domingo, 16 de abril de 2017

Odebrecht diz que pagou 50 milhões de reais para Cunha sabotar Dilma


Começam a aparecer os sinais de que a Odebrecht se meteu numa conspiração com a turma do PMDB, capitaneada por Michel Temer e Eduardo Cunha, para detonar a autoridade política de Dilma Rousseff na presidência.

Fica-se sabendo, por uma pequena nota no Valor, de uma pequena pérola de R$ 50 milhões , não mencionados por Marcelo Odebrecht, dados pela empreiteira a Eduardo Cunha para que comprasse apoio para minar a posição de Dilma Rousseff, contrária à entrada de Furnas no negócio da Hidrelétrica do Jirau, em Rondônia, em 2009.

““Doutor Marcelo [Odebrecht] me deu o número de R$ 50 milhões para eu colocar na mesa como oferecimento ao doutor deputado Eduardo Cunha para que ele, com esse dinheiro, buscasse o apoio político a critério dele, buscasse distribuir de tal forma que obtivesse o apoio político necessário para neutralizar esta ação, principalmente da Casa Civil”, disse o o ex-presidente da Odebrecht Energia, Henrique Valladares, em sua delação premiada.

A Casa Civil, à época, era comandada por Dilma Rousseff.

Repare bem, a Odebrecht pagaria (ou pagou) a Eduardo Cunha R$ 50 milhões para sabotar a posição de Dilma Rousseff.

Isso é coisa de quem é “amigo” da ex-presidente? Ou de quem acertava negócios às suas costas e, depois, no máxim, saía pela tangente, como no caso do contrato com a Petrobras que ele narrou ontem, curiosamente o mesmo que motivou a reunião, presidida por Temer, para o achaque de US$ 40 milhões (R$126 milhões).

Juntem as histórias, senhoras e senhores, e vejam porque Graça Foster e Dilma Rousseff estavam de cabelo em pé com os boatos e qual a razão de Odebrecht ter mandado fazer chegar aos ouvidos de Michel Temer que a ex-presidenta estava querendo saber se seu vice “metera a mão”?

Não nego a possibilidade de que alguém do PT, como disse Odebrecht, tenha entrado no negócio e, amadores como são perto da turma do PMDB, tenham levado alguma “merreca” – Odebrecht não menciona o valor – para entrar na lambança e ficar enlameado.

Plantão Brasil

Devagar: Odebrecht está longe de ser a “dona da verdade”. Ela é criminosa


Fernando Brito - Tijolaço

Há três dias estamos às voltas com as delações da Odebrecht, que embora envolvam praticamente todo o meio político, todos sabem que visam, essencialmente, atingir aquele que tem a chance real de vencer as eleições de 2018.

O que observo, porém, diz respeito a todos: é preciso provas e provas, até agora, não apareceram, exceto em raríssimos casos.

Provas materiais – contas ou formas de pagamento – ou mesmo circunstanciais: “foi aqui, com o fulano, sicrano e beltrano, no dia tal, no lugar tal”.

Não é crível que centenas de milhões ou mais, até, deu R$ 3 bilhões possam ter sido pagos na base da “mochilinha”.


Todas as declarações da Odebrecht, por seus donos e executivos, precisam de provas, porque são testemunhos – parece que se esqueceram disso – de dirigentes uma empresa que corrompeu meio mundo não por ser “boazinha” com os políticos, mas para obter vantagens.

Ainda mais porque seus dirigentes foram, evidentemente, levados a delatar num negócio que rendeu, no atacado, acordos com a empresa e, no varejo, gordas indenizações para os executivos e ex-executivos da empresa.

E que envolviam a promessa de Marcelo Odebrecht, filho do dono da empresa, mofar eternamente na cadeia.

A imprensa se porta como se as delações sejam a verdade. Podem ser em muitas coisas,, mas podem não ser em algumas que geram repercussão. Mas também vão deixando claro quem era o candidato que a empresa desejava ver no Palácio do Planalto, e não era Dilma Rousseff.

A seguir , publico ótima reflexão sobre isso do professor Roberto Moares.

Há fatos concretos alegados pelos delatores. Mas é preciso que estes sejam provados.

Não apenas em relação a Lula, mas a todos.

A Justiça, num estado democrático, precisa de provas para punir.

A mídia, no estado em que estamos, as dispensa.

Como aos promotores da República de Curitiba, bastam-lhe as convicções.

O humor na tensão da Península coreana

Alguns brasileiros fazem humor com a tensão na Península coreana.

A seguir um dos memes que mais circularam ontem na internet:

CNN: Trump perdería la guerra contra Kim Jong-un


El líder norcoreano, Kim Jong-un, durante un desfile militar en Pyongyang, la capital de Corea del Norte, 15 de abril de 2017

El presidente estadounidense no le puede ganar militarmente al líder norcoreano ni convencerle de abandonar su programa nuclear, asegura un informe.

El politólogo y miembro del Instituto estadounidenses de Política Mundial, Jonathan Bristol asegura en un artículo publicado el viernes en el sitio Web de la cadena local CNN que el mandatario de EE.UU., Donald Trump, no le podría ganar al líder norcoreano, Kim Jong-un, en una cara a cara.

Bristol recuerda que los estadounidenses suelen subestimar a sus enemigos y creer que ellos son actores ilógicos e irracionales todavía más cuando hacen algo contrario a las expectativas de Washington, pues, atribuyen el hecho a algún problema en el raciocinio de su enemigo.

"No todos los sistemas políticos reflejan el de los EE.UU., no todas las culturas son nuestras culturas, no todos los intereses son los intereses de EE.UU. y Corea del Norte no es la diferencia. Kim Jong-un no está loco, no es irracional y probablemente tampoco es estúpido", dijo el politólogo.



Además, aseguró que el líder norcoreano da prioridad a la supervivencia y la prosperidad de su país en tanto que el presidente estadounidense solo piensa en sus intereses. No se puede dejar de mencionar la poca capacidad de atención de Trump, que muchos expertos la han comparado con la de un niño de cuatro años, por lo que a Kim se le considera un actor internacional más inteligente que su contraparte estadounidense.

"Trump, por el contrario, no siempre piensa con claridad. Kim podría demostrar ser un actor internacional mucho más inteligente que el presidente de Estados Unidos”, afirmó.

Bristol recordó que la opción militar contra Pyongyang tampoco sirve, dado que esa vía se cerró en octubre del 2006 con la primera prueba nuclear norcoreana al tiempo que precisó que se necesitaría de un negociador extremadamente hábil para convencer a Kim de que debe abandonar su programa nuclear.

En los recientes días y debido a la retórica agresiva de la Administración de Trump se han aumentado las tensiones de manera significativa en la península coreana, de ahí que algunos analistas vean inevitable un choque militar entre Washington y Pyongyang.

hgn/ctl/ftm/msf/HispanTv

“Al-Qaeda está do nosso lado na Síria”, diz e-mail enviado à Hillary Clinton por assessor


Panorama Livre

Alguns e-mails vazados que foram enviados à Hillary Clinton por seu assessor político, Jake Sullivan, revelaram o que já estava claro: a Al-Qaeda está do lado dos Estados Unidos na Síria, na luta para derrubar Assad.

A aliança entre os terroristas e os Estados Unidos, na Síria, foi assunto de dois e-mails enviados a Hillary no dia 12 de fevereiro de 2012.

O segundo e-mail é mais revelador, onde Sullivan expõe claramente a Hillary – “Veja o último item – AQ (Al-Qaeda) está do nosso lado na Síria. De outra maneira, as coisas têm basicamente ocorrido como esperado.”


Rusia envía refuerzos a sus fronteras con Corea del Norte



Rusia ha enviado varios equipos militares y soldados a las fronteras que comparte con Corea del Norte.

Equipos y vehículos militares han sido desplegados cerca de la ciudad rusa de Vladivostok en las fronteras entre Corea del Norte y Rusia, según informa este domingo el rotativo británico Daily Express.

Imágenes difundidas por los residentes de dicha urbe muestran el paso de un convoy militar ruso conformado por varios vehículos militares, tanques y blindados que se usan para el transporte de tropas.

En las imágenes se ven también componentes del sistema de defensa aérea S-400, entre otros, que servirán para hacer frente a la posible entrada de aviones y misiles al espacio aéreo ruso.

Los expertos citados por Daily Express, señalando los recientes avatares en la península coreana, aseguran que el despliegue de las fuerzas rusas indica la preocupación de Moscú sobre un eventual enfrentamiento militar en Corea del Norte.

Además, los S-400 podrían estar destinados a proteger la base naval en Vladivostok, que es la sede de la Flota del Pacífico de Rusia y donde unos 30 buques y submarinos están listos para ser utilizados, en casos de un conflicto bélico.

Hasta el momento, no ha habido ningún comentario por parte de las autoridades rusas sobre el despliegue de tropas en Vladivostok, cerca de Corea del Norte, país que podría llegar a ser el escenario de una guerra con Estados Unidos.

El país asiático ya se había declarado “listo para la guerra” con Estados Unidos y advertido de las "consecuencias catastróficas" que se derivarían de las acciones de Pyongyang, si se ve forzado a defenderse ante las provocaciones de Washington.

hgn/ctl/ftm/msf/HispanTv

sábado, 15 de abril de 2017

¿Da marcha atrás EE.UU. en su intención de atacar Corea del Norte?



EE.UU. finalmente ha determinado su estrategia sobre la cuestión norcoreana. La Administración Trump se limitará a ejercer "una política de presión" a Pionyang, informa AP.

Después de una revisión de dos meses, el Gobierno de Donald Trump ha acordado su estrategia sobre Corea del Norte. Un alto cargo militar ha afirmado a la agencia AP que Washington no atacará Pionyang en respuesta a la prueba nuclear o lanzamiento de misiles, sino que se limitará a llevar una política de "máxima presión".

Según altos cargos que hablaron bajo condición de anonimato, los asesores del presidente analizaron una serie de planteamientos sobre cómo lograr que Corea del Norte abandone su programa nuclear, entre ellos las opciones militares. Examinaron incluso la posibilidad de aceptar al país asiático como un Estado nuclear. Finalmente, sin embargo, acordaron una estrategia "que parece representar la continuidad".


La idea principal de la política establecida será aumentar la presión sobre Pionyang con la ayuda de China, el principal socio comercial de Corea del Norte. La nueva estrategia se aplicará en un momento de intensificación de las tensiones en la península de Corea.

Los altos cargos destacan la importancia de la decisión de Pekín de cortar a finales de febrero todas las importaciones de carbón desde Corea del Norte, el producto de exportación más importante de ese país y una considerable fuente de ingresos para Pionyang. Esta semana, China ordenó a sus compañías comerciales que rechazaran el carbón procedente de ese país, de manera que los buques cargueros norcoreanos fueron mandados de vuelta a su puerto de origen sin poder entregar su carga. De esa manera China cumple con la prohibición diseñada como respuesta a las repetidas pruebas de misiles de Kim Jong-un.

La semana pasada el Pentágono ordenó movilizar al portaaviones USS Carl Vinson y a su grupo de ataque y los dirgió hacia las aguas que rodean la península coreana.

Las agencias de Inteligencia estadounidenses creen que este sábado 15 de abril Corea del Norte llevará a cabo su sexta prueba nuclear o un nuevo lanzamiento de misiles balísticos para conmemorar el 105.º aniversario del nacimiento de su antiguo líder, Kim Il-sung, el abuelo de Kim Jong-un, el actual gobernante del país.

Actualidad RT

https://www.facebook.com/CoreiadoNortedeVerdade/videos/1026630197438024/



sexta-feira, 14 de abril de 2017

FATOS SOBRE A GUERRA DA COREIA QUE A MÍDIA ESCONDE


A verdade sobre a Guerra da Coreia que a imprensa esconde.

Assista em https://www.facebook.com/tOPeTEGZ/videos/1088436021188717/

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ESTÁ CHEGANDO O MOMENTO

O mundo deve estar preparado para um grande acontecimento. A destruição dos Estados Unidos é inevitável e acontecerá para o bem da humanidade, seja hoje, amanhã ou muitos anos depois do presente momento.

Contudo, é necessário combater o imperialismo constantemente pois ele também é parte de outras nações que possuem uma longa história de ligações vassalas e semi-vassalas com os EUA e também com algumas que tiveram seu desenvolvimento próprio desta maneira.

Desta forma, o mundo deve estar preparado para as mudanças e para as novidades que virão. Partindo deste ponto, na noite desta sexta feira (baseado no horário de Brasilia), não se surpreenda caso algum evento grandioso ocorra, o grande momento em que uma nação popular e soberana derrotará de vez a nação mais prepotente e cruel do mundo está por vir.


‘EUA buscam criar na América Latina situação militar igual à do Oriente Médio’


Cartoon: Shahrokh Heidari/Hollandse Hoogte

“Os Estados Unidos estão preparando condições para os próximos anos, para criar uma situação muito semelhante à do Oriente Médio na América Latina que justifique sua intervenção direta nos assuntos de outros países”, explicou o especialista.

Dado Ruvic - SPUTNIK MUNDO - Os EUA podem defender de forma mais “simples” sua intervenção militar e política, assim como “estabelecer regimes neocoloniais obedientes às políticas norte-americanas”, caso declarem a existência de ameaça à sua segurança, indicou Nassendini.Antes de avaliar se a América Latina poderia ser uma zona de trânsito para grupos terroristas como o Daesh — proibido na Rússia, o analista acredita ser preciso observar a proliferação da doutrina e da formação destes grupos.

“Agora nós temos que fixar e advertir a nível mundial de onde chega o pensamento salafista-wahhabita, porque é dali que vão surgindo estes grupos terroristas que se preparam para algo no futuro”, explicou.

Segundo Nassendini, a criação destes grupos foi útil para que Washington pudesse derrubar os governos aliados da União Soviética na década de 80, como é o caso do Afeganistão e Paquistão.

“E como isso funcionou para os Estados Unidos e para seus aliados no Golfo Pérsico, eles optaram por esta política em vários lugares”, comentou.

Atualmente, a existência do Daesh serviu para levar as tropas dos EUA para a Síria, apesar de não terem uma relação “muito amistosa” com o governo do presidente Bashar Assad, considerou o analista.

“De nenhuma forma, o governo sírio permitiria aos EUA que tivessem bases militares, aéreas, marítimas, de veículos blindados, em seu território, porém, aproveitando-se da situação dos terroristas — enviados, financiados e treinados pelo Ocidente, EUA concederam para si próprios o direito de intervir na Síria militarmente”, afirmou.

Neste sentido, o analista adverte para todos os países da América Latina sobre a presença de escolas e fundações que difundem e formam cidadãos nas crenças do Daesh.

“Realmente os países devem prevenir isto e, para fazê-lo, devem contar com políticas estratégicas, realmente sujeitas ao direito internacional, aos direitos humanos, e ter uma supervisão muito aguda sobre o pensamento propagados nestes colégios, nestas escolas”, indicou.

Embora Nassendini diga que não pode afirmar que não haja grupos jihadistas na Venezuela e em outros países da região, ele alertou sobre as condições para a propagação destas crenças.

“Não posso dizer que existam jihadistas que sejam elementos já formados, já treinados, com objetivos, com base, com plataforma; isso não posso dizer, mas existem condições que criam os jihadistas, e isso é muito pior”, assinalou.

Em relação a isso, recordou que os Estados Unidos estão trabalhando a longo prazo e que os governos da região, “sejam de esquerda ou de direita”, carecem de “maturidade política e governabilidade necessária” para prevenir esta situação, já que estas condições os convertem em uma presa fácil para uma intervenção estrangeira.

Alguns dias atrás, tanto o direto adjunto do Departamento de Novos Desafios e Ameaças do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Dmitry Feoktistov, como o chefe do Comando do Sul dos EUA, almirante Kurt Tidd, fizeram referência à possibilidade de que, no futuro, integrantes do Daesh possam utilizar países da América Latina e do Caribe como territórios de trânsito.

Chancelaria russa alerta: ‘Daesh pode usar a América Latina como zona de trânsito’
Os jihadistas do Daesh (autodenominado Estado Islâmico, proibido na Rússia) poderiam usar no futuro os países da América Latina e do Caribe como um território de trânsito, alertou o diretor adjunto do Departamento de Novos Desafios e Ameaças do Ministério das Relações Exteriores russo, Dmitri Feoktístov.

“Estados que ainda não tenham sido confrontados com a ameaça direta do Daesh, incluindo a América Latina e o Caribe, poderiam se tornar no futuro em uma área de trânsito de um regime feita rotas”, disse Feoktistov em um discurso à Organização dos Estados Americanos (OEA).

Feoktistov exortou os seus parceiros na região a “estar em alerta para quaisquer tentativas do Daesh de apoderar de seus sistemas financeiros ou outras infraestruturas importantes”.”O Daesh é atualmente, uma das principais ameaças à segurança internacional. Nos últimos três anos, os terroristas conseguiram conquistar território considerável no Iraque e na Síria, parte deles já libertados.

Contra o grupo terrorista lutam as tropas do governo sírio apoiados por Forças Aeroespaciais Russas, o exército iraquiano, a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos e os combatentes xiitas e curdos iranianos e libaneses.

Nova guerra na Coreia pode começar a qualquer momento


Wang Yi, ministro do Exterior chinês, declarou hoje (14) que o conflito em torno da Coreia do Norte pode ser desencadeado em qualquer momento.

A declaração de Pequim foi feita na sequência do brusco agravamento das relações entre Pyongyang e Washington. Nas últimas horas, ambos os países trocaram declarações duras e, como destaca a AFP, o apelo do chanceler chinês é destinado tanto aos EUA, quanto à Coreia do Norte.

Wang Yi advertiu que, em caso de conflito, não haverá um vencedor e aquele que provocar o conflito pagará um preço alto. O chanceler chinês sublinhou que o diálogo é a única solução possível.

Mais cedo hoje, o vice-ministro da chancelaria norte-coreana, Han Song Ryol, declarou que a situação na península da Coreia "está em um beco sem saída" e que Pyongyang não vai simplesmente esperar por um ataque preventivo dos EUA.

Anteriormente o canal NBC, citando uma fonte, havia informado que EUA podem levar a cabo um ataque preventivo contra a Coreia do Norte para impedir a realização de mais um teste nuclear de Pyongyang.

Os EUA enviaram há pouco à península da Coreia um grupo aeronaval de ataque encabeçado pelo porta-aviões USS Carl Vinson. A Coreia do Norte, tal como em muitas outras ocasiões, ameaçou Washington com um ataque nuclear.

Sputniknews

SINAIS DA GUERRA

- 60.000 japoneses estão sendo evacuados da Coreia do Sul

- Parte da população de Pyongyang foi evacuada para abrigos antinucleares no interior

- Trabalhadores e camponeses norte-coreanos estão recebendo armas do Exército Popular

China: el que provoque un conflicto en la península coreana ‘deberá pagar el precio’


El canciller chino, Wang Yi, habla en una rueda de prensa conjunta con su par francés, Jean-Marc Ayrault, en Pekín (capital de China)

El canciller chino, Wang Yi, ha advertido este viernes de que el que provoque un conflicto en la península coreana ‘deberá pagar el precio’.

Quienquiera que provoque un conflicto en la península coreana “deberá asumir una responsabilidad histórica y pagar el precio”, ha afirmado el jefe de la Diplomacia chino.

Según alerta el ministro chino de Asuntos Exteriores, en el caso de que desate una guerra en la zona, se formará una situación, en la que absolutamente “nadie saldrá vencedor”.

Las declaraciones de Wang se producen después de las nuevas amenazas de Estados Unidos contra Corea del Norte, sin embargo, el diplomático chino no se refiere explícitamente a las recientes amenazas directas del presidente estadounidense, Donald Trump.



Durante una rueda de prensa conjunta con su par francés, Jean-Marc Ayrault, en Pekín (capital de China), Wang ha vuelto a pedir a todas las partes a suspender sus ensayos, maniobras y actividades militares como paso previo para retomar el diálogo y a impedir que “las cosas evolucionen hasta un punto irreversible e incontrolable”.

Este fin de semana, Pyongyang celebra el aniversario del nacimiento del fundador del país, Kim Il-sung, cuando se teme que pueda llevar a cabo una prueba nuclear, mientras un grupo de ataque estadounidense, liderado por el portaviones nuclear USS Carl Vinson, navega por aguas próximas.

Repitiendo la postura de Pekín en contra del aumento de la tensión en la región, el canciller de la República Popular China ha avisado que en esta crisis “el ganador no será el que realice afirmaciones más duras ni exhiba más músculo”, pues ha exhortado contención a las partes, suspendiendo sus ensayos, maniobras y actividades militares.

Wang y Ayrault comparecieron juntos ante los medios de comunicación tras una reunión en la que ambos discutieron asuntos bilaterales y las principales crisis internacionales, como la situación en la península coreana y el empeoramiento de la guerra civil en Siria.

zss/ncl/hnb/HispanTv

Todo por un gasoducto: Un miembro del clan Kennedy revela la verdadera causa de la guerra en Siria


La guerra contra Bashar al Assad no habría comenzado por las protestas civiles de la Primavera Árabe en 2011, sino como consecuencia de un proyecto de oleoducto catarí.

La decisión de Estados Unidos de organizar una campaña para derrocar al presidente de Siria, Bashar al Assad, en gran parte se basó en la negativa de este mandatario a permitir el paso por su país de un gasoducto desde Catar hacia Europa, asegura el abogado Robert Kennedy júnior, sobrino del expresidente norteamericano John F. Kennedy, en un artículo para la revista 'Politico'.

"Nuestra guerra contra Bashar al Assad no comenzó por las protestas civiles pacíficas de la Primavera Árabe en 2011", sino en 2000, "cuando Catar ofreció construir un gasoducto por valor de 10.000 millones de dólares que atravesara Arabia Saudita, Jordania, Siria y Turquía", señala Kennedy.

Esa infraestructura hubiera garantizado que los reinos suníes del golfo Pérsico tuvieran una ventaja decisiva en los mercados mundiales de gas y hubiese fortalecido a Catar, que es el aliado más cercano que Estados Unidos posee en la región, según destaca el autor, quien hace hincapié en que allí se encuentran dos de las principales bases militares norteamericanas y la sede del Mando Central de Estados Unidos en Oriente Medio.

https://www.facebook.com/esRTmedia/videos/1695636827385948/

Este columnista indica que, para defender los intereses de Rusia, el presidente sirio se negó a firmar ese acuerdo y optó por otro gasoducto, que se hubiera extendido desde Irán a Líbano y hubiese convertido a los iraníes en los mayores proveedores de gas a Europa, lo cual iba en contra de los intereses de los árabes de mayoría sunita.

Inmediatamente después de la negativa al proyecto inicial, las agencias de inteligencia de EE.UU., Catar, Arabia Saudita e Israel comenzaron a financiar a la oposición de Siria y a preparar una revuelta para derrocar al régimen de Assad, según los datos de diversos informes secretos a los que ha tenido acceso Kennedy, quien detalla que la CIA transfirió seis millones de dólares a la cadena de televisión británica Barada para que elaborara reportajes en favor del derrocamiento del mandatario sirio.

Sin embargo, Robert Kennedy júnior subraya que las decisiones de Washington obviaron el hecho de que el Gobierno de Siria era mucho más moderado que las monarquías suníes, gracias a que el país era secular y poseía una élite pluralista. Además, Assad abogaba por la liberalización y, entre otras cosas, aportó a la CIA toda la información después de los atentados del 11 de septiembre en Nueva York.


El autor recuerda que la inteligencia norteamericana ha utilizado a los yihadistas para proteger los intereses relacionados con los hidrocarburos de Estados Unidos y derrocar a regímenes en Oriente Medio desde mediados del siglo XX, debido a que consideraba que las fuerzas religiosas radicales eran un contrapeso fiable a la influencia de la Unión Soviética en la zona.

Ya en 1957, EE.UU. trató en vano de provocar una revolución en Siria y derrocar al gobierno secular democráticamente elegido. Sin embargo, no se detuvo ahí, sino que la aparición de "el grupo criminal petrolero" Estado Islámico es el resultado de una larga historia de intervención de Estados Unidos en la región, finaliza el jurista.

Actualidad RT

"95.000 personas viven allí": indignación luego que Trump explotara la 'Madre de todas las bombas'



Tras lanzar su bomba no nuclear más potente sobre Afganistán, las redes se llenaron de críticas hacia esta acción y hacia lo que llaman el nuevo "juguete" de Trump.

Washington arrojó este jueves una GBU-43/B, la bomba no nuclear más potente que posee, sobre un complejo de túneles en la provincia de Nangarhar, en el este de Afganistán.

Fue la primera vez que Estados Unidos utiliza la conocida como 'Madre de todas las bombas' en el campo de batalla. Los militares lo justificaron por la supuesta necesidad de destruir una importante infraestructura utilizada por los combatientes del Estado Islámico. La noticia ha incendiado las redes sociales y los internautas no tardaron en condenar la acción del Pentágono, entre ellos figuras destacadas como Edward Snowden.

EE.UU. destruye unos túneles construidos con su propio dinero

El exanalista de la CIA Edward Snowden, quien actualmente reside en Moscú (Rusia), escribió en su cuenta de Twitter que la construcción del complejo de túneles destruido por la bomba estuvo financiada por el propio Washington.

"¿Y estas redes de túneles de muyahidines que bombardean en Afganistán? Nosotros pagamos por ellas", decía su mensaje que venía acompañado con extractos de un artículo del periódico 'The New York Times' publicado en 2005.

La información a la que hacía referencia Snowden afirmaba que la construcción de las llamadas cuevas de Tora Bora, en la provincia de Nangarhar, en el este de Afganistán, fue financiada en la década de 1980 por la CIA. Washington entonces ayudaba a los muyahidines a luchar contra las tropas soviéticas desplegadas en el país.

En una zona donde viven "95.000 seres humanos"

El bombardeo provocó una lluvia de críticas en los medios de comunicación sociales. Muchos señalaron que en lugar de hacer detonar esta extremadamente costosa bomba se podría haber destinado ese dinero a fines humanitarios o para pagar servicios públicos, como el programa Meals on Wheels, que proporciona comida a los sectores más desfavorecidos de la sociedad y cuyos presupuestos están siendo drásticamente recortados por la Administración de Donald Trump.

Actualidad RT