quarta-feira, 9 de agosto de 2017

População pede para que governo declare “emergência alimentar”. Venezuela? Não, Argentina


A Venezuela sofre constantemente com crises de abastecimento por conta dos boicotes e bloqueios internacionais. A Argentina, no entanto, que não é governada nem pelo PT e nem por Maduro, mas sim por um presidente com um discurso bem liberal, passa por uma crise econômica tão profunda que mais de 300 mil pessoas tiveram que sair às ruas para pedir comida

Sob o lema “Pão, Paz, Terra, Teto e Trabalho”, em homenagem a São Caetano, milhares de pessoas saíram às ruas nesta segunda-feira (7) para exigir que o governo declare “estado de emergência alimentar”. Aos olhos do leitor médio, acostumado com a cobertura midiática negativa da Venezuela, parece que se trata de uma marcha anti-Maduro, no país que historicamente sofre com crises de abastecimento por conta dos constantes boicotes e bloqueios internacionais. A marcha aconteceu, no entanto, na Argentina, país que não é governado nem pelo PT e nem por Maduro, mas sim por Maurício Macri, liberal adorado por direitistas moderados e com um discurso bem parecido com o de Michel Temer sobre recuperação econômica.

A marcha, que reuniu cerca de 300 mil pessoas, foi organizada por católicos, sindicatos e movimentos sociais. Eles protestaram em frente a Plaza de Mayo para exigir que Macri crie fundos excepcionais para cozinhas escolares e comunitárias. A ideia do protesto foi, além de fazer críticas às políticas econômicas do atual presidente, angariar nomes em um abaixo-assinado para incentivar legisladores a analisarem uma lei de declaração de emergência alimentar.

“As políticas econômicas do governo geram milhares de demissões e deixam cada vez mais pessoas em situação de pobreza e de fome”, disseram os convocadores da marcha em um comunicado.

Terceira economia da América Latina, a Argentina fechou o ano passado com um recuo de 2,3% no PIB e viu, no primeiro trimestre deste ano, o desemprego subir e chegar aos 9,2%. Nas periferias de Buenos Aires, onde vivem a maior parte das pessoas da capital, o índice de desemprego chega a quase 12%.

Forum - Foto: AIM Digital

Temer deve cair, diz pesquisa


Levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas por meio de questionamento online entre 3 e 7 de agosto aponta que, para 89,9% da população, a crise política não irá acabar com a absolvição de Michel Temer na Câmara dos Deputados.

No último dia 2, os deputados federais decidiram por 263 votos a 227 (2 abstenções e 19 ausências) que a denúncia por corrupção contra Temer apresentada pela Procuradoria Geral da República deveria ser arquivada.

Também de acordo com a pesquisa, 73% dos entrevistados acreditam que o desemprego não irá diminuir com a salvação de Temer.

A maioria (63,2%) diz também que pretende votar em 2018 para algum deputado federal que nunca tenha exercido qualquer cargo público, ou seja, um nome novo na política, para que os atuais parlamentares que salvaram Temer deixem seus cargos no Congresso.

Outros 16,9% responderam que pretendem votar em alguém que já seja ou tenha sido deputado federal; 7,6% em alguém que exerça algum cargo público, mas que não tenha sido deputado federal, e 12,2% não sabem ou não opinaram.


Temer vai aumentar Imposto de Renda e diversos outros impostos para cobrir rombo da compra de votos

Com a arrecadação federal em baixa e precisando pagar a conta do apoio parlamentar que comprou para barrar a denúncia de corrupção da PGR, Michel Temer admitiu que o governo estuda aumentos de impostos para conter o rombo no Orçamento, mas descartou a possibilidade de aumentar o Imposto de Renda (IR) dos contribuintes mais ricos —uma das ideias que sua equipe econômica está avaliando.

Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto no início da noite desta terça (8), Temer se comprometeu a não enviar proposta de aumento do IR ao Congresso. Horas antes, em entrevista após evento em São Paulo, ele admitira que sua equipe estuda o assunto.

O governo tem que apresentar até o fim do mês ao Congresso a proposta de Orçamento-Geral da União para o próximo ano, quando pretende reduzir o deficit federal para R$ 129 bilhões.

Com a lenta recuperação da economia e das receitas do governo, Temer encontra dificuldades para cumprir a meta estabelecida para este ano, que prevê um rombo de R$ 139 bilhões, e aumentou recentemente os tributos sobre os combustíveis para tentar equilibrar suas contas.

O governo poderá usar uma ou várias das ideias em estudo na Receita Federal e no Ministério da Fazenda. A que está mais madura é a que prevê aumento da tributação de profissionais liberais que hoje recebem por meio de empresas e contribuem como pessoas jurídicas.

Também está em análise a tributação de aplicações financeiras hoje isentas de IR. São elas as LCA (Letras de Crédito Agrícola) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário). Juntas, essas medidas podem gerar cerca de R$ 30 bilhões.

Em reunião no Palácio do Planalto, domingo (6), Temer discutiu com seus ministros uma estratégia para dar impulso a reformas e medidas para geração de receitas no Congresso, mas ninguém falou do IR. Líderes do Congresso indicaram que não querem arcar com o custo político de uma decisão como essa às vésperas das eleições.

Plantão Brasil


57 países firman una declaración ofreciendo su apoyo contundente a Venezuela


Venezuela reafirma el contundente apoyo recibido en el seno de Naciones Unidas en el Consejo de Derechos Humanos con sede en Ginebra por parte de 57 países, quienes suscribieron un contundente documento que se solidariza con los intentos de intervención

Venezuela reafirma el contundente apoyo recibido en el seno de Naciones Unidas en el Consejo de Derechos Humanos con sede en Ginebra por parte de 57 países, quienes suscribieron un contundente documento que se solidariza con los intentos de intervención extranjera en los asuntos internos de Venezuela.
Esta declaración fue suscrita por Rusia, China, India, Sudáfrica, Irán, Vietnam, Argelia, Egipto, Jordania, Kuwait, Emiratos Árabes Unidos, Pakistán, Irak, Líbano, Libia, Angola, Etiopía, Palestina, Qatar, Bielorrusia, Arabia Saudita, Azerbaiyán, Siria, Ecuador, Bolivia, Cuba, Nicaragua, San Vicente y las Granadinas, San Cristóbal y Nieves, Dominica, Bahréin, Comoras, Yibuti, Somalia, Sudán, Túnez, Yemen, República Democrática Popular de Corea, Eritrea, Namibia, Laos, Filipinas, Sudán del Sur, República del Congo, Burundi, Zimbabue, Myanmar, Timor Leste, Tayikistán, Omán, República Democrática del Congo, Nigeria, Guinea Ecuatorial, Mauritania, Mozambique, Togo y Venezuela.

A continuación el texto íntegro de la referida declaración:

Declaración Conjunta en apoyo a Venezuela:

1. Reconocemos el imperativo de todos los Estados de respetar la soberanía de la República Bolivariana de Venezuela, de conformidad con los principios universales de no interferencia en los asuntos internos establecidos en la Carta de las Naciones Unidas.

2. Consideramos que es al pueblo venezolano a quien compete, exclusivamente, determinar su futuro sin injerencias externas.

3. Apoyamos al Gobierno Constitucional de la República Bolivariana de Venezuela en su compromiso de preservar la paz y mantener la institucionalidad democrática en el país, así como su determinación de garantizar la plena observancia de los derechos humanos y las libertades fundamentales en Venezuela.

4. Respaldamos la reiterada convocatoria que ha hecho el Presidente Nicolás Maduro Moros al diálogo político entre los diferentes sectores que hacen vida en Venezuela, con el propósito de preservar la paz y garantizar la estabilidad de las instituciones democráticas del país.

5. Celebramos los encomiables esfuerzos realizados en pro del diálogo político y la paz por la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR) y los ex presidentes José Luis Rodríguez Zapatero, de España; Martín Torrijos de Panamá; y Leonel Fernández, de República Dominicana, junto con el Enviado Especial de la Santa Sede.

6. Apoyamos, asimismo, la incorporación de países de América Latina y el Caribe al fomento del diálogo político en Venezuela, a saber: El Salvador, Nicaragua, República Dominicana, Uruguay y los Estados miembros de la CARICOM.

7. Condenamos cualquier acción que perturbe la paz, la tranquilidad y la estabilidad democrática, socavando la institucionalidad democrática de la República Bolivariana de Venezuela y que amenace su soberanía.

8. Consideramos que la comunidad internacional debe fomentar las capacidades y proporcionar ayuda técnica tomando como base la solicitud del País concernido, para tratar los desafíos de derechos humanos del país.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

James Petras: “EUA querem dominar o Brasil para ter todo o continente sob controle”


Para o sociólogo estadunidense, a prisão de Lula poderia mudar a correlação de forças em toda a América Latina

Fonte: RT

[Tradução do Diário Liberdade] A sentença judicial ditada em primeira instância contra Luiz Inácio Lula da Silva por supostos atos de corrupção e lavagem de dinheiro abre a possibilidade de que o ex-presidente do Brasil seja preso por nove anos e meio. Se essa condenação foi ratificada em segunda instância, Lula perderia seus direitos políticos e não poderia se candidatar à eleição presidencial de 2018.

A América Latina está em risco de voltar a ser o “quintal” dos Estados Unidos caso as forças conservadoras consolidem seu poder dentro do governo brasileiro. Após a destituição parlamentar da presidenta Dilma Rousseff, agora buscam prender a figura máxima do Partido dos Trabalhadores (PT).

A RT reproduz com exclusividade a entrevista que Ariel Noyola Rodríguez realizou com James Petras, sociólogo estadunidense e assíduo estudioso da política exterior dos Estados Unidos e da realidade latino-americana. Petras considera que Lula precisa convocar a sociedade brasileira para a mobilização, caso contrário, será preso. Uma vez dominado o Brasil, nada mais impedirá que os Estados Unidos tenham o controle absoluto da região.

Ariel Noyola Rodríguez (ANR): Qual é a sua leitura sobre a sentença judicial contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva? Considera que é parte de uma estratégia que busca inviabilizar Lula como candidato à presidência do Brasil em 2018?

James Petras (JP): Exatamente, a direita brasileira está tentando impor a todo o custo um governo neoliberal com o objetivo de reverter as medidas progressistas conseguidas no Brasil durante os últimos anos. O processo judicial contra Lula está muito contaminado. Não há nenhuma prova contundente que ponha em evidência que o ex-presidente brasileiro esteja efetivamente envolvido em atos de corrupção. São acusações sem sustentação. Dizem que ele recebeu um luxuoso apartamento, no entanto não existe nenhum contrato assinado.

Por isso creio que as acusações contra Lula são instrumentos políticos para que Michel Temer, o golpista que agora ocupa a presidência, siga desmantelando todas as conquistas alcançadas pelos governos do PT. O que Temer está fazendo é reduzir o gasto público, terminar com os programas sociais, diminuir os salários dos trabalhadores, privatizar as empresas estatais e eliminar os subsídios. Em suma, o atual governo brasileiro quer acabar com todo o rastro do Estado de bem estar.

Um primeiro passo dessa ofensiva foi a destituição de Dilma no ano passado. E agora querem prender Lula. Toda essa estratégia, repito, vem acompanhada de uma política econômica que busca colocar as maiorias na marginalidade. No plano internacional, essa ofensiva significa a subordinação do Brasil aos mandos de uma potência imperial, e não me refiro somente aos Estados Unidos, mas também à União Europeia.

Considero que a prisão de Lula poderia mudar a correlação de forças em todo o continente latino-americano. Uma vez que os Estados Unidos consigam controlar o Brasil de maneira definitiva, como já aconteceu com a Argentina sob a presidência de Mauricio Macri, então será muito mais fácil levar adiante a dominação de todo o continente.

ANR: Os governos do PT, em alguma medida, fortaleceram a soberania nacional e regional através do impulso das empresas brasileiras, o lançamento de um programa de segurança e defesa próprio e, inclusive, reviveram a ideia de um desenvolvimento nuclear com autonomia. Nesse sentido, você considera que os Estados Unidos participaram dessa ofensiva contra os governos do PT?

JP: É fundamental compreender que Washington não esteve fora dos círculos de poder na América Latina durante todo este tempo. Temos que reconhecer que o presidente Lula e outros dirigentes de corte progressista mantiveram uma política que, em boa medida, partilhou o exercício do poder com as empresas multinacionais, os investidores de Wall Street e as cúpulas militares. Os mandatários progressistas nunca apostaram por uma ruptura radical com o velho regime, não desafiaram abertamente os Estados Unidos.

Vários presidentes latino-americanos pensaram que podiam tecer algumas alianças com Washington a fim de ganhar influência e, desta maneira, fazer avançar suas agendas sociais sem colidir com os norte-americanos. Utilizaram essas alianças com a Casa Branca como uma tática desde o final do século passado, em plena crise do neoliberalismo. Afinal de contas eles pensaram que era melhor compartilhar o poder no lugar de lançar uma ofensiva mais radical mas que poderia por em risco sua permanência no governo.

No entanto, se observarmos desde a perspectiva da Casa Branca, a situação foi muito diferente. Essa tática foi utilizada pelos Estados Unidos para se reorganizar, acumular forças e, chegado o momento indicado, lançar um contra-ataque. Neste sentido, há que aceitar que os governos progressistas da América Latina cometeram um erro muito grave, em termos tanto táticos como estratégicos: desmobilizar as massas populares.

Os mandatários dos governos progressistas acreditaram que teriam a capacidade de manter sob controle a ingerência dos Estados Unidos na região latino-americana unicamente ao se sentar para negociar, fazendo uso da via diplomática. Lamentavelmente, uma vez desmobilizadas, as massas populares já não tiveram a força suficiente para fazer frente a esta nova ofensiva dos Estados Unidos.

Os governos progressistas poderiam ter aproveitado a posição de força que gozavam no começo para tomar todo o poder em seus respectivos países e por um fim ao intervencionismo. Mas isso não aconteceu e agora estamos sendo testemunhas das consequências: o governo dos Estados Unidos outra vez está ganhando presença na América Latina, inclusive minando alianças regionais importantes como o Mercado Comum do Sul (Mercosul), composto por Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

Não estamos falando simplesmente de um ataque contra a soberania de um só país, trata-se de uma grande ofensiva que enfraquece a soberania de toda a América Latina, é a integração regional que está em jogo. Nesse momento os EUA querem esmagar o Brasil e depois seguirá com a Venezuela; o que tenta é ter todo o continente sob controle. Washington busca garantir para suas empresas o fornecimento de recursos naturais estratégicos e aumentar sua dominação sobre os mercados. O apetite pelo petróleo é a razão que está por trás da perseguição ao governo de Nicolás Maduro.

Os EUA travam uma guerra de conquista contra a região. Acredito que Washington quer montar uma versão latino-americana da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para vencer qualquer tipo de resistência que ponha em questão sua hegemonia. Uma “OTAN latino-americana” encabeçada pelos Estados Unidos é um projeto que logo seria reproduzido em outras partes do mundo, no Oriente Médio e na Ásia por exemplo, para minar a influência de China, Rússia e Irã e outros países que não têm se submetido aos ditames da política exterior norte-americana.

O México é o grande laboratório dos EUA para dominar toda a América Latina. No México a polícia federal e os militares que estão em guerra contra o narcotráfico atuam sempre em coordenação com o governo dos Estados Unidos. Para Washington, é decisivo contar com o apoio de politicos corruptos e empresários. O Tratado de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA) é um claro exemplo de integração subordinada. E esse modelo é o que os EUA pretendem estender para toda a região.

ANR: Que futuro político você prevê para o Brasil caso Lula seja preso? A sociedade brasileira parece desencantada com boa parte da classe política. Se as eleições carecem de legitimidade, você considera que exista alguma outra forma de canalizar todo esse descontentamento social?

JP: Veja, a luta da sociedade brasileira para recuperar a capacidade de dirigir seu próprio destino não passa unicamente pela via eleitoral. Neste momento a direita controla o Congresso, o poder judiciário está submisso e as leis são manipuladas de forma arbitrária. Acho que a única via para a transformação é impulsionar uma ruptura radical com o velho regime. É fundamental uma mobilização constante e prolongada. Até agora Lula tem se apoiado em seus advogados e nos parlamentares de seu partido, sem resultados favoráveis.

É evidente que esta batalha não será vencida através de processos judiciais, pois não há imparcialidade. Se a via eleitoral é cancelada, então só resta convocar uma greve geral, paralisar os escritórios do governo e o sistema de transportes. Ou Lula sai às ruas e convoca a mobilização popular, ou terminará na cadeia. Não há outro caminho.

É certo que existem muitos obstáculos. No Brasil a guerra midiática é tremenda. Mas o poder dos meios de comunicação tem limites. Vimos que os grandes meios de comunicação estavam contra o comandante Hugo Chávez, e os venezuelanos o apoiaram; e o mesmo aconteceu com o ex-presidente argentino Néstor Kirchner. Inclusive é preciso recordar que vários meios de informação como O Globo estavam contra a eleição de Lula em 2002 e a sociedade brasileira terminou por impor sua vontade.

Os meios de comunicação só conseguem ter um impacto significativo quando a sociedade está inerte e os políticos se apoiam fundamentalmente na institucionalidade. Mas no momento em que o povo sente que não tem outra alternativa, quando sua situação econômica está em franca deterioração, a influência dos meios de comunicação já não é mais determinante para ditar o rumo do país.

OVADA EM DORIA ERA INEVITÁVEL, DIZ PROCURADOR


O escracho é um método polêmico – e muitas vezes condenável – de ação política; no entanto, é o preço que alguns políticos estão pagando por apoiar o governo mais corrupto da história do Brasil, que conquistou o poder por meio de um golpe, e que tem menos de 5% de aprovação; "Doria apoia um presidente denunciado por corrupção e com menos de 5% de aprovação. O ovo era evidente e iminente", escreveu o procurador Fernando Rocha

Brasil 247 – Dia sim, dia não, um político que apoiou o golpe é escrachado no Brasil. Já aconteceu com Mendonça Filho, da Educação, com o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), com Ricardo Barros, da Saúde, e ontem foi a fez de João Doria Júnior, em Salvador.

Como todos sabem, Doria, que pretende ser presidente da República em 2018, sem que tenha feito nada de significativo na cidade de São Paulo, a não ser se fantasiar de gari e pintar muros de cinza, foi recebido com uma chuva de ovos em Salvador.

Em seguida, disse que nada o intimida e culpou a intolerância da esquerda.

O escracho, de fato, é um método polêmico – e muitas vezes condenável – de ação política.

No entanto, é o preço que alguns políticos estão pagando por apoiar o governo mais corrupto da história do Brasil, que conquistou o poder por meio de um golpe, e que tem menos de 5% de aprovação.

"Doria apoia um presidente denunciado por corrupção e com menos de 5% de aprovação. O ovo era evidente e iminente", escreveu o procurador Fernando Rocha.

Tem razão.

Ataque aéreo dos EUA contra milícia iraquiana deixa dezenas de mortos e feridos


Aviões dos Estados Unidos lançaram hoje (8) por volta das 4h00 da manhã um ataque contra posições da milícia iraquiana Hasdi Sabi na fronteira sírio-iraquiana, de acordo com fontes a que a Sputnik Turquia teve acesso.

Segundo as informações, morreram 35 militantes e 25 ficaram feridos. Entre as vítimas há comandantes da Hasdi Sabi.

Um dos comandantes da milícia, Ali Hasim Huseyni, disse à Sputnik Turquia que "os aviões dos EUA atacaram os militantes da unidade Seyid Şuheda [pertencente à milícia Hasdi Sabi]".
Os feridos foram levados a vários hospitais do Iraque, alguns estão em estado muito grave, afirmou o comandante.

Segundo ele, a região atingida pelo ataque está situada na fronteira sírio-iraquiana, a 20 quilômetros da cidade de Al-Ba'aj.

Os membros da milícia condenaram de modo decisivo "este ataque propositado".

Sputnik Brasil

Maradona se ofrece como ‘soldado’ de Maduro contra imperialismo


El exfutbolista argentino, Diego Maradona (izda.) y el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, en Caracas.

El legendario futbolista argentino Diego Maradona expresó su disposición a convertirse en el soldado de Maduro para ayudarle en su lucha contra el imperialismo.

“Somos chavistas hasta la muerte. Y cuando (el presidente venezolano, Nicolás) Maduro ordene, estoy vestido de soldado para una Venezuela libre, para pelear contra el imperialismo”, destacó el exfutbolista en un mensaje emitido el lunes en su cuenta en Facebook.

Asimismo, insistió en que esta lucha responde al hecho de que hay que defenderse frente a las potencias que pretenden “apoderarse” de los países latinoamericanos y sus recursos amenazando de esa manera su soberanía y su bandera que, a su juicio, es “lo más sagrado” que tienen.

En su mensaje, reproducido en tres idiomas (español, italiano e inglés), Maradona expresó también su apoyo al pueblo venezolano “de pura cepa”, para luego denunciar los actos de los “venezolanos interesados e involucrados con la derecha”.

"¡¡¡Viva Chávez !!!!", remarcó refiriéndose al fallecido presidente del país bolivariano Hugo Chávez Frías. “¡¡Viva Maduro!! ¡¡¡Viva la revolución!!!”, culminó la leyenda del fútbol argentino.

En reiteradas oportunidades, Maradona ha manifestado su apoyo no solo a la Revolución Bolivariana, sino también a todos los procesos revolucionarios de la izquierda latinoamericana, como el caso de la Revolución cubana de Fidel Castro. Además, ha denunciado varias veces las políticas intervencionista de EE.UU. y ha criticado al presidente norteamericano, Donald Trump.

Con su apoyo, Maradona alarga la lista de los personajes y gobiernos regionales y de fuera de la región que se han expresado en contra de intervenir en asuntos internos de Venezuela y a favor de las medidas del Gobierno bolivariano para poner fin a las duras tensiones que ha provocado el sector opositor a fin de derrocar a Maduro.

bhr/anz/tmv/rba/HispanTv

EEUU da ayuda desesperada con dinero a Siria, si Al-Asad renuncia


El presidente sirio, Bashar al-Asad, habla en una sesión del Gobierno, Damasco

Un informe analiza cómo EE.UU. ofrece ayuda financiera para reconstruir y reunificar Siria, a condición de que el presidente Bashar al-Asad deje su cargo.

“Estados Unidos necesita más elementos de apalancamiento mientras que buscamos establecer condiciones para crear una vía para relejar la guerra. El elemento clave (…) es utilizar nuestra economía colectiva occidental-árabe de forma inteligente y estratégica para ayudar a las emergentes zonas autónomas (sirias)”, se lee en un informe publicado el lunes por la revista estadounidense The National Interest.

La realidad, según la publicación, es que pese a los intentos de la Casa Blanca y sus aliados, el presidente sirio, Bashar al-Asad, no “irá a ningún lado”, por eso, el objetivo de usar la economía servirá para “persuadir” a Al-Asad para que deje el poder en manos de un sucesor.

Y solo a cambio de su dimisión, la parte norteamericana facilitaría acceso sirio a ayudas financieras de Washington y sus aliados para la “reconstrucción” del país, añade.

El informe calcula que construir la Siria devastada por el conflicto armado de más de seis años, requerirá unos 100 mil millones de dólares al año, un monto de dinero que según la revista estadounidense, Al-Asad y sus aliados no podrán permitirse desembolsar.

La publicación resalta que esta “transición” no será el producto de las “negociaciones neutrales” en Ginebra (Suiza), aunque “nosotros debemos condicionar nuestro apoyo para la ayuda para reconstruir Siria a la voluntad del nuevo Gobierno para limitar su apoyo al Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá)”, además de prometer protección a todos los grupos minoritarios del país árabe.

No obstante, cumpliendo con todo eso, el nuevo Ejecutivo de Siria no será una instancia perfectamente democrática, concluye el informe.

ask/ktg/tas/HispanTv

Bolivia muestra lo mejor de sus Fuerzas Armadas en un gran desfile



En el acto cívico-militar estuvieron presentes el presidente Evo Morales y el vicepresidente Álvaro García Linera.

Bolivia ha celebrado este lunes el 192º aniversario de sus Fuerzas Armadas con un gran desfile cívico-militar que ha tenido lugar en la población altiplánica de Kjasina, en la provincia de Omasuyos, informa 'La Razón'. Más de 25.000 militares, campesinos e indígenas de varias organizaciones sociales han participado del evento.

En el desfile estaban presentes el presidente boliviano Evo Morales, y el vicepresidente Álvaro García Linera. En el marco de la celebración el jefe de Estado ha ofrecido un discurso y ha instado a los militares a seguir defendiendo su país.

"Patria es territorio, patria son los recursos naturales, para defender esta patria de todos hay que tener una gran conciencia política de lo que se defiende, defender los recursos naturales es defender a las nuevas generaciones para que nunca más vivan en la pobreza ni traten a sus hijos como mendigos o los humillen en el extranjero", ha subrayado.

Por su parte, el comandante en jefe de las Fuerzas Armadas de Bolivia, Luis Ariñez, entregó a Morales una distinción en un acto previo al desfile y calificó al gobernante del Estado Plurinacional como el "patriota número uno del país, […] patriota que llevamos dentro".



Asimismo, el presidente Morales ha mostrado su apoyo al Gobierno venezolano de Nicolás Maduro. Refiriéndose a Estados Unidos como "el imperio", el mandatario boliviano sostuvo que lo que menos le preocupa a ese país son los derechos humanos y que "le interesa tener dominio geopolítico sobre América Latina y el Caribe". En ese sentido, agregó que Venezuela es un eslabón estratégico por poseer la mayor reserva de petróleo del mundo. Según Evo Morales, el imperio quiere "primero derrocar, luego dominar y después adueñarse del petróleo venezolano".

"Ese es el problema de fondo, el pretexto es el mismo de siempre, democracia, derechos humanos, terrorismo, es el mismo barniz, es la misma comedia mediática que ha usado desde siempre para quedarse con los recursos naturales", sentenció.

Actualidad RT

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Así capturaron soldados iraquíes a una adolescente alemana que se unió al EI



La joven de 16 años puede enfrentarse a la pena de muerte en Irak si es acusada de terrorismo.

Las redes sociales son testigo de un nuevo video en que la adolescente alemana Linda Wenzel, que se unió al Estado Islámico, es apresada por soldados iraquíes entre los escombros durante la liberación de la ciudad de Mosul de manos yihadistas el mes pasado.

La joven de 16 años, que esposó a un terrorista, fue grabada mientras, cubierta de polvo y herida en un brazo, abandona su escondite rodeada por militares iraquíes, informa 'The Daily Mail'.

En las imágenes se ve a la joven gritar y hacer muecas de dolor en medio de los gritos triunfantes de un grupo de soldados.

Wenzel se convirtió al islam y huyó de su casa en la ciudad de Pulsnitz, en el este de Alemania, el verano de 2016 para integrarse en las filas del Estado Islámico tras ser reclutada en Internet.

De suelo germano voló a Estambul. Allí puso rumbo a Irak, donde se casó con un extremista checheno que murió el mes pasado durante la liberación de Mosul.

La adolescente está siendo interrogada y podría enfrentarse a cargos de terrorismo y pena de muerte en Irak. Las autoridades alemanas ya están abordando con Bagdad su posible extradición.

Actualidad RT

Revelan que Macri es socio de Odebrecht desde hace casi 20 años


Desde hace unas dos décadas, el presidente argentino, Mauricio Macri, es socio de la constructora Odebrecht, revela una investigación periodística.

El Grupo Macri es socio de la gigante empresa brasileña en el fondo de inversión Blackwood Group, creado cuando el actual mandatario argentino era vicepresidente ejecutivo del holding familiar Sociedades Macri (Socma).

En el diario local Página 12, el periodista Horacio Verbitsky asegura el domingo que desde 1998, cuando Mauricio Macrì era su vicepresidente ejecutivo, Sideco Americana es socia de Odebrecht en el fondo de inversiones Blackwood, un grupo internacional que manejó diversos fondos de inversión y uno especializado en energía y comunicaciones, con inversiones en todo el mundo.

No obstante, continúa Verbitsky, lo conocido hasta ahora es menor ante los negocios de energía, construcciones, petróleo y gas, consultoría, minería, finanzas, fusiones y adquisiciones, que comparten en Europa, Asia, África, Medio Oriente, Norte, Centro, Sudamérica y el Caribe.

“Se entiende mejor así por qué un banco caribeño de Odebrecht ayudó a los Macrì a manipular las mayorías en perjuicio de los acreedores en el concurso del Correo Argentino, soportando para ello fuertes pérdidas”, sostiene la referida investigación.

Los nexos de larga data de Macri con la constructora salen a la superficie. A finales del mes de abril, se reveló que Macri recibió 500.000 dólares de la empresa brasileña para financiar su campaña electoral en 2015.

Odebrecht pagó alrededor de 788 millones de dólares en sobornos a personas y entidades de 12 países de Latinoamérica y África, y financió las campañas electorales de la expresidente de Brasil Dilma Rousseff (2011-2016), del actual presidente de Colombia, Juan Manuel Santos y del expresidente de Perú Ollanta Humala, los tres en 2010.

aaf/ctl/bhr/rba/HispanTv

Valter Xéu: Na Síria o alvo dos EUA são civis e não os terroristas


É quase que diário o funeral de civis mortos pelos EUA (Foto El Pais)

Enquanto os russos e sírios lutam lado a lado contra os grupos terroristas as forças de coalizão acontecem justamente o contrario, pois elas só atacam civis desarmados e raro é o dia que isso não aconteça.

A Síria reclama na ONU constantemente, pois isso caracteriza crimes de guerra executados pelas forças da coalizão liderada pelos EUA que lá estão como invasora e não como convidada para a luta de combate ao terror, pois essa força é de fato o terror que ao lado dos diversos grupos formados treinados e armados pelo ocidente, atuam conjuntamente para a derrubada do governo de Bachar Al Assad que ousa não se submeter aos ditames ocidentais (leiam-se EUA).

Enquanto o massacre continua, a ONU se limita em assistir, demonstrando que a entidade hoje serve de palco somente para punir pequenos e fracos países e não as potencias ocidentais que não cumprem nenhuma resolução e que alias, nem chegam a ser discutidas como alguns que condenam o governo israelense pelo genocídio contra o povo palestino.


A entidade sempre fecha os olhos para os massacres perpetrados por países como EUA, Reino Unido, França, Itália ou para alguns países que vivem sob a proteção desses citados.

Foi assim com o Iraque onde tropas ocidentais destroçaram o país que hoje vive uma luta fraticida entre as diversas facções, foi assim com a Líbia de Kaddaf que era o segundo IDH do Oriente Médio, atrás apenas de Israel e hoje um país totalmente destruído por uma guerra civil onde as potencias da destruição, Estados Unidos, França, Inglaterra e Itália, além de armar os diversos bandos rivais, roubam descaradamente às riquezas do país como o petróleo e vários minérios.

E assim, caminha a humanidade, assistindo passivamente tudo isso, onde uma mídia totalmente ajustada aos interesses desses países invasores ate por que ela também lucra com isso, faz a cabeça do cidadão, e assim cria um bando de midiotizados pelo mundo e que são usados sempre que houver a necessidade de direcionar a opinião publica, seja com a explosão de uma bomba em qualquer rua movimentada de uma cidade qualquer país europeu, seja alguém dirigindo loucamente um caminhão desgovernado atropelando e matando cidadãos inocentes.

Os serviços de inteligência estão preparados para todo e qualquer serviço sujo, mesmo que seja o de tirar a vida de alguns inocentes, onde de imediato se encontrará algum documento provando que foi um ato terrorista e ai entra a mídia e faz o resto do serviço sujo, como fez no Iraque com o estardalhaço das armas químicas e depois de comprovado que o país não as possuía, essa mesma mídia “esqueceu” de noticiar o fato pois elas estava – e continua – a serviço dos invasores.

Valter Xéu, o autor, é diretor e editor do Pátria Latina e Irã News

ASSANGE: EUA ENCONTRARAM UM NOVO IRAQUE E É A VENEZUELA


Brasil 247 - Um dos maiores nomes no combate aos desmandos da espionagem e das agências de informação dos Estados Unidos, Julian Assange, fundador do WikiLeaks, usou sua conta no Twitter para dizer que os EUA encontrara um novo Iraque: "É a venezuela", disse.

Assange tem reiterado, em diversas ocasiões, que os interesses dos EUA na Venezuela giram em torno da produção de petróleo.

Diretor, editor e porta-voz do Wikileaks, Julian Assange, replicou ainda um vídeo em que o diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, Mike Pompeo, admite agindo em coordenação com México e Colômbia para derrubar o governo da Venezuela.