domingo, 5 de fevereiro de 2017

Presos políticos na Líbia


A Líbia foi atacada, ocupada e saqueada pela quadrilha de ladrões e terroristas chamada OTAN, a serviço do governo dos EUA.

Governantes dos EUA, Inglaterra, França e Itália se uniram para assassinar inocentes na Líbia para roubar petróleo, destruindo a infraestrutura de um país que, sob o governo de Kadafi, construiu o maior IDH da África. A Líbia kadafista tinha saúde, educação, habitação gratuita para todos, e a melhor qualidade de vida para o povo, ultrapassando em muito todos os países árabes e africanos na questão de direitos humanos e conquistas sociais e econômicas para o seu povo.

Para roubar petróleo, potências ocidentais se uniram e utilizaram a OTAN para destruir a infraestrutura do país.

Hoje o país é governado por fantoches a serviço dos inimigos do povo líbio: as potências ocidentais.

Nas prisões líbias hoje estão prisioneiros honrados que se destacaram no governo da Jamahiria Árabe Popular Socialista Líbia. São presos políticos esquecidos pela mídia ocidental - cúmplice na guerra à Líbia. Esquecidos pela Anistia Internacional e pelas Nações Unidas. Mas são heróis perante os olhos dos povos livres.

LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS LÍBIOS!

Mídia ocidental segue defendendo terroristas na Síria e Iraque


A mídia ocidental continua publicando propaganda do Pentágono como se fosse notícia, tentando "dourar a pílula", isto é, transformar terroristas ensandecidos em seres humanos sensíveis e comoventes.

A foto publicada hoje em diversos jornais ocidentais é um primor de maniqueísmo. Nela um terrorista idoso acaricia um cão abandonado, e ressalta que "O grupo (de oposição, e não terrorista sic) Jaysh al-Islam "enfrenta o governo sírio e o Estado Islâmico". Uma graça. Apenas esqueceram de escrever que o grupo mostrado como rebelde moderado é uma filial da Al Qaeda, mas, afinal, para que os leitores ocidentais - estupidificados por uma imprensa cínica e mercenária - precisam saber desse detalhe?

A nota enviada pelo Pentágono às agências de notícias norte-americanas que repassam para mídia mercenária é a seguinte:

Pausa para um carinho

Mahmoud Al-Khatib, soldado do Jaysh al-Islam, faz carinho em um cachorro nos arredores de Damasco. O Jaysh al-Islam é um grupo rebelde que enfrenta tanto o governo sírio quanto o Estado Islâmico (EI).

John Pilger: EUA caçam guerra mundial no entorno da Rússia


Uma guerra mundial se aproxima

Com os postos avançados da OTAN localizados no Leste Europeu e nos Bálcãs, o último amortecedor que faz fronteira com a Rússia está sendo dividido.

John Pilger, no Counterpunch, via Carta Maior

Porque toleramos a ameaça de uma nova Guerra Mundial? Porque permitimos mentiras que justificam esse risco? A escala da nossa doutrinação, escreveu Harold Pinter, é um “brilhante, até espirituoso e altamente bem sucedido ato de hipnose,” como se a verdade “nunca tivesse acontecido mesmo quando está acontecendo.”

Todo ano o historiador americano William Blum publica seu “sumário atualizado do relatório da polícia externa dos EUA” o qual mostra que, desde 1945, os EUA tentaram derrubar mais de 50 governos, muitos democraticamente eleitos; interferiu grossamente nas eleições de 30 países; bombardeou a civilização de 30 países; usou armas químicas e biológicas; e tentou assassinar líderes internacionais.

Em vários casos a Inglaterra colaborou. O nível do sofrimento humano, não só criminalmente falando, não é muito conhecido no Oeste, mesmo com a presença da comunicação mais avançada do mundo e do jornalismo mais ‘livre.’ Que as maiores vítimas do terrorismo – nosso terrorismo – são muçulmanos, é um fato.

Que o jihadismo extremo, que levou ao 11/9, foi nutrido como uma arma da polícia Anglo-Americana (Operação Ciclone no Afeganistão) é suprimido. Em abril o departamento de Estado dos EUA notou que, seguindo a campanha da OTAN em 2011, “Líbia se tornou um refúgio para os terroristas.”

O nome do “nosso” inimigo mudou com o passar dos anos, de comunismo para Islamismo, mas geralmente é qualquer sociedade independente do poder ocidental e que ocupa estrategicamente território útil ou rico em recursos.

Os líderes dessas nações obstrutivas são violentamente postos de lado, como os democratas Muhammad Mossedeq no Irã e Salvador Allende no Chile, ou são mortos como Patrice Lumumba no Congo.

Todos estão sujeitos a uma campanha midiática ocidental que os denigre e os caricatura – como Fidel Castro, Hugo Chávez, agora Vladimir Putin.

O papel de Washington na Ucrânia é diferente somente nas suas consequências para o resto de nós. Pela primeira vez desde os anos de Reagan, os EUA estão ameaçando iniciar uma guerra. Com os postos avançados da OTAN no Leste Europeu e nos Bálcãs, o último “amortecedor” que faz fronteira com a Rússia está sendo dividido. Nós do Ocidente estamos apoiando os neonazistas em um país onde os nazistas ucranianos apoiaram Hitler.

Tendo arquitetado o golpe em Fevereiro contra o governo eleito democraticamente em Kiev, o confisco da histórica e legítima base naval de águas mornas Russa na Criméia, falhou. Os Russos se defenderam como fizeram contra qualquer ameaça e invasão vindos do oeste por quase um século.

Mas o cerco militar da OTAN acelerou, junto com os ataques americanos orquestrados aos russos étnicos na Ucrânia. Se Putin pode ser provocado até pedir auxílio, seu papel pré-ordenado de ‘alheio’ vai justificar uma guerrilha coordenada pela OTAN que, provavelmente, vai cair em próprio território russo.

Ao invés, Putin frustrou o partido da guerra quando estava procurando acomodação com Washington e a União Européia, retirando tropas da fronteira ucraniana e insistindo para que os russos étnicos ao Leste da Ucrânia abandonassem o referendo da semana.

Essas pessoas que falam russo e os bilíngues – um terço da população ucraniana – tem solicitado há um tempo uma federação democrática que reflita as diversidades étnicas do país e que seja autônoma e independente de Moscou. A maioria não é nem separatista e nem rebelde, somente cidadãos que querem viver seguros em sua pátria.


Como as ruínas do Iraque e do Afeganistão, a Ucrânia se tornou um parque temático da CIA – dirigido pelo diretor da CIA, John Brennan, em Kiev, com ‘unidades especiais’ da CIA e do FBI criando uma ‘estrutura de segurança’ que fiscaliza possíveis ataques aos que se opuseram ao golpe em fevereiro.

Veja os vídeos, leia os relatórios das testemunhas do massacre em Odessa. Bandidos fascistas queimaram a sede do sindicato, matando 41 pessoas que estavam presas dentro. Assista a polícia ficar parada. Um médico disse tentar resgatar as pessoas, “mas fui impedido por nazistas radicais pró-Ucrânia. Um deles me empurrou e disse que logo todos os judeus em Odessa teriam o mesmo destino. Me pergunto porque o mundo está em silêncio”.

Ucranianos que falam Russo estão lutando para sobreviver. Quando Putin anunciou a retirada das tropas russas da fronteira, a secretária de defesa de Kiev – uma das fundadoras do partido fascista Svoboda – alertou que os ataques aos ‘insurgentes’ iriam continuar. De um jeito Orweliano, a propaganda no ocidente inverteu isso para Moscou “tentando orquestrar conflito e provocação,” de acordo com William Hague.

Seu cinismo combina com o ‘parabéns’ nojento de Obama à junta do golpe pela sua ‘memorável repressão’ seguindo o massacre em Odessa. Ilegal e fascista, a junta é descrita por Obama como ‘devidamente eleita.’ O que importa não é a verdade, disse Henry Kissinger uma vez, mas sim o que se percebe como verdade.

Na mídia norte-americana, a atrocidade de Odessa tem sido chamada de ‘sombria’ e ‘tragédia’ na qual ‘nacionalidades’ (neonazistas) atacaram ‘separatistas’ (pessoas que coletavam assinaturas para o referendo na federação Ucraniana).

O Wall Street Journal de Rupert Murdoch condenou as vítimas – “incêndio mortal na Ucrânia foi iniciado por rebeldes, diz Governo.’ As propaganda na Alemanha vem sendo como na Guerra Fria, com o Frankfurter Allgemeine-Zeitung alertando seus leitores da guerra “não declarada” da Rússia. Para os alemães, é uma ironia Putin ser o único líder a condenar a ascensão do fascismo na Europa do século 21.

Um truísmo popular é que “o mundo mudou depois do 11/9”. Mas o que mudou? De acordo com Daniel Ellsberg, um golpe silencioso aconteceu em Washington e quem comanda agora é o militarismo excessivo.

O Pentágono atualmente coordena as ‘operações especiais’ – guerras secretas – em 124 países. Em casa, elevando a pobreza estão os corolários históricos de um estado em guerra perpétua. Adicione o risco de uma guerra nuclear, e a pergunta é: por que toleramos isso?

Corte de apelaciones de EE.UU. rechaza solicitud de Trump sobre la 'prohibición musulmana'


Por el momento el decreto ejecutivo que veta el ingreso a suelo estadounidense de ciudadanos de siete países de mayoría musulmana queda sin efecto.

La Corte de apelaciones de EE.UU. ha denegado este domingo la solicitud del presidente Donald Trump de restablecer su veto temporal al ingreso de ciudadanos de siete países de mayoría musulmana, informa la ABC News.

Este sábado, el Departamento de Justicia de EE.UU. apeló de manera formal la decisión del tribunal de Seattle (Washington) que había dictaminado una orden que dejó sin efecto temporalmente el decreto de inmigración promulgado por Trump.

El departamento había calificado de "escandalosa" la decisión de James Robart, el juez federal que aprobó el bloqueo de la orden presidencial. Por su parte, Trump había asegurado que esta medida sería anulada luego de catalogarla de "ridícula".

¿Y ahora qué?

Por ahora, la 'prohibición musulmana' queda suspendida.

La Corte de apelaciones es la última instancia judicial antes de que el caso acabe en el Tribunal Supremo de Estados Unidos.

El controvertido decreto

El decreto firmado la semana pasada por Trump respecto a las políticas de inmigración prohibía temporalmente el ingreso al país de nacionales de siete países con mayoría musulmana y la recepción de refugiados sirios. La decisión ha desatado protestas en EE.UU. y críticas en el exterior.
EE.UU. ya había revocado más de 100.000 visados estadounidenses durante la primera semana de vigencia del polémico decreto.

Actualidad RT

Pionyang: "Corea del Sur pagará muy cara su política proestadounidense"


El diario oficial del Partido del Trabajo de Corea asegura que "EE.UU. y las fuerzas títeres del Sur no conseguirán contener el desarrollo de Corea del Norte".

Las autoridades surcoreanas "pagarán un precio muy alto por la decisión de continuar llevando a cabo una política proestadounidense", informa el diario oficial del Partido del Trabajo de Corea, 'Rodong Sinmun', citado por TASS. El rotativo ha comentado la reciente visita a Seúl del secretario de Defensa de EE.UU., James Mattis, que se reunió con altos funcionarios de Corea del Sur para discutir la cooperación entre ambos países.

Según apunta el diario, la política proestadounidense de Corea del Sur, que aboga por una cooperación estrecha con EE.UU. en una campaña contra Corea del Norte, muestra "la intención de Seúl de reforzar la confrontación con sus compatriotas del Norte con el apoyo de las fuerzas exteriores".

Sin embargo, advierte 'Rodong Sinmun', "EE.UU. y las fuerzas títeres del Sur no conseguirán contener con sanciones y presión el desarrollo de Corea del Norte, que cuenta con sus propias fuerzas". "Las autoridades de Corea del Sur, que muestran una indiferencia total por el destino de la nación coreana, pagarán un precio muy alto por la política para fortalecer la alianza con EE.UU. y otras fuerzas exteriores", concluye el diario.

Durante su visita a Seúl, el primer viaje al extranjero desde que asumió el cargo, el nuevo jefe del Pentágono Mattis reafirmó la intención de Washington de desplegar el sistema antimisiles THAAD en el país asiático. "Si no fuera por el comportamiento provocativo de Corea del Norte no sería necesario el THAAD", declaró el general.

Actualidad RT

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Terroristas matam com armas alemãs


O porta-voz da Sociedade de Paz Alemã, Jürgen Grässlin, acusou a Alemanha de provocar assassinatos no norte do Iraque por meio de exportações de armas para a região e pela ausência de controles.

De acordo com pesquisas recentes realizadas pelas redes locais NDR e WDR, as armas fornecidas pelos fundos das Forças Armadas Alemãs (Bundeswehr), destinadas às formações curdas de peshmerga (forças armadas do Curdistão iraquiano), são vendidas em mercados clandestinos e finalmente terminam em mãos dos terroristas de Daesh (grupo terrorista conhecido como Estado Islâmico, proibido na Rússia e em vários outros países).

"O governo da Alemanha, em regra, não tem ideia de onde suas armas são realmente fornecidas. A minha pesquisa, com base em materiais de muitos países e viagens ao longo dos últimos 30 anos para regiões em crise e áreas de operações, revelaram que as armas viajam, eles não ficam no lugar para onde são exportadas", explicou o especialista em entrevista à Sputnik.

No entanto, a Bundeswehr já forneceu 2.400 toneladas de armas e munições para o peshmerga curdo, bem como serviços de treinamento militar, que, segundo Grässlin, violam o embargo da ONU sobre exportação de armas em áreas de conflito militar ativo.

O vice-presidente do Die Linke (partido de esquerda com representação no Parlamento Europeu), Tobias Pflüger, afirmou que, com estas ações, a Alemanha viola não só o veto da ONU, mas também várias leis domésticas e as diretivas da UE sobre o assunto.
A Bundeswehr nega a sua responsabilidade e afirma que o governo da região autônoma iraquiana, o Curdistão iraquiano, assumiu o papel de "assegurar o controle do uso correto das armas fornecidas".

"A ideia de controlar o chamado 'destino final de suprimentos' [militares] é inútil… Sabe-se que essas armas surgiram nos mercados do Iraque e da Síria… Uma vez provado que Daesh atira com armas alemãs — ou fornecidas por outros países, será um escândalo. É cumplicidade nos assassinatos, suprimentos que vão para a área de combate… vão acabar nas mãos de organizações terroristas", disse Grässlin, que anteriormente abordou a questão das vendas de armas em um estudo sobre os lucros de Berlim com o equipamento bélico.

Sputnikmews


Ejército sirio expulsa al EI de Campos de Gas de Hayyan, los mayores de Siria


El Ejército sirio (SAA) irrumpió en mañana del viernes en los Campos de Gas Hayyan, atacando a las fuerzas del EI desde el flanco occidental de este sitio situado en el vasto desierto sirio, señaló el sitio Al Masdar News.

Respaldado por los ataques aéreos rusos, la 5ª Legión del Ejército sirio y las Fuerzas del Tigre, junto con Hezbolá, golpearon las defensas del EI en los Campos de Gas de Hayyan hacia las 3 de la mañana forzando a este último a retirarse de varios puntos para evitar ser arrollado.

A pesar de la retirada de los militantes del EI de la parte occidental de los Campos de Gas Hayyan, el Ejército sirio aún no ha entrado en la zona debido a preocupaciones de seguridad.

Los campos de gas Hayyan también fueron incendiados por los terroristas el jueves por la noche después de que el Ejército sirio hiciera su primer empuje más allá del cruce de Jihar.

Mientras que los pozos de gas de Hayyan han sido destruidos por ISIS, esta zona, situada a 40 kilómetros al oeste de Palmira, todavía se considera vital debido a estar situada junto a una cordillera montañosa que se extiende por varios kilómetros.

Los campos de gas de Hayyan son los mayores de Siria. Su pérdida en diciembre fue muy costosa para el gobierno sirio, que ahora parece muy cerca, sin embargo, de liberarlos. Una vez asegurada la zona el gobierno sirio procederá a su reconstrucción.

Al Manar News

O assassinato de Dona Marisa


Renato Rovai em seu blog

A morte de Dona Marisa Letícia não foi natural. Ela foi sendo assassinada aos poucos por um conluio, cujo pilar foi a mídia tradicional com destaque ultraespecial às Organizações Globo, à grande maioria do Judiciário envolvido nas investigações da Lava Jato e a uma classe política corrupta que se lambuzou em acusações sem provas contra ela e sua família.

Dona Marisa Letícia sempre foi uma mulher simples, mas não simplória como alguns idiotas imaginavam.

Fui o primeiro jornalista a entrevistá-la com destaque para uma publicação, ainda em 1989, quando Lula disputava sua primeira eleição presidencial.

Naquele momento, Dona Marisa era motivo de chacota porque o também candidato Paulo Maluf havia dito algo como: o Lula não pode ganhar a eleição porque a Dona Marisa não vai conseguir lavar todas as janelas do Palácio do Planalto.

Na entrevista, evidentemente, toquei no assunto. Dona Marisa riu e respondeu: não tem problema se eu não der conta eu chamo a dona Sylvia para me ajudar. E riu de forma gostosa.

Dona Marisa sempre teve importância fundamental nas decisões que Lula tomava. Quando o bicho pegava, o baiano, como é conhecido no ABC, recorria a ela.

A vida dela nunca foi fácil, mas há gente mais informada para falar sobre isso. Mas nos últimos anos ela foi achincalhada e investigada, junto com Lula e os filhos, como poucos na história do Brasil.

E qual a conclusão das investigações até o momento? Que ela comprou dois pedalinhos para os netos, visitou um apartamento no Guarujá que decidiu não comprar e que ela também fala palavrões.

Aliás, só descobrimos os seus palavrões porque de forma canalha e ilegal, o juiz Sergio Moro permitiu vazamento de uma conversa privada entre ela e seu filho. E a imprensa inteira, com destaque para o Jornal Nacional, usou o áudio a exaustão para constrangê-la e humilhá-la.

Dona Marisa mandava os paneleiros enfiarem as panelas no cu. Aliás, sendo dona Marisa. Porque a galega era assim, direta e reta. Mas sem perder a ternura jamais.

Não fui seu amigo e nem divide intimidade com ela, mas tive a oportunidade de conviver um pouco mais com mais amiúde na campanha de Djalma Bom para prefeitura de São Bernardo do Campo, em 1992. A galega reunia mulheres, organizava caminhadas, discutia panfletos e criticava a campanha. Mas nunca se colocando como a esposa do Lula. Era só a dona Marisa.

Aliás, só a chamo ainda hoje de dona por saber que isso não a incomodava.

O fato é que o Brasil perde hoje uma figura decente, que nunca quis holofotes e que nunca pediu um carguinho em qualquer governo. Que não ficava badalando em colunas sociais, que não usava joias caras, que não fazia pose de intelectual. E que talvez também por tudo isso foi massacrada de forma vil por um bando de canalhas liderados pelas Organizações Globo. E por um juiz que será julgado pela história por ter divulgado um áudio de uma conversa privada desta mulher e que não tinha qualquer relação com o processo que investigava.

Eles podem dizer o que quiserem. Eles podem tentar uma cobertura midiática menos indecorosa. Mas eles não vão poder escapar do óbvio, Dona Marisa foi sendo aos poucos assassinada por essa turma.

Quem é o verdadeiro responsável pela crise no Afeganistão?


Os cidadãos do Afeganistão estão convencidos que são Washington e OTAN quem tem culpa do que acontece no país, como indicou o ex-governador da província de Herat à Sputnik.

Os militares norte-americanos e forças da OTAN, que iniciaram a luta contra o terrorismo em Afeganistão, são considerados como os responsáveis pela crise atual, comunicou à Sputnik Árabe ex-governador da província de Herat Muhammad Yunus Fakur.

"A guerra no nosso país já se trava há muito tempo, mas nenhuma província ainda viu a paz. Além disso, a produção de drogas e contrabando delas não se reduziram e em várias regiões a produção de opiláceos aumentou consideravelmente. O povo afegão tem certeza que a culpa é dos EUA e da OTAN, seja porque não são capazes de acabar com tudo isso, seja por não terem esses objetivos", acrescentou o ex-governador.


Ao mesmo tempo, segundo ele é impossível corrigir tudo retirando as forças dos EUA e da OTAN do território de Afeganistão.
"Nós assinamos o Acordo de Segurança com os EUA, segundo o qual os contingentes militares norte-americanos e da OTAN têm o direito se encontrar no território do Afeganistão", precisou Fakur.

Entretanto, os EUA planejam o deslocamento de tropas suplementares para o Afeganistão.

Sputniknews


Irán advierte a EEUU de que su poder misilístico es irreversible


Asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán, el general de división Yahya Rahim Safavi.

Un alto mando castrense iraní asegura que Irán ha transformado su poderío misilístico en una capacidad defensiva autóctona irreversible.

“Irán ha transformado su poderío misilístico en una capacidad defensiva autóctona irreversible; de hecho, los comentarios de las autoridades estadounidenses al respecto son ilógicas y erróneas”, declaró el viernes el asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán para Asuntos Militares, el general de división Yahya Rahim Safavi.

En este sentido, denunció y criticó el mutismo de Washington sobre las decenas de misiles y ojivas nucleares que posee el régimen de Israel, que ocupa los territorios palestinos y es un régimen criminal, y la matanza de civiles que está llevando a cabo el régimen de los Al Saud en Yemen.

Safavi subrayó, de igual modo, que el poder defensivo y disuasivo de las Fuerzas Armadas de Irán es muy eficiente, y garantiza la seguridad y los intereses nacionales del país persa, además de ser un gran soporte para el poderío de la Revolución Islámica.

Asimismo, reiteró que la doctrina de defensa del país persa es totalmente defensiva y se basa en la disuasión.


“Irán siempre ha velado por la paz y estabilidad sostenibles basadas en la justicia y el respeto mutuo entre los países de la región, y siempre ha avanzado bajo esta línea”, aseveró.

Las declaraciones del general Safavi se producen en reacción a las críticas y advertencias de EE.UU. por el reciente lanzamiento de prueba de un misil balístico realizado por Irán. El miércoles, Michael Flynn, asesor de Seguridad Nacional del presidente de EE.UU., Donald Trump, acusó a Irán de realizar actos provocativos y violar las normativas de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), y señaló que por esa razón su Gobierno pondrá a Irán “bajo aviso”.

El jueves, el ministro iraní de Defensa, el general de brigada Husein Dehqan, describió como “exitosa” la reciente prueba, que, conforme a las autoridades de Teherán, se enmarca en los programas disuasivos con armas convencionales.

Por su parte, el Ministerio iraní de Asuntos Exteriores tildó de ‘sin fundamento’ la advertencia lanzada por el Gobierno de EE.UU. a Irán, al asegurar que la política defensiva de Irán no es negociable bajo ningún concepto.

mep/anz/hnb/msf/HispanTv

‘EEUU busca un mecanismo para agredir a Irán’



EE.UU. vuelve a hablar de sanciones y todas sus opciones contra Irán, el portavoz de la Casa Blanca, afirma que tales pruebas no son una violación directa del pacto.

En una entrevista con la cadena de televisión MSNBC defendió las sanciones contra el país persa, Sean Spicer dijo que el acuerdo nuclear es un buen regalo a los iraníes y que ellos deben apreciarlo en lugar de abusarlo.

Dijo que estas sanciones son un mensaje a Irán para hacerle saber que habrá acciones más severas si continúa lo que está haciendo. Reiteró que la opción militar contra Irán no está fuera de la mesa.

El analista internacional Diego Olivera Evia aborda el tema desde Caracas (Capital de Venezuela) en una entrevista con HispanTV.

akm/msf/HispanTv

Rusia denuncia ‘injerencia destructiva’ en asuntos de Venezuela


La canciller venezolana, Delcy Rodríguez (izqda.), y su par ruso, Serguei Lavrov, antes de reunirse en Moscú (capital de Rusia)

El Ministerio ruso de Asuntos Exteriores ha denunciado este sábado los intentos de ‘injerencia destructiva’ en los asuntos internos de Venezuela.

“Abogamos por resolver los problemas (en Venezuela) en el marco constitucional, sin injerencia destructiva desde fuera”, dice un comunicado de la Cancillería de Rusia.

La nota reconoce la tensión existente en Venezuela en el ámbito socioeconómico y en el de la política interna, y expresa su solidaridad con el pueblo de este “país amigo”, así como su apoyo al “Gobierno legítimo” de Caracas.

Al calificar a Venezuela de ser “uno de los principales socios de Rusia en América Latina y en el escenario internacional”, elogia, asimismo, los esfuerzos de Caracas por fomentar el diálogo nacional con el fin de superar las discrepancias existentes en este país.

A continuación, expresa el apoyo de Rusia a la línea independiente del Gobierno del presidente venezolano, Nicolás Maduro, en la política exterior y reitera que tanto Caracas como Moscú se oponen conjuntamente a los intentos de imponerse por la fuerza en los asuntos internacionales.

“Nos une la defensa consecuente de los principios del multilateralismo, la primacía del derecho internacional, la inadmisibilidad de intromisiones en los asuntos internos de Estados soberanos, el rechazo al uso extraterritorial de las leyes nacionales y a los golpes de Estado como método de cambiar gobiernos”, subraya la misiva.

Aunque no menciona el nombre de ningún país en concreto por las intervenciones en los asuntos internos venezolanos, probablemente se refiera a EE.UU., debido al hecho de que Caracas ha acusado en numerosas ocasiones a Washington de injerir en Venezuela a través de los opositores de este país.

El comunicado ha sido emitido de cara a la visita de la canciller venezolana, Delcy Rodríguez, a Moscú (capital rusa), donde se reunirá el próximo lunes con su homólogo ruso, Serguei Lavrov, para abordar temas relacionados con los ámbitos de la energía, la agricultura y la industria, así como asuntos de la agenda bilateral e internacional.

zss/anz/hnb/msf/HispanTv

Colosal rebaja: EE.UU. compra 90 cazas F-35 de última generación con descuento


Según aseguró el fabricante, la participación en persona del presidente Donald Trump "aceleró las negociaciones y enfocó la atención del pacto en la reducción de precios".

El Gobierno de EE.UU. cerró un contrato con la multinacional aeroespacial y militar Lockheed Martin para la compra de 90 aviones F-35 con una considerable rebaja luego de que el presidente estadounidense, Donald Trump, criticara los elevados costos del programa.

Según informó Bloomberg, las aeronaves serán adquiridas por un valor de 8.500 millones de dólares, una cantidad que en comparación con el anterior contrato firmado supone un ahorro aproximado del 8%, es decir, cerca de 728 millones de dólares. Según Lockheed Martin, la oferta obedece a que el Departamento de Defensa decidió adquirir una mayor cantidad de unidades.

Al respecto Sean Spicer, secretario de prensa de la Casa blanca, aseguró que se trata de "otra gran victoria que el presidente les ha otorgado a los contribuyentes de EE.UU."

El pasado mes de diciembre Trump había asegurado que el programa F-35 "estaba fuera de control" y que miles de millones de dólares podían ser ahorrados en gastos militares y de otro tipo. Por su parte, la multinacional, que en ese entonces había sufrido una importante caída de sus acciones en la bolsa, afirmó esta semana que la participación en persona del mandatario estadounidense "aceleró las negociaciones y enfocó la atención del pacto en la reducción de precios".

Actualidad RT