quinta-feira, 16 de novembro de 2017

BRASIL: QUE REPÚBLICA É ESTA?


Por Chico Alencar

Uma jovem senhora completa 128 anos: a República Federativa do Brasil. A via mais recente de sua certidão de nascimento é a Carta Magna de 1988. Ali está dito que nossa República, Estado democrático de direito, está fundamentada na soberania, na cidadania, na dignidade da pessoa humana, nos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e no pluralismo político (CF, Art. 1º).

Um sinal especial, congênito, está no Parágrafo único desse artigo: todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente.

As aparências enganam. Dona República anda muito maltratada. Persistem, a envelhecê-la precocemente, a profunda desigualdade social, o patrimonialismo, o clientelismo, a ausência de espírito público, a corrupção sistêmica, o arranjo partidário de fantasia. Dona República mora na casa mal assombrada do capitalismo de máfias ou de compadrio.

Que soberania é essa em que são vendidas a grandes consórcios internacionais, na bacia das almas, as reservas do pré-sal?

Que cidadania é essa que aceita a implementação de políticas de impacto – como privatização de tudo e cortes orçamentários brutais na área social – reagindo mais pelo desencanto do que pela indignação?
Que dignidade da pessoa humana é essa quando há 45,5 milhões de patrícios na pobreza aguda?

Onde há dignidade numa sociedade em que crescem as manifestações de truculência autoritária, de ódio ao que é diferente, de agressão aos direitos das mulheres, dos negros, dos índios, dos LGBT?

Para onde foram os valores sociais do trabalho numa ordem econômica em que 83% dos trabalhadores formais ganham até três salários mínimos, em que cresce o “precariado”, quando entra em vigor vulnerabilização jamais vista dos direitos dos que trabalham, fulminando uma CLT que já incorporara 75% de atualizações (várias delas, aí sim, necessárias)?

Onde está a livre iniciativa, se 90% dos que aqui vivem não podem ter iniciativa empreendedora alguma, por falta de condições e oportunidades?

Livre iniciativa só para os “de cima”, como os do grande capital financeiro, para quem não há crise? (Os quatro maiores bancos do país tiveram mais de 10% de lucros no último trimestre).
Que pluralismo político é esse das grandes quadrilhas partidárias, do condomínio do poder?

Da casta que trama, com êxito, modos e meios de se proteger e se reproduzir, de “estancar a sangria” que as investigações do corrupto conluio público-privado começaram a revelar?

Onde, o pluralismo no sistema em que as maiorias sociais são desestimuladas a se organizar, para que jamais possam se tornar maiorias políticas?

Por fim, que poder é esse que emana do povo, mantido à margem das decisões sobre sua vida – tarifa do ônibus ou trem, preço da cesta básica e dos aluguéis, por exemplo? Massa “domesticada” pela teleilusão criadora de falsos consensos, estimulada ao cuidar apenas de si, sob a égide do individualismo?

Oswald de Andrade (1890-1954) disse que “o Brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus”. No país da rica biodiversidade acossada por tremenda devastação ambiental, não é hora de dizer adeus, de desistir, de renunciar. Ao contrário, vamos reproclamar a República, e praticar seus valores!

TEMER MENTE E, COM ROMBO DE R$ 160 BI, DIZ QUE TIROU BRASIL DO VERMELHO


Brasil 247 - Sem qualquer constrangimento, Michel Temer publicou nas redes sociais nesta quinta-feira 16 um vídeo do PMDB em que diz ter 'tirado o Brasil do vermelho'.

"Com vontade e coragem, tiramos o Brasil do vermelho e vamos seguir em frente. Agora, é avançar!", anunciou Temer no Twitter, ao postar o vídeo.

A narração da peça diz que Temer é alvo de perseguições, e que uma delas "passou todos os limites". Mas Temer conseguiu 'desmontar a trama' e trazer a verdade à tona. "A verdade é libertadora", diz o peemedebista.

As reações negativas dos internautas não foram poucas. "É muita cara de pau! Vocês mergulharam o país nessa república de ladrões, de maracutaias. Façam um favor a todos nós, vão embora gastar tudo que roubaram. Vocês não serão presos e nada acontecerá a vocês. Mas, deixem o Brasil ser livre", respondeu um.

"Além de Golpista é mentiroso. O Brasil te odeia e vc sabe disso. Mas claro que não se importa. O bolso tá cheio de grana as custas do suor do trabalhador brasileiro, a maior vítima da sua passagem ilegítima pelo Governo. Vai te catar!", revoltou-se outro.

Nesta quinta-feira 16, economistas consultados pelo Ministério da Fazenda reduziram para R$ 157,41 bilhões a expectativa de deficit primário para 2017. Em outubro, a previsão tinha ficado em R$ 158,43 bilhões. Para 2018, a projeção subiu de um deficit de R$ 155,61 bilhões para R$ 156,40 bilhões.

Síria pode se tornar segundo Vietnã para EUA


O deputado turco do Partido da Justiça e Desenvolvimento, Metin Kulunk, ao discursar em uma coletiva de imprensa em Mejlis, declarou que os EUA estariam procurando mudar as fronteiras dos países que foram criados no decorrer da Primeira Guerra Mundial levando em consideração interesses próprios e com ajuda de organizações terroristas.
"Hoje em dia é fato incontestável: Os EUA, como resposta às ações coletivas empreendidas pelo Irã, Rússia e Turquia, tentam de todas as formas justificar as ações dos terroristas em Raqqa que ameaçam diretamente a nossa segurança."

"As imagens recentes da evacuação dos terroristas do Daesh [organização proibida na Rússia em muitos outros países] de Raqqa comprovam ligação inseparável entre o Daesh, Partido dos Trabalhadores do Curdistão [considerado terrorista na Turquia] e movimento Gulen [organização do propagador islão Fethullah Gulen, considerada terrorista pela Turquia]. Todas estas estruturas são usadas para redesenho forçado das fronteiras e territórios da Turquia, Irã e da Rússia", declarou o parlamentar.

Ele sublinhou que, "no território sírio, os EUA também põem em prática política incompatível com relações de aliados e acordos". Kulunk adicionou que os EUA "no fim das contas serão obrigados a sair da região, como aconteceu durante a Primeira Guerra Mundial: na época cortaram todos os canais de investimentos necessários para o desenvolvimento do nosso país. E realizaram isso a custo de políticos comprados ou através da organização dos golpes militares. Autoridades norte-americanas devem parar de executar uma política de ameaça e pressão contra nós", salientou o deputado.

Segundo Metin Kulunk, "Estados Unidos desconhecem a história da região e, ao que tudo indica, não aprenderam nada com as aulas que tiveram".
Ao indicar as raízes profundas do governo iraniano, russo e turco, o deputado notou: "A Síria se tornará o segundo Vietnã para os Estados Unidos, pântano terrorista. Turquia é um país soberano e independente, e os EUA devem respeitar. Vemos que algumas forças nos EUA são a favor da deterioração das relações turco-americanas. Eles pagarão por tentar controlar a China e por tentar coordenar a região da Síria. O preço a ser pago é oposição brusca da Turquia, Rússia e Irã. O que farão os EUA se amanhã Raqqa, Afrin e Manbij estiverem limpas da presença do Partido dos Trabalhadores do Curdistão? Com quem vão negociar neste caso?", concluiu o deputado.

Sputnik Brasil

‘Desconocidos’ invitan a boicotear las presidenciales en Chile


Activistas desconocidos instalan barricadas en Gran Concepción para invitar a boicotear las presidenciales chilenas, 15 de noviembre de 2017.

Activistas ‘desconocidos’ en Chile llaman a boicotear las elecciones presidenciales de este domingo, afirmando que ‘gane quien gane, siempre perderá el pueblo’.


Con barricadas instaladas en diferentes puntos de Gran Concepción, la segunda zona metropolitana más poblada del país sudamericano, grupos de activistas desconocidos invitaron el miércoles a la gente a no participar en los comicios presidenciales.

Las manifestaciones se registraron específicamente en el Puente Los Batros de San Pedro de la Paz, la Costanera (a la altura del cementerio) y en el sector Collao, donde individuos prendieron fuego a neumáticos, cortaron parcialmente el tránsito y lanzaron numerosos panfletos.

“No votes o vota nulo. No apoyes al fraude electoral. Gane quien gane, siempre perderá nuestro pueblo y seguirán devastando el territorio”, se leía en los panfletos distribuidos en la zona.

El mensaje incluía un llamado a fortalecer las redes de apoyo y solidaridad entre pueblos para que no hayan “más zonas de sacrificio” y libertad para todos los presos “bajo la justicia burguesa”, además de enfatizar que su elección era “lucha y organización”.

Al final, lamentaba que todos los políticos del país o fueran cómplices o se callaran ante “la mentira del proceso que expande la miseria por todos los territorios”.

Los candidatos que compiten la Presidencia de la República de Chile (2018-2022) son: Eduardo Artés (extrema izquierdista Unión Patriótica), Alejandro Navarro (izquierdista País), Carolina Goic (centroizquierdista Democracia Cristiana), Beatriz Sánchez (izquierdista Frente Amplio), José Antonio Kast (independiente), Alejandro Guillier (izquierdista Nueva Mayoría), Sebastián Piñera (derechista Chile Vamos) y Marco Enríquez-Ominami (izquierdista Partido Progresista).

Dentro del territorio nacional chileno hay más de 13,5 millones de ciudadanos que podrán sufragar en estas elecciones en casi 2000 locales. Mientras, se informa de una notable caída de interés popular hacia estos comicios.

La participación electoral es un problema en Chile después de que en 2012 se instaurara el voto optativo. Según un informe del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), la participación electoral no alcanzó el 36 %, lo que sitúa al país en el último lugar de América Latina respecto a este índice.

tas/ncl/mkh/HispanTv

‘Rusia no dejará que Israel dañe su alianza con Irán en Siria’


El presidente iraní, Hasan Rohani (dcha.), se reúne con su homólogo de Rusia, Vladimir Putin, en Teherán

A pesar del reciente acuerdo alcanzado entre Rusia y EE.UU. sobre Siria, Moscú no permitirá que Israel destroce su alianza con Irán, según un diario israelí.

En un artículo publicado el martes, el periódico Israel Hayom recordó que mientras el conflicto sirio está llegando a su punto final, las tensiones entre los ejes ruso-iraní e israelo-estadounidense van en aumento en el referido país árabe.

En esta línea, el informe, elaborado por Eyal Zisser, se refirió a un reciente acuerdo alcanzado entre el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, y su par ruso, Vladimir Putin, para establecer una zona libre de conflictos en el sur de Siria.

Israel Hayom hizo énfasis en que Rusia no ha garantizado que este convenio conduzca a la retirada de los asesores militares iraníes del sur sirio, pues Moscú considera “legítima” la presencia iraní en territorio sirio.

Las autoridades israelíes, incluido el primer ministro, Benyamin Netanyahu, han estado en los últimos días amenazando con que seguirían con sus ataques a Siria, al argüir que Irán ha consolidado su influencia en Siria y establecido en ese país bases militares cerca de la frontera con los territorios palestinos ocupados.

Sin embargo, “Moscú sigue considerando una exageración las preocupaciones israelíes” sobre la presencia militar iraní en Siria, agregó el medio israelí.

“Rusia tampoco dejará que Israel dañe su estratégica alianza con Irán, pues desde el punto de vista ruso, esta alianza contribuye al reforzamiento de la posición de Moscú en la región”, recalcó.

El Gobierno de Teherán siempre rechaza los rumores de que ha construido bases militares o busca quedarse en Siria, recordando que ha enviado asesores militares al país árabe a petición del legítimo Gobierno de Damasco para potenciar su lucha contra los grupos terroristas, entre ellos el EIIL (Daesh, en árabe).

En agosto, el premier israelí advirtió, durante una reunión con el dignatario ruso, de que “Irán tendrá que salir de Siria o actuaremos de manera adecuada y según nuestras líneas rojas”, aunque Putin restó peso a estas amenazas militares contra Irán dejando solo a Israel y sus líneas rojas. De hecho, Putin consideró a Irán un aliado estratégico en la zona.

mjs/anz/ask/rba/HispanTv

Moscú: "Parece que EE.UU. quiere quedarse con una parte del territorio de Siria"


Las fuerzas sirias portan la bandera nacional cerca de la ciudad de Abu Kamal.

El Ministerio de Exteriores ruso ha señalado que los militares estadounidenses se encuentran en Siria "en contra de la voluntad" del Gobierno sirio, por lo que actúan como si fueran "invasores".

Rusia está preocupada por los intentos de EE.UU. de "establecerse en casa de otra persona", es decir, en Siria, ha afirmado este jueves la portavoz del Ministerio de Exteriores ruso, María Zajárova, y ha agregado que esto "obviamente, no traerá allí la paz".

"Parece que EE.UU. intenta mantener bajo control una parte de Siria durante todo el tiempo que quieran, con el fin de lograr un resultado necesario para ellos sobre la solución [del conflicto sirio]" ha asegurado la funcionaria. En este sentido, Zajárova ha señalado que los militares estadounidenses se encuentran en Siria "en contra de la voluntad" del Gobierno legítimo de ese país, por lo que actúan como si fueran "invasores".

Washington "cubre" al Estado Islámico

Zajárova también se ha referido a la liberación de la ciudad siria de Abu Kamal, en la que Rusia ha participado con ataques aéreos contra los terroristas del Estado Islámico. "El Ministerio de Exteriores de Rusia acusó a la coalición encabezada por EE.UU. de dar cobertura a la salida de los milicianos del EI tras la liberación de Abu Kamal", ha indicado.

Además, la portavoz ha precisado que "los aliados" no solo se negaron a atacar a los terroristas, sino que "obstruyeron el trabajo de las Fuerzas Aéreas rusas" en dicha zona.

De momento, los yihadistas se dirigen a la orilla oeste del río Éufrates, hacia Irak. "Hay información acerca de que EE.UU. cubre a los extremistas", ha destacado Zajárova, que lanzó un llamamiento a la comunidad internacional para que piense "a dónde fueron los terroristas a los que EE.UU. dejó ir". "¿Cuáles serán las consecuencias?", se ha preguntado.

¿Qué legitimidad tiene Washington para estar en Siria?

Moscú también se pregunta por la legitimidad esgrime EE.UU. para justificar su presencia en el país árabe. "Nos sorprendió escuchar las declaraciones del secretario de Defensa de EE.UU., James Mattis, el 13 de noviembre, en una conversación con representantes de la prensa estadounidense, acerca de que las fuerzas armadas estadounidenses están en Siria 'con el permiso de la ONU'", dijo la portavoz.

Según Zajárova, a Rusia le gustaría entender a qué mandato de la ONU se refirió Mattis, ya que el organismo internacional no ha otorgado el derecho a Washington de entrar en Siria. "La ONU es el único organismo internacional que puede autorizar el uso de la fuerza", ha recalcado.

Por otra parte, Moscú espera que EE.UU. siga "estrictamente" los acuerdos para combatir el terrorismo, presentados en una declaración conjunta de los presidentes de Rusia y EE.UU. tras la reunión que mantuvieron en el marco de la cumbre de APEC el pasado 11 de noviembre, ha apuntado la portavoz de Exteriores.

Actualidad RT

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Irán: Es Israel quien impide un Oriente Medio sin armas nucleares



Un diplomático de alto rango iraní señala que el régimen de Israel es el primer obstáculo para crear una región libre de armas nucleares en el suroeste de Asia.

“El gasto militar de ese régimen (Israel) es de 18 mil millones de dólares (…) En el ámbito de las armas no convencionales, las estimaciones muestran que el régimen sionista posee entre 85 y 400 ojivas nucleares”, ha denunciado hoy miércoles el vicecanciller iraní para Asuntos Jurídicos e Internacionales, Seyed Abas Araqchi.

En declaraciones en un seminario sobre armamento y seguridad regional en Asia occidental, Araqchi ha recordado que Irán y Egipto propusieron la idea de un Oriente Medio libre de armas nucleares en la década de 70, pero “el régimen sionista fue el principal obstáculo que impidió que se creara”.

De hecho, con posterioridad a aquel momento ha habido distintos esfuerzos internacionales para convertir en realidad la idea, enumerados en el seminario por el funcionario persa, que ha señalado que en todos los casos lo impidieran el régimen israelí y Washington.


Por otro lado, Araqchi ha expresado su preocupación por la alta tasa de compra de armas que se observa en la región. “Asia occidental se ha convertido en el mayor mercado de armas del mundo”, ha lamentado.

Ciertamente, el problema no es exclusivamente regional, puesto que, según ha indicado el diplomático, el aumento de las ventas mundiales de armas desde el año 2012 es nada menos que de un 10 %, “algo sin precedentes desde la Guerra Fría”, siendo un tercio de esas armas suministrado por EE.UU.

Aun así, los mayores compradores de armas convencionales son Arabia Saudí, Emiratos Árabes Unidos (EAU) y Turquía, todos ellos países de Oriente Medio, donde la dinámica occidental de ventas de armas ha multiplicado las crisis y las tensiones, ha denunciado Araqchi.

En una referencia implícita al acuerdo millonario de venta de armas a Riad en el mes de mayo, el diplomático persa ha destacado en resumen, entre los factores que han conducido a la actual situación de la región, la tendencia de ciertos países a comprar armas a EE.UU. para acercarse a Washington y, en la actualidad, al presidente estadounidense, Donald Trump.

ftn/mla/bhr/tas/HispanTv

PRIMERAS IMÁGENES: Seis bombarderos rusos atacan al Estado Islámico en Siria


Los blancos del bombardeo fueron "puntos de apoyo, concentración de efectivos y vehículos blindados de los terroristas".

Seis bombarderos pesados de la Fuerza Aérea de Rusia han lanzado ataques aéreos este miércoles en la zona de la ciudad siria de Abu Kamal, que se encuentra en la provincia de Deir ez Zor, informa el Ministerio de Defensa ruso.



"Seis bombarderos Tu-22M3 de largo alcance que despegaron de Rusia, sobrevolaron el territorio de Irán e Irak y lanzaron un ataque conjunto contra terroristas del EI", ha afirmado el organismo.

Los blancos del bombardeo fueron "puntos de apoyo, concentración de efectivos y vehículos blindados de los terroristas", señaló el ministerio, agregando que los aviones rusos alcanzaron todos los blancos designados.

Los bombarderos fueron escoltados por cazas Su-30SM de la base aérea rusa de Jmeimim, en Latakia. Tras completar la misión de combate, todos los aviones regresaron a sus respectivas bases, indicó el ministerio.

Actualidad RT

LATUFF CRIA UM NOVO BRASÃO PARA A “REPÚBLICA”


Brasil 247 - No dia em que se comemora mais um ano da Proclamação da República no Brasil, o chargista Carlos Latuff propôs um novo brasão para simbolizar a república que se transformou o Brasil.

Charge retrata o País depois do golpe parlamentar de 2016, que destituiu sem comprovação de crime uma presidente legítima e honesta e pôs em seu lugar um político acusado de chefiar uma quadrilha que assaltou os cofres do estado e está entregando o patrimônio público a preço de banana.

Nessa terça-feira, 14, os jornalistas Leonardo Stoppa e Leonardo Attuch debateram sobre a "desrepública" no programa Leo ao Quadrado.

Inscreva-se na TV 247 e assista ao programa:



Documentos do Exército sobre a expulsão de Bolsonaro após plano terrorista


Por Eduardo Reina – Dos 11 inquéritos, ações penais, mandados de injunção e petições sobre o deputado federal Jair Bolsonaro que estão ou já passaram pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nenhum foi mais explosivo e preocupante para suas pretensões políticas do que o julgamento no dia 16 de junho de 1988 no Superior Tribunal Militar (STM).

Bolsonaro era acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército (RDE). Ele dera entrevista e publicou artigo na revista Veja, em 1986, com comentários nada amigáveis ao governo federal.

Também planejou ações terroristas. Iria explodir bombas em quartéis do Exército e outros locais do Rio de Janeiro, como na principal adutora de água da capital fluminense, para demonstrar insatisfação sobre índice de reajuste salarial do Exército.

Diz o relatório secreto do Centro de Inteligência do Exército (CIE), nº 394, de 1990, com 96 páginas, ao qual o DCM teve acesso, e que é publicado pela primeira vez (veja abaixo):

“Punido por ter elaborado e feito publicar, em uma revista semanal, de tiragem nacional, sem conhecimento e autorização de seus superiores, artigo em que tece comentários sobre a política de remuneração do pessoal civil e militar da União: ter abordado aspectos da política econômica e financeira fora de sua esfera de atribuição e sem possuir um nível de conhecimento global que lhe facultasse a correta análise; por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial, comprometendo a disciplina; por ter censurado a política governamental; por ter ferido a ética, gerando clima de inquietação no âmbito da OM (Organização Militar) e da Força e por ter contribuído para prejudicar o excelente conceito da tropa paraquedista no âmbito do Exército e da Nação (NR 63, 65, 66, 68 e 106 do anexo I, com agravantes do NR 2 e letra “C” NR 6 do artigo 18, tudo do RDE, fica preso por 15 (quinze) dias”.

O ato grave de indisciplina provocado por verborragia sua e de sua esposa, que falou à repórter da Veja sobre o plano de explodir bombas, culminou em 15 dias de cadeia para o então capitão. Mas só.

Sua carreira foi posta à prova no STM, a maior instância jurídica das Forças Armadas. Aconteceu no período inicial de redemocratização do Brasil, depois de 21 anos de ditadura. Poderia se tornar o maior problema da vida para Jair Bolsonaro.

Mas não foi.

O STM, por nove votos a quatro, considerou–o inocente, mesmo depois de uma comissão interna do Exército, chamada de Conselho de Justificação, tê-lo excluído do quadro da Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO), na zona norte do Rio de Janeiro, e também de o Conselho ter considerado que as explicações dadas não foram satisfatórias.

Em 1988, o general Sérgio de Ari Pires, ministro do STM, relator do processo contra Bolsonaro, concordou com o parecer do Conselho de Justificação e considerou o então capitão “não justificado”, ou seja, culpado.

No dia 16 de junho de 1988, o STM realizou reunião para julgar Bolsonaro e o inocentou. Ato diametralmente oposto ao que acontecia dentro do mesmo Tribunal quando do julgamento de ações envolvendo qualquer cidadão acusado de ser contra o regime militar; mesmo que essa pessoa tenha apenas escrito uma carta endereçada a seus colegas de profissão.

Anos depois desse episódio sobre os planos terroristas de Bolsonaro no STM, o próprio disse à imprensa que todo esse imbróglio jurídico interno da caserna apenas o ajudou a ganhar fama e se eleger.

“Eu nem pensava em entrar na política, mas isso me ajudou porque fiquei conhecido e então eu fui eleito no ano seguinte”, declarou para a imprensa em 2014. No ano de 1988, Bolsonaro foi eleito vereador no Rio de Janeiro com 11 062 votos, quando passou para a reserva não remunerada da corporação.

As declarações de Bolsonaro, à época, foram bem pesadas se comparadas com ações políticas de qualquer cidadão brasileiro comum, obrigado a se calar diante da recém acabada ditadura militar que oprimiu o Brasil por duas décadas.

“Como capitão do Exército brasileiro, da ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar – exatos 10.433 cruzados por mês”, escreveu no artigo publicado pelo semanário em 3 de setembro de 1986.


Paralelamente, para pressionar o comando do Exército, Bolsonaro e outros militares planejaram explodir bombas em quartéis do Exército no Rio de Janeiro e outras localidades como a adutora de água Guandu, que abastece a cidade do Rio. Alguns dos alvos seriam a Vila Militar e a Academia de Agulhas Negras.


O plano seria acionado caso o governo concedesse aumentos salariais inferiores a 60%.

Batizado de “Beco sem Saída”, a ideia tinha o objetivo de deixar clara a insatisfação dos oficiais com o índice de reajuste salarial que seria anunciado em poucos dias pelo ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves.

Os atentados a bomba iriam ferir seriamente a autoridade do ministro e colocariam o Brasil em polvorosa.

Mas havia dois pesos e duas medidas. No mesmo ano de 1987, por exemplo, os trabalhadores da hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), realizaram uma manifestação reivindicando aumento salarial. Foram dispersados por tropas do Exército. Um trabalhador foi ferido pela repressão ao ato.

A economia brasileira estava em frangalhos. A inflação muito alta. Fracassou o Plano Cruzado, lançado pelo então presidente José Sarney. Havia muita insatisfação dentro dos quartéis devido à perda de poder aquisitivo e político que os militares gozavam.

“Serão apenas explosões pequenas, para assustar o ministro. Só o suficiente para o presidente José Sarney entender que o Leônidas não exerce nenhum controle sobre a tropa”, disse uma esposa de oficial à repórter da revista semanal que fez a matéria sobre o “Beco sem Saída”.

“Temos um ministro incompetente a até racista”, disse à época Bolsonaro. Seria usada TNT, a popular dinamite.

Apesar de ferir dois sustentáculos básicos da carreira militar, a disciplina e a hierarquia, e de ter sido punido inicialmente com 15 dias de prisão, Bolsonaro só ganhou reconhecimento desde então.

Na sua justificativa ao STM, ele disse que a matéria tinha como objetivo fazer vender a revista com publicação sobre assunto sensacionalista, e que não havia falado com a repórter.

O Conselho de Justificação do Exército reconheceu que Bolsonaro havia mentido, mesmo porque a revista publicou croqui desenhado pelo próprio punho de Bolsonaro sobre as bombas e locais onde seriam detonadas.

Por unanimidade, o Conselho considerou, em 19 de abril de 1988, que Bolsonaro era culpado e que fosse “declarada sua incompatibilidade para o oficialato e consequente perda do posto e patente, nos termos do artigo 16, inciso I da lei nº 5836/72”.

Fatos esses desconsiderados no julgamento do STM, assim como a ameaça de morte feita pelo réu à repórter da revista, durante seu depoimento.

Bolsonaro foi considerado “não culpado” por nove a quatro. Em 1990, chegou a ter entrada proibida nas instalações das Organizações Militares. Proibição suspensa posteriormente.

Desde então só fez crescer sua atuação política. Foi eleito vereador no município do Rio com votos de militares e seus familiares; e chegou a deputado federal, cargo que ocupa há 26 anos.

Agora é pré-candidato à Presidência da República e percorre o Brasil em campanha arcada pelo agronegócio, pela indústria bélica e pela cota parlamentar.

Possui mais de 4,4 milhões de seguidores em sua página oficial na internet e ganha destaque com polêmicas nas redes sociais e brigas no Parlamento, ocasiões em que destila seu preconceito, homofobia, ultra-conservadorismo e ignorância.

O comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse em entrevista à Folha de S.Paulo que “é a população quem vai julgar partidos e os candidatos, devendo, para tanto, conhecer os projetos e ideias de cada um. Destaco que o Exército, como instituição permanente, serve ao Estado e não a pessoas, estando acima de interesses partidários e de anseios pessoais”.

Já Bolsonaro continua usando o Exército como trampolim.

“A partir desta data, na reserva não remunerada, inicia um intenso trabalho como defensor dos interesses da classe militar, sem que para isso tenha representatividade ou delegação, arguindo, contrapondo e acusando de forma descabida autoridades constituídas nos mais diversos níveis”, aponta o relatório secreto do CIE no item 14, página 2, informação nº 394, de 27 de julho de 1990.

Tão antigo e tão presente.

Resultado de testes norte-coreanos? Sismo de magnitude 5,5 atinge Coreia do Sul


Na costa sudeste da Coreia do Sul foi registrado um terremoto de magnitude 5,5, informa a Yonhap.

Os sismólogos sul-coreanos registaram um tremor de terra de magnitude 5,5, a 6 km a norte da cidade de Pohag na província de Gyeongsang do Norte, na parte sudeste da Coreia do Sul, informou a agência Yonhap.

De acordo com a Administração Meteorológica da Coreia do Sul, um outro terremoto de 5,4 ocorreu em seguida.

O Serviço Geológico dos EUA (USGS, em inglês) registrou um terremoto de magnitude 5,4, com o epicentro localizado a 9 km de Pohang e a uma profundidade de 10 km.

Sputnik Brasil

Maduro a Santos: ‘Trágate tus medicinas, las compraremos de La India’



El presidente venezolano, Nicolás Maduro, arremete una vez más contra su par colombiano por no vender medicamentos al país bolivariano.

Las medicinas “no las compraremos en Colombia, Santos. Trágate tus medicinas, las estamos comprando en La India y van a llegar muy pronto a Venezuela. Trágate tus medicinas y tu droga y tu cocaína. Hay que ser bien malvado, vale (…) Trágate los productos que no le quieras vender a Venezuela”, lamentó el mandatario bolivariano.

Maduro hizo estas declaraciones durante el Congreso de Consejos Productivos de Trabajadores realizado el martes en el Centro Industrial Tiuna, en Caracas, la capital venezolana.

Del mismo modo, subrayó que en Venezuela hay problemas con la industria farmacéutica debido a la dependencia de los productos importados del exterior, así como, de “sabotaje tremendo” que han causado, a su juicio, las sanciones económicas de Estados Unidos y Colombia contra la nación caribeña.

En otra parte de sus afirmaciones, el jefe de Estado bolivariano se refirió a las palabras del presidente colombiano, Juan Manuel Santos, quien dijo el pasado jueves que su “peor pesadilla” es que ocurra un éxodo masivo de venezolanos hacia su país, considerándolo como un “problema tremendo” para el proceso de paz en Bogotá.

A este respecto, deseó a Santos una larga vida para que la Revolución Bolivariana sea “su pesadilla” por 100 años, “Se la pasa hablando de Venezuela por el mundo y que Venezuela es su pesadilla. Prepárate, Santos. Ojalá puedas vivir 100 años para ser la pesadilla tuya 100 años, porque aquí la revolución va a seguir mandando, gobernando, trabajando, construyendo el socialismo”, recalcó.

El Gobierno de Caracas ha denunciado en infinidad de veces la implicación directa de Bogotá en promover una “campaña de agresión”, y ha denunciado los intentos de Santos para golpear la economía del país bolivariano, mientras ha asegurado que Venezuela tiene el poder y la capacidad para derrotar todas estas “pretendidas sanciones” en su contra.

fmk/ktg/mkh/HispanTv

Pyongyang sentencia a pena de muerte a Trump por insultar a Kim


Corea del Norte ha sentenciado este miércoles al presidente de EE.UU., Donald Trump, a muerte por insultar al líder norcoreano, Kim Jong-un.

“Él debe saber que él es solo un horrible criminal condenado a muerte por el pueblo coreano”, ha subrayado el diario estatal norcoreano Rodong Sinmun.

El artículo del rotativo norcoreano asegura que el peor crimen que cometió Trump fue el hecho de que “se haya atrevido a dañar malignamente la dignidad del liderazgo supremo”, por lo que “nunca puede ser indultado”.

La guerra verbal entre Trump y Kim entró hace unos días en una nueva fase cuando los norcoreanos llamaron en reiteradas ocasiones al presidente norteamericano un “anciano lunático” a lo que respondió Trump llamando a Kim “bajo y gordo”.

“¿Por qué Kim Jong-un me insulta llamándome ‘viejo’ cuando nunca le llamaría ‘bajo y gordo’? Me esfuerzo mucho para ser su amigo y tal vez algún día pase”, tuiteó el inquilino de la Casa Blanca.

El periódico norcoreano ha criticado, asimismo, la gira asiática del jefe de Estado estadounidense, durante la cual denunció la “dictadura cruel” de Corea del Norte en un discurso a los legisladores surcoreanos en Seúl.

A continuación, ha hecho referencia a la cancelada visita de Trump a Zona Desmilitarizada de Corea debido al mal tiempo, aduciendo que la cancelación “no era por el clima. Estaba demasiado asustado para enfrentar los ojos deslumbrantes de nuestras tropas”, pues lo llama “cobarde”.

Corea del Norte, ya una nación nuclear, hace hincapié en que los ataques verbales por parte de Washington y sus actividades militares como ejercicios militares conjuntos con Seúl en la región son razones por las cuales Pyongyang no puede detener su programa nuclear y de misiles, ya que se siente amenazado por una potencia nuclear.

zss/ktg/mkh/HispanTv