quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Privatização forçada: Temer vai vender partes da Petrobras, Caixa e BB por decreto e sem licitação


Plantão Brasil - A presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, divulgou uma nota nesta quarta-feira 8 crítica ao decreto de Michel Temer que entrega ativos de estatais. Para ela, trata-se de um decreto "criminoso, que autoriza a venda de ativos de empresas públicas de economia mista sem necessidade de processo licitatório".

"Um triplo atentado. Primeiro, à soberania do Brasil. Depois, aos necessários controles sobre a atividade pública e, em especial, sobre o patrimônio do país. E, em definitivo, um atentado aos direitos dos cidadãos brasileiros e aos acionistas destas empresas, tanto os majoritários como os minoritários. Por tudo isso, um crime de lesa-pátria!", critica.

Leia abaixo a íntegra do texto:

Decreto de Temer que entrega ativos de estatais é crime de lesa-pátria
Governo golpista põe à venda ativos das empresas de economia mista sem licitação


Equipe Dilma
08/11/2017 12:49

Não há a menor dúvida sobre o caráter entreguista da política do governo golpista em relação às riquezas do país. O presidente usurpador assinou um criminoso decreto, que autoriza a venda de ativos de empresas públicas de economia mista sem necessidade de processo licitatório.

Um triplo atentado. Primeiro, à soberania do Brasil. Depois, aos necessários controles sobre a atividade pública e, em especial, sobre o patrimônio do país. E, em definitivo, um atentado aos direitos dos cidadãos brasileiros e aos acionistas destas empresas, tanto os majoritários como os minoritários.

Por tudo isso, um crime de lesa-pátria!

O decreto 9188 permite a venda de qualquer ativo de empresas públicas de economia mista – ou seja, estatais que também tenham acionistas particulares e que ofereçam ações em Bolsas de Valores. Nesta categoria, estão empresas nacionais do porte da Petrobrás, Eletrobrás e Banco do Brasil, para citar algumas da mais conhecidas.

O texto usa de eufemismo, ao afirmar que está criando um "regime especial de desinvestimento de ativos das sociedades de economia mista", com "dispensa de licitação".

Sem rodeios, isto significa vender, a qualquer preço, sem concorrência pública e sem controle prévio dos órgãos responsáveis, as riquezas, os bens e as atividades mais rentáveis das grandes empresas que pertencem ao povo brasileiro, incluindo suas subsidiárias e controladas.

O decreto permite a venda destas riquezas sem critério, sem restrições, sem exigências e de maneira incondicional. Serão comprados, obviamente, os ativos mais rentáveis, e continuarão sob a responsabilidade do governo federal, e pesando no bolso dos acionistas, os ativos que não têm maior lucratividade ou valor de merdado.

A criação do decreto 9188 denota a intenção de dar margem a qualquer tipo de malfeitos e atos criminosos. É surpreendente que a mídia brasileira não tenha dado até agora o devido espaço a este assunto, apesar de sua importância – negativa – para a economia e o futuro do país. É estarrecedor que o Ministério Público e os órgãos de controle não tomem medidas para impedir esse descalabro.

Ao vender os bens públicos brasileiros, agora por decreto, portanto sem exame do Congresso, e sem licitação, o golpista em exercício comete uma decisão flagrantemente ilegal. Sua intenção imediata, além de avançar na submissão ao mercado, é arrecadar recursos com os quais continuará comprando os votos de que precisa no parlamento para, eventualmente, escapar da Justiça e aprovar suas antirreformas contra o povo.

Denunciamos e vamos resistir a mais esta etapa do golpe.

Polícia Federal terá saudade dos governos petistas


Tereza Cruvinel - Brasil 247

Ainda nesta tarde, o novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, terá um encontro com Temer no Palácio do Planalto. Nada mais revelador de que algo mudará na relação entre o governo e a PF do que este encontro de beija-mão. Lula e Dilma nunca se reuniram com diretores da instituição, oficialmente subordinada ao ministro da Justiça. Foi com Lula na Presidência e Marcio Thomás Bastos no Ministério da Justiça que a PF começou a ganhar a independência de que hoje desfruta, e que já lhe permitiu, inclusive, invadir o escritório da Presidência da República em São Paulo sem que o Planalto fosse informado. O alvo era Lula e Dilma era a presidente.

Sob Temer, e com Torquarto Jardim na pasta da Justiça, os tempos vão mudar. Indo bater continência para quem o nomeou, Segóvia está reconhecendo que é devedor do cargo a Temer, e como tal se comportará. Duvido que ele determine ou aprove operações que atinjam pessoas do governo sem informar pelo menos o ministro, como faziam seus antecessores.

Se a independência tão cara à corporação começar a ser ferida, vamos ter crises, obviamente. Em algum momento, o Estado brasileiro terá que enfrentar o dilema da natureza jurídica da PF. Como Polícia Judiciária, ela precisa de independência para investigar, quando demandada pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário. Mas cabe-lhe também atuar como polícia do Poder Executivo Federal, no combate a crimes afetos à autoridade da União, como combate ao tráfico de drogas e armas, tráfico de pessoas, crimes de fronteira e imigração e outros ilícitos. Ocorre que, tão grande é hoje o apego às tarefas “judiciárias” , que conferem prestígio e popularidade aos delegados e agentes, que as demais atribuições foram ficando em segundo plano. A meu ver, no futuro o Brasil terá que ter duas polícias na esfera federal. Uma que seja exclusivamente judiciária, e outra que atenda ao próprio Governo Federal na execução da política nacional de segurança pública, naquilo que for de responsabilidade da União.

Nome de novo diretor da PF desagrada ao “lavajatismo”


Fernando Brito - Tijolaço

Nem foi confirmada ainda a nomeação de Fernando Segóvia para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal, já desperta reações negativas.

Há dois meses, um site de extrema-direita publicou que Segóvia era “homem de José Sarney” e iria “destruir a PF de uma vez por todas.”

Ontem, o Painel da Folha noticiou que um dossiê sobre – de conteúdo ignorado – tinha sido entregue a Abin.

A Associação dos Delegados de Polícia Federal, sem mencionar seu nome, diz que o indicado deve estar na lista dos que foram votados pelos próprios delegados, uma lista encabeçada pela Delegada Érica Marena, ex-Lava Jato e que tenta, na Justiça, censurar matérias jornalísticas.

Segóvia foi vice-corregedor da Polícia Federal e candidatou-se à presidência da Associação que hoje critica sua provável indicação.

Possivelmente, logo vai se levantar sobre ele uma denúncia feita pela Istoé em 2011, a de que teria se “escalado” para uma suposta investigação sobre crimes ambientais e de tráfico de drogas por um mês em….Fernando de Noronha.

Arábia Saudita pede para Brasil diminuir produção de petróleo


Procurado pela Arábia Saudita, o Brasil negou diminuir sua produção de petróleo para frear a queda do preço do produto no mercado internacional.

As informações são da Folha de S. Paulo.

"Eles estão preocupados com o crescimento da produção do Brasil. A gente já explicou por que o Brasil não pode fazer isso [cortar a produção de petróleo]", disse o secretário de petróleo e gás do ministério de Minas e Energia, Márcio Félix.

Felix afirmou que o Brasil tem sido "sondado" sobre uma possível redução na produção. O último contato saudita foi realizado por um assessor do ministro de Energia, Khalid Al-Falih.

A produção nacional de petróleo atualmente está em 2,65 milhões de barris por dia. Com o recente leilão de áreas do pré-sal para multinacionais, entretanto, a produção deve aumentar ainda mais.

Após atingir a marca de US$ 130 antes da crise de 2008, o barril de petróleo hoje custa US$ 57.

Para aumentar o preço da commodity, os países membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e alguns convidados concordaram no fim de 2016 em diminuir a produção.

Apesar das expressivas reservas, o Brasil não faz parte do órgão de produtores de petróleo.

Há uma nova reunião da Opep agendada para o fim deste mês e há a expectativa de que a contenção da produção seja mantida.

Sputnik Brasil

Venezuela y Rusia pactan la reestructuración de deuda venezolana


Venezuela acuerda con Rusia las condiciones para reestructurar su deuda, informa el ministro ruso de Finanzas, Anton Siluanov.

“Tenemos un acuerdo para reestructurar la deuda de Venezuela”, ha asegurado este miércoles Siluanov, en declaraciones a periodistas, si bien no ha dado más detalles sobre las condiciones acordadas entre las partes.

Además de precisar que el proceso está en la fase final, el ministro ha enfatizado que “los venezolanos han confirmado las condiciones que han estado siendo negociadas”.

El embajador venezolano en Rusia, Carlos Faría, ha señalado, por su parte, que “ya está todo acordado y se están redactando los documentos”. “Tenemos como ‘deadline’ el 15 de noviembre”, ha añadido.

Siluanov había adelantado el pasado octubre que Venezuela y Rusia llegarían a un pacto para la reestructuración de la deuda del país caribeño antes de fin de este año. La cantidad negociada podría llegar a los 1000 millones de dólares, según revelan medios locales rusos.

En 2011, Rusia concedió a Venezuela 8800 millones de dólares en créditos. Unos 2800 millones de esa cifra, según la última reestructuración aprobada por el Gobierno ruso el año pasado, no se empezará a devolver hasta 2019.

La reestructuración de la deuda venezolana con Rusia, fue uno de los principales temas que abordó el presidente venezolano, Nicolás Maduro, con su par ruso, Vladimir Putin, en un encuentro celebrado—4 de octubre—en Moscú, en el marco del foro internacional de la ‘Semana de la Energía’.

mnz/ncl/alg/tas/HispanTv

EEUU usa amenaza norcoreana para vender armas en la región


EE.UU. no busca desatar una guerra con Corea del Norte, solo pretexta la amenaza norcoreana para impulsar su negocio de armas en la región, opina un experto.

“EE.UU. no tiene planes para desatar una guerra con Corea del Norte”, ha afirmado este miércoles Georgy Toloraya, experto ruso en asuntos militares, en declaraciones a la agencia rusa de noticias TASS.

También, agregaba que Washington pretexta la amenaza nuclear de Pyongyang para sacar provecho económico, vendiendo armas a sus aliados en la región asiática como Corea del Sur y Japón.

De igual manera, el también director del Departamento de Estrategia de Rusia en Asia Central de la Academia de Ciencias de Rusia (PAH, por sus siglas en ruso), ha dicho que Washington ha diseñado tal escenario para acercarse más a sus aliados en la península de Corea, “cobrándoles los costes de la seguridad de los estadounidenses”.

Ha afirmado que la amenaza de una guerra entre EE.UU. y Corea del Norte es exagerada. La posibilidad de que Pyongyang empiece una guerra no es real, ha considerado Toloraya definiendo de “irracional que se inicie una guerra que resultaría en la eliminación total de Corea del Norte y grandes partes de Corea del Sur y Japón”.

Respecto a la hipótesis de que estalle una guerra entre las partes de manera accidental, el analista dice que anteriormente esta posibilidad era de 1 %, pero con la reciente escalada de tensión en la región, este porcentaje ha aumentado hasta un 4 por ciento.

“Los pronósticos alarmistas sí existen, mientras que EE.UU. ya cuenta con algo así como una tienda de apuestas, respecto a un probable estallido de hostilidades”, ha insinuado.

Últimamente, Estados Unidos y Corea del Norte atraviesan momentos difíciles y llenos de retóricas bélicas intercambiadas entre sus líderes, Donald Trump y Kim Jong-un, respectivamente.

Argumentando que intenta hacer frente a las provocaciones y las amenazas provenientes de EE.UU., Corea del Norte se ha embarcado en la promoción de su programa nuclear.

mnz/ncl/alg/tas/HispanTv

"Corrupción en estado puro": Hay indicios de que Rajoy cobró de la 'Caja B' del Partido Popular


Todo indica que el apunte "M.Rajoy" en las cuentas ocultas del PP corresponde a Mariano Rajoy, y la obviedad desata una ola de ironía en Twitter.

El inspector jefe de la Unidad de Delincuencia Económica y Fiscal (UDEF) y principal investigador de la trama Gürtel, Manuel Morocho, ha explicado ante la comisión del Congreso de los Diputados sobre la financiación irregular del Partido Popular que la llamada 'caja B' –a la que corresponden los famosos papeles de Bárcenas, en los que figuran los nombres de importantes dirigentes políticos– constituye un caso de "corrupción en estado puro".

Ante los diputados, Morocho ha reconocido que existen indicios de pagos en negro a varios dirigentes del PP, entre los que se encuentra el propio presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, así como Francisco Álvarez-Cascos o Federico Trillo, que ostentaron importantes carteras ministeriales en legislaturas anteriores.

En concreto, cuando la diputada de Unidos Podemos, Carolina Bescansa, preguntó en el transcurso de la comisión por la implicación de cargos como Federico Trillo, Francisco Álvarez Cascos y Mariano Rajoy, refiriéndose específicamente a si cobraron cantidades de dinero negro, Manuel Morocho respondió: "Indiciariamente, sí".

Dudas (poco) razonables

Desde el día en que salieron a la luz las anotaciones manuscritas del que fuera tesorero del Partido Popular, Luis Bárcenas, sobre la administración de una supuesta 'caja B' en el seno de su formación política, siempre llamó la atención un apunte a nombre de "M.Rajoy". Cabían pocas dudas sobre a quién podía referirse ese apunte, pero dada la gravedad de la acusación que implicaba -puesto que en ese momento Mariano Rajoy ya era presidente- el asunto se trató con extrema cautela.

Sin embargo, después de las declaraciones del inspector jefe de la UDEF, las sospechas sobre la identidad de "M.Rajoy" en las anotaciones de Bárcenas, aún a falta de sentencia judicial al respecto, parecen haber ganado consistencia.

EE.UU. endurece las sanciones contra Cuba


Las nuevas restricciones entran en vigor el 9 de noviembre, ha anunciado este miércoles el Departamento del Tesoro de EE.UU.

Washington endurecerá las sanciones contra Cuba a partir de este 9 de noviembre, según ha anunciado este miércoles el Departamento del Tesoro de EE.UU.

"Hemos fortalecido nuestras políticas sobre Cuba para alejar la actividad económica de las fuerzas militares cubanas y alentar al Gobierno a avanzar hacia una mayor libertad política y económica para el pueblo cubano", ha explicado el secretario del Tesoro de EE.UU., Steven Mnuchin.

Las nuevas medidas incluyen las restricciones de viaje a Cuba y prohibiciones de hacer negocios con ciertas empresas de la isla anunciadas en junio por el presidente estadounidense, Donald Trump.

Bajo las nuevas regulaciones, los estadounidenses tendrán prohibido hacer transacciones con docenas de entidades cubanas vinculadas a los servicios militares, de inteligencia y de seguridad. La medida afecta a comercios, hoteles, agencias de turismo e incluso a dos fabricantes de ron.

Por otro lado, uno de los mayores cambios anunciados es restringir las visas 'pueblo a pueblo' (people-to-people) que miles de estadounidenses han utilizado en los últimos años para viajar fácilmente a La Habana y otras ciudades de Cuba.

Según el Departamento del Tesoro, estos cambios regulatorios están destinados a impedir que las actividades económicas beneficien a "los servicios militares, de inteligencia y de seguridad" cubanos, mientras "mantienen oportunidades para que los estadounidenses participen en viajes autorizados a Cuba y apoyen al sector privado y de pequeñas empresas en Cuba".

Actualidad RT

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Cunha vira advogado de Temer contra Janot e Joesley. O que ganha com isso?


Fernando Brito - Tijolaço

Eduardo Cunha não deixa passar oportunidades de fazer bons negócios.

Agora, ao que parece, voltou a jogar afinado com Michel Temer e abriu fogo sobre o ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot, acusando-o de ter “forjado” provas em conluio com Joesley Batista para derrubar o atual presidente.

Para quem, há poucos meses, dirigia perguntas irônicas e comprometedoras a ele, uma mudança e tanto. E certamente não foi em troca de nada.

Aliás, todas notícias eram de que Cunha perseguia um acordo que o livrasse da cadeia em troca de sua delação, entregando a cúpula do PMDB. Ao que parece, os donos da JBS conseguiram isso antes, porque o que chegaram a conseguir – o perdão total de seus crimes – era algo que não seria jamais alcançado pelo ex-presidente da Câmara.

Há dúvidas, dado os negócios sujos em que a cúpula da PGR se meteu, que Cunha não possa ter algo de verdade no que diz.

Mas pouca, porque este negócio das delações premiadas tornou-se uma imundície fétida,

Ficamos, então, reduzidos ao que diz Joesley Batista, ao que diz o doleiro Lúcio Funaro, ao que ameaça dizer Geddel Vieira Lima. Todos personagens do mesmo padrão moral de Eduardo Cunha e de Michel Temer.

De toda a gente que, com este caráter e métodos derrubou um governo eleito forjando – com ajuda de uma malta instalada no TCU sobre a qual sobram suspeitas- as tais “pedaladas ficais que, perto deles, assemelham-se a práticas angelicais.

Os nossos puríssimos representantes da mídia e o tucanato que agora quer se limpar das lambanças de Temer foram quem os abanou, incitou e promoveu. Agora acham que vão escapar limpinho, deixando de lado os porcos a refocilar.

O julgamento da população não os perdoará.

ALMIRANTE OTHON: HOUVE INTERESSE INTERNACIONAL EM MINHA PRISÃO


O ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva ficou preso por dois anos e recebeu uma das maiores condenações da Lava Jato: 43 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa; em entrevista, ele diz que sua prisão atendeu a interesses internacionais; "Tudo o que eu fiz [na área nuclear] desagradou. Qual o maior noticiário que tem hoje? A Coreia do Norte e suas atividades nucleares. A parte nuclear gera rejeição na comunidade internacional. E o Brasil ser potência nuclear desagrada. Disso eu não tenho a menor dúvida", explica o almirante, considerado um dos mais importantes cientistas brasileiros e o pai do programa nuclear do país

Brasil 247 - Acusado de receber propina de R$ 4,5 milhões de empreiteiras que tinham obras em Angra 3, o ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva ficou preso por dois anos e recebeu uma das maiores condenações da Lava Jato: 43 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa.

Considerado um dos mais importantes cientistas brasileiros e o pai do programa nuclear do país, o almirante Othon, 78, como é conhecido, ficou isolado em uma cela e diz que aprendeu a comer com as mãos. Solto no mês passado, ele pouco sai às ruas e chora com frequência.

Nesta entrevista à Folha, o militar, que se recupera de um câncer de pele, alega inocência e diz ter um "forte sentimento" de que sua prisão foi feita sob os auspícios de "interesses internacionais".

"Em julho [de 2005], eu soube que tinha uma lista [no governo Lula] para escolher o presidente da Eletronuclear. Eu não queria.

Mas aí eu fiz a grande bobagem da minha vida. Fui convidado. Bateu a vaidade e eu aceitei. Em outubro de 2005, assumi o cargo", conta.

O Almirante Othon diz que sua atuação no programa nuclear brasileiro desagradou interesses internacionais.

"Tudo o que eu fiz [na área nuclear] desagradou. Qual o maior noticiário que tem hoje? A Coreia do Norte e suas atividades nucleares. A parte nuclear gera rejeição na comunidade internacional.

E o Brasil ser potência nuclear desagrada. Disso eu não tenho a menor dúvida."

As informações são de reportagem de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

EUA evacuam chefes terroristas de Al-Mayadin antes da operação do exército sírio


Helicópteros dos EUA evacuaram os chefes estrangeiros do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) da cidade síria de Al-Mayadin duas semanas antes do início da operação de libertação da cidade pelo exército sírio, disseram à Sputnik vários habitantes da cidade.

"A aviação militar norte-americana primeiro fez uma manobra […] próximo de uma quinta na zona de Al‑Mayadin. Depois [a aviação] realizou um ataque aéreo, nós nos tentamos esconder e vimos vários helicópteros norte-americanos. Em terra se encontravam os chefes estrangeiros do Daesh, que estavam esperando perto da sua base […]. Os helicópteros levaram-nos de Al‑Mayadin", afirmou um pastor local, Muhammad Awad Hussein.

"Viu-os [os helicópteros]. A aviação norte-americana… primeiro o barulho dela, logo depois o ataque aéreo massivo nas aldeias vizinhas. Depois chegaram os helicópteros e levaram os chefes do Daesh, após isso os ataques pararam", acrescentou ele.

De acordo com o homem de 79 anos, ele serviu no exército sírio e sabe distinguir a aviação norte-americana.
Outros habitantes disseram à Sputnik que viram como dois chefes estrangeiros partiram com suas famílias em automóveis de Al-Mayadin em direção ao estado-maior do Daesh em Haydar. Depois chegaram os helicópteros e os levaram para lugar desconhecido.

As forças governamentais sírias começaram a operação da libertação da cidade de Al‑Mayadin no início de setembro e, em 14 de outubro, a cidade foi totalmente libertada do Daesh.

Em setembro uma fonte diplomática e militar confirmou à Sputnik que, em agosto, a Força Aérea norte-americana evacuou mais de 20 chefes militares do Daesh e seus combatentes mais próximos de Deir ez-Zor em direção ao norte da Síria.

Sputnik Brasil

Rusia se prepara en Siria para una futura guerra espacial


Rusia, por medio de su campaña militar en Siria, se prepara para una futura guerra espacial, ‎afirmó un alto legislador ruso.‎

De acuerdo con el jefe del Comité de Defensa y Seguridad del Consejo de la Federación rusa (Senado), Víctor Bondarev, el Ejército ruso está utilizando cada vez más sistemas satelitales con el fin de prepararse para futuros conflictos, recogió el sábado el diario británico Daily Express.

“La misión de combate en Siria ha demostrado que todas las guerras futuras se desarrollarán no solo en el aire, sino también en el espacio. Será una guerra de tecnologías avanzadas” señaló el también excomandante de las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia.

Comentó al respecto que su país ya está realizando misiones de reconocimiento y orientación de misiles de crucero desde el espacio. “En los últimos dos años, hemos reforzado nuestra habilidad para otro tipo de guerras”, precisó.

“Ya está claro que es imposible dar la espalda a la guerra moderna, que no solo depende de fusiles y ametralladoras”, puntualizó.

Según el mismo medio británico, el viceministro ruso de Defensa, Yuri Borisov, también declaró que las Fuerzas Armadas rusas se están entrenando para una futura guerra espacial aprovechando su campaña antiterrorista en Siria.

Desde que Rusia comenzó su lucha contra el terrorismo en Siria a finales de septiembre de 2015, ha probado varios armamentos en batalla para calibrar sus capacidades en un escenario de conflicto real.

En los últimos años, Rusia, China y Estados Unidos han lanzado proyectos para mejorar sus capacidades militares en el espacio y desarrollar misiles capaces de alcanzar los satélites en la órbita exterior de la Tierra.

mjs/nii/HispanTv

Ejército sirio ataca a terroristas apoyados por Israel en Golán


El Ejército sirio lanzó el lunes por la noche una ofensiva cerca de los ocupados altos ‎de Golán para acabar con extremistas apoyados por las fuerzas israelíes.‎

Capitaneadas por las fuerzas de elite de la 42ª Brigada (Fuerzas Ghiath) de la 4ª División, las tropas gubernamentales sirias comenzaron su operación disparando decenas de misiles tierra-tierra hacia las posiciones de los extremistas en las granjas al norte de la localidad de Beit Jinn, en el sur de Siria, mientras que los helicópteros de ataque golpeaban repetidamente las trincheras terroristas.

De acuerdo con fuentes militares citadas por los medios locales, los integrantes de la llamada Junta de Liberación del Levante (Hayat Tahrir Al-Sham, en árabe), afín a Al-Qaeda, presentaron una feroz resistencia a los soldados sirios.

Se espera que el Ejército sirio anuncie un gran avance en las inmediaciones de Beit Jinn este mismo martes. Los terroristas, por su parte, han pedido ayuda y refuerzos a otros grupos extremistas aliados de la zona para mantener sus posiciones.

La ofensiva del Ejército sirio contra la Junta de Liberación del Levante se produjo unos días después de que esta atacara sus posiciones en el pueblo de Hader, en el norte de la provincia sureña de Al-Quneitra, fronteriza con el Golán ocupado.

En este fallido ataque, los terroristas contaron con el apoyo directo de las fuerzas de guerra israelíes (IDF, por sus siglas en inglés). El régimen de Tel Aviv incluso llegó a amenazar con una intervención militar en el sur de Siria so pretexto de ayudar a la población drusa.

La semana pasada, el Gobierno de Damasco denunció en dos cartas enviadas a la Organización de las Naciones Unidas (ONU) que el régimen israelí se ha convertido en el principal patrocinador de los extremistas y exigió que actúe de inmediato para que “Israel rinda cuentas por su respaldo al terrorismo”.

mjs/nii/HispanTv