terça-feira, 24 de novembro de 2015

EE.UU. emite alerta de viaje a todo el mundo por inminentes ataques terroristas


El Departamento de Estado de EE.UU. advierte a los ciudadanos estadounidenses sobre los posibles riesgos de los viajes al extranjero debido al aumento de las amenazas terroristas.

En un comunicado del Departamento se dice que la información actual sugiere que la organización terrorista Estado Islámico (Daesh), Al Qaeda, Boko Haram, y otros grupos terroristas continúan planeando atentados en varias regiones.

Además se informa que en dichos ataques podría ser utilizada una amplia variedad de tácticas, incluyendo armas convencionales y no convencionales, y dirigidas tanto a los intereses oficiales como de índole privado. Se estima que la alerta de viaje expirará el 24 de febrero de 2016.

Los ciudadanos estadounidenses deben estar atentos en lugares públicos y usando el transporte; evitar grandes multitudes o lugares donde se concentra mucha gente; tener una precaución especial durante la temporada de vacaciones y en días festivos; actualizar sus planes, viajes y actividades de acuerdo con la información sobre la situación actual emitida por los medios de comunicación y fuentes de información locales.

Actualidad RT

Avião russo derrubado pela Turquia estava no espaço aéreo sírio


“Hoje no território da Síria, supostamente na sequência de disparos a partir do solo, acidentou um avião Su-24 do grupo aéreo russo na República Árabe da Síria”, diz o Ministério da Defesa da Rússia.

“O avião seguia à altitude de 6.000 metros. O destino dos pilotos está sendo investigado. Segundo os dados preliminares, os pilotos conseguiram catapultar-se. Também estão sendo investigadas as circunstâncias da queda do avião russo. O Ministério da Defesa sublinha, durante todo o voo, o avião se manteve sempre sobre o território da Síria. Isto foi fixado por meios de controle objetivos”, acrescentou o departamento militar.

Canal televisivo Ulusal diz que dois civis turcos ficaram feridos na sequência da queda de destroços do bombardeiro russo abatido.
A OTAN fará em breve uma declaração devido ao incidente com o avião militar russo na Síria, disse uma fonte na Aliança à RIA Novosti.

Sputniknews

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

COREIA DO NORTE RESSUSCITA MAIS UM


O funcionário Han Kwang-sang, chefe das finanças do Partido do Trabalho da Coreia, parou de aparecer publicamente acompanhando Kim Jong Un por volta de fevereiro, e desde então a mídia sul coreana declarou que ele foi fuzilado. A notícia foi distribuída pelo Pentágono aos órgãos de imprensa do ocidente e publicada como verdade.

Na semana passada Han Kwang-sang foi fotografado durante uma visita do marechal Kim Jong Un a uma fazenda de pesca, proximidades de uma base militar. Teria ressuscitado?

A mídia ocidental publica mentiras quase que diárias contra a RPD Coreia - Coreia do Norte -, enganando o público ocidental com mentiras e fantasias absurdas.

São tantas as besteiras publicadas contra a Coreia do Norte que o atual governo nem se preocupa em desmenti-las. Ele sabe que as pessoas bem informadas não acreditam nas mentiras dos criminosos chantagistas (EUA) e seus títeres (Coreia do Sul e Japão).

Presidente argentino Macri anuncia que será fantoche dos Estados Unidos da América


O candidato da direita argentina se revelou um verdadeiro fantoche dos interesses norte-americanos em nosso continente mesmo antes de assumir a cadeira de presidente.

Em sua primeira entrevista coletiva, Macri anunciou que investirá contra o memorando com o Irã e tentará expulsar a Venezuela do Mercosul. Traduzindo: Macri vai sabotar os esforços de acordos comerciais e políticos com o Irã e vai dinamitar o Mercosul, atendendo interesses criminosos do imperialismo norte-americano.

A derrota do governo argentino é um duro golpe nos governos populares da América Latina. A partir de agora, a Colômbia (país militarmente ocupado pelos EUA) deixará de ser o único fantoche dos Estados Unidos em nosso continente.


Mauricio Macri assume a presidência do país em 10 de dezembro, depois de obter 51,40 por cento dos votos. Sobre o tema da votação apertada entre ele e seu adversário Daniel Scioli (48,60 por cento), ele disse que iria buscar pontos de coincidência e não de diferenças para se unir setores.

"Estou muito otimista e encontrar uma agenda comum. Ele confia plenamente a mudança de tempo, que ele não, portanto, situação econômica, mas pelos valores de como exercer o poder ", disse ele.
O tráfico de drogas e a pobreza são os principais eixos em seu planejamento de governo, afirmou.

Macri disse que estava confiante de que nos dias que restam até a inauguração, em 10 de dezembro, os funcionários futuras possam fazer contato com aqueles que levam hoje a economia para ter uma ideia completa da situação real da economia. E com base nisso, ter as informações corretas e, em seguida, tomar decisões que precisam ser tomadas.

Macri disse que vai mudar o subsídio de imposto para cumprir promessa de campanha de baixar impostos.

Ele prometeu para aliviar a carga fiscal, dizendo que o imposto "se tornou uma farsa".

Mauricio Macri prometeu ajustar o imposto de renda para aliviar a pressão sobre os salários dos trabalhadores. Afirmou que o nível atual de impostos "tornou-se um golpe para os trabalhadores".

Dólar
O presidente eleito disse hoje que durante seu governo será "um tipo único de mudança", que irá incluir o envolvimento do Banco Central para "ser administrado em listras". "Haverá uma taxa de câmbio única e o Banco Central vai intervir cuidadosamente", disse Macri.

Irã
O presidente eleito Mauricio Macri, confirmou que vai propor no Congresso a revogação do memorando com o Irã, considerando que "é algo que ajudou a unir os argentinos e mostrar consistente para o mundo". Ele se refere a propaganda mentirosa da imprensa argentina durante toda a campanha, criminalizando o Irã e defendendo os interesses criminosos dos Estados Unidos no país.

"Vou propor ao Congresso a revogação do memorando. O documento não ajudou a unir os argentinos. Queremos que o mundo saiba que estamos dispostos a seguir um movo caminho” (de submissão aos Estados Unidos e Israel)", disse Macri na coletiva de imprensa na Usina del Arte.

A criminalização do Irã por parte do novo governo argentino pode trazer de volta a farsa do julgamento dos atentados na AMIA, conflagrando as forças políticas que se debatem em torno desse

Contra a Venezuela
Ele também disse que iria pedir ao bloco econômico do Mercosul a aplicação da "cláusula democrática" contra a Venezuela, já que "as acusações são claras, são fortes" por violações de direitos humanos no país bolivariano.

Macri não tem maioria folgada no Congresso argentino para viabilizar as medidas que está anunciando, e o máximo que conseguirá será conflagrar a nação, obedecendo cegamente os interesses antinacionais do sistema financeiro internacional e dos norte-americanos e israelenses em nosso continente.

A luta pela recuperação das Ilhas Malvinas sairá da agenda do atual presidente.

Aviação russa abre caminho para novas vitórias das tropas sírias contra os terroristas


O Exército sírio e as Forças de Defesa Nacional do país, com apoio da aviação russa, invadiram neste domingo (22) importantes centros de coleta de terroristas do Estado Islâmico na província síria de Aleppo. As operações de Damasco resultaram na morte de dezenas de terroristas e na destruição completa de vasto material militar dos jihadistas.


No sábado (21), os caças russos investiram maciçamente contra a base aérea de Jirah, que estava em poder do Estado Islâmico. Foi o primeiro ataque da Força Aérea da Rússia ao local desde o início da operação do país na Síria. A iniciativa preparou terreno para as ações por terra do Exército sírio.

As tropas leais a Damasco também invadiram inúmeras aldeias em Aleppo e expulsaram os militantes do Estado Islâmico neste final de semana. Houve também incursões na região norte e nordeste da província.

Já na cidade de Daraa, a Frente al-Nusra, grupo filiado à Al-Qaeda, sofreu inúmeras baixas em confrontos com o Exército sírio apoiados pela aviação russa. As tropas de Damasco também conseguiram tomar um centro militar extremista no norte de Hama.

Sputniknews

Torturadores festejam vitória na Argentina


Por Altamiro Borges

No final da noite deste domingo, o candidato peronista Daniel Scioli, apoiado pela presidenta Cristina Kirchner, reconheceu oficialmente a derrota para o neoliberal Mauricio Macri no segundo turno das eleições da Argentina. Com 85% das urnas apuradas, o candidato da "Aliança Cambiemos" liderava com 52,57% dos votos, contra 47,43% do postulante da "Frente para a Vitória". Em um comunicado lacônico, Daniel Scioli saudou "o povo que com a vontade popular elegeu o seu novo presidente". A vitória de Mauricio Macri representa o fim de 12 anos de kirchnerismo e será festejada nas ruas dos bairros nobres de Buenos Aires - assim como será comemorada por toda a direita da América Latina.

Ainda é cedo para analisar os resultados do pleito no país vizinho. Alguns já se apressam em apontar os erros do governo de Cristina Kirchner, do seu moderado candidato Mauricio Macri e da esquerda da Argentina, menosprezando em suas análises a força da direita e do império em nosso continente. Uma coisa é certa: a direita tem muito o que comemorar. Os barões da mídia já sonham com o rápido arquivamento da "Ley de Medios", que visou democratizar os meios de comunicação no país. Já os barões do agronegócio, tão poderosos na nação irmã, almejam retomar o seu poder - enfraquecido nos anos de Néstor e Cristina Kirchner. Os EUA, com seus vassalos colonizados, torcem pela morte das iniciativas de integração soberana na América Latina.

Outro setor que, sem dúvida, irá comemorar a vitória de Mauricio Macri é o dos saudosos do regime militar na Argentina. Eles nunca aceitaram a lei da anistia e a condenação e a prisão dos torturadores e assassinos da sanguinária ditadura. Em matéria publicada na Folha deste domingo (21), esta cena triste e patética fica evidente. Vale conferir:

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Repressores veem esperança de sair da prisão com fim da era Kirchner

Sylvia Colombo, enviada especial a Buenos Aires

No período kirchnerista, 622 pessoas foram condenadas por crimes de lesa-humanidade cometidos durante a última ditadura militar (1976-83), que deixou 20 mil mortos. Hoje, esses repressores, a maioria em idade avançada, cumprem pena em penitenciárias e hospitais militares por todo o país. Mais de cem morreram em cativeiro.

A perspectiva de que a oposição possa vencer a eleição neste domingo acendeu suas esperanças de passarem os últimos anos ou meses de vida livres, o que revolta associações de familiares de vítimas de seus crimes.

"Confiamos na mudança com o fim do kirchnerismo. Consideramos essas pessoas presos políticos deste governo, sua prisão não tem base jurídica. São homens que lutaram contra o terrorismo e o comunismo que ameaçava o Estado", disse à Folha Gerardo Palacios Hardy.

Hardy é vice-presidente da Justicia y Concordia, associação que reúne mais de 150 advogados que defendem repressores. Com representação em vários países da América Latina, a Justicia y Concordia pede anistia a militares condenados, interrupção de julgamentos em curso e o julgamento de juízes que tenham emitido sentença a repressores nos últimos anos.

Prestam assistência aos detentos e denunciam maus-tratos. "Precisamos refundar a Justiça, pois o que temos é uma Justiça assimétrica e persecutória, baseada em vingança política", diz Hardy.

Em reunião neste mês em Buenos Aires, membros da associação, com familiares de repressores, celebraram a possibilidade de uma derrota do governo. O secretário da associação, Carlos Bosch, celebrou "ventos de mudança".

Um dos principais nomes do grupo, o advogado Mariano Gradín, conhecido por puxar coro de apoio a repressores em salas de tribunal, assina a lista de intelectuais que apoiam o candidato opositor, Mauricio Macri.

Questionada sobre a inclusão de Gradín, a equipe de Macri respondeu que "não se responsabiliza por quem o apoia". A lista, porém, foi divulgada pelo candidato.

DIREITOS HUMANOS

Líderes de grupos de defesa dos direitos humanos vêm manifestando, nas últimas semanas, preocupação com um possível retrocesso nos julgamentos, caso Macri vença —ele lidera as pesquisas.

Estela de Carlotto, presidente da associação Avós da Praça de Maio, que busca filhos de militantes detidos ou mortos que foram sequestrados e entregues a outras famílias, disse que "está claro que alguns repressores vão recuperar a liberdade". "Macri pensa com o bolso e não quer olhar para trás."

Em seus discursos, o candidato evita o tema. Em declaração que causou polêmica, disse que acabaria com os "currais dos direitos humanos", referindo-se a privilégios a associações de vítimas que se alinharam ao governo.

Enquanto isso, estão na reta final os chamados "megacasos", processos abertos contra agentes e ex-militares que atuaram em conjunto.

O primeiro é relacionado a torturas e homicídios praticados na Esma (Escola de Mecânica da Armada), em que 59 repressores são acusados de 789 crimes.

O outro é o "caso Condor", no qual 18 pessoas respondem por associação ilícita e crimes no Chile, no Uruguai e na Argentina. Algumas condenações já foram emitidas.

"Não vamos desacelerar, independentemente de quem ganhe a eleição. Vamos levar esse caso até o fim", diz à Folha o promotor do caso Condor, Pablo Ouviña.

A política de direitos humanos argentina tem idas e vindas. Quando o país se redemocratizou, em 1983,houve julgamentos de repressores e de guerrilheiros. O presidente Raúl Alfonsín, porém, promulgou as leis de Ponto Final e Obediência Devida, que indultavam quem participou da repressão porque estava sob ordens de seus superiores.

Nos anos 1990, Carlos Menem distribuiu mais indultos, liberando inclusive cabeças do regime, como Emilio Massera e Jorge Rafael Videla.

Em 2003, ao assumir, Néstor Kirchner retomou os julgamentos, política mantida por sua sucessora, Cristina Kirchner. Videla voltou à cadeia, onde morreu, em 2013, cumprindo prisão perpétua.

El conservador Macri gana las elecciones presidenciales de Argentina en la segunda ronda


El conservador Mauricio Macri, candidato de la alianza Cambiemos, se coloca por delante en la segunda vuelta de las presidenciales de Argentina, según los resultados oficiales.


“Es un día histórico, es un cambio de época que va a ser maravilloso”, ha dicho Macri este domingo, en su primer discurso tras los comicios.

El nuevo presidente electo ha recibido, en el estado actual del recuento, el 51,42 % de los votos, frente al 48,58 % de Daniel Scioli, candidato del oficialista Partido para la Victoria (FpV), ha anunciado la Dirección Nacional Electoral (DNE) argentina tras escrutarse el 98,96 % de los votos.

Tras conocerse su triunfo, Macri ha manifestado el apoyo del nuevo Gobierno argentino al líder opositor venezolano Leopoldo López y ha calificado de “injusta” —a su juicio— la pena de prisión del alcalde de Caracas (capital venezolana), Antonio Ledezma.

El ultraderechista Leopoldo López, detenido el pasado 20 de febrero, está acusado de llevar a cabo actos de sabotaje contra el Gobierno del presidente venezolano, Nicolás Maduro, asímismo conspirar y provocar la violencia en las protestas antigubernamentales de 2014, que acabaron con la vida de más de 40 personas y dejaron centenares de heridos.

Por su parte, Scioli ha reconocido el triunfo de Macri en el balotaje de este domingo y le desea éxitos.

La presidenta de Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, también ha felicitado a Macri por su triunfo, y lo ha convocado a un encuentro para el martes en la residencia oficial de Olivos, situada en Buenos Aires, capital argentina.

La jornada electoral argentina ha transcurrido con normalidad, con un índice de participación del 78 por ciento, según el ministro de Justicia y Derechos Humanos, Julio Alak.

Es la primera vez que un candidato derechista toma las riendas del país sin un acto militar.

El líder de Propuesta Republicana (PRO) —fuerza integrada en el frente Cambiemos—, sucederá a la presidenta Cristina Fernández de Kirchner, cuya gestión finalizará el 10 de diciembre, después de dos mandatos consecutivos, y luego de que presidiera la Argentina su marido, el antiguo presidente Néstor Carlos Kirchner.

La elección presidencial debió definirse, por primera vez en la historia política argentina, en segunda vuelta, luego de que Scioli se impusiera en la primera vuelta con el 37,08 por ciento de los votos y Macri se acomodara en segundo lugar con el 34,15 por ciento

alg/mla/hnb - HispanTv

Siguen llegando a Irán mandatarios de países miembros del FPEG


Siguen llegando a Teherán, capital persa, mandatarios de los países miembros del Foro de Países Exportadores de Gas (FPEG) para participar en su 3ª cumbre.

Los últimos de ellos han sido el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y su homólogo boliviano, Evo Morales, que han llegado este domingo al aeropuerto internacional Mehrabad de Teherán.

Más temprano, habían arribado a la capital iraní los presidentes de Irak, Fuad Masum, de Turkmenistán, Gurbangulí Berdimujamédov, de Guinea Ecuatorial, Teodoro Obiang, y de Nigeria, Muhammadu Buhari, además del primer ministro de Argelia, Abdelmalek Sellal.

Irán, Argelia, Bolivia, Egipto, Guinea Ecuatorial, Trinidad y Tobago, Libia, Nigeria, Catar, Rusia, Venezuela, y los Emiratos Árabes Unidos (EAU), integran el foro, que produce el 42 % del gas producido en el mundo.

alg/mla/hnb - HispanTv

Mensaje de Rusia a la UE: Bombarderos rusos dan la vuelta a Europa para llegar a Siria


Bombarderos estratégicos Tupolev Tu-160 Blackjack rusos.

La ruta de algunos de los bombarderos estratégicos rusos, que dan la vuelta a Europa para llegar a Siria, conlleva un mensaje de Rusia a la OTAN, entienden fuentes británicas.

Parte de los bombarderos estratégicos rusos que participan en la campaña aérea de Rusia en Siria circunnavegan el continente europeo, recorriendo más de 12.500 kilómetros, para enviar un mensaje a la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) y mostrar que Rusia tiene gran capacidad para llevar a cabo bombardeos de largo alcance, informaron el domingo distintos medios de prensa, citando al rotativo británico The Telegraph.

Fuentes de Defensa británicas citadas por este diario señalan el reciente incidente, en que dos bombarderos estratégicos Tupolev Tu-160 Blackjack rusos que iban rumbo a Siria pasaron cerca del corredor aéreo del Reino Unido, como indicio de la postura de Rusia y de los intentos de Moscú por mostrar su poderío a la OTAN.

Dichas fuentes señalan que las aeronaves de guerra rusas podrían utilizar el espacio aéreo de Irán para llegar a Siria, pero usan una ruta mucho más larga para mostrar la fortaleza de las Fuerzas Aeroespaciales rusas —y en especial de sus bombarderos estratégicos— a la OTAN para que esta última no trate de expandirse cerca de las fronteras occidentales de Rusia.

Las aeronaves de guerra rusas que viajan a Siria usando el espacio aéreo iraní recorren como máximo 5000 kilómetros, al menos 7000 kilómetros menos en comparación con los bombarderos estratégicos que van rumbo al territorio sirio circunnavegando al continente europeo.

El pasado miércoles, Rusia intensificó considerablemente sus ataques contra las posiciones terroristas en Siria incorporando los bombarderos estratégicos Tu-22, Tu-95 y Tu-160 a la campaña de ataques aéreos en el país árabe.

Desde el 30 de septiembre, Rusia lleva a cabo bombardeos contra las posiciones de bandas terroristas como EIIL (Daesh, en árabe) en Siria y, según Moscú, dichos ataques han cosechado grandes logros, facilitando de este modo el progreso de las fuerzas sirias en sus operaciones antiterroristas.

hgn/mla/hnb - HispanTv

¿En qué mundo vive Obama?: Sostiene que la operación de Rusia en Siria fortalece al EI


La retórica del presidente estadounidense a la hora de negar la eficacia de las operaciones aéreas rusas en Siria volvió a superarse a sí misma tras afirmar Obama que "Rusia ha fortalecido, en cierto modo, al Estado islámico", según lo cita AP. ¿Acaso Washington ha decidido hacer la vista gorda ante los expeditivos avances del operativo ruso? En este artículo revisamos, punto por punto, qué es lo que está pasando en Siria, y por qué las declaraciones de Obama se alejan de la realidad.

Obama en su laberinto: Llama a Rusia a 'centrarse' en la lucha contra el EI

El presidente estadounidense, Barack Obama, ha hecho este domingo una declaración tan controvertida como injustificada. El mandatario norteamericano afirmó que Rusia tiene que tomar "la decisión estratégica de perseguir al Estado Islámico y no a las fuerzas de la oposición moderada que tratan de derrocar al presidente sirio Bashar al Assad", escribe AP. Pero Obama no se quedó ahí y declaró que "las operaciones militares iniciales de Rusia no se han sumado a los esfuerzos para desalentar al EI y, en cierto modo, lo fortalecieron", según lo cita la agencia.

"La destrucción del Estado Islámico no solo es una meta realista, nosotros la vamos a cumplir", afirmó el mandatario de EE.UU. en una reunión de líderes de la Asociación de Naciones del Sudeste Asiático en Kuala Lumpur. "No aceptaremos el terrorismo como algo normal, no estamos indefensos", subrayó en referencia a la coalición liderada por EE.UU.

Obama prometió privar a los terroristas de financiación, cazar a sus cabecillas y liberar los vastos territorios que ocupan. Sin embargo, parece que, a día de hoy, Rusia está más cerca de lograr este objetivo, ya que las cifras de vuelos de combate realizados y las de blancos yihadistas alcanzados hablan por sí solas. No en vano, el "papel rector" de Rusia en su lucha contra los yihadistas en Siria fue elogiado este domingo en la ONU, por su secretario general Ban Ki-moon.

Obama no puede estar más equivocado: ¿Qué es lo que ha pasado por alto?

El pasado miércoles repasamos en un artículo los operativos antiterroristas de Rusia y de la coalición internacional liderada por EE.UU. Desde que arrancó la operación, el 8 de agosto de 2014, Washington ha ordenado efectuar 2.804 ataques en Siria, cifra que contrasta con los 4.111 ataques lanzados contra el Estado Islámico únicamente por Rusia desde que hace menos de dos meses, el 30 de septiembre de 2015, emprendió su operación en Siria a petición de Damasco.


Los ataques rusos contra los yihadistas se intensificaron después de que esta semana se diera a conocer que el avión ruso A321 siniestrado en el Sinaí el pasado 31 de octubre fue objeto de un atentado con bomba que costó la vida a las 224 personas que viajaban en el aparato, la gran mayoría rusos. El presidente ruso, Vladímir Putin, se mostró categórico tras conocer el resultado de la investigación: "Vamos a encontrarlos [a quienes derribaron el avión] y a castigarlos". Desde entonces (el resultado de investigación se supo el 17 de noviembre) Rusia lleva a cabo su "misión de venganza" en el marco del operativo antiterrorista en Siria contra el Estado Islámico.

Uno de los últimos datos más impactantes son los 600 terroristas que han muerto, alcanzados por los ataques rusos con los 18 misiles de crucero lanzados por la Flotilla del mar Caspio. En total, los aviones estratégicos y operativo-tácticos rusos han efectuado más de 500 misiones, destruyendo más de 820 objetivos terroristas durante la operación militar de Rusia en Siria, informa el Ministerio ruso de Defensa.

En este video del Ministerio se aprecia cómo los buques de guerra rusos que operan en el Caspio lanzan sus misiles a una distancia de hasta 1.500 kilómetros. En las operaciones contra el Estado Islámico participan diez naves, seis de las cuales operan desde el Mediterráneo.

Asimismo, los bombardeos rusos socavan una de las fuentes principales de financiación de los yihadistas, cuyas posibilidades de exportación ilegal de crudo se han visto notablemente mermadas .

"El suministro de 60 toneladas de petróleo al mercado negro está suspendido y los terroristas pierden 1,5 millones de dólares al día", según el Ministerio ruso de Defensa. En los últimos días han sido destruidos cerca de 500 camiones-cisterna para el transporte de crudo.

Cabe destacar que las noticias sobre los ataques de la coalición liderada por EE.UU. contra el potencial petrolero del EI solo han empezado a aparecer en los medios en los últimos meses.

La ONU valora el papel de Rusia en la lucha contra el terrorismo

Todos estos logros del operativo antiterrorista ruso no han pasado desapercibidos para las Naciones Unidas, cuyo secretario general, Ban Ki-moon, ha evaluado positivamente el papel "rector" de Rusia en la lucha contra el terrorismo. "Me gustaría expresar la alta valoración del papel rector de la Federación de Rusia, que trabaja con EE.UU. para resolver las causas fundamentales subyacentes del terrorismo", afirmó este domingo Ki-moon en una reunión con el primer ministro ruso, Dmitri Medvédev, citado por TASS.

"Tenemos que unirnos. Tenemos que demostrar solidaridad mundial frente a un enemigo común, el Estado Islámico […] Estos terroristas y extremistas ideológicos deben ser derrotados en nombre de la humanidad", subrayó.

Actualidad RT

domingo, 22 de novembro de 2015

Terroristas do Estado Islâmico fazem novas ameaças contra a França


Grupo extremista Estado Islâmico postou novo vídeo com ameaças da realização de novos atentados terroristas na França; em uma das cenas está a imagem caída da Torre Eiffel, um dos maiores símbolos franceses; gravação mostra, ainda, dois extremistas do Estado Islâmico, aparentemente de origem francesa, na província síria de Alepo – um dos redutos do grupo – elogiando os ataques a Paris e incitando outros muçulmanos da França e do mundo inteiro a praticarem atos semelhantes

Em um vídeo divulgado na internet, o grupo extremista Estado Islâmico voltou hoje a ameaçar a Europa, especialmente a França, com a realização de novos atentados, como os que ocorreram em 13 de novembro, em Paris, e custaram a morte de 130 pessoas, além de mais de 350 feridos.


O vídeo mostra uma cena em que a Torre Eiffel, um dos maiores símbolos franceses, e principalmente da capital, Paris, aparece caída, segundo um grupo de monitoramento de ameaças terrorista intitulado Site.

Na gravação, aparecem ainda dois extremista do Estado Islâmico, aparentemente de origem francesa, na província síria de Alepo – um dos redutos do grupo – elogiando os ataques a Paris e incitando os muçulmanos da França e do mundo inteiro a praticar atos semelhantes.

Nos ataques de 13 de novembro, em pontos diferentes de Paris, os extremistas abriram com fuzis num restaurante onde centenas de pessoas estavam, detonaram três bombas perto do estádio onde a seleção francesa de futebol jogava com a Alemanha e fizeram reféns numa sala de concertos.

Das agências Lusa e Sputnik

Contagem regressiva para a Grécia deixar a Eurozona


Moon of Alabama - “Countdown To Grexit” - Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

O referendum grego parecia ter dado um impulso em direção a algum acordo. Mas as potências que governam o Euro não concordaram. O Banco Central Europeu continua a não enviar fundos para os bancos gregos. Em alguns dias, estarão definitivamente quebrados e a saída da Grécia, da Eurozona, será inevitável. Isso parece ser o que querem os linha-dura em Berlim, que se reúnem em torno do psicopata-Ministro Schaeuble das Finanças.

O Primeiro-Ministro grego, Alexis Tsipras, deu jeito de obter apoio popular e de outros partidos políticos, para fazer uma proposta com concessões. Mas as promessas que Tsipras fez antes do referendum já caíram aos pedaços. Os bancos não reabriram, não há acordo à vista com os credores e, dada a rápida deterioração da economia real, a situação em breve já será imensamente mais difícil.

Tsipras terá de responder algumas perguntas:

Por que não pode apresentar uma proposta escrita em Bruxelas, hoje, como prometeu fazer?
Por que não previu que o Banco Central Europeu e as potências ocidentais por trás dele assaltariam os bancos gregos?
Por que seu governo não tinha qualquer plano pronto para sair do Euro?
Por que não havia nenhum cenário planejado que previsse a atual situação?

A imprensa-empresa e os políticos alemães demonizaram de tal modo os gregos, com a mais crua propaganda para induzir a negação cabal da realidade, que agora parece que a maioria da opinião pública alemã já está a favor da Grexit. E o mesmo está acontecendo em grande medida com a opinião pública de outros países do norte e do leste da Europa.

Ninguém quer “dar mais dinheiro aos gregos” – embora até o momento ninguém tenha dado dinheiro algum aos cidadãos gregos. Tudo que foi dado, em garantias dos contribuintes, foi dado exclusivamente a bancos privados alemães e franceses.

As consequências de a Grécia deixar a Eurozona parecem estar fora do universo das questões discutíveis.

Apoiar agora algum alívio parcial da dívida, que nem seria sentido, distribuído ao longo de décadas, e daria à economia grega capacidade para sair da dívida, seria muito mais barato para os contribuintes europeus, que o não pagamento total de tudo que a Grécia deve, o que disparará o pagamento de centenas de bilhões de avais e garantias.

Se sair do Euro, o não pagamento de coisa alguma passa a ser, para a Grécia, o mais provável. Em situação de saída do Euro, a Grécia já não terá dívida alguma a pagar. E poderia voltar a tomar empréstimos, talvez da Rússia e de outras fontes, que ficariam felizes por poder ganhar algum dinheiro de empréstimos feitos a país praticamente livre de qualquer dívida.

Além dos resultados catastróficos de um programa de cinco anos de ARROCHO [não é austeridade; é ARROCHO], a carnificina será enorme, na Grécia, se agora vier a bancarrota e a saída do Euro sem qualquer planejamento. Mas o exemplo de outros casos de estados que foram à bancarrota mostra que a recuperação é quase sempre muito rápida; e que as possibilidades de longo prazo são muito mais favoráveis que a morte lenta que advém, fatalmente, de qualquer programa de ARROCHO [não é austeridade; é ARROCHO] continuado.

Ameaça de terrorismo no Brasil fica impune


Felipe Porto, um dos líderes do acampamento que estava em frente ao Congresso Nacional (Imagem: Pragmatismo Político)

Fernando Brito, Tijolaço


O homem que aparece em O Globo e no Estadão prometendo “uma carnificina” caso os acampados do Congresso sejam forçados a sair do gramado que serve de acampamento pode ser uma maluco, mas não é um louco inofensivo.

Felipe Porto, em seu currículo, diz-se “colecionador de Armas (CRT 50.140 – 11a. Região Militar), Atirador Esportivo”. Aliás, é com uma camiseta da Federação de Tiro do Distrito Federal que se exibe em O Globo.

Tem, portanto, armas e experiência com elas.
Quando este cidadão diz que recorrerá a “reforço armado” e promete “uma carnificina”, mesmo que seja um louco, não se pode deixar de ver o quanto é perigoso.

O Ministério da Defesa pode e deve, conforme o autoriza a Portaria 24 do Departamento de Material Bélico, de outubro de 2000. Se não estiverem no local declarado como de guarda, terá de exibir as guias de transportes a que está obrigado.


No Facebook, saúda a chegada ao acampamento de Pláucio Pucci, que o Tijolaço mostrou, há tempos, convocando lutadores e marombeiros para “grudar no chão” quem atrapalhasse uma passeata coxinha. Cidadão que se exibia, aliás, em páginas extra-oficiais da Polícia Federal.

As autoridades brasileiras, com a sua leniência, estão se expondo a uma tragédia.

Não pode haver tolerância com ameaça de armas, ponto final.

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Nota da redação: Hoje a Polícia Militar retirou as barracas dos acampados do Congresso. Não houve reação e muito menos "carnificina". A opinião pública espera agora a punição dos extremistas de direita que dispararam com armas de fogo durante a manifestação das Mulheres Negras no referido acampamento.