segunda-feira, 13 de março de 2017
Cunha é o Marcola do Temer: comanda a quadrilha da cadeia
Jeferson Miola - Pátria Latina
Renan confirma que Eduardo Cunha é o Marcola do Temer; ele é o líder que comanda da cadeia a quadrilha que tomou o poder de assalto com o golpe de Estado. Para Renan, Cunha “exerce sim influência diretamente de sua cela, em Curitiba”.
Camacho Marcola, para recordar, é o líder maior da organização criminosa PCC [Primeiro Comando da Capital], que ostenta seu poder comandando as operações da quadrilha mesmo de dentro da penitenciária de máxima segurança, onde cumpre longa pena de prisão.
Renan Calheiros é um político arguto, que conhece com intimidade as vísceras do poder em Brasília. Renan tem denunciado a grande influência que este presidiário exerce sobre o governo Michel Temer, assim como a expansão do domínio do “caranguejo” [codinome do Cunha nas planilhas de propinas da Odebrecht] no PMDB.
Numa conversa com o ministro Moreira Franco, Renan alertou que se Padilha demorar da licença de saúde convenientemente prolongada para tentar abafar as graves denúncias que pesam sobre ele, “o Eduardo Cunha senta o Gustavo Rocha lá”.
Gustavo Rocha, que foi advogado do Cunha e curinga do presidiário em diversos cargos importantes na República, atualmente ocupa o cargo relevante de subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, e chegou a ser cogitado para o Ministério da Justiça.
De acordo com Renan, “Esse grupo originário que tem como líder e chefe o Eduardo Cunha, que as pessoas vão a Curitiba para saber o que ele orienta, o que ele recomenda, o governo não pode ficar exposto a isso”.
A área de influência do Eduardo Cunha no governo golpista não é nada desprezível. Além do Temer, Moreira e Padilha no coração do governo, os tentáculos do Cunha no comando golpista são abrangentes: Alexandre Moraes, também advogado dele, foi transformado em juiz do STF; Osmar Serraglio, colocado por Cunha na presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e que defendeu sua anistia porque ele “exerceu um papel fundamental para aprovarmos o impeachment da Presidente Dilma”, foi nomeado ministro da Justiça; Carlos Marun, aliado incondicional que visita Cunha na prisão “para saber o que ele orienta, o que ele recomenda”, ganhou a presidência da comissão especial da reforma da previdência na Câmara; André Moura, um integrante da tropa de choque do Cunha, ganhou a liderança do governo Temer no Congresso.
A explicação do Temer para a denúncia do Renan é reveladora da sua condição de refém do presidiário: “Essas afirmações não têm sustentação. Imagine se o Eduardo Cunha, que está, enfim, distante, pode influenciar alguma coisa, não há influência nenhuma”.
O amedrontado Temer evita dizer que, por ser presidiário, Cunha não poderia influenciar seu governo. Ele prefere um eufemismo: “Cunha está, enfim, distante” [sic].
O relato do José Yunes sobre a propina de R$ 10 milhões que Temer pediu à Odebrecht num jantar no Palácio Jaburu – a máxima ousadia de planejar corrupção dentro do própria residência oficial do vice-presidente – elucidou a associação entre Temer e Cunha, com a intermediação do Padilha e do doleiro Lúcio Funaro, na conspiração para comprar a eleição de 140 deputados que garantiriam Cunha na presidência da Câmara e a aprovação da farsa do impeachment da Presidente Dilma.
Não é de surpreender, por isso, a continuidade da participação do presidiário Cunha no empreendimento golpista, do qual é sócio de primeira hora. Considerado o temor reverencial que o Temer tem do Eduardo Cunha, não é difícil depreender quem é o verdadeiro comandante da cleptocracia que ocupa o Planalto.
A inação do judiciário e do MP e a complacência da Rede Globo e toda a mídia neste caso é uma prova incontornável que Temer e sua cleptocracia formada pelo PMDB, PSDB, DEM, PPS, PTB, PSB, PSD etc só se sustentam porque o Brasil está sob a vigência de um regime de exceção.
Em qualquer país civilizado do mundo na plenitude do Estado de Direito, esta realidade absurda jamais seria tolerada. O Brasil é, cada vez mais, uma vergonha para o mundo.
5 dos 7 Ministros do TSE salvarão Temer da cassação, informa Jornal
O jornal O Estado de S. Paulo disse ter conversado com cinco dos sete ministros que integram o Tribunal Superior Eleitoral e, sob a condição de não terem seus nomes revelados, eles disseram que se a cassação da chapa Dilma-Temer fosse votada hoje, a “tendência” seria poupar o atual presidente da perda do mandato.
O Estadão ressaltou que “a avaliação é expressa, porém, antes da apresentação do relatório de Herman Benjamin [relator da ação que visa a cassação da chapa], sem data ainda para conclusão e cujo conteúdo está em elaboração. Os ministros já dão como certo o pedido de cassação.”
Segundo o jornal, os ministros dizem devem levar em conta a “estabilidade política” na fase de julgamento da ação.
“Em conversas reservadas, os julgadores consultados consideram que o País já sofreu com o impeachment de Dilma, cassada em agosto do ano passado, e uma eventual deposição de Temer do Palácio do Planalto aprofundaria a crise política e causaria um cenário de incertezas.”
Na semana passada, o presidente do TSE Gilmar Mendes concedeu uma entrevista exclusiva à BBC Brasil na qual afirmou acreditar que os colegas de corte não deixariam de julgar a ação contra Temer com rigor, dada sua relevância histórico, por conta da possibilidade de criar um novo cenário de instabilidade.
Gilmar Mendes chegou, inclusive, a lançar a ideia de que Temer seria condenado à cassação, porém, deveria ser considerado um culpado menor porque a cabeça da chapa eleita era Dilma Rousseff, já afastada da presidência. Dessa maneira, disse, Temer poderia manter sua elegebilidade intacta e o Congresso, numa eventual eleição indireta, poderia “reelegê-lo” presidente.
Plantão Brasil
TENSÃO MÁXIMA EM BRASÍLIA: LISTA DE JANOT PODE TER ATÉ 400 NOMES
Brasil 247 - Dois anos depois da primeira "lista do Janot", com a primeira leva de pedidos de abertura de inquéritos da Lava Jato no Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, prepara-se para enviar à corte nesta segunda ou terça a segunda edição da lista. Dessa vez, muito mais extensa e atingindo diretamente o núcleo de poder em Brasília.
Serão cerca de 80 pedidos de abertura de inquérito contra a cúpula do governo Temer, parlamentares do governo e da oposição e até ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Procuradores da República passaram o domingo na sede da PGR, em Brasília, revisando os últimos detalhes do material, sob supervisão de Janot. A intenção é enviar os documentos ao STF ainda hoje ou, no máximo, amanhã.
As informações são de reportagem de Carolina Brígido e Jailton de Carvalho em O Globo.
"Um dos inquéritos traz indícios de que a Odebrecht deu propina ao PMDB, depois de acertar os valores em um jantar no Palácio do Jaburu, em 2014, com presenças de Michel Temer e do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Temer, no entanto, deve ficar fora do processo. A Constituição Federal impede que o presidente da República seja investigado por fatos ocorridos antes do mandato. Mesmo sem Temer no inquérito, o fato será investigado no STF. Isso porque Padilha, um dos suspeitos, tem direito ao foro especial. O depoimento voluntário de José Yunes, ex-assessor e amigo de Temer, vai ser incluído nas investigações. Ele disse que recebeu do doleiro Lúcio Funaro um envelope, e a entrega teria sido solicitada por Padilha. Yunes também disse que, depois do episódio, contou tudo a Temer.
Se Temer vai ser poupado da investigação, como ocorreu com a então presidente Dilma Rousseff na primeira versão da lista de Janot em 2015, o mesmo não ocorrerá com Padilha; com o líder do governo no Senado Romero Jucá (PMDB-RR); e com aliados de peso do governo como o senador Aécio Neves, todos citados nas delações da Odebrecht. O ministro da secretaria-geral da presidência, Moreira Franco, também foi citado nas delações, mas ainda não está claro se estará entre os investigados.
A nova edição da Lava-Jato no STF será uma espécie de caixa de Pandora aberta. Em delação premiada, 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht deram detalhes de como era feito o pagamento de propina a integrantes do PMDB, PSDB e PT — os três partidos protagonistas da política brasileira nos últimos anos. Mas há ainda denúncias para atingir outros partidos. Foram prestados cerca de 950 depoimentos, todos em vídeo. Os advogados dos delatores já pediram ao tribunal que mantenha as imagens sob sigilo, para preservar os clientes. A decisão caberá ao relator da Lava-Jato, ministro Edson Fachin."
Daesh da sus últimos coletazos en la Ciudad Vieja de Mosul
Las fuerzas iraquíes se enfrentan a una dura resistencia de los francotiradores y las rondas de mortero de los terroristas de Daesh en la parte occidental de Mosul.
Las fuerzas iraquíes se enfrentan a la dura resistencia de los francotiradores y las rondas de mortero de los terroristas de la banda extremista EIIL (Daesh, en árabe) en la parte occidental de Mosul, han indicado este lunes fuentes militares iraquíes.
A pesar de esto y del mal tiempo, las unidades de élite de las Fuerzas de Respuesta Rápida de Irak, en el marco de su campaña para retomar la parte occidental de Mosul, se encuentran ya a tan solo 100 metros del Puente de Hierro que, atravesando el río Tigris, conecta la Ciudad Vieja con el lado oriental de la urbe.
Los terroristas, aunque en desventaja, están desesperados y en sus últimas. Es también por ese motivo que la Policía Federal y las mencionadas unidades de élite, que durante el fin de semana se adentraron en la zona de Bab al-Tob en la Ciudad Vieja, han tenido que frenar sus ataques.
"Debido al mal tiempo lluvioso, las operaciones se han detenido por ahora, estamos enfrentando una dura resistencia por parte de los miembros de Daesh con disparos de francotiradores y morteros", ha declarado un oficial de la unidad de élite iraquí a la agencia de noticias británica Reuters.
Un comunicado militar ha indicado esta jornada que las tropas iraquíes del Servicio de Contraterrorismo de Irak (CTS, por sus siglas en inglés) lograron recuperar el distrito de Al-Nafut en el oeste de Mosul.
La captura del Puente de Hierro significaría que las fuerzas iraquíes controlan tres de los cinco puentes que atraviesan el río Tigris entre el este y el oeste de Mosul, todos ellos dañados tanto por los terroristas de Daesh como por ataques aéreos realizados por Estados Unidos.
La parte oriental de Mosul fue liberada el pasado mes de enero, tres meses después del comienzo de una gran ofensiva para liberar la totalidad de esta urbe. El 50 % del oeste de la ciudad de Mosul ya está liberadas de los extremistas de Daesh.
snr/ctl/rba/nal/HispanTv
Macri sobre el escándalo del Correo Argentino: “Ahí me equivoqué”
El presidente argentino, Mauricio Macri dice que estaba al tanto del escándalo del Correo Argentino y admite su equivocación.
En una entrevista con el programa argentino La Cornisa, Macri habló el domingo sobre las denuncias de corrupción que han caído sobre él desde que asumió la Presidencia, como el caso de los papeles de Panamá y el acuerdo entre el Estado y la empresa Correo Argentino que involucra a su familia, entre otros.
“Obviamente sabía, por eso asumo mi parte y por eso pedí disculpas. Yo sabía que existe un conflicto hace 12 años”, respondió el mandatario argentino.
En un primer momento, desde el Gobierno sostenían que no le habían informado sobre los términos del acuerdo con el Correo Argentino.
Sin embargo, luego Oscar Aguad, ministro de Comunicaciones, puso en duda esa versión durante una exposición en el Congreso cuando afirmó que era muy probable que el presidente argentino supiera de este caso.
El acuerdo del Estado con el Correo Argentino ha sido uno de los escándalos que más ha afectado negativamente la imagen de Mauricio Macri, pero finalmente tuvo que reconocer abiertamente. “Ahí me equivoqué”, lamentó el jefe de Estado.
“Lo sabía desde siempre. Por eso dije, dado que en la Argentina nadie tiene un cheque en blanco y la gente tiene derecho a desconfiar, por muchos años de mentira, de corrupción, que tenía que haber previsto un mecanismo especial", admitió Macri.
Una semana después de que estallara el escándalo sobre la condonación de una millonaria deuda de Correo Argentino a su familia Macri, en un intento de zanjar la polémica, ordenó dar marcha atrás al acuerdo.
tmv/ctl/rba/nal/HispanTv
Noticiero de la RPD Corea
Vocero de MINREX de RPDC rechaza comunicado de Consejo de Seguridad de ONU
Pyongyang, 8 de marzo (ACNC) -- A la pregunta formulada por un reportero de la ACNC en relación con que EE.UU. y sus satélites intentan cuestionar el entrenamiento de lanzamiento de cohetes balísticos del Ejército Popular de Corea, el portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores de la República Popular Democrática de Corea dio el día 8 la siguiente respuesta:
El reciente disparo de cohetes balísticos de las unidades artilleras Hwasong de las fuerzas estratégicas del EPC es el ejercicio normal del ejército coreano para frustrar rotundamente las cada vez más crecientes maniobras de guerra nuclear de EE.UU. y otras fuerzas hostiles y para defender con honor la seguridad de la patria y la nación.
Ahora, EE.UU. y los títeres surcoreanos libraron al fin y al cabo los ejercicios conjuntos militares para dar el golpe preventivo nuclear contra la RPDC perturbando la paz y la estabilidad de la Península Coreana y llevando la situación al borde de guerra nuclear.
Deviene el legítimo derecho autodefensivo de un Estado soberano mantener el estado de alerta de acuerdo con la demanda de la situación tan aguda que puede convertirse en cualquier momento en la guerra real y fortalecer por todos los medios el poderoso disuasivo para aniquilar despiadadamente a los agresores.
Pero, EE.UU. y otras fuerzas hostiles desarrollaron abiertamente los ejercicios de guerra real para dar ataque preventivo nuclear a la RPDC movilizando incontables propiedades estratégicas y colosales efectivos, por una parte y por la otra, instigó al Consejo de Seguridad de la ONU a publicar un comunicado acusando descaradamente de una "amenaza" los ejercicios normales del EPC.
Rechazamos totalmente el comunicado del CS de la ONU que violó flagrantemente el derecho de autodefensa de un Estado soberano.
La sociedad internacional evalúa unánimemente que el simulacro nuclear de gran envergadura de EE.UU. y los títeres surcoreanos es la causa raigal que hace a la RPDC a tomar las medidas superintransigentes.
Ya hemos aclarado en varias ocasiones la peligrosidad de los ejercicios conjuntos militares que destruyen la paz y la estabilidad de la Península Coreana y agravan la situación de la región de la región y, esta vez también, hemos acusado al respecto ante el CS de la ONU.
La actitud del CS de la ONU que se tomarán respecto a la acusación de la RPDC y el movimiento malsano de EE.UU. y sus satélites servirá del motivo para mostrar claramente ante la sociedad internacional el hecho de que esa organización internacional, que tiene como su misión el aseguramiento de la paz y la seguridad internacionales, cumple o no con su responsabilidad asumida.
Como ya aclarado, nuestro ejército exterminará totalmente con los cañones Hwasong cargados con ojivas nucleares todas las bases principales de la agresión y la provocación, si EE.UU. y los títeres surcoreanos lanzan siquiera una chispa pequeña contra el territorio donde se ejerce la soberanía de la RPDC, de manera que defenderá confiablemente la seguridad de la patria y la felicidad del pueblo.
Salvaguardemos sin falta con nuestra fuerza propia la paz y la seguridad de nuestro Estado y contribuiremos activamente a la preservación de la paz y la estabilidad del mundo.
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Vocero de fuerzas estratégicas de EPC defiende entrenamiento de lanzamiento de cohete balístico
Pyongyang, 9 de marzo (ACNC) -- Ahora, los Estados Unidos y sus fuerzas seguidoras se portan rabiosamente con respecto al entrenamiento de disparo de cohetes balísticos de las unidades artilleras Hwasong de las fuerzas estratégicas del Ejército Popular de Corea realizado el pasado día 6.
Por otra parte, el Consejo de Seguridad de la ONU, instigado por EE.UU., Japón y los títeres surcoreanos, volvió a abandonar la justicia e imparcialidad internacionales y publicó hasta un comunicado que cuestiona el entrenamiento como una "amenaza" y "violación de resolución".
En su nota publicada el día 9, el vocero de las fuerzas estratégicas del EPC señala que en este mundo no hay ni un país, cuyo ejército encargado de la defensa estatal desarrollara el adiestramiento bajo la autoridad de la ONU y de acuerdo con los artículos de convenciones internacionales, y prosigue:
Resulta muy absurda la insistencia en que el entrenamiento de lanzamiento de cohetes del EPC constituye una amenaza a la paz y la seguridad del mundo.
La RPDC no reconoció ninguna vez las "resoluciones" ilegales inventadas por EE.UU. y sus satélites.
Deviene un proceder muy anormal el hecho de que el entrenamiento normal y justo del EPC para la defensa de la soberanía se cuestionara por los agresores y provocadores que se entregan con frenesí al simulacro de guerra nuclear de gran envergadura para la agresión a la RPDC introduciendo en gran cantidad los medios de golpe nuclear en la Península Coreana y su contorno.
Sin prestar oídos a las tonterías de los agresores, las fuerzas estratégicas de la RPDC se armarán más perfectamente con los cohetes superprecisos e inteligentes del estilo coreano y perfeccionarán más sus métodos de ataque de cohetes.
EE.UU. y los títeres surcoreanos deben tener bien presente de la advertencia de la RPDC de que nuestros cohetes Hwasong cargados de ojivas nucleares exterminarán completamente los bastiones de agresión y provocación si ellos lancen una chispa contra el territorio de la RPDC.
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CNCDP denuncia tentativas de títeres surcoreanos por la ubicación de THAAD
Pyongyang, 9 de marzo (ACNC) -- El Comité Nacional Coreano por la Defensa de la Paz (CNCDP) hizo pública el día 9 una declaración condenando a la banda de traidores surcoreanos que realizan a fuerza la ubicación temprana de THAAD pese a la fuerte oposición y protesta dentro y fuera del país.
Obligados ante la demanda bandidesca de su amo norteamericano, los títeres se entregan al emplazamiento de THAAD, lo que constituye el intolerable acto para convertir el suelo surcoreano en la perenne base avanzada de guerra nuclear para la realización de la estrategia de EE.UU. de dominar la región de Asia y el Pacífico, en el campo de guerra de las potencias y en la base de homicidio para dañar a la misma nación y deviene un acto de poner en peligro la paz y la seguridad de la Península Coreana y la región, subraya la nota y prosigue:
Sabiendas a que el THAAD y otros sistemas antimisiles son inútiles ante los sofisticados cohetes balísticos de la RPDC, los títeres chismean que la ubicación de THAAD es una "medida para hacer frente a la amenaza de misiles del Norte", lo que no pasa de ser una absurda sofistería para engañar las opiniones públicas internas y externas.
El intento de EE.UU. de emplazar a toda costa el THAAD en el Sur de Corea es el producto de su premeditada artimaña para introducir a los títeres surcoreanos en el sistema global antimisiles contra las potencias periféricas.
Debido a la imprudencia de los títeres surcoreanos que sin tener en consideración el destino nacional maniobran para emplazar el THAAD, se empeora más con el paso de los días la situación de la Península Coreana y la región y se acerca como una amenaza real la crisis de guerra nuclear.
Es muy natural que los países periféricos expongan la profunda preocupación por el respecto y tomen las contramedidas multilaterales.
Deben ser castigados sin falta y pagar el precio merecido los títeres surcoreanos que pese a la reiterada advertencia interna y externa crean amenazas a la seguridad y los intereses de la RPDC y los países periféricos obedeciendo ciegamente a la ambición agresiva de EE.UU.
Por más que se lancen a la ubicación de THAAD siendo el lacayo bélico de EE.UU., los títeres surcoreanos se afrontarán con la más fuerte protesta y medidas de venganza dentro y fuera del país y la población surcoreana será la víctima directa del disturbio y la consecuencia que se emanen de ello.
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Portavoz del CRC llama a la lucha contra la horda de satánicos
Pyongyang, 10 de marzo (ACNC) -- El vocero del Consejo de Religiosos de Corea publicó el día 10 una declaración denunciando a los Estados Unidos y los belicistas títeres surcoreanos que intentan imponer los desastres de guerra nuclear a la nación coreana.
Como ya trascendidos, pese a la fuerte protesta de los nacionales y extranjeros, EE.UU. y los belicistas surcoreanos iniciaron el día primero los ejercicios militares conjuntos de carácter agresivo contra la República Popular Democrática de Corea que durarán casi dos meses, revela la nota y continúa:
La guerra nuclear, que se desate en la Península Coreana, se extenderá en un instante a la termonuclear de alcance global para no hablar del Nordeste Asiático y causará las consecuencias catastróficas.
En nombre de todos los religiosos de la República Popular Democrática de Corea, el Consejo de Religiosos de Corea condena categóricamente los entrenamientos bélicos EE.UU.-Sur de Corea calificándolos de desafío frontal y acto criminal que impide la paz y reunificación de la Península Coreana y la mejora de relaciones íntercoreanas y amenaza la paz y seguridad del mundo y la subsistencia de la humanidad.
Es el propósito principal de la religión y la misión de los creyentes aspirar a la bondad, castigar el mal y defender la justicia y la paz.
Ahora es cuando todos los religiosos del Norte, el Sur y en ultramar deben levantarse como un solo hombre en la sagrada lucha por echar en las Calderas de Pedro Botero a la horda de los malvados que amenazan con el arma nuclear el espacio de existencia de la nación.
El CRC exhorta a todos los religiosos del Norte, el Sur y en ultramar a incorporarse en la sagrada lucha por castigar a la horda de satánicos que quieren hacer sufrir los desastres nucleares a la nación desafiando frontalmente a la aspiración de todos los compatriotas a la reconciliación y unidad nacionales, la paz y la reunificación.
Al mismo tiempo, expresa la esperanza de que todos los religiosos del mundo y sus entidades, que toman por su ideal el amor, la justicia y la paz, envíen el apoyo total y la solidaridad a la justa lucha del pueblo coreano contra la provocación de guerra nuclear de EE.UU. y los belicistas surcoreanos y por la defensa de la paz de la Península Coreana y el resto del mundo.
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"Corte Constitucional" del Sur de Corea sentencia la dimisión de Park Geun-hye
Pyongyang, 10 de marzo (ACNC) -- Según trascendidos en Seúl, la "Corte Constitucional" del Sur de Corea sentenció el día 10 la dimisión de Park Geun-hye en medio de la enérgica lucha multitudinaria del pueblo surcoreano por destituirla.
Al cabo de la investigación de juicio de 3 meses sobre la moción de dimisión de Park, aprobada el 9 de diciembre del año pasado en la "Asamblea Nacional", la Corte Constitucional decidió este día la dimisión con el consentimiento unánime de 8 jueces.
Así, Park fue depuesta del cargo "presidencial" cuando le falta un año para cumplir su mandato y será sometida a la pesquisa intensa como delincuente común.
sábado, 11 de março de 2017
Israel não quer vitória do regime Assad e pede mais apoio aos terroristas
O governo de Israel está preocupado com uma vitória do regime Assad na Síria. Para os líderes israelenses uma vitória de Bashar Al-Assad seria uma vitória dos seus aliados – e inimigos de Israel – Irã e Hezbollah, segundo artigo do portal israelense Haaretz.
O subtítulo do artigo expõe: “A intervenção russa tem pendido a balança, e Jerusalém está preocupada com uma vitória do regime (Assad), o que bem seria uma vitória do Irã. Para evitar isso, as autoridades israelenses acreditam que o Ocidente deve intervir em favor dos rebeldes moderados (terroristas).”
Este apelo claro para que os países ocidentais ajudem os terroristas que estão na Síria revelam muito sobre o estado sionista que busca perpetuar o conflito e aproveitar um vácuo que seria deixado com a balcanização da Síria para aumentar seu próprio território, construindo assim a tão sonhada Grande Israel, um território que iria do rio Nilo ao Eufrates.
Além da vitória Síria significar o adiamento do sonho da Grande Israel outros pontos levantados pelo artigo são que uma vitória de Assad significaria também uma vitória dos seus aliados Irã e Hezbollah. Em segundo lugar, apesar dos fortes bombardeios russos e confrontos internos em suas fileiras, a oposição síria (terrorista) está longe de ser vencida, dando ainda esperança para uma reabilitação que pode vir com ajuda dos aliados de Israel e por fim que o Ocidente deve despertar da sua passividade e tente enviar de fato uma ajudar militar para – o que as autoridades israelenses descrevem como uma espécie de terceira força – os rebeldes sunitas menos extremistas e para as milícias curdas, para que eles, também fiquem contra o regime, bem como contra o Estado Islâmico.
Lembrando que a Rússia já cooptou os curdos para lutarem ao seu lado e inclusive os ajudam com armamento, como mostrou o Panorama Livre, em 26 de janeiro.
Sobre os rebeldes sunitas “menos extremistas”, esses estão atualmente escondidos em Aleppo que é reduto do Estado Islâmico. Israel tenta de uma maneira discreta e falha pedir ajuda para que os terroristas financiados pelo ocidente recebam uma ajuda de exércitos nacionais – algo que pode ocorrer por exemplo caso Turquia e Arábia Saudita invadam a Síria.
Em outubro de 2015, o presidente russo Vladimir Putin mandou um recado aos aliados de Israel perguntando a seus líderes se eles sabiam diferenciar um rebelde moderado de um não-moderado.
Naturalmente, nada disto é novo. Em dezembro, o ministro da defesa de Israel, Moshe Ya’alon, não escondeu quem Israel apoia na Síria – “Parece-me, que nós, Israel, estamos no mesmo campo dos sunitas”.
E não vamos esquecer outra famosa pérola de Moshe Ya’alon: “Na Síria, o Estado Islâmico é preferível ao Irã”.
Outra declaração que reforça o desejo israelense de perpetuar a guerra na Síria foi dada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu ao afirmar dia 22 de janeiro, em Davos – Suíça, que a solução mais benigna para a Síria seria a sua balcanização.
Panorama Livre
DILMA: ELEIÇÃO JÁ COMEÇOU E VOU LUTAR PARA QUE LULA POSSA CONCORRER
Brasil 247 – Deposta pelo golpe parlamentar de 2016, a presidente eleita Dilma Rousseff concedeu entrevista à TV pública da Suíça e falou sobre o cenário político brasileiro.
Segundo ela, "a eleição de 2018 já começou" e a oposição trabalha para inabilitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no tapetão.
“Eu não vou voltar à presidência. Eu vou continuar fazendo política todos os dias de minha vida. De agora até 2018, quero assegurar que o Brasil tenha um encontro correto com a democracia. E que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa concorrer”, afirmou.
Dilma foi recebida pelo diretor máximo da Organização Internacional do Trabalho, Guy Rider, o que demonstra que, para parte da comunidade internacional, ela ainda é vista como a presidente legítima do Brasil.
Na visita, ela também recebeu lideranças parlamentares da Suíça. De lá, ela parte para Portugal, onde participa de um seminário sobre neoliberalismo, promovido pela Fundação José Saramago.
TEMER TENTA FATURAR TRANSPOSIÇÃO E LEVA ‘FORA, TEMER’ NA PARAÍBA
Brasil 247 – Tentando faturar com a inauguração da obra da Transposição do Rio São Francisco, Michel Temer foi recebido nesta sexta-feira 10 pelos paraibanos de Monteiro com um protesto pedindo, com faixas, cartazes e gritos, sua saída da região e do governo.
“Em seis anos do governo da presidenta Dilma, ele (Temer) nunca veio à Paraíba para tratar sobre a transposição. Queremos mostrar para todos que ele não tem legitimidade para inaugurar essa obra”, disse o coordenador do movimento que liderou o protesto e integrante da UJS, Maílson Lima.
O peemedebista viajou à Paraíba para inaugurar o Eixo Leste da obra. Já acostumado a responder sobre protestos que têm ele como alvo, sempre lembrando que isso é sinal da democracia em que vivemos, Temer ironizou nesta sexta: “Como eles estão no sol, no fim do dia eu tenho certeza de que vão se banhar com as águas da Transposição”.
“Eles são meus amigos e isso é a revelação mais clara da democracia que estamos vivendo. No mesmo momento em que estamos trazendo uma grande obra, do outro lado fazem um protesto”, completou.
Em entrevista ao jornalista Jorge Bastos Moreno, Temer se recusou a reconhecer que a transposição é uma obra histórica iniciada no governo Lula e executada em sua maior parte no governo Dilma Rousseff, deposta pelo golpe em 2016, apesar do reconhecimento da população de que os petistas que a realizaram.
“Ninguém pode ter a paternidade das obras de transposição”, disse ele. “Não quero a paternidade dessa obra. Ninguém pode tê-la. Ela é do povo brasileiro e nordestino porque foram vocês que pagaram os impostos que nos permitiram fazer essa obra”.
Asssita o vídeo: http://content.jwplatform.com/previews/lX0UCxYg-WLGkjbVJ
Bashar Al Assad espera que a guerra na Síria termine em 2017
O presidente sírio Bashar Assad não considera útil a presença militar norte-americana no seu país.
Ele divulgou a sua opinião relativamente à luta contra o terrorismo.
Segundo Assad, Damasco nunca deu permissão para a presença militar dos EUA na área da cidade de Manbij.
Os Estados Unidos implantaram um pequeno número de tropas adicionais na área da cidade como parte da nova missão que tem como objetivo a reafirmação e a dissuasão, informou no briefing de 6 de março o representante do Departamento de Defesa dos EUA, capitão Jeff Davis.
"Nós levamos a cabo ações visíveis de implementação de forças dos EUA, como integrantes da coalizão, em Manbij e nos arredores para reafirmar e dissuadir as partes [do conflito] de atacar outras partes para além do próprio ISIS [Daesh, o grupo terrorista proibido na Rússia]", disse.
Comentando a declaração do militar norte-americano, o presidente sírio divulgou neste sábado (11) que a única força que combate o Daesh de forma eficaz na Síria é a Rússia.
As declarações de Assad foram feitas durante uma entrevista à TV chinesa, publicada pela agência SANA.
Na mesma entrevista o líder sírio disse que espera que a guerra no seu país acabe em 2017.
A guerra no país dura há seis anos com as tropas do governo sírio combatendo contra vários grupos de oposição e organizações terroristas, inclusive a Frente Fatah al-Sham e o Daesh.
HispanTv
China construye Armada de ‘primera clase’ para afrontar enemigos
Un avión de combate chino J-15 despega del portaaviones Liaoning durante maniobras militares en el mar de China Meridional, 2 de enero de 2017.
China construye una Armada de ‘primera clase’ que interceptará ‘aviones que violenten’ su espacio aéreo, según informan fuentes militares chinas.
“Interceptaremos cualquier avión que violente nuestro espacio aéreo y seguiremos a cada buque militar en áreas bajo nuestra responsabilidad", dijo el viernes Wang Weiming, alto funcionario de la Armada china, citado por la agencia de noticias Xinhua.
En declaraciones realizadas en el marco de la sesión anual de la Asamblea Popular Nacional de China, Wang hizo hincapié en la importancia de que los soldados de marina chinos estén preparados ante cualquier contingencia: “deben permanecer vigilantes y ser capaces de manejar emergencias en todo momento".
Asimismo, confirmó que se está acelerando el desarrollo de la Armada, así como el incremento de la flota de destructores y buques navales, e intensificando las patrullas aéreas y marítimas.
Además, la cadena estatal de televisión CCTV informó el jueves que el primer cazabombardero furtivo chino, el Chengdu J-20, y más armamento nuevo de alto nivel pasaron a estar al servicio de las Fuerzas Aéreas chinas.
De acuerdo con un informe publicado el pasado 14 de febrero por el Instituto Internacional de Estudios Estratégicos (IISS, por sus siglas en inglés), China "posee actualmente sus propios canales de investigación, desarrollo y construcción" de armamento e invierte a gran escala en barcos y submarinos.
En el año 2016, el gigante asiático presentó un gran número de sistemas militares avanzados, entre ellos los misiles Dongfeng DF-16, capaces de alcanzar las bases de EE.UU. en Japón. También, en enero del presente año, probó el misil intercontinental DF-5C, equipado con 10 ojivas.
A lo largo del año pasado, crecieron las tensiones entre Pekín y Washington debido a los polémicos posicionamientos del actual presidente estadounidense, Donald Trump, respecto a China.
Medios estatales chinos han advertido, en reiteradas ocasiones, del surgimiento de un inminente enfrentamiento entre China y el EE.UU. de Trump. Dichas fuentes, mientras aseguran que el país asiático está totalmente listo para una ‘guerra verdadera’ con su rival norteamericano, llaman a las autoridades chinas a aumentar su arsenal nuclear y mejorar su capacidad de disuasión.
mep/anz/hnb/msf/HispanTv
Trump a Abás: Es hora de llegar a un pacto con Israel
El presidente de estadounidense, Donald Trump, invita a su par palestino, Mahmud Abás, a Washington, pues considera que ‘es hora de llegar a un pacto’ con Israel.
Según un comunicado emitido por la Casa Blanca, el presidente de EE.UU. mantuvo el viernes una llamada telefónica con Abás, en la que abordó el proceso de paz palestino-israelí y resaltó la necesidad de lograr un pacto entre las partes.
“El presidente (Trump) manifestó su convicción personal de que la paz es posible y que es hora de llegar a un pacto que, subrayó, no solo debe traer la paz y la seguridad a los israelíes y los palestinos, sino que también favorecerá a la región y al mundo entero”, reza la nota.
Para el inquilino de la Casa Blanca, añade el texto, el tratado de paz debe ser negociado directamente por ambas partes y “EE.UU. trabajará estrechamente con los líderes palestinos e israelíes para conseguirlo”, sin imposición alguna.
Al final, Trump invitó a Abás, presidente de la Autoridad Nacional Palestina (ANP), a visitar Washington (capital estadounidense) “en un futuro cercano”.
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El caso Odebrecht, una bomba de relojería para la estabilidad regional, 'en la mira' de RT y TeleSUR
En esta nueva edición del programa 'En la Mira', RT y TeleSUR desgranan el oscuro caso de corrupción de la constructora brasileña Odebrecht, que ya ha salpicado a algunos presidentes latinoamericanos.
Naciones como Brasil, Argentina, México, Ecuador, Perú, Venezuela, Colombia, Mozambique o Angola tienen algo en común: todas están salpicadas por el caso Odebrecht, uno de los mayores entramados de corrupción en la historia de Latinoamérica, cuyo alcance es, de momento, incalculable: 800 millones de dólares provenientes de la constructora brasileña Odebrecht repartidos en sobornos y dádivas para grandes proyectos de construcción e incluso campañas presidenciales.
Parece salido del guion de una película, pero sus protagonistas son empresarios, políticos, presidentes y expresidentes reales. Los detalles de estas confesiones aún se mantienen bajo secreto de sumario y amenazan con desatar un huracán político aún mayor cuando se hagan públicos.
Construir el abismo
En diciembre del 2016 el Departamento de Justicia de EE.UU. puso al descubierto el mecanismo secreto de lavado de dinero empleado, una especie de departamento para los sobornos que, sistemáticamente, pagó cientos de millones de dólares en coimas. Para evitar el rastreo del dinero usaban compañías off shore y empresas falsas.
Aunque el documento que publicó la Fiscalía estadounidense no especifica los nombres de los implicados, en varias naciones sudamericanas ya son muchos los que podrían sufrir las consecuencias de este escándalo. Las sospechas recaen sobre los expresidentes peruanos Alejandro Toledo y Ollanta Humala, sobre distintos funcionarios de los gobiernos de Argentina y hasta sobre el presidente de Colombia, Juan Manuel Santos y el mandatario brasileño, Michel Temer.
¿Hasta qué punto podrían estar implicados los diferentes gobiernos en este asunto? RT y TeleSUR desgranan las claves de este oscuro caso que ha dejado obras arquitectónicas canceladas, proyectos de transporte urbano detenidos y un sinfín de perjuicios que ensombrecen ahora la vida de las decenas de miles de ciudadanos.
Actualidad RT
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