma solução a curto prazo, o nosso risco é grande.
MACHADO - É aquilo que você diz, o Aécio não ganha porra nenhuma...
JUCÁ - Não, esquece. Nenhum político desse tradicional ganha eleição, não.
MACHADO - O Aécio, rapaz... O Aécio não tem condição, a gente sabe disso. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB...
JUCÁ - É, a gente viveu tudo.
JUCÁ - [Em voz baixa] Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem 'ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca'. Entendeu? Então... Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei o quê, para não perturbar.
MACHADO - Eu acho o seguinte, a saída [para Dilma] é ou licença ou renúncia. A licença é mais suave. O Michel forma um governo de união nacional, faz um grande acordo, protege o Lula, protege todo mundo. Esse país volta à calma, ninguém aguenta mais. Essa cagada desses procuradores de São Paulo ajudou muito. [referência possível ao pedido de prisão de Lula pelo Ministério Público de SP e à condução coercitiva ele para depor no caso da Lava jato]
JUCÁ - Os caras fizeram para poder inviabilizar ele de ir para um ministério. Agora vira obstrução da Justiça, não está deixando o cara, entendeu? Foi um ato violento...
MACHADO -...E burro [...] Tem que ter uma paz, um...
JUCÁ - Eu acho que tem que ter um pacto.
[...]
MACHADO - Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém.
JUCÁ - Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara... Burocrata da... Ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça].
Em conversa, Jucá afirma que 'caiu a ficha do PSDB' sobre operação Em uma das conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o então senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirma que "caiu a ficha" de líderes do PSDB sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos.
"Todo mundo na bandeja para ser comido", diz Jucá.
Sérgio Machado, que foi do PSDB antes de se filiar ao PMDB, afirma que "o primeiro a ser comido vai ser o Aécio [Neves (PSDB-MG)", e acrescenta: "O Aécio não tem condição, a gente sabe disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB...".
"É, a gente viveu tudo", completa Jucá, sem avançar nos detalhes.
Machado tenta refrescar a memória de Jucá: "O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele [Aécio] ser presidente da Câmara?" Não houve resposta de Jucá. Aécio presidiu a Câmara dos Deputados entre 2001 e 2002.
Machado diz que a "situação é grave" porque "eles", em referência à força tarefa da Lava Jato, "querem pegar todo mundo".
Jucá concorda, ironizando o plano. "Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura", afirma.
O atual ministro do Planejamento também confidenciou a Machado as dificuldades que o PMDB vinha enfrentando para "a solução Michel", que seria a posse do vice-presidente no lugar de Dilma Rousseff. O único empecilho, disse Jucá, era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
"Só Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'", disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
'VOADOR'
O senador disse que Machado deveria alertar Renan porque o colega senador seria "voador", ou seja, alguém bastante distraído. Machado concordou:
"O Renan é totalmente 'voador'. Ele ainda não compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele [Renan]. Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor para ele. Ele não compreendeu isso não".
Jucá então completa: "Tem que ser um boi de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro lado da margem".
O senador também afirmou a Machado que havia conversado com "generais", os "comandantes militares", e que eles haviam dado "garantias" ao PMDB a respeito da transição e estavam "monitorando" o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
Após o diálogo entre os peemedebistas, Dilma acabou sendo afastada do cargo devido à abertura do processo de impeachment.
“A América Latina não é uma colônia dos EUA”, diz Evo Morales
O presidente da Bolívia, Evo Morales, declarou nesta segunda-feira, durante a 10ª Cúpula Hemisférica de Prefeitos, em Sucre, que a América Latina não é uma colônia dos Estados Unidos. “Os tempos de dominação imperial terminaram”, afirmou.
Diante de milhares de representantes de vinte países, o presidente afirmou que o continente passa atualmente por um processo de libertação democrática, impulsionado por movimentos sociais e pelos setores mais pobres.
O presidente pediu que as decisões dos povos da América Latina sejam respeitadas e deixou claro que o continente não precisa de intervenção norte-americana pra se organizar.
Além disso, Morales destacou as realizações na Bolívia durante uma década de gestão do Movimento ao Socialismo e reconheceu a luta dos povos indígenas e camponeses. “Junto ao povo impulsionamos um movimento de libertação política que é um símbolo da soberania e dignidade.
Fizemos uma revolução democrática e cultural com grande esforço e respeitando os princípios que nossos antepassados nos deixaram”, afirmou.
Morales declarou ainda que, graças ao apoio e conscientização da população, em 1º de maio de 2006 os recursos naturais foram nacionalizados, o que permitiu a transformação da economia nacional. “A unidade permitiu-nos mudar a Bolívia. Nós fizemos em 10 anos o que não foi feito em 180, afirmou”.
Do Portal Vermelho, com informações do Resistência
Governo interino do Brasil pode vender ações de Petrobras em meio do escândalo
O governo brasileiro pode acordar a venda da participação estatal no gigante energético do país Petrobras, que está envolvido no escândalo de corrupção desde 2014.
A respectiva informação foi divulgada pela agência Reuters que cita fontes próximas do governo.
Mais cedo foi divulgado que as autoridades do Brasil estão considerando a venda de parte das empresas públicas, inclusive os correios, holdings de transporte e empresas de seguros.
De acordo com relatos do jornal Globo, tais medidas podem ser tomadas para obter meios financeiros e racionalizar o setor estatal.
As fontes da agência sublinharam também que a lista de empresas que podem ser parcialmente privatizadas ainda não está completamente elaborada. Mas, segundo eles, o governo do presidente interino Michel Temer gostaria de vender o pacote de ações de controle na Petrobras e na empresa Eletrobras Furnas. A apresentação para investidores pode ser realizada já em meados de julho em Nova York, Londres e outras capitais financeiras, nota Reuters.
Mais cedo a mídia local informava que o Estado pode vender a sua parte nos Correios, Casa da Moeda e empresa seguradora Caixa Econômica Federal.
Além disso, pode ser parcialmente privatizado o operador Infraero e mais de 200 pequenas empresas que pertencem à empresa energética Eletrobras.
Sputniknews
Hinterlaces: 88% de venezolanos apoya mediación del Papa para el diálogo en el país
Al menos 88% de los encuestados está “de acuerdo” con la mediación del Papa Francisco para promover el diálogo y la paz en Venezuela, mientras que apenas 11% está “en desacuerdo”, así lo reveló la encuestadora Hinterlaces.
Asimismo, según informó José Vicente Rangel ,81% de los venezolanos considera “muy necesaria” (37%), “necesaria” (38%) y “algo necesaria“ (6%) la mediación internacional que promueva el diálogo entre el Gobierno y la oposición, mientras que 17% indica que sería “poco” (4%) y “nada necesaria” (13%).
En tal sentido, la encuesta más reciente de la Agencia de Opinión Pública detalla que 86% de los venezolanos opina que el Papa Francisco mantiene una posición “independiente”, mientras que 3% considera que está “más cerca del Chavismo” y 5% cree que está “más cerca de la oposición”.
El estudio sobre Percepciones acerca de la mediación internacional, con un nivel de confianza de 95%, arrojó que 83% de los venezolanos considera que la mediación del Papa Francisco sería “muy efectiva” (19%), “efectiva” (49%) y “algo efectiva” (15%) para fomentar el diálogo y la paz en Venezuela, mientras que 16% considera que sería “poco” (7%) y “nada efectiva” (9%).
Aporrea
OTAN tomará “decisiones claves” ante la "política agresiva de Rusia"
El secretario general de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, pronuncia un discurso durante la ceremonia de inauguración de un puesto estadounidense de defensa antimisiles Aegis Ashore en la base de Deveselu, Rumania, 12 de mayo de 2016.
La OTAN planea aumentar su presencia militar en el este de Europa y prevé tomar, a lo largo de su próxima cumbre en Varsovia (capital polaca) en julio, “decisiones claves” ante la “agresión rusa”.
"La OTAN tomará las decisiones clave de cómo adaptarse a la nueva situación llena de desafíos a la seguridad, incluida la política agresiva de Rusia", afirmó el domingo el secretario general de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, en una entrevista con la emisora Polskie Radio.
Asimismo, detalló que la decisión de reforzar el flanco oriental de la Alianza está adoptada y pendiente de ver la forma concreta. Subrayó, a su vez, que se trata de una fuerza internacional, cuyo objetivo será dar señales sobre que atacar a un país será atacar a todo el bloque.
"Algunos aliados, EE.UU., el Reino Unido y Alemania, ya anunciaron que serán entre los países que deberán fortalecer estas fuerzas", indicó, al tiempo de añadir que Washington ya duplicó los fondos para estos objetivos.
De acuerdo con el alto responsable de la OTAN, la “respuesta fuerte” de la Alianza es parte de su estrategia de defensa y no implica una provocación del conflicto. Además, denunció: "Vemos cómo Rusia invierte en sus Fuerzas Armadas y las utiliza para mostrar al mundo que puede cambiar las fronteras en Europa”.
La OTAN, liderada por Estados Unidos —que tras el surgimiento de la crisis en Ucrania en 2014 experimenta un empeoramiento en su relación con Rusia hasta niveles no vistos desde la Guerra Fría—, multiplicó sus maniobras militares y patrullas marítimas, terrestres y aéreas en Europa oriental y está finalizando los detalles de un plan para hacer frente al poderío de Rusia en la zona.
Mientras tanto, las autoridades rusas han repetido una y otra vez que Moscú no está interesada en la confrontación, sin embargo es capaz de dar una respuesta adecuada y contundente.
En el mismo sentido, el Kremlin ha anunciado recientemente que establecerá tres nuevas divisiones militares especializadas para hacer frente a la OTAN y se desplegarán en su Distrito Militar Oeste y Distrito Militar Sur.
bhr/nii/HispanTv
Terrorista saudí emite fatwa para sustituir la lira siria por la turca en zona bajo su control en Siria
Un terrorista saudí emitió un decreto religioso (fatwa) en pro de sustituir la lira siria por la lira turca en las zonas bajo control de los terroristas en Siria.
Basándose en un informe, el terrorista saudí Abdolá al-Mohaisany asegura que tal medida perjudicaría la economía de Siria, acelerando la caída del Gobierno legítimo de este país, y por ello pidió que se aplique la fatwa denominada Yihad de bienes.
Al-Mohaisany, que también es juez general de una coalición denominada Yeish al-Fatah, que incluye a miembros del Frente Al-Nusra (filial siria de Al-Qaeda), pidió al consejo central de la alianza que no acepte sino la lira turca en los intercambios comerciales y económicos.
Además dijo que debían pagar el sueldo de los combatientes, mercenarios y terroristas en lira turca en lugar de lira siria.
Tras la denominada Yihad al-Nikah (guerra santa del sexo), los extremistas takfiríes han recurrido nuevamente a los decretos “religiosos” para obligar a los ciudadanos a que cumplan sus exigencias en las provincias norteñas de Idlib y Alepo.
Abdolá al-Mohaisany (dcha.), terrorista saudí.
En agosto de 2015, los terroristas que operan contra el presidente sirio, Bashar al-Asad, crearon un comité para posibilitar un "cambio monetario" en ciertas zonas de este país árabe.
El citado comité explicó que la razón del cambio de moneda radica en que Turquía es el “socio económico” más importante de los terroristas en las zonas “liberadas” y que, además, Turquía es la única vía de tránsito de los terroristas y de la mercancía que necesitan en el norte de Siria.
Desde el inicio de conflicto en Siria en 2011, se hicieron públicas pruebas del apoyo que brinda Ankara a los terroristas en Siria. En mayo del año pasado, el diario turco Cumhuriyet publicó un video sobre cómo la Administración del presidente Recep Tayyip Erdogan enviaba armas a los terroristas que operan en Siria.
El pasado 13 de mayo, Amnistía Internacional (AI) denunció que los grupos terroristas de la alianza Yeish al-Fatah, de la cual forma parte el Frente Al-Nusra, podrían haber cometido crímenes de guerra contra Alepo.
El presidente sirio enfatizó en un mensaje emitido a su homólogo ruso, Vladimir Putin, que las fuerzas del país no aceptarán nada que no sea la victoria frente a los terroristas en la estratégica ciudad de Alepo.
ask/nii/HispanTv
Explosiones cerca de bases militares rusas en Siria dejan más de 100 muertos
Varias explosiones han sacudido este lunes las ciudades de Tartus y Jableh, en la provincia siria de Latakia, dejando cerca de 100 muertos y decenas de heridos.
Este lunes, Medios locales han reportado varias explosiones en la ciudad de Jableh, en la provincia siria de Latakia, en cercanías a la base aérea rusa de Jmeimim y a la base de la Armada rusa en la ciudad de Tartus, dejando más de 100 muertos y decenas de heridos. Según los primeros informes, una de ellas se produjo en las inmediaciones de una estación de autobuses, mientras que las otras dos fueron lugar cerca de un edificio de una empresa estatal de energía y en la salida de la ciudad.
De acuerdo con funcionarios de la estación, podría haberse tratado de un atentado suicida. "Hay muertos y heridos. Probablemente fue un terrorista suicida", señalo uno de los testigos.
Según informa la agencia RIA Novosti, también se han reportado en las últimas horas una serie de explosiones en la ciudad siria de Tartu, en las cercanías a una estación de buses, que han dejado como resultado varios muertos y heridos.
"Han ocurrido dos o tres explosiones en la estación de autobuses de la ciudad de Tartus. Una de ellas cerca de una de las bombas de llenado de combustible. El Ejército acordonó la zona y ya han dado inicio las labores de socorro ", señala la agencia.
Por su parte, la agencia SANA informó que al parecer otro de los estallidos tuvo lugar en una zona residencial de la ciudad, luego de que un hombre se inmolara dentro de un vehículo.
Se ha conocido recientemente que el grupo terrorista Estado Islámico se ha atribuido los ataques terroristas perpetrados en las dos ciudades. Así lo anunció la televisión pública siria, citada por la agencia TASS.
Actualidad RT
domingo, 22 de maio de 2016
França é principal alvo do Daesh, diz primeiro-ministro
A França é, possivelmente, o alvo número 1 do grupo militante Daesh, afirmou o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, neste domingo.
“A França, sem dúvida… é o alvo número 1 do Daesh”, disse Manuel Valls durante sua visita a Israel, transmitida pelo canal BFMTV.
O primeiro-ministro disse ainda que o nível de ameaça terrorista em seu país continua muito alto.
Sputniknews
Dono de helicóptero apreendido pela PF cheio de cocaína vai ser ministro do governo Temer
Momento da prisão dos ocupantes do helicóptero dos Perrela, cheio de cocaína
O filho do ex-presidente do Cruzeiro e senador Zezé Perrella, Gustavo Perrella, 33, aceitou o convite e deve assumir a secretaria Nacional do Futebol e de Defesa dos Direitos do Torcedor.
Ele foi chamado pelo ministro Leonardo Picciani (PMDB) para compor a nova equipe.
Gustavo Perrella, que já foi deputado estadual em Minas Gerais, espera a oficialização por meio do Diário Oficial da União na semana que vem.
Na última quarta-feira (18), o novo ministro afirmou que não colocaria membros da chamada “bancada da bola”, grupos de parlamentares ligados à CBF na APFut (Autoridade Pública de Governança do Futebol).
Se confirmada a entrada de Gustavo Perrella para a secretaria, estará no comando do Futebol o filho de um dos maiores representantes desta bancada.
Além de ser ex-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella tem atuado, durante todo o seu mandato, desde 2011, pelos interesses dos dirigentes da confederação, como foi também no caso da aprovação da lei de refinanciamento das dívidas, o Profut, que contrariou alguns clubes, como o Flamengo.
O convite feito a Perrella foi publicado inicialmente por Marcos Paulo Lima, no “Correio Braziliense”.
Pai e filho, os Perrella foram alvo de uma operação da Polícia Federal, que flagrou e apreendeu 445 kg de cocaína em helicóptero pertencente ao então deputado.
Não foram achados indícios de autoria dos dois no caso e, por isso, eles não responderam judicialmente.
Blog do Francisco Castro
AMORIM: ‘BRASIL VOLTARÁ AO CANTINHO DA CENA MUNDIAL’
Esta é a previsão do ex-chanceler do governo Lula, Celso Amorim, com José Serra no comando do Itamaraty; em artigo publicado neste domingo, o ex-ministro critica a primeira ação do atual titular do Ministério das Relações Exteriores ao enviar uma carta a "governos de países amigos do Brasil" repudiando críticas sobre o processo de impeachment no Brasil, considerado um golpe por eles; "Um misto de prepotência e de arrogância pode ser lido nas entrelinhas, como se o Brasil fosse diferente e melhor do que nossos irmãos latino-americanos", afirma Amorim; para ele, "o que mais preocupa", porém, "é o afã em diferenciar-se de governos anteriores, acusados de ação partidária, como se esta só existisse na esquerda do espectro político"; com Serra no Itamaraty, "o Brasil voltará ao cantinho pequeno de onde nunca deveria ter saído", ressalta
Com o senador José Serra (PSDB-SP) no comando do Ministério das Relações Exteriores, cargo para o qual foi empossado na última semana, "o Brasil voltará ao cantinho pequeno de onde nunca deveria ter saído", avalia Celso Amorim, ex-chanceler do governo Lula e ex-ministro da Defesa durante o governo Dilma.
Em artigo publicado neste domingo, o ex-ministro critica a primeira ação do tucano ao enviar uma carta a "governos de países amigos do Brasil" repudiando críticas sobre o processo de impeachment no Brasil, considerado um golpe por esses governos.
"Um misto de prepotência e de arrogância pode ser lido nas entrelinhas, como se o Brasil fosse diferente e melhor do que nossos irmãos latino-americanos", observa Amorim.
Para o ex-chanceler, "o que mais preocupa", porém, "é o afã em diferenciar-se de governos anteriores, acusados de ação partidária, como se esta só existisse na esquerda do espectro político".
Dilma: É minha absoluta obrigação resistir contra o golpe
A presidenta Dilma Rousseff participou da abertura do 5º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais em Belo Horizonte (MG). Ao chegar, ela foi recebida por cerca de 40 mil manifestantes que a aguardavam do lado de fora do Hotel em que acontecia o evento. Após saudar os manifestantes e ouvir as falas no Encontro fez uso da palavra e se sentindo à vontade, não conteve a emoção. "Iremos resistir. Eu agradeço a vocês a imensa energia dessa recepção", disse.
A 5ª edição do Encontro Nacional dos Blogueiros e Ativistas Digitais foi organizada pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, pelo Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e pela Comissão Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais. A presidenta Dilma encerrou a abertura do encontro que foi aberta pelo coordenador-geral do Barão, Miro Borges. Falaram ainda no encontro, o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do governo Lula, o mineiro Patrus Ananias, e pela presidenta do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Renata Mielli.
O tão aguardado pronunciamento da presidenta Dilma ocorreu já por volta das 21 horas, mas enquanto ela falava o público aplaudia e cantavam palavras de ordem de apoio e solidariedade à presidenta afastada. Dilma ressaltou que irá lutar até o fim contra o impeachment no Senado, no Supremo e nas ruas. Ela afirmou ainda que aqueles que ocuparam seu espaço provisoriamente no Executivo querem vê-la isolada dentro do Palácio da Alvorada, onde o deputado federal Jorge Viana (PT-AC) denunciou, na última quinta-feira (19), que a presidenta estava sitiada, cercada por policiais e com dificuldades de receber visitas.
Dilma destacou que o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, continua a ditar as regras dentro da Casa. “Os jornais não conseguiram ocultar a presença dessa pessoa [Eduardo Cunha] nas decisões da Câmara”, disse a presidenta. "Ele comanda tudo o que é aprovado lá. Por isso, o Congresso e suas comissões estão parados desde o começo do ano, mas a mídia silencia", denunciou.
A presidenta mencionou a influência de Cunha também no governo ilegítimo de Temer e nas indicações ao ministério provisório, principalmente para o cargo da Justiça. Como é o caso do indicado por Temer para assumir a pasta da Justiça, Alexandre de Moraes, que foi advogado de Cunha.
Dilma usou o caráter extremamente conservador do Congresso para explicar o agravamento da crise política, que travou o país nos últimos meses. “Cunha conseguiu colocar cerca de 230 deputados de sua confiança na Câmara, o que travou o funcionamento do país e sabotou nossas tentativas de combater a crise, gerando instabilidade Nenhuma Comissão da Câmara ou Comissão Mista (com deputados e senadores) conseguiu prosperar este ano. Só a do impeachment”, disse.
Dilma se mostrou reticente em relação a qualquer reforma da mídia enquanto a composição do Congresso se manter como a atual, extremamente conservadora. Por isso, a presidenta considera a reforma política como a prioritária para tocar as demais reformas do país.
E encerrou dizendo que tem fé numa reviravolta no processo do impeachment no Senado: “É minha absoluta obrigação resistir. Vou lutar contra isso até o fim”. E comentou a sua satisfação em poder explicar ao STF, porque ela tem usado a palavra "golpe": “Gostei muito, vou fazer um grande esclarecimento; além disso, ninguém pode impedir ninguém de falar em golpe”.
Desmontando a 'falsa polêmica' do patrocínio
Em sua fala de a abertura do 5º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais, Altamiro Borges, blogueiro e presidente do Barão de Itararé, criticou o comportamento de alguns jornalistas da grande mídia, que repercutiram a ordem de Temer suspender patrocínio da Caixa ao evento. Segundo Miro, a mídia chia quanto ao financiamento público de projetos de democratização da mídia e liberdade de expressão ao mesmo tempo que cala para o financiamento bilionário que o governo dá aos veículos hegemônicos.
Em matéria divulgada na quinta-feira (19), a Folha de S.Paulo criticou o Encontro, que começou nesta sexta-feira (20) e vai até este domingo (22), na capital mineira, e afirmou que o governo ilegítimo de Temer cancelaria o patrocínio, celebrado em contrato entre os organizadores do encontro e a Caixa Econômica antes da presidenta Dilma ser afastada.
Miro afirmou que, no caso de a Caixa ]cancelar o patrocínio, o banco será processado. “Acertamos a realização do 5º encontro em setembro do ano passado e assinamos o contrato, que não pode ser rompido. A presença de Dilma na abertura do evento já estava nos planos desde o começo, assim como a presença de mais de mil pessoas no evento, incluindo caravanas de estudantes de jornalismo que viriam do país inteiro. Tivemos que reduzir o número de participantes porque a campanha do golpe afetou diretamente a nossa captação de recursos”, explicou o jornalista antes da chegada da presidenta.
Do Portal Vermelho, com Barão de Itararé e agências
Principal comandante dos EUA para o Oriente Médio faz viagem secreta à Síria
O comandante do Comando Central dos EUA (CENTCOM), responsável por Oriente Médio, norte da África e Ásia Central, fez uma viagem secreta à Síria para discutir a ofensiva em Raqqa.
O general do Exército americano Joseph Votel, que lidera o CENTCOM, responsável por Oriente Médio, norte da África e Ásia Central, fez uma viagem secreta à Síria, informou a imprensa americana. O enviado especial presidencial para a Coalizão Global contra o Daesh confirmou a notícia.
Votel chegou à Síria para uma visita de um dia, quando vai conhecer locais de operações especiais dos EUA e encontrar forças locais treinadas por especialistas americano, relatou a CNN. Segundo o canal, Votel é o principal oficial militar americano a visitar a Síria desde o início da guerra civil no país.
Desde o início do conflito sírio, com forças governamentais combatendo vários grupos de oposição - inclusive terroristas -, os EUA e seus aliados vêm fornecendo apoio militar a grupos rotulados por eles como “oposição moderada”. Além disso, os EUA pedem a renúncia do Presidente Bashar Assad.
Washington também já enviou centenas de soldados de operações especiais para treinar e equipar rebeldes “moderados” no combate a radicais islâmicos.
Sputniknews
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