quinta-feira, 16 de março de 2017

Temer ignora megaprotesto e promete endurecer mais ainda na Previdência


O governo do presidente Michel Temer decidiu endurecer o discurso contra mudanças na proposta de reforma da Previdência e fechar os espaços para negociar alterações que, em sua avaliação, desvirtuem o texto, apesar dos expressivos protestos desta quarta-feira contra as mudanças, disseram à Reuters fontes palacianas.

"O governo não abriu negociação. A orientação é para afinar o discurso e o discurso é o do governo, de manter a proposta como está", disse uma das fontes.

Nos últimos encontros, já novamente sob a coordenação do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha --que ficou afastado três semanas por problemas médicos-- o tom dos líderes mudou e as declarações de que a reforma não passaria da forma como está foram substituídas por demonstrações de unidade.

Essa foi uma das cobranças que o ministro fez à base, de que era preciso afinar o discurso. "Não dá para cada um sair dizendo uma coisa, um reclamando de A, outro reclamando de B", disse a fonte.

Presidente da comissão especial que analisa a reforma na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) admitiu na terça-feira que não havia nenhuma orientação para negociar e que nenhuma das propostas recebidas até agora era factível.

A ordem no Planalto é para dar "força total" à reforma, como prioridade absoluta. Apesar de tocar outros fronts --nesta quarta Temer chamou para o palácio uma reunião sobre reforma política com os presidentes da Câmara, do Senado e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)-- todas as outras ficam em segundo plano, disse uma outra fonte.


Procurar mostrar que está trabalhando é a maneira do Planalto reagir aos vazamentos dos pedidos de inquérito apresentados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que incluem ao menos cinco ministros do governo.

Segundo fontes palacianas, não houve surpresas nos nomes, especialmente nos pedidos de inquérito contra Padilha e contra o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, e a ordem de Temer é de evitar comentários sobre o tema.

"Vai falar o quê agora? Tem que esperar para ver o conteúdo, a gravidade, e o que o Supremo Tribunal vai fazer", disse uma fonte. A ordem é tocar a agenda e a reforma da Previdência, principal bandeira do governo, para mostrar que tudo continua normal.

CAMPANHA


O governo também admitiu que será preciso mudar a comunicação sobre a reforma e vai investir em um tom mais incisivo na defesa das mudanças, respondendo a uma cobrança da base aliada, disseram à Reuters fontes palacianas.

"O tom da campanha vai mudar um pouco. A prioridade vai ser esclarecer que a reforma preserva direitos e não atinge os mais pobres", disse uma das fontes.

Nos próximos dias devem circular peças de televisão e nas redes sociais para tentar combater o discurso da oposição e de movimentos sociais de que a reforma retira direitos dos trabalhadores.

Antes, no entanto, o governo terá de derrubar uma decisão proferida nesta quarta pela Justiça Federal do Rio Grande do Sul que determinou a suspensão imediata das propagandas sobre a reforma, por entender que houve mau uso de recursos públicos e desvio de finalidade.

Incomodados em ter que defender um texto que é claramente impopular, parlamentares vêm cobrando do governo uma postura mais firme e uma melhora na comunicação. A avaliação é que o governo estaria perdendo a guerra para a "esquerda" e os parlamentares precisam de apoio para conseguir defender a reforma para suas bases.

Um primeiro exemplo da reação do governo foi a resposta dada ao vídeo divulgado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) em que o ator Wagner Moura critica a reforma. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o Palácio do Planalto acusou o movimento de ter "contratado um ator para inventar uma ficção" sobre a reforma.

O governo também quer convencer a população de que o déficit da Previdência é real, ao contrário do discurso da oposição e de algumas associações de servidores.

"Sempre vai ter a acusação de que o governo está tirando direitos, não é um processo racional e lógico. Mas precisamos mostrar a realidade", disse a fonte.

Plantão Brasil

quarta-feira, 15 de março de 2017

Snoop Dogg dispara a Trump en un polémico videoclip y el presidente le contesta indignado


El mandatario se preguntó en su cuenta de Twitter si el cantante se habría atrevido a hacer algo así durante la presidencia de Barack Obama, sugiriendo que seguramente habría acabado encarcelado por ello.

El mandatario de EE.UU. Donald Trump ha expresado su indignación por el polémico video musical lanzado por el conocido rapero Snoop Dogg. En la grabación, el cantante dispara con un arma de juguete a un personaje que imita al actual jefe de la Casa Blanca, con la salvedad de que está caracterizado como un payaso de circo.

Este miércoles, el presidente reaccionó con enfado en su cuenta de Twitter: "¿Podrían imaginarse el escándalo que se habría formado si Snoop Dogg, con su carrera fracasada, hubiera apuntado y disparado un arma contra el presidente Obama? ¡Pena de cárcel!".

El videoclip de la discordia

Todos los protagonistas del video, a excepción del rapero californiano y sus compadres, aparecen maquillados como payasos de circo. En un momento de la grabación, aparece un imitador del presidente estadounidense dando una conferencia de prensa en lugar llamado la 'Casa del Payaso' ('The Clown House', en inglés) en clara referencia a la Casa Blanca.

La escena más polémica se produce cuando el personaje que representa a Trump aparece con las manos en el aire mientras mientras Snoop Dogg le apunta a la cabeza con un revólver de gran tamaño.

Tras una pausa dramática, el cantante dispara el arma, descubriéndonos que se trataba de una de las clásicas pistolas de juguete de las que sale una banderita roja con la palabra 'bang'.

"Snoop no debió haber hecho eso. Hemos tenido presidentes asesinados en este país en el pasado. Si eso lo ve la persona equivocada y se queda con esa mala idea, puede tener un gran problema", comentó el senador y exaspirante republicano a la Presidencia estadounidense, Marco Rubio.

En las elecciones presidenciales del año pasado, el rapero respaldó a Hillary Clinton. Después de que Trump ganara las elecciones, el músico expresó su intención de mudarse a la vecina Canadá.

Actualidad RT

LULA COMANDA A MASSA NA LUTA CONTRA GOLPE E O FIM DA CLT E DA APOSENTADORIA


Em primeiro lugar em todos as pesquisas sobre sucessão presidencial, o ex-presidente Lula lidera, nesta quarta-feira 15, protestos contra o golpe de 2016 e as reformas de Michel Temer, que eliminam as garantias trabalhistas e acabam com as aposentadorias de 70% dos brasileiros, segundo o Dieese; nesta tarde, em Brasília, Lula depôs na Lava Jato e disse ser vítima de um massacre judicial; no depoimento, ele também afirmou que vai matar os adversários de raiva, porque vai continuar aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas; estão programadas manifestações em várias cidades de 23 estados e no Distrito Federal; confira os locais

Brasil 247 - Em primeiro lugar em todos as pesquisas sobre sucessão presidencial, o ex-presidente Lula lidera, nesta quarta-feira 15, protestos contra o golpe de 2016 e as reformas de Michel Temer, que eliminam as garantias trabalhistas e acabam com as aposentadorias de 70% dos brasileiros, segundo o Dieese.

Lula participará de ato público na avenida Paulista, no centro da capital paulista, a partir das 16h. A CUT, os movimentos populares que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e demais centrais sindicais também irão às ruas nesta quarta-feira.

Também estarão presentes o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, líderes políticos e representantes de movimentos sociais, e representantes de várias categorias de trabalhadores.

Nesta tarde, em Brasília, o ex-presidente Lula depôs na Lava Jato e disse ser vítima de um massacre judicial. No depoimento, ele também afirmou que vai matar os adversários de raiva, porque vai continuar aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas. Assista aqui ao depoimento de Lula.

No Dia Nacional de Paralisação e Mobilização, contra as reformas Trabalhista e da Previdência, várias categorias vão parar por 24 horas ou durante duas a três horas, entre elas, professores, bancários das agências dos principais corredores e centros administrativos, metalúrgicos e químicos, petroleiros. Outras categorias, vão atrasar a entrada, realizar assembleias e participar de atos públicos em diversas cidades de todo o País.

Estão programadas manifestações em várias cidades de 23 estados e no Distrito Federal.

Confira os locais das atividades programadas em todo o Brasil:

ACRE (Rio Branco)
8h – Ato público com concentração no Palácio Rio Branco

Paralisação dos vigilantes, correios, educação, saúde, polícia civil

ALAGOAS (Maceió)
10h – Praça dos Martírios

AMAPÁ (Macapá)
15h - Ato em frente à Companhia de Água e Esgoto do Amapá em protesto contra a privatização das empresas públicas, depois caminhada até o ato unificado, na Praça Veiga Cabral, no centro da capital

BAHIA (Salvador)
7h – Manifestação no Iguatemi

15h – Ato unificado com passeata no Campo Grande

BRASÍLIA
8h – Ato público Catedral – Esplanada dos Ministérios

CEARÁ (Fortaleza)
8h - Passeata no centro da cidade com concentração na Praça da Bandeira

ESPÍRITO SANTO (Vitória)
7h - concentração na Praça de Goiabeiras com caminhada até o Aeroporto

GOIÁS (Goiânia)
9h - concentração na Praça Deodoro com caminhada e ato em frente ao prédio da Previdência, no Parque Bom Menino.

MINAS GERAIS (Belo Horizonte)
10h – Ato na Praça da Estação

PARÁ (Belém)
9h - Ato público na Praça da República

Paralisação dos correios, bancários e acampamento no aeroporto de Belém

PARAÍBA (João Pessoa)
16h – Ato em frente ao escritório do Ministério da Previdência com passeata pelo centro

PARANÁ (Curitiba)
9h – Ato público na Praça Tiradentes
Paralisação da educação, servidores federais e municipais de Curitiba

PERNAMBUCO (Recife)
9h - Ato político na praça Oswaldo Cruz

PIAUÍ (Teresina)
9h - Ato público em frente à Assembleia e audiência pública sobre a reforma da Previdência

RIO DE JANEIRO

16h – Ato unificado na Candelária

RIO GRANDE DO NORTE (Natal)
14h – Ato público na Praça Gentil Ferreira

RIO GRANDE DO SUL (Porto Alegre)
18h – Esquina democrática, em Porto Alegre

RONDÔNIA (Porto Velho)
9h - Ato e passeata com concentração na Praça Estrada de Ferro Madeira Mamoré
Fechamento das principais agências do INSS

RORAIMA (Boa Vista)
8h - Ato público na Praça do Centro Cívico

SANTA CATARINA (Florianópolis)
16h – Ato público na Praça Miramar

SÃO PAULO
Capital:
16h - GRANDE ATO NA PAULISTA – MASP

Paralisações com caminhada até o ato unificado:

- Paralisação das agências bancárias na Av. Paulista
- 14h - Assembleia Apeoesp, na Praça da República, com caminhada até o MASP
- 14h - Assembleia Simpeem, em frente à Prefeitura de São Paulo, com caminhada até o MASP
- Paralisação do quarteirão da Saúde, no Metrô Clínicas, com caminhada até o MASP
- Paralisação dos estudantes e professores de direito da Faculdade São Francisco com caminhada até o MASP

- Arrastão dos Blocos sairá da Praça Roosevelt até o MASP

Araraquara
Aula pública na Praça Central

Matão

5h - Panfletagem Metalúrgicos

10h – Ato em frente ao INSS

19h – Audiência Pública sobre a reforma da Previdência

Piracicaba

9h - Praça José Bonifácio em frente ao Poupa Tempo

Ribeirão Preto
Ato Público em Frente ao Teatro Pedro II

São José do Rio Preto
17h - ato em frente ao Terminal Rodoviário

SERGIPE (Aracaju)
14h – Praça General Valadão

TOCANTINS (Palmas)
8h – Ato público com concentração na Rotatória do Colégio São Francisco

Almirante norte-americano trocava dados secretos por serviços de prostitutas


Um almirante e sete outros oficiais norte-americanos são acusados de corrupção na forma de festas sexuais com prostitutas, escreve o jornal The Washington Post que cita o Departamento da Justiça.


No caso estão envolvidos Bruce Loveless, contra-almirante da inteligência da Marinha no Pentágono, capitães da Marinha e coronéis na reserva. De acordo com o Ministério Público, o pessoal da Marinha é acusado de receber propinas na forma de presentes, prostitutas e estadias em hotéis de luxo de Leonard Glenn Francis, empresário baseado em Singapura que tinha contratos com o Pentágono.

Entre os presentes, na lista figura um relógio de $25 mil, charutos de 2 mil por caixa e conhaque de $2 mil.
Anteriormente, o empresário tinha confessado uma fraude de dezenas de milhões de dólares durante negócios com a Marinha norte-americana.

Além disso, Leonard Glenn Francis organizava "festas sexuais" para oficiais do navio-almirante Blue Ridge da 7ª frota dos EUA, afirma o Ministério Público.

Assim, durante uma visita em 2008 às Filipinas cinco oficiais da Marinha norte-americana participaram de uma "festa de vários dias" com prostitutas e beberam todo o estoque de champanha caro do hotel de luxo, no valor de $50 mil. Tudo foi pago pelo empresário acusado.

Em 2007, Glenn Francis teria organizado uma festa de sexo para oficiais em um hotel de Manila. Durante a festa, "objetos históricos relacionados ao general Douglas MacArthur foram usados pelos participantes em atos sexuais", de acordo com a acusação. Não se indica quais e de que modo foram usados os objetos.

Em troca de tais presentes os oficiais concederam a Glenn Francis informação secreta que ajudou sua empresa a assinar contratos de dezenas de milhões de dólares.

Oficiais da Marinha disseram que cerca de 30 suspeitos estão sob investigação, embora apenas alguns nomes tenham sido revelados.

Sputniknews

"Irán aumenta un 45% su capacidad de producción de armas"


El ministro iraní de Defensa, el general de brigada Husein Dehqan.

Irán cierra el año registrando avances considerables en la industria de defensa, donde tuvo un ‘aumento de 45 % en la capacidad de producción de armamentos’.

“El aumento del 45 por ciento de la capacidad de (la producción de) armamentos en la industria de defensa se encuentra entre los avances alcanzados del país en el año 1395 (del calendario persa que concluye el 20 de marzo)”, ha subrayado el ministro iraní de Defensa, el general de brigada Husein Dehqan.

Hablando este miércoles en una reunión con altos directivos de su cartera, el general Dehqan ha recordado que durante el presente año “se dieron grandes pasos para reforzar el sector de defensa y el poder de disuasión del país”.

Este año también, ha agregado, fueron exhibidos decenas de nuevos productos defensivos de fabricación nacional, incluidos el misil balístico de largo alcance Emad, el misil balístico tierra-tierra Zolfaqar, el sistema de radar Matlaa Al-Fayr-3, con capacidad de detectar objetivos a una distancia de 500 kilómetros, el helicóptero multiuso más moderno Saba 248, y el avanzado tanque de guerra Karrar.

El Ministerio de Defensa tuvo avances considerables además en la diplomacia defensiva, ha dicho Dehqan, haciendo referencia a varios tratados y acuerdos de cooperación en el sector de defensa que firmó la República Islámica con Rusia, China, Omán, Sudáfrica e Irak, entre ellos el suministro completo de los sistemas rusos de defensa antiaéreos S-300 al país persa.

Durante el presente año, el país persa experimentó además muchos progresos en su programa de misiles, en la defensa aérea, terrestre, marítima, así como en la defensa electrónica y telecomunicaciones, ha destacado el ministro, prometiendo más avances militares para las Fuerzas Armadas en el año próximo.

Un informe publicado el lunes por aei.org, indicó que EE.UU. reconoce el gran desempeño iraní en desarrollar su industria y capacidad defensivas a nivel nacional y dijo que el país ha aumentado en los últimos tres años sus producciones militares en un 69 %.

La República Islámica de Irán siempre se ha reservado el derecho a reforzar sus capacidades defensivas debido a las “constantes amenazas enemigas” y ha dejado claro que nunca renunciará a este derecho.

Las autoridades iraníes siempre han insistido en que su poderío militar está basado en una doctrina defensiva y de disuasión.

ftm/ktg/mep/msf/HispanTv

¿Golpe de Estado a la vista en Washington? Assange asegura que quieren cambiar a Trump por Pence


El fundador de WikiLeaks afirma que tanto Hillary Clinton como varios funcionarios de Inteligencia han hablado en secreto sobre una posible toma de poder por parte del vicepresidente Michael Pence.


El fundador de WikiLeaks, Julian Assange, ha afirmado a través de Twitter que las agencias de Inteligencia y la oposición a Donald Trump están trabajando en crear las condiciones propicias para provocar la destitución del actual presidente de Estados Unidos y sustituirlo por el vicepresidente Michael Pence.

En su primer tuit, Assange escribió que la demócrata Hillary Clinton "señaló en privado este mes que está ayudando discretamente a una toma del poder por parte de Pence". Para ella, "Pence es previsible, por lo tanto, derrotable", agregó el fundador de WikiLeaks.

Más tarde, el ciberactivista aseguró en otro tuit que "dos funcionarios de Inteligencia cercanos a Pence han declarado en privado este mes que están planeando una toma de posesión de Pence", matizando que "no indicaron si Pence estaba de acuerdo".

Por su parte, Pence contestó a Assange en el programa de radio 'The Laura Ingraham Show' tildando sus tuits como "absurdos" y "francamente ofensivos".

'Halcón' de guerra

La elección de Pence como posible sustituto del actual inquilino de la Casa Blanca podría estar relacionado con el hecho de que su línea de política exterior está más en sintonía con las posiciones de muchos miembros del Partido Republicano, que exigen tomar una posición mucho más dura con respecto a determinados países.

En su artículo en 'Washington Post', el periodista Josh Rogin ha señalado que Pence está ejerciendo una influencia creciente en los asuntos internacionales en la Casa Blanca.

Rogin ha llamado la atención sobre el decisivo papel que el vicepresidente jugó durante la transición presidencial para colocar a varios republicanos partidarios de la línea dura exterior en los niveles superiores del equipo de seguridad nacional de la Administración de Trump.

A su vez, el portal de información analítica Zerohedge ha calificado a Pence de "un 'halcón' de guerra que estaría más que feliz si pudiera llevar a cabo el trabajo que Hillary Clinton quería hacer".

Actualidad RT

terça-feira, 14 de março de 2017

TEMER ESVAZIA POLÍTICA PARA MICROEMPRESAS E MATA REFORMA AGRÁRIA


Mudanças de estruturas no governo federal publicadas no Diário Oficial desta terça-feira 14 esvaziam política para microempresas – ao transferir a Secretaria Especial de Micro e Pequena Empresa e a Secretaria-Executiva do Programa Bem Mais Simples para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços – e matam a reforma agrária, ao levar o Incra de volta ao controle dos latifundiários e do agronegócio, sob o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), comandado por Blairo Maggi

Brasil 247 – Com mudanças na estrutura do governo federal, como mostra o Diário Oficial desta terça-feira 14, o governo Michel Temer esvazia a política para microempresas do País e mata a reforma agrária.

O governo anuncia a transferência da Secretaria Especial de Micro e Pequena Empresa e a Secretaria-Executiva do Programa Bem Mais Simples, que estavam sob a Secretaria de Governo da Presidência da República, para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Passarão ainda para o MDIC a Secretaria de Aquicultura e Pesca e o Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, além de diversas outras áreas que até então estavam sob o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), como política nacional pesqueira e aquícola; fomento da produção pesqueira e aquícola; organização e manutenção do Registro Geral da Atividade Pesqueira; normatização das atividades de aquicultura e pesca.

Com a mudança do conselho nacional de aquicultura, o governo tem como propósito devolver ao PRB o uso político do seguro defeso, que havia sido saneado pela senadora Kátia Abreu (PMDB-TO).

No caso do Incra, o órgão que conduz a reforma agrária volta para o controle dos latifundiários e do agronegócio, sob o comando do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, um dos fazendeiros mais ricos e poderosos do País.

Opinião: EUA e Coreia do Sul "ensaiam" o assassinato do líder norte-coreano


Nesta segunda-feira, a Coreia do Norte e os EUA deram início aos exercícios militares conjuntos "Key Resolve", tendo como o pano de fundo a escalada das tensões com a Coreia do Norte.

Em Entrevista à Sputnik, o especialista da Universidade de Xangai de Comércio Exterior, Zhan Debin, destacou que as manobras militares são uma forma de intimidar Pyongyang.
"Os exercícios conjuntos dos EUA com a Coreia do Sul são uma medida para intimidar a Coreia do Norte. Coreia do Norte tem realizado com certo sucesso os lançamentos de mísseis balísticos e está desenvolvendo tecnologias nucleares. Portanto fica claro que as sanções norte-americanas e da ONU não são capazes de impedir a Coreia do Norte", ponderou o acadêmico chinês.

Dessas forma, segundo ele, "a Coreia do Sul e os EUA tentam demonstrar que o desenvolvimento do programa nuclear, em vez de garantir a segurança do regime norte-coreano, será uma ameaça à sua existência".

"Durante os exercícios, os EUA e a Coreia do Sul estão treinando operações para eliminação física (de Kim Jong-un) e para destruição de instalações nucleares. Eles querem mostrar ao Kim Jong-un que, se as sanções não tiverem resultados, medidas extremas serão tomadas, com objetivo de impedir as ambições nucleares da Coreia do Norte", explicou Zhan Debin.

"Os exercícios, desse modo, são uma demonstração e uma ameaça, tanto no plano militar, quanto no psicológico. Isso pode, por um lado, acelerar o desenvolvimento de tecnologias nucleares na Coreia do Norte, mas por outro, os EUA e a Coreia do Sul querem intimidar pessoalmente o Kim Jong-un", avaliou o especialista.
"Nessas condições, a China deve continuar a empreender esforços para que a questão nuclear norte-coreana seja resolvida por via de negociações. Porque, na verdade, o problema não pode ser solucionado por via militar. A escalação das tensões militares não é boa nem para a península Coreana, nem para a região, e não atende, de forma alguma, aos interesses da Coreia do Sul", concluiu o interlocutor da agência Sputnik.

Sputniknews

HAMAS amenaza a Israel con ‘explosión’ si no termina cerco a Gaza


Combatientes de las Brigadas Ezzedin al-Qassam, brazo militar del movimiento propalestino HAMAS, en la ciudad palestina de Rafah

Un miembro de HAMAS amenaza al régimen de Israel con una ‘explosión’, en caso de que este no ponga fin al cerco a Gaza.

“Si Israel no pone fin a su bloqueo a Gaza (impuesto en 2007), entonces se producirá una explosión”, advirtió el lunes Fathi Hamad, miembro del Movimiento de Resistencia Islámica Palestina (HAMAS), durante una concentración en los alrededores de la sede de las Naciones Unidas en la Franja de Gaza.

Así lo informó el portal de noticias de HAMAS, Al-Aqsa Voice, según el cual, los palestinos presentes en la manifestación repitieron el lema gritado por Hamad: “Aliviad el bloqueo a Gaza o (esperad) una explosión”.

En sus declaraciones citadas por Al-Aqsa Voice, Hamad dejó en claro, además, que "las características de tal explosión ya se han dado a conocer en algunos lugares". “La explosión de la gente en la ocupada Cisjordania y la Franja de Gaza abarcará a los que nos sitian e interrumpen nuestro paso”, agregó.

Por otra parte, criticó las políticas de Israel respecto a impedir la reconstrucción de la Franja de Gaza después de las demoliciones causadas por la guerra impuesta por el régimen de Tel Aviv al enclave en 2014.

Pese a que en agosto de ese mismo año, el régimen de Israel y HAMAS acordaron un alto el fuego, los nuevos bombardeos israelíes de 2017 contra Gaza han puesto en peligro dicha tregua.

En medio de estas nuevas tensiones, HAMAS ha empezado a advertir a su contraparte de las “peligrosas consecuencias” de sus atrocidades. En este sentido, el pasado mes de febrero el movimiento palestino publicó una secuencia de dibujos animados con música en la que se veían explosiones por encima de Al-Quds (Jerusalén) y Tel Aviv, entre otros lugares.

Estas tensiones ponen de relieve la veracidad de las alertas dadas por la Organización de las Naciones Unidas (ONU) en cuanto a una posible nueva guerra israelo-palestina en Gaza.

El ente internacional ha arremetido en reiteradas ocasiones contra las políticas israelíes hacia Gaza, las cuales derivan siempre en “una escalada de la violencia”.

tqi/anz/alg/rba/HispanTv

Morales: Chile nos engañó, pero recibirá una réplica ‘demoledora’


Evo Morales dice que Chile engañó a Bolivia con las propuestas verbales sobre una salida al mar, pero asegura que su país le dará una réplica ‘demoledora’ en La Haya.

"Los chilenos, en términos populares, nos maman (engañan). Es una política de la dilación. ¿Hasta cuándo? Otros 130 años más esperando que propongan buenas cosas, que ofrezcan buenas cosas y nada", afirmó el lunes el presidente de Bolivia en una conferencia de prensa.

El mandatario andino dijo que tanto con el primer Gobierno de la presidenta chilena, Michelle Bachelet (2006-2010), como con el del expresidente Sebastián Piñera (2010-2014), hubo algunos avances de solución, pero después todo volvió a "cero".

“Todos los expresidentes dicen, al acabar su gestión, ‘si hubiera estado un tiempo más, habría logrado solución al tema del mar’. Y esto sucede porque Chile hace propuestas y propuestas pero nunca cumple. Así pasa el tiempo y todo vuelve a cero”, afirmó Morales.

Sin embargo, destacó que el 21 de este mes de marzo, Bolivia “demolerá”, ante la Corte Internacional de Justicia (CIJ) de La Haya (Países Bajos), los argumentos de Chile, cuyas autoridades niegan los compromisos contraídos.

“Saludamos al equipo nacional e internacional. Trabajaron amanecidas en el tema de la traducción en los nuevos argumentos para demoler la contramemoria de Chile”, sostuvo el gobernante latinoamericano.

Morales se refirió, así, a la réplica que presentará La Paz el 21 de marzo ante la CIJ contra Chile respecto a una salida soberana de Bolivia al océano Pacífico.

El diferendo entre ambos países vecinos surgió tras la guerra que mantuvieron entre 1879 y 1883, en la que Bolivia perdió 400 km lineales de litoral costero y 120.000 kilómetros de territorios.

Bolivia llevó a Chile ante la CIJ en 2013 para negociar "de buena fe" una salida soberana al mar, pero Chile argumenta que las fronteras entre los dos países quedaron delimitadas en el Tratado de 1904.

tmv/anz/alg/rba/HispanTv

Exclusiva Reuters: Rusia envía fuerzas especiales a Egipto


Fuerzas de Operaciones Especiales de Rusia (Spetsnaz, en ruso) desplegadas cerca de la ciudad de Palmira, en el centro de Siria.


Rusia despliega un contingente de fuerzas especiales en el oeste de Egipto, cerca de la frontera con Libia.

Según informó el lunes la agencia británica de Reuters, citando a oficiales estadounidenses, Moscú desplegó hace unos días un grupo de Fuerzas de Operaciones Especiales de Rusia (Spetsnaz, en ruso) en la ciudad de Sidi Barrani, a unos 100 kilómetros de las fronteras entre Egipto y Libia.

Las fuentes estadounidenses aseguran que además de los Spetsnaz rusos Moscú envió a varios drones a una base militar en dicha ciudad para, al parecer, llevar a cabo operaciones especiales en el territorio libio.

Por su parte fuentes de seguridad egipcias citadas por Reuters corroboran la presencia de los Spetsnaz e indican que en total hay una unidad de fuerzas especiales compuesta por 22 uniformados rusos pero se negaron a discutir sus misiones.

Además, confirmaron que en el mes de febrero también hubo al menos un equipo de fuerzas especiales de Rusia desplegado en una base aérea en Marsa Matruh, a unos 200 kilómetros de la frontera entre Libia y Egipto.

No obstante, Egipto ha descartado la presencia de uniformados rusos mientras que las fuentes citadas por Reuters insisten en que en realidad hay soldados rusos desplegados en el territorio egipcio.

“No hay ningún soldado extranjero de ningún país en el territorio egipcio. Esto es un asunto relacionado con la soberanía”, ha dicho Tamer al-Rifai, el portavoz del Ejército de Egipto.

En los próximos meses, y en especial tras la visita del comandante de las Fuerzas Armadas de Libia, el general Jalifa Belqasim Haftar a Moscú (la capital rusa) para buscar apoyo militar, han crecido las probabilidades de la cooperación entre las fuerzas libias y rusas.

Hasta el momento se ha confirmado que contratistas de la compañía militar privada RSB-Group de Rusia fueron desplegados por varias semanas en el territorio libio y limpiaron parte de la ciudad occidental de Bengasi —recién liberada del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe)— de minas.

Libia es un estado fallido, víctima del caos y una guerra sin cuartel, desde que una intervención orquestada por la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) en Libia provocara, en 2011, la caída del régimen de Muamar Gadafi y dejara un gran vacío de poder. Hasta el momento continúan los enfrentamientos entre los grupos libios para ganar terreno.

hgn/rha/nal/HispanTv

Conozca el avión superespía de EEUU que opera en América Latina


Un informe revela las capacidades del Emarss, el avión superespía de EE.UU., del cual cuatro han sido desplegados en América Latina para misiones operacionales.

"Ello proporciona la capacidad no solo de detectar y seguir al objetivo, sino, además, procesar toda esa información para comunicarla a los que la necesitan a fin de tomar una decisión apropiada", explicó el teniente coronel Sean M. Smith, gerente de productos para los sistemas Emarss (el Sistema Avanzado de Vigilancia y Reconocimiento de Media Altitud), citado el lunes por The National Interest.

Asimismo, Smith dijo que los aludidos cuatro Emarss ya están actualmente desplegados para misiones operacionales en las áreas de influencia del Comando Sur de EE.UU. (el Southcom) y del Africom, es decir, en la zona América Latina-Caribe y África, respectivamente.

El Emarss es una aeronave de ala fija perteneciente a la próxima generación de vehículos de reconocimiento, dotada de cámaras, software, antenas, bases de datos de inteligencia y equipo electrónico, que le permiten identificar enemigos y ser capaz de procesar enseguida la información obtenida, según el medio.

De hecho, el nuevo espía volador tiene por objetivo llevar a cabo misiones de inteligencia, reconocimiento y vigilancia para detectar, identificar y seguir objetivos de superficie.

Una ventaja clave de la innovadora aeronave es que se halla conectada a la base de datos de inteligencia terrestre del Ejército, llamada DCGS-A (Sistema del Ejército de Tierra Común Distribuido), con capacidad de compilar, organizar y distribuir información de más de 500 fuentes de datos, indicó el medio. El DCGS-A reúne datos de un amplio abanico de fuentes, que incluye sensores con base en el espacio e información geoespacial.

El diario The New York Times propuso anteriormente, que dada la nueva coyuntura política que se vive en Latinoamérica, es el momento propicio para que el Gobierno de EE.UU. aumente su influencia en la zona. Entre tanto, varios Gobiernos progresistas de esa región han advertido del nuevo Plan Cóndor contra Latinoamérica, dirigido por Washington.

tmv/anz/alg/rba/HispanTv

Lujo saudita en Japón: 10 aviones, 500 limusinas y 1.200 habitaciones para la delegación real


Para satisfacer la demanda de limusinas del séquito real árabe las autoridades niponas tuvieron que remover cielo y tierra.

La llegada del rey de Arabia Sudita, Salmán ben Abdelaziz, a Japón ha sacudido a la opinión pública nipona en una nueva etapa de la extravagante gira del monarca por la región asiática. La sociedad japonesa no da crédito al ver el tamaño del séquito real y las 500 toneladas de equipaje que con él viaja. El mismo rey descendió del avión en una escalera mecánica dorada.

La visita del monarca de la Casa de Saúd a Japón, de cuatro días, es un jalón de una gira de un mes a Asia cuyo objetivo es forjar vínculos económicos con el continente y diversificar la economía saudita con vistas a reducir su dependencia del petróleo. Riad es el mayor suministrador de petróleo a Japón.

La numerosa delegación llegó a Japón repartida en una decena de aviones y ha exigido que se reserven 1.200 habitaciones en los mejores hoteles de Tokio. El séquito árabe ha requerido hasta 500 limusinas que han llegado de distintas partes del país, según los medios nipones.

"Ya que no podíamos encontrar el volumen necesario en Tokio, hemos recogido vehículos de las prefecturas de Kanagawa y Saitama, así como de la región de Tokai", comentó al medio 'Asahi Shimbun' un representante de la industria de las limusinas.

El pasado lunes el rey Salmán se reunió con el primer ministro Shinzo Abe con el que discutió, según 'Japan Times', la situación de los palestinos y las crisis humanitarias que se registran en Yemen y Siria. "Por desgracia, estas crisis tienen impactos negativos sobre la región", lamentó el monarca.

La gira del rey causó el enfado de muchos en las redes sociales, quienes compararon su opulencia con la situación en Yemen, que lleva dos años siendo bombardeado por la colación liderada por Arabia Saudita.

El itinerario de Salmán también incluye las Maldivas y China. Se espera que en las Maldivas se enfrente a protestas a raíz de la información de que Riad intenta comprar un atolón de isletas.

Mientras el rey viaja por Asia, su hijo Mohamed bin Salmán, el príncipe heredero sustituto y ministro de Defensa, se dirige a EE.UU. para reunirse con el presidente Donald Trump.

Actualidad RT