sábado, 19 de novembro de 2016

Video: Rusia arma y rearma su base naval siria Tartus



Rusia, aumentando el equipamiento militar de su base naval de Tartus, oeste de Siria, ‎la convierte en punta de lanza contra el terrorismo.‎

En los últimos días, la Armada rusa ha enviado nuevas naves a las costas sirias del mar Mediterráneo, como parte de la decisión de Moscú de aumentar exponencialmente su presencia militar en la base naval de Tartus.

Según una fuente militar citada el viernes por Interfax, una gran flota de la Marina rusa —compuesta por barcos, botes patrulla y grúas flotantes— procedente del mar Negro, cruzó el estrecho del Bósforo, en la ciudad turca de Estambul, rumbo a las costas sirias.

Asimismo, buques logísticos de la Fuerza Naval rusa, incluido el auxiliador KIL-168, acompañaron en su expedición a la referida base naval a una unidad de lanchas de patrulla de alta velocidad Raptor, cuya misión es detectar al enemigo en las aguas costeras.

Por otra parte, medios británicos informaron de que varios buques de desembarco rusos que transportaban cargamento militar han llegado últimamente a la base Tartus, en medio de una nueva operación de Rusia contra los terroristas en Siria.

“Rusia ha decidido expandir su presencia en la base siria para apoyar sus operaciones navales en el Mediterráneo oriental”, escribió el jueves Reuters, citando las declaraciones del exdirector de la Inteligencia Nacional de Estados Unidos, James Clapper.

A mediados de octubre, fuentes parlamentarias rusas anunciaron que Moscú y Damasco firmarán un convenio mediante el cual Rusia podrá utilizar la base Tartus por 49 años, una decisión que, según el Ejército sirio, cortaría el apoyo extranjero que reciben los extremistas.

Apoyándose en el portaviones Almirante Kuznetsov, desplegado en las costas sirias del mar Mediterráneo desde el pasado martes, Rusia ha comenzado una nueva fase de su operación militar contra los combatientes radicales atrincherados en Siria.

mpv/tqi/nii/HispanTv

Duterte a Putin: "Los países occidentales desatan guerras pero tienen miedo de participar en ellas"


El presidente filipino, Rodrigo Duterte, llega al Foro de Cooperación Económica Asia-Pacífico (APEC) de Lima, Perú el 17 de noviembre de 2016.

El presidente filipino acusó a los países occidentales de tratar de atacar y asustar a las naciones pequeñas, lo que pone de manifiesto su "hipocresía".

En el marco de la cumbre del Foro de Cooperación Económica Asia-Pacífico (APEC), el presidente de Filipinas, Rodrigo Duterte, aseguró este sábado durante un encuentro con su homólogo, ruso, Vladímir Putin, que "los países occidentales tratan de atacar y asustar a las naciones pequeñas, lo que pone de manifiesto su hipocresía". En este sentido, Duterte dijo que Occidente "desata guerras, pero tiene miedo de participar en ellas", informa RIA Novosti.

El líder filipino puso como ejemplo a EE.UU. y los conflictos que ha desatado en varios países como Vietnam, Corea, Irak, Afganistán. "Es una política destructiva", resumió.

Por su parte, Putin destacó durante este mismo encuentro que este año se cumplen 40 años del establecimiento de relaciones diplomáticas entre Rusia y Filipinas. "En términos históricos es un período corto, pero hemos conseguido hacer mucho para desarrollar unas relaciones de cooperación multifacética y de confianza al más alto nivel".

Putin felicitó a Duterte por su victoria en las elecciones presidenciales de Filipinas del pasado 9 de mayo, destacando que mientras para Rusia esa fecha es el Día de la Victoria en la Segunda Guerra Mundial para el líder filipino también será "un día de victoria" a partir de entonces. Duterte confesó que deseaba conocer al presidente ruso desde hace mucho "no solo porque representa a un gran país, sino también por sus cualidades del líder".

Actualidad RT

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O GOVERNO PEZÃO ACABOU. SÓ FALTA PEDIR PARA SAIR


Com que moral o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, pode conduzir seu ajuste fiscal, agora que se sabe que o grupo político ao qual pertence desviou centenas de milhões de reais dos cofres estaduais? Como Pezão pode cobrar uma taxa previdenciária de 30% dos servidores, depois da revelação de que seu padrinho Sergio Cabral recebia mesadas de até 500 mil de empreiteiros? O governo do Rio, na prática, já acabou e quanto mais tempo Pezão permanecer no cargo maior será a crise; a renúncia é a única opção que resta ao governador

Brasil 247 – A prisão do ex-governador Sergio Cabral, acompanhada da revelação de que sua administração era uma máfia especializada em cobrar propinas e mesadas de empreiteiros, batizadas de "taxa de oxigênio", representa um tiro fatal na administração de Luiz Fernando Pezão, escolhido por Cabral para sucedê-lo.

Pezão, como se sabe, tenta morder 30% dos salários dos servidores, como taxa previdenciária. Ele também planeja elevar impostos e extinguir programas sociais, como os restaurantes populares.

No entanto, a questão agora é outra: com que moral ele poderá exigir sacrifícios dos servidores e da sociedade fluminense, quando se sabe que o grupo político ao qual pertence desviou pelo menos R$ 224 milhões dos cofres estaduais.

Na prática, a administração Pezão chegou ao fim e quanto mais tempo ele permanecer no cargo maior será o impasse e mais difícil será encontrar um horizonte para o fim da crise do Rio de Janeiro.

Pezão já recebeu sinais do próprio presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, de que seu governo se perdeu. Hoje, a única saída que lhe resta é a renúncia.

O triste fim de um político. Ex-governador e ex-candidato a Presidente, Garotinho grita e chora para não ser preso.


Acompanhado da mulher, a prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, e a filha e deputada federal Clarissa Garotinho, o ex-governador entrou na ambulância gritando para que não o levassem para o presídio de Bangu.

Como aliados, os ex-governadores Anthony Garotinho (PR) e Sérgio Cabral (PMDB) dividiram o mesmo palanque até a eleição de 2006. A partir desta sexta-feira, os arqui-inimigos vão compartilhar o mesmo complexo prisional, o de Gericinó, em Bangu. Após determinação da Justiça, Garotinho foi levado – esperneando e aos berros – para para o presídio José Frederico Marques, no Complexo de Bangu. Uma ambulância dos Bombeiros, acompanhada de policiais federais, pegou o ex-governador no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, onde estava internado desde ontem após passar mal na superintendência da Polícia Federal. Mais cedo, Cabral foi encaminhado para Bangu 8, onde ficam os presos com ensino superior.

Garotinho saiu reclamando com os policiais responsáveis pela transferência de que corre riscos ao ser colocado junto com bandidos em Bangu.

- Vocês estão de sacanagem. Querem me matar, porra! – gritou o ex-governador, acrescentando que foi o responsável pela prisão de grandes traficantes que estão em Bangu.

Acompanhado da mulher, a prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, e a filha e deputada federal Clarissa Garotinho, o ex-governador entrou na ambulância gritando para que não o levassem e pedindo respeito, “porque era um homem enfartado”.

- Me solta, me solta. Eu sou um enfartado. Vocês me respeitem – gritou com a voz bem rouca.

Rosinha também protestou, gritando:

- Meu marido não é ladrão. Deixa eu ir com ele. Eu quero ir com ele – protestou, ao lado da filha que também gritava para não levarem o pai para Bangu.

Vários funcionários foram para a porta do hospital e comemoraram a ida de Garotinho para Bangu, durante a saída da ambulância.

A temporada de Garotinho no Souza Aguiar irritou a Polícia Federal. A Secretaria municipal de Saúde informou hoje que, durante um exame de esforço, Garotinho relatou “dor intensa” no peito, o que pode indicar obstrução nas artérias. Os médicos, então, agendaram para a segunda-feira um cateterismo para investigar se há mesmo a interrupção. O hospital afirma que seguiu o “protocolo da Sociedade Brasileira de Cardiologia”.

O exame foi marcado para o Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, no Humaitá. A atitude, sem prévia comunicação às autoridades, irritou o delegado responsável pela investigação, Paulo Cassiano.

— A atitude do Souza Aguiar está sob suspeita para nós. Estamos tentando ver uma maneira de fazer a transferência. Foram marcados exames em outro estabelecimento hospitalar, mas isso não pode ser feito sem autorização do juízo, porque ele é um preso e está escoltado pela Polícia Federal — disse o delegado, antes da decisão da Justiça.

Procurada para comentar as críticas, a Secretaria de Saúde não respondeu.

Por ironia, foi Sérgio Cabral mesmo quem inaugurou a unidade de Bangu 8, em 2008. Por lá, já passaram o empreiteiro Fernando Cavendish, ex-amigo do peemedebista e hoje em prisão domiciliar, o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o banqueiro André Esteves. Em Bangu 8, estão ex-diretores da Eletronuclear presos na Lava-Jato.

No caminho até a penitenciária, manifestantes se amontoaram nas passarelas na Avenida Brasil e gritavam palavras de ordem enquanto passava o comboio com Cabral. Na porta do presídio, também houve manifestação, assim como na porta da Polícia Fdederal, onde os manifestantes usavam guardanapos na cabeça, lembrando o episódio de um jantar de Cabral com empreiteiros em Paris.

Garotinho também foi encaminhado para o complexo prisional de Bangu após ter alta do hospital municipal Souza Aguiar, no Centro. O blog de Garotinho continua sendo atualizado mesmo depois de sua prisão. Hoje, uma postagem comemorou a prisão de Cabral.

Com o título “Cabral é preso por corrupção de R$ 224 milhões, bem diferente de Garotinho, acusado por dar Cheque Cidadão aos mais humildes”, o texto diz que “a hora de Sérgio Cabral chegou”.

Assista o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=R9Y-d80rDLU


APÓS MIRAR EM DILMA E ACERTAR TEMER, DELATOR AGORA NEGA PROPINA EM 2014


Brasil 247 - O ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, prestou um novo depoimento ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta-feira (17) e mudou a versão dada anteriormente: agora ele afirma que não houve propina para a campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014. Em seu primeiro depoimento, Marques de Azevedo havia dito que entregou propina de R$ 1 milhão para a campanha petista. A defesa de Dilma, porém, mostrou provas de que o suposto "cheque da propina" na verdade havia sido entregue a Michel Temer.

Confira reportagem da Agência Brasil sobre o assunto:

André Richter - Repórter da Agência Brasil

O empreiteiro Otávio Marques de Azevedo, um dos delatores da Operação Lava Jato, disse hoje (17) em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não houve doação eleitoral em forma de propina para a chapa da campanha presidencial Dilma-Temer de 2014. Azevedo é ex-presidente da Andrade Gutierrez.

Segundo advogados que presenciaram a audiência, Azevedo retificou depoimento prestado anteriormente no qual confirmou os repasses em forma de propina para os comitês da ex-presidenta Dilma e do então vice, Michel Temer.

O delator foi chamado a depor novamente na Justiça Eleitoral por determinação do ministro Herman Benjamim, que atendeu pedido feito pelos advogados da campanha de Dilma.

Os defensores afirmaram ao TSE que cerca de R$ 1 milhão, valor que teria sido recebido de propina pela empreiteira e repassado como doação de campanha, foram transferidos em julho de 2014 para o diretório nacional do PMDB, e não do PT, como disse Azevedo em um primeiro depoimento.

"Foi um depoimento de retificação em que ele apresentou a nova versão dizendo que se equivocou em relação ao primeiro depoimento e que, ao contrário do que disse, não houve da Andrade Gutierrez, nenhum valor de propina para a campanha presidencial de 2014." disse Guedes.

O advogado da campanha de Dilma, Flávio Caetano, também confirmou que Otávio de Azevedo reconheceu que "não houve nenhuma propina e nenhuma irregularidade na campanha de Dilma e de Temer".

"Dos 25 testemunhos de acusação, era o único que tinha dito que tinha alguma irregularidade na campanha. Hoje cai por terra toda e qualquer acusação de irregularidade na arrecadação da campanha de Dilma e Michel Temer", afirmou Caetano.

Após o depoimento, que durou cerca de duas horas nesta noite, Azevedo foi abordado pela imprensa e evitou fazer comentários sobre seu depoimento, mas disse que está "tranquilo".

"Da minha parte estou bastante tranquilo, como vejo que tem que ser. Vamos continuar olhando para a frente. Olhando para essa caminhada para a frente".

Em dezembro de 2014, as contas da campanha de Dilma e do então vice-presidente Michel Temer foram aprovadas, por unanimidade, no TSE. No entanto, o PSDB questionou a aprovação por avaliar que havia irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, como doações suspeitas de empreiteiras. Conforme entendimento atual do tribunal, a prestação contábil da chapa é julgada em conjunto.

Conversa entre Trump e Putin sugere que relações serão normalizadas


O presidente da Rússia, Vladímir Putin, e o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, acertaram em uma conversa telefônica que procurarão normalizar as relações entre os dois países e a buscar a cooperação.

Segundo informações divulgadas pela assessoria do presidente russo, os dois afirmaram que vão ampliar a colaboração em assuntos de interesses comuns, especialmente na luta contra o "inimigo comum" que é o terrorismo internacional e o extremismo

Os dois presidentes concordaram em realizar uma cúpula em breve. Putin assegurou a Trump que está disposto a desenvolver um diálogo como aliado com a nova administração estadunidense, baseado nos princípios de igualdade, respeito mútuo e não ingerência nos assuntos internos.

Na diálogo telefônico, Putin e Trump não só estiveram de acordo sobre o estado totalmente insatisfatório das relações bilaterais, como também manifestaram apoio a ativos esforços conjuntos para normalizar as relações e buscar uma cooperação construtiva no mais amplo espectro possível, segundo informou a assessoria russa.

Do Portal Vermelho, com agências


Extração de gás no oeste do Canadá é a causa da maioria dos terremotos na região


Extração de gás por fraturamento hidráulico no oeste do Canadá é a causa da maioria dos terremotos na região, revelou uma nova pesquisa.

Na quinta-feira (17), Xuewei Bao e David W. Eaton, da Universidade de Calgary, Canadá, publicaram um artigo intitulado "A ativação de falhas geológicas devido ao fraturamento hidráulico no oeste do Canadá" em uma revista científica que descreve a ligação entre a extração de gás de xisto pelo método de "fracking" e os terremotos no Canadá. "O fraturamento hidráulico provocou a maioria dos terremotos no oeste do Canadá, ao contrário do centro-oeste dos EUA onde a eliminação maciça de água salgada é o mecanismo desencadeante dominante", indica a pesquisa.

Na pesquisa é referido que a análise comparativa da informação sobre a ativação das falhas geológicas e dos terremotos revelou que a atividade sísmica no oeste do Canadá coincide quase completamente com a atividade humana no tempo e no espaço.

O fraturamento hidráulico ou fratura hidráulica é um método que possibilita a extração de petróleo e gás do subsolo. Para libertar o gás que está no subsolo, fratura-se a rocha de xisto com enormes quantidades de água, areia e um coquetel de 600 produtos químicos em alta pressão. Este método é muito criticado devido aos riscos ecológicos e ao potencial de provocar terremotos.

Sputniknews

Grupos armados sirios atacan con TOW a tropas sirias



Los grupos armados se enfrentan a las tropas sirias en Hama (oeste de Siria), usando sistemas estadounidenses de misiles antitanque ‎guiados TOW.

En un vídeo publicado el jueves por la oposición armada siria, se ve a un hombre apuntando con TOW a un vehículo para luego destruirlo.

Sin embargo, se desconoce el lugar exacto de los hechos, tampoco se sabe si el auto pertenecía al Ejército sirio o no, pero los rebeldes aseguran que han podido infligir grandes bajas a las tropas sirias.

El Ejército sirio lucha constantemente contra los grupos armados y terroristas en Hama, de hecho, halló a principios del mes en curso un arsenal de armas químicas en una finca en esta ciudad.

zss/ktg/nal/HispanTv

Venezuela acuerda con China plan de inversión de $ 2.200 millones para aumentar producción petrolera


Los convenios energéticos rubricados entre ambas naciones permitirán incrementar la producción en 227 MBD de petróleo; con lo cual el presidente Nicolás Maduro indicó que "vamos a llegar a 800 mil barriles diarios con China"

Como parte de la estrategia energética del Gobierno Bolivariano, Petróleos de Venezuela, S.A. (PDVSA), y la Corporación Nacional China de Petróleo (CNPC, por sus siglas en inglés), suscribieron una serie de acuerdos que permitirán aumentar no solo la producción del crudo nacional; sino el intercambio comercial petrolero con el gigante asiático.

El acto estuvo dirigido por el presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Nicolás Maduro; en compañía del ministro del Poder Popular de Petróleo y Presidente de PDVSA, Eulogio Del Pino; la canciller, Delcy Rodríguez y el vicepresidente de Planificación y Conocimiento, Ricardo Menéndez, también jefe de la Comisión Mixta de Alto Nivel China-Venezuela.

"La alianza entre nuestras empresas petroleras tiene que seguir dando frutos y he pedido enviar un mensaje de agradecimiento al presidente Xi Jinping que realiza una visita a Suramérica. Esta alianza la inició el Comandante Eterno, Hugo Chávez; una asociación estratégica en todas las áreas: cultural, social, energética y económica", expresó el Jefe de Estado.

Por la delegación China, participó el presidente de CNPC, Wang Yi Lin, quien firmó por la nación asiática y por el Gobierno Bolivariano, el ministro Del Pino. El acto se desarrolló en el salón Sol del Perú, del Palacio de Miraflores.

"Hemos tenido una reunión muy fructífera con CNPC; una de las empresas petroleras más grandes del mundo, no sólo por su producción de 4 millones de barriles diarios, sino por el intercambio comercial que tenemos con ellos, mayor a 600 mil barriles diarios (MBD). Es una alianza histórica con amplia trayectoria", destacó el titular de la cartera energética.

Acuerdos de cooperación energética

Uno de los principales acuerdos a desarrollar en el formato de empresa mixta, es la refinería de Jie Yang, en China, que tendrá 40% de participación nacional accionaria, mientras que la corporación del país asiático suscribirá 60%. El centro refinador procesará 400 MBD, utilizará primordialmente crudo venezolano y será de conversión profunda de alta complejidad.

Asimismo, estos gigantes petroleros suscribieron un convenio para incrementar la producción de la empresa mixta Petrozumano a 15 MBD. El proyecto contempla la reactivación y rehabilitación de pozos e infraestructura con una inversión de 225 MM$ de dólares.

También se rubricó una alianza para desarrollar el Proyecto Piloto de Inyección Alterna de Vapor en la empresa mixta Petrolera Sinovensa. Este plan de negocios tiene previsto incrementar la producción de 160 MBD actuales a 230 MBD de crudo extrapesado. Este incremento está asociado a la expansión de la capacidad de almacenamiento, transporte y procesamiento de crudo, en Morichal y en su Planta de Mezcla en el Complejo Industrial José Antonio Anzoátegui.

Por otra parte, se firmó un acuerdo para elevar la producción de la empresa mixta Petrourica en 30 MBD. El propósito es utilizar tecnologías de recuperación mejorada de hidrocarburos para incrementar el factor de recobro. Se estima una inversión superior a 500 MM$ de dólares.

Por último, se firmó un proyecto que contempla la rehabilitación de 500 pozos de crudo liviano (31° API), con un potencial de producción asociado de 42 mil 800 barriles diarios. El acuerdo prevé el mantenimiento y la recuperación de la infraestructura productiva.

Así la cooperación con la República Popular China se desarrolla bajo el principio de complementariedad y reciprocidad. La gran demanda de energía del país asiático puede ser cubierta por las enormes reservas petroleras con las que cuenta Venezuela, ecuación que garantiza los planes de desarrollo de ambas naciones.

Aporrea

Denuncian a Macri por la política cambiaria


El presidente de Argentina, Mauricio Macri (centro), el ministro de Hacienda y Finanzas, Alfonso Prat Gay (izda.) y el titular del Banco Central, Federico Sturzenegger.

Diputados del Frente para la Victoria (FpV) denunciaron al presidente de Argentina, Mauricio Macri, por la gran emisión de deuda en perjuicio del Estado.

Un grupo de legisladores del FpV presentaron el jueves una denuncia contra el presidente de Argentina, Mauricio Macri, el titular del Banco Central, Federico Sturzenegger, y el ministro de Hacienda y Finanzas, Alfonso Prat-Gay, por el delito de administración fraudulenta a raíz de la política cambiaria, según informa la prensa argentina.

“Los ilícitos se cometieron, y se siguen cometiendo, en el marco de las decisiones de política económica que adopta el gobierno nacional en materia de determinación del tipo de cambio, que están generando ruinosas consecuencias para la economía nacional y particularmente para el erario público”, según reza el escrito presentado.

En el texto señala que hasta la fecha, la masa de las Letras del Banco Central (LEBAC) argentina representa el equivalente a 685 mil millones de pesos, cuando la base monetaria es de 670 mil millones.

“Esa es la herramienta de gestión elegida por los imputados para buscar el objetivo, ilegal, de impedir que el tipo de cambio llegue al nivel que el juego de libre oferta y demanda determine”, remarcaron los diputados de FpV cuando presentaban la denuncia ante el Juzgado Federal Nº3 de Buenos Aires (capital argentina).

También aseguraron que sólo en la última semana se pagaron 56 mil millones de pesos de intereses de LEBAC, por encima de los 53 mil millones que el juez federal Claudio Bonadio estimó como pérdida para el patrimonio nacional debido a los contratos de dólar futuro.

Cabe destacar que la mencionada acusación —la misma por la que se está investigando a la expresidenta argentina Cristina Fernández de Kirchner, en el marco del caso ‘dólar futuro’— radica en que éstos habrían mantenido un tipo de cambio “artificial”, que no corresponde al precio otorgado por “el libre juego de la oferta y la demanda”, según recoge el diario Infobae.

La denuncia interpuesta contra el mandatario argentino en los juzgados no es la primera a que se enfrenta Macri, ya que el pasado agosto, otro diputado opositor de FpV presentó en su contra una acusación por su vinculación con dos sociedades opacas relacionadas con los papeles de Panamá.

krd/ktg/nal/HispanTv

Primer ministro francés: "Europa puede morir"


El primer ministro de Francia, Manuel Valls, durante una sesión de control al Gobierno en la Asamblea Nacional, París, Francia

"Si no escuchamos a todos, Europa puede morir", ha advertido el primer ministro francés, Manuel Valls. Lo ha afirmado en un encuentro económico organizado por el diario alemán 'Süddeutsche Zeitung', informa el propio medio. El jefe del Gobierno galo admite que le preocupa "el humo provocado por la ira popular", que siente desde hace mucho y que el Gobierno de su país es incapaz de contener, como tampoco el resto de miembros de la UE.

En su intervención, Valls recordó que "escuchar a toda la gente es responsabilidad de todos los gobiernos" y confesó que la muerte del proyecto europeo le asusta. En el mismo sentido, el jefe del Gobierno francés afirmó su lealtad a la identidad europea y dijo que sin intervención política desafíos como el terrorismo, la crisis migratoria o el 'Brexit' podrían dividir a la población en varios frentes. A su juicio, ello ya puede verse "no en la actitud de nuestros políticos o nuestros empresariados, sino en la de nuestros ciudadanos".

Además, el primer ministro galo criticó la comunicación entre los políticos y ciudadanos europeos, lamentando que "la lengua política se haya vuelto muy fría y tecnocrática" y que ahora no la entienda nadie.

Actualidad RT

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O último suspiro da abelha na Palestina ocupada


por Georges Bourdoukhan

Said Hillis, 60 anos está inconsolável. Palestino, dos arredores de Gaza, não se conforma com a brutalidade dos israelenses.

Said vivia da venda de mel. Não vive mais porque seus apiários foram destruídos pelo exército de Israel.

“Gostaria de entender que mal minhas abelhas causaram”, fala pausadamente enquanto observa as desesperadas tentativas de algumas abelhas buscando a vida.

“ Eu ainda implorei para que poupassem as abelhas, murmura diante do apiário totalmente destruído, mas não me ouviram. Alias ouviram sim. Disseram que estavam explodindo o apiário porque uma abelha teria picado um soldado” ...


“Nem adiantou eu dizer que as abelhas só atacam quando ameaçadas, mas não quiseram saber...

“Um dos soldados até argumentou com o comandante que ele conhecia as abelhas e que elas nunca atacaram ninguém. Mas o comandante foi irredutível”.

Explodiram tudo. Até as oliveiras centenárias, que resistiram até hoje, eles destruíram, alegando que poderiam abrigar terroristas”...

Vizinhos se aproximam para consolá-lo, mas não conseguem evitar suas lágrimas.

Said segura uma das abelhas moribundas e carinhosamente sopra sobre o seu frágil corpinho.

Ela expira olhando para ele.

Soros e os Clinton lançam a “Revolução Púrpura” nos EUA


Wayne Madsen, Strategic Culture - Tradução: btpsilveira

A candidata derrotada à presidência dos Estados Unidos, Hillary Rodham Clinton não vai “aceitar tudo numa boa”. Na manhã subsequente à derrota surpreendente e totalmente inesperada para o arrivista do Partido Republicano Donald Trump, a Sra. Clinton e seu marido, ex presidente Bill Clinton, entraram no salão de baile do Hotel art déco New Yorker, no centro de Manhattan e estavam ambos com uma roupa enfeitada com apliques na cor púrpura. Claro que a imprensa notou imediatamente e perguntou o que isso representava. O porta voz de Clinton afirmou que a cor representava a junção dos EUA “azul” do Partido Democrata e os EUA “vermelho” do Partido Republicano, tudo junto misturado. Esta declaração não passa de um truque sujo, já tristemente conhecido dos cidadãos daqueles países que foram alvos no passado das infames jogadas políticas do fundo especulativo internacional do magnata George Soros.


Os Clinton, que já receberam de Soros milhões de dólares de contribuição para suas campanhas e doações também milionárias para a Fundação Clinton, estavam, na verdade, tentando ajudar Soros a lançar uma “Revolução Púrpura” nos Estados Unidos da América. A tal revolução deverá resistir a todos os esforços que Trump possa encetar para deixar de lado as políticas globalistas dos Clinton e do quase ex presidente Barak Obama. A Revolução Púrpura também se destina a tornar a administração Trump o mais curta possível, através de protestos e distúrbios políticos bem ao estilo de Soros.

Não é provável que os auxiliares do Presidente Trump o aconselhem a lançar uma investigação criminal diversionária a respeito dos servidores privados de e-mails da Sra. Clinton e ainda sobre outros assuntos relacionados às atividades da Fundação Clinton, especialmente quando o país se encontra pressionado por outros problemas, como desemprego, imigração e assistência médica. No entanto, o presidente da Comissão de investigação do Congresso e do Conselho de Reforma Governamental, Jason Chaffetz, disse que continuará com as audiências no Congresso controlado pelo Partido Republicano sobre as atividades de Hillary Clinton, da Fundação Clinton e da assessora de Hillary, Huma Abedin. Ocorre que o presidente Trump não deve se deixar convencer facilmente por essas declarações. Chaffetz não figura como um dos mais entusiastas apoiadores de Trump.

Os globalistas e intervencionistas dos EUA já estão impulsionando o meme de que, porque há tantos especialistas da segurança nacional e militar contra a candidatura Trump enraizados no establishment, que este “precisa” chamá-los para se juntar à sua administração porque não há número suficiente de “especialistas” no círculo de conselheiros mais próximos de Trump.


Neo conservadores desacreditados da época da administração de George W. Bush, como o auxiliar de conspiração da guerra do Iraque, Stephen Hadley, estão sendo mencionados como gente que Trump deveria chamar para o seu staff no Conselho de Segurança Nacional e outras posições de destaque. O Secretário de Estado de Bush, James Baker, caninamente leal a Bush, também está sendo oferecido como membro adequado para o time de Trump na Casa Branca. Absolutamente não há qualquer razão para que Trump queira os conselhos de fósseis como Baker, Hadley, antigos Secretários de Estado como Rice e Powell, ou o completamente lunático antigo embaixador dos Estados Unidos para a ONU John Bolton, e outros do mesmo naipe.

Entre os apoiadores de Trump há muitos que tem vasta experiência em questões externas e assuntos relativos à segurança interna, entre eles os descendentes de Africanos, Hispânicos e Árabes que não são neocons e que podem preencher as principais e secundárias posições dentro de uma administração Trump.

Trump precisa manter distância desses neocons babando por uma fatia do poder, aventureiros, belicistas e intervencionistas e não deve permitir que eles infestem sua administração. Caso Clinton tivesse vencido as eleições, um artigo sobre a administração que viria deveria ter mais ou menos a seguinte forma:

“Com base no militarismo e no aventureirismo externo do mandato de Hillary Clinton como Secretária de Estado e nos dois mandatos exercidos por seu marido Bill Clinton, o mundo se encontra à espera de um crescimento da agressividade militar dos Estados Unidos em várias frentes pelo mundo afora. A presidenta eleita Hillary Clinton jamais fez segredo de sua vontade de confrontar a Rússia militar, diplomática e economicamente, no Oriente Médio, nas vizinhanças da Rússia no Leste Europeu e até mesmo dentro das fronteiras da Federação Russa. A Sra. Clinton tirou a poeira da há tempos desacreditada política de “contenção” aplicada pelo prof. George F. Kennan na sequência da Segunda Guerra Mundial. A administração de Clinton provavelmente promoverá os mais estridentes entre os guerreiros neocons da Nova Guerra Fria da administração Obama, incluindo a Secretária Assistente de Estado para Questões Europeias e Eurasianas, Victoria Nulan, favoritíssima de Hillary Clinton.”

Trump, eleito presidente, não deve permitir que aqueles que fazem parte da mesma rede como Nuland, Hadley, Bolton e outros se juntem à sua administração, onde crescerão como a metástase de um câncer agressivo. Esses indivíduos jamais implementarão as políticas de Trump, mas tentarão continuar a dificultar as relações dos Estados Unidos com a Rússia, China, Irã, Cuba e muitos outros países.

Trump tem que lidar ao mesmo tempo com os neocons republicanos, que tentarão minar seu caminho até a administração, e também com as tentativas de Soros de perturbar a sua administração e os Estados Unidos com uma Revolução Púrpura.

Nem bem Trump foi declarado 45º presidente dos Estados Unidos as operações políticas sujas financiados por Soros iniciaram suas atividades para prejudicar Trump durante o período de transição do “pato manco” Barak Obama e mesmo na sequência. A rapidez de lançamento da Revolução Púrpura é reminiscência da agilidade dos protestos nas ruas de Kiev, a capital ucraniana, nas duas “revoluções laranja” financiadas por Soros naquele país, uma em 2004 e a outra, dez anos depois, em 2014.

Ao mesmo tempo em que os Clinton vestiam púrpura em Nova Iorque, as manifestações de rua, algumas delas violentas, todas coordenadas pela Moveon.org, fundada por Soros, e o movimento “Black Lives Matter”, tiveram início em Nova Iorque, Los Angeles, Chicago, Oakland, Nashville, Cleveland, Washington, Austin, Seattle, Filadélfia, Richmond, St. Paul, Kansas City, Omaha, São Francisco e outras 200 cidades através dos Estados Unidos.


O grupo russo de dança “Pussy Riot”, financiado por Soros, publicou no Youtube o vídeo de uma música anti Trump intitulada “Make America Great Again” (“Torne os Estados Unidos grandes outra vez” – slogan de campanha de Trump – NT). O vídeo se tornou rapidamente “viral” na internet. O vídeo, que é profano e cheio de atos violentos, retrata a presidência Trump como distópica. Seguindo à perfeição o roteiro elaborado por Soros/Gene Sharp, Nadya Tolokonnikova, membro do grupo de dança, convocou os (norte)americanos anti Trump para transformar em arte a sua raiva, em particular arte musical e visual. É tática conhecida de Sharp o uso político do grafite. Os protestos de rua e a música anti Trump são a primeira fase da Revolução Púrpura de Soros nos Estados Unidos.

O presidente eleito está enfrentando um ataque de seus inimigos em duas frentes. Uma, liderada por neocons entrincheirados na burocracia estatal, inclui o antigo diretor da CIA e da NSA, Michael Hayden, o antigo Secretário de Segurança Interna Michael Chertoff e seguidores leais de Bush, que estão querendo dar as cartas nas nomeações de Trump para a segurança nacional, inteligência, política externa e defesa em sua administração. Esses guerreiros da Nova Guerra Fria estão tentando convencer Trump de que deve manter a agressividade de Obama e a militância contra a Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e outros países. O segundo front alinhado contra Trump são os grupos políticos fundados por Soros e a imprensa. A linha adicional de ataque é a guerra de propaganda suja, que se utiliza de centenas de jornais anti Trump, sites na Web e emissoras, que tentam minar a confiança pública na administração Trump desde seu início.

Uma das propagandas políticas de Trump, exibida justamente nas vésperas do dia da eleição, afirma que George Soros, a chefe do FED Janet Yellen e o diretor executivo do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, são parte de “uma estrutura de poder global que é responsável pelas decisões econômicas que assaltaram a classe trabalhadora, privaram o país de suas riquezas e colocaram o dinheiro nas mãos de um punhado de grandes corporações e entidades políticas”. Soros e seus asseclas imediata e ridiculamente atacaram o reclame como sendo “antissemita” O presidente Trump faria melhor se ficasse sempre de guarda fechada contra aqueles contra os quais sua campanha apontou o dedo e seus colegas. O filho de Soros, Alexander Soros, convidou a filha de Trump, Ivanka, e seu marido Jared Kushner, para repudiar publicamente a Trump. As táticas de Soros são dirigidas no sentido de dividir não apenas países, mas também famílias. Trump deve estar sempre alerta contra as atuais e futuras maquinações de Soros, como sua Revolução Púrpura.