sexta-feira, 27 de maio de 2016

‘Um dia vamos acordar e ver que as tropas dos EUA estarão aqui para sempre’


Mais um comboio americano passa pelo território da República Tcheca rumo aos países Bálticos após os treinamentos da OTAN Saber Strike.

O senador tcheco Jaroslav Doubrava, membro do Partido Comunista e ex-prefeito da comuna de Telnice, disse à Sputnik comentando a situação atual:

“Na realidade estes comboios provocam os tchecos que, tradicionalmente estão atentos a tropas estrangeiras na sua terra. Mas esta também é uma provocação contra a Rússia. Na realidade, tal como muitos dos meus compatriotas, eu também começo a recear que, por via destes infinitos comboios de tropas e de equipamentos pesados americanos, destes shows militares, eles estejam “adormecendo” a nossa vigilância. Para que nos acostumemos. Um dia vamos acordar e ver que as tropas dos EUA estarão aqui para sempre”.

Além disso, a República Tcheca está pronta, com os seus parceiros do grupo de Visegrád (República Checa, Hungria, Polônia e Eslováquia), a formar uma companhia militar para presença constante na região do Báltico – esta proposta também será discutida na cimeira da OTAN em Varsóvia.
Recentemente, o presidente tcheco Bohuslav Sobotka disse ao seu homólogo lituano que o seu país está pronto para cobrir o espaço aéreo dos países bálticos, protegendo-o da “ameaça russa”.
A Sputnik perguntou a este respeito: “Na mídia tcheca está sendo discutida a alegada possibilidade de a Rússia poder ocupar a Letônia, Lituânia e Estônia em três dias…Como surgem estes boatos?”.

O político explicou:
“Esta é uma paranoia grave, que atingiu certos meios de comunicação e certos políticos. Mas a sociedade tcheca em geral, eu quero crer, não vê na Rússia um agressor, não sente nenhuma ameaça, que alegadamente possa vir do Kremlin – nem para República Tcheca, nem para a Europa em geral. Quando me apresento frente a grandes audiências, eu sempre digo: peguem o mapa e vejam quantas bases americanas estão espalhados por todo o mundo. E mostrem-me o mesmo mapa com as bases da Rússia. A comparação fala por si mesma, não precisa de outra resposta à pergunta de quem representa uma ameaça real de desencadeamento de um conflito militar no continente ou mundo”.

É geralmente sabido que Moscou já tem várias vezes mostrado a sua preocupação com o aumento da presença militar da OTAN no leste da Europa, perto das suas fronteiras: estão sendo realizados treinamentos, a aliança militar está pronta para instalar na região cerca de 4 mil militares…
Jaroslav Doubrava acrescentou:
“Primeiro: considero injustificado o aumento da presença militar da OTAN no leste da Europa, onde, por via deste, está sendo criado um foco de tensão, aumentando a ameaça de um conflito militar. Segundo: mesmo no pesadelo mais terrível não posso imaginar que um soldado tcheco ou eslovaco venha a combater contra um soldado russo. Embora agora nos exércitos na maioria sirvam por contrato, mercenários, prontos para lutar por qualquer um, ainda assim o nosso povo tem uma atitude especial em relação aos russos. A memória da libertação de Tchecoslováquia dos nazistas pelo Exército Vermelho continua no nível genético.”

Enquanto isso, desde esta sexta-feira, 27 de maio, o comboio militar americano seguirá da Alemanha em direção aos países bálticos, participando nos exercícios da OTAN Saber Strike 2016, envolvendo cerca de 10 mil tropas de 12 países. As manobras só terminarão em 13 de junho.

Sputniknews

“Única saída dos EUA é abandonar a política hostil contra RPDC”


O jornal estadunidense Wall Street Journal destacou que no VII Congresso do Partido o Marechal Kim Jong Um disse que desenvolverá a dinâmica luta para eliminar com o poderoso dissuasivo nuclear a ameaça de guerra nuclear dos Estados Unidos, o qual demonstrou que a República Popular Democrática da Coreia tem a capacidade de ameaçar com o ataque nuclear no território principal dos EUA.

A revista de relações internacionais dos EUA, National Interest, destaca que ainda que as sanções da ONU e dos EUA se fortaleçam mais, quase não tem possibilidade de modificar a RPDC e somente o início das negociações torna-se a única saída porque ela legalizou a possessão das armas nucleares e apresentou esta como ideal do Partido.

Os prestigiados especialistas de situação e muitos meios de comunicação dizem que a RPDC, que realizou a minimização das ogivas nucleares para carrega-las nos mísseis balísticos, poderia fabricar de 20 a 100 armas nucleares até 2020.

Prosseguem que se buscam como agora a tática de alta pressão desejando a mudança da RPDC, se elevará ainda mais a posição da RPDC nas negociações nucleares no mandato do próximo presidente estadunidense, o qual servirá a ameaça e tarefa que os EUA devem solucionar urgentemente.

Esta voz do mundo se baseia na posição estratégica da RPDC ao entrar na primeira linha das potências nucleares e a atual tendência em mudança e desenvolvimento.

Assim destaca o diário Rodong Sinmun em um comentário divulgado nesta semana e prossegue:

O abandono da política hostil norte-americana contra a RPDC deve seguir a demanda das relações internacionais em mudança e desenvolvimento e também é útil para a paz e a segurança do mundo.

Não o mendigamos nunca. Não nos importa tanto o problema de retirada ou não desta política. Hoje, quando se torna mais aguda a confrontação entre a RPDC e os EUA, as autoridades estadunidenses devem ter em mente que a única saída de seu país não é outro senão o abandono da política hostil contra a Coreia Popular.

da KCNA - Blog de Solidariedade à Coreia Popular

Combatiente danesa: ‘Miembros de Daesh son muy fáciles de matar’


Joanna Palani (centro), danesa de 23 años, que se unió a las fuerzas kurdas en Siria e Irak.

Una joven danesa, con un año de experiencia en la lucha contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe), asegura que matar a los miembros de esta banda es muy fácil.

“Los combatientes del EIIL son muy fáciles de matar. Los combatientes del EIIL son muy buenos para sacrificar sus propias vidas”, dijo Joanna Palani, de ascendencia kurda, en una entrevista con Vice publicada el miércoles.

La joven, de 23 años de edad, abandonó en noviembre de 2014 su casa en Copenhague (capital de Dinamarca) y viajó a Siria para luchar junto a los kurdos contra los terroristas.

Palani se unió en un principio a las Unidades de Protección Popular (YPG, por sus siglas en kurdo) en Siria y luego a las fuerzas kurdas iraquíes (los Peshmerga) con el objetivo de luchar por “la democracia y los valores occidentales”, según sus palabras.

En ese entonces, ella de 22 años, había afirmado que no le importaba perder la vida ya que se sentía orgullosa de sus ideales.


Joanna Palani (izqda.), danesa de 23 años que se unió a las fuerzas kurdas en Siria e Irak.


Para Palani, que estudia política y filosofía, combatir hombro a hombro con los kurdos durante 12 meses fue una lucha a favor de “los derechos humanos”. Recordó que pese al constante peligro, nunca deseó estar en casa.

En la entrevista, describe los horribles escenarios que atestiguó, desde la muerte de su compañero sueco en la primera noche que se encontraba en Siria hasta observar la situación de un grupo de jóvenes encarceladas por EIIL para someterlas a abusos sexuales en Mosul (norte de Irak).

Después de regresar a Dinamarca, su pasaporte fue confiscado por las autoridades del país lo que impidió que vuelva a luchar en el Oriente Medio. Al respecto, Palani cuestiona que le aplicaron una nueva ley danesa que prohíbe a los ciudadanos de este país unirse a grupos terroristas, mientras ella lo que quería era combatir a los terroristas.

"Daría mi vida por Europa, por la democracia, por la libertad y por los derechos de la mujer. (Ahora) siento que he sido traicionada por los que yo estaba dispuesta a sacrificar mi vida”, lamentó.

zss/ncl/rba/HispanTv

‘Los lacayos de sionistas no son dignos de gestionar La Meca y Medina’


El Imam del rezo del viernes de Teherán, capital iraní, el ayatolá Seyed Ahmad Jatami, 27 de mayo de 2016.

Un clérigo iraní critica a la monarquía saudí por obstaculizar la participación de peregrinos iraníes en los rituales del Hach, y denuncia su rechazo a garantizar su seguridad.

“Queremos (participar en) un Hach en el que no se insulte a nuestros peregrinos y en el que su seguridad esté garantizada”, ha subrayado el Imam del rezo del viernes de Teherán (capital iraní), el ayatolá Seyed Ahmad Jatami, quien ha insistido que tales demandas son legítimas, porque Teherán no cuenta con embajada ni consulado en suelo saudí para amparar a sus ciudadanos.


Fieles musulmanes participan en el rezo del viernes en Teherán (capital iraní), 27 de mayo de 2016.


Al reclamar tales garantías, la República Islámica busca impedir que se repita la tragedia del año pasado, cuando una estampida mortal ocurrida en septiembre de 2015 en Mina, una localidad cercana a La Meca (Arabia Saudí), durante el Hach, causó la muerte de miles de peregrinos, incluidos más de 460 iraníes.

Teherán y Riad, que viven momentos muy tensos tras la ruptura de sus relaciones diplomáticas, anunciada por el régimen saudí a principios del año en curso, han mantenido múltiples negociaciones en los últimos meses para facilitar el envío de peregrinos iraníes al Hach, sin que hasta el momento haya habido avance alguno en las pláticas, a causa del rechazo del país árabe a garantizar la seguridad de los ciudadanos persas.

En esta misma línea, una delegación iraní viajó el martes a Arabia Saudí para mantener conversaciones con responsables de Riad. Sin embargo, el jueves, el ministro de Cultura y Orientación Islámica de Irán, Mohamad Ali Yanati, dijo que “en las últimas reuniones mantenidas con la delegación iraní, ellos han rechazado varias de las propuestas respecto a suministrar la seguridad y las debidas facilidades para los peregrinos iraníes”.

En su discurso de este viernes, el ayatolá Jatami ha subrayado que los Al Saud, responsables de la muerte de miles de musulmanes durante el Hach del año pasado, “no son dignos de administrar La Meca y Medina”.

“Los Dos Nobles Santuarios (de La Meca y Medina) deben ser administrados por una delegación de Gobiernos islámicos que sienta amor profundo por el Islam y un gran odio hacia la arrogancia”, ha dicho el ayatolá Jatami, antes de subrayar que “los lacayos de sionistas (isralíes) no son dignos de dirigir los santuarios”.

ftm/mla/nal/HispanTv

Macri duplica su patrimonio y ahora cuenta con bienes en Bahamas


El presidente argentino, Mauricio Macri, confirma que se presentará de manera voluntaria ante la justicia por su vinculación con los llamados “papeles de Panamá”, abril de 2016.

El presidente de Argentina, Mauricio Macri, afirmó el jueves que duplicó en 2015 su patrimonio respecto al año anterior y admitió tener más de un millón de dólares en un banco de las islas Bahamas.

En su primera declaración jurada ante la Oficina Anticorrupción (OA), el mandatario argentino señaló que posee un patrimonio de 110 millones de pesos (unos 7,6 millones de dólares), el doble de lo declarado en 2014. El incremento se debe a la la adquisición de cuatro terrenos.

Asimismo, ratificó tener 18 millones de pesos (unos 1,2 millones de dólares) en el exterior, más precisamente en las islas Bahamas, el mismo paraíso fiscal en el que operó Fleg Trading, una sociedad offshore revelada por la investigación de los llamados “papeles de Panamá”.

Macri, líder de la alianza de centroderecha Cambiemos, figura como miembro del directorio de la compañía Fleg Trading LTD, con domicilio en Bahamas, según la filtración del bufete de abogados panameño Mossack Fonseca, que incluye millones de documentos confidenciales.

El presidente argentino admitió la existencia de esa empresa y defendió que fue "creada por su padre" para hacer "inversiones en Brasil" que "no se realizaron". Macri se puso a disposición de la justicia para que lo investigue por posibles irregularidades con empresas “offshore” a su nombre. La investigación está en proceso.

En su declaración, el jefe de Estado justificó el súbito incremento en su patrimonio en la valorización que hizo de algunos de sus bienes en su anterior declaración jurada en la que había considerado el valor simbólico de "1 centavo".

"Este número intenta corregir las distorsiones causadas por el sistema, y que técnicamente resulta de imposible resolución", precisa Macri en su declaración en alusión a las diferencias entre los formularios que utiliza la ciudad de Buenos Aires, donde fue alcalde entre el 2007 y el 2015, y la OA sobre los bienes de los funcionarios públicos.

Asimismo, declaró dos préstamos a sendos colaboradores en su carrera política y amigos de juventud, el empresario de la construcción Nicolás Caputo (1,5 millones de dólares) y a su exministro de Hacienda en Buenos Aires, Néstor Grindetti (34,000 dólares).

Grindetti, quien también aparece con una sociedad offshore en los documentos de “papeles de Panamá”, fue asesor contable de empresas del poderoso Grupo Macri, liderado por el magnate Franco Macri, padre del actual dignatario.

bhr/ncl/rba/HispanTv

Ministro Padrino López destaca poder de la FANB para defender independencia y soberanía del país


El ministro del Poder Popular para la Defensa, general en jefe Vladimir Padrino López, expresó desde el estado Zulia que hoy más que nunca la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) tiene el poder sagrado de defender la independencia y soberanía del país, que vive un proceso coyuntural, histórico y circunstancial producto del cambio de un modelo rentista.

"Todo el pueblo de Venezuela y la Fanb, como parte de ese pueblo sabe cuál es el rol que le corresponde jugar en este momento de convulsiones inducidas y provocadas, donde lamentablemente la Fuerza Armada ha sido objeto de ataques sistemáticos contra su moral, contra su fortaleza", resaltó durante el acto de entrega de 120 viviendas a efectivos militares en el Desarrollo Habitacional Simón Bolívar, ubicado en Tía Juana, capital del municipio Simón Bolívar, estado Zulia.

En la jornada de este viernes, enmarcada en la Gran Misión Negro Primero, se llevo a cabo la venta de alimentos y artículos de Mi Casa Bien Equipada en la Base Rafael Urdaneta, en Maracaibo, y la inauguración de un supermercado en el Comando Zonal 11 de la Guardia Nacional Bolivariana (GNB)), como parte de las acciones para el desarrollo de los Comités Locales de Abastecimiento y Producción (Clap) en la entidad.

Expuso que la Fanb tiene que estar consciente del momento en que vive y que las armas de las República son para defender la soberanía, la independencia y para rechazar por completo el intervencionismo, el injerencismo.

"Las pretensiones que vienen desde afuera, no vienen con buena voluntad, vienen con una agenda oculta, propiciando la violencia, la división entre los venezolanos, propiciando la ruptura del hilo constitucional, el caos y nosotros no podemos permitirlo", destacó al resaltar el mensaje del presidente Nicolás Maduro de fortaleza, firmeza, lealtad y conciencia.

Resaltó que el Estado está pariendo un modelo productivo económico en el marco de una Agenda que el presidente Maduro, en función del Plan de la Patria, ha diseñado con 15 motores impulsando la economía productiva y donde la Fanb participa activamente como pueblo uniformado.

El ministro estuvo acompañado por el gobernador del Zulia, Francisco Arias Cárdenas y de los jefes militares acantonados en la entidad zuliana, ubicada al occidente del país.

AVN - Aporrea

Obama: "Hiroshima ha demostrado que la humanidad tiene medios para su autodestrucción"



El presidente estadounidense, Barack Obama, realiza este viernes una visita histórica a la ciudad japonesa de Hiroshima, tristemente conocida por haber sufrido un bombardeo atómico de EE.UU.

Obama llegó este miércoles a Japón para participar en la cumbre del G7, que finaliza este viernes y en la que se han abordado los desafíos de la economía mundial, así como otros retos globales.

A su llegada a Hiroshima, el jefe de Estado norteamericano, citado por Associated Press, ha mencionado que el mundo tiene la responsabilidad compartida de plantearse cómo evitar la repetición de ese sufrimiento. "La bomba de Hiroshima ha demostrado que la humanidad tiene medios para su autodestrucción", agregó.

"Estamos aquí tratando de imaginar el momento en el que cayó la bomba (…). Las víctimas estadounidenses y japonesas son iguales", dijo el presidente estadounidense. "Hace 71 años la muerte cayó del cielo. El mundo cambió para siempre aquí, pero hoy los hijos de esta ciudad van a vivir en paz", agregó, haciendo un llamado a reducir las reservas mundiales de armas nucleares.

Una visita sin disculpas

De esta forma se convierte en el primer presidente en ejercicio de EE.UU. en visitar esta ciudad desde que fuera atacada con una bomba nuclear en agosto de 1945. Obama visitará, acompañado del primer ministro japonés, Shinzo Abe, el Parque de la Paz, donde se encuentran el Museo Conmemorativo de la Paz y el Gembaku Domu, la cúpula que quedó en pie tras el ataque que arrasó la ciudad.

En una breve ceremonia el mandatario norteamericano realizará una ofrenda floral ante el cenotafio en memoria de las 140.000 personas que murieron a consecuencia del bombardeo nuclear, la mayoría civiles. La Casa Blanca ha anunciado que en su discurso, Obama se comprometerá en la lucha por un mundo sin armas nucleares, pero no ofrecerá una disculpa por las consecuencias del ataque realizado por EE.UU.


Por su parte, el analista internacional Daniel Morales, sostiene que la negativa de Obama a disculparse por el bombardeo nuclear se debe a que en EE.UU. existe un "consenso histórico acerca de que los bombardeos fueron un mal necesario para acabar la guerra".

"La piel empezaba a desprenderse del cuerpo junto con la carne"

"Tras la explosión (de la bomba nuclear) la ciudad fue devastada. Parecía como si un enorme pie la hubiera pisado y aplastado", relató a RIA Novosti uno de los sobrevivientes de ese ataque, Keiko Ogura.

"Luego de las quemaduras sufridas por las personas, la piel empezaba a desprenderse junto con la carne. Era muy doloroso para ellos bajar los brazos y caminaban con los brazos levantados hacia adelante, como fantasmas, mientras que de sus manos colgaba la piel. En todas partes había olor a pelo quemado. En muchas personas se podía ver sus órganos internos. Parecía que estaban sosteniendo algo en el estómago, y eran sus intestinos", recuerda Ogura, que en el momento del ataque tenía 8 años.

El "inhumano" bombardeo atómico

Este martes el Ministerio de Exteriores de Japón señaló que el ataque nuclear estadounidense contra las ciudades japonesas violó los principios del humanismo. "Esto no concuerda con el humanismo, la base ideológica del derecho internacional", señaló el Ministerio mencionando que la pérdida de miles de vidas humanas condujo a "una triste situación desde el punto de vista de la humanidad".

La mañana del 6 de agosto de 1945, el bombardero estadounidense Enola Gay lanzó sobre Hiroshima la primera bomba atómica utilizada en combate con la supuesta intención de dar por concluida la Segunda Guerra Mundial.

Se estima que la explosión acabó de forma inmediata con la vida de unas 80.000 personas. Sin embargo, a finales de 1945 las víctimas mortales se elevaban ya a 140.000 y la cifra de afectados por la radiación en los años posteriores es difícil de contabilizar. Tres días después del ataque, EE.UU. lanzó una segunda bomba nuclear, sobre la ciudad de Nagasaki.

Actualidad RT

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Rússia registra três violações ao cessar-fogo na Síria


O centro russo para a reconciliação da Síria, localizado na base aérea de Hmeimim, registrou nesta quinta-feira, 26, três violações ao regime de cessar-fogo no país, segundo informou o Ministério da Defesa da Rússia.

"A cessação das hostilidades na Síria tem sido respeitada na maioria das províncias sírias. No entanto, um total de três violações do cessar-fogo foram registradas na província de Aleppo", informaram os militares através do boletim diário publicado no site do ministério.

Sputniknews

O déficit recorde, o pacto entreguista e a armadilha para a volta da Dilma


Roberto Requião - Senador (PMDB-PR)

Vão dilapidar o que puderem e deixar uma armadilha para tornar Brasil ingovernável caso Dilma volte

Houve quem se surpreendesse quando a equipe econômica de Meirelles pediu autorização ao Congresso para fixar uma nova “meta” fiscal extremamente folgada, uma meta de 170 bilhões de reais. Afinal, o valor é o dobro da meta que a presidente Dilma pediu e que na época foi considerado “irresponsabilidade fiscal” pela imprensa e pelo Congresso.

O que Meirelles quer não é uma meta, é uma autorização para gastar à vontade. Os tais 170 bilhões de reais certamente correspondam ao maior déficit primário da nossa história, em valores correntes. Muito estranho para um governo que foi alçado ao poder em meio a uma campanha pela austeridade fiscal, a que Dilma, supostamente, era avessa.

Se a Dilma está sofrendo processo de impeachment por ter dado as tais pedaladas, na ânsia de cumprir uma meta fiscal muito ambiciosa, que sentido faz dar um imenso cheque em branco para o governo interino?

Tanta incoerência explícita, escancarada, tanto cinismo militante incomodam. As réguas e as regras que valem para uma não valem para outros? Noventa e seis bilhões de meta fiscal pedidos por Dilma são irresponsabilidade, mas os 170 bilhões pedidos por Temer transmudam-se em virtude.

Enfim, considera-se normal que os políticos, na luta pelo poder, façam pronunciamentos incoerentes, contraditórios.Desdizem hoje com toda ênfase o que declaravam com fervor ainda ontem. Políticos que queriam o impeachment diziam uma coisa antes. Agora dizem o contrário.


No entanto, o que mais assusta é que a mídia, os economistas e “o mercado” finjam que não há incoerência, que não usam dois pesos e duas medidas. Da crítica azeda, desaforada de antes ao entusiasmo de hoje não decorreram sequer 30 dias.

Isso é grave, gravíssimo, pois indica que faziam terrorismo com o déficit menor de antes e agora nem se importam com o déficit muito maior. Enfim, ao que tudo indica, os políticos, “o mercado” e seus economistas investiram pesado, até mesmo sua credibilidade, para viabilizar o impeachment e agora investem pesado para viabilizar o novo governo.

Há anos, todo santo dia, estamos acostumados a ler nos jornalões, a ver e ouvir na mídia monopolista que o terror dos terrores para os economistas, para o mercado, para as agências de risco, para os investidores, que o terror dos terrores para eles é o déficit público crescente. Mas, agora, nada comentam sobre o crescimento exponencial desse déficit proposto por Meirelles.

Isso significa que esperam ganhar algo muito maior? O que será?

Antes de conjecturar sobre isso, faço uma pequena explanação a respeito dos fatos já conhecidos, para entender as estratégias que movem a atual equipe econômica:

A previsão de um déficit primário colossal mostra que o governo está se preparando para adotar uma espamódica política fiscal contra-cíclica keynesiana só para 2016 para recuperar a economia, mas supostamente revertendo em 2017. Porém, na prática, para 2016 ao menos, será muito mais arrojada do que a estratégia fiscal adotada por Dilma em seu primeiro mandato. Estratégia essa, sabemos, objeto de todos os tipos de críticas e xingamentos por parte da imprensa, dos economistas de mercado e da antiga oposição.

Se o governo busca adotar uma política fiscal arrojada, infere-se que ele esteja disposto a usar todos os meios para fazer a economia crescer, inclusive radicalizar aqueles meios usados por Dilma e que foram a base para o horror que “o mercado” e a “elite” têm da presidente.

Mas isso seria considerado uma loucura, que precipitaria a explosão da dívida pública, se não fosse esperado pelo “mercado” uma redução abrupta e substantiva dos juros.

Como a duplicação da previsão de déficit foi digerida amistosamente pelo “mercado”, a redução dos juros já está acertada entre “equipe econômica” e “mercado”.

Porém, o governo é fraco e continua na mão de todos que viabilizaram o impeachment. Isso significa que o “mercado”, que se regozija com os juros altos, está ganhando em troca algo muito melhor.

O que seria? O Pré-Sal?A radicalização das privatizações? A suspensão dos direitos trabalhistas e dos direitos previdenciários? A apropriação de uma gorda fatia dos recursos que iriam para educação e saúde? Tudo isso e um tanto mais. Na verdade, essas medidas já foram anunciadas pelo novo governo. Então, para ganhar tais prebendas, o mercado aceita a política fiscal contra-cíclica em 2016 e juros baixos. Esse é o pacto de que tanto se fala nesse novo ambiente político, o “pacto entreguista”.

Mas isso não é muito impopular para ser realizado por um governo interino? Sim. E pode não dar certo e não dando certo sempre existe a possibilidade da volta do governo eleito.

Nesse caso, a equipe econômica do Meirelles estaria preparando uma armadilha para manterDilma amarrada aos compromissos e políticas neoliberais propostas pelos interinos.

A armadilha chama-se “mecanismo de fixação do teto da dívida” obrigando que os gastos públicos fiquem congelados em 2017, em termos reais!

Sabemos que a trégua do “mercado” à política fiscal irresponsável do governo interino se deve ao “pacto entreguista”. No entanto, na mídia, Meirelles vende que a trégua do mercado se deve à proposição do “mecanismo de fixação do teto da dívida”. Ou seja, o “mercado” está dizendo: “Eu não me preocupo com o fato de Temer ter um déficit duas vezes maior do que Dilma, porque Meirelles vai aprovar no Congresso um mecanismo que congela os gastos públicos em 2017, mesmo se Dilma voltar ao governo”.

Se isso acontecer, o Estado e o país ficarão ingovernáveis, no caso de volta de Dilma. Ou no mínimo, colocará Dilma novamente de joelhos frente ao Congresso e ao dono do Congresso, a mídia.

Caso Dilma não volte, Temer fulmina essa armadilha facilmente com o apoio que tem no Congresso, na mídia e no “mercado”.

Mas, antes disso, irão aprovar todo tipo de entrega do país. E Dilma, caso volte, estaria tão fraca e tão à mercê Congresso que não poderia reverter nada e teria que dar continuidade e implementar as políticas neoliberais de Meirelles.

O ex-ministro Nelson Barbosa já deu indicações de que deve continuar a mesma política de Meirelles, caso volte, pois, segundo ele, o que o governo interino está fazendo “não é novidade” e que propostas que ele mesmo lançou em março, como ministro de Dilma, Meirelles está anunciando agora.

Meirelles quer colocar o país entre o fogo e a frigideira. Logo, precisamos combater essas medidas.

Roberto Requião é senador da República no segundo mandato. Foi governador do Paraná por 3 mandatos, prefeito de Curitiba e deputado estadual. É graduado em direito e jornalismo e com pós graduação em urbanismo e comunicação.

'Objetivo dos golpistas é tomar de assalto o pré-sal', afirmam CUT e petroleiros


Rede Brasil Atual

Em nota, trabalhadores dizem que não permitirão que "reserva mais cobiçada do planeta" seja entregue aos interesses estrangeiros

São Paulo – A CUT e a Federação Única dos Trabalhadores (FUP), em nota conjunta, criticam as medidas econômicas anunciadas ontem (25) pelo governo interino de Michel Temer, em especial a proposta de retirar as garantias da Petrobras como operadora única do pré-sal e a obrigatoriedade de participação mínima de 30% nos campos explorados, abrindo espaço para a atuação de empresas estrangeiras.

Os trabalhadores acusam o governo Temer, que classificam como "ilegítimo", de entregar o pré-sal aos interesses estrangeiros em troca do reconhecimento internacional do novo governo, alçado ao poder através de um golpe. "O principal objetivo dos golpistas é tomar de assalto a mais cobiçada reserva de petróleo do planeta", afirmam em nota, e avisam que os trabalhadores lutarão contra a medida. "Essa conta não será paga pelo povo brasileiro".

Confira a íntegra da nota:

Não permitiremos que o Pré-Sal seja moeda de troca dos golpista

A FUP e a CUT repudiam as medidas anunciadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer, entre elas a intenção de abrir a exploração do Pré-Sal para as multinacionais. Como vínhamos alertando, o principal objetivo dos golpistas é tomar de assalto a mais cobiçada reserva de petróleo do planeta. Um tesouro que os especialistas estimam conter no mínimo 273 bilhões de barris de óleo.

Portanto, quando Temer anunciou nesta terça-feira (24) que irá priorizar a aprovação do Projeto de Lei 4567/16, que tira da Petrobras a garantia de ser a operadora única do Pré-Sal e de ter participação mínima de 30% nos campos licitados, começou a pagar a conta dos financiadores do golpe.

Abrir a operação do Pré-Sal para as multinacionais é o primeiro passo para acabar com o regime de partilha, conquistado a duras penas pelo povo brasileiro para que o Estado possa utilizar os recursos do petróleo em benefício da população.

Além de ser a única petrolífera que movimenta a cadeia nacional do setor, gerando empregos e investimentos no país, a Petrobrás é também a única empresa que detém domínio tecnológico para operar o Pré-Sal com custos abaixo da média mundial. Menores custos significam mais recursos para a educação e a saúde, setores que o governo ilegítimo de Michel Temer anunciou que serão contingenciados.

O Pré-Sal, além de fazer do nosso país um dos principais produtores mundiais de petróleo, é a maior riqueza que a nossa nação dispõe para garantir desenvolvimento econômico e social ao povo brasileiro. Para isso, é fundamental que tenhamos uma empresa nacional de porte na operação destas reservas.

Abrir mão da Petrobras como operadora do Pré-Sal é ir na contramão do mundo.

As empresas nacionais e estatais de petróleo detêm 90% das reservas provadas de óleo e gás do planeta e são responsáveis por 75% da produção mundial.

Se a Petrobrás deixar de operar o Pré-Sal, nenhuma outra petrolífera investirá em nosso país, movimentando a indústria nacional, como faz a estatal brasileira.

Mais de 90% das contratações do setor são feitas pela Petrobrás. Nenhum navio, sonda ou plataforma foram produzidos no Brasil a pedido das multinacionais que operam no país.

Os trabalhadores e a sociedade organizada não permitirão que o Pré-Sal seja entregue à Chevron e às outras multinacionais, como prometeu José Serra, autor do projeto de lei que Michel Temer que aprovar.

Essa conta não será paga pelo povo brasileiro.

José Maria Rangel - Coordenador Geral da FUP

Vagner Freitas - Presidente Nacional da CUT

Corre, Temer, corre. O cheiro da batata assando vai ficando forte


Espetacular a capa do Estadão de hoje.

O retrato quase artístico de um governo que vê o teto balançando sobre sua cabeça.

Precisa fazer o mal, mas não pode correr o risco.

Precisa dos comparsas, mas tem de vê-los subirem ao cadafalso, um a um.

Precisa do estrangeiro, mas está mal visto e fedorento lá fora.

Precisa da classe média, mas fez “caquinha” logo na entrada, achando que a opinião que se publica – “corta, corta, corta tudo” – é o mesmo que a opinião pública. Cortou o Ministério da Cultura e pode recriá-lo o quanto quiser que virou inimigo.

Precisa de respeitabilidade, mas como é possível se o energúmeno da Educação expõe o traseiro de sua medioridade posando para fotos com o pornô Alexandre Frota e o obsceno “revoltado online”?

Precisa ficar fora da Lava Jato, mas Jucá e o gravador secreto o levaram para o caldeirão.

“Temer virou um problema”, sentenciou o insuspeito Elio Gáspari, ontem, na sua coluna.

Então o ex-gigante “capaz de unir o Brasil” está revelando sua pequenez e, portanto, não pode ser medido.

Medir, ensinava o Malba Tahan, é comparar.

Precisa então matar sua prisioneira, para que não sejam comparados os dois.

Mas ela resiste a dar-lhe o pescoço.

Corra, Temer, corra.


Fernando Brito - Tijolaço

Novo embaixador dos EUA para novo Brasil?


O presidente dos Estados Unidos Barack Obama indicou Peter Michael McKinley como o novo embaixador americano no Brasil. A indicação foi anunciada pela Casa Branca no fim da tarde de quarta-feira (25), informou o jornal Globo.

Peter Michael McKinley tem 62 anos e é diplomata de carreira, tendo entrado no Departamento de Estado em 1982. A Bolívia foi o primeiro país em que serviu. O seu último posto foi no Afeganistão. Antes disso havia passado pela Colômbia, Peru, União Europeia, Uganda, Moçambique, Bolívia e Reino Unido.

​​​O diplomata tem uma relação estreita com a América Latina. Filho de pais americanos nascido na Venezuela, ele passou parte da infância no Brasil e no México. Ele é pós-graduado em Estudos Latino-Americanos pela Universidade de Oxford e é autor do livro Pre-Revolutionary Caracas: Politics, Economy and Society, 1777-1811, publicado em 1985.


Ele também já ocupou cargos no gabinete do Subsecretário Regional de Assuntos Políticos, no escritório da África Austral e no Centro de Inteligência e Pesquisa do Departamento de Estado. O Itamaraty já confirmou sua indicação, que deve passar sem problemas pelo Senado.

O próximo passo para se tornar embaixador no Brasil será o aval do governo brasileiro, chamado de agrément, procedimento que costuma ser rápido.

Ayalde deixa o Brasil

O diplomata assumirá o lugar de Liliana Ayalde, que comanda a representação americana em Brasília desde outubro de 2014.

De 2008 a 2011, Liliana foi embaixadora dos EUA no Paraguai. Funcionária da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USaid), Liliana começou sua carreira no exterior em 1982, servindo no Bangladesh, na Ásia.

Em 2012, o presidente paraguaio Fernando Lugo foi afastado do cargo pelo Senado, por 39 votos contra 4, depois de um rápido julgamento político em que foi considerado culpado por 'mau desempenho', sendo substituído pelo vice-presidente Federico Franco. O processo de impeachment durou menos de 36 horas. Lugo declarou que considerava o impeachment como um golpe, “organizado pelos EUA”, informou a agência EBC. O vice-presidente Federico Franco assumiu o cargo da presidência do país no mesmo dia da consumação do impeachment.

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‘Irã pode eliminar Israel em oito minutos’


O Irã poderia acabar com o regime sionista de Israel em menos de oito minutos, afirmou Ahmad Karimpour, assessor da unidade de elite da Guarda Revolucionária do país, comandante das Forças Al-Quds.

"Se o líder supremo do Irã ordenar que Israel seja destruído, com o equipamento disponível poderemos eliminar o regime sionista em menos de oito minutos", disse o militar iraniano, citado pelo canal Al Arabia.

O aiatolá Ali Khamenei tem ameaçado repetidamente Israel. Em setembro de 2015, Khamenei afirmou que "o regime sionista poderá desaparecer em menos de 25 anos." Ao mesmo tempo, o presidente iraniano Hassan Rohani tem a posição mais moderada. No entanto, as duas altas figuras persas apoiam o programa de desenvolvimento de mísseis do seu país.

No início de maio, o Irã realizou um teste bem sucedido de um míssil de alta precisão de médio alcance.

"Nós testamos um míssil balístico com um alcance de dois mil quilômetros e uma margem de erro de oito metros", disse o brigadeiro-general Ali Abdollahi, explicando que tal precisão significa que o míssil praticamente não erra os alvos.


Os mísseis lançados pelo Irã tinham as palavras inscritas: "Israel deve ser eliminado da Terra", relatou o jornal Times of Israel.

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