quarta-feira, 18 de maio de 2016

Carta sobre o massacre em Zara, na Síria


Carta, em duas vias de igual teor, datada em 14/05/2016, dirigida ao Presidente do Conselho de Segurança e ao Secretário Geral da ONU.

Conforme instruções do Governo da República Árabe da Síria, gostaria de transmitir as informações relacionadas ao sangrento massacre, perpetrado pelos grupos terroristas armados, contra a população civil do vilarejo de Zara, no distrito de Hama.

Terroristas ligados à Frente Al Nusra, aos Livres da Síria e a outras milícias aliadas infiltraram-se, na madrugada do dia 12/05/2016, no vilarejo de Zara, localizado no distrito de Hama, onde perpetraram um sangrento massacre contra os moradores civis, que incluiu degolas e assassinatos, sem fazer qualquer distinção entre crianças, mulheres, idosos ou doentes. O ataque ocorreu enquanto os moradores ainda dormiam com suas famílias e a mutilação monstruosa dos corpos foi nauseante. Antes da invasão, os terroristas lançaram mísseis, morteiros e “bombas do inferno” contra o vilarejo, provocando a destruição de casas e bens públicos e particulares. Muitos civis morreram durante o ataque e muitos ficaram gravemente feridos. Muitos foram assassinados na ponte Roston e outros tiveram ferimentos, com diferentes graus de gravidade, além dos muitos civis sequestrados pelos terroristas, em sua maioria crianças e mulheres que, até o momento, têm o seu paradeiro desconhecido.

Sem qualquer escrúpulo ou arrependimento, as organizações armadas, consideradas por países ocidentais e outros como ‘oposição moderada armada’, tais como a Frente Al Nusra, os Livres da Síria Islâmica, a Legião de Homs, a Brigada dos Filhos da Sunnah e os Soldados de Homs, assumiram em suas páginas, nas redes sociais, sua responsabilidade sobre este sangrento massacre e afirmando que o ataque contra o vilarejo de Zara foi realizado em conjunto com todos os grupos e de forma coordenada e pré-acordada.


A perpetração, por parte dos grupos terroristas armados, deste aterrorizante massacre segue uma série de agressões e ataques terroristas organizados, que tem como alvo muitas das cidades sírias e que cumprem ordens diretas dos regimes extremistas e fundamentalistas de Riad, Ancara e Doha, com o objetivo de sabotar os esforços para acabar com derramamento de sangue sírio, promover o fracasso das conversações de Genebra, dos preparativos para acalmar a situação e do acordo de cessação das agressões na Síria. Este aterrorizante massacre ocorre no momento em que os representantes dos Estados Unidos da América, da França, da Grã Bretanha e da Ucrânia rejeitaram, no Conselho de Segurança, a inclusão das organizações Exército do Islã e Livres da Síria na lista de grupos, organizações e organismos terroristas do Conselho de Segurança, o que reflete o incentivo destes países às ações criminosas, perpetradas por estes grupos e sua insistência em fechar os olhos diante dos crimes dos grupos terroristas, deixando clara a falta de seriedade destes países em combater o terrorismo e em cessar as agressões na Síria.

O massacre de Zara ocorre em consequência do silêncio do Conselho de Segurança em condenar as ações terroristas hediondas, perpetradas pelos grupos terroristas armados, nas mais diferentes áreas da República Árabe da Síria e como resultado da recusa dos membros do Conselho de Segurança em adotar medidas objetivas, imediatas e punitivas contra os países e organizações que apoiam e financiam o terrorismo, especialmente os regimes de Riad, Ancara e Doha, que não hesitaram em usar o terrorismo e os grupos terroristas e outros meios baixos para atingir os seus objetivos torpes.

O Governo da República Árabe da Síria afirma que este massacre terrorista e terrível, além das outras agressões, não abalará o ímpeto da Síria em continuar a cumprir com suas obrigações de combater o terrorismo e de encontrar uma solução política para a crise na Síria, através do diálogo entre sírios, sob uma liderança síria, que resulte no fim do terrorismo e na reconstrução do que foi destruído pelos terroristas, seus parceiros, financiadores e apoiadores, para restaurar a segurança e a estabilidade do povo sírio.

O Governo da República Árabe da Síria exige do Conselho de Segurança e do Secretário Geral das Nações Unidas a condenação imediata deste massacre terrorista, assim como exige do Conselho de Segurança que assuma as suas responsabilidade de preservar a paz e a segurança internacionais, através da adoção de medidas dissuasivas, imediatas e punitivas contra os países e organizações apoiadoras e financiadoras do terrorismo, especialmente os regimes da Arábia Saudita, da Turquia e do Qatar, que impeçam estes países de continuar apoiando o terrorismo e interferindo na segurança e na paz mundiais, ao comprometê-los com o cumprimento total dos dispositivos das resoluções do Conselho de Segurança relativas ao tema, especialmente as resoluções No. 2170(2014), 2178(2014), 2199(2015) e 2253(2015).

Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria
Tradução: Jihan Arar

Brasil: Por que o governo Temer acabou


Por Renato Rovai, em seu blog:

Temer, o ilegítimo, já entrou para a história como ex-presidente da República mais trapalhão e obtuso desde a democratização.

E olha que tivemos Collor, mas ao menos o caçador de marajás teve votos. Temer também, mas apenas 367. E a história dirá como foram amealhados.

Mas este post não se dedicará a falar dos motivos que garantiram a tomada de poder pela turma de Temer, o ilegítimo, mas se dedicará a explicar seu obituário.

Temer pode até ficar na presidência, mas não será presidente.

Nunca, em tão poucas horas no cargo, um chefe de governo anunciou tantas medidas impopulares sem ter qualquer popularidade. Temer está provando que é muito pior do que o pior dos seus detratores podia imaginar.

Nomeou ministros notavelmente medíocres e alguns notavelmente corruptos.

Um anunciou que vai dar de ombros para eleição do MP e que vai nomear para Procurador Geral da República qualquer um da lista tríplice e não o mais votado.

Outro quer fechar as embaixadas do Brasil na África e no Caribe e tentou peitar representantes de organismos internacionais.

Um terceiro acaba de anunciar que assumiu o ministério da Saúde para acabar com o SUS.

Um outro fala de recriar a CPMF, aumentar a CIDE, fazer uma reforma radical na Previdência e na legislação trabalhista.

Ainda tem os cortes no Bolsa Família e o aumento das parcelas do minha Casa Minha Vida para faixa de renda mais pobre.

E a autorização para cobrar mensalidade em universidades públicas, além de cortes em todos os tipos de bolsa.

E a transformação do BNDES no banco das privatizações.

E acabou com o MinC, o Ministério das Comunicações e o Ministério das das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, além de não ter nomeado nenhuma mulher e nem negros para o primeiro escalão.

Não tem como dar certo.

Essa agenda não tem nem 10% dos votos numa disputa eleitoral.

Aécio fugiu dela como o diabo da cruz. Alckmin e Serra idem. E o primeiro colocou até uma camisa com logos de todas as estatais para mostrar o quão nacionalista era.

O Brasil não aceitará esse programa ultraliberal sendo implementado na marra e a partir de um golpe.

Por isso o governo Temer está terminando antes de começar.

Já é um desastre interno e externo. E vai levar às ruas mais gente do que as maiores manifestações contra Dilma até as Olimpíadas.

Nos Jogos, passará um vexame histórico e sua imagem de golpista se consolidará no exterior.

O governo Temer acabou.

GAY ASSUME CHEFIA DO EXÉRCITO DOS EUA


Eric Fanning tornou-se o primeiro homem declaradamente homossexual a assumir o cargo de secretário do Exército dos Estados Unidos; novo comandante vai coordenar os trabalhos das tropas terrestres norte-americanas e responderá diretamente ao secretário de Defesa norte-americano; Fanning era até agora vice-secretário da Defesa e era considerado conselheiro próximo do chefe do Pentágono, Ashton Carter


Eric Fanning tornou-se o primeiro homem declaradamente homossexual a assumir o cargo de secretário do Exército dos Estados Unidos. O novo comandante vai coordenar os trabalhos das tropas terrestres norte-americanas. Neste cargo, Fanning responde diretamente ao secretário de Defesa do país.

Eric Fanning era até agora vice-secretário da Defesa, considerado conselheiro próximo do chefe do Pentágono, Ashton Carter.

Fanning recebeu o cargo em meio à política de integração dos homossexuais às Forças Armadas. As minorias sexuais receberam a oportunidade de servir no Exército depois da abolição da norma "não pergunte, não diga", segundo a qual os homossexuais podiam entrar no serviço militar se não ostentassem a sua orientação.

A nomeação de Eric Fenning já foi saudada pela comunidade gay norte-americana.

Sputniknews

EUA podem processar Arábia Saudita por razão do 9/11, mas Obama não concorda


O Senado dos EUA aprovou um projeto de lei que permite às vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York apresentarem pedidos de indenização ao governo da Arábia Saudita em conexão com seu suposto envolvimento nos ataques.

Após a respectiva decisão relativamente o projeto de lei com o pretensioso título de "Justiça contra os patrocinadores do terrorismo" este será considerado na Câmara dos Representantes do Congresso e, em caso de esta entidade também tomar uma decisão favorável, o documento será enviado ao presidente americano para ser assinado.

Mesmo antes da apresentação, o projeto provocou o agravamento das relações entre os dois países. A publicação americana New York Times informou que Riad está descontente com a elaboração do projeto de lei: o chanceler saudita Adel al-Jubeir declarou mesmo durante a sua visita a Washington em maio do ano corrente que o seu país pretende vender todos os seus ativos nos EUA (cerca de 750 bilhões de dólares) se a lei for aprovada.

O Ministério das Finanças dos EUA publicou na terça-feira passada (17) os dados sobre a dívida externa dos EUA, de acordo com os quais a parte saudita da dívida é mais de 116 bilhões de dólares.

Mesmo assim, a Casa Branca já deixou a entender claramente que o presidente nunca assinará o projeto de lei: ainda em abril, o representante oficial da administração americana Josh Earnest declarou que a adoção da lei causaria "um enorme nível de ameaça" ao país, porque permitiria a outros Estados processar os EUA.


Mais tarde, em 17 de maio, Earnest notou que a possível lei "mudaria as normas internacionais estabelecidas há muito tempo e tornaria os Estados Unidos vulneráveis em tribunais de outros países".
Ele sublinhou também que a administração "está contra este projeto de lei e começa discussões sobre o assunto".

Tudo isso acontece no pano de fundo do apelo da senadora do Estado de Nova York, Kirsten Gillibrand, e do ex-senador Bob Graham ao presidente Barack Obama para fazer com que pelo menos uma parte do relatório sobre 9 de setembro de 2001 entre em domínio público.

De acordo com eles, o documento elaborado em 2003 contém mais de 800 páginas, mas as últimas 28 páginas foram classificadas. E nestas páginas, de acordo com os senadores, há provas de que altos funcionários da Arábia Saudita estiveram diretamente envolvidos nos ataques de 9/11, inclusive ajudaram os terroristas a obterem competências de pilotagem de aviões.

O atentado de 9/11 é uma das mais tristes páginas na história mundial: terroristas com ligações à Al-Qaeda sequestraram quatro aeronaves comerciais que fizeram colidir contra o World Trade Center e o Pentágono, matando de cerca de 3 mil pessoas. O quarto avião que era dirigido ao Capitólio dos Estados Unidos caiu na Pensilvânia depois de os passageiros terem tentado retomar o controle da aeronave.

Sputniknews

Portaviones ruso Admiral Kuznetsov se dirige rumbo a Siria para luchar contra terroristas


El portaviones ruso Admiral Kuznetsov.

El portaviones ruso Admiral Kuznetsov participaría desde el primero de julio en las operaciones antiterroristas de Rusia en Siria.

Probablemente, el Ejército ruso ya no necesita el aeropuerto militar de Hamimim, en la provincia costera siria de Latakia (noroeste) y aprovechará de la capacidad del crucero portaviones Admiral Kuznetsov en sus combates en Siria, ha informado este martes el portal del canal iraní Al-Alam, citando a un reporte de la cadena televisiva rusa Zvezda.

Este portaaviones, dotado con armamentos modernos, es capaz de zarpar con destino a cualquier punto en todo el mundo.

Según el informe, Admiral Kuznetsov que porta cazas Su-33, Su-25, Mig-25 y Mig-29, asimismo helicóptero K-27 y K-29, llegará en un futuro cercano a las costas orientales del Mediterráneo.

El crucero portaaviones ruso está destinado a destruir grandes objetivos marítimos, brindar apoyo logístico a las naves y otros sistemas militares marítimos de las fuerzas amigas ante la eventual ofensiva del enemigo, y atacar a los blancos terrestres del enemigo.

Desde el pasado 30 de septiembre y tras recibir una petición siria de ayuda militar para la lucha antiterrorista, Rusia lleva a cabo una campaña militar —coordinada con las Fuerzas Aéreas sirias— contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) y otras bandas que operan en el territorio del país árabe.

Rusia ha aumentado su despliegue militar en Siria, pese a que en marzo anunció el retiro de la mayor parte de su contingente que había enviado al país árabe, de acuerdo con un informe.

Moscú, que no ha proporcionado detalles sobre el total de sus fuerzas desplegadas ni las que regresan, avisó que de ser necesario, podría, “en cuestión de horas”, volver a desplegar sus fuerzas en Siria.

Asimismo, el Kremlin ha anunciado que Rusia, pese a la retirada de parte de sus tropas de Siria, tiene previsto continuar apoyando a las fuerzas sirias en su lucha contra los terroristas.

hnb/ktg/mrk/HispanTv

Líder iraní: Ciertos países regionales traicionan a los musulmanes


Reunión del Líder iraní con los participantes de la 33ª Competición Internacional del Corán en Teherán, el 18 de mayo de 2016.

El Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, ha criticado duramente las políticas de EE.UU. y la alineación profana de algunos países regionales con Washington.

“Lamentablemente, ciertos Estados islámicos traicionan a sus naciones, preparan el terreno para el dominio de Estados Unidos, cooperan con la gran tiranía que es Estados Unidos”, ha subrayado este miércoles el Líder iraní

Ante los participantes de la 33ª Competición Internacional del Corán en Teherán, capital persa, el Líder ha asegurado este miércoles que el pueblo iraní ha resistido ante la política de intimidación de Estados Unidos.

Además, ha reiterado que poseer armas y dinero no conlleva a la potencia como Estado, explicando que la base principal de ser una potencia en el mundo es “la fe y la resistencia” que tiene un país y su pueblo.

“El enemigo tiene miedo del Islam fuerte y valiente”, ha señalado el Líder de Irán, al detallar que esta es la razón por la que los enemigos tienen miedo de la República Islámica y por esto la amenazan de vez en cuando.

A continuación, el ayatolá Jamenei ha apuntado al sagrado Corán como eje principal que une a la comunidad islámica y ha señalado que en las actuales circunstancias, en las que la arrogancia busca sembrar discordia y desavenencias entre los musulmanes, la mejor opción para lograr la unidad es recurrir al Corán.

En este contexto, ha resaltado el importante papel de los ulemas, intelectuales y talentos islámicos a la hora de poner de relieve la imagen verdadera de los enemigos, así como sus conspiraciones. También ha pedido a la comunidad islámica que no se deje engañar por las promesas de las potencias ni se deje afectar por sus amenazas.

“Ellos son conscientes de que si los musulmanes llegan a ser fuertes, no serán capaces de reprimir a los demás pueblos, ni se olvidará nunca la causa de Palestina como país islámico ocupado”, ha concluido el Líder iraní.

zss/ktg/mrk/HispanTv

Francia, sumergida en violentas y masivas protestas: ¿Qué sucede en París?



La llamada Ley El Khomri concederá a las compañías mayores poderes a la hora de organizar el tiempo de trabajo, pagar horas extras y despedir a los empleados.

Estos últimos meses toda Francia ha sido escenario de huelgas y manifestaciones masivas ―que a menudo desembocaron en disturbios y enfrentamientos con la Policía― a raíz de un impopular proyecto de reforma laboral.

¿Qué propone la reforma laboral?

La llamada Ley El Khomri, elaborada por la ministra de Trabajo Miriam El Khomri y plateada por el Gobierno galo como un método para combatir el desempleo, propone cambios significativos en la legislación laboral, con los que están descontentos los ciudadanos.

Según indica RIA Novosti, las encuestas exponen que 3 de cada 4 franceses se oponen a la nueva legislación.

La principal novedad es que las normas laborales nacionales serán sustituidas por las individuales para cada empleador, que podrá cambiarlas en el marco establecido por la ley.

En particular, las compañías podrán prolongar la jornada laboral desde las 35 horas semanales actuales hasta 48 horas. En "circunstancias excepcionales", señala AP, los empleados trabajarían hasta 60 horas a la semana. El horario de trabajo alternativo al que podrían optar las compañías bajo la nueva ley, incluye también la jornada laboral de 12 horas.

La reforma prevé también la simplificación del procedimiento de despido de los empleados y concede a los empleadores el derecho de negociar el pago de las horas extras directamente con los empleados, evitando los sindicatos.

¿Quién protesta y de qué manera?

Desde que en febrero la normativa fue propuesta por el Gobierno de François Hollande, sindicatos franceses y movimientos estudiantiles han organizado acciones de protesta a gran escala por todo el país, incluyendo París, Burdeos, Marsella, Toulouse y Lyon. Según indica 'La Tercera', se trata de las mayores protestas producidas en Francia desde que el presidente Hollande asumió su cargo en 2012.

En las manifestaciones participan cientos de miles de personas. Por ejemplo, el 9 de marzo la acción contó con la asistencia de hasta 500.000 personas por toda Francia, mientras que este 17 de mayo a las protestas asistieron hasta 220.000 personas.

Las manifestaciones impactan no solo por su escala, sino también por el violento desarrollo de los actos. Las marchas en algunos casos están acompañadas por disturbios, detenciones y enfrentamientos con la Policía: los manifestantes usan cocteles molotov y petardos, mientras que las fuerzas de seguridad responden con gas lacrimógeno y granadas aturdidoras.

¿Qué dice el Gobierno ante las protestas?

François Hollande, en el marco de una entrevista con la emisora Europe 1, ha defendido la reforma laboral afirmando que no cederá pese a las numerosas protestas acontecidas. "No cederé porque ya hay demasiados Gobiernos que han cedido […] prefiero que se guarde de mí la imagen de un presidente que ha hecho reformas y no de un presidente que no ha hecho nada", ha declarado.

Al entender que la polémica ley no pasará el voto parlamentario, las autoridades francesas decidieron usar sus poderes constitucionales recurriendo al artículo 49.3. La norma prevé que el primer ministro haga pasar el documento a través del parlamento sin debate ni votación. En este caso, los parlamentarios tienen derecho a considerar una moción de censura al Gobierno, pero en la votación de la semana pasada no se llegó a reunir los votos necesarios.

Actualidad RT

terça-feira, 17 de maio de 2016

Maduro denuncia incursão de aeronave espiã dos EUA em território venezuelano


Um avião espião dos EUA violou o espaço aéreo da Venezuela, disse nesta terça-feira o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

"Recentemente, a Força Aérea Venezuelana detectou a entrada ilegal de um Boeing 707 E-3 dos EUA, que possui capacidade para realizar vigilância electrónica", disse Maduro para a imprensa internacional durante uma vídeo conferência, acompanhada pela agência Sputnik na Embaixada da Venezuela em Moscou.

O presidente da Venezuela ressaltou que "este tipo de aeronave costuma ser usado como apoio de grupos armados em casos de guerra".

Maduro esclareceu que pretende protestar contra essa incursão junto ao governo dos EUA.

Sputniknews

Em tempos de Sérgio Moro, por que Protógenes Queiroz está sendo perseguido?


Protógenes foragido por fazer o que todos fazem

No Diário Causa Operária


O ex-deputado e ex-delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz está sendo considerado foragido e foi colocado na lista da Interpol a pedido da justiça brasileira. Sua defesa afirma que ele está na Suíça onde pediu asilo político, desde 2015.

Em resumo, Protógenes Queiroz foi condenado por “vazar informações sigilosas para concorrentes do banqueiro Daniel Dantas e para a imprensa”.

Na condenação do juiz da 7ª Vara Criminal de São Paulo, Ali Mazloum, a conduta do então delegado da PF, “representa, precipuamente, a apuração de um método, próprio de polícia secreta, empreendido sob a égide da Constituição Federal, mas à margem das mais comezinhas regras do Estado Democrático de Direito”.

O juiz disse ainda que “é espantoso que pessoas sejam submetidas a ‘averiguações’ típicas de regimes totalitários em plena normalidade republicana. Como por exemplo, fragmentos de ‘arapongagem’ contra a presidenta eleita Dilma Rousseff, a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, José Dirceu, além dos senadores Heráclito Fortes, ACM Neto, o ex-ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso e José Serra”.

Em tempos de Lava Jato, quando pessoas estão sendo presas e condenadas com base em delação premiada, sem provas, e por pressão da imprensa capitalista alimentada por vazamentos que chegam a expor gravações, muitas vezes conseguidas ilegalmente pela justiça, a condenação de Protógenes é um verdadeiro escândalo.

A pergunta que fica é: O que diferencia a prática dele das atuais, seja do juiz Sérgio Moro, do Ministério Público, ou da própria PF?

No auge de sua carreira como delegado, assim como se vê hoje em dia, era chamado de “caçador de banqueiro”, “caçador de políticos corruptos” e era constantemente saudado e elogiado pela imprensa capitalista, considerado herói por muitos. Tanto que ao candidatar-se a deputado obteve mais de 94 mi votos.

O processo contra ele foi tramitado em julgado em segunda instância e resultou na demissão da Polícia Federal, em 2014; por “prevalecer-se, abusivamente, da condição de funcionário policial”, revelar “segredo do qual se apropriou em razão do cargo” e “praticar ato lesivo da honra ou do patrimônio da pessoa, natural ou jurídica, com abuso ou desvio de poder”.

Como delegado da PF, Protógenes participou de uma série de operações policiais que tiveram destaque na imprensa. Sua condenação foi por causa da Operação Satiagraha, concluída em 2010, a qual ele esteve a frente desde o seu início em 2004.

Ao analisar recurso o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve parte da decisão que o considerou responsável. Por outro lado a operação foi considerada nula pelo STF.

Dilma rebate Serra: Mundo expressa indignação com farsa jurídica


Vermelho - Por meio de sua conta no Facebook, a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, pronunciou-se sobre a reação do mundo contra o golpe em curso no Brasil. E criticou comunicados divulgados pelo Ministério de Relações Exteriores, agora comandado pelo tucano José Serra. Segundo ela, na tentativa de "justificar o ataque aos Estado Democrático de Direito", a pasta emitiu nota repudiando governos e órgãos internacionais que denunciam o golpe parlamentar no Brasil.

De acordo com Dilma, "a reação de governos estrangeiros e de importantes setores da opinião pública mundial, entre eles o Secretário-Geral da OEA, expressa a indignação internacional diante da farsa jurídica aqui montada".

"Ao mesmo tempo, revela a preocupação de que essas práticas, travestidas de legalidade, possam se espalhar por outras partes do mundo, especialmente na América Latina, promovendo a desestabilização de governos legítimos e revertendo as grandes conquistas sociais e democráticas alcançadas nos últimos 15 anos", reforçou.

A presidenta eleita afirmou ainda que "forças partidárias, como as que pretendem agora conduzir a política externa brasileira", são "tradicionalmente submissas às grandes potências". Não teriam, portanto, ela avalia, "autoridade política ou moral para invocar o princípio da soberania, sobretudo quando têm costumeiramente praticado a ingerência nos assuntos internos de outros países da região".

O recado de Dilma direcionado a Serra ocorre após o Itamaraty emitir comunicados em que repudia declarações de líderes latino-americanos e do Secretário-Geral da Unasul [União das Nações Sul-Americanas], Ernesto Samper, sobre a conjuntura política no Brasil.

Confira abaixo a íntegra do texto de Dilma:

O mundo preocupado com o golpe no Brasil

Na tentativa de justificar o ataque ao Estado Democrático de Direito conduzido por partidos políticos, empresários, oligopólios da informação e corporações, o Ministério Interino de Relações Exteriores do Brasil emitiu notas criticando governos latino-americanos e o Secretário-Geral da Unasul, Ernesto Samper, por denunciarem o golpe parlamentar que afastou Dilma Rousseff da Presidência da República.

A reação de governos estrangeiros e de importantes setores da opinião pública mundial, entre eles o Secretário-Geral da OEA, expressa a indignação internacional diante da farsa jurídica aqui montada. Ao mesmo tempo, revela a preocupação de que essas práticas, travestidas de legalidade, possam se espalhar por outras partes do mundo, especialmente na América Latina, promovendo a desestabilização de governos legítimos e revertendo as grandes conquistas sociais e democráticas alcançadas nos últimos 15 anos.

Forças partidárias, como as que pretendem agora conduzir a política externa brasileira – tradicionalmente submissas às grandes potências – não têm autoridade política ou moral para invocar o princípio da soberania, sobretudo quando têm costumeiramente praticado a ingerência nos assuntos internos de outros países da região.

Governos e povos da América Latina estão também preocupados com as ameaças que o novo ministro recorrentemente fez ao Mercosul e com sua disposição de estabelecer acordos econômicos e comerciais profundamente lesivos ao interesse nacional.

Fieis e gratos à solidariedade que estamos recebendo do mundo inteiro, nos sentimos mais fortalecidos em nossa disposição de resistir ao golpe que se pretende consumar contra nossa democracia.

Assessoria de Imprensa
Presidenta Dilma Rousseff

WASHINGTON POST: NOVO PRESIDENTE DO BRASIL JÁ É PROFUNDAMENTE IMPOPULAR


Jornal americano ressalta ainda que, além de dúvidas sobre a legitimidade de seu caminho para o poder, Temer também enfrenta o risco de que as acusações o façam perder o mandato: "O nome de Temer não foi incluído em uma lista de políticos poderosos que o procurador da República enviou semana passada ao Supremo Tribunal Federal. Mas o promotor disse que o partido de Temer, o PMDB, estava profundamente envolvido durante o período em que ele foi presidente do partido", diz o texto

Em reportagem, Washington Post destaca que o novo presidente do Brasil já é profundamente impopular.

Jornal americano ressalta ainda que, além de dúvidas sobre a legitimidade de seu caminho para o poder, Temer também enfrenta o risco de que as acusações o façam perder o mandato.

Leia trechos:

“Temer foi acusado por uma testemunha do governo na investigação da Lava Jato, o escândalo que varreu dezenas de legisladores e alimentou a raiva no governo de Dilma e toda classe política do Brasil.

O nome de Temer não foi incluído em uma lista de políticos poderosos que o procurador da República enviou semana passada ao Supremo Tribunal Federal. Mas o promotor disse que o partido de Temer, o PMDB, estava profundamente envolvido durante o período em que ele foi presidente do partido.

Temer foi multado este ano após um processo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por ter descumprido leis de financiamento de campanhas, o que significa que ele está inelegível por 8 anos.

Ele é ridicularizado como “O Mordomo”, porque ele lembra um personagem de um filme de terror e é o tipo de figura contida que parece saber muito, mas diz pouco em público.”

Brasil 247

A primeira crise diplomática provocada pelo governo Temer


A crise política interna do Brasil ultrapassou as fronteiras nacionais e provocou o primeiro transtorno diplomático. O governo de El Salvador, que desaprovou o processo de impeachment contra Dilma, em resposta à linguagem pouco profissional da nota diplomática redigida pelo próprio José Serra, suspendeu contatos oficiais entre os países.

A canhoada diplomática do novo dono do Itamaraty, José Serra, contra os parceiros latino-americanos já no seu primeiro dia como chanceler brasileiro causou constrangimento nas relações na região. Notas oficiais do ministério redigidas pelo próprio tucano acusavam Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Nicarágua, assim como a Aliança Bolivariana os Povos de Nossa América/Tratado de Comércio dos Povos (ALBA/TCP) de “propagar falsidades”. A outra nota já lança críticas contra o secretário-geral da UNASUL, Ernesto Samper, atribuindo a ele “interpretações falsas e absurdas”, e pondo em dúvida a compatibilidade da postura de Samper “às funções que exerce”.
Não foi surpreendente que o primeiro embaixador dos países atacados por o ex-presidenciável brasileiro foi chamado para consultas já poucas horas depois da publicação das notas. O desrespeito aos vizinhos articulado pelo tucano fez o líder venezuelano Nicolás Maduro convocar seu diplomata em Brasília de volta a Caracas em represália a “esta dolorosa página na história do Brasil”.

Já no dia seguinte, outro líder do continente – o salvadorenho Salvador Sanchez Cerén – se solidarizou com o herdeiro de Chavez, anunciando que as autoridades do seu país não estão disponíveis para reconhecer o governo provisório de Michel Temer e classificando o impeachment da presidente Dilma como um “golpe de Estado”. O Twitter oficial do Sanchez anunciou o retorno da embaixadora a San Salvador para consultas, reiterando a posição articulada anteriormente pela chancelaria do país.

Até o momento, o MRE só reagiu oficialmente a retirada do embaixador salvadorenho, que causou “especial estranheza” no gabinete do tucano, em vistas da intensa cooperação económica entre os países, citada na nota sobre o pronunciamento do país vizinho. A Venezuela nem teve a “honra” de tal fraca tentativa de retomar o bom senso na retórica ofensiva do político, que foi nomeado ao comando da diplomacia sem qualquer experiência nas relações internacionais.

Sputniknews

‘Rusia no permitirá que Siria viva lo que sucedió en Libia’


Una explosión provocada por una ofensiva de la OTAN en Libia en 2011.

Rusia no permitirá que se repita en Siria el escenario de Libia, aseveró Alexander Zasypkin, embajador ruso en El Líbano.

En una entrevista con la agencia estatal de noticias libanesa (NNA) el diplomático ruso se refirió a las negativas consecuencias de la intervención militar de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) en territorio libio e indicó que Moscú recurrió a su derecho a veto para impedir que Siria experimente lo que está viviendo Libia.

“Rusia intenta impedir la destrucción de Siria, por lo que seguirá sus cooperaciones militares y técnicas con Damasco”, enfatizó Zasypkin, además de recordar que la participación de Moscú en operaciones militares contra el terrorismo en Siria obedece a una petición del Gobierno sirio.

Insistiendo en que la crisis de Siria, Irak, Libia y Yemen solo se resolverán a través de medidas políticas y con el apoyo al Gobierno nacional, Zasypkin resaltó el principio que prohíbe el acceso de terroristas al poder.

De igual forma, el funcionario ruso precisó que una operación política en Siria no significa que el Gobierno se rinda a sus opositores y apostilló que, para acabar con la crisis que vive el país árabe, además de los diálogos y el apoyo al Gobierno, es necesario dejar de lado la discusión sobre el destino del presidente Bashar al-Asad ya que el fin de la cuestión siria no depende de una persona.

“Moscú colabora tanto con el Estado sirio como con ciertos grupos de la oposición. El problema es que EE.UU. no hace nada para convencer a sus aliados regionales y otro problema que existe es el envío de terroristas al territorio sirio”, adujo el embajador ruso.

Respecto a la política exterior rusa en Oriente Medio, recalcó que Moscú no está de acuerdo con dividir la zona en regiones de penetración de otros países y reiteró que Rusia no alega ser un polo de un mundo bipolar sino está en busca de un equilibrio entre todas las partes.

Al final de sus declaraciones, expresó la disposición de Rusia para colaborar con todos países en la lucha contra el terrorismo, cuya expansión es una amenaza mundial.

En reiteradas ocasiones las autoridades rusas han reprobado la intervención de la OTAN en Libia. En marzo, el canciller ruso, Serguei Lavrov, tachó la intervención extranjera en Libia como una acción ilegal que ha desestabilizado la región, particularmente, los países vecinos, donde grupos extremistas operan activamente.

En 2011, los países miembros de la OTAN se enfrascaron en una campaña militar en Libia con el fin de derrocar el régimen de Muamar Gadafi y restablecer la paz en este territorio, sin embargo, este objetivo no tuvo otro logro que el desastre total del país que se ha convertido en un bastión seguro para los terroristas.

Rusia se esfuerza para garantizar la tregua en vigor en Siria desde el 27 de febrero. El país árabe sufre desde 2011 un conflicto armado que ha causado hasta el momento más de 270.000 muertes, mientras que 12 millones de sirios necesitan asistencia humanitaria inmediata, de acuerdo con las cifras divulgadas por el llamado opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH).

msm/ncl/hnb/HispanTv