sábado, 4 de junho de 2016
"Occidente está a punto de entrar inconscientemente en una guerra apocalíptica con Rusia"
Occidente se está viendo arrastrado a un conflicto bélico con Moscú y ha de despertar cuanto antes.
Occidente está a punto de verse involucrado, sin quererlo, en una guerra, sugiere un artículo publicado en el portal británico The Conversation, que recuerda la reciente emisión de la BBC en la que se presentaba el escenario de un 'posible' ataque de Rusia a Letonia antes de provocar un intercambio de ataques nucleares. "En lugar de echar más leña al fuego, que amenaza con [una situación] fuera de control, sería mucho más prudente iniciar un proceso diplomático", llama The Conversation.
"En ese momento, cuando en 2013 la crisis de Ucrania se convirtió en un conflicto y una guerra civil, nos hemos dado cuenta de que estamos pasando por tiempos difíciles. Cada día que pasa pone de relieve con mayor claridad que la paz y el orden que se ha establecido en Europa terminada la Guerra Fría en 1989 son inestables. Las decisiones tomadas en aquel momento parecen haber generado más conflictos de los que somos capaces de resolver", advierte el artículo al esbozar la complicada situación de seguridad en el mundo.
La operación militar rusa en Siria ha marcado "uno de los más importantes conflictos entre Rusia y EE.UU. por el derecho de decidir el destino de Siria. Y esta es solo una de las muchas razones que pueden provocar un enfrentamiento armado", indica el artículo en The Conversation. "De hecho, hay tantos factores potenciales que ahora es imposible predecir cuál de ellos puede iniciar una reacción en cadena que dé lugar a una confrontación militar", admite el autor del texto.
Escalada y militarización
Por un lado, el despliegue militar de la OTAN por tierra, mar y aire a lo largo de las fronteras rusas, acompañado por el desarrollo de sistemas de defensa antimisiles en la región, es percibido por Moscú como una amenaza a la existencia del país como Estado soberano.
Moscú considera que el sistema estadounidense de defensa antimisiles Aegis instalado en Rumanía es capaz de neutralizar su potencial de disuasión nuclear. Más leña al fuego echan los avanzados buques de guerra estadounidenses que celebran ejercicios regulares a unas pocas decenas de kilómetros de las bases militares rusas en el Báltico y el mar Negro.
Rusia, por su parte, amenaza con desplegar sistemas de misiles Iskander-M, con capacidad de portar ojivas nucleares, en el enclave de Kaliningrado y, posiblemente, en la Península de Crimea. El Ejército ruso se está preparando para poner a prueba un prototipo del sistema antimisiles S-500 con capacidad para destruir misiles balísticos intercontinentales, misiles de crucero y aviones supersónicos.
2016 confirme que la "agresión rusa", el aventurerismo iraní, las reivindicaciones territoriales de China y la inestabilidad en Oriente Medio son una amenaza para EE.UU. y sus aliados.
La OTAN insiste en que no habrá espacio para las negociaciones hasta que sean implementados todos los acuerdos de solución de la crisis ucraniana alcanzados en Minsk, pero algunas condiciones más importantes deben ser cumplidas por la propia Ucrania. "Rusia y, con ella, parte de Europa se han convertido en rehenes de un puñado de radicales de Ucrania que bloquean cualquier paso hacia la paz de Donbass y la estipulada [por los acuerdos de Minsk] reforma constitucional de descentralización del poder", explica el artículo.
El desastre que se avecina
"No tiene sentido especular acerca de cómo sería una guerra entre Rusia y la OTAN o con qué comenzaría. Esta guerra realmente acabaría con todas las guerras, porque en el mundo quedará gente para empezar otras guerras", advierte el artículo.
Hay que centrarse en las formas de prevenir este "escenario apocalíptico", y todas las partes del conflicto deberían admitir honestamente sus errores y poner de nuevo en marcha un proceso de cooperación eficaz, advierte el texto.
"La extensión infinita de sanciones, la retórica violenta y la búsqueda de culpables crea un ambiente en el que incluso un pequeño incidente puede poner la situación fuera de control", concluye con énfasis The Conversation.
Actualidad RT
A guerra civil brasileira
Análise Diária de Conjuntura - O Cafezinho
A crise política brasileira, após o golpe, se tornou uma espécie de guerra de trincheiras.
Ambos os lados - os legalistas e os golpistas - defendem suas posições entrincheirados em seus respectivos esconderijos. Os legalistas têm apoio de setores crescentes da população, mas suas manifestações, por mais que aconteçam na rua, não repercutem nos canais abertos de tv, todos dominados pelas forças do golpe.
Os golpistas tomaram a estrutura do Planalto, que não hesitam em usar, mesmo que para isso promovam a maior farra fiscal das últimas décadas, e tem o apoio aéreo da grande mídia, que realiza bombardeios diuturnamente sobre as posições legalistas. Suas manifestações, porém, se esvaziaram imediatamente após o golpe, porque seus líderes não tinham demandaa sociais concretas. Tinham um objetivo apenas: derrubar o governo, e para isso contaram com assessoria de imprensa diabolicamente brilhante da Lava Jato.
Esta guerra civil que vivemos é tipicamente brasileira, nos mesmos moldes do que temos sempre assistido nos últimos séculos da nossa história. Não há grandes batalhas brutais e rápidas, mas sim uma série ininterrupta, constante, crônica, de escaramuças, todavia mortais, quiçá mais mortais do que batalhas tradicionais, com uso abusivo de todo o tipo de assalto psicológico e técnicas de espionagem, sabotagem, tortura...
T.S.Eliot, num ensaio divertido sobre Jonh Milton, menciona a posição política do grande autor de Paraíso Perdido na Guerra Civil Inglesa, ocorrida na primeira metade do século XVII.
Ele admite sua implicância literária contra Milton, apesar de admirá-lo, não apenas por causa da linguagem empolada com a qual Milton escreve sua obra-prima, mas sobretudo - Eliot era um conservador - pela antipatia profunda contra as posições republicanas de Milton, que lutou junto a Oliver Cromwell, o "rei camponês" (na verdade, um chefe republicano) que governou a Inglaterra de 1649 e 1653.
"A Guerra Civil ainda não terminou", diz Eliot, acrescentando: "eu questiono se alguma guerra civil séria jamais terminou".
Para Eliot, os reflexos de uma guerra civil ocorrida em 1649 perduravam até a data em que ele escreve seu livro, alguns anos após o fim da II Guerra Mundial.
Quem detinha a razão na guerra civil inglesa: os puritanos e parlamentaristas, liderados por Cromwell, ou a aristocracia monarquista aliada ao rei?
O que isso tem a ver com o Brasil?
Eu lembrei do Brasil porque muito se fala sobre a "polarização" da sociedade brasileira. O PMDB de Temer, antes de sair da carapaça e mostrar sua carantonha golpista, falava em "unir o Brasil". Todos os movimentos do governo interino, contudo, não deixam entrever nenhum desejo real de unificar o país. Muito pelo contrário: a virulência com que Temer ocupou cargos, demitiu servidores e determinou a extinção de ministérios, jamais demonstraram qualquer intenção unitarista.
Claro, não sejamos ingênuos, caso a votação no Senado seja aprovada, Temem tentará encontrar mais equilíbrio. A razia contra a esquerda se tornará moeda de troca, na tentativa de atrair quadros progressistas cuja presença no governo o ajude a superar a falta de legitimidade de sua administração.
Uma mirada um pouco mais distante da crise política, todavia, nos ajuda a entender que se trata de um movimento pendular natural a todo período histórico: avanços progressistas que incomodam classes sociais encasteladas há muito tempo em posições de poder geram, quase sempre, movimentos opostos, reacionários, antipopulares. É um movimento cíclico. O povo ganha posições, irrita a classe dominante, é castigado por ditaduras vingativas, mas volta a galgar degraus rumo à sua liberdade.
Eliot tinha razão, à sua maneira: as guerras civis jamais terminam, porque elas refletem polarizações políticas que são parte integrante da condição social do homem.
O homem não é apenas um animal político, como dizia Aristóteles, é também um animal politicamente dividido, um ser dilacerado por uma dialética trágica e necessária que, de um lado, o puxa para o individualismo, para esta liberdade pura e inebriante do egoísmo, e, de outro, o arrasta para o mundo apaixonado do idealismo político, da liberdade social e do amor ao próximo.
O poeta britânico ficaria horrorizado, ou talvez achasse divertido, se comparássemos sua opinião ao raciocínio marxista sobre a luta de classes.
Sim, a guerra civil nunca termina - ela apenas muda de figura, disfarça-se, torna-se mais sofisticada, mais discreta, e, por isso mesmo, mais corrosiva e letal.
É neste sentido que o governo Temer, por mais que a mídia se esforce, desesperadamente, em lhe conferir legitimidade, será sempre um soluço reacionário no processo histórico brasileiro. Ele já nasceu condenado pela história, e sua existência talvez seja um momento triste e necessário, um esticar do arco cuja flecha, quando disparada, poderá resultar em ferida mortal contra o autoritarismo doentio, escravagista, que caracteriza a nossa sociedade.
A nossa geração precisava experimentar esse ataque à democracia, aos direitos, às liberdades, para mais uma vez, aprender a lhes dar o devido valor.
El Ejército sirio cruza la frontera de Raqa, feudo del Estado Islámico en Siria
El Ejército sirio ha liberado una primera localidad en la provincia de Raqa, al oeste de la capital, bastión del Estado Islámico, informan medios.
El Ejército sirio ha emprendido este viernes una exitosa ofensiva contra el Estado Islámico, entrando por el oeste en la provincia de Raqa. Ahora las fuerzas gubernamentales se encuentran a 35 kilómetros del aeropuerto militar de la ciudad de Tabaqa, informa el portal Al-Masdar News.
Las fuerzas gubernamentales se impusieron al Estado Islámico en Zakiyah, un punto estratégicamente importante en la frontera entre las provincias de Hama y Raqa, acercándose de esta forma a la capital de la provincia, bastión de los yihadistas.
La ofensiva estuvo apoyada por la aviación rusa que bombardeó las posiciones de los terroristas cerca de la frontera de la provincia, informa Al Arabiya.
La ciudad de Raqa está considerada como 'la capital' del EI en Siria, mientras que la ciudad de Mosul es su sede en Irak. Ambas ciudades son los principales objetivos en la lucha contra el EI, recuerda Reuters.
Varios frentes abiertos
Mientras el Ejército Sirio, apoyado por aviación rusa, avanza hacia la ciudad de Raqa desde Hama, la organización terrorista sufre es presionada por los kurdos, apoyados por EE.UU. y sus aliados árabes, que intentan avanzar desde la provincia de Alepo, informa Reuters.
Según la agencia, esta semana los kurdos han avanzado de forma considerable, centrando sus ataques cerca de la ciudad de Manbij, en Alepo, en la región fronteriza con Turquía, buscando el control sobre la parte de frontera sirio-turca, controlada por el EI, para privar a los yihadistas del abastecimiento que le llega desde fuera.
Entrada masiva de terroristas desde Turquía
Este viernes el Ministerio ruso de Defensa difundió un video grabado por un dron que muestra cómo cientos de camiones se acumulan en la frontera turco-siria para acceder a Siria desde Turquía. Según los servicios de Inteligencia y los testimonios de la población local, nuevos combatientes y material militar de toda clase estaría entrando en Siria.
Actualidad RT
Moscú: EEUU pidió no bombardear a terroristas de Al-Qaeda en Siria
Serguei Lavrov, ministro de Exteriores ruso.
El ministro de Exteriores ruso, Serguei Lavrov, afirma que Estados Unidos pidió a Rusia que no bombardease a los terroristas del Frente Al-Nusra, la filial de Al-Qaeda en Siria.
"Nos están diciendo que no golpeemos (al Frente Al-Nusra), porque está la oposición ‘normal’ al lado", dijo el viernes Lavrov durante una entrevista televisada, en referencia a los socios estadounidenses.
No obstante, indicó el titular ruso, Moscú lleva insistiendo desde hace tiempo que los grupos de la llamada oposición "moderada", respaldados por EE.UU., han de abandonar las zonas ocupadas por el Frente Al-Nusra y distanciarse de ellos.
Añadió que aunque actualmente Moscú y Washington mantienen un estrecho diálogo sobre la forma de asegurar el alto el fuego en Siria, la lucha contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) y el Frente Al-Nusra debe de ser la prioridad.
Washington, por su parte, matizó el viernes que únicamente busca que Rusia "seleccione cuidadosamente" sus objetivos para evitar que los ataques acaben con la vida de civiles y grupos opositores "legítimos". El portavoz del Departamento de Estado de EE.UU., Mark Toner, indicó que el secretario de ese Departamento, John Kerry, enfatizó la necesidad de separar a estos grupos durante una conversación con Lavrov.
Después de insistir a Washington que mediase con los grupos opositores que apoya para que se retirasen de las zonas que controlan los terroristas de Al-Qaeda y de recibir peticiones de los grupos armados para no ser bombardeados, Rusia anunció una fecha límite para que las fuerzas de la oposición se retirasen de los territorios ocupados por Al-Nusra.
Desde el 27 de febrero, en Siria rige un alto el fuego, del que están excluidos el grupo takfirí de Daesh y el Frente Al-Nusra. Sin embargo, el estallido de la violencia y diferentes conflictos han hecho tambalear el armisticio.
snr/ctl/rba/HispanTv
‘Presencia de Rusia en América Latina frenará chantajes e imposiciones de EEUU’
El presidente de Bolivia, Evo Morales (izda.) y su par ruso, Vladimir Putin.
El presidente boliviano, Evo Morales, ha abogado este jueves por la presencia de Rusia en Bolivia y en América Latina como la única forma de frenar chantajes de EE.UU. en la región.
"Mi deseo es la presencia de Rusia en Bolivia, la presencia de Rusia en América Latina y el Caribe", ha afirmado el mandatario en una entrevista exclusiva con la agencia de noticias rusa Sputnik, donde ha recalcado que ésta es "la única forma de frenar cualquier chantaje, condicionamientos e imposiciones del imperio norteamericano".
Morales ha explicado que Bolivia tiene profundas diferencias con las políticas que ejerce Estados Unidos hacia América Latina y ha detallado las medidas adoptadas por Washington en la región como su lucha contra el narcotráfico en Bolivia y otros países latinoamericanos con “fines netamente geopolíticos”.
En este sentido, ha aseverado que Bolivia ha rechazado los condicionamientos del país norteamericano en la lucha contra el narcotráfico como un pretexto para instalar las bases militares en este país.
“Donde están la DEA (la agencia antidrogas estadounidense) y las bases militares de EE.UU. crece el narcotráfico, la delincuencia, los Gobiernos privatizadores y la narcocorrupción", ha apuntado.
Por otra parte, ha explicado que el país norteamericano tiene en su agenda una política que busca frenar las inversiones de nuevos países desarrollados, industrializados como China y Rusia en Bolivia.
"Hay una política de persecución mediante sus instrumentos, que son también bolivianos, pero que tienen principios pro imperialista, pro capitalista, que usan para no dejar que haya inversión de China ni de Rusia en Bolivia", ha manifestado.
En otra parte de sus declaraciones ha abogado por la ampliación de las inversiones de Moscú en su país, y así como la retoma de las negociaciones con Rusia sobre suministros de helicópteros MI-17, entre otros temas.
Las relaciones entre Bolivia y Rusia se han visto fortalecidas durante el Gobierno del presidente Evo Morales mediante la concreción de acuerdos de cooperación estratégica en el ámbito de la energía nuclear con fines pacíficos, los hidrocarburos y el equipamiento militar.
tmv/ktg/nal/HispanTv
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Video: Un dron ruso capta la entrada masiva de terroristas a Siria desde Turquía
Una grabación muestra cómo cientos de camiones con militantes y equipamiento para los yihadistas se preparan para entrar en territorio sirio desde Turquía.
El Ministerio de Defensa de Rusia ha publicado un vídeo grabado por un dron que muestra cómo cientos de camiones se amontonan en la frontera turco-siria supuestamente con material militar de toda clase y con terroristas, para acceder desde Turquía a Siria, informa TV Zvezdá.
Las imágenes fueron captadas por un dron de la Fuerza Aérea rusa para investigar la información obtenida por el Centro Ruso de Reconciliación en Siria, que recogía las denuncias de la población local de las provincias de Idlib y Alepo, que aseguraban la llegada masiva de nuevas tropas de terroristas a estas regiones junto con nuevo equipamiento.
Mirar: https://www.youtube.com/watch?v=QTiRojYj_u0
Aunque no se aprecia en la grabación, el Centro Ruso de Reconciliación en Siria recogió información sobre la entrada en territorio sirio de vehículos todoterreno armados, blindados, armamento y tanques que se dirigen hacia las poblaciones al norte de Alepo (Hraytan, Kafer Hamra y Muhaim-Handrat) y hacia otras ubicadas al suroeste de la ciudad (Hani Touman y Jan al Assal).
Rusia ha solicitado en diversas ocasiones el cierre de la frontera turco-siria con el fin de estabilizar la región, propuesta a la que Ankara de momento no ha reaccionado.
Pilar Granda - Actualidad RT
El asesinato de Gadafi fue un crimen de guerra
MOSCÚ (Sputnik) — El asesinato del líder libio, Muamar Gadafi, en 2011, fue un crimen de guerra, declaró el ministro de Exteriores de Rusia, Serguéi Lavrov, durante una transmisión en directo en el sitio web kp.ru.
"Eso (…) fue un error, no solo porque violasen el mandato del Consejo de Seguridad que suponía solo el cierre del espacio aéreo, mientras que desde ese mismo cielo se dedicaron a bombardear, sino también porque finalmente asesinaron de un modo brutal a Gadafi; sea cual sea la actitud respecto a él, eso también fue un crimen de guerra", alegó el canciller ruso.
Libia atraviesa una profunda crisis desde 2011, año en el que fue derrocado y asesinado Muamar Gadafi, quien fuera su líder durante varias décadas.
Desde entonces, en el escenario político libio se enfrentan las fuerzas liberales, apoyadas por el Ejército, y los partidos islámicos, respaldados por grupos de antiguos rebeldes.
Algunos territorios de Libia permanecen bajo el control de yihadistas vinculados con el grupo terrorista Estado Islámico (Daesh en árabe), proscrito en Rusia y otros países.
El 31 de marzo de 2016 en Libia inició su labor un ejecutivo de unidad nacional, formado con el apoyo de la ONU en un intento de acabar con la dualidad de poderes y contribuir a la solución de la profunda crisis que afecta la nación africana.
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Obama admite que su peor error fue la invasión a Libia
El presidente de EEUU, Barack Obama, declaró en una entrevista con la televisión FOX News que la invasión a Libia fue su peor error.
Al contestar a la pregunta sobre su peor error Obama indicó que "probablemente (fue) no planear el día siguiente de lo que consideré como la decisión correcta de intervenir en Libia".
Asimismo comentó la política exterior de EEUU: "(a veces) tuvimos argumentos, (a veces) cometimos errores".
El jefe del Comité para Asuntos Internacionales de la Duma de Estado de Rusia, Alexéi Pushkov, comentó la declaración de Obama sobre Libia.
"Si la guerra en Libia fue el mayor error de la administración de Obama, ¿con qué derecho Hillary Clinton que exigió esta guerra puede ocupar la Casa Blanca?", tuiteó Pushkov.
Senadores devem mudar votos golpistas e Aécio saberá com quantos paus se faz uma canoa -- Volta querida!
Por Davis Sena Filho -- Palavra Livre
Cristovam Buarque, senador da República, aparentemente voltou à tona depois de navegar por mares atormentados pelo inconformismo, o rancor e a ira. Após longo e tenebroso inverno, parece que Cristovam, tal qual a um urso por longo tempo hibernado, resolveu agir e deixar quase claro, mas ainda a falar de forma dúbia, que reverterá seu voto golpista, um dos que propiciaram a deposição da presidenta, Dilma Rousseff, reeleita pelos brasileiros, seus eleitores de vontade soberana e constitucional, com 54.501.118 milhões de votos.
Cristovam Buarque depois de sair do Governo Lula se transformou em homem de oposição aos governos trabalhistas e se juntou ao que há de pior no País, ou seja, à casa grande rural e escravocrata representada pelo DEM e a setores do PSDB, bem como à plutocracia nacional e internacional representada pelos demotucanos das megalópoles, principalmente a paulistana.
Cristovam, quando se junta a essa gente que ele combateu durante décadas, alia-se ao mercado de bancos, às bolsas de valores, além de favorecer a engrenagem draconiana que privilegia e favorece os rentistas, os especuladores, os corretores e os grandes empresários de todos os segmentos para que ganhem ainda mais rios de dinheiro por intermédio da jogatina e da especulação, a concentrar renda e riqueza e, com efeito, criarem teses cretinas e perversas repercutidas por economistas midiáticos ligados aos banqueiros, assim como pelos “especialistas” de prateleiras como, por exemplo, os da Globo News.
Tais sujeitos afirmam, na maior cara de pau e hipocrisia, que o mundo está em crise e que os "gastos" com investimentos em infraestrutura e com os programas de inclusão social têm de ser diminuídos e até mesmo extintos, enquanto a "burra" dos ricos fica cheia por não pagarem os impostos devidos, não serem taxados adequadamente e de forma justa, bem como a taxação sobre herança e grandes fortunas nunca é efetivada, pois letra morta da Constituição.
A impressão que causa aqui no Brasil e alhures é como se todo mundo fosse bobalhão ou idiota e não percebesse que tal "governo" ilegítimo e bastardo de michel temer -- o Amigo da Onça -- não tivesse tomado de assalto a Presidência da República, como fazem os bandidos e ladrões, a ter como objetivo evitar a cadeia da Lava Jato, conforme relatam as gravações da PF, além de impor uma agenda neoliberal antidemocrática e antinacional derrotada quatro vezes consecutivas nas urnas pelos presidentes petistas Lula e Dilma Rousseff.
A resumir: tirar dinheiro do povo, a exemplo da grana por força da Constituição aplicada na saúde e na educação para pagar juros da dívida pública, que irão direto para os cofres abarrotados dos banqueiros e do grande empresariado, como os que estão aboletados na Fiesp, em forma de patos amarelos ridículos, sonegadores de impostos e remetentes de fortunas não declaradas para os paraísos fiscais. Sempre pergunto: "Por que o grande empresariado brasileiro é tão cafajeste, golpista e mentiroso?" Sugiro a eles implantar nas praças das grandes cidades não apenas o tal de "Impostômetro" do pato golpista e corrupto, mas, sobretudo, o "Sonegômetro", pois, se o Brasil tivesse posse dos bilhões sonegados, a administração governamental teria menos problemas de caixa para efetivar os programas e os projetos que visam desenvolver o País.
Não é à toa que os empresários odeiam a CPMF, pois a verdade é que eles querem se tornar invisíveis para burlar o Fisco e evitar que a Receita fiscalize suas portentosas movimentações financeiras. Contudo, esses picaretas manipulam a sociedade ao dizer pela imprensa de mercado, sua cúmplice de golpe e de mentiras, que a CPMF é um imposto injusto, quando a verdade é que não o é, além de cooperar, e muito, para financiar o SUS. O resto é balela desses caras mal intencionados de pensamento colonizado que transformou, vergonhosamente, a sétima maior economia do mundo em uma republiqueta bananeira, igualzinha a alma, a cara e o focinho deles.
"Seria muito bom o advento do "Sonegômetro", não seria? Qual é a sua opinião, coxinha golpista, desconhecedor da história do Brasil e analfabeto político?" Este grupo social de direita e reacionário foi às ruas, como seus ancestrais ideológicos e golpistas de 1964, a pedir pelo golpe criminoso. Os coxinhas chorarão lágrimas de sangue se este governo ilegítimo, elitista e fascista governar até 2018. É só dar tempo ao tempo para ver e sentir a calamidade relativa a golpistas a governar sem ter credibilidade e legitimidade.
Um governo autoritário cujos ministros são investigados pela Lava Jato, a começar pelo usurpador e traidor michel temer (seu nome desditoso e de má-fé sempre será escrito em minúsculo em meus artigos), que nomeou o golpista Alexandre de Moraes, um bate-pau do governador paulista, o tucano Geraldo Alckmin, ministro do Ministério da Justiça, com a intenção de tal fascista dar porradas nos movimentos sociais em âmbito nacional, como estava acostumado a fazer em São Paulo, com a aquiescência de seu chefe que o emprestou ao golpista e espúrio michel temer, que até hoje não recebeu um telefonema de qualquer chefe de estado da América Latina, da Europa e dos Estados Unidos por ser considerado chefe de um governo bastardo e desprovido de autoridade. Cara de pau!
Além de Cristovam Buarque (PPS/DF), levantamento da Folha de S. Paulo, jornal de direita cujo dono, Octávio Frias, pensa estar a viver nos idos da tentativa do golpe de 1932, que almejava derrotar a Revolução de 1930 de Getúlio Vargas para viabilizar a volta da Política do Café com Leite da Velha República, que o anão político e citadino michel temer, o professor de Direito Constitucional, que efetivou um golpe contra o Brasil e os interesses do povo, tem 43 votos dos 54 necessários para que tal pulha golpista e usurpador do poder que o povo não lhe concedeu possa, definitivamente, ocupar o cargo mais importante do País sem ter um único voto.
Cargo que esse mandrião jamais conseguiria conquistar por se tratar de um político medíocre, restrito à sua província, mas autoritário e arbitrário o suficiente para ocupar um cargo que não lhe pertence e que deveria, certamente, ser colocado porta afora do Palácio do Planalto, a pontapés e insultos justos e sinceros. Dilma teve 22 votos, sendo que 54 senadores optaram pelo golpe. Só que agora será discutido o mérito para que temer fique no poder até 2018 ou que a mandatária trabalhista retorne à cadeira da Presidência de onde nunca deveria ter saído.
A Folha, o jornal seletivo e um dos principais artífices do golpe contra a legalidade, a legitimidade, o estado de direito e a democracia, assevera que 19 senadores são contrários ao golpe, cinco estão indecisos e 14 não declararam sua posição. Eu não acredito muito nisso, apesar de os números serem possíveis, até porque Dilma teve 22 votos e precisa reverter apenas dois para retomar o poder máximo da República.
O perigo disso tudo é que o poder econômico, a pressão das mídias dos magnatas bilionários e os juízes, procuradores e delegados da PF envolvidos com o golpe criminoso tentem constranger os senadores e até mesmo ameaçá-los. Não duvide... Basta verificar para ponderar o que acontece na Vara do Moro e em outras esferas de poder privado e público onde atuam e agem os golpistas. De qualquer forma, a Justiça perdeu a credibilidade para milhões de brasileiros, assim como a imprensa de negócios privados nunca a teve, porque praticante de um incomparável, inenarrável e inigualável jornalismo troglodita e de esgoto, coisa que não se faz em nenhum país civilizado do planeta, pois muito próprio da vida tupiniquim.
Os outros senadores propensos a mudar o voto e votar contra o golpe são: Acir Gurgacz (PDT/RO), Lasier Martins (PDT/RS) e Romário (PSB/RJ). Eles foram alvos, como comprovam as notícias e os vídeos repercutidos pela internet e até mesmo pelos jornalões dos magnatas bilionários, duramente questionados pelas pessoas em seus estados, sendo que também foram insultados em eventos e nos aeroportos.
Além do mais, uns respondem pelas suas origens partidárias e ideológicas, bem como outros são contestados, a exemplo de Romário, por serem filhos de comunidades pobres e por isto não deveriam apoiar golpe de estado de caráter elitista e sectário, bem como o ex-craque tem uma filha especial e, ao que parece, o governo ilídimo e "garantido" por meio de um processo político viciado não é nada propenso a cuidar de quem precisa e necessita de cuidados em termos nacionais. temer cuidará de banqueiros, além de privatizar o que resta das empresas públicas brasileiras, sem ter autoridade e voto para realizar tal alienação dos bens do País.
Quantas crianças pobres precisam do Estado e de seus programas são portadoras da Síndrome de Down? Com a resposta, o senador Romário, que deveria, tal qual aos outros senadores, compreender que seus nomes e sobrenomes não deveriam ser jogados na lixeira da história, a compartilhar tal farsa e fraude com suas gerações futuras. Porém, ser sábio para ser justo é a maior questão da humanidade, que teima em se locupletar para se dar bem a despeito do retorno que vêm, mais cedo ou mais tarde, visitar aquele que errou gravemente. Vale lembrar que Romário deixou seu cargo na Comissão de Impeachment (Golpe), fato que significa sinal de recuo. A lei do retorno existe. Pode acreditar.
Enquanto isso, o deputado Miro Teixeira (Rede/RJ), membro da bancada dos coronéis midiáticos, além de filhote discreto da ditadura militar, colocou sua ideologia de direita em banho maria durante 30 anos para se livrar da pecha de ser pupilo do ex-governador Chagas Freitas, político fluminense antigo e importante que apoiou a ditadura militar, está agora a acenar com a tramitação de proposta de emenda constitucional (PEC), que determina a realização de eleições diretas se porventura os cargos de presidente e vice-presidente ficarem vagos. E por que tal político representante na Câmara dos magnatas bilionários de imprensa está a apostar na PEC? Respondo: porque Miro Teixeira, que votou pela admissibilidade do golpe, o que o leva a ser tratado como golpista, entende que Dilma Rousseff, a despeito de temer, não voltará ao poder conquistado pelas urnas soberanas.
É o fim da picada! Os mais de 54 milhões de eleitores de Dilma não deveriam aceitar nenhuma proposta que não seja seu retorno ao cargo de presidenta. A mandatária trabalhista não cometeu crime de responsabilidade. Portanto, não existe dolo. O golpe é inconstitucional, ilegal e ilegítimo, porque, ressalto, não houve crime. Não importa se a presidenta terá dificuldade para governar. As dificuldades existem para serem superadas. Por sua vez, é evidente que Dilma Rousseff voltará fortalecida, pois os conspiradores, os golpistas e os criminosos ficarão desmoralizados, porque politicamente derrotados. A Constituição tem de ser cumprida, doa a quem doer.
Dilma é política e como tal terá de conversar, negociar e, por estar mais sábia e experiente por causa do golpe sofrido, certamente que a mandatária honesta e democrata saberá tratar com o Congresso, inclusive a renomear o ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil. É isto que Miro Teixeira e muitos outros de propósitos iguais não querem, assim como alguns incautos, inclusive da blogosfera de esquerda, ainda não perceberam a farsa mequetrefe.
Dilma asseverou: "Não ficará pedra sobre pedra!", como ela prometeu, no decorrer dos debates eleitorais de 2014, ao golpista-mor e totalmente irresponsável, senador tucano Aécio Neves. Promessa feita e cumprida à revelia dos interesses escusos e jamais confessáveis. Assim dito e feito, bem como o PMDB desceu do muro, pulou a cerca e mudou de lado para se acumpliciar com o PSDB, o DEM, o PPS e o SD, partidos conspiradores e de carácteres entreguistas e antinacionalistas, que se juntaram aos sistemas Judiciário e midiático privado para concretizarem o golpe de estado.
Os áudios vazados de ministros e políticos do PMDB comprovam, indubitavelmente, que o golpe tem três motivos principais, dentre muitas motivações: 1) Evitar prisões por meio da Lava Jato; 2) Implementar à força o programa neoliberal, privatista e entreguista dos demotucanos derrotados quatro vezes pelas urnas; e 3) Impedir a candidatura de Lula, o presidente mais popular da história do Brasil, de esquerda, não cooptado pelo status quo, além de ser o político latino-americano mais conhecido e reconhecido internacionalmente.
Enquanto isso, no reino da tucanagem, Aécio Neves tem de se virar com o procurador-geral-contra a República, Rodrigo Não Devo Nada a Ninguém Janot, um dos formuladores do golpe. Não adiantou, ao que parece, o burlesco e condestável Gilmar Mendes, do PSDB do Mato Grosso, ficar a enviar de volta à PGR os inquéritos de Aécio Neves, um dos seus parceiros mais importantes do golpe criminoso de estado, covardemente a atingir a presidenta reeleita pelo PT.
Janot enviou os inquéritos da Lista de Furnas para o ministro do Supremo, Teori Zavascki. Se o juiz aceitar, pode estar certo, cara pálida, todo o PSDB dança ou é derrubado, impiedosamente, pelo efeito dominó, que atingirá, em cheio, também o DEM e o PPS, só que em menor escala.
“Como adiante se demonstrará, o pedido que deu origem à instauração deste inquérito foi devidamente acompanhado não só de notícia de novas provas como também de efetivamente novas provas, suficientes à convicção do Ministério Público Federal de que, para uma completa elucidação dos fatos, faz-se imperioso o prosseguimento das investigações" -- afirmou Janot, em despacho de 41 páginas no qual pede investigação sobre a ligação de Aécio com o escândalo de Furnas.
O procurador-geral, pasmem, criticou duramente a blindagem a Aécio Neves, no que é relativo às arrecadações de dinheiro pelo PSDB em relação às suas campanhas eleitorais dentre outros esquemas. Gilmar Mendes -- a herança maldita de FHC -- é um juiz que subestima o povo brasileiro e envergonha o STF.
O magistrado tucano e que odeia o PT, porque sempre deixou clara sua posição indevidamente partidária com seus pronunciamentos agressivos e ações políticas através dos anos, defendeu, incrivelmente, o arquivamento dos inquéritos contra Aécio. Contudo, a verdade é a seguinte: alguns senadores devem mudar seus votos golpistas e Aécio e o PSDB saberão com quantos paus se faz uma canoa. michel temer (nome sempre em minúsculo por se tratar de anão político e citadino) é usurpador e ilegítimo. Volta querida! É isso aí.
Temer, no tamanho que Temer tem
Michel Temer tem tudo: a mídia, uma maioria avassaladora no Congresso e até mesmo o desejo da população em ver a economia se reerguer e reduzir-se a crise.Ah, sim, tem também, de olho no que podem ganhar aqui, a simpatia dos capitais internacionais.
E como, com tudo isso, em 20 dias, os sinais de deterioração do seu governo são evidentes ao ponto de preocupar seus áulicos, que correm para consumar o afastamento de Dilma e tornar irreversível o golpe que é hoje do conhecimento de todos, exceção, talvez, da Ministra Rosa Weber?
Pode-se fazer uma lista das trapalhadas, imundícies e maldades de sua trupe, mas ela revelará, talvez, a forma, mas não a razão profunda do que acontece com ele.
E isso é o essencial: Michel Temer é um hábil cortesão e um desastre como “rei”, num país imenso e complexo como é o Brasil.
Tem a alma pequena dos arranjos e a falta de visão dos que julgam-se “espertos.
Se me perdoam, é o “gigante pela própria natureza” que não pode ser conduzido por um “nanico pela própria natureza”.
E é da estatura moral que se fala.
Como síndico do condomínio golpista, tem de administrar suas mesquinhas e comprometidas vizinhanças e, ao mesmo tempo, ocultar o quanto puder, até a consumação do esbulho da faixa presidencial, a sua obra de demolição de direitos sociais.
Há uma percepção geral disso e não é necessário que Temer mande, como diz hoje a Coluna do Estadão, os arapongas do GSI monitorarem e “esconderem” a agenda presidencial para evitar protestos.
Onde for Temer haverá um protesto poque o Brasil, como se disse aqui, é hoje um lugar onde tudo vira “Fora Temer”. Só mesmo na cabecinha cheirosa da Eliane Cantanhêde são “protestos esparsos, mas bem divulgados“.
O espírito censório da grande mídia não se conforma, sequer, com as alternativas de comunicação das redes, que só eram legítimas quando serviam para disparar o furor autoritário da direita.
Esta é, aliás, a carta que a direita está, visivelmente, voltando a colocar sobre a mesa. As notícias de delações na base do “alguém me disse que alguém falou” sobre a honorabilidade pessoal de Dilma vão recrudescer.
Quem não tem virtudes só pode se escudar apontando os defeitos alheios.
Fernando Brito - Tijolaço
EUA fornecem de graça equipamento militar ao Egito e em troca...
O Egito não tem pressa de responder aos EUA, mesmo recebendo equipamentos militares dos americanos, escreve o jornal Washington Post.
O autor de um artigo recentemente publicado, Jackson Diehl, chamou as ações das autoridades egípcias de "bofetada".
Segundo Diehl, o Egito considera o "liberalismo ocidental" dos EUA como o seu maior inimigo, e não o "extremismo sunita" ou o grupo terrorista Daesh (também conhecida como Estado Islâmico e proibido na Rússia).
De acordo com o artigo, a respectiva conclusão pode se depreender das palavras das autoridades do Egito sobre as assim chamadas guerras de quarta geração. O presidente do país árabe, Abdel Fattah Sisi, condenou pessoalmente estas durante uma reunião com cadetes no ano passado.
O presidente disse na altura que as guerras de quarta geração estão sendo realizadas por via de comunicações modernas, psicologia e mídia, e destroem os Estados a partir de dentro. Segundo ele, ninguém pode destruir um país, se ele próprio não fizer mal a si mesmo.
"Quem é o inimigo nesta guerra? De acordo com as declarações de militares egípcios, são os EUA. Quer dizer, o mesmo país que fornece ao exército veículos blindados e bilhões de dólares de ajuda gratuita", escreveu Diehl.
O autor cita o briefing do Ministério da Defesa do Egito realizado em março do ano corrente no Parlamento. De acordo com a agência Mada Masr, um dos temas do briefing foi a "Estratégia de defesa do Egito e os planos do Ocidente para fragmentar o Oriente Médio".
Ainda de acordo com o artigo no WP, tais declarações são exemplos de "retórica antiamericana" prejudicial ao país.
Diehl escreveu que os generais egípcios não veem esta contradição: eles utilizam equipamento blindado e caças F-16 na luta contra o Daesh na península de Sinai, ao mesmo tempo que os serviços de informação e a Procuradoria lutam contra atividades subversivas dos EUA no Cairo.
Enquanto tudo isso, o autor não se deu ao trabalho de especificar como a ajuda dos EUA na luta contra o Daesh está ligada com as organizações não-governamentais no Cairo. Mas ele chamou os generais americanos a exigir de Sisi para que ele, nos seus discursos na TV, declare que os EUA não querem destruir o Egito e não têm nada a ver com as guerras de quarta geração.
Cabe também mencionar que no mês corrente a organização Anistia Internacional publicou dados segundo os quais metade dos países-membros da União Europeia, inclusive Alemanha e França, vende armas ao Egito, não obstante o embargo que continua em vigor desde 2013.
Sputniknews
Coréia do Norte fortalecerá suas forças nucleares
Pyongyang (ACNC) — A la pregunta de un reportero de la ACNC formulada el día 28 en relación con que Obama cuestionó las medidas de la República Popular Democrática de Corea para fortalecer las fuerzas armadas nucleares, el vocero del MINREX de la RPDC dio la siguiente respuesta:
Recientemente, con motivo de la Cumbre de 7 países efectuada en Japón, Obama intervino en varias ocasiones censurando y denigrando la RPDC.
Él dijo que la RPDC no sólo “desarrolla las armas nucleares, sino que también hace actos de proliferarlas”, “constituye el mayor obstáculo en la realización del mundo sin armas nucleares” y “las armas nucleares y el plan de misil balístico de la RPDC devienen la amenaza a la región, Estados Unidos y el resto del mundo”.
Las tonterías de Obama revelan las entrañas malas de EE.UU. que acusa a otros países con el objeto de encubrir la naturaleza de EE.UU., país delincuente nuclear que impuso a la humanidad la calamidad nuclear, y evitar la fuerte censura de la sociedad internacional a su país que ha venido persiguiendo obstinadamente el dominio del mundo basado en los armamentos nucleares burlando el mundo bajo la máscara engañosa del “mundo desnuclearizado”.
Obama habló descaradamente de la desnuclearización precisamente en el lugar dañado por la bomba atómica de EE.UU.
El proyecto del “mundo desnuclearizado”, presentado por Obama desde los principios de su mandato, partió de una intención malsana para fortalecer aun más sus medios de guerra nuclear, por una parte, y, por la otra, debilitar la capacidad militar de otros países.
Hoy en día, la astuta artimaña de doble cara del país norteamericano se vio obligada a ser fracasada por el debido rechazo de la sociedad internacional.
Si EE.UU. tiene tanto interés en la realización de la desnuclearización del mundo, él mismo debe ser primero en renunciar esas armas mortíferas y mostrar un ejemplo de dejar la amenaza y chantaje nucleares contra otros países y naciones.
EE.UU., que esgrime el garrote nuclear y recurre obstinadamente a la política hostil a la RPDC, sueña con la renuncia nuclear de la RPDC, lo cual no pasa de ser una ilusión igual con que espera un pollo en el huevo hervido.
Como ya hemos declarados, fortaleceremos más en lo cualitativo y cuantitativo las fuerzas armadas nucleares autodefensivas manteniendo permanentemente la línea estratégica de desarrollar paralelamente la construcción económica y la de las fuerzas armadas nucleares, mientras que existen la amenaza nuclear y las arbitrariedades de los imperialistas.
También, la RPDC, responsable país poseedor de armas nucleares, cumplirá sinceramente el deber de no proliferación nuclear asumido ante la sociedad internacional y se esforzará activamente por la realización de desnuclearización del mundo.
Por mucho que EE.UU. recurra a la propaganda demagógica de convertir lo blanco en lo negro, no puede manchar jamás el prestigio de la RPDC, potencia nuclear de la independencia y la justicia.
Fonte: Embaixada da Coréia do Norte no Brasil
França: a luta social pega fogo
Por Pepe Escobar, no site Outras Palavras:
Paris está em chamas, enquanto o presidente François Hollande trapaceia. Esta é síntese dos protestos por toda a França contra a proposta da “reforma” trabalhista, enquanto o presidente posa no G-7, no Japão, como se fosse um dos Senhores do Universo.
A França está semiparalizada – dos trabalhadores nas docas do porto Le Havre (um hub-chave de comércio) a operários das refinarias, depósitos de petróleo, estações de energia nuclear (que respondem por 75% do fornecimento nacional de energia), aeroportos, e o sistema de transportes sobre trilhos metropolitano de Paris. Isso converteu-se em pânico numa miríade de postos de gasolina – com a paralisação de grande parte do sistema de transportes francês.
Tudo isso porque o governo Hollande, supostamente “socialista” e catastroficamente impopular, introduziu um projeto de lei que modifica de forma drástica as leis trabalhistas francesas e adota o essencialmente neoliberal “contrata e demite” (“hire and fire”) anglo-saxão, num país profundamente regulado e cheio de regras, onde a proteção e os direitos dos trabalhadores são levados extremamente a sério. Hollande e seu incrivelmente medíocre primeiro ministro Manuel Valls defendem o projeto como a melhor maneira de combater o desemprego crônico.
Acabe com o projeto para desbloquear o país
O maio de 2016 na França certamente não é um remix do maio de 1968. Há um vórtice de fatores complicadores, tais como a psicose “terra terra terra” (Paris vive num estado de sítio semidisfarçado); o movimento Noites Despertas em curso na Praça da República – a versão francesa do Occupy Wall Street; e a polícia com os nervos à flor da pele reclamando, e até mesmo fazendo manifestações porque julgam não receber, da população, todo o amor de que necessitam…
Maio de 2016 surge essencialmente como uma batalha entre o governo socialista e os sindicatos franceses. Vai tornar-se mais quente. Dados da polícia sugerem que havia 153 mil grevistas/manifestantes na quinta-feira passada – um dia de enorme mobilização que atingiu os serviços públicos e transportes aéreos. Os sindicatos contaram quase 300 mil. O executivo está começando a usar a força para desbloquear refinarias chave. Postos de gasolina vazios e motoristas em pânico estão se tornando a norma.
A dupla Hollande-Valls jogou pesado; o projeto de “reforma” trabalhista precisa ser aprovado, do contrário será o fim do governo. O sinal vermelho de Valls é: se o projeto de lei cair, ele também vai. No entanto, já foi (ligeiramente) forçado a recuar; agora está permitindo “mudanças” e “melhorias” na proposta.
Portanto, é essencialmente uma batalha da esquerda francesa – um ramo radical, da classe trabalhadora, contra outro no poder, denominado social-democrata, mas na verdade neoliberal. É também um diálogo de surdos. O primeiro ministro não é propriamente um participante do diálogo social. Para ele, as duas esquerdas são irreconciliáveis. Não é preciso ser um leitor de Barther ou Deleuze para inferir que a França está correndo o risco de chegar ao grau zero de democracia social.
Depois do oitavo dia de manifestações, Philippe Martinez, secretário geral da CGT, a poderosa confederação sindical CGT, reivindica agora ser recebido pelo presidente e somente o presidente – na prática, jogando Valls no lixo.
É possível que a dupla Hollande-Valls esteja tão disconectada do pulso das ruas que não foi capaz de percer que seu projeto de lei seria encarado com tanta hostilidade. Deveriam ter pensado mais amplamente – e investido em muito diálogo prévio, para não dizer sutilezas semânticas, com os sindicatos.
E o que os franceses pensam sobre essa trapalhada? Três quartos da população são contrários ao projeto. Não é possível “modernizar” a França sem os franceses. Nesse país, nuances sutis importam. Segundo uma das últimas pesquisas, 69% são favoráveis a mudanças no projeto de lei, para impedir que a nação se mantenha paralisada. Outra pesquisa mostra que 62% consideram “justificadas” as greves, a despeito da paralisação de parte do país. Um cruzamento desses estudos revela que os movimentos sociais são legítimos, mesmo que a maioria das pessoas não queira ver a nação paralisada.
Num estilo mais leve, a conversa agora nos cafés de Paris é que seria melhor o Partido Socialista nem tentar disputar a nova campanha presidencial; os fatos provam que a classe trabalhadora tem hoje por ele um ódio visceral. O atual estado de emergência – versão francesa da Lei Patriótica (Patriot Act) dos EUA – mais o viés neoliberal dado pelo Partido Socialista (PS) leva-o a perder o voto de artistas e intelectuais, assim como o dos “bo-bos” (boêmios burgueses), que costumavam ser o principal esteio de sua base eleitoral. E tudo isso enquanto os executivos-chefes, tão cortejados pelo PS, continuarão a votar com a direita.
Hora de ser um “indignado” com causa
E agora? Busca-se alguma forma de conciliação; o texto do projeto será emendado pelo Senado no mês que vem, antes de voltar à Assembleia. Isso significa que ela será “retocada” – como até mesmo o governo está agora admite; e isso significará uma vitória dos movimentos sociais. Aconteça o que acontecer, a guerra das esquerdas não terá terminada. E o resultado final pode até mesmo resultar numa forma de suicídio coletivo – em benefício da direita.
O crescimento econômico da França permanece muito fraco. A Copa Europeia de Seleções 2016 começa em apenas duas semanas, em 10 de junho. A França espera receber 1,5 milhão de turistas estrangeiros e lucrar algo em torno de 1,3 bilhão de euros. A área de fãs que está sendo construída em frente a Torre Eiffel atrai ao menos 100 mil pessoas diariamente.
Se não houver uma solução nos próximos dias, a dupla Hollande-Valls terá de recuar. O sistema de segurança francês não terá capacidade de dar conta, simultaneamente, de um alerta máximo contra terrorismo e uma miríade de manifestações (um enorme protesto já está marcado para 14 de junho). Há muito em questão para o sucesso do campeonato de futebol, além dos lucros. O futebol, nesse caso, está longe de ser neutro politicamente; se o show for um grande sucesso, quem colherá os benefícios será Hollande.
Os socialistas franceses, enquanto isso, poderiam fazer mais do que dar uma olhada na vizinha Espanha. Na Espanha de Franco, comunistas e socialistas estavam na vanguarda da resistência democrática, incorporando em sua luta aqueles que criaram as Comissões de Trabalhadores e alguns dos melhores intelectuais de seu tempo.
Então, veio deriva neoliberal dos partidos socialistas europeus – que os levou a perder sua hegemonia histórica. Eles não foram capazes, ao mesmo tempo, de defender sua base social – e o Estado de bem-estar social – e satisfazer os duros requisitos do cassino que é o sistema financeiro e a política econômica de “austeridade” fiscal imposta pela Comissão Europeia, e exigida pela Alemenha.
No período de Franco e durante a Guerra Fria, era comum usar “comunista” e “socialista” como forma de desqualificar qualquer argumento político. Reinava a política do medo. A França, por sua parte, era muito mais sofisticada politicamente (e, ao contrário da Espanha não estava sob um regime fascista.)
O que resta para a esquerda na Europa é prestar muita atenção ao caminho emergente aberto pelos movimentos sociais, compreender a necessidade de reconstruir um Estado de bem-estar social e criar formas de emprego com valor; tudo isso tem sido negado pelo fundamentalismo de mercado e o modo de pensar da austeridade TINA (There Is No Alternative, Não Há Alternativa).
Entre os “indignados” espanhóis encontram-se anarquistas, comunistas, socialistas – um microcosmo da história moderna da Espanha enraizada na indignação contra a ditadura e a injustiça social, todos tentando reinventar-se enquanto o neoliberalismo afunda. Quem dera os esquerdistas franceses pudessem ao menos lançar um olhar para lá.
* Tradução de Inês Castilho.
El cañón de riel cambiará la forma de combatir
Fotografía sacada por una cámara de vídeo de alta velocidad durante pruebas de un cañón de riel electromagnético en 2008U.S. Navy
¿Qué es un arma electromágnetica y que ventajas ofrece? Los ingenieros rusos que las desarrollan responden.
En un evidente gesto político, EE.UU. advirtió de que la aparición del cañón electromagnético cambiaría la "forma de combatir". Los expertos rusos que desarrollan la misma arma explican el porqué de la atrevida afirmación de Washington.
La Armada estadounidense ha puesto a prueba una nueva versión de su cañón de riel experimental capaz de lanzar proyectiles a velocidades de más de 7.200 km/h y atravesar hasta siete placas de acero, informa el diario 'The Wall Street Journal'.
¿Por qué un dispositivo capaz de lanzar proyectiles no explosivos de solo 11 kilogramos y a una distancia de 200 kilómetros (bastante más corta que el alcance de varios misiles que hoy existen) ha causado tanto revuelo en todo el mundo?
¿Por qué un pedazo de metal de 11 kilos "puede cambiar la forma de combatir"?, se pregunta el almirante de la Armada estadounidense Mat Winter.
La respuesta la tienen los ingenieros del laboratorio del Instituto de Altas Temperaturas ruso –adjunto a la Academia de Ciencias del país– en su sede de la ciudad de Shatura, cercana a Moscú. Estos expertos desarrollan la misma arma en Rusia.
¿Qué hace tan temibles estas armas?
El Instituto de Altas Temperaturas ha realizado recientemente una prueba del cañón de riel Artsimóvich, que es una pequeña pieza electromagnética que dispara proyectiles de tres gramos y cuenta con una capacidad destructora sorprendente. Sus pequeñas balas son capaces de hacer 'evaporar' placas de acero, a las que convierten en plasma.
La razón de ello es la alta velocidad que al proyectil le proporciona el acelerador electromagnético utilizado en lugar de la pólvora tradicional.
"En las pruebas de nuestro laboratorio se alcanzó la velocidad máxima de 6,25 kilómetros por segundo, siendo el peso el proyectil unos pocos gramos (unos tres), muy cercana a la primera velocidad cósmica", explicó el director del Instituto de Altas Temperaturas ruso, Alexéi Shurúpov, citado por el rotativo 'Rossiyskaya Gazeta'.
La velocidad del proyectil hace inútiles todos los medios modernos de protección de equipos militares: buques de superficie, aviones, tanques, fortificaciones, etc.
¿Qué tipo de arma es y qué oportunidades ofrece?
A juicio de los expertos del Instituto de Altas Temperaturas en un futuro estos cañones harán inútiles todos los medios modernos de protección y blindaje de los equipos militares.
En esencia, estamos hablando de un arma que no requiere la pólvora para disparar. Y sus proyectiles tampoco necesitan explosivos. La aceleración del proyectil se debe a un enorme impulso electromagnético.
¿Qué puede lograr la nueva tecnología?
El problema es que el principio de funcionamiento de las armas de fuego no ha cambiado a lo largo de los siglos: sus proyectiles son expulsados de la boca del cañón gracias a los gases de pólvora.
Sin embargo, esta tecnología tiene un límite: la velocidad del proyectil raras veces supera un kilómetro por segundo. Mientras tanto, los modelos de trabajo muestran que en el cañón de riel la velocidad de vuelo del proyectil se sitúa alrededor de los 6,5 kilómetros por segundo y en el futuro esta cifra puede incrementarse hasta la primera velocidad cósmica.
Por ello, en primer lugar se aumenta drásticamente el alcance de las piezas de artillería. En segundo lugar y más importante, al desplazarse a tan alta velocidad, el proyectil acumula una enorme energía que se convierte en calor al colisionar con un obstáculo. En esencia se trata de una explosión parecido a la de los meteoros que entran en la atmósfera terrestre a velocidades cósmicas.
Por otra parte, el cañón de riel puede cambiar completamente la situación en el campo de la defensa antimisiles. Derribar misiles enemigos voladores usando proyectiles de barras metálicas habituales es mucho más fácil, más barato y más eficaz que el uso de los misiles interceptores.
Además, un cañón de riel tendría fácil derribar un satélite enemigo situado en una órbita baja.
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