sexta-feira, 3 de novembro de 2017
VEJA REABRE CAMPANHA DO MEDO CONTRA LULA
Diante da pesquisa Ibppe que mostra o ex-presidente Lula com 35% e o deputado Jair Bolsonaro com 15%, enquanto as forças alinhadas com o golpe de 2016 continuam incapazes de produzir um candidato competitivo, a revista Veja reabriu, nesta semana, a campanha do medo; na essência, a capa revela Lula e Bolsonaro como extremistas e faz um apelo por um nome de centro; Veja só esquece, no entanto, de que Lula, que foi presidente por oito anos e deixou o cargo com 87% de aprovação, batendo recorde mundial, é quem representa o verdadeiro centro da política nacional; é por isso mesmo que ele cresce, refaz alianças e se consolida como o favorito para devolver ao Brasil a democracia que foi roubada pelo golpe
Brasil 247 – A menos de um ano das eleições presidenciais, a revista Veja, da Editora Abril, reabriu a campanha do medo contra Lula, na linha Regina Duarte.
Diante da pesquisa Ibppe que mostra o ex-presidente Lula com 35% e o deputado Jair Bolsonaro com 15%, enquanto as forças alinhadas com o golpe de 2016 continuam incapazes de produzir um candidato competitivo, a revista Veja retrata Lula e Bolsonaro como extremistas e faz um apelo por um nome de centro.
Bolsonaro, de fato, é um extremista e é o resultado da campanha de ódio plantada pelo PSDB e por meios de comunicação como Veja contra Lula.
Lula, no entanto, foi presidente por oito anos, deixou o cargo com 87% de aprovação, batendo recorde mundial, e é quem representa o verdadeiro centro da política nacional.
"A experiência de seus oito anos de governo comprova que ele sempre atuou como um fator de contenção de atritos entre as classes sociais e promoveu um ciclo de desenvolvimento em que todos progrediram. Tanto ricos como pobres, embora estes tenham maior gratidão e também uma melhor compreensão da falência do sistema político brasileiro e da importância de Lula para conduzir o País a um novo ciclo de paz e progresso", diz o jornalista Leonardo Attuch, no artigo O Brasil caminha para o impasse político.
É por isso mesmo que ele cresce, refaz alianças e se consolida como o favorito para devolver ao Brasil a democracia que foi roubada pelo golpe.
Aseguran relanzamiento de Evo Morales a la candidatura de 2019
El presidente de Bolivia, Evo Morales (dcha.), y el vicepresidente, Álvaro García Linera, La Paz
El vicepresidente de Bolivia, Álvaro García Linera, asegura que Evo Morales será candidato a la Presidencia y sugirió preparar la campaña electoral de 2019.
García Linera anticipó el jueves una nueva victoria del mandatario, Evo Morales, en las elecciones de 2019, dijo que los humildes, los pobres, la gente sufrida no deben preocuparse sobre la candidatura de Morales porque volverá a pedir el voto en las próximas elecciones.
“Algunos creen que Evo no va a continuar. Hermanos, el presidente Evo por su derecho constitucional, nuevamente va a pedir el voto de la gente y la gente nuevamente le va a dar su voto con su conciencia y corazón”, dijo García Linera en un discurso en un acto para la entrega de viviendas en un pueblo de la región de Santa Cruz (este).
El vicepresidente aseguró que Morales no solo será candidato sino que obtendrá de nuevo los dos tercios para seguir gobernando, por lo que impulsó a sus seguidores a preparar la campaña para el 2019. “Evo es presidente de los pobres y humildes, de la gente sencilla, de los jóvenes de las mujeres abandonadas, de los niños y los abuelos. Por eso siempre va a ser mayoría”, aseguró.
Para la autoridad “solo una gente rica y potentada que no les falta la comida esos estarán en contra, tienen derecho, pueden estar en contra”, manifestó.
El Movimiento al Socialismo (MAS), partido oficialista, y las principales organizaciones sociales del país están convencidos que Morales debe continuar al mando del Estado por las reformas que impulsó y que ubicaron a Bolivia en los primeros puestos de crecimiento económico de la región.
El MAS perdió en el referéndum del 21 de febrero de 2016 cuando plantearon abrir la Constitución para habilitar como candidato a Morales el 2019, pero la población rechazó este pedido. Ahora el oficialismo ha recurrido al Tribunal Constitucional Plurinacional (TCP) al que le pide que declare “inaplicable” cuatro artículos de la Carta Maga para reconocer la “reelección indefinida”.
lvs/ktg/hnb/HispanTv
Miles protestan en Cataluña por prisión de independentistas
Unos veinte mil catalanes salieron a las calles el jueves para protestar contra el encarcelamiento de nueve exfuncionarios del Govern que fueron destituidos.
Unos 20.000 ciudadanos, según la Guardia Urbana, se congregaron a las afueras del Parlament de Cataluña para protestar contra la decisión de la juez Carmen Lamela de encarcelar al exvicepresidente del Govern Oriol Junqueras y otros ocho exconsellers, quienes fueron destituidos en aplicación del artículo 155 de la Constitución.
“Han violentado la libertad del pueblo y quieren acabar con el autogobierno y socavar nuestra autoestima como país. Seguramente tendremos que ir a un paro de país”, dijo Agustí Alcoberro, vicepresidente de la Asamblea Nacional Catalana (ANC), quien además ha emplazado a los “demócratas” del resto de España y de Europa a reaccionar.
El portavoz de Òmnium Cultural, Marcel Mauri, advirtió de que “no hay diálogo que valga con este Estado”, que actúa contra una manera de entender la vida y la sociedad, y ha criticado que “la represión del Estado parece ser que no tiene límites”.
Los asistentes mostraron carteles de “libertad presos políticos” “no es justicia, es dictadura”, “vergüenza de Europa”, “ni un paso atrás” e “independencia”, y corearon consignas como: “(Carles) Puigdemont es nuestro presidente”, y se mostraron a favor de una huelga general. Los políticos encarcelados, por vía de sus abogados o las redes sociales, exhortaron a los manifestantes a realizar protestas pacíficas y abstenerse de actos violentos.
La concentración reunió a miembros de partidos secesionistas y de los comunes, como los tenientes de alcalde de Barcelona, Gerardo Pisarello y Laia Ortiz. Los primeros en llegar fueron expresidentes del Parlament como Nuria de Gispert, Joan Rigol y Ernest Benach; el edil Alfred Bosch, de Esquerra Republicana de Cataluña (ERC); Camil Ros, de Unió General de Treballadors de Catalunya (UGT), o el líder de Podemos en Cataluá, Albano Dante Fachin, a quien Pablo Iglesias ha invitado a dejar el partido porque dice que es próximo al independentismo.
El 27 de octubre Puigdemont junto con su gobierno regional fue destituido como resultado de la aplicación de las medidas del artículo 155 de la Constitución española presentadas por el Ejecutivo español, en respuesta a la “ilegal” declaración de independencia de Cataluña por el Parlament. El mismo día, el Gobierno central disolvió el Parlament y convocó elecciones autonómicas en Cataluña para el próximo 21 de diciembre.
lvs/ktg/hnb/HispanTv
Grã-Bretanha deve reparar (ao povo palestino) pela Declaração Balfour e os 100 anos de sofrimento
Mahmoud Abbas
Muitos britânicos não saberão sobre Sir Arthur James Balfour, um ministro dos Negócios Estrangeiros no início do século XX. Para 12 milhões de palestinos, seu nome é muito familiar. No centenário da declaração Balfour, o governo britânico deve aproveitar a oportunidade para fazer as coisas melhor.
Em seu escritório em Londres, em 2 de novembro de 1917, Balfour assinou uma carta prometendo a terra da Palestina à Federação Sionista, um movimento político recém estabelecido cujo objetivo era a criação de um Lar Nacional para os europeus judeus. Ele prometeu uma terra que não era sua para prometer, ignorando os direitos políticos de quem já morava lá. Para o povo palestino, meu povo, os eventos que desencadearam esta carta foram tão devastadores quanto são importantes.
Esta política britânica, que apoiou a imigração sionista na Palestina ao mesmo tempo em que negava o direito árabe-palestino à autodeterminação, criou tensões severas entre os imigrantes judeus europeus e a população palestina nativa. A Palestina (o último ponto da agenda de descolonização) e nós, sua gente, que procuram nosso direito inalienável à autodeterminação, sofremos nossa maior catástrofe, em árabe al Nakba.
Em 1948, as milícias sionistas expulsaram pela força de mais de 800 mil homens, mulheres e crianças de sua terra natal, perpetrando massacres horríveis e destruindo centenas de aldeias no processo. Eu tinha 13 anos no momento da expulsão de Safad. A ocasião em que Israel celebra sua criação como Estado, os palestinos o recordamos como o dia mais sombrio de nossa história.
A declaração de Balfour não é algo que pode ser esquecido. Hoje em dia, os palestinos somam mais de 12 milhões e estão espalhados por todo o mundo. Alguns foram expulsos de sua pátria em 1948, com mais de 6 milhões vivendo no exílio até hoje. Aqueles que conseguiram permanecer em suas casas são aproximadamente 1,75 milhões e vivem em um sistema de discriminação institucionalizada no que é hoje o estado de Israel.
Aproximadamente 2,9 milhões de pessoas vivem na Cisjordânia sob uma ocupação militar - converteida em colonização, dos quais 300 mil são os habitantes nativos de Jerusalém, que até agora têm resistido às políticas destinadas a expulsá-los da cidade. Dois milhões vivem na Faixa de Gaza, uma prisão a céu aberto sujeita a uma destruição regular através da força total do aparelho militar de Israel.
A declaração Balfour não é algo para comemorar, precisamente não enquanto um dos povos afetados continuar a sofrer tal injustiça. A criação de uma pátria para um povo resultou na desapropriação e perseguição contínua de outro, agora estendida a um profundo desequilíbrio entre o ocupante e o ocupado. O equilíbrio deve ser corrigido, e a Grã-Bretanha tem uma grande responsabilidade em liderar o processo. As celebrações devem aguardar o dia em que todos nesta terra tenham liberdade, dignidade e igualdade.
O ato físico de assinar a declaração Balfour é algo do passado, não é algo que possa ser alterado. Mas é algo que pode ser feito melhor. Isso exigirá humildade e coragem. Será necessário chegar a um acordo com o passado, reconhecendo os erros e tomando medidas concretas para corrigir esses erros.
Congratulo-me com a integridade dos britânicos que pedem ao seu governo que tome estas medidas: os 274 deputados que votaram a favor do reconhecimento do Estado da Palestina; os milhares que têm pedido ao seu governo que peça desculpas pela declaração de Balfour; as ONGs e os grupos solidários que ocupam as ruas, advogando incansavelmente pelos nossos direitos como palestinos.
Apesar dos horrores que sofremos no século passado, o povo palestino manteve-se firme. Somos uma nação orgulhosa com uma rica herança de civilizações antigas e o berço das religiões abraâmicas. Ao longo dos anos, nos adaptamos às realidades que nos rodeiam - a cadeia de eventos desencadeada a partir de 1917 - e fizemos compromissos profundamente dolorosos por causa da paz, começando com a decisão de aceitar um Estado em apenas 22% de nossa pátria histórica, passando pelo reconhimento do Estado de Israel, sem qualquer reciprocidade até este momento.
Temos apoiado a solução de dois estados nos últimos 30 anos, uma solução cada vez mais impossível a cada dia que passa. Enquanto o Estado de Israel continuar a ser celebrado e recompensado, ao invés de prestar contas frente às normas universais por suas contínuas violações do direito internacional, não terá incentivo para acabar com a ocupação. Isto é agir de forma míope.
Israel e os amigos de Israel devem perceber que a solução de dois estados pode desaparecer, mas o povo palestino ainda estará aqui. Continuaremos a lutar pela nossa liberdade, quer essa liberdade venha através da solução de dois Estados ou, em última análise, pela igualdade de direitos para todos os que habitam a Palestina histórica. É hora de o governo britânico fazer sua parte. Passos concretos para acabar com a ocupação com base no direito internacional e as resoluções, incluindo a mais recente, a resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU, bem como o reconhecimento do Estado da Palestina na fronteira de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital, podem contribuir, em certa medida, para os direitos políticos do povo palestino.
Somente quando que esta injustiça seja aceita como tal, teremos as condições para uma paz justa e duradoura no Oriente Médio, para o bem dos palestinos, dos israelenses e do resto da região.
• Mahmoud Abbas é Presidente do Estado da Palestina e Presidente do Comitê Executivo da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
E se os norte-coreanos tiverem razão sobre a insanidade mental de Donald Trump?
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou de "doente e perturbado" o autor do atropelamento que matou oito pessoas e feriu mais de dez na terça-feira passada na Ilha de Manhattan, em Nova York, e afirmou que esse tipo de ataque não deve mais ocorrer no país. E finalizou sua mensagem no twitter sobre o terrorista: “DEVE SER CONDENADO À PENA DE MORTE”. Assim mesmo, com letras maiúsculas, como se estivesse gritando.
Passaram-se alguns minutos e um assessor da Casa Branca avisou Trump que Nova York não tem pena de morte. O presidente refletiu e disparou novo email avisando que fará de tudo para levar o terrorista à prisão de Guantânamo, famosa prisão norte-americana por sucessivos escândalos de torturas e abusos sexuais de prisioneiros.
Dias atrás Trump também disparou no twitter: “Não nos EUA”, referindo-se a atentados terroristas, como se uma frase sua fosse capaz de deter o tisunami de atentados que parecem vir por aí nos próximos dias em solo norte-americano.
O que espera Donald Trump? Que os crimes e massacres promovidos pelas Forças Armadas dos EUA fiquem impunes em dezenas de países pelo mundo? Ingênuo Trump não é, mas idiota, talvez sim. E nesse caso teríamos de dar razão aos norte-coreanos que taxaram de “idiota e doente mental” o presidente norte-americano após o desastrado discurso nas Nações Unidas onde Trump ameaçou destruir totalmente a Coreia do Norte.
Nunca na história das Nações Unidas um presidente tinha sido tão obtuso, tão idiota, a ponto de fazer uma ameaça dessas, justamente dentro de uma organização criada para buscar a paz mundial – embora tenha sempre fracassado nesse intuito.
Os EUA foram mais uma vez derrotados, desta vez na guerra da Síria, mas seguem fornecendo armas e financiando terroristas para tentar derrubar o presidente Bashar Al Assad e beneficiar a política expansionista e terrorista de Israel, seu único aliado e fantoche incondicional nas votações das Nações Unidas. Esses terroristas, assim que se sentirem abandonados por seus aliados, apontarão suas armas - e suas ações – para seus financiadores, como está acontecendo nos atentados terroristas na França. E as palavras de Donadl Trump não serão suficientes para detê-los.
Na península coreana está preparado um cenário que pode levar o mundo a uma guerra nuclear sem precedentes. Dezenas de bases militares norte-americanas estacionadas na Coreia do Sul, Japão e diversas ilhas estão sob a mira dos mísseis e da artilharia norte-coreana. Basta um disparo inadvertido para tudo voar pelos ares e contaminar com radiação mortífera os países da região.
Donald Trump está ameaçando a Coreia do Norte desde que tomou posse como presidente dos EUA. A Coreia do Norte, desde a Guerra da Coreia, vem se preparando para fazer frente às ameaças e chantagens nucleares dos norte-americanos. Trump pode ser o detonador da próxima guerra nuclear, afinal, o que se pode esperar de um presidente “idiota e doente mental”?
a) Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia – Coreia do Norte
Samuel Pinheiro Guimarães: Se os EUA se instalarem em Alcântara, de lá poderão “controlar” o Brasil
Viomundo - por Samuel Pinheiro Guimarães*,via Samuel Gomes
Os Estados Unidos, além de suas frotas de porta aviões, navios e submarinos nucleares que singram todos os mares, possuem mais de 700 bases militares terrestres fora de seu território nacional nos mais diversos países, em muitas das quais instalaram armas nucleares e sistemas de escuta da National Security Agency (NSA).
Os Estados Unidos têm bases de lançamento de foguetes em seu território nacional, como em Cabo Canaveral, perfeitamente aparelhadas com os equipamentos mais sofisticados, para o lançamento de satélites.
Os Estados Unidos não necessitam, portanto, de instalações a serem construídas em Alcântara para o lançamento de seus foguetes.
O objetivo americano não é impedir que o Brasil tenha uma base competitiva de lançamento de foguetes; isto o governo brasileiro já impede que ocorra pela contenção de despesas com o programa espacial brasileiro.
O objetivo principal norte americano é ter uma base militar em território brasileiro na qual exerçam sua soberania, fora do alcance das leis e da vigilância das autoridades brasileiras, inclusive militares, onde possam desenvolver todo tipo de atividade militar.
A localização de Alcântara, no Nordeste brasileiro, em frente à África Ocidental, é ideal para os Estados Unidos do ângulo de suas operações político-militares na América do Sul e na África e de sua estratégia mundial, em confronto com a Rússia e a China.
O Governo de Michel Temer tem como objetivo central de sua política (que nada mais é do que o cumprimento dos princípios do Consenso de Washington) atender a todas as reivindicações históricas dos Estados Unidos feitas ao Brasil não só em termos de política econômica interna (abertura comercial, liberdade para investimentos e capitais, desregulamentação, fim das empresas estatais, em especial da Petrobras etc.) como em termos de política externa.
À politica externa cabe cooperar com a execução deste programa de Governo, cujo objetivo é atrair investimentos estrangeiros, além de ações de combate à Venezuela, de afastamento em relação aos vizinhos da América do Sul, de destruição do Mercosul, a partir de acordo com a União Europeia, cavalo de Troia para abrir as portas de um futuro acordo de livre comércio com os Estados Unidos, de adesão à OCDE, como forma de consolidar esta política econômica, e de afastamento e negligência em relação aos países do Sul.
Nesta política geral do Governo Temer, o acordo com os Estados Unidos para a utilização da Base de Alcântara configura o caso mais flagrante de cessão de soberania da história do Brasil.
Os Estados Unidos se vierem a se instalar em Alcântara, de lá não sairão, pois de lá poderão “controlar” o Brasil, “alinhando” de fato e definitivamente a política externa brasileira e encerrando qualquer possibilidade de exercício de uma política externa independente.
Brasília, 20 de outubro de 2017
Samuel Pinheiro Guimarães é embaixador aposentado. Foi secretário-geral do Itamaraty (2003-2009), ministro de Assuntos Estratégicos (2009-2010) e alto representante geral do Brasil no Mercosul (2011-2012).
DODGE APONTA PROPINA DA ODEBRECHT A ALOYSIO NUNES, CHANCELER DE TEMER
Brasil 247 - Em petição enviada ao Supremo Tribunal Federal, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, aponta que Aloysio Nunes Ferreira, chanceler do governo Temer, recebeu R$ 500 mil da Odebrecht em 2010, embora os recursos não tenham sido declarados à Justiça Eleitoral.
As informações foram publicadas pelos jornalistas Rubens Valente e Reynaldo Turollo, na edição desta quinta-feira 2, da Folha de S. Paulo.
"É fato incontroverso que houve o repasse de recursos para a campanha do senador Aloysio Nunes. Resta investigar a origem destes recursos e a finalidade do repasse", escreveu Dodge ao relator do caso no STF, Gilmar Mendes.
"O inquérito foi aberto em março a pedido do então procurador-geral Rodrigo Janot como desdobramento do acordo de delação. Dois delatores da empreiteira informaram à PGR sobre o pagamento a Aloysio. Um deles disse que repassou os dados sobre Aloysio ao 'departamento da propina´ da empresa e fez duas entregas, de R$ 250 mil cada uma, para o ´representante´ do candidato em hotéis da zona sul, não nominados, no segundo semestre de 2010. No sistema de acompanhamento dos pagamentos, Aloysio tinha o codinome ´Manaus´", apontam os jornalistas.
Há risco de que Aloysio Nunes se beneficie da prescrição, assim como o senador José Serra (PSDB-SP), também investigado.
'Absurdo geográfico': coalizão internacional (EUA) confunde sul e norte da Síria
O Ministério da Defesa da Rússia qualificou como "absurdo geográfico" a afirmação da coalizão internacional liderada pelos EUA sobre cidadãos que fogem de Deir ez-Zor para o norte, o que contradiz os fatos geográficos.
Antes, o comandante das forças de operações especiais da coalizão, James Gerrard, declarou que milhares de árabes estão fugindo da cidade de Deir ez-Zor para Al-Mayadeen das forças governamentais sírias. Segundo ele, as pessoas estariam se mudando para o norte, controlado pelas Forças Democráticas da Síria, a não para o sul, habitado por árabes.
"Foi bastante ridículo ouvir do comandante das forças de operações especiais da coalizão o absurdo geográfico sobre 'milhares de árabes' que supostamente estão fugindo de Deir ez-Zor libertado do Daesh em direção a Al-Mayadeen [ou seja, para o sul], sublinhando, ao mesmo tempo, que as pessoas estão correndo 'para o norte e não para o sul, habitado por árabes'", comentou o porta-voz do ministério russo, Igor Konashenkov.
O general russo ressaltou não haver sírios que queiram fugir para o norte, em direção à cidade libertada de Raqqa, pois "após bombardeamentos da cidade pela coalizão internacional, Raqqa simplesmente não existe".
Konashenkov lembrou que o exército sírio libertou a cidade de Al-Mayadeen dos militantes do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) há mais de duas semanas, por isso "milhares de sírios" não fogem de Deir ez-Zor, mas sim voltam para suas casas.
"A maioria dos representantes da coalizão internacional, liderada pelos EUA, tem essa tendência de apresentar uma ilusão como verdade na Síria sem saber absolutamente nada sobre a situação real 'em terra'", concluiu o general russo.
Al-Mayadeen fica a 40 quilômetros ao sudeste do centro administrativo da província síria de Deir ez-Zor, em uma rodovia principal que liga Aleppo com a cidade de Abu Kemal na fronteira com o Iraque. Há pouco tempo, Al-Mayadeen era a maior área fortificada dos terroristas na região leste da Síria, tendo sido definida com "capital do Daesh".
Sputnik Brasil
Maduro: ‘Traidor’ Santos dirige ataque contra economía venezolana
El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, acusa a su par colombiano, Juan Manuel Santos, de dirigir un ‘ataque contra la economía’ del país bolivariano.
“Hemos sufrido un ataque dirigido por el presidente Juan Manuel Santos desde Colombia. Juan Manuel Santos dirige el ataque contra la economía venezolana con las mafias de Cúcuta (noreste colombiano), con las mafias de Maicao (norte de Colombia), hablo de mafias, contra la moneda venezolana, se roban el billete, de 50, de 100, se roban el billete para sacarlo para afuera”, ha subrayado este miércoles Maduro durante una sesión del Consejo de Ministros en el Palacio de Miraflores.
En este mismo contexto, ha asegurado que las autoridades venezolanas han “capturado a gerentes de bancos privados llevando camiones de billetes para la frontera para vendérselos a las mafias de Juan Manuel Santos en Colombia”.
Tras insistir en que el mandatario colombiano es “quien dirige todos estos mecanismos perversos contra Venezuela”, ha asegurado que pese a todo ha conseguido “derrotar” a Santos.
Durante su discurso televisivo, el mandatario venezolano ha anunciado, además, un nuevo aumento salarial para la protección social y económica del pueblo, ante la llegada de la Navidad. Se trata de un aumento de un 30 por ciento del salario mínimo nacional y de las pensiones, así como diez unidades tributarias adicionales para el cálculo del cestaticket (alimentación), que entra en vigencia inmediatamente y será depositado este 2 de noviembre.
De igual modo, en otra parte de sus declaraciones, Maduro ha criticado la gestión de Santos en los últimos años. “Hay que ver que es bien traidor y malagradecido, Juan Manuel Santos. La única cosa que él hizo en sus ocho años de gobierno fue firmar los acuerdos de paz con las FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia), y lo hizo gracias a (Hugo) Chávez y a este humilde autobusero, presidente que está aquí”, ha dicho.
El Gobierno de Caracas ha acusado en más de una ocasión a Bogotá de promover la “campaña de agresión”, apoyar los actos violentos de la derecha venezolana e injerir en los asuntos internos del país bolivariano.
fdd/anz/fmk/rba/HispanTv
Corea del Norte desarrolla nuevos misiles que alcanzan EEUU
Corea del Norte está desarrollando misiles que podrían alcanzar EE.UU., cuando no han pasado ni seis meses desde que Pyongyang lanzó su primer misil intercontinental.
Es la advertencia que lanza un funcionario estadounidense citado este jueves bajo condición de anonimato por la cadena de televisión CNN. Este nuevo Misil Balístico Intercontinental (ICBM, por sus siglas en inglés) sería apenas parte de un esfuerzo acelerado de Pyongyang para mejorar su capacidad de ataque con misiles y armas nucleares cuanto antes, continúa el medio.
Todas estas mejoras de Pyongyang, alega el funcionario consultado, están forzando a Estados Unidos a volver a calcular el momento de la amenaza que un misil norcoreano podría representar para el país norteamericano y la necesidad de actualizar continuamente las opciones de respuesta que dispondría Washington en el caso de ser atacado.
Se están realizando nuevas y adicionales mejoras para el combustible nuclear de los lanzadores de misiles norcoreanos, los sistemas de guía y de precisión, según han dicho fuentes a CNN. Washington ve muy probable que en 2018 Corea del Norte pueda dar el paso crítico de colocar una ojiva nuclear miniaturizada sobre un misil intercontinental, de acuerdo con las autoridades.
Mientras tanto, se espera que antes de que finalice este año, el Pentágono termine el análisis de la llamada Revisión de Postura Nuclear y la Revisión de Defensa de Misiles Balísticos, dos programas que de ser llevados a cabo, completará el escenario de gastos de miles de millones de dólares que durante décadas se ha destinado al armamento estadounidense para contrarrestar aquella supuesta amenaza tal como ahora la representa Corea del Norte.
Todo ello a pocos días del viaje del presidente estadounidense, Donald Trump, a la región del Pacífico occidental, donde planea visitar los territorios de sus aliados, Japón y Corea del Sur, en medio de las interminables amenazas de guerra entre Trump y el líder norcoreano, Kim Jong-un, que han desatado la tensión en la zona.
Pyongyang defiende que realiza sus pruebas nucleares y balísticas en función a su “derecho a la autodefensa” ante las “intenciones hostiles” de EE.UU. en su contra, como las maniobras militares conjuntas Washington-Seúl en la península de Corea.
aaf/rha/mkh/HispanTv
Trump anula el decreto que permitía a los consumidores demandar a los bancos
El presidente de EE.UU. ha revocado un decreto que impedía a los bancos bloquear las demandas colectivas de clientes en su contra.
El presidente de EE.UU., Donald Trump, ha firmado un decreto a favor de los bancos que revoca una norma adoptada durante la presidencia de Barack Obama que permitía a los clientes plantear demandas colectivas contra las entidades. El decreto firmado por Trump fue aprobado el pasado mes de julio por la Cámara Baja del Congreso y hace dos semanas por el Senado de EE.UU.
De esta forma, los legisladores y el presidente de EE.UU. han cancelado la decisión de la Oficina de Protección Financiera del Consumidor que impedía a los bancos y empresas de emisión de tarjetas de crédito frenar las demandas colectivas de sus clientes, informa el diario 'The Hill'. Antes de esta iniciativa los bancos obligaban a los clientes a renunciar su derecho de presentar demandas colectivas a la hora de abrir las cuentas.
Las demandas colectivas resultan rentables para los clientes, ya que se abaratan los costos legales.
Se trata de la primera acción presidencial de Trump que busca aliviar las restricciones impuestas a los bancos a raíz de la crisis de 2007-2009, informa Reuters. No en vano, una de las principales promesas electorales del actual mandatario estadounidense pasaba por aligerar la regulación del sector financiero.
Actualidad RT
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Derecha venezolana busca crear nuevo país en frontera con Colombia
La Defensa venezolana advierte de un plan desarrollado en la frontera de Colombia para ‘debilitar el Estado venezolano’.
“En la frontera de Venezuela y Colombia se está desarrollando un plan para debilitar el Estado venezolano en la zona llamada Media Luna, de entidades federales con gobernadores de derecha elegidos el 15 de octubre”, ha denunciado este miércoles el ministro de Defensa de Venezuela, Vladimir Padrino López.
En una entrevista concedida al programa Cara a Cara del canal iraní HispanTV, Padrino López ha hecho referencia al extenso contrabando de gasolina y alimentos venezolanos hacia Colombia y a las constantes incursiones de grupos paramilitares en territorio venezolano.
El ministro venezolano ha destacado asimismo los esfuerzos del Gobierno de Caracas por dejar sin efecto las distintas estrategias con las que se trata de sabotear la seguridad nacional de Venezuela.
A este mismo respecto, Padrino López ha informado de reuniones que mantuvo la semana pasada con el canciller venezolano, Jorge Arreaza, para abordar la cuestión.
La Media Luna venezolana comparte 2.219 kilómetros de frontera con Colombia, en una continuidad geográfica que abarca el nororiente colombiano y el suroccidente venezolano.
Anteriormente el fallecido líder bolivariano Hugo Chávez había conjeturado con que la oposición apuntaba a controlar políticamente los estados de Zulia, Táchira, Mérida, Barinas y Apure, “territorios continuos” que forman una especie de Media Luna pegada a la frontera venezolana con Colombia, en la que se “intentaría levantar un movimiento secesionista, golpista, desestabilizador”.
Tal advertencia de Chávez ha llamado la atención en la actualidad, luego de que la derecha venezolana ganara las elecciones regionales en los estados de Zulia, Táchira y Mérida.
“Nosotros no lo hemos perdido de vista, lo tenemos muy presente. Ya tenemos planes adelantados para trabajar con mucha profundidad, desde todos los ámbitos, el tema fronterizo, porque es un tema de carácter estratégico para la nación”, ha indicado Padrino López.
tqi/mla/zss/mkh/HispanTv
‘Israel no llegará al 2º centenario de la Declaración de Balfour’
El líder de HAMAS, Ismail Haniya, habla en una rueda de prensa en el sur de la Franja de Gaza
La ocupación israelí de Palestina no durará lo bastante como para organizar un segundo centenario de la fatídica declaración británica, dice el líder de HAMAS.
El proyecto sionista en el territorio palestino no tiene futuro, ha dicho el líder del Movimiento de Resistencia Islámica de Palestina (HAMAS), Ismail Haniya, en un discurso pronunciado en la conferencia de la Unión Internacional de Clérigos por la Resistencia organizada este miércoles en la capital libanesa.
La conferencia de Beirut se celebra en un momento en que el régimen de Tel Aviv y sus aliados conmemoran el centenario de la Declaración de Balfour, firmada en 1917 por el jefe de la Diplomacia del Reino Unido, que allanó el camino de la creación del régimen de ocupación israelí en los territorios palestinos.
La Declaración es una carta dirigida por el entonces secretario de Asuntos Exteriores británico, Arthur Balfour, a Walter Rothschild, banquero influyente en la minoría judía británica, por la que el Gobierno de Londres se comprometió a “hacer todo lo posible para facilitar la consecución de un hogar nacional judío en Palestina”.
En su discurso en Beirut, luego de criticar la Declaración, Haniya ha reiterado que ninguna proclama ni iniciativa similar a la británica de 1917 puede distorsionar las realidades históricas ni geográficas.
Por otra parte, el líder de HAMAS ha señalado que los palestinos de la ocupada Cisjordania siguen decididos a hacer respetar sus derechos, para lo cual lanzarán una Intifada (“levantamiento”) tras otra, y ha recalcado que la asediada Franja de Gaza se ha convertido en un símbolo de resistencia contra el régimen de ocupación.
En el evento de Beirut, de dos jornadas de duración, participan expertos y académicos de 60 países para discutir las formas de apoyar a los palestinos desde el mundo entero y oponerse a la ocupación y las atrocidades israelíes.
Por su parte, el subsecretario general del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano, (Hezbolá), el sheij Naim Qasem, ha descrito la Resistencia como la única opción que tiene la nación palestina, y ha expresado la esperanza de que el invasor sionista sea derrotado.
La presencia de Israel depende del asesinato, la ocupación y la agresión, ha asegurado el sheij Qasem, quien ha advertido al régimen, en caso de que quiera comenzar una nueva guerra, de que todas sus instalaciones están al alcance de los misiles de la Resistencia.
alg/mla/zss/mkh/HispanTv
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