sábado, 5 de agosto de 2017
Brasileños rechazan vista gorda de Congreso a corrupción de Temer
Numerosos brasileños reaccionaron de forma adversa al rechazo del Congreso a proceder a abrir el caso judicial contra Temer por corrupción, 3 de agosto de 2017.
Las manifestaciones fueron promovidas por simpatizantes del Movimiento de Trabajadores Sin Techo (MTST). En paralelo, los indignados bloquearon con neumáticos las principales carreteras de la ciudad de São Paulo para exigir la destitución del mandatario.
La Cámara Baja del Congreso Nacional de Brasil salvó al presidente Michel Temer al rechazar una denuncia que solicitaba procesarlo por corrupción. La denuncia puesta a votación ante la Cámara de Diputados fue presentada por el fiscal general, Rodrigo Janot, quien acusa al presidente brasileño de haber recibido sobornos.
El presidente, sin embargo, asegura que permanecerá en el poder pese a las críticas hasta el fin de su mandato, en 2018, y llevará a cabo las reformas que ha prometido.
Actualidad RT
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Deputado Tiririca não faz rir; faz chorar com uma carta denúncia sobre o Brasil de hoje
O deputado federal Francisco Everardo, mais conhecido como Tiririca, surpreendeu o meio político com uma carta emocionante e emocionada em que revela sua frustração com o Brasil atual.
A carta
"Amigos e Amigas deste Brasil de meu Deus. Quem escreve aqui não é o palhaço nem o deputado. Quem escreve aqui é o cidadão que está frustrado com tudo isso que virou o país. Como todos sabem eu fiz a minha vida no circo. No circo vivi muitos dias de fome. Dias em que a bilheteria não rendia nem o dinheiro do pão. Dias em que subi ao picadeiro com fome e doente.
Houve um dia em que a bilheteria rendeu apenas R$ 32. Éramos um grupo de 41 profissionais. A partilha daria menos de R$ 1 por pessoa. Só que em nosso grupo tínhamos uma companheira doente. Pedi ao grupo que doasse todo o cachê para esta trapezista que precisava de comprar um remédio controlado, que na época custava quase R$ 50. O dono da farmácia compreendeu e deixou que pagássemos o resto quando tivéssemos dinheiro. E assim foi. Honramos nossa dívida e pagamos com o suor de nosso trabalho. Isso é o circo. Lugar que a gente aprende a dividir e se doar.
Na política a cada dia vejo que não é assim. Cada um quer tirar pra si. Quanto mais melhor. Não importa quantas pessoas morram de fome ou nos corredores de hospitais. O importante é se eleger na próxima eleição e garantir a boa vida de sua família. O problema não é da Esquerda nem da Direita. A lista da Odebrecht mostrou que tem ladrão dos dois lados. O que está faltando nos políticos não é ideologia, é decência. Está faltando pra esta cambada é entender que eles estão lá pra servir ao povo, e não pra se servir do dinheiro do povo.
Infelizmente até muita gente que se elege em nome de Deus chega lá dentro e faz pacto com a ladroagem e a bandidagem. Peço ao Brasil que ore para o Senhor ter compaixão do juiz Sergio Moro e o proteja de todo o mal. Este homem tem que prender todos os bandidos que roubaram a Petrobrás, o BNDES, a Previdência e a esperança dos brasileiros.
Um dia minha mãezinha me disse: "Filho, os injustos não herdarão o reino de Deus. Eu preciso ter você comigo na eternidade. Faça o que quiser de sua vida mas lembre-se que eu preciso de você comigo no Céu".
Por Deus, por minha mãezinha e pelo povo brasileiro eu sou o mais honesto possível. Só não estou conseguindo "amar o próximo", a minha vontade é esganar estes canalhas. Mas 2018 está bem perto. O povo precisa fazer uma limpeza geral da classe política. Não adianta a Justiça condenar se o povo absolve.
Fiquem com Deus !!!
O Deputado Tiririca desabafa - Você sabe qual é o meu salário ?
Então, vamos lá:
Deputado Federal
- Salário: R$ 26.700,00
- Verba Gabinete: R$ 94.300,00
- Auxílio Paletó: R$ 53.400,00
- Combustível: R$ 5.000,00
- Auxílio Moradia: R$ 22.000,00
- Passagens Aéreas: R$ 59.000
- Auxílio Saúde: R$ ilimitado
- Auxílio Educação: R$ 12.100,00
- Auxílio Aliment.: R$ 16.400,00
- Auxílio Cultural: R$ 13.400,00
- Auxílio Dentista: R$ ilimitado
- Auxílio Farmácia: R$ ilimitado
Portanto, senhores e senhoras brasileiros, este é o custo Brasil que vocês nos proporcionam
R$ 302.300,00/mês
São 513 Deputados
R$ 155.079.900,00/mês
12 meses
R$ 1.860.958.800,00/ano
Quase 2 Bilhões só com os Deputados.
Isso só para Deputado ainda tem Senador, Presidente e seus Ministros etc.
E o Salário Mínimo do trabalhador é de R$ 937,00 para sustentar a família.
Será que o problema do Brasil são os aposentados?
CHEFE DO EXÉRCITO VAI ÀS REDES E CRITICA CAOS FISCAL DE TEMER E MEIRELLES
Brasil 247 - O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, usou as redes sociais para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo. A crítica foi feita nesta quinta-feira, 3, em seu perfil no Twitter. Os recursos hoje disponíveis nos caixas do Exército são suficientes para que se chegue apenas até o mês de setembro.
“Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao @exercitooficial. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites”, disse o general no microblog, ao falar sobre as dificuldades que a instituição está enfrentando e o grave contingenciamento de recursos que, segundo fontes militares, está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras.
A principal queixa dos militares é de que o governo federal impõe seguidas missões ao Exército em todas as áreas, mas a equipe econômica não repassa os recursos necessários para o desempenho dos trabalhos. A última delas foi no Rio, com uma nova ida de tropas para as ruas, para tentar oferecer segurança à população.
As informações são de reportagem de Tânia Monteiro no Estado de S.Paulo.
'Império' de Washington estaria desmoronando devido à rebelião dos países 'vassalos'?
Os incessantes esforços de Washington para cercar e castigar os países que protegem seus próprios interesses nacionais e mantêm sua soberania provocarão o isolamento dos Estados Unidos, resumiu o analista geopolítico Gilbert Mercier em entrevista à Sputnik.
Mercier, autor do livro "The Orwellian Empire", que fala da gradual "decadência" de Washington como império, e editor-chefe do portal News Junkie Post, assegura que a agenda antirrussa não desapareceu das prioridades dos políticos americanos.
"Qualquer país ou grupo de países que desafie a hegemonia americana será, em última instância, um objetivo para o império, [alvo] econômico e eventualmente militar, através de guerras subsidiárias ou revoluções falsas", afirmou o analista.
"Por mais que seja paradoxal, a incessante necessidade americana de isolar e inclusive castigar os países com valor para manter sua soberania nacional acabará isolando os próprios EUA e degradando sua influência global. A Rússia, o Irã, a Coreia do Norte e agora a Venezuela — que está na mira imediata do 'império' através de uma política de mudança de regime disfarçada de revolução — todos [estes países] são exemplos [de resistência]", explicou.
Deste modo, armadilhados na mentalidade da Guerra Fria, os "falcões" e os neoconservadores dos EUA continuam batendo seus tambores de guerra sobre ameaças fictícias, considerou.
"Algumas pessoas no Pentágono e em Washington, os chamados 'think tanks' caíram em delírio, crendo e falando publicamente que os militares americanos podem suportar e ganhar, ao mesmo tempo, a Rússia e a China. Isso, naturalmente, não tem qualquer base racional", assegurou Mercier à Sputnik.
Enquanto isso, os governos europeus estão frustrados com a política externa de Washington que ameaça prejudicar a estabilidade e a prosperidade da União Europeia.
"A impugnada e imprudente lei de sanções foi enfrentada com uma forte oposição dos líderes europeus e poderia ser um ponto de reviravolta para finalmente influenciar não somente na opinião dos políticos, mas na opinião pública europeia", assinalou Mercier.
De acordo com o especialista, caso a UE obtenha a independência geopolítica e militar dos EUA, poderia desempenhar um papel de equilibrador.
Mercier considera a OTAN como "ferramenta imperial inteligente para extorquir um tributo dos Estados vassalos e justificar a ocupação militar americana", por isso os europeus precisam reconsiderar sua participação neste bloco militar, opinou.
Apesar dos objetivos declarados da Aliança Atlântica, na realidade é um modo americano de garantir sua presença militar em um país-membro e promover a venda de armas americanas para satisfazer os interesses da indústria armamentista.
"A verdade inconveniente para o 'establishment' dos EUA consiste em que cada império tenha sua data de término, e Washington está se aproximando dela", resumiu.
Sputnik Brasil
Imágenes confirman: Israel apoya a terroristas en altos de Golán
Las fuerzas de guerra de Israel (FDI) atienden a terroristas heridos en los altos de Golán.
Nuevas imágenes muestran a personal médico de las fuerzas de guerra de Israel (IDF, en inglés) atendiendo a terroristas heridos en los altos de Golán.
Estas fotos, recién publicadas en las redes sociales, son una prueba fehaciente de cómo el régimen israelí da apoyo logístico a los terroristas que luchan contra el Ejercito de Siria en esa zona del suroeste del país árabe, según informa este viernes la página web Al-Masdar News.
Los radicales takfiríes, tras recibir los primeros auxilios por parte de los sanitarios militares en la parte de los altos ocupada por Israel, retornan a sus posiciones iniciales para seguir combatiendo contra las tropas sirias.
Según varias fuentes, los extremistas son tratados en Israel a condición de que, una vez recuperados de sus heridas, vuelvan a territorio sirio no ocupado y continúen con sus actos terroristas.
De acuerdo con la fuente, mientras estos terroristas son etiquetados como “rebeldes” por los medios occidentales y los países ribereños del Golfo Pérsico por su postura aparentemente “moderada” contra el Gobierno sirio, la realidad pinta de otro color.
Un terrorista de Frente Al-Nusra recibe primeros auxilios por parte de las fuerzas de guerra de Israel (FDI) en los altos de Golán.
La gran mayoría de los “rebeldes” que combaten en los altos de Golán reciben ayuda directa tanto médica como militar de Israel, con el único fin de crear sectarismo en la sociedad siria, a fin de romper en pedazos el país árabe.
Cualquiera que luche contra un gobierno con el objetivo de establecer en su lugar un orden sectario sería considerado terrorista en cualquier otro país (particularmente en los países occidentales). Pero por alguna razón este axioma no se cumple en Siria.
El régimen de Tel Aviv ha brindado su ayuda en los altos de Golán al Frente Al-Nusra (autodenominado Frente Fath Al-Sham), vinculado a Al-Qaeda, desde 2013. No obstante, el masivo apoyo médico que ese régimen ofrece a los grupos armados sirios ha causado problemas en Israel.
Por ejemplo, a principios de julio del presente año, Israel proporcionó apoyo aéreo a una ofensiva dirigida por estos terroristas contra las fuerzas progubernamentales en la ciudad de Al-Baath, en la provincia siria de Quneitra, fronteriza con los altos.
La relación existente entre las fuerzas israelíes y los terroristas del Frente Al-Nusra es conocida por la Organización de las Naciones Unidas (ONU), que desvela su estrecha colaboración en un informe.
krd/mla/bhr/tas/HispanTv
Maduro: se detendrá a quien suba precios por dólar terrorista
El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, sostuvo que no permitirá que se vendan los productos a precio del dólar no oficial al que ha calificado de ‘terrorista’.
“He dado la instrucción a Néstor Reverol ―ministro de Relaciones Interiores― para que detenga a todo aquel que pretenda especular y subirle los precios al pueblo de forma criminal y abusiva, basado en Dólar Today. ¡Presos tienen que ir!”, destacó este jueves el mandatario venezolano durante un discurso televisado desde el Palacio de Miraflores en Caracas, la capital.
De esta manera, Maduro afirmó que, después de la elección de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC) "hay que dar la batalla dura contra los especuladores que fijan los precios" a través de esquemas cambiarios ilegales.
Maduro dijo además que le pasaron un dato de una cadena de supermercados, de la que no dijo el nombre, que ha aumentado los precios y que por ello pidió investigarla.
También indicó que giró instrucciones a los organismos competentes para poner a las órdenes de los tribunales a aquellas personas que reincidan en la especulación.
El precio del dólar paralelo, establecido de forma artificial por la página Dólar Today, un sitio web manejado desde Estados Unidos, se considera ilegal pero es utilizado por comerciantes para fijar los precios de los productos importados.
Esta semana ha aumentado más de 5 mil bolívares sin ningún tipo de justificación, en lo que algunos consideran un “castigo” y una retaliación política y económica contra el pueblo venezolano por su participación masiva, el pasado domingo, en las elecciones para ANC.
Caracas es blanco de una ofensiva económica que, a su juicio, es dirigida por el “imperialismo” estadounidense con sus recientes sanciones económicas con el fin de someter al país bolivariano.
Cabe recordar que Maduro ordenó el pasado 11 de diciembre la recogida de los billetes de 100 bolívares (el de mayor circulación) para hacer frente a una “mafias” que buscan desestabilizar la economía venezolana.
snz/ktg/hnb/HispanTv
Maduro tilda a Peña Nieto de "cobarde" y "empleado abusado por Trump"
La prensa norteamericana filtró el contenido de la primera conversación telefónica que mantuvieron en enero pasado Trump y Peña Nieto.
El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, ha calificado este jueves a su homólogo mexicano, Enrique Peña Nieto, de "cobarde" que se "comporta como un empleado abusado" por el mandatario de EE.UU., Donald Trump.
"Da vergüenza Peña Nieto, escúchame desde Venezuela, da vergüenza que te dejes tratar así, como un empleado maltratado, abusado por su jefe Donald Trump. Con Venezuela sí te metes, pero a Trump no eres capaz de tocarle ni con el pétalo de una rosa", dijo Maduro.
Este jueves se filtró el contenido de la primera conversación telefónica que mantuvieron en enero pasado el entonces recién electo presidente estadounidense y Peña Nieto, en la que el primero pidió a su interlocutor que dejara de decir que México no pagaría la construcción del polémico muro en la frontera que une los dos países, a cambio de que se mantengan las reuniones bilaterales.
"Esos gobiernos serviles dan vergüenza como se arrastran y se arrodillan ante los intereses del imperialismo norteamericano a cambio de nada. Si yo fuera presidente de México, me fuera con el pueblo mexicano y tumbara todos los muros que me separan con EE.UU. y no permitiría la construcción de ese muro, pero de frente, con valentía, como lo haría Emiliano Zapata, Pancho Villa o Lázaro Cárdenas", aseveró Maduro, agregando que Peña Nieto es un "cobarde", lo que le produce "indignación".
Poco después el ministro de Exteriores mexicano, Luis Videgaray, respondió a las declaraciones del presidente venezolano a través de su cuenta de Twitter: "Maduro, cobarde es quien usa el poder del Estado para desmantelar la democracia y arremeter contra su propio pueblo", escribió el ministro.
Anteriormente el Gobierno mexicano anunció que no reconoce los resultados de la elección de los integrantes de la Asamblea Nacional Constituyente realizada la semana pasada en la República Bolivariana, y se unió a las sanciones impuestas por EE.UU. a Caracas.
Actualidad RT
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Nenhum navio militar estrangeiro pode entrar na costa da Líbia, ordena comandante
O comandante do Exército Nacional Líbio (ANL), Khalifa Haftar, ordenou para a Força Aérea e para a Marinha que deixem entrar na costa do país somente navios mercantes, ou seja, nenhuma embarcação militar pode entrar nas águas líbias, comunicou o canal Sky News Arabia, citando comunicado do exército.
A ordem de Haftar foi dada após envio de navios da Marinha italiana à costa da Líbia para participação na operação de combate à migração clandestina.
Trípoli – capital do país, que não segue as ordens do Exército Nacional Líbio, havia pedido oficialmente apoio marítimo para Roma, visando realizar combate conjunto ao transporte ilegal de emigrantes da Líbia para a Europa.
Atualmente, a Líbia está dividida entre dois governos rivais. As regiões orientais do país são governadas pelo parlamento na cidade de Tobruk. O Governo do Acordo Nacional, formado com o apoio das Nações Unidas e da Europa e liderado pelo primeiro-ministro Fayez Sarraj, opera no oeste do país, incluindo a capital Trípoli.
Sputnik Brasil
Acusação de fraude é 'irresponsável' e 'sem fundamento', diz órgão eleitoral da Venezuela
Presidente do CNE, Tibisay Lucena, afirmou que 'não é uma empresa privada, radicada fora do país, que garante a transparência e a credibilidade do sistema eleitoral venezuelano' e denunciou 'agressão permanente' contra Constituinte
A presidente do CNE (Conselho Nacional Eleitoral) da Venezuela, Tibisay Lucena, classificou como “irresponsável” a afirmação do diretor da empresa Smartmatic, que opera as urnas usadas nas eleições venezuelanas, de que houve fraude no pleito da Assembleia Constituinte, realizado no domingo (30/07).
“É uma afirmação irresponsável com base em estimativas sem fundamentos sobre os dados manejados exclusivamente pelo CNE”, disse Lucena nesta quarta-feira (02/08) em pronunciamento à imprensa na sede do órgão, em Caracas.
“Se trata de uma opinião sem precedentes por parte de uma empresa cujo único papel no processo eleitoral é de prover certos serviços e suporte técnico que não são determinantes em seus resultados”, acrescentou a presidente do CNE.
A Smartmatic é a empresa responsável pela plataforma tecnológica de votação e serviços para as eleições na Venezuela desde 2004, incluindo a eleição para a Constituinte. Desde Londres, no Reino Unido, o diretor-executivo da companhia, Antonio Múgica, acusou nesta quarta-feira (02/08) o governo venezuelano de manipular os dados de participação no pleito de domingo.
“Estimamos que a diferença entre a quantidade anunciada e a que aponta o sistema é de pelo menos um milhão de eleitores”, disse Múgica em entrevista coletiva à imprensa na capital britânica, sede da empresa. "Uma auditoria permitiria conhecer a cifra exata de participação", acrescentou.
Na segunda-feira (31/07), o CNE anunciou que 8.089.320 pessoas, 41,53% do censo eleitoral venezuelano, votaram na eleição da Assembleia Nacional Constituinte – o voto na Venezuela não é obrigatório.
A presidente do CNE afirmou que “não é uma empresa privada, radicada fora do país, que garante a transparência e a credibilidade do sistema eleitoral venezuelano”. Este “tem uma arquitetura de segurança com procedimentos que deixam nas mãos do cidadão e da cidadã sua validação”, disse Lucena.
“A empresa Smartmatic participou em todas as auditorias, colocou sua senha para cifrar os arquivos e a proteção dos aplicativos usados na plataforma eleitoral”, seguiu a presidente do CNE, “o que quer dizer que qualquer manipulação, como afirma Mugica, supõe desconhecer que a Smartmatic é parte da segurança do sistema de contagem”.
Lucena afirmou que as declarações da empresa “foram emitidas em um contexto de agressão permanente, iniciado há duas semanas contra o Poder Eleitoral venezuelano que, como se sabe, inclui a sanção por parte do governo dos Estados Unidos contra a minha pessoa, como presidente do CNE, pelo único motivo de organizar uma eleição universal, direta e secreta na qual estavam habilitados para votar todos os venezuelanos e as venezuelanas inscritos no registro eleitoral”, comentou sobre a sanção imposta pelos EUA contra ela e que também afeta 29 funcionários e ex-funcionários do governo venezuelano, inclusive o presidente, Nicolás Maduro.
A presidente do CNE também comentou as agressões que funcionários do órgão sofreram no domingo, quando 1.200 centros de votação tiveram que ser realocados devido a “ataques sistemáticos” de opositores à eleição da Constituinte, “incluindo agressões com granadas e disparos de fuzis”. “Até agora, contamos 181 máquinas de votação queimadas [por opositores]”, disse Lucena.
O CNE “se reserva as ações legais que correspondem a tão irresponsáveis afirmações” e seguirá “defendendo o direito dos venezuelanos de expressar-se em paz e em democracia, e que sua vontade soberana, expressada através do voto, seja respeitada”, concluiu a presidente do órgão.
Opera Mundi
Presença do aiatolá Mohsem Araki no Brasil, forte reação dos sionistas e um boicote nulo
Esta semana muito se falou sobre a visita do Aiatolá Mohsen Araki ao Brasil, para a participação em um congresso em São Paulo, que ocorrereu no dia 29 em São Paulo, e que visa tratar sobre a ameaça mundial do terrorismo. Mohsen Araki, juntamente com outras dezenas de convidados de todo o mundo, e principalmente do Brasil, foi um dos que discutiu e apresentou o Islã combatente ao terrorismo, que grande parte da mídia e estudiosos, não somente do Brasil como do mundo, parece ignorar ou desacreditar que exista. A prova disto é a forma como algumas organizações, veículos de mídia e até mesmo “representantes do povo” se engajaram em uma campanha para atacar e condenar o que nitidamente pouco conhecem, utilizando-se de acusações sem sentido real e de uma estratégia de instigação ao pavor. Não seria isto terrorismo psicológico? E porque é tão difícil deixar de associar o Islã ao terrorismo?
Fonte: Paris Today
Mohsen Araki, o grande foco destes ataques, simplesmente por ser uma alta liderança religiosa do Islã, é um renomado professor com participação em atividades educacionais e sociais por todo o globo, principalmente na Europa. Mas no Brasil se tornou alvo de alguns setores justamente por ser um aiatolá, por ser originário de um país muçulmano, e principalmente, por ter posição contrária ao sionismo. Talvez esteja aqui, neste último ponto, a grande razão para o início dos ataques, que chegam a pedir que sua vinda ao Brasil seja impedida. O que é absurdo e não passa de uma histeria, já que apuramos que o mesmo é um convidado no país, e não está entrando sorrateiramente como os gritos histéricos querem fazer crer. Vários intelectuais, políticos, veículos de mídia, líderes religiosos (de várias denominações religiosas) e líderes sociais participaram deste evento e encontraram-se ansiosos por debater e trocar ideias importantes sobre o tema, um tema delicado, mas que deve ser discutido abertamente por todos, para que a ameaça do terror e do radicalismo seja realmente extirpada.
Boicotar o Dialogo pela Paz
A revista Veja, uma publicação vinculada a faceta judaica pró-Israel em uma reação escreveu: “Aiatolá que prega a destruição de Israel já está no Brasil. O líder religioso xiita, que mantém conexões com o Hezbollah, desembarcou em São Paulo, líderes locais mentem sobre sua presença para evitar protestos. Veja continua: Uma das estrelas maiores da corrente xiita do Islã, o religioso veio ao Brasil para proferir uma palestra em um evento que pretende tratar do tema do terrorismo islâmico. Araki é um notório defensor da aniquilação do Estado de Israel que, segundo ele “é um tumor que precisa ser extirpado do Oriente Médio”. Desde que VEJA revelou a visita de Araki ao Brasil, uma série de autoridades e organizações manifestaram-se contrárias à visita do líder extremista.
Os anfitriões de Araki, do Centro Islâmico Arresala passaram a difundir a mentira de que Araki não viria mais ao Brasil, como forma de afastar a imprensa e protestos contra a sua visita.
Uma das pessoas que acompanham Araki é chefe da Arresala, o sheik Taleb Khazraji. O iraquiano Taleb Khazraji é outra figurinha carimbada na rede do Hezbollah na América Latina. Khazraji foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), como sendo um dos interlocutores dos terroristas que explodiram a entidade em julho de 1994.
O aiatolá Araki prega que os Estados Unidos e os judeus são os responsáveis pelos problemas econômicos dos países islâmicos e das divisões existentes entre as várias correntes da religião islâmica. Em uma visita ao Líbano, ele sugeriu aos líderes do Hamas, uma união estratégica entre todos as organizações que atuam no Líbano e Palestina como forma de enfrentar o Israel, conforme publicado pela imprensa oficial iraniana.
Na semana passada, o jornal “Correio Braziliense” publicou uma reportagem, mais uma vez com base nas informações provenientes dos Estados Unidos, alega uma ligação entre o grupo de crime organizado PCC com movimento de Hezbollah do Líbano. O jornal disse:
Facção criminosa brasileira tem uma parceria comercial no tráfico de armas e drogas com a organização paramilitar libanesa, sediada em Beirute. De acordo com um relatório apresentado pela Fundação de Defesa da Democracia (FDD) — organização não governamental norte-americana que atua no combate a grupos terroristas —, o PCC, maior facção do crime organizado brasileiro, se aliou ao Hezbollah para elevar o poder financeiro. De acordo com o documento, o PCC está comprando drogas em países sul-americanos, como Paraguai e Colômbia, e repassando ao grupo que atua no Líbano. Segundo a FDD, as drogas são adquiridas por um baixo preço nas nações que fazem fronteira com o Brasil e vendidas por valor mais elevado ao Hezbollah. Além disso, a atuação central do PCC seria no contrabando de cigarros.
Reação pró-vista a Aiatolá Araki
Marcelo Buzetto, coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos e Política Internacional do Centro Universitário Fundação Santo André e autor do livro “A questão Palestina: guerra política e relações internacionais (Editora Expressão Popular), divulgou um artigo sobre a visita do aiatolá mohsen Araki ao Brasil no qual se refere: “A quais interesses econômicos e políticos estão Associados os indivíduos e organizações que estão fazendo algum barulho devido a visita do Aiatolá Mohsen Araki ao Brasil?
Por que esses indivíduos lançam seu ódio e querem impedir a viagem de um líder político e religioso que sempre considerou países como o Brasil como um aliado na luta por um mundo de paz, justiça e autodeterminação para todas as nações.
O Aiatolá Mohsen Araki e o governo do Irã nunca ameaçaram ou colocaram em risco a vida de qualquer cidadão brasileiro.
O Irã é um país que sempre buscou, em especial após a Revolução Popular de 1979, as melhores relações com o Brasil seja do ponto de vista econômico, político ou cultural.
Quantas vezes nos últimos anos Brasil e Irã não dialogaram na ONU visando encontrar soluções políticas e negociadas para conflitos no Oriente Médio.
“Mas ele quer a destruição de Israel!”, dizem alguns.
E o que é Israel? Segundo o grande jurista Henry Cattan, que estudou na universidade de Paris e na Universidade de Paris e na Universidade de Londres, em seu livro “A Palestina e o Direito Internacional”, o chamado “Estado de Israel” não tem nenhuma base legal para sua existência de acordo com os princípios mais elementares do direito internacional.
Israel, ou a “entidade sionista”, como dizem muitos libaneses e iranianos, é fruto de uma intervenção estrangeira realizada na Palestina entre 1897 e 1948.
Um movimento político nacionalista judaico colonialista e racista, o sionismo, ocupou pela força do dinheiro e da violência as terras da Palestina, e com apoio do imperial e com apoio do imperialismo britânico, francês e estadunidense. Esse movimento não representava – e não representa – a totalidade da comunidade judaica, por isso judaísmo é uma coisa, sionismo é outra.
Acusam o Aiatolá iraniano de querer “destruir Israel”. Por acaso a maior parte da humanidade também não quis destruir o nazismo e o regime do Apartheid na África do Sul?
Israel só existe graças a um golpe de estado organizado por grupos terroristas sionistas como Haganah, Irgun e Stern, entre outros. Esses grupos armados mataram milhares de civis palestinos, e faziam atos terroristas na Palestina dos anos 40. Ou os defensores de Israel não sabem disso?
Entre 14 e 15 de maio de 1948 esses grupos terroristas unidos deram um golpe de estado e proclamaram unilateralmente o “Estado de Israel”. Alguns vão dizer “Mas a ONU tinha aprovado em 29/11/ 1947 o Plano de Partilha da Palestina, criando dois estados”. E qual a autoridade que a ONU tinha sobre o território da Palestina? Nenhuma.
A soberania da Palestina pertencia – e pertence – ao povo nativo daquela região, daquele território, ao povo palestino. A Palestina era uma colônia britânica desde 1918. A retirada das tropas britânicas da Palestina em 14 de Maio de 1948 tinha que ter como resultado uma Palestina livre, Soberana e independente, onde judeus, cristãos e muçulmanos pudessem viver em paz, harmonia e com igualdade de direitos.
Mas o sionismo e o imperialismo não permitiram isso.
Israel surge como resultado da violência do terrorismo sionista, que só em 1948 e 1949 destruiu mais de 500 vilas palestinas, matou mais de 15 mil pessoas e expulsou 750 mil homens, mulheres, crianças, idosos, que se tornaram os primeiros refugiados.
Por acaso os defensores de Israel não se lembram disso? Leiam “A limpeza Étnica na Palestina”, do escritor israelense Ilan Pappe. Israel vem praticando uma política de genocídio, limpeza étnica e apartheid contra o povo palestino, por isso a comparação entre o regime sionista de Israel e o nazismo ou o regime do Apartheid sul-africano tem amplo fundamento teórico e científico.
Israel era, inclusive, o principal parceiro econômico e militar do governo do apartheid na África do Sul. Será que os deputados brasileiros que são contra a visita do Aiatolá iraquiano sabem disso?
Hoje existem 7 mil presos políticos palestinos em prisões israelenses. Cerca de 240 são crianças.
Israel prendeu recentemente Khitan Saafin, da União dos Comitês de Mulheres Palestinas UPWC e da Marcha Mundial de Mulheres na Palestina. Prendeu também a deputada do Parlamento palestino e ativista de direitos humanos Khalida Jarrar.
Será que o mesmo deputado que critica a visita do Aiatolá iraniano vai fazer alguma coisa em relação a essas mulheres perseguidas e presas por Israel? Estou pagando para ver. É sempre assim, dois pesos e duas medidas.
Quando a dupla de assassinos Barack Obama e Hillary Clinton estiveram no Brasil onde estavam os críticos do Aiatolá Mohsen Araki? Afinal de contas quem contribuiu com a criação dos grupos terroristas Estado Islâmico e Exército Livre da Síria? Os EUA!!!
Em 2009 houve golpe de estado em Honduras. O terrorismo de estado tomou conta do país, com apoio do governo dos Estados Unidos.
Em 2012 Obama apoiou o golpe de estado no Paraguai. E a destruição do Iraque, do Afeganistão, da Líbia e da Síria? Nações destruídas economicamente, socialmente, politicamente, militarmente, culturalmente. Quem fez isso? Milhares de civis mortos devido à intervenção dos Estados Unidos e da OTAN nesses países.
Onde estavam esses críticos do Aiatolá Mohsen Araki? “Mas ele apoia o Hezbollah libanês!”.
Ele e a Ampla maioria da população do Líbano. Quem estuda as relações internacionais e os conflitos no Oriente Médio não pode se deixar levar pelo desconhecimento ou pelo preconceito.
O Hezbollah é uma organização política e social de defesa da soberania nacional libanesa e de assistência e ajuda à população mais pobre daquele país, nascida durante a ocupação militar israelense.
Além de manter a ocupação ilegal na Palestina Israel já ocupou as Colinas de Golan, na Síria, já ocupou territórios do Egito e já invadiu o Líbano.
Hezbollah é um partido político com cargos no governo do Líbano. Junto com outras forças organizou a resistência libanesa para preservar a soberania de seu país, impondo a mais contundente e vergonhosa derrota militar de Israel, em 2000 e em 2006.
Por isso o governo israelense financia, patrocina e mobiliza pessoas, organizações, jornais, revistas, jornalistas e deputados para denunciar e ser contra qualquer pessoa que desagrade seus interesses e possa revelar ao povo brasileiro a verdade sobre os conflitos do Oriente Médio.
Todos os governos e regimes existentes no mundo hoje tem seus problemas, suas falhas, suas contradições, e devem sempre ser analisados com um olhar crítico. Tem, sem exceção. Fazer isso é uma obrigação para quem quer construir um mundo onde as relações internacionais sejam baseadas na paz na cooperação e na solidariedade entre povos e nações. Mas precisamos compreender quais são os governos que são criadores e financiadores do terrorismo, das guerras e das intervenções militares que matam milhares de civis no Oriente Médio, e esses governos são Israel, Estados Unidos e Arábia Saudita, bem como os seus aliados.
O que ameaça a paz no mundo são governos que praticam e apoiam o racismo, o colonialismo, o Apartheid. Dizer que defende direitos humanos e não combater o colonialismo é uma contradição.
O governo de Israel e suas empresas que fazem a guerra no mundo compram pessoas, compram deputados aqui no Brasil, pagam viagens, convidam esses deputados para fazer palestras, pagam estadias em hotéis caros, passagens aéreas de primeira classe, ou seja, usam da sedução para cooptar esses políticos, jornalistas e intelectuais. Sendo assim é um erro querer impedir a visita de alguém por ter posições políticas anti-imperialistas.
Aiatolá Mohsen Araki, o povo brasileiro gostaria sim de ouvir suas palavras. O povo brasileiro gostaria sim de ouvir suas reflexões sobre paz, sobre os conflitos, sobre terrorismo, e sobre como acabar com o terrorismo e as guerras imperialistas. Nesse momento a mídia financiada pelo imperialismo e pelo sionismo tem como principais inimigos países como Síria, Venezuela e Irã. É nossa obrigação alertar os cidadãos brasileiros e lutar para que o Brasil continue fortalecendo suas relações com os povos árabe, em especial com sírios, libaneses e palestinos, com o povo iraniano e com países que lutam contra o colonialismo em qualquer parte do planeta. Pelo fim do colonialismo e do imperialismo! Que um dia possamos ver a Palestina livre, com judeus, cristãos e muçulmanos vivendo juntos num único Estado, do Mar Mediterrâneo até o Rio Jordão.
Aiatolá Mohsen Araki, Secretário Geral da Assembleia Mundial para Aproximação entre as Escolas Islâmicas de Pensamento, ao convite do Centro Islâmico de São Paulo(Arresalh), participou num evento intitulado ”Os muçulmanos e o Enfrentamento a Terrorismo Radical”.
Sua viagem ao Brasil desatou uma onda de críticas por parte de grupos pró-israelitas, a começar pela Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp). “A Federação Israelita do Estado de São Paulo repudia veementemente a vinda do aiatolá Mohsen Araki, que em suas pregações segundo Fisesp conclama à destruição do Estado de Israel”, diz uma nota divulgada pela entidade em 19 de julho da entidade judaica.
Este evento, que alguns resolveram tentar difamar e sabotar, é uma prova real daquilo que os muçulmanos têm tentado dizer ao mundo, que o Islã e os muçulmanos procuram a paz e o convívio pacífico com os seguidores das demais religiões, e que os conflitos e desentendimentos são fruto de desinformação, desvirtuação e em casos mais graves da instalação de um sentimento de caos e ódio que não possui raízes nos preceitos do islâmicos, e tampouco nos preceitos das demais religiões ou de qualquer pessoa que acredite na paz.
Afirmar que o Islã deseja a destruição ou a extinção do povo judaico, cristão ou de qualquer outro povo beira o absurdo e é uma ofensa aos muçulmanos que vivem em paz em praticamente todos os países do mundo, e também aos seguidores de outras religiões que vivem em paz entre os muçulmanos. O conflito não é uma regra, é uma exceção, e nos cabe conhecer as raízes verdadeiras destes conflitos e a quem os mesmos beneficiam!
Como dizem os muçulmanos… “Salam” (Paz)! Por que tem se tornado tão difícil a procura pela mesma? E cabe perguntar mais uma vez: Quem será que lucra com a guerra e o conflito?
Encontro Islâmico no Brasil – Nota de Encerramento
Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso.
Louvado seja Deus, o Senhor do universo, que a paz e as bênçãos de Deus estejam com o senhor dos Profetas e Mensageiros Mohammad ibn Abdillah (S.A.A.S.), seus Ahlul Bait (A.S.), seus bons companheiros e sobre todos aqueles que os seguem verdadeiramente até o dia do juízo final.
Após o apoio de Deus, foi realizado o Encontro Islâmico no Brasil, na cidade de São Paulo, no dia 29 de julho de 2017 (equivalente a 6 de Zul Quidah do ano 1438 hejerita), em duas sessões, uma na parte da manhã e outra na parte da tarde. E após os pronunciamentos os participantes manifestaram as seguintes considerações:
A importância de intensificar os esforços dos sábios e pensadores, e do trabalho em cooperação, para apresentar a verdadeira mensagem iluminada do Islam e seus ensinamentos humanos, partindo do entendimento verdadeiro do Alcorão Sagrado e da tradição profética pura.
A importância de implantar centros educacionais, psicológicos, comunitários e sociais para corrigir os desvios teológicos usados pelos métodos do terror e takfirismo (takfiristas, são aqueles que rejeitam e renegam os demais que não concordam com suas ideias e métodos, portanto em sua opinião podem ser atacados e até mesmo mortos), os quais apresentam riscos e perigos para o bem-estar da sociedade, para assim alcançarmos uma solução prática secando as fontes e o surgimento destes fenômenos repulsivos.
A importância de identificar os veículos de mídia que divulgam o pensamento terrorista e takfiri, e identificar as fontes de sua existência e patrocínio, apresentando respostas a todas as suas desvirtuações.
Os participantes condenaram os decretos takfiri emitidos pelos “agentes dos governantes” e exigiram dos sábios, pensadores e instituições islâmicas que se posicionem perante estes decretos e os repudiem, desmascarando os planos que estão por trás deles e mostrando as consequências negativas dos mesmos sobre a união da nação.
Os participantes abordaram as práticas das correntes radicais e seu papel no enfraquecimento da união islâmica antagonizando as escolas de interpretação e instigando ódio, confrontos e o derramamento de sangue. Afirmaram também que o radicalismo é um dos maiores perigos enfrentados pela humanidade e pela nação islâmica, pois é a porta de entrada do terrorismo. Portanto, devemos todos estar sempre bem atentos, mantendo a união entre os povos e nações, e mantendo o posicionamento contra o radicalismo e o terrorismo entre nossas prioridades.
Os participantes expuseram o que os tiranos do mundo planejam para humilhar os muçulmanos e dividir suas fileiras sabotando sua união, e expuseram a ligação obscura entre os inimigos internacionais da nação e os grupos terroristas e takfiris, pedindo também à nação islâmica que seja consciente e atenta perante a estes planos maliciosos.
Os participantes condenaram os lemas dos takfiristas, que tentam sobrepor uma escola islâmica sobre a outra, e afirmaram que o terrorismo takfiri não possui religião. Assim como pediram a todos os sábios e líderes religiosos que condenem as ações praticadas por estes terroristas takfiri, independente a qual escola pertençam.
Os participantes afirmaram que a questão da Palestina é a causa central de todos os muçulmanos, e que os grupos terroristas e takfiri desejam desviar a atenção da nação desta causa. Por tal motivo, a nação islâmica deverá ficar atenta a este grande perigo, e aumentar sua atenção importando-se com a causa palestina. E que o povo palestino se una para rechaçar este novo plano contra sua causa crucial.
Os participantes afirmaram que os objetivos dos grupos radicais e terroristas é manipular e manchar o que a Resistência Patriótica realiza através de seus sacrifícios, esforços e empenho para defender o que é sagrado. E, portanto, é necessário orientar e conscientizar a nação sobre a diferença entre quem defende a pátria, a dignidade e os valores humanos e entre quem atenta contra os inocentes com ações bárbaras, cometendo homicídios e agressões contra o homem e a natureza, e com isso maculando a imagem do Islam e dos muçulmanos.
Os participantes afirmaram que as correntes terroristas takfiri são a consequência da decadência da civilização islâmica após a colonização ser imposta sobre o mundo islâmico, e por isso, retomar a caminhada da civilização islâmica moderna é o melhor caminho para eliminar estas anomalias de nossa nação.
Diante desta condição de crise e violência que os terroristas takfiri implantaram no mundo é um dever dos sábios da nação e líderes religiosos que tripliquem seus esforços para reativar o movimento islâmico, salientando a importância da nação para seguir tal curso retomando o caminho da união.
Os participantes pediram que a história antiga e contemporânea da civilização islâmica seja valorizada, pois a história e cultura islâmica não possuem qualquer relação com as práticas e pensamentos das correntes terroristas do mundo.
Os participantes condenaram os conflitos sectários, étnicos e geográficos que acontecem no mundo islâmico, e pediram aos sábios e líderes da nação que trabalhem pela união, pois esta nação é uma só em sua cultura, ética, visões, esperanças e objetivos, e apenas desta forma poderá se considerar como uma nação verdadeiramente afiliada ao Profeta Mohammad (S.A.A.S.), de outra forma esta nação não o representa.
Os participantes afirmaram a importância da exposição daqueles que estão ligados a organizações internacionais criminosas, afirmando que suas identidades devem ser reveladas, seja qual for sua escola. Salientaram também a importância de identificar estas correntes desviadas e criminosas.
Os participantes parabenizaram o povo iraquiano, sírio e libanês pelas vitórias conquistadas em sua guerra conta o terrorismo, e pediram que mantivessem a esperança em Deus e em seus sacrifícios para que alcancem a purificação dos seus países da peste do terrorismo, estabelecendo novamente a segurança e paz na região.
Os participantes condenaram a injustiça e perseguição que alguns povos da região tem sofrido, especialmente o povo iemenita, que é alvo diário da morte e da destruição. E exigiram que as organizações internacionais interfiram o quanto antes para a paralisação imediata da guerra em prol da segurança de todos os povos.
Os participantes afirmaram a importância da substituição da linguagem da força e da agressão pela linguagem da razão e do diálogo, e que ferramentas pacíficas sejam utilizadas na solução das crises dos países e dos povos, pois é lamentável que haja violação dos direitos humanos em alguns países, o que desrespeita os pedidos e direitos legais dos povos.
Os participantes pediram para os órgãos de educação do mundo islâmico que eliminem toda e qualquer disciplina e material que porventura incentive o ódio, o takfirismo e o terrorismo, e que as mesmas sejam substituídas por valores de convivência pacífica, respeito e aceitação dos seguidores das demais crenças e religiões.
Os participantes condenaram as práticas empreendidas pelos terroristas takfiri contra as minorias não muçulmanas nos países islâmicos, e afirmaram que o Islam é a religião da segurança, felicidade, humanismo, paz e do amor ao próximo, e que os não muçulmanos sempre viveram e devem viver em total harmonia e paz entre os muçulmanos.
Os participantes repudiaram o que as minorias muçulmanas vêm sofrendo no que diz respeito a perseguição ou preconceito em alguns países, especialmente aquelas que levantam a voz pelos direitos humanos. E pediram aos governos destes países que garantam o direito a uma vida digna para todos os cidadãos, inclusive os muçulmanos.
Os participantes condenaram as perseguições bárbaras contra os muçulmanos em Myanmar, e condenaram o silêncio das organizações internacionais.
Os participantes afirmaram a importância da cooperação, aproximação e colaboração dos muçulmanos que vivem ao redor do mundo, para que lutem pela importância do reconhecimento de seus direitos e da cidadania, respeitando a lei e cumprindo seus deveres para o bem da sociedade, avanço e segurança dos países onde vivem.
Os participantes pediram por respeito e liberdade para a mulher muçulmana exercer sua fé, vestindo o véu e preservando sua dignidade e honra. E condenaram todo tipo de violação aos seus direitos, salientando que as jurisprudências islâmicas afirmam a importância da proteção da mulher e sua personalidade, e a liberdade para que ela exerça seu papel na sociedade.
Os participantes apresentaram seus agradecimentos ao Brasil, seu povo e governo, pela boa receptividade e respeito às minorias religiosas e étnicas, que aqui vivem em total liberdade e dignidade. Rogamos a Deus, Louvado Seja, que agracie o Brasil com segurança e bênçãos, e que proteja esta nação de todo o mal, pois Ele ouve nossas orações.
Louvado seja Deus, o Senhor do Universo, e que a paz e as bênçãos de Deus estejam com todos vocês.
Encontro Islâmico no Brasil
São Paulo, sábado 29 de julho de 2017 (06 de Zul Quidah 1438)
Rusia, China e Irán anuncian envío de tropas militares y armas en apoyo a Venezuela, en ejercicios para evitar invasión
El portavoz del Ministerio de Defensa de Rusia aseguró que la federación prestaría su firme apoyo militar y armado en ejercicios de defensa integral de Venezuela bajo la amenaza que representa la OTAN en el vecino país Colombia.
Así mismo el Ministro de Defensa venezolano aseguró que el país está totalmente listo para contrarrestar cualquier agresión armada o no para proteger sus intereses y la seguridad nacional.
“Estamos listos para enfrentar cualquier agresión en el campo de la lucha armada y no armada, para salvaguardar los intereses que están consagrados en la Constitución y tenemos suficiente legislación y base jurídica para construir nuestro propio modelo de defensa integral de la nación”, sostuvo Vladimir Padrino López .
Estamos preparados para contrarrestar cualquier agresión en el campo de la lucha armada y no armada, para salvaguardar los intereses que están consagrados en la Constitución y tenemos suficiente legislación y base jurídica para construir nuestro propio modelo de defensa integral de la nación”, sostuvo Vladimir Padrino López, ministro de Defensa venezolano.
El Ministro de Defensa expresó su confianza de que este órgano nacional recién instalado, tiene las bases y los instrumentos legales para garantizar la soberanía nacional de Venezuela expreando a la vez su agradecimiento a países aliados quienes muestran su amistad participando en éste tipo maniobras ya que éstas naciones también son víctimas del mismo enemigo.
Destacó que este órgano ejecutivo “emplea todo el potencial nacional, lo hace poder nacional para ponerlo al servicio de la lucha armada”.
Ciberusia
Recordemos que Venezuela cuenta hasta los momentos con más de un millon (1.000.000) de civiles chavistas inscritos voluntariamente en el registro para la defensa nacional que corresponde a la Milicia Nacional Bolivariana diseñada para luchar junto al ejercito en cualquier escenario de agrecion extranjera a la nación.
Padrino López lamentó además que la derecha critique a la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) por su participación en la Gran Misión Abastecimiento Soberano “o aquello que pone en tela de juicio el concepto de la unión cívico militar”, precisó.
Resumem Latinoamericano
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Dezenas de terroristas patrocinados pelos EUA se entregaram ao exército sírio
Dezenas de terroristas do grupo Jaysh Maghawir al-Thawra, financiado pelos EUA, depuseram as armas e se entregaram ao exército sírio, informou uma fonte à Sputnik.
"Todos os que se renderam ao exército sírio disseram que não queriam combater contra o exército, eles aderiram ao Jaysh Maghawir al-Thawra pelo dinheiro que lhes entregavam os EUA. Eles estavam esperando o momento para se entregarem", explicou o interlocutor da agência.
Segundo a fonte, os terroristas entregaram as armas norte-americanas e russas, que pertenciam ao exército sírio.
O grupo terrorista Jaysh Maghawir al-Thawra foi fundado em dezembro de 2016 com o apoio e financiamento dos EUA. O grupo foi criado como uma unidade do Exército Livre da Síria (ELS). Os terroristas tinham os treinos de combate no território da Jordânia sob controle de especialistas da coalizão internacional encabeçada pelos EUA. O grupo participava dos combates na província de As-Suwayda no sul da Síria.
Sputniknews
Brasil: Deputados corruptos votam hoje se presidente corrupto cometeu corrupção
É hoje! O teatrinho político financiado pela quadrilha do PMDB que assumiu o poder – graças ao apoio do PT – escreverá mais uma das páginas mais sórdidas e vergonhosas da história do Brasil. Devem impedir a investigação de um crime de corrupção flagrado e provado pela Polícia Federal, com cenas dantescas de um ex-deputado paranaense, Rodrigo Rocha Loures, “homem de confiança do presidente”, correndo com uma mala de dinheiro fruto de corrupção, de achacamento de um mega empresário nacional – precisamente 500 mil reais.
Os deputados que hoje jogam seus nomes na lata de lixo da história estão cumprindo o rito esperado dos cúmplices. A maioria deles é denunciada na Operação Lava Jato. Com o tempo, pode ser que se encontrem atrás das grades em algum presídio, quando a justiça decidir ser Justiça.
Não haverá surpresa nessa votação sórdida.
Parabéns aos deputados que votarem pela abertura das investigações. São parlamentares que não “venderam a alma” ao demônio da corrupção que empobrece o Brasil e mata uma parte do povo de fome e falta de saúde.
Carla Regina
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