segunda-feira, 27 de novembro de 2017
ONU: Organização de hipócritas promete analisar comércio de escravos na Líbia – que eles mesmos criaram
A Organização das Nações Unidas não passa de uma reunião de criminosos que atuam para defender guerras de países imperialistas, para roubar as riquezas naturais dos pequenos povos. Muamar Kadafi tinha razão quando disse essas palavras ao discursar nas Nações Unidas em 23 de setembro de 2009.
Confirmado as palavras do líder martirizado, os governos terroristas dos EUA, França, Inglaterra, Israel e Arábia Saudita se uniram para deflagrar uma guerra de ocupação da Líbia em 15 de fevereiro de 2011, destruindo a infraestrutura de um país rico, próspero e humanitário.
Hoje a Líbia está dividida e a escravidão voltou com força total, apoiada pelos governos fantoches que operam no país, comandado pelo imperialismo norte-americano.
A atual presidente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) concordou com a proposta da França de realizar uma reunião para discutir o comércio de escravos na Líbia.
A informação foi confirmada neste domingo pelo ministro das Relações Exteriores da Itália, Angelino Alfano, após dialógo com seu homólogo francês, Jean-Yves Le Drian.
A França requisitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança no início da semana após a CNN exibir uma reportagem com imagens de um leilão de seres humanos. De acordo com a emissora, existem dez mercados que realizam leilões de escravos na Líbia.
"Estamos profundamente abalados pelas terríveis imagens que mostram o tratamento cruel dos migrantes que estão passando pela Líbia. Aceitamos a proposta da França de convocar uma reunião do Conselho de Segurança sobre a situação com os migrantes na Líbia", disse Alfano por meio de comunicado da chancelaria italiana.
A reunião está prevista para a próxima semana. A chancelaria francesa afirmou que Paris pode sugerir sanções internacionais caso as autoridades da Líbia não atuem.
O governo da Líbia apoiado pela ONU disse na quinta-feira que estava investigando os relatos de leilões de escravos.
A Líbia enfrenta instabilidade desde 2011, quando seu governante Muamar Kadafi foi derrubado. O Governo de Acordo Nacional, apoiado pela ONU, opera no oeste do país e está sediada em Trípoli. A parte oriental do país é governada pelo seu Parlamento, com sede na cidade de Tobruk. O Parlamento é apoiado pelo Exército Nacional líbio.
Próximo da Europa, o país africano também é uma rota comum de migrantes e refugiados que tentam deixar o continente com destino ao velho mundo.
A tragédia dos refugiados que vem vitimando milhões de pessoas é uma consequência da política belicista e terrorista do governo norte-americano – via OTAN – e seus cúmplices europeus.
Cada negro vendido como escravo na Líbia é consequência da política expansionista dos governos dos EUA, França, Inglaterra, Israel e Arábia Saudita – os maiores terroristas da humanidade.
Movimento Marcha Verde – Curitiba, Brasil
El Reino Unido ‘defenderá’ las Malvinas en cooperación con Israel
Londres invierte millones de dólares en militarizar aun más las Malvinas, cuya soberanía se disputa con Argentina, en cooperación con el régimen de Israel.
Un informe publicado este miércoles por el diario británico Express detalla que Londres ha invertido 78 millones de libras esterlinas (104 millones de dólares) en el Sky Sabre, un avanzado sistema defensivo localizado en las islas Malvinas, cuya instalación se completará en 2020.
Esta nueva medida belicista la adoptó el Reino Unido después de que Argentina decidiera reforzar su presencia militar en el suelo que reclama como suyo, comprando cazas Super Etendard, de fabricación francesa, equipados con misiles antibuques Exocet, argumenta la publicación.
El reporte señala que los cazas adquiridos por Buenos Aires son similares a los empleados en la Guerra de las Malvinas en 1982, sin embargo, advierte, cualquier fuerza “invasora” tendrá que enfrentarse al Sky Sabre, cuya tecnología es similar al sistema antimisiles israelí Cúpula de Hierro.
La información señala, además, que el contratista militar está trabajando con la empresa israelí Mprest para asegurarse de que el sistema rivalice con el sistema israelí, Cúpula de Hierro, desarrollado por la propia Mprest.
En este sentido, Natan Barak, el director ejecutivo de Mprest, ha asegurado que Sky Sabre podrá “proteger” cualquier zona en el mundo. El sistema, ha explicado Barak, conecta muchos “sensores” para crear una imagen táctica y “lo hace rápido” y da lugar al aumento de la seguridad del Reino Unido, ha enfatizado.
El empresario israelí ha añadido que nadie sabe cuándo ni dónde se iniciará un nuevo conflicto a raíz de la cantidad de cambios geopolíticos que ocurren en el mundo. “Uno no sabe qué pasará en los próximos tres años (…) Queremos estar seguros de que nuestro sistema pueda manejar una guerra que no la hubiéramos pensado”, ha recalcado Barak.
El secretario de Defensa del Reino Unido, Michael Fallon, anunció en 2015 que el país europeo se gastaría 280 millones de libras esterlinas en los próximos 10 años para renovar y fortalecer su defensa en Malvinas.
El litigio entre Argentina y el Reino Unido sobre la soberanía de las islas Malvinas motivó una confrontación bélica entre ambos países, entre el 2 de abril y el 14 de junio de 1982, que acabó con la vida de 649 militares argentinos, 255 británicos y tres civiles isleños.
ask/anz/aaf/tas/HispanTv
Ministros do STF querem enterrar todas as investigações contra PMDB e PSDB
O argumento usado pelo ministro Ricardo Lewandowski para não homologar a delação premiada do marqueteiro Renato Pereira foi absurdo, malicioso, aberrante e nefasto para a imagem já bastante desgastada do STF. Foi uma decisão desconexa e totalmente fora da lei. Pior: ainda determinou o fim do sigilo da delação (trazendo imensos prejuízos para a investigação).
Desde o trágico julgamento do caso do senador Aécio Neves (que foi um desastre para a esgarçada imagem do STF) sabe-se da existência, dentro da Corte, de dois grupos: um a favor e outro contra a Lava Jato (leia-se: um a favor da continuidade da corrupção sistêmica que estrutura nossa cleptocracia e outro contra).
Lewandowski e Gilmar Mendes, como é público e notório, querem liquidar a Lava Jato o mais pronto possível para salvarem a pele de seus amigos envolvidos com a corrupção endêmica do Estado e de alguns agentes do mercado econômico e financeiro. Parte do STF passou a fazer parte da defesa sistêmica da velha corrupção. É a maior anomalia que já se viu até aqui.
Em lugar de fazerem cumprir a lei e a Constituição, fazem de tudo para driblar o que está escrito nelas. Lewandowski, violando um precedente da Corte, deu mais um “salto triplo carpado” em sua carreira, devolvendo a delação do marqueteiro sem homologação. Já tinha feito isso naquele pavoroso “fatiamento” no julgamento de Dilma Rousseff.
É nítida no STF a corrosão gerada pelo processo de latinoamericanização, que significa inteira obediência aos poderes políticos, econômicos e financeiros que comandam a nação. Antigamente se dizia que compete à mídia dar a primeira palavra e ao STF a última. Isso acabou.
O STF, sobretudo sob o comando de Lewandowski e Cármen Lúcia, se curvou, se acovardou. Já não diz a última palavra quando o implicado é um político.
Em junho deste ano, os ministros da Corte, por maioria, decidiram que o juiz, no momento da homologação de uma delação, não pode entrar no mérito do acordo. Cabe-lhe apenas o exame da legalidade, espontaneidade e voluntariedade da negociação, sob pena de arquivar toda investigação (disse o decano Celso de Mello).
O argumento de Lewandowski de que o Ministério Público não pode fazer negociação sobre a pena nem sobre o regime prisional, ignora tudo que foi feito até aqui em todas as mais de 170 delações já homologadas. É evidente que a imposição das sanções finais é da competência do juiz. Os acordos firmados pelo Ministério Público são, no entanto, apenas compromissos que ele assume com o colaborador da Justiça. Isso é da essência do modelo de Justiça consensuada.
É chocante o desconhecimento (ou a má-fé) do ministro, que não entendeu nada do sistema de Justiça negociada que veio dos EUA e que acabou sendo contemplada na Lei 12.850/13 (lei aprovada pelo Parlamento brasileiro e sancionada pela ex-presidente Dilma).
O juiz não pode participar da negociação penal (nem no Brasil, nem nos EUA), nem de forma direta, nem indireta. Quando há algum atropelo à Constituição, compete-lhe determinar o ajuste do acordo e nada mais. Teori fez isso várias vezes.
Lewandowski diz que o Ministério Público não pode fazer o acordo. Isso significa matar a delação premiada (assim como toda a Lava Jato). Isso significa, ademais, “legislar” contra o que está estabelecido no nosso sistema jurídico.
O STF, até aqui, vinha consolidando com razoável equilíbrio o novo sistema de Justiça criminal negociada, que é o único capaz de enfrentar a criminalidade e a corrupção dos poderosos, que somente são alcançados pela lei quando eles mesmos colocam fim na “omertà” (que é o silêncio da máfia).
Alguns ministros, no entanto, favoráveis à perpetuação da corrupção sistêmica, decidem de costas para a população e para as leis. Defendem ideias velhas dentro de uma nova realidade, que quer resgatar o Brasil esquecido, humilhado e saqueado pelas suas elites perversas.
É impressionante como as forças do atraso, de várias colorações ideológicas, continuam interferindo no funcionamento da Corte máxima do país.
O ministro Celso de Mello vem enfatizando que o Ministério Público não pode ser surpreendido por um “ato desleal” do Judiciário (disso é exemplo o ato de má-fé do ministro Lewandowski), sendo “dever indeclinável” do Estado “honrar o compromisso assumido no acordo de colaboração”, desde que o colaborador cumpra a sua parte.
A decisão de Lewandowski, ao contrariar jurisprudência recente do STF, tira a estabilidade da própria Corte, jogando mais luz na tese disseminada de que seu propósito que, na verdade, é o de “estancar a sangria” da Lava Jato, para que a corrupção sistêmica se eternize, não permitindo que o Brasil saia nunca do subdesenvolvimento.
Plantão Brasil
Reino Unido 'blinda' céu das Malvinas
O Reino Unido irá instalar um sistema de defesa antimísseis avançado nas Malvinas. O custo estimado desse sistema é de $ 92 milhões de dólares (cerca de $ 300 milhões de reais).
O Reino Unido decidiu investir uma soma considerável na implantação de um "escudo aéreo" nas ilhas depois de a Argentina ter adquirido novos aviões de combate franceses Super Etendard, equipados com os mísseis Exocet. A Força Aérea argentina utilizou precisamente este tipo de aeronaves nos acontecimentos de 2 de abril de 1982.
O governo britânico optou pelo sistema de defesa antimíssil israelense Sky Sabre, cuja instalação será completada até 2020. Este sistema avançado consiste de radares, lança-mísseis e de um avião para registrar a trajetória dos objetos que penetram em um determinado espaço aéreo.
O fabricante do Sky Sabre assegura que é um sistema de alta tecnologia que permite detectar rapidamente os alvos e avaliar se apresentam qualquer ameaça.
"No mundo estão em curso muitas mudanças geopolíticas, ninguém sabe o que vai se passar dentro de três anos, tanto os conflitos, como as ameaças vão mudar. Queremos estar seguros de que o nosso equipamento poderá servir para possíveis guerras no futuro, […] isto permitirá ao Reino Unido ficar mais seguro", notou o especialista militar israelense Natan Barak.
O estatuto das ilhas Malvinas – Falkland para o Reino Unido – continua a provocar disputas entre o Reino Unido e a Argentina. Esta última reivindica a soberania sobre o território e exige a entrega das ilhas apesar de a maioria da população local se considerar britânica.
Sputnik Brasil
Ex-escravos contam vida “desumana” de negros na Líbia
"Vi gente perder a vida de fome, de sede. É uma vida completamente desumana. Quando eu lembro do que passei, passo mal.” Há um ano, o jovem costa-marfinense Mohamed Bamba, 24 anos, achava que todo o sacrifício para chegar à Europa valeria a pena no final. Ele não contava que, no meio do caminho, seria comercializado como escravo na Líbia, a exemplo de milhares de outros negros pegos na armadilha dos traficantes de seres humanos.
Bamba deixou Daloa, na Costa do Marfim, em busca de uma vida melhor na Europa. Mas em pleno deserto nigeriano, ele descobriu que a conta para fazer a travessia tinha subido 150 mil francos CFA (873 reais) – dinheiro que o jovem não possuía.
“Como eu não tinha como pagar, fui vendido para uma pessoa. Essa pessoa me comprou e fiquei em dívida com ela”, relata, em depoimento à RFI. “Eles não me davam comida e o que eu ganhava eu tinha que dar para eles, para poder comer. Se eu não ganhasse nada, não comia.”
O jovem faz parte de um grupo de 500 costa-marfinenses que puderam ser repatriados a Abidjan, resgatados por organizações não-governamentais. “A Líbia é muito difícil. Os militares nos batem a todo o momento, dizendo que os negros são amaldiçoados por Deus”, conta Bamba, uma das testemunhas que participaram de um colóquio sobre a imigração clandestina.
“Crimes contra a humanidade”
A notícia de que imigrantes negros que sonhavam ir para a Europa estão sendo comercializados como escravos na Líbia, revelada com imagens pela emissora CNN, revoltou a comunidade internacional. Na quarta-feira 21, o presidente francês, Emmanuel Macron, qualificou as denúncias como “crimes contra a humanidade”.
A França pediu a realização de uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU para tratar o tema – segundo Macron, o tráfico de seres humanos no norte da África “movimenta 30 bilhões de euros por ano e atinge 2,5 milhões de pessoas, e 80% das vítimas são mulheres e crianças”.
Notícia chocante – mas que está longe de ser novidade
A escravidão moderna na Líbia é estarrecedora, mas é uma prática antiga no país, comum na época do ex-ditador Muamar Kadafi. O ministro da Defesa da França Jean-Yves Le Drian afirmou que as autoridades líbias “foram alertadas diversas vezes” sobre o problema nos últimos anos, mesmo após a queda de Kadafi. O caos político e de segurança que se instalou no território líbio favoreceu a atuação das redes de traficantes, que transformaram a comercialização de negros em um negócio lucrativo.
Nesta semana, 250 migrantes camaronenses que viveram como escravos na Líbia relataram o cenário de horror pelo qual passaram, ao retornarem ao seu país, graças à atuação da Organização Internacional para as Migrações (OIM). Em abril, a entidade da ONU publicou um relatório alarmante sobre os “mercados públicos de escravos na Líbia” – mas o documento não suscitou qualquer reação efetiva da comunidade internacional.
Não aconselho nem o meu pior inimigo de tentar ir para a Europa passando pela Líbia. É um inferno completo”, contou à agência AFP Maxime Ndong, um dos migrantes resgatados. “Os líbios não têm nenhuma consideração pelos negros. Eles nos tratam como animais, estupram as nossas mulheres. E há um verdadeiro comércio de negros lá, exatamente como na época da escravidão. As pessoas vêm e compram”, afirmou o jovem, que passou oito meses no calvário líbio junto com a esposa, da qual não tem notícias há três meses.
União Europeia acusada de cumplicidade
Em um texto publicado no jornal francês Libération desta semana, artistas, intelectuais, esportistas e militantes pediram uma ação internacional imediata contra a prática “que o mundo descobre com estupefação e as ONGs sabiam e denunciavam havia anos”. Os signatários denunciam a cumplicidade da União Europeia no crime, ao concentrar suas ações na rejeição dos migrantes no território europeu, em vez de promover uma solução definitiva ao que acontece no norte africano.
“A responsabilidade moral – e judicial? – da União Europeia neste pesadelo é mais do que uma constatação: é uma vergonha que nós recusamos que seja coberta pelos habituais comentários apaziguadores sobre a ilusória ‘melhoria das condições de detenção’. Não melhoramos a prática escravagista”, ataca o texto. “Nós a combatemos até o seu desaparecimento total.”
As autoridades líbias reconhecidas pela comunidade internacional, comandadas pelo Governo de União Nacional (GNA, na sigla em inglês), anunciaram a abertura de uma investigação sobre o mercado de escravos. No entanto, mesmo que quisessem combater o crime, os governantes têm limitada capacidade de ação – já que, na prática, não detêm o poder de fato em todo o país.
“O governo líbio é mais tolerado do que respeitado pelos grupos armados que exercem o poder de fato”, resume o pesquisador Jalel Harchaoui, especialista na Líbia da Universidade de Paris VIII. A realidade, indica o pesquisador, é que o GNA “é uma mera ferramenta ao serviço da diplomacia, para que exista um interlocutor mínimo que possa ser nomeado na Líbia”, um país à beira do colapso econômico, conforme o Banco Mundial advertiu em outubro. São as atividades – criminais ou não – de diversos grupos armados espalhados pela Líbia que movimentam a economia do país atualmente.
RFI
Riad no podrá igualar a ‘aguerrido e improvisador’ Ejército iraní
Pese a los modernos equipos militares de EE.UU., Arabia Saudí será incapaz de enfrentar al ‘aguerrido’ e ‘improvisador’ Ejército iraní, según un portal militar.
“De producirse un enfrentamiento militar, las fuerzas saudíes —a pesar del equipo militar de primera calidad que Riad ha adquirido de Estados Unidos y sus aliados— probablemente no podrán igualar al aguerrido Ejército iraní y el CGRI (Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica), que son conocidos por su capacidad de improvisación en tiempos de conflicto”, publicó el sábado The National Interest.
En un artículo del referido portal militar estadounidense, el analista Mohamad Ayoob advierte al príncipe heredero del régimen saudí, Mohamed Bin Salman, de provocar deliberadamente una guerra contra el país persa.
Además, analiza que el régimen saudí “desea vender su conflicto” con Irán y el Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) al Gobierno del presidente norteamericano, Donald Trump, puesto que está bien consiente de no poder combatir con Teherán: “Riad quiere luchar contra Teherán hasta con el último (soldado) estadounidense”.
Del mismo modo, cuestiona otra estrategia de los Al Saud para enfrentar a Irán, es decir “construir un frente común con Israel”, el cual, advierte, es posible que fracase. Argumenta también que las “acciones imprudentes y retórica precipitada” del heredero saudí amenazan a toda la región y conducen hacia una “gran conflagración”.
Recuerda también que todos los planes del régimen de Riad en la zona ya han fracasado, entre ellos su sueño de explotar la ideología wahabí, ya que generó grupos terroristas como EIIL (Daesh, en árabe) y Al-Qaeda. Además, alude a otros fallos de Arabia Saudí en apoyar a la oposición siria o aislar a Catar en el mundo árabe, pero, no está yendo bien y sólo ha empujado a Catar hacia Irán.
Además, agrega, el reino saudí “ha fallado miserablemente” en su agresión, con el aval de EE.UU., contra Yemen donde deseaba arrodillar al movimiento popular yemení Ansarolá. “Finalmente, a pesar de gastar vastos recursos, Arabia Saudí ha sido incapaz de reclutar leales aliados a largo plazo en la región”, menciona.
Mientras tanto, remarca que Irán, al contrario, ha avanzado en la región donde su influencia es “primordial”. El país persa “puede enorgullecerse de una exitosa e histórica política exterior en el Oriente Medio a pesar de enfrentar severas sanciones económicas y esfuerzos concertados de las principales potencias para frenar su alcance regional”, destaca.
bhr/ktg/tas/HispanTv
‘EEUU y aliados apoyarán con armas a las milicias kurdas en Siria’
Efectivo de las Fuerzas Democráticas Sirias (FDS) montan guardia en una azotea en Al-Raqa
La coalición anti-EIIL, liderada por EE.UU. continuará brindando su apoyo a las milicias kurdas llamadas Fuerzas Democráticas Sirias (FDS).
“Los EE.UU. y sus aliados seguirían dando asistencia a los grupos que integran las FDS en el este de Siria, mientras sigan comprometidos con el objetivo de combatir y derrotar al EIIL (Daesh, en árabe)”, informó el domingo el diario israelí The Jerusalem Post.
La información publicada es a raíz de una respuesta dada de la coalición a una línea de investigación del periódico.
A través de un correo electrónico de la Oficina de Asuntos Públicos de la Fuerza de Tarea Conjunta Combinada (PACJTF, por sus siglas en inglés) enviado al rotativo, la fuerzas aliadas detallan la política de Estados Unidos en Siria.
En la misiva electrónica indican que la asistencia táctica prestada a las FDS se centra en derrotar a los extremistas takfiríes en Siria, y como ejemplo, señalan la recién liberada Al-Raqa, algo que desconoce el Gobierno de Damasco.
Tras sostener que las FDS es una “alianza multiétnica y multirreligiosa”, el texto subraya los apoyos materiales, de capacitación y asesoramiento de EE.UU. a estas milicias y sus otros allegados kurdos.
El viernes, el canciller turco Mevlut Cavusoglu afirmó que el presidente estadounidense, Donald Trump, había dicho a su par turco Recep Tayyip Erdogan, que Washington no entregaría más armas a las Unidades de Protección Popular (YPG, por sus siglas en kurdo) en Siria.
Turquía considera que las YPG son filiales del Partido de los Trabajadores del Kurdistán (PKK), una guerrilla separatista catalogada por Ankara y EE.UU. como “terrorista”, y, por tanto, estima como un error entregar armas a esta milicia.
Desde 2016, EE.UU. y sus aliados han estado suministrando armas a las FDS, que incluye a elementos del YPG kurdo, para que luchen contra los terroristas posicionados en Siria. Dicha intervención ni ha sido autorizada por el Gobierno sirio de Bashar al-Asad, ni por las Naciones Unidas.
krd/ktg/tas/HispanTv
El control que ejerce Estados Unidos en el mundo
Por Marcelo Colussi
Algunos años atrás, luego de los atentados contra las torres del Centro Mundial de Comercio en Nueva York en el año 2001, el gobierno estadounidense lanzó el Acta Patriótica.
El Acta Patriótica fue inicio de lo que en ese momento la administración Bush llamó “guerra total contra el terrorismo”. Así se pusieron en marcha: 1) las llamadas guerras preventivas, y 2) el control –anticonstitucional– de su propia población.
En nombre de la “defensa de la patria” se pisoteó la soberanía de todos los países del mundo, pasando por encima de la Organización de Naciones Unidas, comenzándose una serie de invasiones a países supuestamente “focos de terroristas” (en realidad: grandes reservas de petróleo, gas, agua dulce, biodiversidad o minerales estratégicos). Y en lo interno, con una política de corte fascista, se conculcaron derechos históricos de la población estadounidense, haciendo de cada ciudadano un posible objeto de espionaje sujeto eternamente a control.
En esa lógica, convirtiendo a la humanidad completa en “sospechosa”, se desarrolló la iniciativa TIA: Total Information Awareness (traducida como “Conocimiento Total de la Información”), también conocida como Terrorism Information Awareness (Conocimiento de la Información sobre el Terrorismo). El programa formó parte de la Ley de Seguridad Nacional y, tras su creación en enero de 2003, fue gestionado por la Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA). Para ello la DARPA inició la adjudicación de contratos para el diseño y desarrollo de los componentes del sistema TIA en agosto del 2002, por medio de empresas contratistas. Al hacerse público el proyecto, muchas organizaciones de derechos humanos y defensa del ciudadano alzaron la voz, protestando ante esa grosera intromisión del Estado en la privacidad de cada estadounidense. Ello trajo como consecuencia que el Congreso se viera forzado a detener el programa, dejándolo de financiar. Pero poco tiempo más tarde, hacia el 2006, diversas filtraciones a la prensa informaron que el software desarrollado se había desplazado a otras agencias de espionaje, en particular la Agencia de Seguridad Nacional (NSA). En otros términos, aunque no exista el proyecto TIA, sus elementos fundamentales sí son utilizados a diario por las agencias federales de control.
Años atrás todo esto parecía una idea de ciencia-ficción de un drama orwelliano; hoy día ese panóptico universal es una realidad: sistemas de control absoluto de la población planetaria. Ese control tiene dos vías: por un lado, las empresas disponen de toda la información necesaria para afinar sus estrategias de mercadeo (¿qué le gusta a cada persona?, ¿qué necesita?, ¿cuáles son sus debilidades?, ¿qué compra habitualmente?, ¿qué ofrecerle?). Por otro, las agencias gubernamentales de espionaje pueden examinar todos los datos de la vida de cada ciudadano, estableciendo el grado de “peligrosidad” que representa para el sistema.
El engendro surgido con la administración Bush se concreta con otro nombre, pero con similares objetivos. El mismo complementa –y supera con creces– la Red Echelon (compleja trama de espionaje mantenida igualmente por los Estados Unidos y algunos de sus socios, consistente en un tejido de antenas, estaciones de escucha, radares y satélites, apoyados por submarinos y aviones espía, unidos todos a través de bases terrestres, y cuyo objetivo es controlar todo tipo de comunicaciones mundiales, entre las que se encuentran correos electrónicos, envíos de fax, comunicaciones por cable, por satélite, transmisiones radiales, conversaciones telefónicas).
El dispositivo en cuestión permite a Washington mantener un espionaje total, continuo y avasallador no sólo de las comunicaciones –parte medular de lo que desea controlar, y que de hecho ya está haciendo– sino también de las transacciones financieras, los registros de vuelo, las declaraciones de impuestos, la venta de paquetes accionarios, los movimientos de tarjetas de crédito, los archivos médicos de la población mundial. En definitiva: una forma de control absoluto de cada ser humano sobre la faz del planeta; control que se ejerce no sólo sobre sus comunicaciones sino –esto es lo aterradoramente novedoso que comenzó a desarrollarse con TIA– sobre sus características biométricas (el tramado del iris, las huellas dactilares, la voz), todo lo cual permite un monumental banco de datos universales que posibilita a los agentes de inteligencia buscar y hallar por satélite a una persona en cualquier lugar del mundo y con una velocidad pasmosa.
Rápidamente explicado, estos sistemas del que TIA fue el precursor –desarrollado en ese entonces por el Comando de Inteligencia Naval de los Estados Unidos– consisten en una combinación de tecnologías de punta del campo de la informática (entre las que se cuenta una monumental base de datos que permite almacenar información personal de los 7.500 millones de habitantes actuales del planeta, incluyendo videos, fotos y parámetros biométricos de cada ingresado al programa), con la capacidad de localización por satélite e identificación de seres humanos a distancia por medio de las características biométricas almacenadas.
Apoyan y complementan la iniciativa un traductor universal, que puede convertir instantáneamente en texto una grabación de voz, capaz de intervenir conversaciones telefónicas en cualquier parte del mundo, así como un sistema para “interpretar” las relaciones entre distintos sucesos aislados o que, aparentemente no tienen conexión. Éste detecta patrones comunes en la actividad de diversas personas, grupos, empresas, movimientos financieros, viajes, compras; es decir: cualquier movimiento que se quiera investigar.
Las explosivas declaraciones que hiciera tiempo atrás el ex espía estadounidense Edward Snowden (¿arrepentido?) permiten ver que los programas diseñados hace más de una década en la administración Bush, hoy día son una realidad, no importando qué partido gobierne en la Casa Blanca. Según aseguró el ahora ex agente, el programa de la NSA no se limita a la recolección de datos sobre la inteligencia extranjera, sino que también actúa sobre todas las comunicaciones que transitan dentro de Estados Unidos. En ese sentido, el programa PRISM es la más brillante creación del espionaje de Washington. Todos, absolutamente todos estamos controlados, vigilados, espiados.
El centro de operaciones principal para la vigilancia digital está en el Estado de Utah, cerca de la pequeña ciudad de Bluffdale, en el condado de Salt Lake. En un artículo publicado por James Bradford en el Wired Magazine en marzo de 2012 se reveló que la obra, de 2.000 millones de dólares de costo, funciona como mega-almacén de información digital de la Agencia de Seguridad Nacional. El centro cuenta con la capacidad más grande concebida para almacenar datos de vigilancia electrónica de todas partes del mundo: la unidad de capacidad para guardar esa información se mide en cientos de exabytes (cada uno equivalente a más de mil millones de gigabytes). El centro de espionaje utiliza la energía eléctrica de la pequeña ciudad vecina para tener los servidores en marcha y millones de litros de agua para mantenerlos frescos. Alrededor del perímetro de la construcción una serie de sensores de detección de intrusos brinda la seguridad necesaria para trabajar tranquilos, apoyados por guardias armados. La NSA no lo niega; por el contrario, llamándolo Centro de Datos de la Comunidad de Seguridad Cibernética Iniciativa Nacional Integral, afirma que ayuda a proteger las redes civiles de los ataques cibernéticos. Sin embargo, esto no es competencia de la Agencia de Seguridad Nacional. De hecho, en su investigación Bradford afirma que el centro se utiliza para albergar una increíble cantidad de datos interceptados, tomados dentro y fuera de los Estados Unidos. En ello, las llamadas redes sociales (Facebook, Twitter) son pieza especialmente importante.
Con las revelaciones de Edward Snowden, el tamaño y la monumental capacidad del centro de datos de Utah toman sentido. Los documentos filtrados por el ex agente detallan, entre otras cosas, un programa integral denominado PRISM, que absorbe grandes cantidades de información personal de las empresas de telecomunicaciones y de internet como Google, Apple y Verizon, combinándolos en una base de datos única. Snowden afirmó, en una entrevista con el diario británico The Guardian, que la base de datos PRISM permite vigilar y espiar a quienquiera en cualquier parte del mundo. La privacidad personal desaparece así: todos somos sospechosos potenciales, todos estamos observados. El panóptico ya no es algo de ciencia ficción: está aquí, vigilándonos.
Pareciera, entonces, que no hay nada que hacer. ¡Pero no es así! Por más controles que se pongan, la injusticia lleva a la reacción, a la acción revolucionaria transformadora. ¡Y las injusticias no han terminado! Por tanto, la acción revolucionaria sigue siendo válida.
Rusia presenta un plan para solucionar el problema de Corea del Norte
Al llevarse a cabo el plan de tres etapas, sería posible un dialogo entre Washington y Pionyang, señaló el viceministro de Exteriores ruso.
Rusia llama al dialogo entre EE.UU. y Corea del Norte en lugar de las amenazas mutuas, para lo cual Moscú ―con el apoyo de Pekín― ha ofrecido un plan por etapas diseñado para solucionar el problema nuclear norcoreano, reporta RIA Novosti. El mismo fue detallado por el viceministro de Exteriores ruso, Ígor Morgúlov, durante su intervención en la Conferencia Internacional de Debates del Club Valdái, celebrada en Seúl.
"Lamentablemente, existe la posibilidad de que tenga lugar un escenario apocalíptico en la península coreana, pero tengo esperanzas de que nuestros socios (EE.UU. y sus aliados) tengan la suficiente cordura como para evitar que ese escenario se materialice", recalcó el oficial ruso en su discurso.
A su juicio, Washington y Pionyang deben detener el intercambio de amenazas y pasar a las negociaciones, cuya posibilidad facilitaría el plan propuesto por Rusia.
La primera etapa
El primer paso debe ser la disminución de la tensión militar, lo que también se conoce como la "doble congelación", especificó Morgúlov.
"Estoy seguro de que esto es posible si Corea del Norte renuncia a realizar nuevas pruebas nucleares y de misiles, paralelamebte a una disminución en la escala y la intensidad de los ejercicios militares de EE.UU. y Corea del Sur", explicó.
La segunda etapa
El siguiente paso, según el viceministro ruso, sería establecer las negociaciones directas, tanto entre Pionyang y Washington, como entre Pionyang y Seúl.
"Si la continencia demostrada por Pionyang durante últimos dos meses ―no realiza lanzamientos de prueba desde el 15 de septiembre― fuera recibida con medidas de respuesta correspondientes por parte de EE.UU. y sus aliados, se podría pasar a la segunda etapa de nuestra hoja de ruta: iniciar negociaciones directas entre EE.UU. y Corea del Norte", indicó Morgúlov.
Esas negociaciones, subrayó el funcionario, se centrarían en los principios de la coexistencia pacífica. "Estoy seguro de que la ausencia de un acuerdo así sobre los principios de la coexistencia pacífica crea hostilidad mutua y desconfianza [entre EE.UU. y Corea del Norte]", destacó el diplomático ruso.
Asimismo, Morgúlov destacó que "en la segunda etapa de la hoja de ruta podría reanudarse el diálogo intercoreano". "Sabemos que nuestros amigos surcoreanos están listos para ese trabajo, y esperamos que en el norte también muestren interés en esto", agregó.
La tercera etapa
En cuanto se lleven a cabo estas dos etapas, se podría pasar a la tercera: lanzar las negociaciones multilaterales sobre la creación de un mecanismo para la paz y la seguridad en el noreste de Asia.
En estas negociaciones, agregó el viceministro, "se incluyen las cuestiones de desnuclearización de Corea del Norte y la desmilitarización de la región en general". "Es evidente que sin esto no tiene sentido poner en marcha todo el proceso de diálogo", concluyó.
Actualidad RT
domingo, 26 de novembro de 2017
Mesmo sob cerco, Lula prolongou a vida dos brasileiros
por Paulo Metri*
O Brasil, pela sua Constituição, é uma República, apesar do topo da pirâmide se considerar como membros da realeza.
O sistema de governo brasileiro, segundo a mesma Constituição, é presidencialista, por duas vezes ratificado pela sociedade através de plebiscitos, para desespero de congressistas que gostariam de deter o poder do país indefinidamente.
No presidencialismo, para o bem ou para o mal, muito poder é colocado nas mãos do presidente da República.
Na maioria dos modelos de parlamentarismo, o presidente passa a ser uma figura meramente decorativa, sem poder.
Eleições para presidente com este parlamentarismo se trata de mais uma tentativa de ludibriar a sociedade, desta vez com “eleições para mudar o presidente, que nada irá mudar”.
Dentro de um quadro hostil para candidatos compromissados com a sociedade, Lula foi eleito pela primeira vez presidente do Brasil em 2002.
Conseguiu um feito inacreditável uma vez que a sociedade brasileira não ficou politizada do dia para a noite.
Principalmente a Globo, mas também os demais canais de TV, a Veja, a IstoÉ, o jornal Globo, o Estadão, a Folha, enfim, toda a mídia convencional brasileira continuava influenciando enormemente a nossa sociedade a favor dos interesses dos donos do capital, inclusive o internacional.
Ao abandonar o discurso raivoso de campanhas anteriores e usando a sua extraordinária capacidade de comunicação, Lula começou a atingir níveis de aprovação da sociedade preocupantes para o capital que, à época, carecia de alguma “solução brilhante”, como tinha sido Collor em 1989.
Mas o capital com sua poderosa mídia, insatisfeito, podia fazer alguma diabrura contra a sua candidatura.
Nesta altura, Lula fez um pacto com o diabo, imagino eu, se comprometendo a, se eleito, não mexer em alguns dos domínios do capital, como a mídia e os rendimentos dos “rentistas”.
Ainda na minha compreensão, recebeu em troca a garantia que poderia tomar medidas nas áreas da educação, saúde e outras de grande impacto social sem receber oposição radical.
Este pacto teria sido selado pela enigmática “Carta ao povo brasileiro”.
Certamente, esse pacto, se existiu, facilitou muito a sua eleição.
Intermináveis discussões ocorrem, neste ponto, quando os adeptos da “ética de princípios” e os da “ética de resultados” se colocam.
Os oito anos do governo Lula não compuseram o melhor governo que a população brasileira poderia receber, mas formaram um governo infinitamente melhor que todos os recentes que o país teve.
Estou retirando os governos Vargas e Goulart da comparação, pois eram diferentes mundos, então.
Não vou perder dígitos preciosos para listar os benefícios sociais que Lula trouxe para o povo brasileiro, pois não quero alongar este artigo.
Também, as pessoas, que ainda hoje não reconhecem os benefícios do governo Lula, são aquelas que têm interesses inconfessáveis e é perda de tempo argumentar logicamente com elas.
Por outro lado, infelizmente, todos nós iremos morrer de forma inexorável.
No entanto, dependendo de vários fatores, a estadia de cada um na Terra pode ter durações e graus de felicidade variados.
Lula e alguns outros presidentes do Brasil prolongaram a estadia de brasileiros na face da Terra com razoável grau de felicidade.
Estes presidentes aumentaram a longevidade e a qualidade de vida, basicamente, dos mais carentes.
Isto acontece porque programas de inclusão social fazem a população se alimentar melhor, ter um atendimento de saúde melhor etc.
Em compensação, outros presidentes, à medida que retiram conquistas sociais já ocorridas, que significaram no passado o prolongamento e a melhoria da vida, são “encurtadores” da vida de brasileiros e “destruidores” da sua qualidade.
Não tenho dúvida que Temer, dentre as várias desqualificações que possui, é um dos presidentes “encurtadores e destruidores” da vida dos brasileiros.
Ele comete estes crimes à medida que, por exemplo, dificulta o acesso da população à saúde, dificulta a obtenção da aposentadoria, diminui o salário médio dos trabalhadores e aumenta a taxa de desemprego, resultando em carência alimentar da população.
Outra área de atuação brilhante de Lula foi a da política externa, graças também aos conselhos de Marco Aurélio Garcia e Celso Amorim.
Com grande discernimento, entendeu rapidamente que era preciso agir de forma soberana para poder beneficiar a sociedade brasileira.
Enfim, Lula é um gênio da raça porque, com toda a conspiração midiática e de grupos do capital, conseguiu ser um presidente “prolongador” da vida dos brasileiros e autor da melhoria da qualidade de vida deste povo.
*Conselheiro do Clube de Engenharia e do CREA-RJ
Alto funcionário norte-coreano: ninguém exceto EUA precisa temer nossas armas nucleares
Ri Jong-hyok, alto funcionário da Coreia do Norte afirmou que o programa de armas nucleares do seu país tem como alvo apenas os EUA e que o resto do mundo não tem que se sentir preocupado.
"A realidade de hoje mostra que a obtenção de armas nucleares destrói a ambição dos EUA de assegurar a sua supremacia na região da Ásia-Pacífico, garante a paz e a segurança na península coreana e na região," declarou Ri Jong-hyok, deputado da Assembleia Popular Suprema e diretor do Instituto para a Reunificação.
A declaração foi feita durante um discurso no âmbito da visita à Turquia.
"Foi uma decisão do povo coreano que o país deve enfrentar os EUA apenas com armas nucleares para atingir o equilíbrio de poder", continuou.
"Nossa dissuasão nuclear é uma espada de justiça, que visa combater as armas nucleares nos EUA e na Ásia e qualquer outro país do mundo não precisa de se preocupar com nossas ameaças", adicionou Ri Jong-hyok, sublinhando que a Coreia do Norte continuará combatendo o que ele chamou de "esquema norte-americano de guerra nuclear e campanha de sanções".
Sputnik Brasil
Fuerzas Populares de Irak combatirán a Israel junto a Hezbolá
Las fuerzas iraquíes, apoyadas por combatientes populares, avanzan hacia la provincia de Salah Al-Din
El movimiento iraquí Al-Nuyaba afirma que está listo para luchar contra el régimen de Israel y liberar los ocupados altos de Golán en Siria.
El secretario general del movimiento popular Al-Nuyaba, el sheij Akram al-Kaabi, dijo en una entrevista exclusiva con el canal libanés Al Mayadeen, que la agrupación está dispuesta a participar con decenas de miles de sus combatientes en una ofensiva para liberar los altos de Golán.
Aseguró que el movimiento “está dispuesto además, a hacer frente a cualquier eventual agresión de Israel contra el Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá)”.
Al-Kaabi reveló que Al-Nuyaba está en constantes consultas con Hezbolá con respecto a “su confrontación contra la ocupación estadounidense y contra Daesh (acrónimo en árabe del grupo terrorista EIIL) en Irak”.
Recordó que la ‘Brigada de Liberación de Golán’, que forma parte de Al-Nuyaba, apoyó a los sirios en la lucha contra Daesh, el cual quedó destruido militarmente, aunque mantiene una presencia dispersa en el territorio de Irak y Siria.
También, subrayó que el Gobierno sirio fue el que autorizó la presencia de las fuerzas y los combatientes iraquíes en Siria y reveló que los habitantes de la ciudad de Alepo (noroeste de Siria) ayudaron a liberar sus zonas.
Repudió la posible decisión del Gobierno estadounidense de designar como terrorista al movimiento Al-Nuyaba y señaló que esta agrupación popular resistió a la ocupación e invasión norteamericana en 2003. Sostuvo además, que el pueblo iraquí tampoco aceptará esta medida estadounidense.
En otro momento de la entrevista, Al-Kaabi denunció que las tropas estadounidenses impidieran el sobrevuelo de los aviones iraquíes en el desierto de Al-Anbar (oeste de Irak) para bombardear y destruir a los elementos de Daesh.
El Movimiento Al-Nuyaba, con cerca de 10.000 combatientes, junto con otras fuerzas populares iraquíes, ha desempeñado un papel destacado en las victorias del Ejército ante los terroristas.
Sin embargo, Estados Unidos planea catalogar a este grupo como organización terrorista. La decisión ha sido condenada y rechazada por Bagdad.
ftm/ctl/mnz/msf/HispanTv
‘EEUU facilitó información de Inteligencia a terroristas de Daesh’
Terroristas del grupo EIIL (Daesh, en árabe).
Los terroristas de EIIL (Daesh, en árabe) recibieron información de Inteligencia que les proporcionaba EE.UU., afirma el movimiento iraquí Al-Nuyaba.
En una entrevista concedida el sábado a la cadena libanesa de televisión Al-Mayadeen, el secretario general del movimiento iraquí Al-Nuyaba, el sheij Akram al-Kaabi, se refirió a los obstáculos que Washington había puesto para ralentizar el avance de las fuerzas sirias y sus aliados en la eliminación de Daesh de la estratégica ciudad de Abu Kamal, que era considerada su último feudo en Siria.
Añadió que los extremistas takfiríes, detenidos en los enfrentamientos, confesaron haber recibido información de Inteligencia sobre las fuerzas de la Resistencia que luchan en contra de la ocupación estadounidense, en un intento por salvar sus vidas.
“Estados Unidos apoya a Daesh (…) en el este del río Éufrates, pero nosotros les daremos una respuesta, si dirigen sus ataques hacia nosotros”, enfatizó el líder de Al-Nuyaba.
Al-Kaabi advirtió de que el Ejército de EE.UU. pudiera convertirse en blanco, si no ponía fin a sus ataques a las Unidades de Movilización Popular (Al-Hashad Al-Shabi, en árabe), que cuenta, entre otros grupos, con Al-Nuyaba .
En otro momento de sus declaraciones, Al-Kaabi comentó de que los grupos terroristas, secundados por Estados Unidos y que actúan en ciertas partes de Jordania y Arabia Saudí, se preparaban para lanzar nuevos atentados contra la ciudad iraquí de Karbala (sur).
Un ataque terrorista de Daesh en el este de Karbala acabó con la vida de 20 personas y dejó 34 heridos.
ask/ctl/mnz/msf/HispanTv
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