O ator Elija Wood expôs a verdade sobre a pedofilia em Hollywood, alegando que toda a indústria hollywoodiana é dominada por um círculo de pedófilos blindado por ligações com a elite em Washington, D.C.
O ator de 35 anos de idade disse que Hollywood está inserida num escândalo de abusos sexuais que envolve "figuras muito poderosas", protegidas por conexões políticas "direto com figuras do topo".
Elijah, que fez sua primeira atuação no filme "De Volta Para o Futuro II", com apenas oito anos de idade, disse que teve sorte em ser protegido pela mãe quando foram para Hollywood, já que ela não permitia que ele fosse nos tipos de festas frequentadas por pedófilos, onde eles aliciavam atores jovens.
Corey Feldman, que também começou a carreira ainda na infância, descreveu como ele mesmo e seu melhor amigo, Corey Haim, foram molestados por "velhos com bastante poder", que aliciavam crianças cercando-as como "abutres" em festas organizadas pelas elites de Tinsel Town. Feldman atribui o alcoolismo, o vício em drogas e a morte do amigo ao abuso sofrido por ele na infância.
Elija Wood alega que o escândalo de Hollywood está numa escala similar ao de Jimmy Savile no Reino Unido, no qual a ex-estrela de TV, que teve uma relação próxima com a Família Real britânica, não só foi um pedófilo em série (que literalmente abusou de centenas de crianças), mas que também aliciava crianças para grupos de pedófilos.
"Todos vocês cresceram perto de Savile - Jesus, isso deve ter sido devastador", disse ele ao The Sunday Times. "Claramente, alguma coisa maior estava acontecendo em Hollywood; isso tudo foi organizado".
"Há um monte de víboras nessa indústria, gente que só têm os próprios interesses em mente", declarou o ator. "Há uma escuridão no ventre - se você conseguir imaginar isso, é porque isso provavelmente aconteceu". Na semana passada, centenas de prisões foram efetuadas ao longo da Califórnia, numa grande operação contra a pedofilia para enfraquecer o tráfico humano.
Apesar de parecer que as autoridades estão tomando uma posição ativa contra o tráfico e abuso infantis, alguns temem que as "figuras poderosas" que estão no topo da cadeia desse escândalo de pedofilia permaneçam intocáveis.
Wood disse que o abuso prevalece porque as vítimas não conseguem falar tão alto quanto aqueles que estão no poder. "Essa é a tragédia de tentar revelar o que está acontecendo com pessoas inocentes", disse ele. "Eles podem até ser esmagados, mas as vidas dessas pessoas foram irreparavelmente prejudicadas".
Anne Henry, cofundadora da Bizparents, uma organização criada para ajudar jovens atores, alega que Hollywood está abrigando "100 pedófilos ativos" e que uma "tsunami de acusações" está se formando.
Neon Nettle
quinta-feira, 9 de março de 2017
Mísseis da Coreia do Norte chegam cada vez mais perto do Japão
Os mísseis balísticos lançados pela Coreia do Norte na segunda-feira (9) atingiram uma zona do mar próxima do Japão, relata a mídia.
Na segunda-feira, o Departamento de Defesa dos EUA confirmou que a Coreia do Norte realizou vários lançamentos de mísseis balísticos de médio alcance.
De quatro mísseis, três caíram a 300-350 quilômetros da prefeitura de Akita, no noroeste da principal ilha japonesa de Honshu; um míssil atingiu um local a cerca de 200 quilômetros da prefeitura, a distância mais próxima do Japão na história dos lançamentos de mísseis norte-coreanos, disse a emissora NHK nesta quinta-feira citando uma fonte do governo.
O ministro da Defesa japonês, Tomomi Inada, disse na quinta-feira, em conexão com os lançamentos de mísseis, que seu país não exclui nenhuma medida de resposta dentro do quadro legal internacional.
Analistas internacionais afirmam que os objetivos dos testes balísticos da Coreia do Norte não seriam atingir cidades japonesas, mas sim as bases militares norte-americanas existentes no Japão para neutralizar ataques à Coreia do Norte.
A Coreia do Sul divulgou nota à imprensa informando que ampliou a lista de produtos proibidos para exportação para a Coreia do Norte após os novos lançamentos de mísseis de Pyongyang, de acordo com a mídia sul-coreana. E mais: "Os produtos proibidos podem ser usados na produção de armas nucleares e em programas de mísseis". Ora, estão chamando os leitores de idiotas. Quer dizer então que a Coreia do Sul estava exportando produtos que poderiam ser usados em armas nucleares e programas de mísseis? Mas as duas coréias não estão em guerra desde 1950? O porta-voz da Coreia do Sul divulga não apenas mentiras, mas também informações ridículas.
A mídia ocidental não informa, por exemplo, que a Coreia do Sul conta com 17 bases militares norte-americanas, incluindo algumas com ogivas nucleares, e que desde a Guerra da Coreia os governos dos EUA e Coreia do Sul tem ameaçado e chantageado a Coreia do Norte com exercícios militares fronteiriços anuais. Meses atrás aeronaves norte-americanas sobrevoaram a fronteira entre as coréias transportando bombas atômicas, numa flagrante violação das leis internacionais.
Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia -Coreia do Norte
Reto a OTAN: Rusia instala en secreto misil nuclear ‘prohibido’
Sistema de misil balístico Topol-M del Ejército ruso es movilizado cerca de las fronteras occidentales.
Un alto militar de EE.UU. advierte contra el despliegue de un nuevo misil de crucero terrestre y con capacidad nuclear por parte de Rusia en Europa oriental.
Durante una audiencia de la Comisión de Servicios Armados de la Cámara de Representantes, el vicepresidente del Estado Mayor Conjunto de Estados Unidos, el general Paul J. Selva, acusó el miércoles a Rusia de desplegar un misil crucero que se dispara desde tierra, algo que, agregó, viola “el espíritu e intención” del tratado de armas nucleares.
“Creemos que los rusos lo desplegaron con la intención de representar una amenaza para la OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte) y para las instalaciones dentro de la zona de responsabilidad de la OTAN”, indicó.
Se trata de la primera acusación pública lanzada por parte del Ejército estadounidense sobre el despliegue del misil, un mes después de informes de que señalaban que Rusia había desplegado secretamente en su frontera occidental un misil de crucero SSC-8 (que se dispara desde tierra) que había estado desarrollando y probando durante varios años.
Según Selva, la actuación rusa supone una infracción del Tratado de Fuerzas Nucleares de Rango Intermedio de 1987 (INF, por sus siglas en inglés), por el que se prohíben todos los misiles de crucero con base en tierra con alcance de entre 500 y 5500 kilómetros. El tratado fue un referente en el control de armas durante los últimos años de la Guerra Fría.
Selva agregó que Washington ya había tratado el tema con Moscú, aunque no precisó cuál sería la opción barajada por EE.UU. si las discusiones no dan fruto alguno, según recogió la agencia británica Reuters.
Los comentarios se produjeron días después de que las autoridades rusas hicieran saber que su Ejército había realizado las pruebas de un novedoso misil de largo alcance, además de querer actualizar las fuerzas submarinas y equipar sus sumergibles nucleares con sistemas de misiles de crucero Kalibr.
Rusia siempre ha negado haber violado el tratado, que contribuyó a terminar la Guerra Fría, además, recuerda que sus medidas son una respuesta a las provocadoras maniobras militares conjuntas entre EE.UU. y la Alianza Atlántica cerca de las fronteras occidentales rusas, pues lo considera una amenaza a su seguridad nacional.
mjs/rha/mep/msf/HispanTv
Egipto condena a cadena perpetua a seis israelíes por espionaje
Dos integrantes de las fuerzas de seguridad de Egipto.
Un tribunal egipcio condenó a cadena perpetua a seis israelíes por haber espiado para el régimen de Israel.
Según han informado medios locales, un tribunal de Egipto condenó el miércoles a cadena perpetua a seis israelíes y tres ciudadanos egipcios por cargos de espionaje a favor del régimen de Tel Aviv y proveerle con información clasificada.
La pena a cadena perpetua en Egipto equivale a 25 años de cárcel lo que indica que los acusados —que aun puedan apelar sus sentencias— tendrán que pasar 25 años encarcelados.
Los seis israelíes además de uno de los egipcios acusados no han estado presentes en la corte y fueron sentenciados en ausencia mientras que los otros dos ciudadanos egipcios estuvieron presentes ante el Tribunal Criminal del Norte.
El caso se remonta a 2013, cuando las autoridades egipcias anunciaron haber descubierto una célula de espionaje israelí conocida como la célula Ovadia, por Danny Ovadia, un oficial de inteligencia israelí acusado en el caso.
Los acusados, según las autoridades egipcias, facilitaron a la inteligencia militar israelí información sobre las actividades, puestos militares y mandos centrales del Ejército egipcio en la península del Sinaí.
Además, proveyeron al régimen israelí información sobre túneles y puestos de control en la ciudad de Rafah mientras que recibieron pagos por parte de los agentes israelíes para realizar más tareas de espionaje.
No se trata de la primera vez que El Cairo captura a espías israelíes en su territorio. El 12 de junio de 2011, las fuerzas de seguridad egipcias detuvieron a Ilan Grapel, un israelí-estadounidense, acusado de espionaje y de estar vinculado con los servicios de inteligencia del régimen de Israel y de Estados Unidos.
Entre los cargos contra Grapel figuran reclutar a agentes y vigilar todo el proceso de transición tras el derrocamiento del exdictador Hosni Mubarak, así como incitar conflictos religiosos entre musulmanes y coptos en Egipto.
hgn/rha/mep/msf/HispanTv
Socialistas de EEUU ante ataque a Aporrea: "Buscan silenciar una importante voz de la izquierda latinoamericana"
La Organización Socialista Internacional (International Socialist Organization - ISO), uno de los principales grupos marxistas de EE.UU., emitió hoy un comunicado a través de su periódico Socialist Worker, en solidaridad con Aporrea tras los sostenidos ataques informáticos que sacaron a este medio de la Internet durante varios días el mes pasado.
Para la ISO, editores de la revista International Socialist Review y organizadores de la conferencia anual Socialismo 2017, "los ataques a Aporrea vienen en el contexto internacional de una guerra contra periodistas y denunciantes-delatores, y de abierta hostilidad hacia la prensa por el gobierno de Donald Trump".
"Una prensa libre -independiente y crítica de los estados y actores corporativos- está en riesgo en países de todo el mundo. Las voces genuinas de la izquierda como Aporrea son especialmente vitales hoy en día," reza el comunicado que reproducimos a continuación (traducción de Aporrea).
Solidaridad con Aporrea.org
En febrero, el sitio web venezolano de izquierda Aporrea.org estuvo bajo intenso y sostenido ataque cibernético por parte de fuentes desconocidas que cuentan con los recursos para montar un asalto sofisticado, lo que causó que el sitio fuera de línea por varios días. El 22 de febrero, Aporrea emitió un comunicado detallando lo que sabe sobre este ataque a los medios alternativos.
Las organizaciones de izquierda de todo el mundo han respondido expresando su apoyo a este importante recurso para la lucha en Venezuela y más allá. Acá, la Organización Socialista Internacional suma su voz con un mensaje de solidaridad contra los ciberataques.
A lo largo de las últimas semanas, el sitio web izquierdista venezolano Aporrea.org ha sido objeto de varios ataques cibernéticos, lo que lo ha llevado fuera de línea durante cinco días. Debido a los ataques, Aporrea no sólo fue forzada fuera de línea, sino que también enfrentó graves reveses económicos, ya que tuvo que cambiar de redes y comprar un nuevo y caro servicio de protección de red.
Aunque todavía no está claro quién está detrás de estos ataques, su magnitud sugiere que fue coordinada por entidades respaldadas por poder, dinero y recursos significativos, muy probablemente por aquellos que más se beneficiarían silenciando a la agencia de noticias revolucionaria, independiente y crítica. Según una declaración de Aporrea: "Es lógico pensar, y así se nota, que muchas de las antipatías hacia Aporrea, provengan de los ámbitos de la corrupción incrustada en los aparatos del Estado Burgués de nuestra Venezuela, aún sujeta al sistema capitalista, y de personajes que optaron por el ejercicio de estilos despóticos en reemplazo de la democracia socialista".
Aporrea.org es un sitio independiente e independiente donde se expresan las inquietudes y críticas de los movimientos populares, movimientos sociales y corrientes políticas de la Revolución Bolivariana. El sitio fue creado en 2002 para enfrentar el golpe que derrocó a Hugo Chávez durante dos días antes de ser revertido, así como para abrir canales de expresión para los movimientos sociales venezolanos.
Durante los últimos 15 años, Aporrea ha sido un espacio democrático y crítico para las noticias, el análisis y el debate para la izquierda. Es un espacio donde los campesinos, los estudiantes, las organizaciones comunales, las organizaciones sociales, los que participan en luchas obreras y los militantes en diversas corrientes políticas pueden publicar sus documentos, artículos y experiencias para su discusión y debate.
En muchos sentidos, el sitio funciona como una agencia de noticias para las luchas de los movimientos en Venezuela. Promedio de cerca de 100.000 visitas por día y más de 3 millones de visitas por mes, siendo un 40 por ciento internacionales.
Los ataques a Aporrea vienen en el contexto internacional de una guerra contra periodistas y denunciantes, y abierta hostilidad hacia la prensa por el gobierno de Donald Trump. Una prensa libre -independiente y crítica de los estados y actores corporativos- está en riesgo en países de todo el mundo. Las voces genuinas de la izquierda como Aporrea son especialmente vitales hoy en día.
La Organización Socialista Internacional se solidariza con Aporrea contra estos intentos de silenciar una de las voces críticas más importantes de la izquierda en América Latina.
8 de marzo de 2017
EEUU: Atacan en Seattle restaurante 'Arepa' por exhibir la bandera de Venezuela
A Felix Valderrama le han robado tres veces la bandera venezolana que adorna Arepa, el pequeño restaurante del que es copropietario en Seattle.
No pasaron 24 horas de la toma de posesión de Donald Trump cuando el restaurante Arepa del venezolano Félix Valderrama en Seattle recibió el primero de tres ataques: una mujer arrancó la bandera que exhibía afuera y les pidió que se largaran de Estados Unidos.
Los otros dos ocurrieron con una semana de diferencia. En uno arrancaron la bandera con todo y asta, y en el tercero una mujer se limitó a gritarles a los propietarios que se prepararan para ser expulsados.
"Estaba abriendo el restaurante como a las 10 y media de la mañana y pasó una mujer que me dijo que gracias a Dios Trump había llegado y que teníamos que hacer las maletas porque no hacíamos ningún bien en este país".
Esta mujer no tiene nada que ver con la primera, aunque el discurso fue similar, afirmó Félix Valderrama quien vive en Estados Unidos desde abril de 1999.
"Nos dijo que nos largáramos de aquí, que no hacíamos falta en este país".
Trump llegó al poder con un fuerte discurso anti-inmigrantes y amenazó con deportar a 11 millones de indocumentados, así como construir un muro en la frontera con México.
"Y el presidente habla de odio tan libremente que la gente cree ahora que tiene licencia para decir cualquier cosa".
Aporrea
Trump: "EE.UU. no tolerará provocaciones de la Armada iraní"
Según el portavoz de la Casa Blanca, Sean Spicer, Trump asegura que EE.UU. no tolerará provocaciones por parte de la Armada iraní.
El presidente de EE.UU., Donald Trump, ha asegurado que EE.UU. no va a tolerar "las acciones provocadoras" por parte de la Armada iraní, según ha informado este miércoles el portavoz de la Casa Blanca, Sean Spicer, en una rueda de prensa.
El comentario del mandatario está vinculado con el incidente ocurrido el pasado sábado en el estrecho de Ormuz, cuando un buque de la Armada de EE.UU. fue obligado a cambiar de rumbo después de que se le acercaran embarcaciones iraníes. Spicer ha indicado que Trump fue informado del incidente de inmediato.
Este martes se supo que varias lanchas rápidas de ataque del Cuerpo de la Guardia Revolucionaria de Irán se acercaron a un buque de la Armada de EE.UU., obligándolo a cambiar de rumbo. Según un funcionario estadounidense cuyo nombre no trascendió y que fue citado por Reuters, los navíos iraníes se acercaron a una distancia de 548 metros del barco de seguimiento USNS Invincible y se detuvieron.
Según el informante, el buque estadounidense navegaba acompañado por tres barcos de la Armada Real Británica. Además, el funcionario afirmó que hubo intentos de comunicarse por radio con los navíos iraníes, pero no hubo respuesta y la interacción fue "insegura y poco profesional".
Actualidad RT
quarta-feira, 8 de março de 2017
O BRASIL ESTÁ SUMINDO E VOCÊ AINDA NÃO ENTENDEU O GOLPE? E QUANDO ECLODIR UMA GUERRA CIVIL, VOCÊ LUTARÁ COM PANELAS?
Pedro Augusto Pinho*
Uma investigação, seja no romance policial, num problema de família ou numa briga política, sempre começa com a pergunta: a quem interessa? Vamos procurar identificar a quem interessa o esfacelamento do Brasil e quais as forças e agentes que atuaram e atuam para que isto ocorra.
Em primeiro lugar, a não ser que seus neurônios também tenham sumido, já está claro que o combate à corrupção era apenas um modo de congregar os trouxas, os oportunistas e aqueles segregacionistas e excludentes que tem horror à democracia e aos direitos iguais para todo ser humano.
Se o caro leitor não passou desta fase, terá mais dificuldade para entender as razões do golpe de 2016.
O mundo neste século XXI tem um poder que domina não só a economia e as finanças, mas a política, a sociedade e os estados. Chama-se sistema financeiro, que abreviadamente designo banca.
A banca tem dois objetivos permanentes: se apropriar dos ganhos de todos os segmentos econômicos e promover a concentração de renda. Tem também um grande inimigo: o nacionalismo e o controle estatal das riquezas.
Para isso, a banca desenvolveu uma ideologia: a globalização; e ressuscitou um princípio econômico do século XVIII, muito em uso no século XIX, o liberalismo econômico, agora batizado de neoliberalismo. Não ficava coerente para uma ideologia do futuro fundar-se em teoria do passado.
A campanha de divulgação destas farsas foi intensa desde os anos 1970 até a supremacia atingida pela banca no final do século XX. O meio utilizado para o crescimento foram as denominadas crises – crise do México, crise do sistema monetário europeu, crise da bolha da internet etc. A cada crise um setor da economia ou um país passava ao controle da banca. Sempre usando o velho método de poder do liberalismo: a dívida.
O Brasil sob Fernando Henrique Cardoso (FHC) foi governado pela banca. Alienou riquezas minerais, gerou dívidas e só não entregou a Petrobrás para a banca porque ainda havia militares nacionalistas que se opuseram.
No Governo Lula, pela primeira vez desde o Império, o Brasil não teve dívida externa e, ainda, descobriu a maior reserva de petróleo dos últimos 30 anos, possibilitando rever a legislação entreguista de FHC, colocando esta enorme e estratégica riqueza nas mãos da Petrobrás. Também com esta descoberta o País passou a ser autossuficiente em petróleo. A banca passou ao ataque e criou a corrupção como questão ética e não uma política de estado, como ocorria na Alemanha, na Holanda, no Reino Unido e outros países europeus, onde o suborno de suas empresas nos países do terceiro mundo era dedutível do Imposto de Renda.
A banca passa a usar o arsenal de espionagem e corrupção dos Estados Unidos da América (EUA), que ela dominava desde Ronald Reagan, para planejar, treinar e organizar o golpe no Brasil.
Antes de nomear os diversos atores do golpe no Brasil, vamos definir melhor quem é a banca. São menos de meia centena de famílias que controlam em torno de 30% a 40% das movimentações financeiras no mundo: as famílias reais inglesa e holandesa, os Rothschild, os Rockfeller, os Mellon, os Vanderbilt, os DuPont entre outras.
A crise de 2008 consolidou o poder da banca sobre os EUA. Assim, foram colocados para o golpe no Brasil o Departamento de Estado e a Agência Central de Inteligência, a notabilíssima CIA, e todo um sistema de espionagem que levou a Presidente Dilma a cancelar uma viagem aos EUA.
Este complexo bélico treinou membros do judiciário brasileiro – magistrados e promotores – sendo o mais conhecido agente o juiz Sergio Moro. Também chantageou Ministros do Supremo Tribunal Federal – ou o Dias Toffoli sempre pensou igual ao tucano Gilmar Mendes? – fechando um circuito jurisdicional para o golpe, o que era, até então, inédito no Brasil.
Como principal instrumento da preparação golpista estavam as 14 famílias que controlam quase a totalidade da mídia no País, com destaque especial para os irmãos Marinho, cujo sistema de comunicação sempre esteve ativo para as desinformações, fraudes e campanhas que objetivassem destruir a soberania brasileira.
Também pelo suborno ou pela chantagem, diversos empresários, como o rentista Presidente da FIESP, Paulo Skaf, passaram a trabalhar para o golpe que teve seu momento mais significativo no dia 17 de abril de 2016, quando um verdadeiro festival de cinismo, hipocrisia, mentiras comandado por Eduardo Cunha e seus 140 deputados previamente corrompidos, aprovaram um pífio pedido de impeachment da Presidente Dilma Rousseff.
Agora, em menos de 12 meses, o Brasil se esfacela. Seus recursos naturais, minérios, petróleo, água são colocados num cesto de saldo para os compradores estrangeiros; a base de lançamento de foguetes em Alcântara passa para o controle dos EUA, o próprio território nacional está a venda para estrangeiros interessados sem qualquer contrapartida.
E a política econômica da banca já atinge 20 milhões de desempregados e subempregados avançando num ritmo crescente. Os salários, que não sejam de Parlamentares, do Judiciário, do Ministério Público e de áreas Policiais escolhidas, estão em queda acentuada.
As pessoas, mesmo coxinhas batedores de panela, se perguntam onde iremos parar, quando o PIB recua 3,6%. A esta altura a corrupção foi esquecida pois todos os membros deste governo, na ativa ou licenciados ou escondidos, estão envolvidos em ganhos ilícitos, contas no exterior e até em tráfico de drogas – olhem os “helicocas” e a fazenda paulista do Chanceler – e crimes contra pessoa. Nem há ética pessoal nem moral num Estado que compra apoio da imprensa, das empresas de telefonia e de energia elétrica com o seu, o meu, o nosso rico dinheirinho. E depois destes milhões lançados ao léu ainda querem mais arrocho nos direitos dos pobres, olha o SUS que não recebe há dois meses remédios para doenças incuráveis, e mais impostos (!).
Assombra-me, pessoalmente, a apatia das forças armadas. Quando se tratava de combater o comunismo, com o suporte estadunidense, pareciam verdadeiras feras, denodados militantes, mas para combater a banca não se vê o mesmo ímpeto, o mesmo brio.
Tenho a convicção que a banca deseja a guerra civil, que eliminará a pressão demográfica e facilitará seu estabelecimento repressivo. Mas ainda espero que prevaleça o interesse democrático, da mudança pelo voto, como está sendo possível na Bolívia, no Equador, na Venezuela e em breve voltará na Argentina, embora a corrupção da banca também atue nestes países.
*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado - Pátria Latina
Malásia cerca embaixada da Coreia do Norte
A polícia da Malásia cercou o edifício da embaixada da Coreia do Norte em Kuala Lumpur, relata a agência Reuters, citando o vice-ministro do Interior malaio.
O escândalo diplomático entre a Coreia do Norte e Malásia teve início depois da morte do suposto Kim Chol – irmão mais velho do líder norte-coreano Kim Jong-un. Até o momento, passados 20 dias da morte do norte-coreano que viajava com passaporte diplomático da Coreia do Norte, o corpo não foi devolvido aos familiares, revelando que o governo malaio - um dos mais corruptos da Ásia - está ligado a mais essa trama diabólica.
Anteriormente, a Coreia do Norte proibiu que os cidadãos malaios deixassem seu território. Como resposta, a Malásia tomou a mesma decisão com relação aos cidadãos do país norte-coreano. O primeiro-ministro da Malásia convocou uma sessão urgente do Conselho da Segurança. O embaixador da Coreia do Norte já conseguiu deixar a Malásia depois de ser considerado persona non grata.
É relatado que funcionários da embaixada não podem sair do edifício. "Estamos tentando identificar todos os funcionários da embaixada, que estão dentro do prédio", a agência Reuters cita o vice-ministro do Interior.
Mais anteriormente, o chefe da Polícia da Malásia declarou que três cidadãos da Coreia do Norte, que são procurados pelo assassinato de Kim Jong-nam, estão escondidos na embaixada da Coreia do Norte em Kuala Lumpur. A afirmação é falsa. Na verdade, os acusados estiveram diversas vezes na Coreia do Sul antes da ação praticada na Malásia, revelando que seriam ligados ao serviço secreto da Coreia do Sul.
Em 13 de fevereiro, um homem, que supostamente seria o irmão do líder norte-coreano, viajava com um passaporte usando nome diferente: no documento, ele se apresentava como Kim Chol, e no aeroporto internacional de Kuala Lumpur acabou assassinado por duas mulheres que usaram uma substância tóxica denominada VX, uma arma de destruição em massa, com uso impossível em ações desse tipo por causar a morte de centenas ou milhares de pessoas.
A polícia malasiana "descobriu" que a substância química era uma das proibidas pela Convenção sobre as Armas Químicas e mesmo classificada como arma de destruição em massa pelas Nações Unidas. Entretanto, a "descoberta" da polícia malaia é mentirosa e infantil, porque se fosse verdade todas as pessoas que se encontravam no aeroporto de Kuala Lampur teriam sido mortas pela arma química encontrada pelos malaios, afinal, basta uma gota da substância VX para envenenar centenas ou milhares de pessoas. Imaginem um pano embebido no produto: seria uma tragédia com milhares de mortos - o que não aconteceu, por motivos óbvios: foi tudo uma armação. Kim Chol teria morrido por ataque cardíaco dentro da ambulância que o transportava até o hospital, mas as autoridades malaias, aliadas ao governo norte-americano, criaram um roteiro de ficção para tentar justificar perante a opinião pública mundial mais uma estória para denegrir a imagem da RPD Coreia - Coreia do Norte.
Redação
BACHA BAZI: O DRAMA DE MENINOS AFEGÃOS SEQUESTRADOS, ABUSADOS E FORÇADOS A SE VESTIREM DE MULHER
Eles são atraídos na rua, sequestrados ou comprados por homens ricos que os forçam a dançar vestidos de mulher para satisfazer suas necessidades sexuais. São os Bacha Bazi, “os meninos para brincadeiras”, vítimas de um tipo de pedofilia ainda tolerada no Afeganistão.
No governo Taliban esse tipo de pedofilia era punida com a morte, tendo sido eliminada. Com a volta das tropas norte-americanas, a prática passou a ser tolerada e protegida pelos militares norte-americanos como forma de destruir moralmente a sociedade e quebrar a resistência.
Mas, pela primeira vez, as autoridades locais estão pensando em introduzir sanções rigorosas contra esta prática, generalizada, especialmente no sul do país. Os meninos com idades entre oito e catorze anos, são forçados a usar roupas de mulheres, cantar e dançar em festas para entreter homens adultos.
Literalmente Bacha Bazi significa “meninos para brincar", mas o seu significado verdadeiro é brinquedos nas mãos de pessoas sem escrúpulos - pedófilos - que atraem crianças e adolescentes nas ruas ou em orfanatos, ou as compram de suas próprias famílias, por conta da extrema pobreza em que vivem.
Agora, o Código Penal afegão deve finalmente tipificar o crime com penas de sete anos de prisão por agressão sexual à sentença de morte por abuso de mais de um menino.
Todo o capítulo sobre a criminalização do Bacha Bazi já deverá estar em vigor nestes mês de março. Um passo significativo, até porque as próprias vítimas não poderão ser processadas pela lei contra a prostituição ou com a acusação de homossexualidade (ambos considerados crimes no Afeganistão).
As autoridades locais asseguram que a nova legislação não deixa espaço para brechas, e que a entrada em vigor das formas de escravidão sexual e de incitação à prostituição infantil serão severamente punidas.
Quem são essas pessoas que tiram vantagem de crianças inocentes?
Comandantes de polícia, militares, políticos e membros de famílias muito ricas. Manter um Bacha Bazi é símbolo de bem-estar, os meninos são escravos da propriedade, vestidos com roupas de mulher, maquiagem e tudo o mais.
Até então, ninguém tinha tido a coragem de se opor contra eles, nem mesmo as famílias das vítimas, pobres demais e submetidas a uma condição paradoxal e repugnante denunciada em 2010 pelo jornalista Najibullah Quraishi no documentário "The dancing boy of Afghanistan".
Por outro lado, em um país devastado por décadas de guerra, violências deste tipo sequer são consideradas e são ainda alimentadas nas áreas controladas pelo Talibã.
De fato, pode acontecer que os próprios Talibãs atraiam crianças para treinar e, uma vez na casa dos senhores ricos, estas sejam também forçadas a se tornarem “crianças-bomba”.
Uma submissão total porque nenhum dos bacha teriam a coragem de denunciar o seu carrasco, e a razão disso é muito simples: eles poderiam ser acusados de homossexualidade, um crime também punível com a pena de morte.
Aos 18 anos os Bacha Bazi são liberados, mas depois de anos de violência que marcaram suas vidas para sempre, o futuro deles é de exclusão social e discriminação.
GreenMe
Irán confirma martirio de más de 2 mil defensores en Irak y Siria
Cientos de personas asisten en la ciudad occidental de Kermanshah, en Irán, al funeral de un defensor de los santuarios sagrados que cayó mártir en Alepo (Siria), 23 de enero de 2017.
Irán ratificó el martirio de unos 2100 ‘defensores de los santuarios sagrados’, nombre con el que se llama a quienes luchan contra los terroristas en Irak y Siria.
“Unos 2100 personas han sido martirizadas hasta ahora en Irak o en otros lugares donde defienden los santuarios sagrados”, aseveró el martes el presidente de la Fundación de Mártires y Veteranos iraníes, Mohamad Ali Shahidi.
Así, el titular del país persa confirmó el número de los asesores militares iraníes quienes desde el comienzo de los conflictos en Irak y Siria han perdido la vida en sus combates para preservar la seguridad de Irán, de la región y del Islam y hacer frente a la agresión o profanación de los terroristas contra los santos lugares de los musulmanes.
En una conferencia celebrada en Teherán (capital) sobre la cultura del martirio, Shahidi indicó que en general, desde antes de la Revolución Islámica hasta la fecha, han caído mártires unos 230 mil militares iraníes en defensa de los valores y la seguridad del país persa.
En el mismo sentido, uno de los legisladores de la Asamblea Consultiva Islámica de Irán (Mayles) agradeció en la misma jornada del martes el papel que desempeñan los defensores de los santuarios sagrados en la seguridad del país: "Los defensores lucharon contra Daesh (acrónimo en árabe de la banda terrorista EIIL) en otros países para que podamos vivir en Irán sin problemas".
Durante los ocho años de Defensa Sagrada (Guerra impuesta por el exrégimen baasista de Irak contra Irán entre 1980-88) luchábamos por defender nuestros territorios por patriotismo, pero ahora los defensores combaten en Irak y Siria por la seguridad de la zona, anotó el parlamentario Mohamad Yavad Abtahi.
Desde el comienzo de la crisis siria en 2011 y la de Irak en 2014, Irán ha proporcionado asesoramiento militar y ayuda humanitaria a estos dos países, los cuales han agradecido en reiteradas oportunidades a Teherán. Según el general de división Yahya Rahim Safavi, asesor del Líder de la Revolución Islámica en Asuntos Militares, si no fuera por Irán, los terroristas habrían ocupado Damasco y Bagdad.
bhr/ktg/hgn/msf/HispanTv
Vídeo: Cuerpos de terroristas abatidos por Ejército sirio en Alepo
Las Fuerzas Tigre, unidad de las fuerzas especiales del Ejército sirio, abaten a varios terroristas del grupo EIIL (Daesh, en árabe) en el este de Alepo.
Durante sus combates para avanzar hacia la orilla occidental del río Éufrates, las fuerzas de élite de Siria han eliminado este martes a un gran número de extremistas de Daesh en el pueblo de Ashini, a las afueras de la ciudad de Deir Hafer, feudo principal del EIIL en el este de la gobernación de Alepo, según un vídeo subido a Internet por medios locales.
Las Fuerzas Tigre de Siria, en sus operaciones antiterroristas, también se han hecho con el control de cinco aldeas situadas a las afueras de Deir Hafer, de acuerdo con la información publicada por el portal Web sirio Al-Masdar News.
Además, el opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH) ha anunciado este martes que las fuerzas sirias y sus aliados han avanzado hasta los alrededores de la localidad de Al-Jafsa, en la orilla occidental del Éufrates, donde se encuentra una instalación de bombeo que suministra agua a Alepo.
“El Ejército sirio, apoyado por combatientes del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) y la Aviación rusa, se está acercando a la zona de Al Jafsa, donde se encuentran las plantas de tratamiento y bombeo de agua, así como al aeropuerto militar Al-Jarrah”, ha precisado el OSDH.
La principal planta de suministro de agua de Alepo lleva parada desde hace casi dos meses y los residentes de la ciudad actualmente dependen de pozos o de la compra de agua.
Señalemos que la propia ciudad de Alepo fue liberada de manos de los grupos terroristas a finales de diciembre de 2016 y está controlada por las fuerzas gubernamentales sirias.
Estas grandes y exitosas operaciones de las fuerzas de élite sirias se suman a los incesantes avances diarios en diferentes puntos del territorio sirio con el fin de erradicar el terrorismo y acabar con la crisis de más de seis años que atraviesa el país árabe.
mkh/anz/fdd/rba/HispanTv
Un convoy estadounidense fuertemente armado entra en Manbij, en el norte de Siria
EE.UU. ha aumentado su presencia en la zona donde la situación parece explosiva por el intercambio del fuego entre kurdos y turcos así como por la presencia de militares sirios y de la oposición armada.
La agencia Ruptly ha publicado un video en el que aparece un convoy de vehículos fuertemente armados con la bandera estadounidense entrando en la ciudad de Manbij, en la provincia de Alepo, en el norte de Siria.
Videos similares han estado circulado en las redes desde finales de la semana pasada, y el portavoz de la coalición de EE.UU. contra el Estado Islámico, el coronel John L. Dorrian, ha confirmado el aumento de la presencia de militares estadounidenses en esa región, donde, aparte del Estado Islámico (EI), se encuentran militares kurdos, sirios, turcos y grupos armados de la oposición entrenados por EE.UU.
La coalición internacional "ha tomado esta acción deliberadamente para alentar a los miembros de la coalición y a sus aliados a detener la agresión y a mantener el foco en la derrota del EI", comentó el portavoz a través de su Twitter.
En otro tuit, Dorrian agregó que la coalición "ha aumentado la presencia de sus fuerzas" en Manbij sobre todo para asegurarse de que en la ciudad no "hay presencia persistente del YPG", esto es, de la milicia kurda.
El nuevo despliegue de los estadounidenses en Manbij ha sido ostensible, pero el número de militares norteamericanos desplegados en Siria no ha aumentado, según informa el diario 'The New York Times', citando a altos cargos militares.
Situación explosiva
La situación en Manbij es muy inestable desde que la ciudad fuera liberada del EI en verano del 2016 por una coalición de fuerzas interétnicas que incluía a los kurdos.
En agosto de ese mismo año, los militares turcos y sus aliados de la oposición armada siria iniciaron una operación militar en el norte de Siria que buscaba liberar la zona del EI y expulsar a las milicias kurdas de Manbij. En la actualidad, kurdos y turcos intercambian fuego de forma frecuente.
Recientemente, las fuerzas oficiales de Siria se acercaron a la ciudad hasta que se encontraron dentro del alcance de tiro de los grupos armados de la oposición siria apoyados por EE.UU.
Actualidad RT
Assinar:
Comentários (Atom)


















