quinta-feira, 16 de março de 2017
Temer vai privatizar aeroportos e voar ficará três vezes mais caro
Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Fortaleza serão as primeiras cidades a terem aeroportos privatizados
O programa de concessões do governo Michel Temer tem nesta quinta-feira (16) o seu primeiro grande teste com o leilão dos aeroportos de Salvador, Fortaleza, Florianópolis e Porto Alegre. O leilão começa às 10h na sede da BM&FBovespa, em São Paulo.
Juntos, os quatro aeroportos devem receber R$ 6,613 bilhões em investimentos. Entre as obras que os concessionários terão que fazer estão reformas e ampliações de terminais de passageiros.
Pouco antes do início do leilão, o ministro dos Transportes Maurício Quintella Lessa disse na bolsa paulista que a disputa é um teste importante para o programa de concessões do governo. "A expectativa é a melhor possível", disse, destacando que o governo procurou adequar a modelagem "às condições econômicas que o país passa". "O que estamos esperando é que o leilão seja um sucesso."
O prazo para a entrega das propostas terminou na segunda-feira (13) e, segundo a agência Reuters, pelos menos três grupos entregaram: a francesa Vinci Airports, a suíça Zurich e a alemã Fraport.
Plantão Brasil
Depoimentos finalizam e derrubam tese da macrocorrupção envolvendo Lula
O cenário de macrocorrupção, espinha dorsal da narrativa do Ministério Público para incriminar o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não sobreviveu aos 73 depoimentos colhidos em 24 audiências na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, referentes ao processo nº 5046512-94.2016.4.04.7000. Neste processo, Lula é acusado de ter efetivamente recebido a propriedade do apartamento 164-A do edifício Solaris no Guarujá (SP), bem como o custeio de parte de seu acervo presidencial com recursos desviados de 3 contratos específicos firmados entre a Petrobras e a OAS.
Não apenas o cenário ruiu, como se mostraram inverídicos os fatos específicos da acusação. E mais: revelou-se absolutamente improcedente a fantasia da “propinocracia”, que turbinou o power-point de 14 de setembro de 2016, transmitido ao vivo para todo o Brasil pelo procurador da República Deltan Dallagnol, ausente nas 24 audiências ocorridas, como se as provas fossem irrelevantes, bastando apenas convicções para tornar realidade uma denúncia vazia. Todas as testemunhas ouvidas – hoje e durante todo o processo – negaram ter conhecimento de qualquer solicitação ou obtenção de vantagens indevidas pelo ex-Presidente. Ele não é proprietário do tríplex, jamais teve as chaves ou dormiu uma única noite no imóvel.
Dos 5 depoimentos colhidos hoje (15/03), emergiram duas temáticas caras à denúncia, mas que acabaram por produzir sua anulação: a lógica política do presidencialismo de coalizão, com o consequente crescimento da base parlamentar nos dois governos de Lula, e o funcionamento e aprimoramento dos órgãos voltados ao combate à corrupção e à lavagem de dinheiro no período. O hoje ministro do Tribunal de Contas da União, José Mucio Monteiro, que foi líder do governo Lula na Câmara e posteriormente seu ministro das Relações Institucionais, reconheceu que a “gigantesca” popularidade do então presidente era o por si só a causa da ampliação da base parlamentar. Já Walfrido dos Mares Guia, inicialmente ministro do Turismo e depois das Relações Internacionais, ressaltou a ação sistematizada do Conselho Político, que institucionalizou as relações políticas em bases programáticas. Ambos negaram enfaticamente que a ampliação da base parlamentar tenha qualquer relação com o uso de recursos ilícitos.
Paulo Lacerda, diretor geral da Polícia Federal e chefe da Abin nos governos Lula, afirmou ter tido total autonomia para gerir as instituições, além de apoio explicito para suas decisões. Disse também que a “marca” daquele período foi a reestruturação dos órgãos envolvidos no combate à corrupção e lavagem de dinheiro, com aumento dos investimentos para aquisição de novas tecnologias e aumento do efetivo policial e administrativo, com a abertura de concursos públicos. Ele mencionou que, se a PF ou Abin tivessem constatado qualquer sinal de macrocorrupção na Petrobrás – o que não ocorreu -, teriam produzido um relatório de inteligência que seria enviado para o GSI, então chefiado pelo General Jorge Armando Félix, que despachava com o presidente. Inquirido pelo juiz sobre seu período, concomitante às investigações do chamado “mensalão”, Lacerda disse ter designado uma equipe, que ficou à frente dos trabalhos, fazendo diligências, com total autonomia.
Luis Fernando Correa foi secretario Nacional de Segurança Pública de 2003 a 2007 e disse ter promovido a descentralização do comando das investigações no combate à corrupção e lavagem de dinheiro, reforçando a autonomia e independência da instituição. No seu período ocorreu a expansão do uso de novas tecnologias pelos Estados, como é o caso daquela responsável pela organização e arquivamento de interceptações telefônicas por meio de um equipamento conhecido como Guardião.
Lacerda e Correa confirmaram a criação da ENCLA (Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro) com a finalidade de debater o enfrentamento desses crimes, inclusive com a participação do juiz Sergio Moro, e que jamais ouviram, de qualquer dos mais de 50 órgãos envolvidos – MP, PF e CGU -, qualquer notícia sobre atos de corrupção no âmbito da Petrobras. E que se tivessem qualquer elemento nesse sentido teriam aberto uma operação.
Os fatos apontam uma manifesta incompatibilidade entre o presidente que investe e amplia o combate à corrupção no País e o “chefe de uma organização criminosa” que o Ministério Público levianamente acusa ser Lula.
Cristiano Zanin Martins
LULA: O POVO SÓ VAI PARAR SE A DEMOCRACIA VOLTAR
Neste 15 de março histórico, em que mais de 1 milhão de brasileiros foram às ruas protestar contra o golpe e a reforma da Previdência que pode deixar milhões de brasileiros sem aposentadoria, o ex-presidente Lula fez um discurso inflamado para um multidão na Avenida Paulista; "um dia nesse país nós resolvemos o problema da previdência incluindo os pobres no orçamento", disse ele; Lula fez também seu mais duro ataque até hoje contra Michel Temer e o golpe parlamentar de 2016; "O golpe foi para colocar um cidadão sem nenhuma legitimidade para acabar com as conquistas sociais do povo"; Lula avisou ainda que no próximo domingo estará na Paraíba para inaugurar a transposição do São Francisco; enquanto Lula, que lidera todas as pesquisas sobre a sucessão presidencial de 2018, avança, o governo de Michel Temer, com vários ministros investigados, chafurda na lama; acima, o vídeo da fala de Lula
SP 247 – Neste 15 de março histórico, em que mais de 1 milhão de brasileiros foram às ruas protestar contra o golpe e a reforma da Previdência que pode deixar milhões de brasileiros sem aposentadoria, o ex-presidente Lula fez um discurso inflamado para um multidão na Avenida Paulista.
Eis, abaixo, alguns trechos de sua fala:
– Está ficando cada vez mais claro que o golpe dado neste país não foi apenas contra a Dilma e os partidos de esquerda.
– O golpe foi para colocar um cidadão sem nenhuma legitimidade para acabar com as conquistas sociais do povo.
– Colocou no Congresso uma força política para enfiar goela abaixo do povo brasileiro uma reforma que vai impedir a aposentadoria de milhões.
– O problema não é de dinheiro. Eu queria que o Meirelles estivesse ouvindo, o Temer também.
– Quando nós geramos 22 milhões de emprego, todas as categorias tinham aumento acima da inflação a previdência conseguiu aumentar sua arrecadação.
– Somente o povo na rua e quando a gente tiver um presidente legítimo, com a confiança da sociedade nós vamos fazer esse país voltar a crescer.
– Quem pensa que o povo está contente, esse povo só vai parar quando elegerem um governo democraticamente eleito.
Lula avisou ainda que no próximo domingo estará na Paraíba para inaugurar a transposição do São Francisco.
Enquanto Lula, que lidera todas as pesquisas sobre a sucessão presidencial de 2018, avança, o governo de Michel Temer, com vários ministros investigados na Lava Jato, chafurda na lama.
Mídia: navio russo de reconhecimento foi avistado perto da costa oriental dos EUA
O navio de reconhecimento da Marinha da Rússia, Viktor Leonov, foi avistado perto da costa oriental dos EUA, relata o Fox News, referindo-se a uma fonte da Marinha dos EUA.
Segundo informações dos militares norte-americanos, o navio estava localizado nas águas internacionais a 37 km de distância da base americana naval de submarinos Kings Bay, no estado de Geórgia.
Fontes do canal Fox News confirmam que o navio russo não entrou nas águas dos EUA, que começam a 22,2 km da costa.
Em meados de fevereiro, o navio russo Viktor Leonov também foi avistado perto da base naval dos EUA no estado de Connecticut e depois de horas – perto da cidade de Norfolk, no estado de Virgínia.
Segundo o canal, o navio voltou para a costa oriental dos EUA depois de uma parada no porto de Havana, realizada na semana passada, onde os marinheiros russos se abasteceram com água e comida.
Sputniknews
Rebeldes abatem helicóptero da coalizão árabe no Iêmen
Os rebeldes houthis abateram no Iêmen, perto do porto de Al Hudaydah localizado no mar Vermelho, um helicóptero da coalizão árabe, informa uma fonte militar local à Sputnik.
Nos últimos meses, ações de combate perto do porto têm se intensificado entre as partes do conflito: rebeldes do movimento político-religioso houthis Ansar Allah e tropas governamentais que são apoiadas pela coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita.
Segundo informou a fonte à Sputnik, os rebeldes houthis abateram o helicóptero de combate Apache de produção norte-americana na municipalidade de Beit al-Faqih. Não foi informado a que país pertencia, bem como o que aconteceu com a tripulação.
O conflito armado no Iêmen continua desde 2014, esforços de regulação pacífica ainda não alcançaram êxito.
Sputniknews
‘OEA dirige un fascismo hemisférico para intervenir en Venezuela’
La canciller de Venezuela afirma que la OEA dirige a los factores fascistas de la derecha hemisférica para conseguir una intervención en este país suramericano.
Delcy Rodríguez acusó el miércoles al secretario general de la Organización de Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, de promover "el odio contra el pueblo de Venezuela" y agregó que este funcionario "en su afán de intervenir en el país, no le importa que sea afectada nuestra patria".
"Hay sectores antidemocráticos, violentos, que pretenden subvertir el orden constitucional y jurídico de Venezuela promoviendo una intervención de nuestro país", añadió Rodríguez, para luego subrayar que "el pueblo de Venezuela jamás permitirá una intervención".
Con estas afirmaciones, la canciller venezolana reaccionó a la carta que envió el martes Almagro al Consejo Permanente de la OEA para pedir la aplicación de la Carta Democrática Interamericana contra Venezuela y supenderla como miembro si no realiza elecciones generales a la brevedad y con observación internacional, tal como reclama la oposición venezolana.
Rodríguez también tachó de "inadmisible" el informe del secretario general de la OEA en el cual asegura que se ha roto el hilo democrático en Venezuela.
Según Almagro, en su reporte de 75 páginas, el Gobierno venezolano "viola con impunidad los derechos de sus nacionales, mantiene presos políticos solo por el hecho de disentir, tortura, roba, corrompe, trafica drogas y mantiene a su población sometida a la falta de alimentos, de medicinas y de dinero para subsistir".
La misma jornada del miércoles, la jefa de la Diplomacia venezolana calificó de "acciones valientes", el apoyo recibido por parte de más de 225 movimientos sociales latinoamericanos, quienes entregaron un documento en el que expresan su repudio ante la agresión injerencista de la OEA contra Venezuela.
En reiteradas ocasiones Caracas ha denunciado el apoyo que brinda el secretario general de la OEA a la derecha interna y a EE.UU. que, a juicio de las autoridades venezolanas, buscan que la oposición se haga con el Gobierno de Nicolás Maduro.
aaf/ncl/nal/HispanTv
EEUU envía 400 aviadores y varios bombarderos B-52 a Siria e Irak
El Pentágono envió el miércoles más de 400 aviadores y varios bombarderos estratégicos Boeing B-52 Stratofortress a Siria e Irak.
El Departamento de Defensa de Estados Unidos informó que las naves y los pilotos de la base aérea Minot, en el estado de Dakota del Norte, fueron desplegados para realizar operaciones en los dos países árabes mencionados.
Se trata de la primera vez en más de una década que Estados Unidos despliega aviones subsónicos B-52 desde su base Minot para realizar bombardeos, posiblemente, contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en ambos países de Oriente Medio.
“El 23º Escuadrón de Bombarderos envió un número de B-52 Stratofortress para realizar operaciones cotidianas; lo que supone la primera vez en 12 años que aviones de la base (Minot) han sido desplegados en apoyo de operaciones de combate”, explica un comunicado del Departamento de Defensa estadounidense, sin especificar la cifra de naves.
Los B-52 Stratofortress, que operan en la Fuerza Aérea de EE.UU. desde la década de 1950, son aparatos subsónicos de largo alcance que pueden volar a altitudes de hasta más de 15 kilómetros y desplegar la más amplia gama de armas del arsenal aéreo estadounidense.
Fue la misma jornada del miércoles que fuentes del Pentágono, citadas por el rotativo estadounidense The Washington Post, revelaron que las autoridades del país sopesan la posibilidad de enviar unos 1000 uniformados para asistir a las llamadas Fuerzas Democráticas Sirias (SDF, por sus siglas en inglés) en el norte de Siria.
La semana pasada, la denominada coalición anti-EIIL, liderada por Estados Unidos, confirmó el despliegue de 400 fuerzas adicionales, acompañadas por cañones M777 Howitzer, en Siria para ‘acelerar’ la derrota de la banda takfirí en la ciudad de Al-Raqa, ubicada en el noroeste de Siria. Este contingente se sumaría a 500 soldados estadounidenses ya desplegados en el país árabe.
El presidente de Siria, Bashar al-Asad, denunció que el envío de uniformados foráneos a su país no fue consultado con su Gobierno por lo que catalogó la presencia militar estadounidense como una invasión. “Nadie invitó a EE.UU. Las tropas llegadas a Siria, sin nuestro permiso, son invasoras”, aseveró el mandatario.
zss/ncl/nal/HispanTv
Turquía afirma que "pronto comenzarán guerras santas en Europa"
Esta ha sido la reacción del canciller turco Mevlut Cavusoglu a la victoria en las elecciones neerlandesas del Partido Popular por la Libertad y la Democracia (VVD) que lidera el primer ministro Mark Rutte.
El ministro turco de Relaciones Exteriores Mevlut Cavusoglu ha afirmado que "las guerras santas pronto comenzarán" en Europa, a pesar de la derrota del líder de extrema derecha Geert Wilders en las elecciones neerlandesas, informa el rotativo 'Hurriyet'. Cavusoglu también ha aseverado que los políticos neerlandeses "están arrastrando a Europa hacia el abismo".
"Si uno mira a la mayoría de los partidos ve que no hay diferencia entre los socialdemócratas y el fascista Wilders", ha constatado Cavusoglu.
En las elecciones generales celebradas este miércoles en Países Bajos, el Partido Popular por la Libertad y la Democracia (VVD), que lidera el primer ministro Mark Rutte ha obtenido el mayor número de escaños en la Cámara de Representantes. De este modo Rutte batió a su rival político, el polémico líder del Partido de la Libertad (PVV), Geert Wilders, conocido por sus declaraciones racistas y antimusulmanas. Wilders obtuvo 20 escaños frente a los 33 de Rutte.
Las relaciones diplomáticas entre Turquía y los Países Bajos se vieron afectadas seriamente después de una serie de incidentes políticos que comenzaron con la aprobación, por parte del presidente Erdogan, de varias reformas constitucionales y el deseo de promoverlas ante los ciudadanos turcos que viven en el territorio neerlandés. Por su parte, Ámsterdam adoptó medidas que bloqueaban la entrada a varios altos funcionarios turcos. En respuesta, el presidente turco tachó de "restos de los nazis y fascistas" a las autoridades neerlandesas, mientras que el viceprimer ministro del país anunció la suspensión de todos los contactos de alto nivel entre ambos países.
Actualidad RT
Temer ignora megaprotesto e promete endurecer mais ainda na Previdência
O governo do presidente Michel Temer decidiu endurecer o discurso contra mudanças na proposta de reforma da Previdência e fechar os espaços para negociar alterações que, em sua avaliação, desvirtuem o texto, apesar dos expressivos protestos desta quarta-feira contra as mudanças, disseram à Reuters fontes palacianas.
"O governo não abriu negociação. A orientação é para afinar o discurso e o discurso é o do governo, de manter a proposta como está", disse uma das fontes.
Nos últimos encontros, já novamente sob a coordenação do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha --que ficou afastado três semanas por problemas médicos-- o tom dos líderes mudou e as declarações de que a reforma não passaria da forma como está foram substituídas por demonstrações de unidade.
Essa foi uma das cobranças que o ministro fez à base, de que era preciso afinar o discurso. "Não dá para cada um sair dizendo uma coisa, um reclamando de A, outro reclamando de B", disse a fonte.
Presidente da comissão especial que analisa a reforma na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) admitiu na terça-feira que não havia nenhuma orientação para negociar e que nenhuma das propostas recebidas até agora era factível.
A ordem no Planalto é para dar "força total" à reforma, como prioridade absoluta. Apesar de tocar outros fronts --nesta quarta Temer chamou para o palácio uma reunião sobre reforma política com os presidentes da Câmara, do Senado e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)-- todas as outras ficam em segundo plano, disse uma outra fonte.
Procurar mostrar que está trabalhando é a maneira do Planalto reagir aos vazamentos dos pedidos de inquérito apresentados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que incluem ao menos cinco ministros do governo.
Segundo fontes palacianas, não houve surpresas nos nomes, especialmente nos pedidos de inquérito contra Padilha e contra o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, e a ordem de Temer é de evitar comentários sobre o tema.
"Vai falar o quê agora? Tem que esperar para ver o conteúdo, a gravidade, e o que o Supremo Tribunal vai fazer", disse uma fonte. A ordem é tocar a agenda e a reforma da Previdência, principal bandeira do governo, para mostrar que tudo continua normal.
CAMPANHA
O governo também admitiu que será preciso mudar a comunicação sobre a reforma e vai investir em um tom mais incisivo na defesa das mudanças, respondendo a uma cobrança da base aliada, disseram à Reuters fontes palacianas.
"O tom da campanha vai mudar um pouco. A prioridade vai ser esclarecer que a reforma preserva direitos e não atinge os mais pobres", disse uma das fontes.
Nos próximos dias devem circular peças de televisão e nas redes sociais para tentar combater o discurso da oposição e de movimentos sociais de que a reforma retira direitos dos trabalhadores.
Antes, no entanto, o governo terá de derrubar uma decisão proferida nesta quarta pela Justiça Federal do Rio Grande do Sul que determinou a suspensão imediata das propagandas sobre a reforma, por entender que houve mau uso de recursos públicos e desvio de finalidade.
Incomodados em ter que defender um texto que é claramente impopular, parlamentares vêm cobrando do governo uma postura mais firme e uma melhora na comunicação. A avaliação é que o governo estaria perdendo a guerra para a "esquerda" e os parlamentares precisam de apoio para conseguir defender a reforma para suas bases.
Um primeiro exemplo da reação do governo foi a resposta dada ao vídeo divulgado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) em que o ator Wagner Moura critica a reforma. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o Palácio do Planalto acusou o movimento de ter "contratado um ator para inventar uma ficção" sobre a reforma.
O governo também quer convencer a população de que o déficit da Previdência é real, ao contrário do discurso da oposição e de algumas associações de servidores.
"Sempre vai ter a acusação de que o governo está tirando direitos, não é um processo racional e lógico. Mas precisamos mostrar a realidade", disse a fonte.
Plantão Brasil
quarta-feira, 15 de março de 2017
Snoop Dogg dispara a Trump en un polémico videoclip y el presidente le contesta indignado
El mandatario se preguntó en su cuenta de Twitter si el cantante se habría atrevido a hacer algo así durante la presidencia de Barack Obama, sugiriendo que seguramente habría acabado encarcelado por ello.
El mandatario de EE.UU. Donald Trump ha expresado su indignación por el polémico video musical lanzado por el conocido rapero Snoop Dogg. En la grabación, el cantante dispara con un arma de juguete a un personaje que imita al actual jefe de la Casa Blanca, con la salvedad de que está caracterizado como un payaso de circo.
Este miércoles, el presidente reaccionó con enfado en su cuenta de Twitter: "¿Podrían imaginarse el escándalo que se habría formado si Snoop Dogg, con su carrera fracasada, hubiera apuntado y disparado un arma contra el presidente Obama? ¡Pena de cárcel!".
El videoclip de la discordia
Todos los protagonistas del video, a excepción del rapero californiano y sus compadres, aparecen maquillados como payasos de circo. En un momento de la grabación, aparece un imitador del presidente estadounidense dando una conferencia de prensa en lugar llamado la 'Casa del Payaso' ('The Clown House', en inglés) en clara referencia a la Casa Blanca.
La escena más polémica se produce cuando el personaje que representa a Trump aparece con las manos en el aire mientras mientras Snoop Dogg le apunta a la cabeza con un revólver de gran tamaño.
Tras una pausa dramática, el cantante dispara el arma, descubriéndonos que se trataba de una de las clásicas pistolas de juguete de las que sale una banderita roja con la palabra 'bang'.
"Snoop no debió haber hecho eso. Hemos tenido presidentes asesinados en este país en el pasado. Si eso lo ve la persona equivocada y se queda con esa mala idea, puede tener un gran problema", comentó el senador y exaspirante republicano a la Presidencia estadounidense, Marco Rubio.
En las elecciones presidenciales del año pasado, el rapero respaldó a Hillary Clinton. Después de que Trump ganara las elecciones, el músico expresó su intención de mudarse a la vecina Canadá.
Actualidad RT
LULA COMANDA A MASSA NA LUTA CONTRA GOLPE E O FIM DA CLT E DA APOSENTADORIA
Em primeiro lugar em todos as pesquisas sobre sucessão presidencial, o ex-presidente Lula lidera, nesta quarta-feira 15, protestos contra o golpe de 2016 e as reformas de Michel Temer, que eliminam as garantias trabalhistas e acabam com as aposentadorias de 70% dos brasileiros, segundo o Dieese; nesta tarde, em Brasília, Lula depôs na Lava Jato e disse ser vítima de um massacre judicial; no depoimento, ele também afirmou que vai matar os adversários de raiva, porque vai continuar aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas; estão programadas manifestações em várias cidades de 23 estados e no Distrito Federal; confira os locais
Brasil 247 - Em primeiro lugar em todos as pesquisas sobre sucessão presidencial, o ex-presidente Lula lidera, nesta quarta-feira 15, protestos contra o golpe de 2016 e as reformas de Michel Temer, que eliminam as garantias trabalhistas e acabam com as aposentadorias de 70% dos brasileiros, segundo o Dieese.
Lula participará de ato público na avenida Paulista, no centro da capital paulista, a partir das 16h. A CUT, os movimentos populares que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e demais centrais sindicais também irão às ruas nesta quarta-feira.
Também estarão presentes o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, líderes políticos e representantes de movimentos sociais, e representantes de várias categorias de trabalhadores.
Nesta tarde, em Brasília, o ex-presidente Lula depôs na Lava Jato e disse ser vítima de um massacre judicial. No depoimento, ele também afirmou que vai matar os adversários de raiva, porque vai continuar aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas. Assista aqui ao depoimento de Lula.
No Dia Nacional de Paralisação e Mobilização, contra as reformas Trabalhista e da Previdência, várias categorias vão parar por 24 horas ou durante duas a três horas, entre elas, professores, bancários das agências dos principais corredores e centros administrativos, metalúrgicos e químicos, petroleiros. Outras categorias, vão atrasar a entrada, realizar assembleias e participar de atos públicos em diversas cidades de todo o País.
Estão programadas manifestações em várias cidades de 23 estados e no Distrito Federal.
Confira os locais das atividades programadas em todo o Brasil:
ACRE (Rio Branco)
8h – Ato público com concentração no Palácio Rio Branco
Paralisação dos vigilantes, correios, educação, saúde, polícia civil
ALAGOAS (Maceió)
10h – Praça dos Martírios
AMAPÁ (Macapá)
15h - Ato em frente à Companhia de Água e Esgoto do Amapá em protesto contra a privatização das empresas públicas, depois caminhada até o ato unificado, na Praça Veiga Cabral, no centro da capital
BAHIA (Salvador)
7h – Manifestação no Iguatemi
15h – Ato unificado com passeata no Campo Grande
BRASÍLIA
8h – Ato público Catedral – Esplanada dos Ministérios
CEARÁ (Fortaleza)
8h - Passeata no centro da cidade com concentração na Praça da Bandeira
ESPÍRITO SANTO (Vitória)
7h - concentração na Praça de Goiabeiras com caminhada até o Aeroporto
GOIÁS (Goiânia)
9h - concentração na Praça Deodoro com caminhada e ato em frente ao prédio da Previdência, no Parque Bom Menino.
MINAS GERAIS (Belo Horizonte)
10h – Ato na Praça da Estação
PARÁ (Belém)
9h - Ato público na Praça da República
Paralisação dos correios, bancários e acampamento no aeroporto de Belém
PARAÍBA (João Pessoa)
16h – Ato em frente ao escritório do Ministério da Previdência com passeata pelo centro
PARANÁ (Curitiba)
9h – Ato público na Praça Tiradentes
Paralisação da educação, servidores federais e municipais de Curitiba
PERNAMBUCO (Recife)
9h - Ato político na praça Oswaldo Cruz
PIAUÍ (Teresina)
9h - Ato público em frente à Assembleia e audiência pública sobre a reforma da Previdência
RIO DE JANEIRO
16h – Ato unificado na Candelária
RIO GRANDE DO NORTE (Natal)
14h – Ato público na Praça Gentil Ferreira
RIO GRANDE DO SUL (Porto Alegre)
18h – Esquina democrática, em Porto Alegre
RONDÔNIA (Porto Velho)
9h - Ato e passeata com concentração na Praça Estrada de Ferro Madeira Mamoré
Fechamento das principais agências do INSS
RORAIMA (Boa Vista)
8h - Ato público na Praça do Centro Cívico
SANTA CATARINA (Florianópolis)
16h – Ato público na Praça Miramar
SÃO PAULO
Capital:
16h - GRANDE ATO NA PAULISTA – MASP
Paralisações com caminhada até o ato unificado:
- Paralisação das agências bancárias na Av. Paulista
- 14h - Assembleia Apeoesp, na Praça da República, com caminhada até o MASP
- 14h - Assembleia Simpeem, em frente à Prefeitura de São Paulo, com caminhada até o MASP
- Paralisação do quarteirão da Saúde, no Metrô Clínicas, com caminhada até o MASP
- Paralisação dos estudantes e professores de direito da Faculdade São Francisco com caminhada até o MASP
- Arrastão dos Blocos sairá da Praça Roosevelt até o MASP
Araraquara
Aula pública na Praça Central
Matão
5h - Panfletagem Metalúrgicos
10h – Ato em frente ao INSS
19h – Audiência Pública sobre a reforma da Previdência
Piracicaba
9h - Praça José Bonifácio em frente ao Poupa Tempo
Ribeirão Preto
Ato Público em Frente ao Teatro Pedro II
São José do Rio Preto
17h - ato em frente ao Terminal Rodoviário
SERGIPE (Aracaju)
14h – Praça General Valadão
TOCANTINS (Palmas)
8h – Ato público com concentração na Rotatória do Colégio São Francisco
Almirante norte-americano trocava dados secretos por serviços de prostitutas
Um almirante e sete outros oficiais norte-americanos são acusados de corrupção na forma de festas sexuais com prostitutas, escreve o jornal The Washington Post que cita o Departamento da Justiça.
No caso estão envolvidos Bruce Loveless, contra-almirante da inteligência da Marinha no Pentágono, capitães da Marinha e coronéis na reserva. De acordo com o Ministério Público, o pessoal da Marinha é acusado de receber propinas na forma de presentes, prostitutas e estadias em hotéis de luxo de Leonard Glenn Francis, empresário baseado em Singapura que tinha contratos com o Pentágono.
Entre os presentes, na lista figura um relógio de $25 mil, charutos de 2 mil por caixa e conhaque de $2 mil.
Anteriormente, o empresário tinha confessado uma fraude de dezenas de milhões de dólares durante negócios com a Marinha norte-americana.
Além disso, Leonard Glenn Francis organizava "festas sexuais" para oficiais do navio-almirante Blue Ridge da 7ª frota dos EUA, afirma o Ministério Público.
Assim, durante uma visita em 2008 às Filipinas cinco oficiais da Marinha norte-americana participaram de uma "festa de vários dias" com prostitutas e beberam todo o estoque de champanha caro do hotel de luxo, no valor de $50 mil. Tudo foi pago pelo empresário acusado.
Em 2007, Glenn Francis teria organizado uma festa de sexo para oficiais em um hotel de Manila. Durante a festa, "objetos históricos relacionados ao general Douglas MacArthur foram usados pelos participantes em atos sexuais", de acordo com a acusação. Não se indica quais e de que modo foram usados os objetos.
Em troca de tais presentes os oficiais concederam a Glenn Francis informação secreta que ajudou sua empresa a assinar contratos de dezenas de milhões de dólares.
Oficiais da Marinha disseram que cerca de 30 suspeitos estão sob investigação, embora apenas alguns nomes tenham sido revelados.
Sputniknews
"Irán aumenta un 45% su capacidad de producción de armas"
El ministro iraní de Defensa, el general de brigada Husein Dehqan.
Irán cierra el año registrando avances considerables en la industria de defensa, donde tuvo un ‘aumento de 45 % en la capacidad de producción de armamentos’.
“El aumento del 45 por ciento de la capacidad de (la producción de) armamentos en la industria de defensa se encuentra entre los avances alcanzados del país en el año 1395 (del calendario persa que concluye el 20 de marzo)”, ha subrayado el ministro iraní de Defensa, el general de brigada Husein Dehqan.
Hablando este miércoles en una reunión con altos directivos de su cartera, el general Dehqan ha recordado que durante el presente año “se dieron grandes pasos para reforzar el sector de defensa y el poder de disuasión del país”.
Este año también, ha agregado, fueron exhibidos decenas de nuevos productos defensivos de fabricación nacional, incluidos el misil balístico de largo alcance Emad, el misil balístico tierra-tierra Zolfaqar, el sistema de radar Matlaa Al-Fayr-3, con capacidad de detectar objetivos a una distancia de 500 kilómetros, el helicóptero multiuso más moderno Saba 248, y el avanzado tanque de guerra Karrar.
El Ministerio de Defensa tuvo avances considerables además en la diplomacia defensiva, ha dicho Dehqan, haciendo referencia a varios tratados y acuerdos de cooperación en el sector de defensa que firmó la República Islámica con Rusia, China, Omán, Sudáfrica e Irak, entre ellos el suministro completo de los sistemas rusos de defensa antiaéreos S-300 al país persa.
Durante el presente año, el país persa experimentó además muchos progresos en su programa de misiles, en la defensa aérea, terrestre, marítima, así como en la defensa electrónica y telecomunicaciones, ha destacado el ministro, prometiendo más avances militares para las Fuerzas Armadas en el año próximo.
Un informe publicado el lunes por aei.org, indicó que EE.UU. reconoce el gran desempeño iraní en desarrollar su industria y capacidad defensivas a nivel nacional y dijo que el país ha aumentado en los últimos tres años sus producciones militares en un 69 %.
La República Islámica de Irán siempre se ha reservado el derecho a reforzar sus capacidades defensivas debido a las “constantes amenazas enemigas” y ha dejado claro que nunca renunciará a este derecho.
Las autoridades iraníes siempre han insistido en que su poderío militar está basado en una doctrina defensiva y de disuasión.
ftm/ktg/mep/msf/HispanTv
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