quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Cuba en la ONU: 191 países votaron contra el bloqueo



La Asamblea General de Naciones Unidas votó la moción cubana para rechazar el bloqueo que desde hace más de 55 años EE.UU. mantiene contra la isla caribeña. Solo Washington e Israel se opusieron.

Este miércoles se encuentra reunida la Asamblea General de Naciones Unidas para debatir el bloqueo económico que EE.UU. sostiene contra Cuba. Los representantes de la isla presentaron, como vienen haciendo desde 1992, una moción de rechazo a esta política económica. La misma recibió el apoyo de 191 Estados y fue rechazada solo por los representantes estadounidenses e israelíes.

A lo largo de los años, cada vez más estados miembro se sumaron al pedido de la isla caribeña de terminar con esta medida que consideran criminal.

En la primera votación fueron 59 los países a favor de la posición cubana, 3 en contra (EE.UU., Israel y Rumania) y 71 abstenciones. En 2016 el resultado fue 191 votos positivos y sólo dos abstenciones (EE.UU. e Israel). No obstante este año Washington volvió a rechazar la moción, modificando su postura del año anterior.



En su alocución ante la Asamblea General el canciller cubano, Bruno Rodríguez, recordó que "en las últimas semanas, el presidente Donald Trump ha reiterado en cuatro ocasiones diferentes que su gobierno no levantará el bloqueo a Cuba a menos que esta realice cambios en su ordenamiento interno". No obstante aseguró que Cuba "jamás aceptará condicionamientos ni imposiciones" y subrayó que "este enfoque aplicado por una decena de sus predecesores no ha funcionado ni funcionará".

Actualidad RT

Estado Islâmico promete matar Neymar e Messi na Copa de 2018


O grupo terrorista Estado Islâmico (Daesh em árabe) continua com suas ameaças para atacar a Copa do Mundo na Rússia em 2018, ameaçando de morte os jogadores Lionel Messi e Neymar da Silva Santos Júnior.

O portal da organização Site Intelligence Group, dedicado ao monitoramento da atividade terrorista na web, apresentou o anúncio publicado no site dos terroristas mostrando Messi morto, enquanto Neymar “espera sua execução”. A imagem é acompanhada da frase: “Eles nunca terão segurança”.

Em outra montagem relatada anteriormente, foi o treinador do time de futebol francês, Didier Deschamps, que foi o alvo das ameaças. Na foto, o treinador francês aparece algemado e usa uma roupa de prisioneiro cor laranja, enquanto um membro do Estado Islâmico aponta para ele uma pistola. “Vamos continuar a aterrorizá-los e arruinar suas vidas”, afirmam os terroristas no anúncio.

Os terroristas estão sendo derrotados na Síria graças à intervenção da Rússia, reduzindo o grupo terrorista para apenas 6% do que eles representavam antes da entrada da Rússia na guerra. Para observadores políticos, os EUA, Inglaterra, Israel, Arábia Saudita e França tem apoiado os terroristas ao enviar armas para a oposição síria, que se mistura com os terroristas, e as armas vão todas parar nas mãos do Estado Islâmico, organização terrorista que tem promovido ataques em diversas cidades da Europa.

As ameaças de morte a Neymar e Messi foram desclassificadas pelo governo russo, que tem adotado medidas eficazes para combater os terroristas na Rússia e na Síria. Entretanto, é possível que os jogadores se sintam ameaçados nos dias de jogos e isso possa prejudicar a atuação de ambos.

HÁ 5 ARGENTINOS ENTRE OS 8 MORTOS DO ATENTADO DE NOVA YORK


Brasil 247 - Cinco argentinos estão entre os 8 mortos do atentado terrorista em Nova York, nesta terça-feira (31), segundo o Ministério de Relações Exteriores da Argentina. Um caminhão invadiu uma ciclovia no sul de Manhattan, atropelando várias pessoas. Além dos mortos, 11 pessoas ficaram feridas.

Segundo a fonte oficial da Argentina, as vítimas teriam entre 45 e 50 anos e faziam parte de um grupo de amigos que estudaram juntos em Rosario e foram aos EUA para visitar um ex-colega que mora em Nova York.

As vítimas foram identificadas pelo Ministério de Relações Exteriores como Hernán Diego Mendoza, Diego Enrique Angelini, Alejandro Damián Pagnucco, Ariel Erlij e Hernán Ferruchi. Além deles, Martín Ludovico está entre os feridos e está internado.

O Consulado argentino informou que trabalha em contato permanente com as autoridades policiais dos EUA, com os hospitais em Nova York e com os familiares dos argentinos.

As informações são de reportagem do G1.

O ataque

Atentado aconteceu ontem em uma ciclovia próxima à região do World Trade Center.

Um homem invadiu a faixa de ciclistas com um caminhão e seguiu por ele por mais de um quilômetro até bater em um ônibus escolar. O terrorista então saiu do veículo portano uma arma de paintball e outra de ar comprimido, sendo em seguida baleado pela polícia e detido.

O jornalista da CNN Jim Sciutto afirma, segundo "múltiplas fontes", que o suspeito gritou "Allahu Akhbar" (Deus é Grande, em árabe).

A imprensa dos EUA identificou o motorista como Sayfullo Saipov, um homem de 29 anos originário do Uzbequistão, que teria dois endereços nos EUA - um na Flórida e outro em Nova Jersey. Uma fonte da rede CBS disse que ele teria deixado um bilhete perto ou dentro do caminhão com referências ao Estado Islâmico.

Coreia do Norte 'revela ao mundo' a 'verdadeira natureza' de Donald Trump


A agência estatal de notícias da Coreia do Norte, KCNA, lançou um novo ataque retórico contra o presidente dos EUA, Donald Trump, batizando-o de "maníaco da guerra nuclear" alguns dias antes da sua primeira visita oficial como chefe de Estado aos países asiáticos.

A KCNA qualificou como "retórica bélica e irresponsável" as declarações de Trump contra a Coreia do Norte, chamando o governante estadunidense de "mestre de injúrias" que "necessita de um médico para curar seu distúrbio psicológico".

Além disso, a agência acredita que revelou ao mundo a verdadeira natureza de Donald Trump, chamando-o de um "maníaco da guerra nuclear".

Finalmente, a KCNA criticou a política de sanções introduzidas contra Coreia do Norte e assegurou que isso será ineficaz.
Esta crítica metafórica da agência estatal norte-coreana é expressa no âmbito da troca de frases duras entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte que continua sem parar durante os últimos meses e que aumenta as tensões cada vez mais entre os dois Estados, indica a AFP.

Por exemplo, Donald Trump titulou o líder norte-coreano Kim Jong-un de "homem míssil", enquanto Kim Jong-un respondeu chamando o presidente estadunidense de "velho lunático".

As tensões entre estadunidenses e norte-coreanos subiu consideravelmente nos últimos meses, após dois testes com mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs, sigla em inglês) no mês de julho, e o sexto teste nuclear da Coreia do Norte em setembro. Como resposta, Trump usou a tribuna da ONU para ameaçar com a "destruição total" da Coreia do Norte.

Sputinik Brasil

Gobierno de Colombia autoriza bombardear zonas de disidencia de las FARC


El Gobierno de Colombia autorizó a la Fuerza Pública para que puede llevar a cabo bombardeos contra los disidentes, es decir, hacer uso de toda la fuerza letal contra quienes no se acogieron al Acuerdo de Paz e insisten en actividades como el narcotráfico.

Por cuenta de una directiva firmada por el ministro de Defensa, Luis Carlos Villegas, las Fuerzas Militares ya cuentan con vía libre para efectuar bombardeos aéreos y utilizar toda su artillería contra disidentes de las Farc y reductos de bandas de crimen organizado.

El objetivo es contar con los suficientes instrumentos logísticos para poder ir a la ofensiva no solo contra las bandas criminales, sino contra disidentes de las Farc que se opusieron al Acuerdo de Paz alcanzado con el Gobierno en La Habana (Cuba), al parecer, para mantener negocios criminales como el narcotráfico y las extorsiones.

Según investigaciones de la Fundación Paz & Reconciliación, actualmente hay presencia de la disidencia y de las estructuras desertoras en 35 municipios y en otros seis ha habido algunas incursiones sin presencia permanente, para un total de 41 municipalidades.

La disidencia opera en el departamento de Guaviare, algunos municipios del sur del departamento del Meta y recientemente ha incursionado en Caquetá. Cuenta con cerca de 400 combatientes, de los cuales alrededor de 310 eran guerrilleros de las Farc, los otros son nuevos reclutas.

Aporrea

Líder iraní urge al mundo musulmán a continuar la lucha antiisraelí


El Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, ofrece un discurso en Teherán, capital persa

El Líder iraní, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, ha señalado que la responsabilidad ‘inolvidable’ de la causa palestina cae sobre los hombros del mundo islámico.

“La gran responsabilidad inolvidable de Palestina cae sobre los hombros de todo el mundo musulmán y sin duda alguna, la élite científica, clerical y política, además de las autoridades de los países islámicos tienen la mayor parte de esta responsabilidad”, ha indicado el ayatolá Jamenei en una carta publicada este miércoles en su página oficial.

En la misiva enviada al presidente de la Unión Internacional de Clérigos por la Resistencia en El Líbano, Maher al-Hamud, el Líder de la Revolución Islámica de Irán ha urgido a todas las personas que sienten esta responsabilidad a continuar la lucha contra el régimen de Israel.

Mediante la carta, enviada con la ocasión de la celebración de la conferencia de la Unión Internacional de Clérigos por la Resistencia, el Líder iraní ha enfatizado que la lucha contra el sionismo es una lucha “sagrada” que traerá consecuencias positivas.

El ayatolá Jamenei ha añadido que el compromiso divino garantiza la “victoria definitiva” ante el régimen usurpador de Tel Aviv, “y su conferencia de hoy (miércoles) forma parte de este movimiento colectivo y masivo”, ha matizado.

Por último, el Líder iraní ha pedido a Dios todopoderoso el éxito para todos los miembros de este ente internacional en sus tareas.

La Liga Árabe (LA) por su parte, pidió el pasado 23 de octubre, a los Estados árabes reactivar el boicot contra Israel en el marco de una “resistencia pacífica” a favor del pueblo palestino. Asimismo, la entidad panárabe criticó a este régimen usurpador por continuar la construcción de asentamientos ilegales en Cisjordania.

En abril pasado, en reacción a una nueva edificación ilegal en esta zona palestina, la Liga Árabe acusó al primer ministro israelí, Benyamin Netanyahu, de “envenenar la atmósfera” para bloquear la paz.

ask/ktg/msf/HispanTv

Organizaciones palestinas de América Latina condenan ataques a Gaza


Palestinos asisten al funeral de un palestino que murió durante el reciente ataque israelí a la Franja de Gaza, 31 de octubre de 2017.

Organizaciones palestinas de América Latina y el Caribe condenan los recientes ataques israelíes contra la Franja de Gaza.

HispanTv - En el marco del congreso extraordinario de la COPLAC - que se realiza desde ayer en el Club Palestino de Santiago de Chile- los principales representantes de comunidades palestinas de la región emitieron una declaración pública condenando el ataque israelí que ayer dejó sin vida a siete palestinos.
En razón de los recientes ataques contra la Franja de Gaza, las organizaciones palestinas de América Latina y el Caribe, reunidas en Santiago de Chile durante el día de hoy, 31 de octubre de 2017, vienen en declarar lo siguiente:

Condenamos enérgicamente el brutal ataque del Régimen de Israel en contra de la Franja de Gaza, el que culminó con el asesinato de 7 palestinos y 10 heridos.
Afirmamos que el objetivo de esta ofensiva militar de carácter terrorista por parte del estado israelí, es debilitar la formación del gobierno de unidad, tras la reconciliación entre los principales movimientos políticos de Palestina.
Manifestamos que el Pueblo Palestino lucha y seguirá luchando por recuperar su libertad, por el respeto de sus derechos, por su autodeterminación y porque les sea permitido ejercer su capacidad de autogobernarse, pese a que Israel insiste en sus políticas de represión y bloqueo, intensificando la ocupación y segregando a los palestinos de sus trabajos y familias.
Hacemos un llamado a la Comunidad Internacional, a la sociedad civil y a nuestros gobiernos a terminar con las indiferencias y el doble estándar frente a las agresiones y la violaciones permanentes y sistemáticas a la legalidad internacional que Israel comete, y tomar medidas reales y concretas para detener las agresiones de Israel, repudiar estos actos de violencia y para que se inste a dicho Estado a abandonar sus políticas de ocupación, colonización, limpieza étnica y Apartheid contra la población palestina.

CHILE
Federación Palestina de Chile
Club Palestino
Comité Democrático
Grupo Palestina Libre
Unión General de Estudiantes Palestinos (UGEP)
Organización Solidaria con Palestina (OSP – UC)
Centro Árabe de Concepción
Juventud Chileno-Árabe por Palestina de Valdivia

BRASIL
Unión Democrática Das Entidades Palestinas del Brasil
Sociedade Árabe Palestino Brasileira de Santa María
Socidade Palestina, Brasília
Sociedade Árabe Palestino Brasileira de Porto Alegre
Sociedade Árabe Palestino Beneficente Do Brasil
Centro Cultural Árabe Palestino de Mato Grosso Do Sul
Comitê Catarinense De Solidariedade Com o Povo Palestino, Florianopolis
Centro Cultural Árabe Palestino Brasileiro de São Paulo
Soceidades Árabe Palestina de Corumbá MS
Comitê da Palestina Democrática
Centro Cultural Palestino Brasileiro do Rio Grande do Sul
Instituto Brasil Palestina
Movimiento Palestina para Todos

EL SALVADOR
Club Árabe Salvadoreño
Asociación Salvadoreña Palestina

VENEZUELA
Asociación Canaán
Asociación Al Nakba
Movimiento Venezolano de Solidaridad con Palestina

GUATEMALA
Asociación Comunidad Palestina
Asociación Árabe Guatemalteca

BOLIVIA
Juventud Árabe de Bolivia

PANAMÁ
Cámara de Comercio Árabe Panameña
Comunidad Palestina de Panamá
Club Unión Árabe de Panamá

COLOMBIA
Fundación Cultural Colombo Palestina
Asociación Damas Colombo Palestino

PERÚ
Instituto Cultural Peruano Palestino

ARGENTINA
Casa Palestina

CUBA
Unión Árabe de Cuba

Presidente ruso arriba en Irán para una visita oficial



El presidente de Rusia, Vladimir Putin, ha llegado este miércoles a Teherán, la capital de Irán, donde tiene planeado reunirse con autoridades iraníes.

En la agenda de Putin está una reunión trilateral con los presidentes de Irán y Azerbaiyán, Hasan Rohani e Ilham Aliev, respectivamente, en la que las partes discutirán vías para desarrollar las cooperaciones en los ámbitos políticos y económicos.

Del mismo modo las partes abordarán el gigantesco proyecto del Corredor Norte-Sur, una nueva ruta de tránsito alternativa al canal de Suez, que los tres países planean construir y que facilitaría significativamente el traslado de buques y navíos desde el Golfo Pérsico y el mar de Omán a Europa.

También, según la nota publicada el lunes por el Kremlin, el mandatario ruso se reunirá por separado con el presidente de Irán y el jefe de Estado de Azerbaiyán para abordar la cooperación en la lucha contra el terrorismo.

Además se prevé que haya discusiones sobre la crisis en Siria y las vías y medidas que podrían posibilitar e impulsar que las partes implicadas lleguen a un acuerdo político que solucione esta crisis.

hgn/ktg/msf/HispanTv

terça-feira, 31 de outubro de 2017

A Coreia do Norte explica que a ONU traiu a sua missão – A mídia corporativa silenciou este discurso


Resistir - por Ri Yong Ho [*]

“De fato, o acordo internacional sobre a não proliferação nuclear só foi possível porque as potências nucleares haviam feito a promessa de não ameaçar com as mesmas os Estados não dotados de armas nucleares”.

Ministro Ri Yong Ho. O artigo 10 do Tratado de Não Proliferação determina que cada parte tem o direito de se retirar do Tratado se decidir que os seus interesses supremos foram postos em causa. Este artigo reconhece que os interesses supremos dos Estados estão acima da não proliferação nuclear.

Afinal de contas, os próprios Estados Unidos entravaram os esforços internacionais de não proliferação ao não renunciarem à ameaça nuclear contra a RDPC, mas obrigando-a ao invés a possuir armas nucleares.

Isto demonstra eloquentemente que as “resoluções” anti-RDPC não são fundamentadas sobre princípios estabelecidos e que elas são nada menos que produtos da antiga prática não democrática do Conselho de Segurança, da conspiração e da conivência das forças obcecadas unicamente pelos seus interesses adquiridos.

Os Estados Unidos pretendem que a posse pela RDPC de mísseis balísticos e de bombas H constitui uma “ameaça global”, mesmo em plena ONU. Mas esta afirmação é uma mentira grosseira que se aparenta à tristemente célebre “grande mentira” fabricada pelos Estados Unidos em 2003 a propósito da existência no Iraque de armas de destruição maciça a fim de invadir este país.

A República Democrática e Popular da Coreia é um estado nuclear responsável.

Vamos tomar medidas preventivas sob a forma de ações impiedosas caso os Estados Unidos e suas forças vassalas derem sinais de preparação de uma espécie de operação de “decapitação” do nosso quartel-general ou de um ataque nuclear contra o nosso país. Entretanto, não temos qualquer intenção de utilizar ou ameaçar utilizar nossas armas nucleares contra os países que não se associam às acções militares dos Estados Unidos contra a RDPC.

Os Estados Unidos recorreram a uma intriga para condenar a posse de armas nucleares pela RDPC como “uma ameaça global” a fim de encontrar um pretexto para constranger os outros Estados membros das Nações Unidas a executar “resoluções” sancionatórias contra a RDPC.

É uma tentativa egoísta e maliciosa dos Estados Unidos para escapar à sua responsabilidade na questão nuclear da península coreana e para defender seus próprios interesses utilizando e sacrificando outros países que nada têm a ver com a questão.

O governo da RDPC fez um pedido ao Secretariado da ONU para que seja organizado um fórum de peritos em direito internacional a fim de avaliar os argumentos de direito e de legalidade das “resoluções” do Conselho de Segurança, mas desde há nove meses já não tivemos nenhum eco do Secretariado.

Passa-se o mesmo com o facto de que a RDPC fez repetidos pedidos à ONU para discutir a grave ameaça à paz e à segurança internacional causada pelos exercícios militares agressivos e provocatórios conjuntos da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, mas estes pedidos nunca foram postos na ordem do dia do Conselho de Segurança e foram repelidos todas as vezes.

A Carta das Nações Unidas determina que os membros da Organização das Nações Unidas aceitam e aplicam as decisões do Conselho de Segurança.

Se as “resoluções” sobre a RDPC adoptadas no Conselho de Segurança fossem verdadeiramente justas e legítimas, não seria necessário que todos os embaixadores americanos no estrangeiro e mesmo o presidente e o secretário de Estado se agitassem a constranger outros países a executarem as “resoluções”. Além disso, não seria necessário para os Estados Unidos fazer com que os seus fantoches, como a Coreia do Sul e o Japão, participassem nesta atividade.

Os Estados membros das Nações Unidas não devem ceder às pressões de uma grande potência, aplicando as resoluções do Conselho de Segurança, mas sim fazer um julgamento independente sobre a legalidade, a imparcialidade e a moralidade destas resoluções e contribuir para a promoção da reforma da ONU elevando suas vozes contra o despotismo e o arbítrio.

Senhor Presidente, os Estados Unidos efetuaram sanções contra o nosso país exatamente desde o primeiro dia da sua fundação e pode-se dizer que os mais de 70 anos da longa história da RDPC são uma história de luta, de perseverança na via do auto-desenvolvimento no quadro das sanções mais duras do mundo.

Graças a uma luta longa e tão difícil, agora estamos enfim a apenas alguns passos da conclusão da nossa força nuclear nacional. Imaginar a possibilidade de que a RDPC seja abalada uma polegada que seja ou que modifique sua posição devido a sanções por parte das forças hostis não é senão uma esperança desesperada.

Virá o dia, certamente num futuro próximo, em que acabaremos com todos os danos infligidos ao nosso desenvolvimento económico pacífico e à melhoria do nível de vida do povo e com todos os sofrimentos impostos às nossas mulheres, crianças e pessoas idosas pelas sanções odiosas e bárbaras contra a nossa República.

A RDPC já organizou um comité nacional de investigação aos danos a fim de fazer um estudo aprofundado do conjunto dos danos infligidos à nossa República por todos os tipos de sanções.

Este comité fará uma investigação aprofundada e recenseará todos os danos físicos e morais impostos à RDPC pelos Estados Unidos, seus discípulos e igualmente pelos países que estão submetidos à coerção dos Estados Unidos.

No momento em que esta chantagem das sanções e da pressão atinge um ponto crítico, arrastando a península coreana a uma situação incontrolável, os resultados da investigação deste comité terão um efeito enorme designando os responsáveis.

Senhor Presidente, minha delegação aproveita esta ocasião para exprimir um apoio forte e a sua solidariedade ao governo cubano e aos povos que se batem para defender sua soberania nacional e realizar a justiça internacional contra o despotismo, o arbítrio e o embargo unilateral dos Estados Unidos.

Exprimimos igualmente um apoio firme e a nossa solidariedade ao governo e ao povo da Venezuela que lutam para defender a soberania nacional e a causa do socialismo. Os atos injustos e desprezíveis, tais como fecharem os olhos às ações odiosas de Israel condenando simultaneamente e de todas as maneiras possíveis o governo sírio, que se bate para proteger sua soberania nacional e a segurança, não mais deveriam ser tolerados.

O governo da RDPC defenderá certamente a paz e a segurança do país com o seu poderoso dissuasor nuclear e contribuirá igualmente para a salvaguarda da paz mundial e da segurança.

Em consequência, estamos convencidos de que a paz e a segurança do nordeste da Ásia e da região no seu conjunto foram consolidadas.

Não temos necessidade do reconhecimento por quem quer que seja do nosso estatuto de Estado dotado da arma nuclear e da nossa capacidade de ataque nuclear.

O míssil balístico marcado com o nome sagrado da RDPC voou acima do universo, acima do céu azul infinito, a ogiva do nosso foguete deixou seu traço sobre as vagas azuis do Oceano Pacífico e a formidável explosão e vibração da bomba de hidrogénio foram registados por este planeta.

Se bem que a nossa decisão de possuir armas nucleares tenha sido uma opção inevitável provocada pelos Estados Unidos, ela conduziu nosso país a atingir o estatuto de potência nuclear e de potência balística – e este prestígio está agora inscrito no destino imortal da RDPC.

Senhor Presidente, o fracasso da Organização das Nações Unidas no cumprimento do seu papel para a realização de uma verdadeira justiça internacional é devido principalmente às velhas práticas não democráticas do Conselho de Segurança. Ninguém mais senão o Conselho de Segurança despreza a Carta das Nações Unidas desde o seu artigo primeiro e age apenas para a prossecução da vontade e do interesse dos seus Estados membros.

Deve-se observar que um pequeno país anti-imperialista pode diante da Assembleia-Geral das Nações Unidas lembrar aos donos desta instituição que eles não são os donos do mundo.

A íntegra do discurso oficial do ministro Ry Yong Ho:

Senhor Presidente, em primeiro lugar permita-me felicitar Vossa Excelência Sr. Miroslav Lajèák pela vossa eleição à presidência da 72ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas. Desejo pleno êxito à presente sessão sob a vossa direção avisada.

Antes de abordar os principais pontos do meu debate, sou obrigado a fazer comentários sobre o discurso pronunciado há quatro dias por alguém, chamado presidente dos Estados Unidos, que sujou esta arena sagrada da ONU. Uma vez que Trump pronunciou nesta mesma tribuna palavras violentas e irresponsáveis provocando a dignidade suprema da República Democrática e Popular da Coreia (RDPC), penso que é bastante justo para mim dar uma resposta no tom correspondente.

No decorrer dos seus oito meses de poder, ele transformou a Casa Branca num campo de feira ruidoso e pejado com o ribombar de pérolas de tambores e agora tentou transformar a reunião da ONU num ninho de gangsters onde o dinheiro é respeito e o banho de sangue está na ordem do dia.

A realidade é absurda: uma pessoa como Trump, mentalmente desarranjada, cheia de megalomania e de satisfação consigo próprio, a pessoa que é acusada mesmo por americanos de ser o “comandante do sofrimento”, “Rei mentiroso”, “Presidente do mal” ocupa agora a presidência. A realidade é perigosa: este jogador que envelheceu utilizando ameaças, fraudes e outras técnicas para adquirir lotes de terreno detém o botão nuclear. Eis o que constitui hoje a mais grave ameaça à paz e segurança internacionais.

Devido à sua falta de conhecimentos comuns de base e de opiniões pessoais, ele tentou insultar a dignidade suprema do meu país comparando-o a um foguete. Ao assim fazer, entretanto, cometeu o erro irreversível de tornar inevitável a visita dos nossos foguetes ao conjunto do território dos Estados Unidos.

Nenhum outro senão o próprio Trump está em missão suicida. Caso vidas inocentes dos Estados Unidos sejam perdidas por causa deste ataque suicida, Trump será tido como inteiramente responsável.

O líder respeitado supremo, o camarada Kim Jong Un, declarou: “Como o homem que representa a RDPC e em nome da dignidade e da honra do meu Estado e do meu povo, e em meu próprio nome, vou fazer pagar caro ao homem que tem a prerrogativa de comandante em chefe dos Estados Unidos seu discurso apelando a destruir totalmente a RDPC.

Trump talvez não estivesse muito consciente das propostas saídas da sua boca mais vamos nos assegurar de que ele suportará as consequências bem para além das suas palavras, bem para além do âmbito do que possa gerar mesmo se estiver pronto a fazê-lo.

Senhor Presidente: pensemos nos povos: lutar pela paz e uma vida decente para todos num planeta durável; é o tema da presente sessão. Para que todos os países e todos os povos possam desfrutar da paz e de uma vida decente é imperioso realizar antes de mais nada uma verdadeira justiça internacional. A realização da justiça internacional é uma das principais missões da Organização das Nações Unidas.

Senhor Presidente, o artigo 1 da Carta das Nações Unida determina “…alcançar por meios pacíficos e de acordo com os princípios da justiça e do direito internacional o ajustamento ou a regulação dos diferendos internacionais ou das situações que poderiam implicar uma violação da paz”.

Entretanto, devido ao autoritarismo e ao arbítrio no momento actual por parte de uma única grande potência, o objeto e os princípios da Carta das Nações Unidas e de outros princípios básicos das relações internacionais são hoje deliberadamente ignorados na arena da ONU.

Atos anormais justificando e legitimando o despotismo, o arbítrio e os atos de violação da verdade e da justiça são compartilhados ou tolerados.

A violação mais extensa da justiça internacional pode ser observada na península coreana.

Atos de injustiça sem precedentes, como a imposição de sanções severas sobre uma vítima pela razão de esta ter escolhido resistir ao agressor são abertamente cometidos em nome da ONU.

A essência da situação da península coreana é uma confrontação entre a RDPC e os Estados Unidos, onde esta (a RDPC) tenta defender sua dignidade e soberania nacional contra a política hostil e as ameaças nucleares daquela (os EUA).

Os Estados Unidos são o país que produziu primeiro armas nucleares e o único país que as utilizou, massacrando centenas de milhares de civis inocentes.

São os Estados Unidos que ameaçaram utilizar a arma nuclear contra a RDPC no decorrer da guerra da Coreia em 1950 e que introduziram pela primeira vez armas nucleares na península coreana após a guerra.

No decorrer da guerra fria os Estados começaram exercícios militares conjuntos em grande escala contra a RDPC e, a seguir, aumentaram sua importância e seu carácter agressivo após a guerra fria, organizando estes exercícios várias vezes a cada ano e mobilizando cada vez mais meios nucleares.

O que é que poderia ser uma ameaça maior do que a violência de observações tais como “O fogo e o furor”, “Destruição total” vindas da autoridade superior da maior potência nuclear?

Os Estados Unidos são a própria razão para a RDPC possuir armas nucleares e ela deve reforçar e desenvolver sua força nuclear para enfrentar os Estados Unidos.

A política hostil dos Estados Unidos e as ameaças nucleares continuaram durante mais de 70 anos e conduziram a situação na península coreana a um ponto de fricção permanente. Mas nas Nações Unidas resoluções que legalizam a injustiça são adoptadas seletivamente devido à brutalidade dos Estados Unidos.

O respeitado líder, o camarada Kim Jong Un, presidente da Comissão dos Assuntos de Estado da RDPC, declarou: “A justiça internacional jamais é atingida por si mesma; ela não pode ser atingida senão quando os países anti-imperialistas independentes forem bastante fortes”.

A menos que a verdadeira justiça internacional não se torne realidade, o único princípio filosófica válido é que a força deve ser tratada pela força e que as armas nucleares da tirania devem ser tratadas com os martelos nucleares da justiça.

A posse da dissuasão nuclear pela RDPC é uma justa medida de auto-defesa tomada como última opção, conforme este princípio.

Recentemente a RDPC testou com êxito um míssil balístico capaz de transportar uma bomba H como parte dos esforços desenvolvidos para atingir o objetivo de completar a força nuclear do país.

Com isto, a RDPC entrou numa fase em que completa sua força nuclear conforme a sua linha de desenvolvimento simultâneo da economia e da força nuclear.

Nossa força nuclear nacional é, em todos os aspectos, uma arma de dissuasão para por termo à ameaça nuclear dos Estados Unidos e para impedir sua invasão militar; nosso fim último é estabelecer o equilíbrio de forças com os Estados Unidos.

Senhores e Senhoras, os delegados de todos os países presentes nesta sessão estão conscientes do facto de que a RDPC, ao contrário de outros Estados dotados de armas nucleares, a cada passo tornou público para o mundo inteiro o processo de teste e seu resultado em todas as etapas da elaboração e do avanço da sua força nuclear.

Uma vez que a arma de dissuasão para preservar a paz e a segurança da península coreana e da região está suficientemente reforçada, os Estados Unidos e seus discípulos devem agora refletir duas vezes antes de lançar uma provocação militar contra a RDPC.

Ainda que eles falem de “Fogo e furor”, de “Destruição total” e tudo o resto, cada vez têm de acrescentar condições diversas tais como “esperamos que não seja necessário”, “esta não é nossa primeira opção” e assim por diante.

[*] Ministro dos Negócios Estrangeiros da República Democrática e Popular da Coreia. As referidas declarações foram pronunciadas durante o debate geral da 72ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, em 23/Setembro/2017. As deficiências na qualidade do texto deveram-se às traduções sucessivas. Este foi baseado no vídeo em inglês em https://youtu.be/fbDW_GOvOZA , o qual foi traduzido para o francês e retraduzido para português.

O alvo preferido dos EUA na Síria são os civis e não os terroristas


Valter Xéu*

Enquanto o exercito sírio atuam em força conjunta com os russos na tentativa de derrotar os terroristas do EI, os Estados Unidos e a sua coalizão formada pelas potencias ocidentais, além de armar e treinar os terroristas se dá ao trabalho de assassinar civis sírios e isso levou o governo de Bachar Al Assad a denunciar na ONU. Agora, imagine o dia em que o exercito sírio por engano, passar fogo em alguns soldados da coalizão.

De imediato o Conselho de Segurança da ONU se reunirá e de lá os EUA tentará tirar um apoio para atacar Damasco o que na certa seria vetado pela Rússia e pela China, mas como de costume, eles – que já estão lá – atacariam de qualquer forma e o final disso tudo é bastante imprevisível.

Por isso que aquele gordinho “simpático” e midiático lá da Coreia do Norte tem todo o direito de ser armar, pois sabe que o perigo de uma invasão é iminente e não espera ver acontecer o que se deu no inicio dos anos 50 quando forças norte “democráticas” americanas invadiram seu pais matando mais de dois milhões de civis jogando bombas de naplan em centenas de aldeias.

E ai fica a pergunta: Ate quando o mundo continuará assistindo passivamente o assassinato de civis sírios pelas forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos?

Enquanto os russos e sírios lutam lado a lado contra os grupos terroristas as forças de coalizão acontecem justamente o contrario, pois elas só atacam civis desarmados e raro é o dia que isso não aconteça.

A Síria reclama na ONU constantemente, pois isso caracteriza crimes de guerra executados pelas forças da coalizão liderada pelos EUA que lá estão como invasora e não como convidada para a luta de combate ao terror, pois essa força é de fato o terror que ao lado dos diversos grupos formados treinados e armados pelo ocidente, atuam conjuntamente para a derrubada do governo de Bachar Al Assad que ousa não se submeter aos ditames ocidentais (leiam-se EUA).


Enquanto o massacre continua, a ONU se limita em assistir, demonstrando que a entidade hoje serve de palco somente para punir pequenos e fracos países e não as potencias ocidentais que não cumprem nenhuma resolução e que alias, nem chegam a ser discutidas como alguns que condenam o governo israelense pelo genocídio contra o povo palestino.

A entidade sempre fecha os olhos para os massacres perpetrados por países como EUA, Reino Unido, França, Itália ou para alguns países que vivem sob a proteção desses citados.

Foi assim com o Iraque onde tropas ocidentais destroçaram o país que hoje vive uma luta fraticida entre as diversas facções, foi assim com a Líbia de Kaddaf que era o segundo IDH do Oriente Médio, atrás apenas de Israel e hoje um país totalmente destruído por uma guerra civil onde as potencias da destruição, Estados Unidos, França, Inglaterra e Itália, além de armar os diversos bandos rivais, roubam descaradamente às riquezas do país como o petróleo e vários minérios.

E assim, caminha a humanidade, assistindo passivamente tudo isso, onde uma mídia totalmente ajustada aos interesses desses países invasores ate por que ela também lucra com isso, faz a cabeça do cidadão, e assim cria um bando de midiotizados pelo mundo e que são usados sempre que houver a necessidade de direcionar a opinião publica, seja com a explosão de uma bomba em qualquer rua movimentada de uma cidade qualquer país europeu, seja alguém dirigindo loucamente um caminhão desgovernado atropelando e matando cidadãos inocentes.

Os serviços de inteligência estão preparados para todo e qualquer serviço sujo, mesmo que seja o de tirar a vida de alguns inocentes, onde de imediato se encontrará algum documento provando que foi um ato terrorista e ai entra a mídia e faz o resto do serviço sujo, como fez no Iraque com o estardalhaço das armas químicas e depois de comprovado que o país não as possuía, essa mesma mídia “esqueceu” de noticiar o fato pois elas estava – e continua – a serviço dos invasores.


Valter Xéu é diretor e editor do Pátria Latina e Irã News e colabora com artigos para publicações como o “Pravda” (Rússia), Pars Today (Irã), Diários da Liberdade (Portugal) Palestina Libération (Palestina) The Persian Gulf Times (Oriente Médio) e inúmeras publicações no Brasil.

EUA não excluem ataque nuclear preventivo contra Pyongyang sem autorização do Congresso


O chefe do Pentágono, James Mattis, explicou ao Senado que não exclui a situação em que o presidente teria que utilizar a força militar sem aprovação do Congresso, informa o jornal AIF.

Durante uma sessão do Comitê das Relações Exteriores do Senado estadunidense, o chefe do Pentágono James Mattis admitiu nesta segunda (30) que é possível imaginar uma situação em que o presidente dos EUA Donald Trump, poderia ordenar um ataque nuclear preventivo sem autorização do Congresso.
"Se percebermos que eles estão se preparando para isso e que isso é iminente, posso imaginar este tipo de situação", respondeu Mattis a um congressista que lhe perguntou sobre o âmbito dos poderes da Administração dos EUA no contexto de tensões com a Coreia do Norte, informa o AIF (Argumenty i Fakty). Ele enfatizou também que tal decisão seria "considerada cuidadosamente".

Embora o presidente norte-americano precise do consentimento do Congresso para tomar medidas militares, o Artigo 2 da Constituição dos EUA estabelece que para proteger o país de ameaças iminentes, o presidente pode usar o Exército sem autorização prévia do poder legislativo, expressou o RT.

O secretário de Estado, Rex Tillerson, que também participou da sessão, indicou que em uma situação como a mencionada se tratasse de uma "decisão baseada em fatos", embora evitou dar uma definição precisa do que constituiria uma "ameaça nuclear iminente aos EUA" por parte da Coreia do Norte que implicará a necessidade de uso da força.

Sputnik Brasil

LULA: VOU DEVOLVER A DEMOCRACIA PARA O BRASIL


Minas 247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que está "perdoando os golpistas" e que é perseverante para "virar o jogo e trazer a democracia de volta".

"Estou perdoando os golpistas que fizeram essa desgraça no país", disse em referência a Juscelino Kubitschek, que perdoava os militares após tentativas de derrubá-lo.

Lula discursou em Belo Horizonte, onde encerrou nesta segunda (30) sua caravana por Minas Gerais. Durante oito dias, ele percorreu 20 cidades pelo interior do Estado.

Afirmando ter convicção de que é possível recuperar o país, ex-presidente voltou a defender um referendo revogatório e a democratização dos meios de comunicação.

"Se o PT não tiver alternativa, se a esquerda não tiver alternativa, eu posso voltar a ser candidato", afirmou.

A defesa da ascensão da classe média e dos programas na área de educação pautaram o discurso do petista.

Lula também criticou as medidas deMichel Temer (PMDB), afirmando que ele "praticou um aborto no futuro do país".

As informações são de reportagem de Carolina Linhares na Folha de S.Paulo.

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Ex-jefe de campaña de Trump y dos asesores imputados por "conspiración contra los EEUU"


Aporrea - El abogado Paul Manafort, ex jefe de la campaña electoral del mandatario Donald Trump, fue imputado este lunes por "conspiración contra Estados Unidos", tentativa de lavado de dinero y no registrarse como agente de un país extranjero, en el marco de la trama rusa

Manafort también fue inculpado por ofrecer falso testimonio sobre su papel como agente extranjero y no presentar las debidas declaraciones sobre cuentas bancarias en el exterior y registros financieros.

El abogado acudió a una oficina del FBI en compañía de un hombre que no fue identificado, acatando una orden de entregarse.

La prensa local estadounidense señaló que un socio de Manafort y figura principal en la campaña política de 2016, Rick Gates, también fue imputado formalmente en las investigaciones que conduce el fiscal especial Robert Mueller.

Las pesquisas tienen por objetivo determinar si hubo si Moscú interfirió en las elecciones del año pasado a favor de Trump.

Los 12 cargos contra Manafort y su socio Rick Gates no están relacionadas directamente con actividades del comité electoral de Trump, sino con delitos cometidos mientras el influyente abogado dirigía la campaña presidencial.

Esta investigación, que se transformó en el mayor dolor de cabeza para la Casa Blanca, se concentra en los contactos entre dirigentes de la campaña de Trump y funcionarios rusos durante la campaña.

El viernes, la cadena de televisión CNN informó que un gran jurado federal aprobó las primeras imputaciones en este caso, abriendo una intensa oleada de rumores sobre inminentes arrestos.

Durante el fin de semana, el presidente Trump recurrió a Twitter para atacar a las investigaciones.

"Todas estas conversaciones sobre 'Rusia' justo cuando los republicanos impulsan una histórica reforma y reducción de impuestos. ¿Es una coincidencia? ¡NO!", escribió en uno de sus mensajes.

De acuerdo con Trump, "no existe" colusión. "Los demócratas están utilizando esta terrible cacería de brujas para hacer política".

El abogado Paul Manafort, exjefe de campaña del presidente Donald Trump, fue imputado por "conspiración contra Estados Unidos", tentativa de lavado de dinero y no registrarse como agente de un país extranjero, informó este lunes la justicia.

Manafort también fue inculpado por ofrecer falso testimonio sobre su papel como agente extranjero y no presentar las debidas declaraciones sobre cuentas bancarias en el exterior y registros financieros.

El experto, que llegó al ahora presidente a través de su hija Ivanka, se ofreció a trabajar de forma gratuita para la campaña, y rápidamente llegó al puesto más alto en el organigrama de trabajo. Investigaciones que lo relacionan con Ucrania -donde tiene varios negocios- aseguran que figura una importante cantidad de pagos secretos por parte del Partido de las Regiones del expresidente Víktor Yanukovich.

El caso se concentra en los documentos financieros de Manafort y Gates durante una década, incluyendo el período de la campaña electoral cuando ambos actuaron como "agentes no registrados de Ucrania" en Estados Unidos.

Para "esconder" un total estimado en "decenas de millones de dólares" de pagos recibidos de Ucrania, Manafort y Gates "lavaron el dinero mediante un enorme número de corporaciones estadounidenses y extranjeras, asociaciones y cuentas bancarias".

Por ello, Mueller imputó a Manafort por falso testimonio sobre su papel como agente extranjero y no presentar las debidas declaraciones sobre cuentas bancarias en el exterior y registros financieros.

Manafort fue nombrado jefe de la campaña electoral de Trump en junio de 2016, pero apartado del cargo cuando sus lazos con Ucrania se hicieron públicos.

Tras haberse entregado durante la mañana, ambos declararán hoy mismo: sobre las 13.30, hora de Washington, ante la jueza Deborah Robinson.

Los "otros" que vendrán

Manafort y Gates "canalizaron millones de dólares" hacia cuentas abiertas por ellos mismos o sus "cómplices" en Chipre, San Vicente y las Granadinas y las islas Seychelles, apuntó Mueller en la extensa inculpación.

De acuerdo con el fiscal especial, Manafort y Gates, "junto con otros, conspiraron de forma consciente e intencional para defraudar a Estados Unidos".

La enigmática frase que hace referencia a "otros" actores dejó abierta la puerta a más inculpaciones relacionadas a este caso.

Mueller, que dirigió el FBI durante 12 años, fue escogido en mayo de este año para conducir las investigaciones sobre el papel de Rusia en las elecciones presidenciales de 2016.

Las sospechas sobre los contactos entre el equipo de Trump y Rusia durante la campaña e inmediatamente después de su victoria electoral ya provocaron verdaderos terremotos políticos en el nuevo gobierno.

Luego de su investidura, Trump nombró al general Michael Flynn como su asesor de Seguridad Nacional, pero tuvo que despedirlo apenas 20 días más tarde al conocerse que mantuvo contactos ocultos con diplomáticos rusos.

En tanto, el nuevo secretario de Justicia y Fiscal General, Jeff Sessions, tuvo que recusarse de cualquier investigación sobre el caso, ya que también había mantenido contactos no divulgados con diplomáticos rusos.

Trump forzó posteriormente la renuncia del director del FBI, James Comey, por considerar que había permitido que las investigaciones se mantuvieran concentradas en Flynn.

Ante este cuadro caótico, Mueller fue nombrado fiscal especial. Su intachable legado y su integridad son reconocidos unánimemente en Washington, algo que ocurre con poca frecuencia.

Según la prensa local, Mueller solicitó a la Casa Blanca la entrega de una extensa lista de documentos, incluyendo detalles referidos a las discusiones internas que condujeron a la destitución de Comey.