quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Prisão de Eike é um espetáculo: o palhaço no circo


Fernando Brito - Tijolaço

Eike Batista “fugiu” do país 11 dias depois de expedida uma ordem de prisão contra ele. Fugiu, entre aspas, porque saiu pelo guichê da Polícia Federal no Aeroporto do Galeão, com direito a carimbo e “boa viagem”.

Depois, Eike ficou uns dias “foragido” em Nova York, não se sabe onde, embora ele tivesse um apartamento por lá, de endereço sabido e consabido.

A seguir, Eike Batista vão para o Aeroporto John Kennedy, onde há uma providencial equipe da TV Globo, a quem ele concede entrevista lá dentro da área após o check in.

Não bastasse, um repórter de O Globo compra na hora uma passagem ao lado do ex-empresário – não sei se e quais empresas ele ainda tem – rumo ao Rio, grava um pequeno vídeo a bordo e descreve a noite de sono angelical de Eike.

A programação da Globonews, ontem, se resumiu a Eike: Eike de travesseiro, Eike no camburão, Eike no IML, Eike no Ary Franco, Eike careca, Eike em Bangu 9.

Nos intervalos, o registro da homologação da Odebrecht.

Hoje, de novo, Eike já está prestando depoimento, com direito a cobertura total.

Marcelo Odebrecht deveria ficar com ciúmes de seu desafeto Eike.

Ele só teve direito a prestar depoimento vários dias depois de sua prisão.

Passa do limite de coincidências, não é?

Eike tem o “physique du rôle” para o papel de delator premiadíssimo.

Afinal, quem chegou ao topo do “jet set” representando e levando “no gogó” mídia, governantes e empresários, o que não fará com estes holofotes que já não sonhava ter?

INDIGNAÇÃO CONTRA TRUMP EXPÕE HIPOCRISIA 'LÍBRAL'


Por Moon of Alabama

A indignação "líbral" contra as políticas anunciadas por Trump é de certo modo cômica. Claro que as políticas são ruins, são péssimas. Trump é péssimo. Mas Obama também era péssimo, e da Clinton, essa, então, nem se fala: super péssima. Protestar contra as políticas de um, sem ter protestado quando o outro implementou as mesmas políticas que o um implementa hoje, é arrogância, é falsidade, é querer fazer-se passar pelo que não se é.

Olhe-se pelo ângulo que for, e as políticas de Trump só fazem ampliar ou, no mínimo, simplesmente repetir, políticas de Obama. Os indignados, militantes dessa indignação mais teatral que se vê hoje na TV, sempre engoliram as mesmas propostas, sem uma palavra de protesto.

Ontem, uma ordem executiva de Trump implantou um banimento temporário de portadores de vistos e suspendeu a concessão de vistos a cidadãos de sete países do Oriente Médio: Iraque, Síria, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen. A única coisa que esses países têm em comum é que nenhum dos terroristas que mataram em território dos EUA saiu de algum deles. Os (poucos) terroristas que atacaram dentro dos EUA vieram todos de países do Oriente Médio que não estão nessa lista. Imediatamente depois da ordem de Trump, as mídias sociais e vários jornais puseram-se aos gritos. Gente acorreu aos aeroportos para protestar. As redes de TV lá estavam para 'noticiar' incansavelmente.

Mas não há novidade alguma em cidadãos daqueles países serem alvo de restrições para concessão de vistos, por autoridades dos EUA. Obama implantou essas restrições em 2015 e 2016. A ordem que Trump assinou cita especificamente as leis anteriores. Não nomeia nenhum país. Na verdade o que lá se lê, como alvos das restrições é: "os países designados na Divisão O, Título II, Seção 203 da lei de apropriações já consolidada de 2016 [orig. do the 2016 consolidated appropriations act]."

Mas as restrições dos EUA contra esses países são ainda mais antigas. Segundo o ex-general Clark, fizeram-se planos para fazer guerra contra exatamente os seis países agora listados, já em 2001. Depois o Iêmen foi acrescentado; e o Líbano foi (talvez temporariamente) excluído da lista. Os governos mudam, mas os "inimigos" seletos continuam os mesmos.

Em 2011 Obama parou de processar pedidos de vistos para iraquianos por seis meses. Foi movimento muito semelhante ao de Trump hoje. Alguém ouviu os protestos dos indignados esbulhados em 2001? E em 2011, 2015 e 2016? Só é obsceno quando Trump restringe visitas de alguns seres humanos, vindos de alguns países?
Sim, Trump introduziu suas próprias medidas "ultrajantes" aos gritos e abruptamente. Obama as infiltrou por baixo do tapete e pelos cantos sujos. Mas, até aí, só mudou o marketing. O produto é o mesmo.

Hoje cedo, a CNN 'noticiava' em manchetes: Casa Branca cogita de exigir informações das mídias sociais e contatos dos celulares, de visitantes estrangeiros. QUE INDIGNO! QUE ULTRAJANTE! Como pode Trump pensar em tal invasão de privacidade?! Indignação fake. – Obama já oficializou tudo isso. Os planos para exigir as contas nas mídias sociais, de visitantes estrangeiros já são lei, assinada por Obama outubro de 2016 e a implementação começou em dezembro de 2016. A Casa Branca de Trump chegou atrasada para discutir a questão.

Ontem, Trump também emitiu um memorando para estruturar seu Conselho de Segurança Nacional [ing. National Security Council]. O memorando diz que o Diretor da Inteligência Nacional e o comandante do Alto Comando do Estado-maior das Forças Conjuntas dos EUA" devem participar" [ing. "shall attend" quando pertinente à questão que estiver sendo discutida. Pronto! Outra vez, a mais indignada indignação "líbral". Trump excluiu o Diretor da Inteligência Nacional e o Alto Comando do Estado-maior das Forças Conjuntas dos EUA... do Conselho de Segurança Nacional! E o primeiro secretário da Defesa de Obama declara que foi "erro imenso"!

Mas se se comparam o texto que Trump distribuiu e o texto que Obama distribuiu ao chegar à presidência, vê-se que são praticamente idênticos. Pouca coisa mudou. A cláusula do "devem participar" é exatamente idêntica.

Ontem havia gente outra vez protestando nos aeroportos contra as restrições temporárias de Trump sobre imigrantes. As mídias sociais gotejam indignação contra Trump, por causa disso e de outras questões. A hipocrisia fede aos céus

Onde estão os protestos contra a Lei Patriótica? A exigir que seja imediatamente revogada? Onde estão os protestos antiguerra? Morreram todos, no dia em que Obama chegou à presidência. Nunca mais voltaram à vida, apesar de Obama ter vivido de políticas que, no máximo, são políticas Republicanas light e muito distantes de qualquer ideal progressista. Só liberais fake – que chamo de "líbrals" – poderiam algum dia aceitá-las.

Quando você escolhe Dick Cheney como testemunha a seu favor contra Trump, você já perdeu o pé, a noção e o rumo.

Muitos dos que hoje saem às ruas contra Trump provavelmente festejariam, se Hil-liar(mentirosa)y Clinton tivesse sido eleita e assinasse precisamente as mesma políticas. Nunca viria à mente daqueles protestadores que o sistema incorporado em Trump também está incorporado em Clinton. Por que supõem que devessem ser levados a sério?

Não se observa nenhuma indignação hoje, de nenhum dos "líbrals" norte-americanos e seus veículos, contra os ataques aéreos (fracassados) de militares dos EUA ontem à noite, no Iêmen. A casa rural da família de um líder tribal, amigo de alguns membros iemenitas da al-Qaeda, foi atacada por um comando de Operações Especiais dos EUA. Um helicóptero militar de três rotores dos EUA foi derrubado durante o raid. Um soldado norte-americano foi morto e vários foram feridos. Os comandos norte-americanos reagiram com o pânico de sempre. Mataram todos que viram pela frente e bombardearam além da loucura tudo que havia acima no nível do chão. Segundo fontes iemenitas foram mortos algo entre 30 e 57 iemenitas, dentre os quais oito mulheres e oito crianças (imagens horrendas). Os militares norte-americanos disseram, como sempre dizem, que nenhum civil foi ferido no raid.

Uma das crianças assassinadas era a filha de oito anos de um propagandista da al-Qaeda, Anwar al-Awlaki. (A família atacada é aparentada com a esposa de al-Awlaki.) A menina era cidadã norte-americana. Na presidência de Obama, a CIA já assassinou o pai dela e um de seus irmãos, de 16 anos. Com a ativa ajuda de Obama, os países do Golfo só fazem bombardear e destruir o Iêmen já há quase dois anos. Não se viram manifestações de cidadãos norte-americanos contra essas mortes ou essa guerra.

Fontes iemenitas dizem que pelo menos dois homens foram sequestrados pelos militares norte-americanos. O press-release do Comando Central só dizia que o raid ajudou a "obter inteligência" sobre possíveis atos de terror. Supõe-se que signifique os prisioneiros serão torturados para oferecer a tal "inteligência", mesmo que não saibam de coisa alguma. O governo Obama introduziu novas regras para os militares sobre 'manejo' de prisioneiros. A ONU sentenciou que a aplicação de algumas daquelas regras configura tortura. Os "líbrals" mostrar-se-ão sem dúvida indignadíssimos, no caso de alguma daquelas regras que Obama criou e transformou em tortura legal, ser usada durante o governo Trump.

A indignação hipócrita contra Trump, por coisas que Obama sempre fez é precisamente o que Trump quer e do que mais carece. Assim, ele continua a 'demonstrar' que a mídia e os clintonistas não valem nada. A impressão que deixa, não só aos seus seguidores, é de que seja homem que trabalha muito. 25 shows de indignação, para 25 manchetes, só numa semana?! "Impressionante! Muito mais do que Obama jamais conseguiu!"

Trump já é candidato à reeleição. Quem quiser realmente derrotá-lo, terá de atacá-lo em questões fundamentais. Aí está um problema sério para os "líbrals". Obama e Clinton defendem as mesmas políticas terríveis que Trump hoje repete. Não são de muito barulho, como Trump, e pintam a sujeira com cores mais suaves. Mas a diferença só vai até aí.

Os EUA, como muitos outros países "ocidentais", precisam de políticas fundamentalmente diferentes, para virem a ser sociedade mais justa e mais igualitária. A barulheira que os "líbrals" fazem hoje desperdiça energia, sem dar um passo, que seja, em melhor direção.

EUA vão dificultar vistos para brasileiros


A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil confirmou na tarde desta terça-feira (31) mudanças na emissão de vistos para brasileiros. A principal delas é com relação à isenção de entrevista. Mais cedo uma fonte ouvida pela reportagem disse que as novas medidas já estavam valendo desde ontem.

Antes, pessoas com 16 anos incompletos ou com mais de 66 anos eram isentas da entrevista com o agente consular. A partir de agora, as idades passaram para 14 anos incompletos ou mais de 80 anos, respectivamente.

Essa mudança deve dificultar a vida de muitos brasileiros, já que, agora, para fazer a entrevista será preciso ir a um dos consulados quatro consulados americanos no país --São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília ou Recife.

Outra alteração é com o limite de renovação para um visto expirado, que caiu de quatro anos para um.

As mudanças são efeitos das medidas anunciadas na semana passada pelo presidente Donald Trump, que vetou a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos --Irã, Iraque, Líbia, Somália, Síria, Iêmen e Sudão.

Em 2015, o Brasil assinou um acordo com os Estados Unidos para facilitar a entrada de “viajantes frequentes” brasileiros no território norte-americano. A ideia era que a medida estivesse valendo no primeiro semestre de 2016, o que não acabou correndo.

Na semana passada, o embaixador brasileiro em Washington, Sergio Amaral, disse acreditar que em curto prazo, a concessão de vistos àqueles que fazem visitas frequentes aos EUA, seja a negócios ou para algum tipo de intercâmbio, poderá ser facilitada na gestão Trump.

O programa Global Entry permite a entrada nos EUA sem passar pelas filas de imigração, em casos específicos.
Atualmente, participam do programa Colômbia, Reino Unido, Alemanha, Panamá, Singapura, Coreia do Sul, México e Holanda.

O Brasil é um dos dez países que mais enviam turistas aos Estados Unidos.

Catraca Livre

Argentina: Anuncian hoy un tarifazo en la luz que llegaría al 100% en Buenos Aires


El ministro de Energía, Juan José Aranguren, informará este martes los nuevos precios mayoristas de la electricidad que se aplicarán en todo el país a partir de mañana.

Según lo anunciado por el secretario de Energía Eléctrica, Alejandro Sruoga, en la audiencia pública del 14 de diciembre, el alza promedio será del 71% para hogares y pequeños establecimientos y del 23% para industrias medianas y grandes.

A este incremento hay que sumarle el ajuste en los márgenes que perciben las transportistas y las distribuidoras Edenor y Edes ur por lo cual el alza para hogares y pyme promediaría el 100% en Capital Federal y Gran Buenos Aires, con mayor impacto relativo en las categorías de residenciales de menor consumo, publica el diario Ámbito Financiero.

En el interior, buena parte de las distribuidoras ya aplican aumentos desde enero.

De acuerdo a un estudio del Centro de Economía Política Argentina (CEPA), el aumento promedio para cada categoría es mayor para los sectores de menores ingresos, si se lo mide como proporción del gasto. Así, para el decil 1 (ingresos más bajos), el aumento de la luz representará un incremento del 70% del servicio, lo cual insumirá 2,5 puntos porcentuales más, pasando de 3,8 a 6,5 por ciento de los ingresos promedio de esas familias. Esta estimación es para quienes consuman entre 150 y 300 kilowatts por bimestre. De esta manera, una factura que en 2015 pagaba 155 pesos ahora deberá hacerlo por 265 pesos mensuales.

Eldestapeweb.com

Fuerzas sirias restauran control de puntos estratégicos en Homs


Un soldado del Ejército de Siria posa con la bandera del país para celebrar los avances antiterroristas de las fuerzas de Damasco.

Fuerzas sirias y sus aliados amplían la ventaja y borran la presencia terrorista en el campo este de la provincia de Homs, centro del suelo sirio.

Según informó el martes la agencia siria de noticias SANA, unidades del Ejército sirio apoyados por las fuerzas aliadas restauraron su dominio a todas las colinas en las regiones de Al-Taiyas, Al-Katiba y Al-Mahyura.

Asimismo, agrega la fuente, avanzaron hasta el este de la planta 4 del traslado de petróleo en la zona de Al-Taifur, un punto clave y de mayor importancia tanto para las fuerzas sirias como para la población civil, y con el fin de acelerar la inminente liberación del país prometida por el presidente Bashar al-Asad.

En su adelanto hacia la estratégica encrucijada de Hayyar, en el este de Homs, los soldados sirios destruyeron varias posiciones del grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh, en árabe) al tiempo que derribaron también grandes cantidades de sus equipamientos militares y sus vehículos blindados.

tas/ktg/aaf/msf/HispanTv

Israel se disculpa con México por apoyo de Netanyahu al muro ‎


El régimen de Israel se vio obligado a disculparse de México por el polémico mensaje de Benyamin Netanyahu sobre su apoyo al muro fronterizo de Trump.

Según ha informado en un comunicado la Secretaría de Relaciones Exteriores (SRE) de México, el presidente israelí, Reuven Rivlin, se comunicó telefónicamente el martes con su homólogo mexicano, Enrique Peña Nieto, y le pidió disculpas por el 'tuit' publicado por su primer ministro, Benyamin Netanyahu.

Rivlin "ha ofrecido disculpas" y ha lamentado "el malentendido" causado por este mensaje de Twitter, al tiempo que ha aclarado que "de ninguna manera se pretendió comparar la situación de seguridad en Israel con la de México", reza el comunicado.

Por su parte, agrega el documento, Peña Nieto señaló que el mensaje de premier israelí desconcertó a México, así como a la comunidad judía mexicana y lastimó la relación entre ambos partes.

El pasado sábado, Netanyahu, que necesita asegurarse el respaldo de la nueva Administración norteamericana a sus planes expansionistas, en un tuit secundó la "gran idea" del nuevo presidente Donald Trump de construir un muro que separe a EE.UU. de México.

No obstante, el embajador israelí en México, Jonathan Peled, divulgó el mismo sábado otro tuit, en el cual justificaba el acto de Netanyahu, diciendo que solo buscaba compartir su experiencia en materia de seguridad y no una postura sobre el muro, dado que a su juicio “la situación en la frontera con Palestina es diferente a la de México”.

El polémico mensaje de Netanyahu provocó fuertes reacciones entre las autoridades mexicanas. El canciller mexicano, Luis Videgaray, condenó el lunes el referido tuit y destacó que el apoyo al muro fronterizo de EE.UU. es como ‘una agresión’ a su país.

Por su parte, la Secretaría de Relaciones Exteriores de México pidió al régimen israelí que se disculpara por apoyar el muro de Trump, aduciendo que tales actos promueven el racismo y la xenofobia.

myd/fdd/nii/HispanTv

Magnate amigo de Trump sobre construcción del muro: "Es la cosa más idiota que he visto en mi vida"


Un empresario inmobiliario radicado en Miami rechazó la propuesta del presidente estadounidense de participar de la construcción del muro en la frontera con México. Además cuestionó duramente la iniciativa.

Jorge Pérez, un magnate inmobiliario que vive en Miami, declaró públicamente que el presidente de EE.UU., Donald Trump, lo convocó para participar de la construcción del muro fronterizo con México. Sin embargo, Pérez señaló que rechazó la propuesta y calificó al muro como "la cosa más idiota que he visto y escuchado en mi vida".

"¿Una pared para qué? ¿Crees que un muro va a detener a las personas que tienen hambre?", se preguntó. Desde su perspectiva, "buen empleo en México, crecimiento económico en México e igualdad van a impedir que la gente venga de la frontera" y cruce a los EE.UU.

El empresario multimillonario, nacido en Argentina pero criado en Colombia por padres cubanos, aseguró que financiar el muro con un impuesto a las importaciones terminaría descargando el costo "en última instancia sobre los consumidores estadounidenses". Asimismo, esa política proteccionista podría desatar "una guerra comercial" con el país azteca.

Negocios sí, política no

La relación entre Pérez y Trump se remonta a hace varios años. Cuando en el 2008 el "rey del condominio" de Miami lanzó su libro 'Powerhouse Principles' ('Sueños en concreto: Lecciones de un multimillonario en el mundo del desarrollo', en español), el actual presidente estadounidense escribió el prólogo. Asimismo, el empresario de origen latino dijo que tiene a Trump en una muy alta estima y elogió su exitosa campaña presidencial.

No obstante, aclaró que decidió no involucrarse en el gobierno actual porque se opone "radicalmente" a gran parte de la política migratoria y comercial de la nueva administración. Cuando Donald Trump aún no había ganado la nominación republicana Pérez aseguró: "Soy un demócrata liberal y él es un republicano conservador".

Cabe recordar además que Pérez está desarrollando proyectos inmobiliarios en ciudades mexicanas como Cancún, Zihuatanejo y el Ciudad de México, por un valor que ronda los 2.000 millones de dólares.

Actualidad RT

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

'Brasil não deveria ter entrado na briga de Trump com o México'


O Ministério das Relações Exteriores do Brasil emitiu nota oficial sobre a questão surgida entre Estados Unidos e México a propósito da construção do muro entre os dois países. A propriedade da ação brasileira é contestada.

Provocou intensa repercussão internacional o anúncio feito pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, da construção de um muro com mais de 2 mil quilômetros de extensão na fronteira com o México, com os custos da obra atribuídos ao Governo mexicano.

O Presidente Enrique Peña Nieto se nega terminantemente a pagar a conta, enquanto Donald Trump insiste em dizer que, "de alguma forma, os mexicanos arcarão com esses custos". Irritado, Peña Nieto cancelou a viagem que faria aos Estados Unidos na terça-feira, 31, e Trump, por sua vez, respondeu que, se a conversa entre os dois líderes não girar em torno do pagamento do muro pelo Governo mexicano, Nieto pode ficar em seu país.

A propósito deste antagonismo, surgido durante a campanha eleitoral e ratificado por Donald Trump na sua primeira semana como presidente dos Estados Unidos, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil emitiu nota oficial, dizendo esperar por uma solução de diálogo entre Estados Unidos e México.

Diz a nota do Itamaraty, emitida nesta sexta-feira:

"A grande maioria dos países da América Latina mantém estreitos laços de amizade com o povo dos Estados Unidos. Por isso, o Governo brasileiro recebeu com preocupação a ideia da construção de um muro para separar nações irmãs do nosso continente sem que haja consenso entre ambas. O Brasil sempre se conduziu com base na firme crença de que as questões entre povos amigos – como é o caso de Estados Unidos e México – devem ser solucionadas pelo diálogo e pela construção de espaços de entendimento."


José Serra, ministro de Relações Exteriores do Brasil

Sobre a questão surgida entre Estados Unidos e México e o posicionamento do Governo brasileiro a respeito do assunto, Sputnik Brasil ouviu Roberto Abdenur, que foi embaixador brasileiro na Áustria, China, Alemanha, Equador e EUA. O diplomata criticou a nota oficial e disse que o Brasil não precisaria ter se envolvido nessa questão que, a seu ver, é estritamente bilateral:

"Eu acho essa ideia do muro estapafúrdia. É uma ideia que, realmente, não faz sentido para a maior parte dos observadores. Ela não é necessária. Agora, temos de reconhecer que está no direito soberano do Governo americano fazer o muro. Além disso, é estapafúrdia a ideia de que uma medida tão negativa para os interesses do México seja financiada, seja paga, pelo próprio México. Isso é uma coisa que vai longe demais."

O Embaixador Roberto Abdenur acrescenta sobre a nota do Itamaraty:

"Eu diria que não a considero oportuna, porque, com isso, nós entramos numa disputa, num desentendimento estritamente bilateral entre os Estados Unidos e o México. Eu entendo que tenhamos um certo impulso de solidariedade com um outro país latino-americano quando ele se vê humilhado por essas posturas do Governo Trump, mas, ao fazer política externa, nós precisamos ser muito frios, muito cuidadosos, muito comedidos, muito objetivos, e separar a avaliação objetiva dos interesses nacionais de impulsos digamos emocionais, que tendem a nos levar a fazer coisas que, no final das contas, não resultam positivas para o Brasil. Esse é um problema estritamente bilateral entre Estados Unidos e México, e que não nos afeta."

Em relação à possibilidade de Donald Trump tomar medidas de retaliação à posição tomada com a nota do Itamaraty, o Embaixador Abdenur comenta:

"O Brasil não é um país que esteja na mira do Governo Trump. A área comercial, por exemplo, é uma das duas grandes áreas de desentendimento entre Estados Unidos e México. A primeira área é a da imigração ilegal. O Brasil é hoje um dos poucos países com os quais os Estados Unidos têm superávit, pouco menos de 700 milhões de dólares. Portanto, não há razões maiores para que o Governo Trump acesse sua mira contra o Brasil. Ao soltar essa nota oficial, nós corremos o risco, sim, de causar irritação a um governo imprevisível e emocional, e isso pode provocar alguma atitude prejudicial aos nossos interesses com os Estados Unidos."

Já para a professora de Relações Internacionais Denilde Holzhacker, da Escola Superior de Propaganda e Marketing, em São Paulo, a nota oficial emitida pelo Governo brasileiro tem méritos. Especialista em políticas das 3 Américas, Denilde Holzhacker sustenta que há vários aspectos a considerar, inclusive o temperamento do novo presidente dos Estados Unidos:

"Trump é imprevisível. Nós sabemos que ele tem um grande problema em receber críticas. Então, essa nota oficial do Governo brasileiro, que é bem ponderada, é uma nota que mostra que a preocupação não é só do Brasil mas de todos os países da América Latina pela forma como Trump vem tratando o México. Trump demonstra um alto grau de conflito, que pode afetar todos os demais países. Mas Trump, a cada crítica que recebe, tende a apresentar reações agressivas e defensivas. De modo que é preciso acompanhar [a situação] para saber qual vai ser a reação dele. Por outro lado, acredito que a nota teve um papel importante para o Brasil poder demonstrar não só a importância da América Latina nas suas relações internacionais, na sua política externa, como também é uma [demonstração de] solidariedade com os países latino-americanos, o que é uma tradição da política externa brasileira."

Sputniknews

Efeito Lava Jato: EUA assumem controle da Embraer sem pagar nada


Miguel do Rosário - Tijolaço

Confira a notícia abaixo. Ela é boa para os coxinhas que defendem a privatização da Petrobrás achando que, assim, não haverá corrupção.

A Embraer foi privatizada há muitos anos e está sendo acusada, nos EUA, de corrupção. Coisa bem pesada.

Mas até aí tudo bem. A empresa foi acusada de corrupção e tenta hoje se corrigir.

O bizarro é a solução encontrada.

A empresa, outrora uma orgulhosa estatal brasileira, a partir de agora será vigiada, por dentro, por um executivo de um escritório de advocacia norte-americano.

O Estadão fala ainda que Petrobras e Braskem “se espelham” no modelo da Embraer.

Os EUA, que fazem as guerras mais corruptas do mundo, nas quais matam milhões de pessoas, destroem toda a infra-estrutura dos países, apenas para que suas empreiteiras e outras empresas possam arrancar, do contribuinte americano, algumas centenas de bilhões de dólares para a reconstrução, ensinarão às empresas brasileiras como se manter longe da corrupção…

EUA, o país mais corrupto do mundo, é o novo guardião anticorrupção das empresas brasileiras.

Naturalmente, esse monitoramento implica interferência nos negócios e prejuízo à soberania da empresa e do país.

É importante observar que a Embraer representa a ponta mais avançada da indústria brasileira. Através de fartos financiamentos do BNDES e outras linhas públicas, a Embraer conseguiu se firmar como uma das maiores exportadoras mundiais de aviões de pequeno e médio porte.

Apesar de privada, a Embraer é um patrimônio nacional, assim como é a Petrobrás, assim como era Odebrecht. E agora será “vigiada” de dentro por americanos.

Esse golpe, que contou com ajuda da Lava Jato, sacrificando nossas empresas no altar do departamento de justiça do governo americano, está cada vez mais parecendo uma operação de domínio colonial.

Com essa intervenção, pode-se afirmar que os EUA assumiram o controle da nossa maior empresa de aviação, sem investir um centavo do próprio bolso.

***

No Estadão

Embraer será vigiada por americano

Alexandre Rene, do escritório Ropes&Gray, passará três anos monitorando a empresa

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) definiu na terça-feira, 24, que o advogado Alex Rene, do escritório americano Ropes&Gray, será o monitor externo da Embraer. Rene vai vigiar a fabricante de aviões pelos próximos três anos, fiscalizando as regras de compliance que serão implantadas na companhia. Sua função também é reportar qualquer novo indício de corrupção que encontre.

A empresa brasileira fechou em meados do ano passado um acordo com as autoridades americana e brasileira para evitar ser processada por casos de pagamentos de propina para obter contratos de venda de aviões em países da América Central e Ásia, entre 2007 e 2011. O caso foi descoberto há seis anos e somente no ano passado teve um desfecho. A multa estipulada foi de US$ 206 milhões, cerca de R$ 680 milhões.

A exigência de um vigilante foi feita pela Justiça americana, que quer ter certeza de que a companhia vai mudar suas práticas e ter regras fortes para evitar novos casos de corrupção. O monitor é pago pela própria companhia e terá acesso total a qualquer documento, qualquer equipamento ou a qualquer pessoa da companhia ou prestador de serviços, sem precisar de aviso prévio.

Funcionários de empresas que já tiveram um monitor externo relatam que a vigilância é acirrada, até com um certo clima de terror, e deixa toda a companhia apreensiva. A Embraer é a primeira companhia brasileira a ter esse tipo de vigilância por determinação da Justiça americana, mas não será a única. A Odebrecht e a Braskem que recentemente fecharam acordo com o Departamento de Justiça também terão que contratar monitores.

Todas elas terão que ser vigiadas por três anos, que é uma espécie de “pena máxima” imposta pelo Departamento americano. Algumas empresas precisam de apenas 18 meses e outras sequer têm monitor, porque conseguem provar que já se adaptaram à lei anticorrupção, segundo contam advogados. Depois de três anos, ainda é possível que o prazo seja prorrogado por mais um tempo.

Pelo procedimento usual adotado pelo DoJ, são as próprias empresas que apresentem uma lista com três nomes, que passam então pelo crivo das autoridades americanas. O monitor escolhido para o caso Embraer trabalha em um escritório privado mas já foi procurador na divisão criminal no DoJ, apurando casos de lavagem de dinheiro e violações das regras anticorrupção.

Procurada, a Embraer não quis comentar o assunto.

Líderes sociales asesinados, ¿regresa ‘guerra sucia’ a Colombia?


Un hombre observa un graffiti que dice: "La paz está en nuestro corazón, las FARC", en una zona rural de Policarpa, departamento de Narino, Colombia, 17 de enero de 2017.

En sólo dos meses, un total de 17 líderes sociales fueron asesinados en Colombia, país que atraviesa un momento histórico de transición hacia la paz.

"Ya son 17 los líderes sociales asesinados desde el pasado 1 de diciembre, fecha en la que el Congreso de Colombia refrendó el Acuerdo de Paz" firmado entre el Gobierno de Colombia y la guerrilla de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), según un comunicado emitido el lunes por la Unidad estatal para las Víctimas.

"Estamos sumamente preocupados por la ocurrencia de estos hechos, porque están masacrando a los líderes sociales, el trabajo de ellos es completamente legal", dijo Alan Jara, director de esa entidad, citado en el texto. Urgió además, la necesidad de que el Estado les brinde “protección para sus vidas”.

La ola de asesinatos incluso ha generado gran inquietud en el Comité Internacional de la Cruz Roja. "Estamos preocupados siempre que las personas son asesinadas por la violencia", indicó el lunes Peter Maurer, presidente de dicha ente.

Las FARC que sostiene un acuerdo del cese al fuego bilateral con el Gobierno desde fines de agosto, ha denunciado con insistencia los homicidios.

Tanto las FARC como organizaciones sociales atribuyen los ataques a grupos paramilitares de extrema derecha, una versión desestimada por el gobierno, que responsabiliza de esas muertes a bandas criminales dedicadas al narcotráfico, formadas tras la desmovilización de milicias irregulares de extrema derecha en 2006.

La Oficina del Alto Comisionado de las Naciones Unidades para los Derechos Humanos (ACNUDH) contabilizó también, 64 homicidios en 2016.

Ante la continuación de asesinatos de líderes sociales y guerrilleros en el país andino, las FARC alertó en múltiples ocasiones sobre el retorno de la ‘guerra sucia’ en Colombia y un ‘nuevo genocidio’ en marcha contra líderes campesinos.

ftm/ktg/nal/HispanTv

Vídeo: Ejército frustra intentos de un suicida de Daesh en Alepo



Las fuerzas sirias pararon un coche bomba de Daesh que se dirigía hacia sus posiciones en el campo oriental de la ciudad de Alepo (noroeste).

El vehículo, perteneciente al grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe), fue detectado y alcanzado por fuego de un sistema antiaéreo del Ejército antes de llegar a sus posiciones en Tel Maksour, norte de la base aérea de Kuwiries, según ha afirmado este martes el portal Web local Al-Masdar News.

Las tropas sirias han confiscado el auto, cuyo conductor suicida logró escapar de la zona, al ver frustrado sus intentos para alcanzar su objetivo, añade la fuente.

Los extremistas takfiríes de Daesh utilizan toda clase de tácticas, que incluye el uso de coches bomba, para hacer frente a los avances de las fuerzas sirias en los territorios bajo su control.

ask/ktg/nal/HispanTv

Revelan sádicos rituales sexuales en una base militar alemana de élite


El Ejército alemán investiga examinaciones médicas y rituales de iniciación de carácter sexual. Siete militares han sido suspendidos de sus cargos tras las indagaciones.

Reclutas y personal de servicio han sido víctimas de humillaciones, violentos rituales y abusos sexuales en una base militar de élite en el sur de Alemania, según un comunicado oficial del Ejército del país europeo.

Los actos que tenían lugar en el centro de entrenamiento de operaciones especiales en Pfullendorf corresponderían a examinaciones médicas con connotación sexual y rituales de iniciación. Según reporta el diario 'Der Spiegel', la investigación comenzó en octubre de 2016 cuando una oficial se dirigió a altos cargos del Parlamento y del Ministerio de Defensa alemanes con una queja.

La oficial denunció que algunos reclutas eran sometidos a absurdos ejercicios médicos sexualmente motivados, como desnudarse por completo mientras sus instructores los grababan, además de ser forzados a insertarse objetos por el ano. Tales actos, cuyas víctimas eran tanto hombres como mujeres, eran también fotografiados por los perpetradores.

Como resultado de las investigaciones iniciales, siete soldados fueron separados de sus puestos. El Ejército alemán confirmó en el comunicado que "un número significativo de incidentes" habría ocurrido, y admitió que tales actos fueron "vergonzosos" y "no cumplían con los estándares de respeto a la dignidad humana y la autodeterminación sexual".

La ministra de Defensa, Ursula von der Leyen, calificó los abusos de "abominables" y "repugnantes", y se comprometió a efectuar una investigación completa para llevar a todos los responsables ante la justicia. No obstante, admitió que "nadie sabe lo que está pasando" detrás de estas revelaciones.

Actualidad RT

Ford, Airbnb y Silicon Valley se rebelan contra el decreto migratorio de Trump


Un creciente número de multinacionales desobedece la orden del nuevo presidente de EE.UU. sobre los refugiados e inmigrantes en el país.

Varias compañías internacionales han alzado su voz para manifestar su oposición al decreto firmado por el presidente de EE.UU. Donald Trump con el que aspira a regular el flujo de entrada de inmigrantes en el país e institucionalizar la norma de la "investigación extrema" sobre ciudadanos procedentes de Oriente Medio. La orden también contempla la restricción del acceso a EE.UU. de refugiados de varios países musulmanes, incluidos Irak, Irán, Libia, Somalia, Sudán, Siria y Yemen.

Ford

El segundo mayor fabricante de automóviles estadounidense ha rechazado el veto al afirmar que "están orgullosos de la rica diversidad" de la compañía. Ford ha enfatizado que sus valores centrales son "el respeto para todos" y "la inclusión en el trabajo".

"No apoyamos esta política ni ninguna que vaya en contra de nuestros valores como compañía", reza un mensaje para los empleados de Ford enviado por el presidente ejecutivo Bill Ford y el consejero delegado Mark Fields.

Airbnb

El cofundador y director del portal Airbnb, Brian Chesky, expresó en su cuenta de Twitter que "las puertas abiertas unen a EE.UU. y las cerradas lo dividen más" e instó a "conectar a personas en vez de separarlas". Además, Chesky destacó que "no permitir a países o a refugiados entrar en EE.UU. no es correcto".

Según anunció Chesky, el portal de alquiler de vivienda "está proporcionando alojamiento gratuito a refugiados y a cualquiera que no sea admitido en EE.UU.".

Google

La multinacional Google ha anunciado la creación de un fondo de dos millones de dólares que puede ser ampliado con otros dos millones procedentes de donaciones de sus empleados. Esta suma tiene como objetivo respaldar a las organizaciones que defienden los derechos de inmigrantes y refugiados.

Según el presidente ejecutivo de Google, Sundar Pichai, la medida promovida por Trump afecta al menos a 187 empleados del gigante de Internet. Pichai manifestó la preocupación sobre "el impacto de esta orden y de cualquier propuesta que pueda imponer restricciones a funcionarios de Google y sus familias, o que pueda crear obstáculos para aportar grandes talentos a EE.UU.".

Microsoft

El presidente de Microsoft, Brad Smith, señaló en una carta que hasta 76 empleados de la compañía se están viendo afectados por el decreto firmado por el nuevo inquilino de la Casa Blanca. "Nuestra empresa les proporcionará apoyo legal y asistencia", aseguró Smith, indicando que "Microsoft cree en un sistema de inmigración fuerte, equilibrado y profesional".

Según Smith, "las leyes de inmigración pueden y deberían proteger a la sociedad sin sacrificar la libertad de expresión o religión de personas".

Apple


El director de la firma de la manzana Tim Cook coincide con otras en su rechazo de la posición de la Casa Blanca al dejar claro que "no es la política que apoyamos". "Apple cree profundamente en la importancia de la inmigración", y que la empresa "no existiría" sin ella.

Asimismo,Cook destacó que Apple "hará todo lo posible" para prestar apoyo a los empleados "afectados directamente" por el polémico veto.

Facebook

El fundador de Facebook, Mark Zuckerberg, se confesó preocupado por la orden ejecutiva sobre inmigración firmadas por Trump y manifestó su rechazo hacia la misma. "Mis bisabuelos llegaron desde Alemania, Austria y Polonia. Los padres de Priscilla [la esposa del joven multimillonario] fueron refugiados procedentes de China y Vietnam. EE.UU. es una nación de inmigrantes, y deberíamos estar orgullosos de ello", escribió.

Zuckerberg subrayó que "debemos mantener nuestras puertas abiertas para los refugiados y para los que necesitan ayuda. Eso es lo que somos nosotros".

Starbucks

La cadena de cafeterías estadounidense Starbucks anunció la contratación durante los próximos cinco años de 10.000 refugiados. "Hay más de 65 millones de personas en el mundo que las Naciones Unidas reconocen como refugiados y estamos elaborando planes para contratar a 10.000 de ellas durante los próximos cinco años en los 75 países donde opera Starbucks", declaró el director ejecutivo Howard Schultz.

Asimismo, Schultz precisó que pretende comenzar a cerrar contratos en EE.UU. antes de llevarlo a cabo en el resto del mundo.

Llamadas gratuitas

La compañía de mensajería instantánea Viber aseguró ofrecer llamadas gratuitas de usuarios de la aplicación de EE.UU. a teléfonos fijos en los siete países mencionados en el decreto de Trump.

Actualidad RT