sábado, 7 de outubro de 2017

A sociedade brasileira está narcotizada pela imprensa, afirma Moniz Bandeira


Por Wellington Calasans, Colunista do Cafezinho*

O cientista político e escritor Luiz Alberto Moniz Bandeira adverte a sociedade brasileira e os setores progressistas da política para a importância de abandonarem o preconceito contra as Forças Armadas. Para o cientista, somente uma intervenção militar para a transição democrática pode barrar o desmonte do Brasil e dos direitos históricos dos brasileiros.

Assista a entrevista, via Skype, com o professor Moniz, radicado na Alemanha. Compartilhe e recomende aos seus contatos.

Wellington Calasans – Eu vou conversar agora com o cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira que esta na Alemanha. Professor Moniz, é sempre um prazer falar com o senhor.

Professor Moniz, mais uma vez vamos ter que falar sobre a intervenção militar para transição democrática que o senhor sugeriu. O senhor poderia explicar o que diferencia uma intervenção proposta pelo senhor nos tempos atuais, daquela de 1964 que faz com que muita gente tenha medo?

Moniz Bandeira – Eu não estou defendendo o golpe de Estado. Não se trata absolutamente disso. É necessário, antes de mais nada, acabar com o preconceito contra as Forças Armadas, decorrente do golpe militar de 1964. A facção que deu o golpe militar em 1964 não pode ser confundida com as Forças Armadas no seu conjunto. As Forças Armadas são uma instituição do Estado-Nação; existem e existirão enquanto o Brasil for um Estado-Nação, isso eu sempre disse. E há momentos em que elas têm que intervir como aconteceu, por exemplo, em 1955 que o General Lott interveio para garantir a posse de Juscelino Kubitschek e retoma os quadros constitucionais vigentes. Quando um governo sai dos quadros constitucionais vigentes, como é o caso atual, a intervenção das Forças Armadas para restabelecer a ordem constitucional é legal.

Wellington Calasans – Professor, então nesse caso, a intervenção militar proposta pelo senhor é uma intervenção para barrar uma ditadura de Temer, uma anarquia que foi criada para o desmonte do Estado Social e da soberania nacional, é isso, então?

Moniz Bandeira – Exatamente! Exatamente isso que eu venho dizendo. O Brasil está sob uma ditadura porque o presidente de fato, Michel Temer, não foi eleito com esse programa. Ele foi vice da chapa de Dilma Rousseff com outro programa que não era esse. O Congresso assumiu poderes constituintes inconstitucionalmente porque não foi eleito com ele, com esse mandato, não teve esse mandato. Nem Temer teve o mandato, nem Temer tem o mandato de fazer esse programa de desmonte de toda uma legislação que existe e da Constituição, como por exemplo a introdução da PEC que congelou os gastos por 20 anos, a legislação trabalhista consolidada, e outras coisas. E agora pretende vender o esteio, o esteio da soberania nacional e do poder: o pré-sal e as hidrelétricas.

Wellington Calasans – Além de tudo, falam na Floresta Amazônica, falam também em privatizar os bancos, BNDES, Banco do Brasil, Casa da Moeda…

Moniz Bandeira – Também é outro crime. É outro crime. Agora eu estou falando, um país sem energia não tem poder.

Wellington Calasans – Um país sem energia não tem poder.

Moniz Bandeira – Um país que não controla a sua própria energia não tem o poder.


Wellington Calasans – Professor Moniz, um dos sonhos do senhor, que o senhor ja confessou para mim em conversas informais, quando era jovem, era de ter ingressado na Marinha Brasileira. Como é que o senhor avalia a condição a que foi submetido o Almirante Othon, que foi o inventor de uma tecnologia própria brasileira para o navio com tecnologia nuclear? Como é que o senhor avalia esse tipo de situação em que vive o Almirante e qual o papel da Marinha para tentar evitar que essa injustiça seja mantida?

Moniz Bandeira – A Marinha está muito revoltada com tudo. Pelo que eu sei, não é só isso, a Defesa Nacional foi desmontada. Está paralisada. A Artilharia de Costa e a (incompreensível) está paralisada. A fábrica de submarino, eu acho que anda a passos de tartaruga. Sem dinheiro. O Exército está voltando à mesma condição da época de Fernando Henrique e de Collor, quando não tinha dinheiro sequer para pagar a comida dos recrutas.

Wellington Calasans – Professor, o senhor fala muito em intervenção externa, sobretudo dos EUA para promover esse assalto das riquezas brasileiras e o senhor vê, de alguma maneira, esse sucateamento da força de defesa brasileira como parte dessa estratégia norte-americana no Brasil?

Moniz Bandeira – Evidente. E além do mais, há uma coisa que ninguém pode contestar: o Procurador Geral da República…

Wellington Calasans – Rodrigo Janot.

Moniz Bandeira – Rodrigo Janot foi a Washington prestar contas do trabalho que ele faz, em colaboração com os EUA. Isso eu tenho documento aqui à conferência dele e do Chefe do Departamento Criminal dos EUA, do Vice Ministro da Defesa dos EUA, Vice Secretário, Secretário Adjunto, sobre a cooperação e salientando, principalmente as empresas Petrobras, Odebrecht, Embraer.

O Moro foi treinado nos EUA e na Embaixada dos EUA, treinado para esse tipo de guerra jurídica, de destruição e está sempre prestando e até agora ele não prestou esclarecimento de quem pagou a viagem e as conferências dele nos EUA, Portugal, Alemanha e Inglaterra. Não explicou.

Quem pagou para ele dizer, dar conferências que é sobre a corrupção no Brasil, desmoralizando o Brasil?

Wellington Calasans – Então, professor, o senhor acredita que tanto Moro como também o Rodrigo Janot, eles são a parte jurídica dessa estratégia de invasão norte-americana no Brasil?

Moniz Bandeira – Claro, estão a serviço… Não estou dizendo que recebam dinheiro, absolutamente. Eu não tenho prova, mas que objetivamente estão a serviço dos EUA, estão.

Wellington Calasans – Professor, o senhor acredita que vai chegar um momento em que a sociedade brasileira irá reagir à tudo isso que está assistindo até aqui de forma passiva?

Moniz Bandeira – A sociedade brasileira está narcotizada pela imprensa.

Wellington Calasans – Narcotizada pela imprensa?

Moniz Bandeira – Narcotizada! Pela imprensa, sobretudo por alguns órgãos de televisão. Intoxicam, não apresentam a realidade como ela é. É toda distorcida.

Wellington Calasans – Qual seria o caminho?

Moniz Bandeira – Estou falando isso aqui porque a imprensa europeia, alemã, onde eu estou, é muito mais objetiva.

Wellington Calasans – Sem dúvida. Sem dúvida alguma. Eu acho que o europeu conhece mais o que está acontecendo hoje no Brasil do que o próprio brasileiro.

Moniz Bandeira – Sem dúvida quem está no exterior conhece. A grande massa brasileira está narcotizada pela imprensa, pela mídia.

Wellington Calasans – Mas há exemplos na história em que podemos adaptar para essa realidade vivida no Brasil e possa servir de referência para que o povo brasileiro…

Moniz Bandeira – Eu só vi a grande massa brasileira, antes havia isso, hoje não. Porque o nível de educação brasileiro hoje é dos mais baixos do mundo. Não tem, está faltando educação. Tudo decaiu no Brasil. A educação básica e agora… Os militares tinham melhorado as universidades, desde 68 melhoraram as universidades. Criaram o Programa do CNPQ com bolsas, deram dinheiro para as universidades, tudo. O curso básico eles rebaixaram. Agora, nem as universidades. E ainda, o presidente de fato, Michel Temer, cortou todas as bolsas, o CNPQ não tem bolsa mais. Nenhuma universidade mais tem dinheiro. Criando um país de analfabetos, de ignorantes. Não há pesquisa. Os pesquisadores, professores, todos estão protestando por causa disso. É justamente para rebaixar o nível do Brasil cada vez mais, da educação. É um povo sem educação, é povo de escravo. Sem educação, o brasileiro é escravizado.

Wellington Calasans – Mas a educação, professor, é um investimento de médio e longo prazos, então, o senhor acredita que essa intervenção militar para transição democrática seja a única saída do curto prazo?

Moniz Bandeira – Creio. Nós não podemos empurrar as Forças Armadas para a direita. Temos que perder o preconceito e ver que somente uma intervenção pode ajustar, porque o Judiciário está apodrecido, o STF cheio de contradições, não tem mais aquela austeridade de antes, aquele respeito que antes tinha. Tem os ministros que são politizados. Agora um deles foi para os EUA defender lá na Wilson Center, defender a Lava-Jato, etc. O Ministro do STF.

Wellington Calasans – O Barroso.

Moniz Bandeira – É. O Legislativo nem se fala, todo comprado. E o Executivo é o Executivo de fato, que assumiu mediante um golpe de Estado, com verniz da legalidade. É uma ditadura com verniz da legalidade.

Wellington Calasans – Professor, mas aos olhos do mundo, como o senhor mesmo falou há pouco, a imagem do Brasil não é esse paraíso que pinta a imprensa brasileira para os brasileiros, não é?

Moniz Bandeira – A imagem do Brasil hoje está na lama. Pensar que vão investir no Brasil dessa maneira é muito… Um país em recessão, o dinheiro não vai para país em recessão, o capital não vai para um país em recessão. E não veem perspectiva, não têm segurança. Não há segurança com relação ao destino do Brasil, se esse governo se mantém ou não. Não há segurança.

Wellington Calasans – O único favorecido, então, nesse caso aí, é quem está tentando tomar a energia brasileira, de petróleo e…

Professor Moniz Bandeira – Não, e os banqueiros também.

Wellington Calasans – Os banqueiros também, não é?

Moniz Bandeira – Que querem empurrar a Previdência Social para poder privatizá-la e entregá-la aos banqueiros. A reforma da previdência tem seu objetivo. E os que estão satisfeitos são os empresários porque com a revogação da lei trabalhista que eles nunca aceitaram.

Quando Getúlio Vargas estabeleceu as leis sociais, porque o Código de Consolidação é de 42, mas as leis foram adotadas já antes de 35 e os empresários protestavam. Getúlio pediu a Chateaubriand para marcar um encontro com os empresários em São Paulo para explicar. Não adiantou. Os empresários só reclamavam da fiscalização do Ministério do Trabalho, etc. O Getúlio Vargas chegou se aborreceu, não disse nada, apenas pediu licença e saiu com o Ajudante de Ordem dele, que futuramente seria seu genro, Amaral Peixoto, Ernani do Amaral Peixoto, e na porta diz para o Ernani: “Eu não aguento mais esses burgueses burros. Estou tentando salvá-los e eles não entendem”.

Depois ocorreu a Rebelião Comunista. Isso quem me contou foi o próprio Ernani do Amaral Peixoto que era, tinha muito boas relações de amizade, como com a a Alzira Vargas que eu tenho muitas saudades.

Wellington Calasans – Muito obrigado, Professor Luiz Alberto Moniz Bandeira, por essa entrevista aqui ao blog O Cafezinho.

Moniz Bandeira – Muito obrigado, Wellington e aos seus ouvintes e leitores de Cafezinho.

Wellington Calasans – Muito obrigado, Professor.

Grande abraço!

*Colaborou: Camila Govedice

Agentes del Grupo de Acción Rápida se despliegan en Cataluña


Los agentes de operaciones especiales españoles se despliegan en puntos estratégicos de Cataluña, ante la escalada de tensión tras el referendo independentista.

Así lo informaron el viernes las fuentes policiales a la agencia local Europa Press y dijeron que los agentes de unidades de operaciones especiales de las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado han comenzado a desplegarse en infraestructuras estratégicas como el aeropuerto de El Prat, que es el segundo más activo del país europeo.

Conforme a las citadas fuentes, al menos 150 agentes del Grupo de Acción Rápida (GAR) de la Guardia Civil se encuentran en un hangar del referido aeropuerto ante el temor de que los independentistas catalanes cumplan su amenaza de tomar el control de aeropuertos, puertos y fronteras entre otras infraestructuras.

Además, señalaron que la misión del GAR es liderar al equipo que reforzará la seguridad de la torre de control y el centro de control de tráfico aéreo del aeropuerto de El Prat.

A su vez, las fuentes del Ministerio español del Interior expresaron a Europa Press el compromiso de Madrid para frenar una posible declaración unilateral de independencia, “sin descartar ninguna medida dentro del Estado de Derecho”. Respecto al refuerzo policial, recalcaron que no se ha puesto un plazo límite y que “estarán el tiempo que sea necesario”.

Tal despliegue se encuentra entre otras medidas aplicadas por el Gobierno español para superar la crisis en curso en Cataluña tras el referéndum independentista del pasado domingo, en el que más del 90 % de los votantes dijera ‘sí’ a una Cataluña soberana.

En esta línea, la Defensa española envió el miércoles dos convoyes del Ejército a Barcelona para dar apoyo logístico a las Fuerzas de Seguridad desplegadas en Cataluña. Las autoridades españolas ya han informado de que los 10.000 efectivos de las fuerzas de seguridad no se retirarán del territorio catalán pese a las exigencias de Puigdemont de que estas abandonen de inmediato las cuatro provincias de esta comunidad autónoma en el noreste de España.

Por otro lado, el Tribunal Constitucional (TC) español suspendió el jueves el pleno del Parlament del próximo lunes para evitar que el presidente de la Generalitat declare la independencia de Cataluña, tal y como aseguró que haría pese a las amenazas del Gobierno español.

ftn/ktg/hnb/HispanTv

Pyongyang: Habrá guerra nuclear si Seúl sigue bajo domino de EEUU


El Gobierno norcoreano advierte a su vecino sureño de la ‘tragedia de una guerra nuclear’, si Seúl sigue dominado militarmente por Washington.

La Comisión Nacional para la Paz de Corea del Norte ha censurado este viernes el Acuerdo de Estatus de Fuerzas (SOFA, por sus siglas en inglés), suscrito el 9 de julio de 1967 entre Estados Unidos y Corea del Sur, y lo ha tachado de un “documento de guerra agresivo”, que deja a Washington controlar al Ejército surcoreano, y por ende, continuar realizando simulacros militares conjuntos en la región.

“El SOFA es un símbolo de la ocupación militar estadounidense en Corea del Sur”, ha denunciado la comisión, mientras ha agregado: “el tratado ha reducido a Corea del Sur a una base militar de cara a una guerra nuclear”, informa la agencia estatal de noticias norcoreana KCNA.

En este sentido, ha advertido a Seúl que la continuación de la dominación militar estadounidense sobre Corea del Sur conllevará trágicas consecuencias para los surcoreanos, ya que conducirá la situación hacia una “guerra nuclear” en la península de Corea.

El SOFA concede cobertura legal a las tropas estadounidenses destinadas en Corea del Sur, así como a sus familias y personal contratado. Cerca de 28.000 soldados norteamericanos se encuentran en la actualidad en Corea del Sur.

La tensión agravada últimamente entre Corea del Norte y Estados Unidos se está acercando a niveles más alarmantes. La Casa Blanca dice que ya tiene preparada sus “opciones militares” contra Pyongyang, mientras Pyongyang amenaza a Estados Unidos con lanzar “una avalancha de ataques nucleares”, si Washington sigue sus actos provocativos.

Un informe publicado el miércoles por el centro estadounidense de vigilancia 38 North estimó que un supuesto ataque nuclear de Corea del Norte contra Seúl (capital de Corea del Sur) y Tokio (capital japonesa), en reacción a un posible ataque contra Pyongyang, dejaría unos 2,1 millones de muertos y 7,7 millones de heridos.

mnz/ctl/aaf/rba/HispanTv

Ataque armado contra palacio real saudí deja 3 muertos


Un ataque armado contra un palacio real saudí en la ciudad de Yida deja tres muertos: dos guardias y un atacante armado.

Según informan medios de comunicación locales, se trata de un ataque armado contra el palacio Al-Salam en la ciudad de Yeda, oeste del reino saudí.

Conforme a lo detallado por los medios, un hombre armado ha perdido la vida a causa de los disparos efectuados por los guardias del palacio.

Varias fuentes han destacado que el atentado ha dejado también dos heridos.

El palacio real Al-Salam es el principal palacio del rey saudí Salman bin Abdulaziz Al Saud, donde se celebran las reuniones de la corte y el gabinete del país.

De acuerdo con las fuerzas de seguridad del país árabe, se sospecha que el atacante a la sede real podría tener cómplices y, por tanto, se desarrollan las investigaciones pertinentes para obtener más información al respecto.

HispanTv

Manifestaciones a favor y en contra de la independencia de Cataluña en Madrid y Barcelona



En España continúan las manifestaciones relacionadas con la cuestión catalana.

Este sábado el 7 de octubre, tanto en Madrid como Barcelona, se registran manifestaciones relacionadas con la cuestión de la independencia catalana. En Madrid, partidarios de la unidad del país se han reunido en la Plaza de Colón.

Paralelamente, cientos de catalanes se han congregado en la Plaça de Sant Jaume en la Ciudad Vieja de Barcelona para exigir un diálogo pacífico entre el gobierno español y el catalán bajo el lema: "¿Hablamos?".

Ambos actos se desarrollan pacíficamente.



El referéndum de independencia en Cataluña, que tuvo lugar el 1 de octubre es considerado ilegal tanto por el Gobierno español como por la Comisión Europea.

A las urnas acudieron 2.262.424 personas sobre un censo de 5.343.358 personas, lo que constituye el 42% del mismo. Las cifras divulgadas por las autoridades catalanas indican que 2.020,144 personas votaron 'Sí' (90%).

El día de la votación se produjeron enfrentamientos entre los agentes de la Policía Nacional y la Guardia Civil y los votantes. Más de 890 personas recibieron asistencia médica por la actuación policial. Los Mossos d'Esquadra, por su parte, fueron acusados de no haber impedido la votación.

Actualidad RT

Trump emite una misteriosa amenaza: “La calma que precede a la tormenta”


Mientras tanto, el presidente estadounidense, Donald Trump, emitió una misteriosa amenaza el jueves por la noche durante una reunión con líderes militares, donde dijo que “esta es la calma que precede a la tormenta”.

Presidente Trump: “¿Ustedes saben lo que esto representa? Esta es la calma que precede la tormenta”.
Periodistas: “¿Qué tormenta, señor presidente?”
Presidente Trump: “Puede ser la calma, la calma antes de la tormenta. Los mejores líderes militares del mundo se encuentran en este cuarto. Y vamos a tener una velada fantástica. Muchas gracias a todos por venir. Gracias”.

Periodistas: “¿Qué tormenta, señor presidente?”
Presidente Trump: “Ya lo verán”.

“Ya lo verán”. Esa fue la respuesta del presidente Trump cuando los periodistas le preguntaron qué quería decir con “esta es la calma que precede a la tormenta”. Los comentarios de Trump se producen después de su reciente reprimenda a sus líderes militares durante una reunión del gabinete, en la que les dijo: “En lo venidero, también espero que, cuando sea necesario, me brinden una amplia gama de opciones militares mucho más rápido”.

Democracy Now

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

LE MONDE: NO BRASIL, MARGINAIS ZOMBAM DE PRESIDENTE ENQUANTO ASSALTAM BANCO


Jornal do Brasil - Matéria publicada nesta quinta-feira (5) pelo Le Monde aponta o grau de impopularidade do presidente do Brasil Michel Temer.

Monde lembra que o chefe de Estado segue para sua terceira tentativa de escapar da justiça.

O diário conta em tom de deboche que mais um fato bizarro aconteceu nesta semana no Brasil, enquanto bandidos chamaram o presidente de "ladrão" enquanto assaltavam o cofre de um banco, em São Paulo.

Dois assaltantes foram filmados para roubar um banco desafiando o presidente Michel Temer, a quem eles chamam de "ladrão".

A cena, mostrada em um vídeo amador de dois minutos e trinta e sete segundos, surgiu na quarta-feira, 4 de outubro, e viralizou nas redes sociais, mostrando dois assaltantes em ação.

Até agora, não é de admirar em um país onde uma instituição financeira é saqueada em média a cada cinco horas. Mais surpreendente é a mensagem transmitida pelos dois bandidos mascarados. Eles dizem: "Olha, irmão! Filme! E seu companheiro acrescentou: "Ei, Temer, filho de p ...! Você acha que só você pode, hein? Filho de p ... Nós também podemos, veja! "

Leia a reportagem do Le Monde.

Assista ao vídeo dos ladrões sobre Michel Temer:


Crise na Catalunha: Espanha faz 'mea culpa' sobre violência policial e pede eleições


O porta-voz do governo espanhol, Íñigo Méndez de Vigo, defendeu nesta sexta-feira (6) a realização de eleições autônomas na Catalunha em tentativa de acabar com uma das maiores crises políticas espanholas dos últimos tempos.

"Seria bom começar a fechar essa ferida pelo Parlamento da Catalunha (…) por meio de eleições autônomas", disse Méndez de Vigo a jornalistas após uma reunião entre os ministros de governo.

Ao comentar as declarações do delegado do governo central na Catalunha, Enric Millo, que pediu desculpas pela violência policial no último domingo, o porta-voz do governo manifestou apoio ao delegado e lamentou as cenas de brutalidade no dia do referendo.
"O que disse [Millo] está bem colocado. É algo que todos lamentamos", disse Méndez de Vigo sobre as cenas de violência na Catalunha.

Mais de 90% dos eleitores apoiaram a independência da Catalunha em relação à Espanha no referendo realizado em 1º de outubro. A votação acabou sendo ofuscada por confrontos violentos entre a polícia espanhola e os eleitores deixando centenas de feridos.

"Quando vi essas imagens, e sei que há gente que foi golpeada e empurrada, inclusive há uma pessoa que ainda está hospitalizada, não pude fazer nada mais do que lamentar e pedir desculpas em nome dos agentes", havia declarado o delegado do governo central da Catalunha.

Alguns dos líderes dos Estados membros da União Europeia condenaram a violência. A Comissão Europeia também disse que a violência não poderia ser um instrumento de política, mas destacou que a crise é uma questão interna da Espanha.

Sputnik Brasil

Advierten desde Rusia: Nuevo misil norcoreano puede alcanzar EEUU


Kim Jong-un, líder de Corea del Norte, en una reunión con militares.

Desde Rusia advierten de un nuevo ensayo misilístico por Corea del Norte que podrá alcanzar la costa oeste de Estados Unidos.

Un miembro del Comité de Asuntos Internacionales de la Duma de Estado de Rusia (Cámara baja), Antón Morozov, ha hecho estos comentarios hoy viernes a la agencia de noticias local Sputnik tras una visita que realizó entre el 2 y el 6 de octubre a Pyongyang junto a una delegación de diputados del Partido Liberal-Demócrata de Rusia (LDPR, por sus siglas en inglés).

“Están preparando nuevas pruebas para un misil de mayor alcance; incluso nos dieron cálculos matemáticos, que en su opinión apuntan a que podrán alcanzar con su misil la costa oeste de EE.UU.”, ha revelado.

El legislativo ruso ha reconocido que el país asiático cuenta con una tecnología que le permite poder controlar la ojiva después de entrar en la atmósfera.

“En general tienen una actitud bastante belicosa (...) muestran una seria determinación y una retórica belicista”, ha apostillado.

En cuanto a la razón del viaje de la delegación rusa a Corea del Norte, Morozov ha argumentado que los parlamentarios están “muy preocupados” por la escalda de las tensiones en la península coreana.

“Nuestra misión fue una misión de paz; hemos subrayado que LDPR aboga únicamente por una solución pacífica a la situación”, ha insistido.

En un informe publicado el miércoles en la revista estadounidense The National Interest, el analista militar Dave Majumdar advirtió de que si EE.UU. decide lanzar un “ataque preventivo”, tendría pocas posibilidades de destruir todo el arsenal nuclear de Corea del Norte dado que la comunidad de inteligencia de EE.UU. no tiene información sobre todos los centros nucleares del país asiático.

La península coreana vive actualmente momentos de máxima tensión, mientras EE.UU. dice que podría recurrir a todos los medios a su alcance, incluido el militar, para acabar con el programa nuclear y balístico norcoreano, Pyongyang asegura no ver otra salida para defenderse de los planes bélicos estadounidenses en su contra que reforzar su capacidad nuclear.

msm/ktg/zss/hnb/HispanTv

General brasileño ve legal golpe militar contra Gobierno de Temer


Un general de la reserva brasileña apoya un golpe militar contra el Gobierno del presidente Michel Temer en caso de profundizarse la crisis política en el país.

“La intervención militar será legítima y justificable, incluso sin amparo legal, si el agravamiento de la crisis política, económica, social y moral desemboca en la derrota de los Poderes de la Unión, seguida de grave inestabilidad institucional con riesgo de guerra civil, ruptura de unidad política, ruptura del régimen democrático y pérdida de soberanía por el Estado”, escribió el general de la reserva brasileña Luiz Eduardo Rocha Paiva en un artículo de opinión publicado el jueves en el diario Estado de São Paulo.

El general afirmó que en su país hay un cuadro de “anomia” en el que las autoridades deben hacer frente a escándalos de corrupción que les hicieron perder la credibilidad para gobernar y legislar.

Por ello, aseguró que las Fuerzas Armadas brasileñas podrían tomar la iniciativa para recuperar la estabilidad en el país, neutralizar las fuerzas adversas, pacificar la sociedad, preservar la democracia y restablecer la autoridad del Estado.

En opinión del general, los líderes políticos de Brasil están intentando detener la Operación Lava Jato, que investiga el mayor escándalo de corrupción en la historia del país.

En septiembre pasado otro militar, en este caso en actividad, el general Antonio Hamilton Martins Mourão, también defendió una intervención militar en el Gobierno, lo que causó una fuerte polémica sobre todo porque sus declaraciones tardaron en ser desautorizadas por el Gobierno del presidente Temer.

Las afirmaciones de los altos mandos militares del país sudamericano se han producido debido a que en el periodo de tiempo, de poco más de un año, trascurrido desde que iniciara su mandato a raíz del “impeachment” contra la entonces mandataria Dilma Rousseff, Temer y miembros de su gabinete están involucrados en diferentes casos de corrupción.

Como un ejemplo, solo dentro de los primeros meses de la gestión de Temer, los ministros de Planificación, Transparencia y Turismo se vieron implicados en el escándalo de corrupción en la empresa petrolera estatal Petrobras.

snz/ktg/zss/hnb/HispanTv

"El Estado Islámico ataca en Siria desde una zona 'agujero negro' controlada por EE.UU."


El Ministerio ruso de Defensa ha criticado este viernes que las tropas estadounidenses no dejen llegar convoyes de ayuda humanitaria a más de 60.000 refugiados en Siria.

El representante oficial del Ministerio ruso de Defensa, Ígor Konashénkov, ha asegurado este viernes que la localidad siria de Al Tanf se convirtió en "un 'agujero negro de 100 kilómetros en la frontera entre Siria y Jordania", desde donde el Estado Islámico lanza ataques contra las tropas de Damasco y contra civiles.

Asimismo, Konashénkov denunció que la presencia de una base militar estadounidense en la zona causa "un problema", ya que se encuentra cerca del gran campo de refugiados de Rukban que —según dijo— alberga más de 60.000 personas, incluidas mujeres y niños. Los estadounidenses no dejan que los convoyes de ayuda humanitaria enviados por el Gobierno sirio, Jordania, la ONU y otras organizaciones internacionales lleguen a estas personas.

En una ocasión anterior, Konashénkov ya estimó que varios ataques del EI contra las fuerzas gubernamentales sirias fueron lanzados desde esa zona "donde está desplegada la misión militar de EE.UU. y a la que los estadounidenses no dejan acercarse ni a distancia de cañonazo a las fuerzas sirias que persiguen a los extremistas".

Rusia advierte a EE.UU. que podría destruir las 'casualidades' de los ataques del EI en Siria

Si Washington considera que los últimos ataques del movimiento Estado Islámico "son casuales", entonces Moscú puede ayudar a "destruir todas estas 'casualidades'" en la zona siria que está bajo su control, ha advertido este miércoles a EE.UU. el portavoz del Ministerio de Defensa ruso, Ígor Konashénkov, recoge RIA Novosti.


Un soldado de EE.UU hace guardia con un arma en las manos durante la visita del enviado de EE.UU. a la coalición contra el Estado Islámico Brett McGurk a Tabqa (Siria)

"Si la parte estadounidense considera este tipo de operaciones como 'casualidades imprevistas', entonces las Fuerzas Aéreas rusas en Siria están listas para comenzar a destruir por completo todos esas 'casualidades' en la zona bajo su control", ha dejado claro el vocero.

Según el Ministerio de Defensa ruso, varios ataques de los terroristas del EI contra las fuerzas gubernamentales en Siria ha sido llevados a cabo desde la zona donde se encuentra la misión militar estadounidense.

Además, Konashénkov señaló que los éxitos del Ejército sirio y las Fuerzas Aéreas rusas en la lucha contra los extremistas en el país árabe contravienen a los planes del mando militar estadounidense. Según el portavoz del Ministerio de Defensa, los militares sirios han hecho esfuerzos considerables para neutralizar a los grupos móviles del EI en la ruta entre Palmira y Deir ez Zor y liberar las localidades ocupadas por los extremistas.

Actualidad RT

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

TIRO EM VARGAS CONTINUA ASSASSINANDO


Pedro Augusto Ponho*

O jornalista Paulo Henrique Amorim, com sua capacidade de expressar em poucas palavras todo discurso do enlutado Brasil, escreveu no “Conversa Afiada”: “A ditadura é do judiciário! Com o chicote da polícia”.

São estes “cidadãos acima de suspeita”, escondidos nas instituições, inalcançáveis, que provocam as maiores catástrofes, os genocídios de corpo e de almas, matando pessoas e reputações.

Vamos rememorar, pois a mídia, estas seis famílias que controlam tudo o que você imagina saber e, pior ainda, sentir, grande aliada da ditadura do judiciário, nos fornece os nomes.

Quem assassinou Getúlio Vargas foi o mesmo assassino do Reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, a pessoa ou instituição que designo “o agente”.

Quem são os agentes? São todos que atuam em favor dos interesses estrangeiros, no Brasil; eles estão nas Forças Armadas, estão na imprensa, em partidos políticos e, hoje, dominam o Poder Judiciário e, com este, as procuradorias e as polícias.

Escrevi, recentemente, a metafórica evolução do poder por suas vestes: a sotaina, da inquisição, que deu lugar à farda, das ditaduras militares, a qual dá lugar à toga, do arbítrio jurídico.

Vejamos um simples e claro exemplo.

O jornalista Luis Nassif noticiou um fato, com base em acervos dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo, envolvendo o preso ex-deputado Eduardo Cunha. E, por isso, é condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Mas a blogueira Joise Hasselmann é absolvida pela Justiça de São Paulo, após chamar Lula, literalmente, de “ladrão” e “criminoso”.

“No caso de Nassif – que nem de longe usa as mesmas expressões com Cunha – o TJ-RJ entendeu como dano à imagem de Cunha a associação do deputado cassado – hoje preso e condenado na Lava Jato – a esquemas de corrupção não julgados. No caso da blogueira, as ofensas a Lula eram proporcionais à indignação que as acusações ao petista causaram à sociedade” (GGN em 02/10/2017).

Ou às condenações por “convencimento” e não pelo que consta dos autos, ou seja, sem provas. E uma Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou José Dirceu à prisão confessando não haver crime, mas pela “literatura jurídica”.


SI VIS PACEM, PARA BELLUM. - "Se queres paz, prepara-te para a guerra".

Caros amigos leitores, precisamos mais para entendermos viver uma nova forma de ditadura?

Mais esta nova ditadura não caiu do céu por descuido. Ela vem sendo urdida pelo sistema financeiro internacional, que abrevio denominando “banca”.

A Igreja restringiu seu poder pela evolução da sociedade; as contradições entre a “palavra de Deus” e as ações de seus “representantes” foi tão importante quanto o aumento do conhecimento do homem pelo próprio homem, o progresso das ciências. As Forças Armadas passaram a significar nas sociedades o “arbítrio”, o que se convencionou chamar “ausência do estado de direito” ou da prevalência da lei.

Agora, por paradoxal que seja, a justiça passa a ser motivo da “insegurança jurídica”. Não são os fatos objetivamente apresentados, não são as provas materiais e insofismáveis, mas as notícias veiculadas com evidente interesse financeiro, sem respeito aos fatos nem mesmo à lógica, que embasam decisões judiciais. E esta imprensa adota a célebre frase de Beaumarchais: caluniai, caluniai; sempre fica alguma coisa.

A quem servem então estas novas vestes da ditadura? Aos mesmo interesses alienígenas que todas demais roupagens.

Se o tiro que matou Vargas partiu dos interesses expansionistas do capital industrial estadunidense, os que assassinaram o professor Cancellier saíram do capital financeiro internacional, da banca.

Parece que a sutileza da ação da banca está mais difícil de ser entendida do que a clareza da repressão policial e militar.

Um ex-agente da banca, que se autodenomina “assassino econômico”, em três livros, todos editados no Brasil, mostra, por sua atuação, uma das vertentes da banca. John Perkins demonstrou, mais uma vez, o que meu caros leitores já leram em diversos artigos: a primeira arma da banca é a dívida.

Como agente da banca, Perkins viajou pela África, Ásia, América Latina e Oriente Médio oferecendo tão somente isto: dívida. Quer diretamente ao sistema financeiro controlado pelas três ou quatro dúzias de famílias, quer por outras instituições menos evidentes, mas igualmente controladas por elas, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial (WB) e outros organismos financeiros supostamente supranacionais.

O que ele não mostra, mas todos já sabemos, é que os veículos de comunicação de massa, em quase sua totalidade, criam o clima favorável às ações destes assassinos.

E, com alguns insucessos no uso das Forças Armadas, como no Peru, com o General Juan Velasco Alvarado, no Equador, com a Junta Militar de 1972-1979, com o General Omar Torrijos, no Panamá, e no Brasil do General Ernesto Geisel, a banca escolheu a justiça, a toga, para substituir a farda.

Estão aí o agente Sergio Moro e toda sua equipe da Lava Jato em frequentes viagens aos Estados Unidos da América (EUA) para afinarem, articularem suas ações no interesse da banca.

Um pequeno tópico antes de prosseguir. Muitas pessoas, com o pensamento nas colonizações pré-financeiras, ainda atribuem aos países e não ao sistema a ação predatória que nos aflige. Hoje, as estruturas dos EUA, o denominado “estado profundo”, assim como dos países da Europa Continental e do Reino Unido (UK) são subordinadas aos interesses da banca. Apenas no UK, onde a realeza é parte da banca, podemos dizer que eles se confundem. A disputa de Trump com a administração dos EUA é manifestação da divergência (banca/Estado Nacional), como também ocorre e ocorreu em alguns governos de Portugal.

A conivência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – fazendo “vista grossa” às ações, de juizados e tribunais, cometidas muitas vezes, em total oposição à lei e à jurisprudência – apenas reforça o diagnóstico da tomada do judiciário pela banca.

Ora, diante de tamanha insegurança jurídica e, ainda pior, do partidarismo político em julgamentos, as pessoas, notadamente da marginalidade, em todos seus estratos socioeconômicos, sentem-se à vontade para delinquir. E daí decorrem assassinatos de vidas e reputações, com total impunidade.

Se este desacerto apenas deixasse o Reitor como mártir, que o é, e portanto findasse, não continuaríamos a conviver com estes agentes. Mas não creio. O objetivo da banca, neste estágio de seu processo de dominação, é a destruição dos Estados Nacionais. Para este desiderato o golpe de 2016 age com celeridade e crueldade. Só com ampla reforma, com a revisão institucional de nosso Brasil podemos nos antepor à sua destruição.

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado
Pátria Latina

LULA PRESO INCENDIARIA O PAÍS, DIZ DORIA


SP 247 - O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), surpreendeu nesta quarta-feira, 4, ao defender que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não seja preso.

Um dos críticos mais ferozes de Lula, Doria disse que uma prisão do ex-presidente em plena corrida eleitoral seria um "erro histórico". "Seria a pior hipótese a Justiça, embora totalmente soberana para decidir, aprisioná-lo em meio ao processo eleitoral. Seria um erro histórico", disse o tucano, que almoçou com empresários franceses e brasileiros na capital paulista. "Se prenderem o Lula, pior ainda, porque ele vai se vitimizar e aí incendeia o País", afirmou.

Doria defendeu também que "a Justiça faça justiça". "Mas tenha sensibilidade também de não emitir uma sentença durante o processo eleitoral". "Creio que para o País seria arriscado ter uma liderança como a do ex-presidente preso. Poderia criar uma conturbação muito grande."

Durante o encontro, o prefeito tucano também defendeu a permanência do senador Aécio Neves, que está afastado do cargo e em recolhimento domiciliar noturno, na presidência do PSDB. "Não se justifica agora talvez estabelecer um processo convulsivo na iminência de termos uma eleição pacífica e tranquila", disse. "A eleição já está definida para o começo de dezembro, então defendo seguir esse processo e eleger uma nova executiva do que todo um esforço para condenados o senador Aécio Neves e com isso fragilizar o PSDB."