terça-feira, 10 de outubro de 2017

Aviones rusos realizan 182 ataques aéreos en Deir ez Zor en 24 horas



El Ministerio de Defensa de Rusia afirma que los bombardeos han dejado un saldo de alrededor de 100 terroristas muertos.

En las últimas 24 horas, las Fuerzas Aeroespaciales rusas han llevado a cabo 182 ataques aéreos contra elementos terroristas que invadieron la provincia siria de Deir ez Zor desde territorio iraquí, ha informado el representante oficial del Ministerio de Defensa de Rusia, Ígor Konashénkov.

Según un comunicado del Ministerio, los bombardeos han dejado un saldo de alrededor de 100 terroristas muertos y un puesto de mando de los yihadistas en la localidad de Hatla destruido.

Entre otros objetivos terroristas eliminados, figuran 4 tanques, 3 vehículos de combate de infantería, 9 coches todoterreno con armas de gran calibre y 2 instalaciones múltiples de lanzamiento de cohetes.

El pasado 30 de septiembre se cumplieron dos años del inicio de la operación antiterrorista de la Fuerza Aérea Rusa en Siria, iniciada a petición del Gobierno de Bashar al Assad. La principal tarea de la Aviación rusa en esta operación es apoyar la operación terrestre del Ejército sirio. En los últimos dos años, los pilotos militares contribuyeron a la liberación de un total de 2.235 localidades, que suponen casi el 87,4% del territorio de Siria.

Actualidad RT

Un submarino de EE.UU. armado con 154 misiles Tomahawk se dirige a la península coreana


Además se espera que el grupo del portaviones USS Ronald Reagan llegue a esa región la próxima semana.

El submarino nuclear estadounidense USS Michigan llegará a finales de esta semana al puerto surcoreano de Busan, en medio de la creciente tensión con Corea del Norte, informa el diario 'Chosun Ilbo'.

Además, el periódico reporta que el envío del sumergible es una señal de advertencia de Washington a Pionyang. Mientras que la próxima semana llegará el grupo del portaviones USS Ronald Reagan a aguas cercanas a la península coreana. Las embarcaciones militares norteamericanas participarán en unas maniobras conjuntas con buques surcoreanos como una medida de precaución en caso de que Corea del Norte realice nuevas pruebas de misiles balísticos.

El USS Michigan está armado con 154 misiles de crucero Tomahawk, capaces de impactar las instalaciones nucleares y de misiles norcoreanos, así como el palacio presidencial de Kim Jong-un, señala el diario.

El presidente de EE.UU., Donald Trump, ha advertido en reiteradas ocasiones que "destruiría totalmente" a Corea del Norte si es necesario para proteger a su país y a sus aliados de las amenazas nucleares norcoreanas. La semana pasada, el mandatario volvió a insinuar que emprendería acciones militares contra la nación asiática, diciendo que "solo una cosa funcionará" al tratar con ella.

Por su parte, el ministro de Exteriores norcoreano, Ri Yong-ho, advirtió en septiembre pasado que Pionyang respondería a la retórica hostil de EE.UU. detonando una bomba de hidrógeno sobre el océano Pacífico.

Acualidad RT

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Evo Morales refaz caminho trilhado por Che Guevara na Bolívia


A macha começou em Vallegrande, onde Che foi preso no dia 8 de outubro de 1967 e seguiu até La Higuera, local em que o guerrilheiro foi executado

Morales prestou homenagem aos 50 anos de morte de Che; caminhada foi para 'recordar a luta dos povos contra o império e em defesa de nossa dignidade'

O presidente boliviano, Evo Morales, refez o caminho em que o guerrilheiro argentino, Ernesto Che Guevara, percorreu no interior do país antes de sua captura e morte, em 1967. A marcha partiu neste domingo (08/10) da cidade de Vallegrande, a 1.200 km de La Paz.

A macha começou em Vallegrande, onde Che foi preso no dia 8 de outubro de 1967 e seguiu até La Higuera, local em que o guerrilheiro foi executado um dia depois de sua prisão. Para Morales, “50 anos depois, o legado de Ernesto Che Guevara vive nos jovens, em sua luta inalcançável pela igualdade e liberação dos povos”.

O presidente boliviano afirmou também que lembrar os 50 anos do assassinato de Che é “recordar a revolta e a rebelião dos povos indígenas frente o poder colonial espanhol; é recordar a luta pelos povos contra o império e em defesa de nossa dignidade, identidade e soberania”.

No trajeto de aproximadamente 60 km, Morales fez algumas pausas para homenagear os companheiros de Che, que estão enterrados na região. Também parou em La Higuera para depositar flores em um monumento que faz homenagem ao guerrilheiro.

A ministra de Comunicação da Bolívia, Gisela Lópes, afirmou que a homenagem serviu para carregar as energias e “continuar com a luta”. “O Che vive, a luta segue (...) continuar a luta significa renovar todo o espírito anti-imperialista que nos trouxe à Vallegrande”, declarou a ministra.

Opera Mundi

https://www.youtube.com/watch?v=ZbPpdg0Osks



Cassem Lula e será isso que terão


POR FERNANDO BRITO

Mil soldados estiveram na Rocinha, por vários dias, com fuzis automáticos, carros blindados.

Bem pouco conseguiram, além da cobertura da mídia.

A manchete do site de O Globo, neste momento, é Dez dias após Exército sair, tráfico não dá trégua na Rocinha. Houve tiroteios em diversos pontos da favela e um homem ferido por uma “bala perdida” – “bala perdida” qualquer uma das 99% que não acertam o alvo e que, por acaso, atinge um infeliz que está nas redondezas.

Mas seus problemas acabaram, como dizem aqueles comerciais picaretas na TV.

Jair Bolsonaro, direto dos Estados Unidos, distribui um vídeo fazendo “tiro ao alvo” com uma pistola “ponto 50”.

A uns 15 metros de distância, com todo o tempo para “dormir na mira”, na postura ideal e, sobretudo, com a tranquilidade de quem não está correndo o risco de ser alvejado pelo “adversário”, dá três tiros e erra dois.

Produz, portanto, duas balas perdidas, de versão “light” de munição de metralhadora antiaérea (é meia polegada, 12,7mm de diâmetro). Balas que tem alcance preciso a 200 metros ou dois quarteirões, quando disparadas por gente com mais habilidade que Bolsonaro, mas que viajam por cinco quadras com força letal.

Isso na semana em que um “pacato cidadão” , em Las Vegas, matou 58 e feriu 500, com armas compradas legalmente. “Isso é (sic) os Estados Unidos, isso é o que eu quero para o meu Brasil”, diz o “atirador de elite”.


Bolsonaro cresce nas pesquisas, seguido por uma legião de histéricos, recalcados e e sociopatas.

Mas cresce sobretudo porque o espírito do “justiceiro” foi (e é) pela turma da mídia e do dinheiro promovido.

Ele bem que tenta se tornar palatável para a turma do dinheiro, como nessa viagem aos Estados Unidos, onde defendeu o fim de todos os direitos trabalhistas.

Pode ser até que consiga, como Hitler foi aceito pelo empresariado alemão, inclusive alguns de origem judaica, para acabar com a esquerda.

A derrocada de João Dória mostrou que não está dando para criar uma versão “de salão” para Bolsonaro.

Sigam nessa aventura alucinada de cassar Lula e, das duas uma.

Ou não teremos eleições, ou há imensa possibilidade de que este energúmeno venha a presidir o país.

É claro que Bolsonaro não vai sair de faixa presidencial disparando sua pistola.

Mas milhares vão. Outros milhares de “ponto 50” vão para as ruas, para as mãos de milicianos e bandidos.


China lança terceiro satélite da Venezuela no espaço


A China acaba de lançar o terceiro satélite venezuelano, António José de Sucre, conhecido pela sigla VRSS-2.
O lançamento foi efetuado às 12.13 na hora local (01.13 no horário do Brasil) desde o centro espacial chinês de Jiuquan, situado no deserto de Gobi, província de Gansu.

O presidente venezuelano Nicolás Maduro supervisionou o lançamento a partir da sede da Agência Bolivariana de Atividades Espaciais (ABAE) em Caracas.

"Nove de outubro é um dia histórico para toda a atividade espacial venezuelana, dia histórico de lançamento do terceiro satélite. Eles já brilham no céu, Bolívar, Miranda e Sucre!", declarou Maduro citado pelo Ministério do Poder Popular para a Comunicação e a Informação.

O VRSS-2 (Sucre) ficará em órbita em sincronia com o Sol a 645 quilómetros da Terra. O aparelho pesa 942 quilos, tem 17,7 metros de comprimento, 1,6 m de largura e 2,1 m de altura e ficará em serviço durante cinco anos.

​A sua função é captar imagens de alta definição da Terra sob diferentes regimes espectrais, realizar vigilância, observação dinâmica e busca de recursos, assim como facilitar o monitoramento de desastres naturais, assistir na realização de estudos hídricos e planejamento urbano.

Sputnik Brasil

“EEUU suministra camiones de armas a terroristas por vía marítima”


Un combatiente de los llamados ‘rebeldes moderados’ dispara contra una posición del grupo terrorista Daesh durante combates en el norte de Siria.

El Ejército sirio revela la cantidad de armas suministradas por Estados Unidos al grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) y otros grupos terroristas en Siria.

“Sabemos que entre el 5 de junio y el 15 septiembre de este año EE.UU. suministró a los terroristas en Siria 1421 camiones militares con propiedad y armamento militar. Supuestamente, este armamento iba destinado a combatir a los terroristas, pero, en última instancia, cayó en manos de los terroristas de Daesh y Frente Al-Nusra”, ha afirmado este lunes el jefe de la Dirección General de Operaciones del Ejército Sirio, el general Ali Al-Ali.

El general sirio ha declarado que en vista de los recientes acontecimientos que se desarrollan en Guta Oriental y en los barrios orientales de Damasco, la capital, fueron recogidas pruebas de que los terroristas habían utilizado armas y municiones de fabricación extranjera con números de serie.

“Con estas municiones los terroristas regularmente atacan las zonas residenciales de Damasco y sus suburbios”, ha añadió el general Al-Ali.

Según el alto cargo del Ejército de Siria, la mayoría de las armas que llegan a manos de los grupos terroristas en el país árabe de esta manera se adquieren bajo el programa de apoyo del Departamento de Defensa de EE.UU. (el Pentágono) a los aliados de EE.UU. por medio de la empresa estadounidense Orbital ATB y Chemring Defence UK del Reino Unido.

También, el general sirio ha revelado que el armamento llega a la región de Oriente Medio por vía marítima y entra en Siria a través de las zonas fronterizas todavía no controladas por las fuerzas gubernamentales sirias.

EE.UU., desde septiembre de 2014, so pretexto de luchar contra el terrorismo, lleva a cabo operaciones militares en Siria, sin ninguna autorización del Gobierno de Damasco ni mandato alguno de la Organización de las Naciones Unidas (ONU).

Sin embargo, los bombardeos de la llamada coalición internacional que lidera EE.UU. en Siria, más que ser una amenaza para terroristas, desafortunadamente son un peligro tanto para los civiles como para las fuerzas gubernamentales sirias e incluso han dificultado en reiteradas ocasiones el avance de la lucha antiterrorista al atacar posiciones del Ejército sirio.

Varios analistas consideran que EE.UU., al arropar a los grupos terroristas en Siria, no busca restablecer la paz en el país, sino que más bien sigue la política de ‘divide y vencerás’.

snz/ktg/tas/HispanTv

“Trump está llevando a EEUU a la Tercera Guerra Mundial”


El entonces candidato a la Presidencia, Donald Trump (izda.) y el senador republicano Borb Corker en la campaña electoral, 5 de julio de 2016.

El influyente senador republicano Bob Corker advirtió el domingo que EE.UU. está en alarmante ‘camino a la III Guerra Mundial’ con Donald Trump como presidente.

“(Trump) me preocupa. Tendría que inquietar a cualquiera que se preocupe por nuestra nación”, dijo al diario estadounidense The New York Times (NYT), que no precisa la frase completa de Corker.

Sus comentarios vienen después de que fuera blanco de la más reciente guerra que lanzó Trump en Twitter, llevando al senador de 65 años a contraatacar: “Es una pena que la Casa Blanca se haya convertido en una guardería para adultos”.

Más temprano en el día, el inquilino de la Casa Blanca culpó a una vez su aliado por el “horrendo” acuerdo nuclear entre Irán y el Grupo 5+1, diciendo que él debería haber estado concentrado en los asuntos internos de su país.



El presidente de la Comisión de Relaciones Exteriores del Senado de EE.UU. respondió durante su entrevista con NYT que le preocupa mucho que Trump actúe “como si estuviera haciendo ‘The Apprentice’ o algo así”, refiriéndose así al ‘reality show’ del que Trump fue anfitrión.

Asimismo, Corker descartó que Trump pudiera estar usando declaraciones provocativas sobre Corea del Norte para aventajar en las negociaciones en cursos entre las partes al representar un “policía malo” frente a la rutina del “policía bueno” de su secretario de Estado, Rex Tillerson.

En este sentido, el senador norteamericano aseguró: “sé que ha causado daño, en varios casos. Él nos ha dañado respecto a las negociaciones en curso al tuitear cosas”, y esto, recalcó, no es parte de “rutina de ‘policía bueno, policía malo’”.

Anteriormente, Corker apoyó a Trump, pero recientemente se ha convertido en una de las voces más críticas del presidente, aseverando que solo la presencia de generales en el círculo más cercano de Trump ha impedido que la Casa Blanca se sumiera en el “caos”; sin embargo, no ofreció detalles al respecto.

Curiosamente, Trump no reaccionó a este último comentario, pero sí lo atacó por su reciente decisión de no intentar la reelección y alegó que él “‘me rogó’ que lo respaldara para la reelección en Tennessee. Dije “NO” y él se retiró (dijo que no podía ganar sin mi respaldo)”.

La contienda Trump-Corker explotó la semana pasada después de que Trump pareció criticar a Tillerson, cuando éste intentó abrir una línea de diálogo con Corea del Norte. Trump tuiteó que Tillerson estaba “perdiendo su tiempo tratando de negociar”. Corker lamentó que Tillerson no estaba recibiendo el apoyo que necesitaba.

La actitud de Trump tanto en los asuntos internos como externos preocupa literalmente a todo el mundo, sobre todo en cuanto al pacto nuclear con Irán y las elevadas tensiones en la península coreana que podría estallar una guerra nuclear entre Pyongyang y Washington.

zss/ktg/tas/HispanTv

Reino Unido se prepara para una guerra viable en península coreana


Portaaviones británico HMS Queen Elizabeth (2º desde dcha.) en maniobra conjunta Saxon Warrior con buques y portaaviones de EE.UU.

El Gobierno del Reino Unido adiestra a sus militares para ‘elaborar planes’ ante una posible guerra contra Corea del Norte.

El diario local Daily Mail, citando a fuentes militares, reveló en su edición del domingo que los funcionarios militares han sido instruidos para poder manejar el surgimiento de un conflicto bélico entre Occidente y el Gobierno norcoreano.

Entre los planes diseñados se encuentra el despliegue del mayor portaaviones británico, HMS Queen Elizabeth, antes de haber sido sometido a pruebas de vuelo.

“Tenemos varias embarcaciones para enviar (a la península coreana). Destructores Tipo 45 (clase D), fragatas Tipo 23 (clase Duke). El nuevo portaaviones del Reino Unido podría ser puesto en servicio si las cosas así lo ameritan”, indicaron altos funcionarios militares.



Los detalles de este plan secreto han surgido después de que el presidente de EE.UU., Donald Trump, advirtiera que con Pyongyang “solo funcionará una cosa” insistiendo en la nulidad de diálogos con el país asiático.

El HMS Queen Elizabeth completó su primera travesía en agosto pasado al arribar a su base permanente en Portsmouth, y está previsto que inicie sus operaciones en el 2020.

El ministro de Defensa británico, Michael Fallon, afirmó el mes pasado que el Reino Unido estaba en riesgo por el programa de misiles balísticos de largo alcance de Corea del Norte.

“Estados Unidos tiene todo el derecho a defender su propio territorio, defender sus bases y a su población, pero esto también nos involucra. Londres está más cerca de Corea del Norte y sus misiles que (la ciudad estadounidense de) Los Ángeles”, alertó Fallon.

Su preocupación fue anunciada después de que la agencia oficial norcoreana KCNA advirtiera el pasado agosto al país europeo de que podría “enfrentarse a un final miserable”, en caso de que cooperara con EE.UU. y Corea del Sur en las maniobras militares conjuntas que frecuentemente se llevan a cabo en la península coreana.

msm/ktg/tas/HispanTv

Rousseff a RT: "Acciones de EE.UU. podrían causar una guerra civil en Sudamérica"


La expresidenta de Brasil, Dilma Rousseff, ha brindado una entrevista exclusiva a RT, en la que ha abordado diferentes temas de la actualidad política brasileña y latinoamericana.

Según Rousseff, el juicio político que en mayo del 2016 la apartó del cargo de jefa de Estado por iniciativa de la oposición, se hizo "sin ningún delito de responsabilidad". "Ese proceso se inició porque en 4 ocasiones (el Partido de los Trabajadores) derrotamos al proyecto neoliberal (previsto) para Brasil. Por eso Brasil creció, distribuyó renta, descubrió la mayor reserva de petróleo, tuvo grandes inversiones en infraestructura. Y entonces la crisis económica nos alcanzó y ellos utilizaron esa crisis económica para crear una crisis política. Fue entonces cuando pensaron 'solo tenemos una salida, vamos a suspender la democracia'. Para hacer esto, como no tenían de qué acusarme, buscaron cuestiones de presupuesto y provocaron el golpe a través del 'impeachment' sin ningún delito de responsabilidad", sostiene.

La exmandataria asegura que fue acusada de haber desviado parte del presupuesto destinado a educación a otra sección, lo que "está autorizado por la ley". "Esa cantidad representaba el 0,01% del presupuesto total. Si me condenaran, y de hecho me condenaron por eso, tendrían que condenar no solo a mi gobierno, sino también a todos los presidentes anteriores, que hicieron desvíos más grandes que el que hice yo. Pero el motivo no era ese, el motivo en realidad era sacarme del gobierno", dijo.

Asimismo, Rousseff afirma que el objetivo principal de la oposición era la "destrucción" política del expresidente Luiz Inácio Lula Da Silva y del Partido de los Trabajadores, "creando acusaciones" en su contra. Sin embargo, la exmandataria sostiene que las intenciones de la oposición han tenido un efecto contrario, porque "los partidos y sus líderes que dieron el golpe están desapareciendo del mapa político de Brasil". Además pronostica que en las elecciones presidenciales de octubre del 2018, Lula Da Silva será elegido una vez más presidente.

El "absurdo error" cometido con Venezuela

Respecto a la crisis política por la que atraviesa Venezuela, Rousseff opina que los actuales gobiernos de Argentina y Brasil han cometido un "error absurdo" al sacar a la República Bolivariana del Mercado Común del Sur (Mercosur), alegando una cláusula democrática que no fueron capaces aplicar en Brasil.

Además ha calificado de "muy grave e irresponsable" la reunión que el presidente de EE.UU., Donald Trump, mantuvo en septiembre pasado con sus homólogos colombiano, Juan Manuel Santos, peruano, Pedro Pablo Kuczynski, y brasileño, Michel Temer, en la que se trató la crisis venezolana.

"Cualquier tentativa de interrumpir el proceso legal y constitucional en Venezuela, adelantando elecciones o intentando otras formas, para mí es muy peligroso porque puede provocar una guerra civil. El gobierno (de Nicolás Maduro) no va a aceptar entregar pacíficamente el poder a la oposición. Yo no tengo condiciones para hacer un análisis de la oposición venezolana, pero sé que muchas veces EE.UU. se equivocó al analizar ciertas oposiciones y decir que 'son democráticas'", agregó.

"Se sabe cómo empieza una guerra, pero no cómo termina"

La mandataria destituida pone como ejemplo a Siria, donde en su afán por sacar del poder a Bashar al Assad, Washington apoyaba activamente a la oposición de ese país, que a fin de cuentas generó las condiciones para el surgimiento de la organización terrorista Estado Islámico. "Trump no descarta una intervención militar en Venezuela, (lo que) desencadenaría en nuestra región una guerra civil. Y una guerra se sabe cómo empieza pero no cómo termina", recordó.

Asimismo dice que es "grave" que Brasilia realice maniobras militares en la frontera con Venezuela, "invitando a fuerzas estadounidenses". "Algo así nunca ocurrió en el pasado, ni con los gobiernos militares, ni con los democráticos. Ahora, que un gobierno ilegítimo haga algo así lo considero extremadamente delicado. Hoy en día respecto a Venezuela se están dando unos movimientos muy peligrosos", advierte.

Actualidad RT

Irán promete una respuesta "demoledora" si EE.UU. iguala a su Guardia Revolucionaria con terroristas


Irán pretende dar una respuesta "demoledora" en caso de que EE.UU. tome la decisión de añadir a las tropas élite del Ejército iraní, los Cuerpos de la Guardia Revolucionaria Islámica (IRGC, por sus siglas en inglés), a la lista de organizaciones terroristas.

Según ha declarado este lunes el portavoz del Ministerio de Asuntos Exteriores de Irán, Bahram Qasemi, citado por la agencia Tasnim, la respuesta de Teherán será "firme, decisiva y demoledora".

"Esperamos que EE.UU. no cometa este error estratégico", ha señalado Qasemi en una rueda de prensa, refiriéndose a la posible decisión de EE.UU. de incluir a los Cuerpos de la Guardia Revolucionaria Islámica a la lista de grupos terroristas. Con ello, el portavoz del Ministerio iraní ha destacado que Washington enfrentaría consecuencias al respecto.

La posible designación de los Cuerpos de la Guardia Revolucionaria Islámica (IRGC, por sus siglas en inglés) como un grupo terrorista, entre otras medidas contra Teherán, fue reportada la semana pasada por el periódico 'Financial Times'.

"La vía equivocada"

Al respecto, el comandante del Ejército élite iraní, Mohammad Ali Jafari, aseguró que "si la noticia sobre la estupidez del Gobierno estadounidense de considerar a la Guardia Revolucionaria como un grupo terrorista es correcta, entonces la Guardia Revolucionaria considerará al Ejército estadounidense como al [grupo terrorista] Estado Islámico en todo el mundo, particularmente en Oriente Medio".

Además, Jafari señaló que Washington está en la "vía equivocada" al intentar presionar a Irán en las negociaciones sobre asuntos regionales, y dijo que las nuevas sanciones solo "eliminarían la oportunidad" de que haya negociaciones entre ambos países. Además, el jefe de la Guardia Revolucionaria advirtió que "si se aprueba la nueva ley de sanciones de EE.UU., ese país tendrá que mover sus bases regionales fuera del alcance de 2.000 kilómetros de los misiles iraníes".

Por su parte, el presidente de Irán, Hasán Rohaní, afirmó que a "los beneficios" que su nación obtuvo durante las negociaciones nucleares y con la firma del acuerdo sobre el programa nuclear "nunca se los podrán arrebatar". Con estas afirmaciones se refería a una posible salida de EE.UU. del acuerdo, escenario contemplado por Washington.

Actualidad RT

domingo, 8 de outubro de 2017

Irán: EEUU debe alejar sus bases a 2000 Km de misiles iraníes


Jorramshahr, nuevo misil de Irán con un alcance de hasta 2000 kilómetros, durante un desfile militar, 22 de septiembre de 2017.

Un comandante de alto rango iraní le advierte a EE.UU. que si quiere aplicar más sanciones a Irán, debe alejar sus bases militares a 2000 Km del país persa.

“En el caso de que Estados Unidos apruebe la ley que impone nuevas sanciones, ese país deberá trasladar sus bases en la región fuera de un radio de 2000 kilómetros del alcance de los misiles iraníes”, ha dicho este domingo el comandante en jefe del Cuerpo de los Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI), el general de división Mohamad Ali Yafari.

De esa manera, ha rechazado el aumento de las medidas hostiles estadounidenses contra Irán en los recientes meses y la acusación en contra del CGRI de apoyar el terrorismo, pese a sus significativos avances en la lucha antiterrorista en la región.

Si Estados Unidos, ha proseguido Yafari, incluye al CGRI en su lista negra de grupos terroristas, la referida organización militar de Irán también considerará al Ejército norteamericano como un aliado de la banda extremista EIIL (Daesh, en árabe).

Además, ha recalcado que dichas medidas violarán el acuerdo nuclear firmado entre Teherán y el Grupo 5+1 (EE.UU., el Reino Unido, Francia, Rusia y China, más Alemania) y causarían que Irán recurra a otras iniciativas para resolver los asuntos regionales, en vez de sentarse a la mesa de diálogos.

Ha insistido en que la República Islámica de Irán aprovechará de una posible “estúpida decisión” del Gobierno del presidente estadounidense, Donald Trump, de dejar el pacto nuclear —más conocido como el Plan Integral de Acción Conjunta (JCPOA, por sus siglas en inglés)— para desarrollar su programa de misiles y reforzar su poder defensivo.

Si la Administración estadounidense renueva sus sanciones a Irán, esto demostrará que la negociación es para ellos una oportunidad de ejercer más presiones y sembrar la enemistad, en lugar de ser un tiempo para cooperar y solucionar los conflictos, ha lamentado el alto mando militar iraní.

bhr/ctl/tqi/msf/HispanTv

Trump no traslada embajada de EEUU de Tel Aviv a Jerusalén


Donald Trump aplaza su polémica promesa electoral de trasladar la embajada de EE.UU. de Tel Aviv a Jerusalén (Al-Quds).

El mandatario de Estados Unidos, Donald Trump, descartó trasladar la misión diplomática de su país en los territorios palestinos ocupados por el régimen israelí, de Tel Aviv a Al-Quds, como lo prometió en su campaña electoral.

Durante un programa televisivo del exgobernador estadounidense Mike Huckabee, el inquilino de la Casa Blanca sostuvo el sábado que por ahora sólo quiere enfocarse en hallar un plan de paz entre palestinos e israelíes, “antes de siquiera pensar en trasladar la embajada a Jerusalén”.

De este modo, ha retrasado su controvertida promesa electoral, que recibió desde un principio reacciones negativas a nivel internacional. La Unión Europea (UE) y las autoridades palestinas, entre otros, condenan esta medida y advierten de las repercusiones.

Israelíes y palestinos retomaron las negociaciones de paz, tras una interrupción de tres años, en julio de 2013, con la mediación de EE.UU. y el entonces secretario de Estado, John Kerry, pero no hubo acuerdo por el obstruccionismo de la parte israelí, ya que no estaba dispuesta a dejar de construir asentamientos ilegales en los territorios palestinos.

A pesar de que Trump había mostrado su intención de ser el presidente que consiga la paz entre el régimen de Israel y Palestina, su postura proisraelí ha dado luz verde al gabinete israelí de Benyamin Netanyahu para acelerar la edificación de colonias ilegales en las tierras palestinas, bloqueando así cualquier posibilidad de paz.

Eso mientras, incluso el propio mandatario estadounidense durante una reunión el pasado 19 de septiembre en Nueva York (EE.UU.), con el secretario general de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Antonio Guterres, calificó a Netanyahu un “gran problema” en proceso de paz.

mnz/ctl/tqi/msf/HispanTv

sábado, 7 de outubro de 2017

A sociedade brasileira está narcotizada pela imprensa, afirma Moniz Bandeira


Por Wellington Calasans, Colunista do Cafezinho*

O cientista político e escritor Luiz Alberto Moniz Bandeira adverte a sociedade brasileira e os setores progressistas da política para a importância de abandonarem o preconceito contra as Forças Armadas. Para o cientista, somente uma intervenção militar para a transição democrática pode barrar o desmonte do Brasil e dos direitos históricos dos brasileiros.

Assista a entrevista, via Skype, com o professor Moniz, radicado na Alemanha. Compartilhe e recomende aos seus contatos.

Wellington Calasans – Eu vou conversar agora com o cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira que esta na Alemanha. Professor Moniz, é sempre um prazer falar com o senhor.

Professor Moniz, mais uma vez vamos ter que falar sobre a intervenção militar para transição democrática que o senhor sugeriu. O senhor poderia explicar o que diferencia uma intervenção proposta pelo senhor nos tempos atuais, daquela de 1964 que faz com que muita gente tenha medo?

Moniz Bandeira – Eu não estou defendendo o golpe de Estado. Não se trata absolutamente disso. É necessário, antes de mais nada, acabar com o preconceito contra as Forças Armadas, decorrente do golpe militar de 1964. A facção que deu o golpe militar em 1964 não pode ser confundida com as Forças Armadas no seu conjunto. As Forças Armadas são uma instituição do Estado-Nação; existem e existirão enquanto o Brasil for um Estado-Nação, isso eu sempre disse. E há momentos em que elas têm que intervir como aconteceu, por exemplo, em 1955 que o General Lott interveio para garantir a posse de Juscelino Kubitschek e retoma os quadros constitucionais vigentes. Quando um governo sai dos quadros constitucionais vigentes, como é o caso atual, a intervenção das Forças Armadas para restabelecer a ordem constitucional é legal.

Wellington Calasans – Professor, então nesse caso, a intervenção militar proposta pelo senhor é uma intervenção para barrar uma ditadura de Temer, uma anarquia que foi criada para o desmonte do Estado Social e da soberania nacional, é isso, então?

Moniz Bandeira – Exatamente! Exatamente isso que eu venho dizendo. O Brasil está sob uma ditadura porque o presidente de fato, Michel Temer, não foi eleito com esse programa. Ele foi vice da chapa de Dilma Rousseff com outro programa que não era esse. O Congresso assumiu poderes constituintes inconstitucionalmente porque não foi eleito com ele, com esse mandato, não teve esse mandato. Nem Temer teve o mandato, nem Temer tem o mandato de fazer esse programa de desmonte de toda uma legislação que existe e da Constituição, como por exemplo a introdução da PEC que congelou os gastos por 20 anos, a legislação trabalhista consolidada, e outras coisas. E agora pretende vender o esteio, o esteio da soberania nacional e do poder: o pré-sal e as hidrelétricas.

Wellington Calasans – Além de tudo, falam na Floresta Amazônica, falam também em privatizar os bancos, BNDES, Banco do Brasil, Casa da Moeda…

Moniz Bandeira – Também é outro crime. É outro crime. Agora eu estou falando, um país sem energia não tem poder.

Wellington Calasans – Um país sem energia não tem poder.

Moniz Bandeira – Um país que não controla a sua própria energia não tem o poder.


Wellington Calasans – Professor Moniz, um dos sonhos do senhor, que o senhor ja confessou para mim em conversas informais, quando era jovem, era de ter ingressado na Marinha Brasileira. Como é que o senhor avalia a condição a que foi submetido o Almirante Othon, que foi o inventor de uma tecnologia própria brasileira para o navio com tecnologia nuclear? Como é que o senhor avalia esse tipo de situação em que vive o Almirante e qual o papel da Marinha para tentar evitar que essa injustiça seja mantida?

Moniz Bandeira – A Marinha está muito revoltada com tudo. Pelo que eu sei, não é só isso, a Defesa Nacional foi desmontada. Está paralisada. A Artilharia de Costa e a (incompreensível) está paralisada. A fábrica de submarino, eu acho que anda a passos de tartaruga. Sem dinheiro. O Exército está voltando à mesma condição da época de Fernando Henrique e de Collor, quando não tinha dinheiro sequer para pagar a comida dos recrutas.

Wellington Calasans – Professor, o senhor fala muito em intervenção externa, sobretudo dos EUA para promover esse assalto das riquezas brasileiras e o senhor vê, de alguma maneira, esse sucateamento da força de defesa brasileira como parte dessa estratégia norte-americana no Brasil?

Moniz Bandeira – Evidente. E além do mais, há uma coisa que ninguém pode contestar: o Procurador Geral da República…

Wellington Calasans – Rodrigo Janot.

Moniz Bandeira – Rodrigo Janot foi a Washington prestar contas do trabalho que ele faz, em colaboração com os EUA. Isso eu tenho documento aqui à conferência dele e do Chefe do Departamento Criminal dos EUA, do Vice Ministro da Defesa dos EUA, Vice Secretário, Secretário Adjunto, sobre a cooperação e salientando, principalmente as empresas Petrobras, Odebrecht, Embraer.

O Moro foi treinado nos EUA e na Embaixada dos EUA, treinado para esse tipo de guerra jurídica, de destruição e está sempre prestando e até agora ele não prestou esclarecimento de quem pagou a viagem e as conferências dele nos EUA, Portugal, Alemanha e Inglaterra. Não explicou.

Quem pagou para ele dizer, dar conferências que é sobre a corrupção no Brasil, desmoralizando o Brasil?

Wellington Calasans – Então, professor, o senhor acredita que tanto Moro como também o Rodrigo Janot, eles são a parte jurídica dessa estratégia de invasão norte-americana no Brasil?

Moniz Bandeira – Claro, estão a serviço… Não estou dizendo que recebam dinheiro, absolutamente. Eu não tenho prova, mas que objetivamente estão a serviço dos EUA, estão.

Wellington Calasans – Professor, o senhor acredita que vai chegar um momento em que a sociedade brasileira irá reagir à tudo isso que está assistindo até aqui de forma passiva?

Moniz Bandeira – A sociedade brasileira está narcotizada pela imprensa.

Wellington Calasans – Narcotizada pela imprensa?

Moniz Bandeira – Narcotizada! Pela imprensa, sobretudo por alguns órgãos de televisão. Intoxicam, não apresentam a realidade como ela é. É toda distorcida.

Wellington Calasans – Qual seria o caminho?

Moniz Bandeira – Estou falando isso aqui porque a imprensa europeia, alemã, onde eu estou, é muito mais objetiva.

Wellington Calasans – Sem dúvida. Sem dúvida alguma. Eu acho que o europeu conhece mais o que está acontecendo hoje no Brasil do que o próprio brasileiro.

Moniz Bandeira – Sem dúvida quem está no exterior conhece. A grande massa brasileira está narcotizada pela imprensa, pela mídia.

Wellington Calasans – Mas há exemplos na história em que podemos adaptar para essa realidade vivida no Brasil e possa servir de referência para que o povo brasileiro…

Moniz Bandeira – Eu só vi a grande massa brasileira, antes havia isso, hoje não. Porque o nível de educação brasileiro hoje é dos mais baixos do mundo. Não tem, está faltando educação. Tudo decaiu no Brasil. A educação básica e agora… Os militares tinham melhorado as universidades, desde 68 melhoraram as universidades. Criaram o Programa do CNPQ com bolsas, deram dinheiro para as universidades, tudo. O curso básico eles rebaixaram. Agora, nem as universidades. E ainda, o presidente de fato, Michel Temer, cortou todas as bolsas, o CNPQ não tem bolsa mais. Nenhuma universidade mais tem dinheiro. Criando um país de analfabetos, de ignorantes. Não há pesquisa. Os pesquisadores, professores, todos estão protestando por causa disso. É justamente para rebaixar o nível do Brasil cada vez mais, da educação. É um povo sem educação, é povo de escravo. Sem educação, o brasileiro é escravizado.

Wellington Calasans – Mas a educação, professor, é um investimento de médio e longo prazos, então, o senhor acredita que essa intervenção militar para transição democrática seja a única saída do curto prazo?

Moniz Bandeira – Creio. Nós não podemos empurrar as Forças Armadas para a direita. Temos que perder o preconceito e ver que somente uma intervenção pode ajustar, porque o Judiciário está apodrecido, o STF cheio de contradições, não tem mais aquela austeridade de antes, aquele respeito que antes tinha. Tem os ministros que são politizados. Agora um deles foi para os EUA defender lá na Wilson Center, defender a Lava-Jato, etc. O Ministro do STF.

Wellington Calasans – O Barroso.

Moniz Bandeira – É. O Legislativo nem se fala, todo comprado. E o Executivo é o Executivo de fato, que assumiu mediante um golpe de Estado, com verniz da legalidade. É uma ditadura com verniz da legalidade.

Wellington Calasans – Professor, mas aos olhos do mundo, como o senhor mesmo falou há pouco, a imagem do Brasil não é esse paraíso que pinta a imprensa brasileira para os brasileiros, não é?

Moniz Bandeira – A imagem do Brasil hoje está na lama. Pensar que vão investir no Brasil dessa maneira é muito… Um país em recessão, o dinheiro não vai para país em recessão, o capital não vai para um país em recessão. E não veem perspectiva, não têm segurança. Não há segurança com relação ao destino do Brasil, se esse governo se mantém ou não. Não há segurança.

Wellington Calasans – O único favorecido, então, nesse caso aí, é quem está tentando tomar a energia brasileira, de petróleo e…

Professor Moniz Bandeira – Não, e os banqueiros também.

Wellington Calasans – Os banqueiros também, não é?

Moniz Bandeira – Que querem empurrar a Previdência Social para poder privatizá-la e entregá-la aos banqueiros. A reforma da previdência tem seu objetivo. E os que estão satisfeitos são os empresários porque com a revogação da lei trabalhista que eles nunca aceitaram.

Quando Getúlio Vargas estabeleceu as leis sociais, porque o Código de Consolidação é de 42, mas as leis foram adotadas já antes de 35 e os empresários protestavam. Getúlio pediu a Chateaubriand para marcar um encontro com os empresários em São Paulo para explicar. Não adiantou. Os empresários só reclamavam da fiscalização do Ministério do Trabalho, etc. O Getúlio Vargas chegou se aborreceu, não disse nada, apenas pediu licença e saiu com o Ajudante de Ordem dele, que futuramente seria seu genro, Amaral Peixoto, Ernani do Amaral Peixoto, e na porta diz para o Ernani: “Eu não aguento mais esses burgueses burros. Estou tentando salvá-los e eles não entendem”.

Depois ocorreu a Rebelião Comunista. Isso quem me contou foi o próprio Ernani do Amaral Peixoto que era, tinha muito boas relações de amizade, como com a a Alzira Vargas que eu tenho muitas saudades.

Wellington Calasans – Muito obrigado, Professor Luiz Alberto Moniz Bandeira, por essa entrevista aqui ao blog O Cafezinho.

Moniz Bandeira – Muito obrigado, Wellington e aos seus ouvintes e leitores de Cafezinho.

Wellington Calasans – Muito obrigado, Professor.

Grande abraço!

*Colaborou: Camila Govedice