domingo, 29 de maio de 2016
Maduro denuncia que há um plano de invasão da Otan contra a Venezuela
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou que existe um plano internacional de intervenção militar contra seu país. “Eles querem fomentar uma crise para justificar uma invasão na Venezuela com a Otan e os Estados Unidos”, afirmou.
Segundo Maduro, há uma clara relação entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, e o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Henry Ramos Allup, este é o núcleo de elaboração das ações golpistas contra o país.
“A Venezuela sairá desta situação com dignidade, com trabalho, com amor e com a força e o poder de um povo inteiro que está casado com a pátria e quer paz”, afirmou o mandatário.
Denunciou ainda que desde a Espanha são feitas centenas de propagandas de guerra contra seu governo. “Todos os dias eu saio na primeira página de toda a imprensa da Espanha, todos os dias”.
Do Portal Vermelho, com Telesur
Palanque de FHC despenca em Nova York

Por Altamiro Borges
Um dos mentores intelectuais do “golpe dos corruptos” no Brasil, o vaidoso FHC talvez imaginasse que seria recebido como um gênio da política moderna no congresso anual da Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA), que ocorre em Nova York. Mas seu palanque foi previamente detonado. Mais de 400 acadêmicos assinaram um abaixo-assinado contra o “príncipe golpista” e anunciaram um protesto no salão do evento. Com medo das vaias, o ex-presidente preferiu desistir da sua palestra. Ninguém acreditaria mesmo nas suas bravatas sobre o “processo legal de impeachment” ou nas suas explicações sobre as alianças com mafiosos para desestabilizar e derrubar a presidenta Dilma.
Sem maior alarde, o jornal O Globo registrou nesta sexta-feira (27): “Após protestos de intelectuais, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cancelou sua participação numa palestra neste sábado em Nova York sobre a democracia na América Latina. O evento foi organizado pela Associação de Estudos Latino-Americanos em homenagem aos 50 anos da entidade e FH dividiria um painel de debate com o ex-presidente do Chile Ricardo Lagos. Em carta enviada a LASA, a que O Globo teve acesso, FH explicou que desistiu da palestra para não dar discurso às ‘mentes radicais’. ‘Eu peço que vocês entendam que a essa altura da minha vida, aos 85 anos, eu não desejo dar pretexto para mentes radicais, dirigidas por paixões partidárias, me usarem em uma luta imaginária ‘contra o golpe’, um golpe que nunca existiu’”.
Já a Folha tucana lamentou o episódio: “Alvo de ameaças de protestos contra o seu apoio ao governo do presidente interino Michel Temer, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cancelou sua participação num congresso acadêmico em Nova York (EUA). FHC participaria do principal evento do encontro, um debate na manhã de sábado que encerraria o 34º Congresso Internacional da Associação de Estudos Latino-Americanos, no aniversário de 50 anos da entidade”. O jornal da famiglia Frias, que sempre blindou o tucano, deu generoso espaço para a carta do ex-presidente, na qual o cínico arrivista tenta justificar o golpe, critica a “organização criminosa” do PT e ainda ataca, de forma arrogante e rancorosa, os intelectuais que protestaram contra a sua presença no evento.

A conversa fiada do golpista, porém, não intimidou os participantes do congresso. Neste sábado (28), vários participantes usaram camisetas pretas com as inscrições “Brasil, La Democracia de Luto" e "Não ao Golpe" - nesta última, o slogan aparece escrito também em inglês e espanhol. Um manifesto do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) também explicou as razões da revolta: "Respeitamos a decisão da Lasa de convidar a um dos maiores instigadores e incentivadores do golpe no Brasil, porém também convocamos a acompanhar a conferência enchendo o auditório de camisetas pretas em sinal de protesto". O documento contou com a assinatura de 162 membros da entidade e 337 pesquisadores não associados, que solicitaram o cancelamento da conferência de FHC.
O episódio mancha ainda mais a história já apodrecida do velhaco tucano. Ainda sobre o protesto em Nova York, vale conferir o artigo de Paulo Nogueira, no imperdível blog Diário do Centro do Mundo:
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A consagração internacional de FHC como golpista e fâmulo da plutocracia
FHC viveu o bastante - 85 anos até aqui - para ver sua consagração internacional como golpista. E em Nova York, a capital do mundo.
Clap, clap, clap. De pé. Para os responsáveis pelo reconhecimento.
FHC fora convidado para participar de um encontro de cientistas políticos para debater a tão ameaçada democracia na América Latina.
É um mistério o que passou pela cabeça dos organizadores ao chamar o decano do presente golpe no Brasil. É como chamar Alexandre Frota para debater educação. Mas foi brilhante a reação dos cientistas políticos que sabem perfeitamente o papel imundo que FHC representou na trama plutocrata que colocou Temer no Planalto.
Eles prontamente se insurgiram. Diante da insistência da organização em manter FHC, avisaram que respeitavam a decisão. Mas, diante dela, alertaram que iriam comparecer de preto ao seminário em protesto contra um convite tão acintosamente equivocado.
FHC fez o que sempre fez em situações complicadas. Primeiro, se acoelhou. Fugiu da reunião. Depois, produziu uma nota que é sua alma: cínica, hipócrita, mentirosa. Nela, evocou o passado. Disse que foi perseguido pelo golpe de 1964 e coisas do gênero. Acontece que ninguém está falando de 1964, e sim de 2016. Rechaçou que houve golpe com o argumento de que o STF monitorou o impeachment.
Ora, ora, ora. Depois de gravações de conversas que expuseram brutalmente a participação do STF na derrubada de Dilma, ele tem a ousadia de citar os eminentes magistrados? Entre estes se destaca, com seu golpismo explícito, Gilmar Mendes, que foi colocado no STF exatamente por FHC.
Apenas para registro, em 1964 o STF também abençoou o golpe.
Se passado valesse, Lacerda - o maior golpista da história da República - poderia, ao estilo de FHC, dizer que foi integrante do Partido Comunista na juventude para tentar ser absolvido pelo papel vergonhoso que desempenhou repetidamente contra a democracia e a favor dos ricos.
Seja o que for que FHC tenha feito num passado remoto, tudo já foi incinerado pelo que ele é, e não de hoje.
É, numa palavra, um fâmulo da plutocracia.
Lacerda desandou quando passou a falar, demagogicamente, em corrupção para atacar governos progressistas como o de Getúlio e o de Jango. Há quantos anos FHC faz exatamente o mesmo?
Em sua descomunal vaidade, FHC tem a pretensão de ser conhecido - e respeitado - como um homem de esquerda. Ele sabe que cientistas políticos de direita são universalmente desprezados.
Mas ele não é mais que isso: um reacionário, um direitista, um golpista da pior espécie.
Seu julgamento perante a história já foi feito em vida, e ele foi condenado com desonra.
O símbolo disso foram as camisas pretas em Nova York em repúdio a ele.
sábado, 28 de maio de 2016
Brasil: Um Supremo Tribunal da Farsa?
Juarez Guimarães - Carta Maior
O STF que deveria ser o principal guardião institucional da Constituição democrática, vem sendo escandalosamente o principal legitimador de sua violação.
Frente a um Congresso Nacional enxovalhado por denúncias de corrupção e a um golpista interino que já assume com esmagadora rejeição da opinião pública, o sistema judiciário que vai da Lava-Jato a Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal passou a ser a principal peça de legitimação do golpe. Se é verdade que até a mais violenta ditadura ou regime de exceção procura uma razão jurídica para cobrir a sua ilegitimidade, é preciso identificar que a singularidade da situação brasileira é exatamente que o processo de judicialização está desde o início no centro da sua viabilização e legitimação. Este foi exatamente o ponto da retórica do representante dos EUA em reunião da OEA: a legalidade prova que o impedimento da presidenta pelo funcionamento maduro das instituições da democracia não é golpe!
Esta retórica de que o poder democrático migrou definitivamente para o arbítrio de tribunais veio a público no dia 23 de abril, em um Fórum promovido pela revista Veja, em palestra do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, e do juiz Moro. A fala do ministro do STF, exatamente pelo progressivismo de suas posições, é a testemunha mais gritante da defesa do poder absoluto de sua corporação.
Esta retórica do poder absoluto do STF compõe-se de três peças. A primeira é a completa desqualificação da política: “O sistema político é um filme de terror que, tal como é hoje, reprime o bem e potencializa o mal”. Daí, a sequência acriticamente apologética: “Se punir corruptos fosse a regra, Moro e Joaquim Barbosa não seriam heróis nacionais”. Em sua palestra, o ministro defendeu inclusive o fim do foro privilegiado para políticos em exercício de suas funções.
Em seguida, a defesa da completa neutralidade e impossibilidade da corrupção não apenas do poder judiciário mas de qualquer membro do Supremo Tribunal Federal: “Acesso no sentido de influenciar com qualquer componente indevido uma decisão do ministro do Supremo, eu duvido muito que isto aconteça. Acho que isso é uma não possibilidade, isso, simplesmente, não acontece.”
A terceira peça retórica é a afirmação do sentido absoluto do STF, isto é, a sua posição de decidir por último e de forma incondicionada na democracia: “É impensável que alguém tenha a capacidade de paralisar as investigações. Ou que qualquer pessoa pode ter acesso ao Supremo para parar as investigações. O ministro que chega ao Supremo só responde à sua biografia e a mais ninguém.”
Esta retórica deve ser justa e democraticamente denunciada como uma retórica do Terror judicial. Pois é exatamente - como se estuda nas teorias republicanas e democráticas – quando se judicializa plenamente a democracia que mais se politiza o poder judiciário. É exatamente o contrário do que afirma Barroso: torna-se impensável, uma não possibilidade, em que em um ambiente de acirradas lutas judicializadas, o poder judiciário não seja, ele próprio, vazado, atravessado e submetido às forças políticas em luta pelo poder.
Moro e Joaquim Barbosa não são “heróis nacionais”. São personagens midiáticos de um populismo penal que foram mitificados exatamente porque utilizaram seu poder seletivamente para punir políticos aos quais as grandes empresas de mídia fazem oposição.
Quando à afirmação de que “um juiz do Supremo só deve responder à sua biografia”, ela não passa de um delírio escandaloso de poder absoluto. Até a tradição que legitimava o poder absoluto dos reis afirmava que eles, afinal, deviam prestar contas a Deus por seus atos. E não apenas a si próprios. Está na Constituição democrática brasileira que um juiz do Supremo pode vir a sofrer impedimento caso cometa crime de responsabilidade contra a Constituição que deve defender.
Treze perguntas e uma sentença
Qualquer tribunal , que seguisse os preceitos democráticos e de defesa dos direitos humanos da ONU, decidiria exatamente em oposição ao STF brasileiros nas treze questões seguintes. Não há como negar que o STF brasileiro vem sistematicamente decidindo, por abuso de poder ou por vergonhosa omissão, contra a Constituição e contra as leis democráticas.
Pode um juiz federal decretar prisões em série por tempo indeterminado de acusados antes de serem julgados, passando por cima da presunção da inocência, do direito de defesa, do devido ônus da prova, por cima de razões excepcionais e legítimas que justifiquem a prisão cautelar?
Pode um juiz federal ou a procuradores federais dirigirem um processo de acusação que viola diariamente o segredo de justiça previsto em lei, que vaza de forma seletiva e politicamente orientada delações premiadas para empresas de mídia partidarizadas?
Pode um juiz federal e um procurador-geral da República repassar para uma empresa de mídia gravações telefônicas criminosas, obtidas sem autorização, da presidente da República?
Pode um juiz federal mandar grampear escritórios de advocacia que atuam em defesa dos acusados em processo que dirige?
Pode um juiz federal, de forma reiterada, e de forma acintosamente midiática contra um ex-presidente da República, impor depoimentos coercitivos a pessoas que nem estão indiciadas e que se dispõem civilmente a prestar depoimentos?
Podem agentes da Polícia Federal responsáveis por dirigir investigações, de profundo impacto político, promover publicamente campanhas de difamação da presidente da República?
Pode um membro do STF emitir juízos partidários, reunir-se secretamente e promover seminários com lideranças partidárias que o indicaram para ministro, defender e violar escandalosamente o princípio da imparcialidade em julgamentos a favor de seu partido?
Pode um ministro do STF de públicos e notórios vínculos, protagonismos e juízos partidários presidir um Tribunal Superior Eleitoral?
Pode um STF impedir a posse, por decisão monocrática, de um cidadão ex-presidente não indiciado ou sequer acusado de tomar posse como ministro e, logo depois, permitir que nove ministros investigados por corrupção assumam seus cargos em um novo governo ilegítimo?
Podem ministros do STF sistematicamente omitirem juízos públicos prévios a processos que irão julgar sem o exame qualificado das razões que virão a justificá-los?
Pode o Procurador-Geral da República vazar criminosamente trechos de delação premiada, sob segredo de justiça, de um senador que acusa a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula para justificar midiaticamente um pedido de seus indiciamentos?
Pode o STF, casuisticamente e sem amparo legal, decidir em horas a prisão de um senador flagrado em fala gravada sem autorização judicial de manifestar intenção de influenciar ministros do STF e, logo depois, nada decidir sobre outro senador, presidente de um partido, ministro e reconhecido com um dos principais articuladores do golpe parlamentar, que declara haver conspirado com ministros do STF para abafar a investigação sobre corrupção?
Pode o STF permitir que um presidente da Câmara Federal, gravemente denunciado e com provas robustas de corrupção sistemática, dirija e organize o processo de impeachment de uma presidente sob a qual não pesa nenhuma acusação?
Enfim, uma sentença. Vários ministros do STF, com exceção de dois, já anteciparam seus votos de que não são a favor de um julgamento de mérito do processo de impeachment por crime de responsabilidade em razão de um princípio de “auto-contenção” do poder Judiciário frente ao poder do Congresso Nacional. O argumento é claramente inconstitucional: a Constituição prevê exatamente que o papel do STF, tendo como referência os princípios previstos na constituição, zele para que nenhum dos poderes da República cometa abusos de poder. Se não há crime de responsabilidade claramente tipificado, o processo de impeachment é golpe. O que caracteriza o mais grave abuso de poder!
Nem coerente é: o STF não decidiu pelo “afastamento temporário” do presidente da Câmara mas, oportunisticamente, só após a votação do impeachment na Câmara Federal? A auto- contenção só vale para legitimar o golpe, para tirar sua mancha após o acontecido? Ou para favorecê-lo como no caso do impedimento arbitrário da posse de Lula?
Se o STF decidir pela legalidade do impeachment, então, ele terá consolidado – uma teoria republicana e democrática não autorizaria senão este juízo – o seu insubstituível papel de Supremo Tribunal da Farsa!
Democracia contra o Terror judicial
Se é verdade que o STF assume crescentemente o papel de principal fiador do governo golpista e ilegítimo de Temer – que está sendo escandalosamente protegido de ser indiciado pelo Procurador-Geral da República, apesar de inúmeras denúncias e provas de corrupção - , então, a denúncia da inconstitucionalidade de suas decisões, de seu arbítrio, de seu casuísmo sempre a favor do golpe, de sua evidente parcialidade, deve ocupar um lugar central na luta democrática.
Esta luta democrática deve ser travada em dois níveis, nacional e internacionalmente. Em primeiro lugar, é preciso dar voz, dar publicidade, ouvir e amplificar as razões da imensa massa de juristas que vêm criticando, denunciando e condenando o processo de judicialização do golpe. O povo brasileiro precisa hoje das razões do constitucionalismo democrático e republicano para defender seus direitos como de um pão para quem tem fome.
Em segundo lugar, já é hora da Frente Brasil Popular e da Frente Povo sem Medo colocarem no centro da pauta o impedimento do ministro Gilmar Mendes, como já propôs o sempre brilhante colunista Jefferson Miola, e uma campanha pública para que o STF julgue pela ilegalidade do impeachment sem crime de responsabilidade.
É o caminho democrático e republicano na luta contra a corrupção que deve prevalecer. O que o STF está a fazer, de fato, é proteger a grande coalizão PSDB/PMDB que hoje organiza a impunidade dos corruptos.
Relatório de ações de terroristas na Síria
Boletim de ações terroristas na Síria, no período de 21 a 26 de maio de 2016.
- Cinco pessoas morreram e outras vinte ficaram feridas, incluindo mulheres e crianças, em consequência de um ataque suicida, de um terrorista ligado ao grupo terrorista “Estado Islâmico”, contra um restaurante na cidade de Qamishli.
- O lançamento de dezenas de mísseis contra a cidade de Aleppo e arredores resultou na morte de uma mulher e o ferimento de dez pessoas, incluindo mulheres e crianças.
- Seis cidadãos ficaram feridos em decorrência do lançamento de doze morteiros contra vários bairros da cidade de Deraa.
- Em 22/05/2016, uma mulher e uma criança morreram e outras 13 pessoas ficaram feridas, incluindo mulheres e crianças, em consequência de ataques de grupos terroristas, com o lançamento de mísseis contra a cidade de Aleppo e arredores.
- Um ataque com tanques contra o bairro de Panorama, na cidade de Deraa, resultou no ferimento de duas crianças.
- Em 23/05/2016, cento e vinte e duas pessoas morreram e outras cento e quarenta e oito saíram feridas, incluindo mulheres e crianças, em consequência de quatro explosões terroristas contra a cidade de Jablah. Uma das explosões ocorreu no Hospital Nacional, logo após um ataque suicida contra os civis feridos que estavam procurando tratamento médico no pronto-socorro do hospital.
- Quarenta pessoas morreram e outras oitenta e uma pessoas ficaram feridas, incluindo mulheres e crianças, durante um ataque terrorista contra a cidade de Tartous, onde ocorreram três explosões.
- O lançamento de três mísseis, contra os bairros da cidade de Aleppo, provocaram a morte de uma mulher e o ferimento de outras sete pessoas, incluindo mulheres e crianças.
- A explosão de um objeto estranho, vindo de grupos terroristas armados, no vilarejo de Safsafieyh, em Hama, resultou na morte de duas mulheres e no ferimento de uma mulher e uma criança.
- Dois cidadãos morreram e outros seis ficaram feridos em consequência de um ataque terrorista contra a cidade de Kafraya, localizada no distrito de Idleb.
- Em 25/05/2016, o lançamento de 22 mísseis contra várias áreas de Aleppo e arredores, resultou na morte de cinco pessoas, incluindo três mulheres, e o ferimento de outras dez, incluindo crianças.
- Um cidadão ficou ferido em decorrência de um tiroteio lançado pelos grupos terroristas armados em Deir El Zour.
Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria
Tradução: Jihan Arar
Parlamentares europeus pedem suspensão de negociações entre UE e Mercosul
Alegando que o Brasil tem “um governo sem legitimidade” grupo de quase 30 parlamentares de esquerda enviou pedido para que a União Europeia suspenda todas as negociações com o Mercosul.
Deputados do Parlamento Europeu apresentaram nesta sexta-feira um pedido para que a União Europeia (UE) suspenda as negociações comerciais com o Mercosul. A solicitação enviada à Federica Mogherini, Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, diz que o governo interino de Michel Temer “carece de legitimidade”.
A carta, à qual a Sputnik teve acesso, é assinada por 27 parlamentares de diferentes partidos e países. O texto cita os avanços recentes nas negociações entre os dois blocos para a criação de um acordo “abrangente”.
“Tendo em vista a situação política no Brasil, temos dúvidas de que este processo tem a legitimidade democrática necessária para um acordo de tal magnitude”, diz o documento.
A deputada Marisa Matias, do partido português Bloco de Esquerda, assinou o documento e afirma que “um acordo comercial não pode ser negociado com um governo sem legitimidade democrática como é o governo atualmente em funções no Brasil”. Ela reconhece que o pedido é apenas uma começo, mas diz que é mais do que simbólico.
“É a ação mais eficaz que podemos fazer nesse momento. E esse pedido tem uma vantagem: ele vai obrigar a União Europeia a tomar uma posição no tema do Brasil”, explicou Marisa. Segundo ela, já são 36 dos cerca de 700 eurodeputados a endossar a proposta.
A carta foi endereçada ao gabinete da Alta Representante da União Europeia para a Política Externa. Marisa Matias diz que o grupo vai aguardar uma resposta de Federica Mogherini e a posição pode influenciar ações futuras como a inclusão do tema para debate pelo Parlamento.
Além de Matias, também assina a carta o deputado Xabier Benito Ziluaga, primeiro vice-presidente da Delegação do Parlamento Europeu para as Relações com o Mercosul, e vários deputados do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde e dos Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia.
Eles dizem que não há acusação de crime que justifique o afastamento da presidente Dilma Rousseff e chamam o processo de impeachment de “ruptura institucional”.
“Consideramos que o governo brasileiro instalado após o impeachment carece de legitimidade democrática e, portanto, pedimos a suspensão das negociações UE — Mercosul”, diz o documento. Os deputados solicitam ainda que o bloco europeu dê “total apoio para a restauração da ordem democrática no Brasil”.
Sputniknews
Avance relámpago de EIIL en norte de Alepo: Rebeldes pierden terreno
Integrantes del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en Siria.
El grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) sigue avanzando en las zonas bajo la influencia de grupos armados como el Ejército Libre de Siria (ELS), cerca de la frontera turco-siria, y está a punto de hacerse con el control total de la zona.
Dos días después de dar comienzo su ofensiva contra las regiones fronterizas entre Turquía y Siria, en la provincia siria de Alepo (noroeste), según informan fuentes locales, los extremistas han conseguido este sábado llegar a apenas 3 kilómetros de la ciudad de Azaz, urbe bajo el control del ELS y sus aliados.
Hasta el momento la ofensiva terrorista ha conseguido cercar la ciudad de Mare por tres lados. En la urbe se están librando intensas batallas y miles de personas han huido por temor a una posible ocupación de Daesh.
Se cree que más de 100.000 personas se han visto desplazadas tras esta nueva ofensiva terrorista en el norte de Alepo.
Frente a esta situación, líderes tribales en Mare han pedido asistencia a las Unidades de Protección Popular (YPG, por sus siglas en kurdo) para hacer frente a los ataques terroristas e impedir que la ciudad caiga en sus manos.
Al mismo tiempo la situación en Azaz se ha deteriorado hasta el punto de que la fundación humanitaria Médicos sin Fronteras (MSF) ha empezado a evacuar a su personal para impedir que sea capturado por los extremistas.
Con la posible toma de Azaz y Mare, Daesh se aseguraría una ruta de tránsito desde Turquía, que se extendería desde el país euroasiático hasta los territorios bajo el control del EIIL, tanto en Siria como en Irak, y que también llegaría a Al-Raqa, bastión de dicho grupo extremista en Siria.
hgn/anz/msf/HispanTv
Pyongyang amenaza con destruir buques del Sur en la zona disputada
Corea del Norte ha amenazado este sábado a su vecino del sur con "despiadados ataques de represalia" en caso de provocación por parte de los barcos surcoreanos.
De ahora en adelante, Corea del Norte abrirá fuego, sin advertencia previa, contra cualquier barco surcoreano que entre, "aunque sea 0,001 milímetros", en la zona marítima en disputa, informa la agencia estatal norcoreana KCNA, citando al Estado Mayor del Ejército Popular de Corea del Norte.
El viernes, la Armada surcoreana realizó cinco disparos de advertencia contra dos buques norcoreanos que supuestamente habían cruzado la frontera marítima occidental entre ambas Coreas.
Pyongyang no reconoce esta frontera de facto que, afirma, fue establecida unilateralmente por la Organización de las Naciones Unidas (ONU) tras la guerra de Corea (1950-1953). En 2002 y 2009 las dos Coreas libraron sangrientas batallas cerca de esa frontera.
El Estado Mayor norcoreano ha exigido, asimismo, disculpas a Seúl por lo que considera como una "imprudente provocación militar" que puede llevar a la región "al borde de la explosión".
En este sentido, ha señalado que el Ejército de Corea del Norte "abrirá fuego de precisión contra barcos de la República de Corea sin previo aviso en caso de intrusión en las aguas territoriales de la República Popular".
La península coreana vive inmersa en una escalada de retórica militar desde la guerra de Corea. Al final del conflicto no se firmó ningún acuerdo de paz, por lo que las dos Coreas permanecen técnicamente en guerra. A la tensión existente se suma la que suscitan las maniobras conjuntas que llevan a cabo anualmente Seúl y su aliado, EE.UU.
mep/anz/msf/HispanTv
Rusia y los S-400: Zona de exclusión aérea en el Levante
Por Dr. Lajos Szaszdi Leon-Borja
Rusia ha desplegado en Siria el sistema de misil antiaéreo y de defensa antimisil S-400 Triumf, como consecuencia del derribo por Turquía de un caza bombardero ruso dentro de espacio aéreo sirio.
Rusia desde noviembre del año pasado ha desplegado en Siria el sistema de misil antiaéreo (misil superficie-aire o SAM por sus siglas en inglés) y de defensa antimisil (misil anti-misil balístico o ABM) S-400 Triumf (Triunfo), como consecuencia, según se reportó, del derribo por un avión caza turco de un avión de ataque o bombardero táctico ruso Su-24M dentro de espacio aéreo sirio, según la evidencia presentada por Moscú. Como se ha dicho previamente, con los misiles antiaéreos S-400 desplegados cerca del puerto sirio de Latakia, en la base aérea de Jmeimim junto al Aeropuerto Internacional Bassel Al Assad de Latakia, Rusia ha establecido de hecho una zona de exclusión aérea no solo sobre la mayor parte de Siria pero también sobre todo El Líbano, sobre la mitad norte de Palestina y actual Israel, sobre el noroeste de Jordania incluyendo la capital jordana de Amán, sobre toda la Isla de Chipre, donde hay bases militares y de inteligencia de soberanía británica, y sobre buena parte del sureste de Turquía. Esto se debe gracias al alcance máximo de los misiles superficie-aire (SAM) 40N6 que, de acuerdo al libro IHS Jane’s Weapons: Strategic 2012-2013 por Duncan Lennox, es capaz de interceptar objetivos aéreos hasta 400 km de distancia y a una altura de 27 km (27,000 metros), apoyados por el radar de vigilancia aérea del sistema S-400, que se estima tiene un alcance de detección máximo de 600 km y de hasta 700 km.
Además del misil SAM de largo alcance 40N6, el sistema S-400 puede ir armado del misil SAM de medio alcance 9M96 con 40 km de alcance y alturas mínima de 5 metros y máxima de 20 km, y con el misil SAM 9M96/2 de 120 km de alcance y alturas de intercepción mínima de 5 metros y máxima de 30 km, según Jane’s. Ambos misiles tienen un sistema de guiado terminal de radar activo, o sea, que van dirigidos en la fase final de intercepción al blanco aéreo con su propio radar integrado, no necesitando del radar de dirección de tiro de la batería para impactar el objetivo. Un transportador-erector-lanzador (TEL) del sistema S-400 puede llevar 4 lanzadores para misiles de largo alcance 40N6 ó 4 lanzadores para los misiles de menor alcance en lugar de un tubo lanzador del misil de 400 km de alcance, pudiendo combinar un vehículo TEL del S-400 3 tubos de lanzamiento del misil SAM 40N6 de largo alcance y mayor tamaño con 4 tubos de lanzamiento cada uno de menor diámetro para los misiles de 40 km y 120 km de alcance.
El sistema S-400, capaz de lanzar cinco tipos de misiles distintos superficie-aire incluyendo al misil de largo alcance 40N6, puede enfrentar y derribar aviones convencionales, aviones con tecnología “stealth” de baja detección por radar, aviones no tripulados, misiles crucero, misiles balísticos de corto alcance, misiles balísticos de alcance medio y misiles balísticos de alcance intermedio de hasta de 3,500 km de alcance. Entre los aviones de baja detección por radar que los misiles del sistema S-400 podrían interceptar estarían el caza F-22A, el bombardero estratégico B-2A y el nuevo caza F-35. Aviones no tripulados como los americanos RQ-4 Global Hawk, el MQ-4C Triton de patrulla marítima, el Predator C Avenger - pudiendo aviones no tripulados en la categoría del Avenger ser derribados antes de poder lanzar sus bombas de precisión - aviones no tripulados de combate (UCAS) en la categoría del X-47B que operen desde portaaviones, y aviones no tripulados israelíes como el Super Heron o el Eitan.
De estar equipados con un sistema de guía pasiva terminal – como lo indica Jane’s con referencia a un sistema de guía pasiva terminal de misiles superficie-aire (SAM) chino que utilizaba elementos del sistema de misiles ruso S-300, estos de generación anterior al S-400 - los misiles de largo alcance del sistema S-400, guiados por las ondas de radar aéreo enemigo, podrían interceptar aviones de radar de alerta temprana volando al límite de su alcance máximo de 400 km como el Boeing 737 Peace Eagle de Turquía, el E-2D Advanced Hawkeye embarcado en portaaviones del U.S. Navy, el E-3 Sentry AWACS o el EL/W-2085 CAEW israelí. Potencialmente los misiles de largo alcance SAM del sistema S-400 dotados de guía terminal pasiva podrían interceptar aviones de guerra electrónica como el EA-18G Growler, embarcado en portaaviones de la Armada de EE.UU., siendo guiados los misiles del S-400 por las emisiones electromagnéticas de ataque electrónico del Growler.
Desde el vehículo de mando, control y comunicaciones (C3) del S-400 se pueden atacar simultáneamente 36 blancos aéreos con uno o dos misiles superficie-aire y así controlar en el aire hasta 72 misiles, pudiendo al parecer los sistemas de radar de vigilancia aérea y de dirección de tiro del sistema S-400 darle seguimiento hasta 300 objetivos aéreos simultáneamente. Una batería de S-400 contaría con hasta 8 vehículos TEL lanzadores de misiles de acuerdo a Jane’s, con un total de 384 misiles listos para lanzar o para recargar en los lanzadores. Jane’s en su edición de 2012 indica que el sistema de mando y control del S-400 controlaría simultáneamente la intercepción de 8 objetivos aéreos con uno o dos misiles SAM por blanco, dándole con su radar seguimiento simultáneo a 40 blancos aéreos.
Como dice Jane’s, las operaciones del sistema S-400 estarían conectadas a un sistema de radar de alerta temprana y defensa aérea, que podría ser el nuevo radar Voronezh-DM de muy alta frecuencia (VHF) y ultra alta frecuencia (UHF) del tipo AESA (radar de antena en fase de barrido electrónico activo) en Armavir, Rusia, cerca del Mar Negro y al norte de la región del Cáucaso. Este radar de alerta temprana, con un alcance máximo de 6,000 km y una altitud de detección de hasta 4000 km, sería por su emisión de ondas de muy alta frecuencia (VHF), por ejemplo, capaz de detectar aviones de baja detección por radarcomo los cazas de V Generación F-22A y F-35 y el avión no tripulado de inteligencia, vigilancia y reconocimiento (ISR) RQ-170. En este sentido, por sus características de defensa aérea de largo alcance, de defensa antimisil contra misiles balísticos e inclusive de defensa espacial antisatélites, el sistema S-400 basado en Siria debe de considerarse parte de la defensa aeroespacial de la Federación Rusa, conectado a su sistema de radares de alerta temprana cubriendo el Mediterráneo Oriental.
Desplegado en la base aérea de Jmeimim, el S-400 sería capaz de interceptar el misil balístico de alcance intermedio israelí Jericó 2, que según Jane’s tendría un alcance máximo de 3,500 km, pudiendo ir armados con una ojiva termonuclear de 1 megatón. Según la misma fuente, Israel habría tenido operacionales 90 Jericó 2 en lanzadores móviles y sería posible que todavía estén operativos aún con la entrada en servicio del misil balístico intercontinental Jericó 3, con un alcance máximo estimado de hasta 6,500 km según Jane’s o de hasta 11,500 km. Emplazado cerca de Latakia los misiles del sistema S-400 podrían interceptar misiles balísticos Jericó-2 lanzados desde su base en Zacaria al sureste de Tel Aviv, de acuerdo a Jane’s, contra ciudades rusas como Ekaterimburgo en los Urales o Moscú y San Petersburgo. El sistema S-400 se hallaría “frente” a la trayectoria de ascenso y vuelo del misil Jericó 2, estando en buena posición de interceptarlo antes de atacar a Rusia.
El misil SAM de largo alcance 40N6 como indica Jane’s podría ser modificado para ser utilizado como arma antisatélite (ASAT), para destruir satélites espaciales en baja órbita como satélites de observación terrestre y reconocimiento enemigos. El sistema S-400 Triumf puede interceptar objetivos aéreos volando hasta una velocidad hipersónica de 4800 metros por segundo, alrededor de unos Mach 14 ó catorce veces la velocidad del sonido. Esto significa que el sistema Triumf puede interceptar al futuro avión no tripulado de reconocimiento americano SR-72 - sucesor del afamado y ya retirado SR-71 Blackbird - que se estima que vuele a una altitud operacional de 24,300 metros a una velocidad de Mach 6 ó seis veces la velocidad del sonido.
Igualmente, el sistema S-400 podría interceptar un vehículo planeador supersónico (SGV), perteneciente al género de misiles de precisión hipersónicos Conventional Prompt Global Strike (Ataque Global Rápido Convencional) estadounidenses, de tener velocidades que no fuesen superiores a Mach 14, como el caso del Advanced Hypersonic Weapon (AHW, Arma Hipersónica Avanzada) del Ejército de EE.UU., con una velocidad de Mach 8 u ocho veces la velocidad del sonido.
Con 400 km de alcance máximo, los misiles SAM 40N6 del sistema S-400 pueden crear una zona de exclusión aérea sobre las ciudades de Haifa, el principal puerto israelí, sobre Tel Aviv, Holón, ésta uno de los principales centros industriales israelíes o sobre Lod, donde se halla el Aeropuerto Internacional Ben Gurión, el más importante y de mayor tamaño de Israel. Rusia extiende su zona de exclusión aérea con el sistema S-400 también sobre Turquía, junto con Israel y EE.UU. otro importante patrocinador del terrorismo radical sunita en Siria.
El sistema Triumf ruso cubre la ciudad turca de Adana y la importante y adyacente base aérea turca de Incirlik, utilizada por la Fuerza Aérea de EE.UU. El S-400 cubriría también todo el Golfo de Alejandreta y la costa sudoriental turca incluyendo la ciudad de Alanya. Las ciudades turcas del interior de Anatolia como Kayseri, Gaziantep, la sexta ciudad más poblada de Turquía, Malatya, Sanliurfa incluyendo su aeropuerto, y Ceylanpinar, ésta en el sureste de Turquía en la frontera norte de Siria y en el límite del alcance máximo de los misiles SAM del sistema S-400 operando desde la base aérea de Jmeimim. Ceylanpinar está conectada por carretera a la ciudad de Hasaka en el noreste de Siria, ciudad cuya región experimenta actualmente una activa presencia ilegal militar americana sin el permiso de Damasco.
Oropeza Guariguán alias "Lucifer" manejaba planes homicidas contra líderes de la Revolución
Prensa MPPRIJ
El ministro del Poder Popular para Relaciones Interiores, Justicia y Paz, M/G Gustavo González López, informó este viernes que Tyahiwi Oswaldo Oropeza Guariguán, alias "Lucifer", quien era el cabecilla de una peligrosa organización criminal que operaba en los sectores El Valle, El 70 y La Baranda en Caracas, planeaba asesinar a altos líderes políticos y cuadros medios de la Revolución Bolivariana.
Indicó que la Operación de Liberación y Protección del Pueblo Nueva Fase (OLP NF) impidió que concretara esos planes, luego que una unidad élite se enfrentara este viernes a este peligroso sujeto sindicado de ser el mayor traficante y distribuidor de drogas en Caracas, especialmente en planteles educativos, tras mantener fuertes lazos con carteles colombianos.
Asimismo, reveló que junto a su banda criminal, reclutaba a adolescentes en zonas populares como El Valle, Cota 905 y el Cementerio, para que fungieran como gariteros, a quienes les pagaba en moneda extranjera por sus servicios.
Oropeza Guariguán, era el principal cabecilla de una organización criminal con fines paramilitares y mantenía alianzas con bandas negativas de Santa Rosalía y Los Valles Del Tuy dedicadas al homicidio, extorsión, secuestro, robo, hurto, tráfico de armas, desalojo forzoso de personas, además de que ofrecía pago en moneda extranjera por el asesinato de funcionarios policiales y militares.
González López precisó que alias "El Lucifer" estaba vinculado con Juan Carlos Guerra Molina, alias "Chiporro", lugarteniente de esa banda criminal, quien resultó abatido el pasado viernes 13 de mayo en un enfrentamiento con una unidad élite de la Policía Nacional Bolivariana (PNB) por participar en diversos delitos, entre ellos: homicidio, posesión de armas de guerra y tráfico de drogas.
Agregó que el sujeto apodado "El Chiporro" operaba en la calle 18 de Los Jardines de El Valle, Negro Primero y Vengas, mientras que el tercero en la estructura de esta organización era Edwin José Mata Cerda, apodado "El Tumba", quien también enfrentó a comisiones de la PNB el pasado 16 de mayo en el sector Alta Vista de la parroquia Sucre, donde resultó abatido.
Junto a "Lucifer", Mata Cerda había cometido homicidios, secuestros, extorsiones, robos, hurtos, violaciones, entre otros delitos. Este individuo operaba en El Valle, Cerro Grande y Los Frailes de Catia.
Inteligencia se soportó en alta tecnología
El procedimiento donde resultó abatido alias "Lucifer" se practicó luego de arduas labores de inteligencia e investigación efectuadas por el Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (SEBIN) y de la Dirección General de Contra Inteligencia Militar (DGCIM), que se apoyaron en alta tecnología al servicio de la seguridad ciudadana.
Como parte OLP NF se desplegaron 12 funcionarios de la Unidad de Operaciones Tácticas Especiales y de la Dirección Contra la Delincuencia Organizada de la PNB, lo que permitió dar con el paradero de Oropeza Guariguán, en un hotel de la carretera Panamericana, ubicado en los Altos Mirandinos.
El sujeto al verse cercado por los funcionarios tácticos hizo armas contra su humanidad, por lo que se generó un enfrentamiento donde resultó herido mortalmente.
El ministro González López reconoció la labor de los funcionarios y funcionarias de la PNB, de la estación policial El Valle y sus diferentes direcciones; Cuerpo de Investigaciones Científicas, Penales y Criminalísticas (CICPC); Dirección General de Contra Inteligencia Militar (DGCIM), Guardia Nacional Bolivariana (GNB), así como a todos los organismos que protegen al pueblo.
"Ubicaremos a cada actor implicado en hechos desestabilizadores a través de la Operación de Liberación y Protección del Pueblo Nueva Fase y sus mecanismos de inteligencia", sentenció.
Por último, destacó que "todos los cuerpos de seguridad están abocados a cumplir estos objetivos tal como lo pidió el presidente, Nicolás Maduro".
R: Mariely Jiménez
"Nos vengaremos": Anonymous declara como enemigos a los 33 violadores de la menor en Brasil
El grupo internacional de 'hackers' Anonymous ha anunciado a través de un comunicado en la red social Facebook que participa en la búsqueda de los 33 sospechosos de violar a una menor de 16 años en la ciudad brasileña de Río de Janeiro.
"Cualquiera que apoye, divulgue, acepte, visualice, comparta o simplemente no acepte el hecho de que el único culpable de una violación es el propio violador será visto por Anonymous como un enemigo. Vamos detrás de cada uno de ustedes, los identificaremos y expondremos públicamente, nos vengaremos", ha escrito el grupo en el comunicado.
Los ciberactivistas se refieren al caso de violación de una adolescente de 16 años a manos de más de 30 hombres que habría ocurrido el pasado sábado en la ciudad de Río de Janeiro. La víctima, luego de estar desaparecida durante más de tres días, logró regresar a su hogar este martes gracias a la colaboración de un vecino.
Actualidad RT
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Militares dos EUA estão testando armas na Síria
Além de fornecer armas para terroristas, os militares norte-americanos estão testando novos equipamentos na Síria, atirando contra a população civil. As fotos acima foram feitas durante testes de metralhadora 40 mm, MK47 e lança granadas com equipamento de navegação.
Após os testes em seres humanos, as armas serão vendidas para as monarquias corruptas do golfo.
Meses atrás o governo norte-americano testou uma ogiva nuclear de pequeno porte, desenvolvida durante o governo de George W. Bush. A bomba foi detonada nas montanhas de Saná para aterrorizar a população. O cogumelo foi visto a dezenas de quilômetros.
Esta é a política externa dos verdadeiros terroristas da humanidade, o imperialismo e o sionismo internacional.
ROMANO: GOVERNO TEMER TEM DEMONSTRADO ERROS FATAIS
Filósofo e professor de Ética da Unicamp Roberto Romano afirma que o governo do presidente interino Michel Temer terá dificuldades para chegar ao fim de 2018, caso o afastamento de Dilma Rousseff se confirme pelo Senado; ele vê uma crise eclodir com a exposição de erros táticos na nomeação do ministério que “são fatais”; para Romano, a falta de experiência política de Temer no Executivo tem aumentado as dificuldades de um governo já “fragilizado”
247 – O filósofo e professor de Ética da Unicamp Roberto Romano afirma que o governo do presidente interino Michel Temer terá dificuldades para chegar ao fim de 2018, caso o afastamento de Dilma Rousseff se confirme pelo Senado.
Após a queda do primeiro ministro de Temer, Romano vê uma crise eclodir com a exposição de erros táticos na nomeação do ministério que “são fatais”. Para o professor, a falta de experiência política de Temer no Executivo tem aumentado as dificuldades de um governo já “fragilizado”.
"Temer nunca foi um líder político nacional, ele sempre foi muito apagado, ele não tem o carisma dos antigos líderes políticos, nem do Ulysses Guimarães nem do Mário Covas. Nunca teve nenhuma experiência no Executivo. Ele não conhece as armadilhas do cotidiano do poder Executivo com o Legislativo no Brasil. Ele conhece o outro lado, mas não conhece o lado do Executivo e isso ajudou muito ele a nomear este ministério heteróclito e muitas vezes sem competência na área”, disse ele, em entrevista ao ‘El País´.
Brasil 247
EUA culpados da crise política no Brasil
Em outubro de 2013, no início dos protestos no Brasil de natureza social e econômica, o governo dos Estados Unidos indicou a diplomata de carreira Liliana Ayalde para o cargo de embaixadora dos EUA no Brasil, em Brasília, substituindo o embaixador Thomas Shannon.
Fluente em português e espanhol, Liliana era assistente de adjunto de Secretário de Estado para Cuba, América Central e Caribe, no setor de Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado.
Dois anos depois, Liliana Ayalde deixa o Brasil no meio da incerteza política, escândalos de corrupção e crise econômica, um país que fica dividido entre seguidores de Dilma e oposição, após o afastamento temporário de Dilma Rousseff do poder.
Lembramos que entre 2008 e 2011, Ayalde foi embaixadora dos EUA no Paraguai. Um ano depois, em 2012, o presidente paraguaio Fernando Lugo foi afastado do cargo pelo Senado, por 39 votos contra 4, depois de um rápido julgamento político em que foi considerado culpado de "mau desempenho", sendo substituído pelo vice-presidente Federico Franco. O processo de impeachment durou menos de 36 horas. Lugo declarou que considerava o impeachment como um golpe, “organizado pelos EUA”, informou a agência EBC. O vice-presidente Federico Franco assumiu a presidência do país no mesmo dia da consumação do impeachment.
A Sputnik contatou dois especialistas russos em ciências políticas para saber a sua opinião sobre o assunto e comprovar se há semelhanças entre os casos de impeachment do presidente paraguaio e da presidente brasileira.
“Acho que podemos afirmar, com certo grão de certeza, que neste caso nós falamos sobre o especialista em, por assim falar, operações secretas. Acho que não estaremos errados ao afirmar isso. Claro que no início a crise politica no Brasil tinha motivos sociais e econômicos, sendo um país grande e, em comparação com o Paraguai, mais independente no seu desenvolvimento. Mas nós vivemos em um mundo interligado e interdependente, por isso não podemos ignorar a possibilidade da influência de fatores externos neste caso, em particular, o papel de Washington na crise brasileira.
Liliana Ayalde deixou o Paraguai [em 2011], um ano antes do golpe de Estado no país, mais ainda naquela época, de acordo com os analistas latino-americanos, a embaixadora estadunidense negociou sobre o possível golpe no Paraguai com o ministro da Defesa e o vice-presidente deste país, Federico Franco, que, depois dos acontecimentos de 2012, assumiu o cargo de presidente. Então já no ano 2011, os altos funcionários planejavam o afastamento do presidente Lugo do poder. Os esforços de Ayalde foram apreciados nos EUA e ela, depois de ser embaixadora no ‘pequeno’ Paraguai, encabeçou a agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional [USaid], em seguida, se tornou assistente de adjunto de Secretário de Estado para Cuba, América Central e Caribe, no setor de Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado e depois, em outubro de 2013, embaixadora no Brasil. O que é mais importante é que tudo isso aconteceu depois do início dos protestos da juventude brasileira, que primeiramente tinham a natureza social e econômica, mas logo depois foram politizados por algumas organizações não governamentais, financiados e direcionados pelos Estados Unidos. Isto é o que sabemos. E temos que admitir que a participação dos EUA nos acontecimentos de afastamento de Dilma não é discutida abertamente pelos altos políticos brasileiros. Mas a informação sobre isso existe, em particular, nos documentos publicados pelos WikiLeaks e nos discursos de alguns analistas latino-americanos em ciências políticas, que permitem formar a visão claro das origens da crise política no Brasil”, disse Aleksandr Kharlamenko, o chefe de centro da informação do Instituto da América Latina da Academia de Ciências da Rússia.
”Eu não diria que aqui tem algum tipo de conspiração, porque cada embaixador em cada Estado protege os interesses do seu próprio país, e o que Liliana Ayalde estava fazendo no Paraguai e, em seguida, no Brasil era isso mesmo. Ela simplesmente seguia as instruções do Departamento de Estado de acordo com a missão de embaixadora. Por isso acho que aqui não existe nenhum tipo de conspiração, aqui nós vemos os interesses diretos dos EUA na América Latina. E os mesmos interesses estadunidenses nos diferentes países latino-americanos estão ‘protegidos’ deste jeito. No caso do Brasil, agora nos falamos sobre o Brasil, claro que é o golpe de Estado. Mas quero admitir que o Departamento de Estado dos EUA não reconhece oficialmente os acontecimentos no Brasil como o golpe de Estado e não concorda com as avaliações de Dilma Rousseff sobre a situação”, afirma Mikhail Belyat, professor da Universidade Estatal Humanitária russa.
Sputniknews
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