sábado, 18 de março de 2017

Argentina detectó otro vuelo militar de Malvinas hacia Brasil


Cuando aún no se aquietaron las aguas de tensión política con Brasil por los vuelos a las islas Malvinas, la Argentina detectó ayer otro viaje de una aeronave de la Fuerza Aérea británica que partió de las islas el domingo pasado por la noche rumbo a San Pablo y regresó desde ese mismo destino a las islas del Atlántico Sur el martes último.

Según revelaron a Infobae fuentes calificadas del gobierno, el vuelo del Airbus 330 de la Fuerza Aérea del Reino Unido salió el domingo 12 a las 22:44 de la base militar de Mount Pleasant en las Malvinas, arribó a San Pablo el 13 a las 2:47 y regresó a las islas el 14 a las 23:47.

"Sabemos que fue un viaje de abastecimiento militar como todos los otros viajes que se hicieron con antelación desde las islas a Brasil", se limitó a informar un destacado funcionario del gobierno. Hasta este momento la Cancillería de Brasil aún no había recibido queja alguna por parte del gobierno argentino. Fuentes diplomáticas de Brasil dijeron que están averiguando lo ocurrido y se mostraron sorprendidas por la información.

Sin embargo, desde el gobierno argentino había un marcado malestar por este nuevo hecho violatorio de los acuerdos del Mercosur que impiden el abastecimiento militar en continente de aeronaves británicas provenientes de las islas Malvinas.

Según informó la canciller Susana Malcorra la semana pasada, en 2016 se detectaron al menos seis vuelos de las islas Malvinas a Brasil mientras que en 2015, bajo la administración de Cristina Kirchner, hubo 12 vuelos con esa ruta. Ante las quejas diplomáticas que elevó la Argentina se anunció que Brasil abrió una investigación entre varios órganos militares sobre los vuelos realizados por aviones de la Real Fuerza Aérea de Gran Bretaña entre aeropuertos de Brasil y las Islas Malvinas.

"El Centro de Comunicación Social de la Fuerza Aérea Brasileña informa que está indagando sobre las informaciones conjuntamente con otros órganos involucrados", destacó en su momento el Ministerio de Defensa de Brasil en un comunicado. El gobierno de Michel Temer le aseguró a la administración de Mauricio Macri que estos hechos no volverían a ocurrir.

La Cancillería argentina instruyó a la embajada comandada por Carlos Magariños la realización de gestiones diplomáticas para transmitir preocupación por esa situación. Además la Argentina recordó el compromiso brasileño de no receptar en sus aeropuertos y puertos, aeronaves o buques británicos de guerra apostados en los archipiélagos bajo disputa, en concordancia con la posición adoptada por Mercosur y Unasur.

Sin embargo, el vuelo del domingo pasado entre las islas Malvinas y San Pablo que se detectó ayer volvió a desatar la tensión entre Brasil y la Argentina. En Buenos Aires sonó una señal de alerta y en la diplomacia brasilera hasta esta noche estaban totalmente sorprendidos por la noticia.

Infobae

FLORESTAN APONTA INTERESSE DOS EUA NA DESTRUIÇÃO DO BRASIL


Por Florestan Fernandes Júnior, em seu Facebook

Três concorrentes brasileiros incomodavam os EUA: Petróleo, Empreiteiras e indústria de Embutidos (salsichas, presuntos, linguiças etc).

Nos últimos anos várias empresas desses setores se transformaram em multinacionais e operavam fortemente na América Latina, Africa, Asia e até nos Estados Unidos.

Desde 2015 essas empresas brasileiras estão sendo varridas do mercado internacional através de investigações por fraudes e corrupção.

De gigantes voltaram a ser anãs.

Agora entendo o sentido da frase de Obama quando disse que o Lula era o cara. Era o cara que comandava o país a ser alvejado. Éramos penetras na festa dos ricos.

Operávamos com a mesma desenvoltura para ganhar licitações como fazem as grandes do mundo: Siemens, Alstom, Bombardier, etc.

Todas investigadas recentemente, mas preservadas e trabalhando normalmente, inclusive aqui no nosso país em obras como a do metrô.

Uma pergunta me intriga: será que todo esse estrago na economia brasileira foi orquestrado lá fora?

PARENTE VENDE SONDAS PARA ESTRANGEIROS POR 5% DO VALOR PAGO PELA PETROBRAS


Brasil 247 - A Federação Única dos Trabalhadores (FUP) denuncia nesta sexta-feira 17 sua suspeita com um leilão internacional que venderá sondas de perfuração a empresas estrangeiras pela Petrobras.

"É no mínimo suspeito o leilão internacional que a Petrobrás anunciou para doar à concorrência sete sondas de perfuração. Pela bagatela de US$ 40 milhões, os gringos vão poder levar a P-59 e a P-60, que custaram à estatal US$ 720 milhões. O lance mínimo estipulado pelos gestores é 5,6% do valor original dessas unidades, que foram adquiridas há apenas cinco anos. Outras quatro sondas não têm sequer preço mínimo", diz trecho da nota da FUP.

A entidade acrescenta que "o setor de perfuração e sondagem está sendo totalmente desmobilizado" pela nova diretoria da estatal, e lembra que, enquanto vende essas sondas, a empresa "gasta mensalmente milhões com os chamados flotéis e aluguéis de sondas terceirizadas". "A Petrobrás está sendo esquartejada em praça pública", conclui a Federação. Leia a íntegra:

Sondas serão doadas por 5% do valor que a Petrobrás comprou

É no mínimo suspeito o leilão internacional que a Petrobrás anunciou para doar à concorrência sete sondas de perfuração. Pela bagatela de US$ 40 milhões, os gringos vão poder levar a P-59 e a P-60, que custaram à estatal US$ 720 milhões. O lance mínimo estipulado pelos gestores é 5,6% do valor original dessas unidades, que foram adquiridas há apenas cinco anos. Outras quatro sondas não têm sequer preço mínimo.

Além de dilapidar o patrimônio da Petrobrás, a atual diretoria está comprometendo o expertise da empresa em uma atividade onde sempre foi referência. O setor de perfuração e sondagem está sendo totalmente desmobilizado, assim como outras áreas estratégicas da companhia. Um desmonte que vem sendo implementado ao longo dos últimos dois anos, com a hibernação das sondas que agora serão doadas ao mercado.

Tudo isso com a anuência da diretora de Exploração e Produção, Solange Guedes, funcionária de carreira da Petrobrás, que chegou ao cargo no governo do PT, através de um projeto que salvou a empresa do limbo da privatização e do sucateamento herdado do PSDB.

Enquanto ela e o restante da diretoria fazem o jogo dos golpistas, a empresa gasta mensalmente milhões com os chamados flotéis e aluguéis de sondas terceirizadas, cujos valores tendem a aumentar nos próximos anos. É um contrassenso os gestores se desfazerem de unidades seminovas, como a P-59 e a P-60, que poderiam ser deslocadas para essas atividades, gerando economia para a companhia.

Estamos diante de um crime que não é só financeiro. O que está em jogo é também a perda da reserva de conhecimentos que os petroleiros levaram décadas para desenvolver e que é transmitida de geração para geração. Ao se desfazer de todas as suas sondas de perfuração, a companhia está jogando no lixo a excelência que sempre teve nessa atividade. Se daqui a alguns anos precisar destes profissionais, terá que investir anos em treinamento.

A Petrobrás está sendo esquartejada em praça pública, as petrolíferas estrangeiras avançam como abutres sobre o seu patrimônio e Pedro Parente comanda o espetáculo, ovacionado pelo mercado. O cidadão brasileiro precisa entrar em cena e mudar o rumo dessa história, antes que a tragédia seja consolidada.

DILMA IMPLODE TEMER E MOSTRA QUE ELE FOI PAGO PELO COMITÊ CENTRAL


"Os advogados de defesa da ex-presidenta Dilma Rousseff apresentaram, na noite de sexta-feira, 17, ao Tribunal Superior Eleitoral, petição com provas de que as despesas da campanha de Michel Temer, candidato a vice-presidente na chapa vitoriosa nas urnas em 2014, foram bancadas pelo comitê central da campanha. Os documentos com as provas foram encaminhados ao relator do processo no TSE, ministro Herman Benjamin, e derrubam a versão de que Temer teria arrecadado à parte os recursos financeiros para a campanha da reeleição de Dilma. Também fica afastada a hipótese de que ele não teve qualquer participação no pagamento e prestação de serviços para a chapa Dilma-Temer", diz nota divulgada pela assessoria da presidente eleita – e deposta pelo golpe – Dilma Rousseff; "Até mesmo serviços de Publicidade realizados pela Polis Propaganda, empresa de João Santana e Monica Moura, responsável pela campanha de Dilma, foram prestados exclusivamente a Temer"

Brasil 247 – A defesa da presidente eleita – e deposta pelo golpe – Dilma Rousseff apresentou documentos que comprovam que Michel Temer teve gastos pagos pelo comitê central de campanha. Com isso, Dilma implode a tentativa de Temer de separar suas contas das dela.

Leia, abaixo, a íntegra da nota de Dilma:

Os advogados de defesa da ex-presidenta Dilma Rousseff apresentaram, na noite de sexta-feira, 17, ao Tribunal Superior Eleitoral, petição com provas de que as despesas da campanha de Michel Temer, candidato a vice-presidente na chapa vitoriosa nas urnas em 2014, foram bancadas pelo comitê central da campanha.

Os documentos com as provas foram encaminhados ao relator do processo no TSE, ministro Herman Benjamin, e derrubam a versão de que Temer teria arrecadado à parte os recursos financeiros para a campanha da reeleição de Dilma. Também fica afastada a hipótese de que ele não teve qualquer participação no pagamento e prestação de serviços para a chapa Dilma-Temer. A tese dos advogados do PMDB é que eventual condenação no TSE afetaria apenas Dilma, excluindo Michel Temer da perda do mandato.

No Brasil quem quer que seja eleito vice-presidente da República, por obediência à Constituição, precisa ter sido registrado em chapa como candidato a vice e que o candidato a presidente da República tenha sido eleito. Quer dizer, a chapa eleita é indivisível. Foi o que ocorreu em 2014, com a vitória de Dilma Rousseff com 54,5 milhões de votos. O vice eleito foi Michel Temer.

O procurador-geral Eleitoral, Nicolau Dino, em parecer no processo de cassação da chapa Dilma-Temer, posicionou-se pela indivisibilidade da chapa, citando a jurisprudência do TSE. Ele salientou ainda que eventual mudança de entendimento pela corte só surtiria efeitos para eleições futuras.

Entre os documentos encaminhados ao TSE pela defesa estão o extrato de prestação de contas (documento anexo). O documento (fac-símile abaixo) é assinado por Dilma, candidata a presidente, e por Temer, candidato a vice-presidente, além do administrador financeiro Edinho Silva, e do advogado e contador.

Para refutar a alegação de que Temer teria feito sua campanha eleitoral a partir de arrecadação e gastos próprios em conta separada, a defesa incluiu o demonstrativo dos recursos e despesas da chapa Dilma-Temer, tendo como origem somente a conta bancária “Temer” e o demonstrativo das despesas da chapa Dilma-Temer destinadas exclusivamente ao Temer e sua equipe, custeadas pelas contas bancárias “Dilma”.

A chapa Dilma-Temer arrecadou R$ 350.493.401,70. Considerando-se apenas os recursos arrecadados pela conta de Temer, o valor foi de R$ 19.875.000, sendo destinados R$ 16.090.000 – mais de 80% – a candidatos e diretórios do PMDB. A defesa de Dilma prova que R$ 9,6 milhões vieram da Direção Nacional do PMDB e, posteriormente, foram transferidos a candidatos e diretórios do PMDB, o que demonstra que a conta de Temer era uma “conta de passagem” do próprio PMDB.

Interessante observar que a maior despesa de Temer – quase R$ 2 milhões foi com a gráfica Noschang, cujo proprietário é amigo e cliente da advocacia de Eliseu Padilha. Temer alocou mais de 78% de suas despesas em apenas um estado: o Rio Grande do Sul, onde a chapa Dilma-Temer foi derrotada.

A defesa de Dilma prova também que a conta de Temer não foi responsável pelas despesas e gastos mais elevados com locação de aeronaves, passagens aéreas, hotéis, marketing e até o staff mais próximo do vice. Nos documentos encaminhados ao TSE estão notas fiscais e as provas de que a conta central da campanha de Dilma foi responsável pelo pagamento de R$ 2 milhões para o transporte aéreo de Temer e equipe. Também foram encaminhados comprovantes de pagamento da remuneração e despesas com quatro pessoas da equipe de Temer:

– Nara de Deus Vieira, chefe de gabinete: R$ 179.860,95
– Bernardo Gustavo de Castro, assessor: R$ 139.383,85
– Marcio de Freitas, assessor: R$ 136.428,03
– Hércules Fajoses, advogado: R$ 128.824,00

Os advogados encaminharam ainda documentos mostrando que foi confeccionado material gráfico pela VTPB para Temer, que custou R$ 312.500. Por fim, a defesa atesta que, embora o vice acompanhasse a presidenta em eventos e comícios, também alguns foram realizados especificamente para o Temer, como comprovam as notas fiscais da empresa Focal referente a eventos em Jales (SP) e na Quadra da Portela, no Rio de Janeiro.

Até mesmo serviços de Publicidade realizados pela Polis Propaganda, empresa de João Santana e Monica Moura, responsável pela campanha de Dilma, foram prestados exclusivamente a Temer.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

Como fica a legião de boçais que espalhou a história de que a Friboi era de Lulinha? Por Kiko Nogueira


A mãe de todas as fake news dos últimos anos é a história de que Lulinha era dono — ou sócio majoritário dependendo da “fonte” — da Friboi.

A fraude embarcou até nas propagandas com Tony Ramos. Na internet, pessoas pediam o boicote da marca “do filho do Lula”. A JBS, dona da Friboi, se viu forçada a esclarecer que os nomes dos acionistas “podem ser encontrados no site”.

“Lá será possível identificar que do total de ações, 44% são de propriedade de uma holding chamada FB Participações, que é formada por membros da família Batista, fundadora da JBS”, avisavam. De nada adiantou.

Enquanto os boçais se refestelavam nesse boato, descobre-se na Operação Carne Fraca da Polícia Federal que a empresa abastecia o caixa do PMDB e do PP.


De acordo com um delegado federal, o dinheiro arrecadado no esquema de corrupção envolvendo fiscais e maiores frigoríficos do País irrigava os dois partidos.

O ministro Osmar Serraglio, aliado de Cunha, teve como maior doador de sua campanha em 2014 a JBS.

O propinoduto era encabeçado por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio. Em dois anos de investigação, detectou-se que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás “atuavam diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse público”.

Em 2015, Fábio Luís Lula da Silva pediu abertura de um inquérito policial para investigar as origens desses rumores. Uma postagem de uma conta fake de Eduardo Jorge foi a gota d’água.

Desnecessário acrescentar que não deu em nada.

Ao longo desse tempo, ninguém na imprensa nunca quis perguntar a Lulinha se a conversa procedia. Deixaram o barco rolar porque, afinal, se tratava do inimigo.

Como ficarão os canalhas que alimentaram essa mentira? Mais tranquilos que o Tony Ramos e prontos para a próxima: “Aqui tem confiança”.

DCM

Sindicatos argentinos anunciam a primeira greve nacional contra Macri


O peronismo sindical vai paralisar a Argentina no próximo dia 6 de abril. Pelo menos foi o que prometeram os líderes da Confederação Geral do Trabalho (CGT) depois do anúncio de uma greve geral de 24 horas, a primeira declarada contra o presidente Mauricio Macri, no poder há 15 meses.

Macri deverá enfrentar a lógica de protestos que foi o flagelo de seus antecessores não peronistas, como Raúl Alfonsín (1983-1989) e Fernando De la Rúa (1999-2000). Os dois deixaram a presidência antes do tempo. Consciente desse perigo, Macri negociou uma trégua com o sindicalismo que foi rompida no início do ano, quando ficou evidente que a reativação econômica prometida pela Casa Rosada estava atrasada.

O anúncio da CGT coincidiu com uma melhora no índice oficial de desemprego. Durante o último trimestre do ano, a porcentagem de argentinos sem trabalho caiu de 9,2% para 7,3%, embora o número oculte que a taxa de atividade econômica caiu de 46% para 45,3%.

A CGT foi pressionada para marcar a data da greve geral. Uma forte manifestação organizada pela Confederação no dia 7 de março passado terminou com seus líderes apedrejados por grupos radicais que exigiram uma data precisa e não apenas ameaças. As diferenças sobre a melhor estratégia de confronto com o Governo ameaçaram inclusive fraturar a central sindical, entre aqueles que querem a mão dura e os grupos considerados “dialoguistas”, representado pelo triunvirato que lidera a CGT.

“Nestes 15 meses tentamos reclamar com responsabilidade, apesar dos descumprimentos deste Governo na mesa de diálogo. Mas temos a necessidade de dar uma resposta aos setores que representamos”, admitiu Carlos Acuña, membro da direção da CGT, ao anunciar a greve em uma conferência de imprensa.

A realidade social apresentada pelos sindicatos peronistas difere da oficial, um mapa que não possui pontos de coincidência. Onde a Casa Rosada vê novos postos de trabalho e melhores oportunidades de negócios, a CGT vê demissões e a abertura de importações em setores industriais sensíveis. “Perdemos 52.000 postos de trabalho na indústria, caíram também no setor agropecuário, no setor mineiro. Queremos que o plano econômico inclua todo mundo e por isso vamos parar no dia 6 de abril por 24 horas”, afirmou Héctor Daer, outro membro do triunvirato. O protesto não vai incluir mobilizações de rua, mas apenas “o não comparecimento aos postos de trabalho”, esclareceu o dirigente.

A estratégia do Governo para neutralizar os sindicatos peronistas foi, até agora, liberar fundos aos convênios médicos controlados pelos sindicatos e a assinatura de um pacto que devia paralisar as demissões durante janeiro e fevereiro. Mas a CGT considerou que as empresas não cumpriram este último ponto e denunciaram que alguns setores da indústria, como o de calçados e brinquedos, estão agonizando. A central se opõe, também, ao teto de 18% de aumento que o Governo oferece aos professores da província de Buenos Aires, o principal distrito do país, em greve há uma semana.

Macri começou a sentir a pressão das ruas, após um ano de relativa paz social. Os grupos piqueteiros, que representam os que ficaram de fora do mercado de trabalho, cortam todos os dias as principais avenidas e acessos a Buenos Aires, os professores se encontram em uma negociação salarial sem final à vista e a CGT irá agora entrar em greve. Os “gordos”, como os líderes sindicais peronistas são chamados, agregaram aos protestos a Central de Trabalhadores Argentinos (CTA), que agrupa funcionários públicos e docentes, além de organizações sociais de esquerda. Para o Governo os responsáveis por toda essa movimentação são o peronismo e, principalmente, o kirchnerismo, acusado de alimentar as demandas para forçar uma saída antecipada de Macri. No fundo se encontra a tese de que não existe um presidente não peronista que tenha conseguido terminar seu mandato desde o retorno à democracia em 1983.

A Casa Rosada terá agora três semanas para tentar destravar a greve de 6 de abril, apesar de já não ter muito a oferecer em troca. Macri disse que o rumo da economia não será desviado e pediu paciência durante a reinauguração de uma fábrica do PSA Group (Peugeot- Citroën) nas cercanias de Buenos Aires. A economia, disse, “começou a dar seus primeiros passos”, mas na sequência admitiu que “não se movimentou para muita gente, porque há 20 anos não se movimenta”.

O protesto sindical se enquadra em um cenário de números negativos para o Governo, com índices de inflação recorde (40% em 2016), uma pobreza que não cai (cresceu em 1,5 milhão de pessoas entre janeiro e dezembro do ano passado) e desemprego alto. O índice divulgado pelo Indec, o órgão de estatísticas do Estado, determinou que entre outubro e dezembro de 2016 a porcentagem de desempregados caiu quase dois pontos em relação aos três meses anteriores, mas o número esconde que ocorreu uma queda da taxa de atividade de 0,7%. Isso significa que foram registrados menos desempregados porque as pessoas “se refugiaram na inatividade” e já não procuraram trabalho.

El País

“O mar é parte da identidade da Bolívia”, defende vice-presidente


O vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, afirmou que o mar, assim como os rios e as montanhas, é “parte integral da identidade boliviana e se seu inevitável futuro”. Falta cinco dias para o país enfrentar novamente o Chile na disputa pelo território litorâneo na Corte Internacional de Haia.

“Mar, montanhas e rios são os pilares que constituem a identidade boliviana, são o nosso desenvolvimento, não o nosso passado e o que inevitavelmente será nosso futuro”, afirmou García Linera.

Afirmou ainda, que seu país sempre esteve vinculado ao mar “como lugar comum de comunicação, transporte, comércio, cultura e espiritualidade”. Para o vice-presidente, estas são características que compõe a identidade territorial.

Durante a audiência entre os dois países na Corte Internacional de Haia, na Bolívia haverá mobilização nacional, rituais religiosos e vigílias. “Nossa cultura e nossa identidade se forjou em torno do mar, das montanhas e dos rios. A Bolívia tem estas três fontes primordiais”, defendeu o vice-presidente.

Esta é a primeira vez, em mais de cem anos, que a Bolívia está tão perto de reconquistar seu território litorâneo. Desde 2013 o caso é analisado pela Corte de Haia.

A Bolívia perdeu sua saída soberana para o mar durante a Guerra do Pacífico (1879 – 1883), quando Chile venceu a disputa e anexou áreas importantes do território boliviano e peruano.

Do Portal Vermelho

‘Rusia iniciaría una guerra nuclear y EEUU no está preparado’


Una lanzadera de misiles Tópol-M durante un desfile militar en la Plaza Roja de Moscú, capital de Rusia.

Una escalada de las tensiones entre EE.UU. y Rusia podría provocar una guerra nuclear, reconoce el congresista estadounidense Seth Moulton.

En una entrevista concedida el viernes a la cadena CNN, el congresista demócrata recordó la tensa historia que han compartido los dos países desde el principio de la Guerra Fría y advirtió de que si Moscú recurriera al empleo de armas nucleares, Washington tendría que responder de la misma manera.

“Ahora Rusia dice que hoy en día hay que escalar el conflicto para enfriarlo, lo que significa que usarían armas nucleares frente a las convencionales. Creo que el problema está en que (nosotros, los estadounidenses) no queremos empezar una guerra nuclear”, denunció Moulton, en cuya opinión EE.UU. no está preparado para hacer frente a este tipo de guerra.

En sus declaraciones se refirió también a “numerosas conexiones” que han surgido, a su parecer, entre la nueva Administración de Estados Unidos y el “régimen ruso”, para luego cuestionar la relación existente entre el Gobierno del presidente estadounidense, Donald Trump, y su homólogo ruso, Vladimir Putin.

“Rusia está socavando nuestra democracia. Están envueltos en varias acciones y nosotros no estamos haciendo nada”, lamentó.

El congresista defendió la decisión del exmandatario estadounidense Barack Obama de imponer sanciones a Rusia y arremetió contra Trump por su intención de levantar dichas restricciones.

Finalmente, Moulton consideró a Rusia una amenaza “seria y significativa” para la seguridad nacional y la democracia de EE.UU.

Desde su llegada a la Casa Blanca, Trump ha sido constantemente criticado por su postura respecto a Rusia y su insistencia en buscar mejores relaciones entre Washington y Moscú.

El presidente de EE.UU. afronta, además, un conflicto con los servicios secretos de su país desde que estos últimos publicaran un informe, conforme al cual, “Rusia intervino en el proceso electoral” del 8 de noviembre de 2016, al menos en parte, “con el fin de contribuir a la victoria del magnate republicano”.

msm/anz/hnb/msf/HispanTv

‘Arabia Saudí, principal patrocinadora estatal del terrorismo’


Arabia Saudí es la principal patrocinadora del terrorismo de estado en la región y en el mundo, y no Irán, escribe un diario estadounidense.

“Arabia Saudí —no Irán— es la mayor patrocinadora estatal del terrorismo en el mundo de hoy y el wahabismo sigue siendo la fuente del extremismo”, puntualizó el jueves el periódico estadounidense The Huffington Post.

En alusión a las afirmaciones de las autoridades estadounidenses que acusan al país persa de financiar el terrorismo, el diario norteamericano subraya que de los 61 grupos que son conocidos como organizaciones terroristas por el Departamento de Estado de EE.UU., la inmensa mayoría son grupos de inspiración wahabí y grupos financiados por Arabia Saudí.

El wahabismo es la ideología radical que impera en Arabia Saudí, predicada libremente por los clérigos vinculados a la familia real de los Al Saud, y que inspira a grupos extremistas y terroristas en todo el mundo. Bandas ultrarradicales, como el EIIL (Daesh, en árabe), se aprovechan de esa ideología para declarar a las personas que profesan otras religiones como "infieles" y luego matarlas.

El rotativo también menciona los esfuerzos y las medidas que adopta el reino saudí para limpiar su imagen como patrocinador del terrorismo.


“(…) Arabia Saudí gasta millones de dólares en empresas de relaciones públicas en Washington D.C. (EE.UU.) cada año para asegurar que no sea vista como un patrocinador estatal —o incluso habilitador— del terrorismo. El reino intenta contener los efectos de sus propios predicadores de odio haciendo campaña para distanciarse de los más atroces actos de terrorismo en el mundo musulmán mientras sigue abrazando un mensaje salafista (…)”, aduce el rotativo.

Por último, el diario estadounidense sugiere a Washington abandonar su enfoque de doble rasero respecto a los países que financian y promueven el terrorismo.

“Estados Unidos debe dejar de tratar de manera diferente a los patrocinadores estatales implícitos y explícitos del terrorismo. Los esfuerzos de Arabia Saudí por contener más que erradicar el extremismo no deberían ser elogiados como una verdadera alianza. Los Estados que patrocinan clandestinamente el terrorismo, aunque descuidadamente, deben mantenerse en los mismos estándares que aquellos que abiertamente le brindan apoyo (…)”, concluye la publicación.

mep/anz/hnb/msf/HispanTv

Respuesta antiaérea siria provoca pánico entre fuerzas israelíes


La ‘peligrosa’ respuesta antiaérea siria a la agresión de cazas israelíes obliga a la fuerza aérea israelí a cambiar de estrategia en ‘futuras guerras’.

Siria y el régimen de Israel se enzarzaron el viernes en el enfrentamiento más serio hasta el momento desde el comienzo de la crisis siria en 2011, después de que el escudo antiaéreo del Ejército sirio derribara un caza israelí y dañara un segundo avión; ambas aeronaves atacaron un “blanco militar” en la ciudad de Palmira (Tadmor, en árabe), sita en el centro del país árabe.

La medida siria tuvo gran repercusión en medios israelíes. En declaraciones al Canal 20 israelí, el destacado analista militar israelí Noam Amir se refirió a lo ocurrido como un “evento dramático” que puso en entredicho “la supremacía aérea” de Israel y obligó a la fuerza aérea del régimen de Tel Aviv a “trazar nuevos planes” en torno a cualquier “guerra futura”.

“Se supone que esa misión iba a ser cubierta solo por medios de comunicación árabes y se supone que nuestro ejército iba a responder a esos informes mediante una breve declaración en la que no se iban a hacer comentarios”, subrayó Amir.

Sin embargo, prosiguió, los acontecimientos “obligaron al ejército israelí a dar a conocer una declaración sin precedentes, en la que admitió que había efectuado ataques contra objetivos sirios y que había interceptado uno de los misiles lanzados por el sistema de defensa antiaérea sirio”.

Amir puntualizó que el resultado del enfrentamiento habría sido muy diferente si los sirios hubieran disparado misiles más sofisticados y que disponen en su arsenal. Damasco mostró un “cambio dramático” al descubrir el vuelo de los aviones israelíes, sostuvo. A su criterio, el choque del viernes puso a prueba el “aumento del desafío” a Israel.

Por su parte, el periódico israelí Haaretz calificó de “peligrosos” los acontecimientos acaecidos, al tiempo que advirtió de que el presidente sirio, Bashar al-Asad, busca “cambiar las reglas del juego” con respuestas militares a operaciones israelíes.

En su comunicado, el Ejército sirio achacó la incursión aérea israelí en Palmira a un “simple intento de apoyar” a los terroristas del EIIL (Daesh, en árabe) y elevar la ya destruida moral de los terroristas, obstaculizando las victorias de las tropas gubernamentales. Además, resaltó su determinación a contraatacar y responder, con todas las medidas necesarias, a cualquier intento de agresión por parte del régimen de Israel en cualquier parte del territorio sirio.

mjs/anz/hnb/msf/HispanTv

Damasco: "El ataque de Israel busca alentar a los grupos terroristas"



El Ministerio de Exteriores sirio calificó como "una violación flagrante" al derecho internacional el sobrevuelo de cuatro cazas israelíes en su territorio. De esta manera, Damasco justificó el disparo de misiles contra aviones del ejército hebreo que supuestamente atacaban objetivos sirios.

Actualidad RT

Abatido un hombre que intentó robar el arma a un soldado en el aeropuerto parisino de Orly


El aeropuerto parisino de Orly ha sido evacuado después de que los militares franceses abatieran a un hombre que intentó hacerse con un arma de fuego de uns soldado francesa.

Un hombre trató de apoderarse de un arma de fuego de una soldado francesa que patrullaba el aeropuerto de Orly, después de lo cual fue abatido por los militares, informa la agencia AFP citando al ministro del Interior galo, Bruno Le Roux. El aeropuerto fue parcialmente evacuado, y la Policía llevó a cabo una operación policial en sus instalaciones.

El ministro francés de Defensa, Jean-Yves Le Drian, ha informado de que el hombre atacó a una patrulla de tres soldados y cogió por el cuello a una militar para intentar hacerse con su arma, informó AP. Los otros miembros de la patrulla no tardaron en abrir el fuego contra el atacante.


Unos 3.000 pasajeros han sido evacuados de la terminal oeste de Orly. Todos los vuelos han sido desviados al aeropuerto París-Charles de Gaulle.

"Estaba sujetando a la mujer por el cuello con el arma en la mano. Nos hemos dado cuenta de la gravedad de la situación y hemos huido del lugar. Más tarde escuchamos varios disparos", afirmó un testigo a RT.

"La soldado se encuentra bien después del extremadamente violento ataque de un hombre que trató de tomar su arma en el aeropuerto de Orly", ha afirmado un portavoz del Ejército francés.

¿Qué se sabe sobre el atacante?

El atacante, que es un ciudadano francés de 39 años, ha sido identificado como Ziyed B. De momento, no se ha revelado su nombre. Según Bruno Le Roux, el individuo también puede estar detrás del ataque a una agente de Policía en el norte de París.

El agresor figuraba en la lista policial por asuntos vinculados con el tráfico de drogas y su actividad islámica radical. "Este hombre es un musulmán radicalizado conocido por los servicios de inteligencia y el sistema de justicia", reveló una fuente policial a la agencia Reuters.

En el mismo sentido, fuentes de la Fiscalía de París afirmaron al canal France 24 que el asaltante era conocido de la Policía por casos de robo y delitos de drogas, así por "nueve infracciones no especificadas" en su historial criminal.

La conexión entre el hombre abatido y el autor del ataque a la Policía en el norte de París se ha establecido al hallarse el mismo vehículo en el aparcamiento del aeropuerto de Orly.

El padre y hermano del atacante se encuentran en estos momentos bajo custodia policial.

Un portavoz del Ministerio del Interior galo ha sugerido que el terrorismo es uno de los "posibles" motivos del ataque y ha confirmado que el fiscal antiterrorista ya ha iniciado la investigación sobre el suceso.

Actualidad RT

sexta-feira, 17 de março de 2017

VISITA DE LULA E DILMA SUPERLOTA HOTÉIS, VANS E ÔNIBUS EM MONTEIRO


Organização da visita da presidente deposta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à cidade de Monteiro (PB) no próximo domingo, 19, está provocando dificuldades de hospedagens na cidade; "Havia inicialmente uma projeção de 3 mil a 5 mil pessoas, mas todos os dados que dispomos são de uma quantidade muito acima o que tem nos levado a desdobrar esforços visando resolver todas as demandas", afirmou o assessor do Instituto Lula, Paulo Frateschi; Lula e Dilma farão a "inauguração popular" da obra, efetivada nos governos do PT

Pernambuco 247 - A organização da visita da presidente deposta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à cidade de Monteiro (PB) no próximo domingo, 19, está provocando dificuldades de hospedagens na cidade.

Isso porque aumentou muito o número de pessoas esperadas para o evento em que Lula e Dilma farão a "inauguração popular" das obras da transposição do rio São Francisco na cidade. A obra foi entregue por Michel Temer no último dia 10, sob manifestações de protesto da população, que atribui a efetivação da transposição aos governos do PT.

"Havia inicialmente uma projeção de 3 mil a 5 mil pessoas, mas todos os dados que dispomos são de uma quantidade muito acima o que tem nos levado a desdobrar esforços visando resolver todas as demandas", afirmou o assessor do Instituto Lula, Paulo Frateschi.

Segundo Frateschi, "não há mais espaços de hospedagem em hotéis de toda a região – o que se configura com a projeção de um grande comparecimento". Ele disse que não há mais vans disponíveis para transporte de pessoas a Monteiro.