quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Rusia decreta una pausa humanitaria de 10 horas en Alepo el 4 de noviembre
La pausa humanitaria será establecida por orden del presidente ruso Vladímir Putin para, en palabras del jefe del Estado Mayor General de las Fuerzas Armadas, "evitar que se produzcan víctimas sin sentido".
El jefe del Estado Mayor General de las Fuerzas Armadas rusas, el general Valeri Guerásimov, ha anunciado que el presidente Vladímir Putin ha ordenado a los militares llevar a cabo una pausa humanitaria de 10 horas en Alepo este viernes, 4 de noviembre. Se informa de que la decisión ha sido concertada con las autoridades sirias.
Durante la pausa humanitaria la población civil y los milicianos que operan en la zona podrán abandonar Alepo por corredores humanitarios ya establecidos. Se espera que esta medida ayude a "evitar que se produzan víctimas sin sentido". La seguridad será garantizada por el Centro ruso para la Reconciliación y por las tropas gubernamentales sirias.
Guerásimov ha mencionado que los socios estadounidenses no han conseguido separar las fuerzas opositoras de los terroristas y ha instado a que "todos los líderes de grupos armados pongan fin a sus operaciones militares y salgan de Alepo con sus armas". Para estos últimos fines se utilizarán dos corredores humanitarios. Otros seis sirven ya para la evacuación de civiles, heridos y enfermos.
En lo que concierne a la situación actual en la ciudad, el jefe del Estado Mayor General de las Fuerzas Armadas rusas ha precisado que los terroristas han sufrido grandes pérdidas humanas, así como de armas y otros materiales militares. Todos sus intentos de romper el cerco de Alepo han fracasado y de momento "no tienen la oportunidad de escaparse de la ciudad", ha destacado Guerásimov.
Los terroristas reconocen la derrota en Alepo
A lo largo de los últimos días las fuerzas sirias han frustrado alrededor de 10 ofensivas masivas protagonizadas por más de 16.000 miembros del grupo yihadista Jaish al Fath (Ejército de la Conquista) contra las zonas oeste y suroeste de Alepo, informa la agencia FARS. Los yihadistas planeaban llevar a cabo una operación en cuatro etapas pero no lograron alcanzar ninguno de sus objetivos durante los primeros tres días de ofensiva.
Fuerzas de seguridad cerca de los autobuses y las ambulancias que transitan por el corredor humanitario de la carretera Castello en el norte de Alepo (Siria), el 20 de octubre de 2016.Mikhail AlaeddinSputnik
Tras fracasar a la hora de ayudar a los milicianos atrapados en la parte este de la ciudad los extremistas han reconocido su "humillante" derrota. Durante las últimas 24 horas los terroristas han criticado en las redes sociales la estrategia de su líder Abdullah Muhammad al Muhaysini, al que culpan de las numerosas pérdidas registradas en las filas del grupo yihadista.
Paralelamente, el Ejército sirio dio a conocer este lunes que al menos 84 personas murieron y 280 resultaron heridas tras la movilización de los miembros del Frente Fath al Sham (antiguo Frente Al Nusra) en la ofensiva contra Alepo junto a otros grupos extremistas.
A juicio del periodista especializado en Oriente Medio Francisco José Saavedra, los milicianos que operan en Alepo no son oposición moderada, sino "terroristas", ya que "están atacando a la población civil".
Actualidad RT
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Brasil completou giro à direita. Por quanto tempo?
Tereza Cruvinel, colunista do Brasil 247 é uma das mais respeitadas jornalistas políticas do País
O prefeito eleito do Rio, Marcelo Crivella, resumiu sua vitória como um sonoro “não” da cidade tida como mais progressista do Brasil às bandeiras do aborto, da legalização das drogas e do ensino sobre diversidade sexual nas escolas. Ele de fato as combateu, mas não foram estas as bandeiras centrais de seu adversário Marcelo Freixo, do PSOL, no segundo turno. O que sua vitória simboliza é a conclusão da guinada do Brasil à direita, num giro sem precedentes depois da redemocratização, e que no primeiro turno teve na vitória de João Dória em São Paulo seu sinal mais eloquente. Não só dos caminhos que a esquerda seguir para se recuperar do tombo dependerá a duração deste ciclo, em que o Brasil será um país bem diferente. A partir de janeiro a direita estará governando o país e a maioria dos municípios, e de seus resultados dependerá a duração deste ciclo.
A vitória de Crivella é ainda mais expressiva do giro conservador porque não expressa apenas a força de uma direita ideológica, amiga do mercado e hostil ao Estado, chegada a privatizações e à ortodoxia fiscal. Crivella é a expressão da força crescente das religiões evangélicas para além dos templos. É expressão do conservantismo moral que demoniza a diversidade do comportamento humano em diferentes aspectos, estigmatizando como pecadores e aliados do capeta os que não comungam de seus mandamentos. “Chora capeta”, foi como o pastor Silas Malafaia festejou a vitória de Crivella. Capeta são todos os outros, todos os derrotados, e especialmente, nas palavras dele, os “esquerdopatas”.
A Igreja Universal controla a segunda maior rede de televisão e as outras ramificações dominam quase todos os canais abertos a partir de certa hora da noite. É só zapear e lá estão os pastores das seitas que alugam horários nas outras emissoras para suas pregações. Fortalecida pela vitória de Crivella, a direita moralista retomará os projetos que vinha tocando no Congresso, que incluem o fim da autorização do aborto em casos excepcionais, a rejeição de medidas contra a homofobia e de propostas de políticas alternativas sobre drogas. E ainda o avanço do projeto “escola sem partido”, que já teve uma primeira acolhida na reforma do segundo grau do governo Temer, ao tornar opcionais matérias que levam à formação crítica dos alunos, como filosofia e sociologia.
Mas a direita, assim como a esquerda, tem matizes diversos e todas eles colorem o novo mapa ideológico do Brasil. No segundo turno, para ficar só em capitais importantes, ela venceu em Porto Alegre com Marchezan Júnior, filho de um líder do PDS na ditadura militar; com um “out sider” adepto da antipolítica em Belo Horizonte, Alexandre Kalil, do PHS; com a eleição em Curitiba de Rafael Greca, aquele que declarou tem tido vômitos após carregar um pobre em seu carro. No primeiro turno, além da vitória de Doria na capital paulista, o mais votado foi ACM Neto em Salvador.
Onde foi que isso começou? Foi com a destruição moral do PT pela Lava Jato ou pela crise econômica que, originária do final do boom das commodities, foi inteiramente debitada a erros de gestão do governo Dilma? Ou foram as duas coisas? Se apenas o PT tivesse sido surrado nas urnas como foi, o eleitorado estaria apenas usando o voto como castigo contra quem considera culpado. Mas toda a esquerda saiu derrotada, inclusive sua maior promessa neste pleito, Marcelo Freixo no Rio. A Rede mostrou que a nada veio, o PDT cresceu um pouquinho, o PC do B foi castigado por sua aliança histórica com o PT. O PSB já atravessou o rubicão.
O vento da direita não é apenas brasileiro, é continental, se não global. Ele sopra em toda a vizinhança onde os governos de centro-esquerda, no tempo das vacas gordas, acharam que bastava garantir o consumo e a renda para fidelizar o apoio das classes populares. Não ousou fazer reformas no sistema político e tributário, não ousou regular a mídia (exceto na Argentina) nem disciplinar os capitais nômades. E, sobretudo, desprezou a necessidade de educar politicamente o povo, que na primeira adversidade lhes voltou as costas.
Quanto tempo vai durar? Vai depender de como o PT conseguirá se reinventar, de como ele e os outros partidos de esquerda vão se relacionar com vistas ao futuro. Está claro que sem alguma unidade será mais difícil vencer o cerco. Mas a duração do retrocesso dependerá, sobretudo, de quais serão os impactos destas administrações conservadoras sobre a vida real dos brasileiros. No governo do pais, está cada dia mais claro que a gestão Temer trará sacrifícios e não bonança. A dureza não será passageira, está prometida para 20 anos. O congelamento do gasto público diz que ninguém deve esperar do governo federal “bondades” como as dos governos petistas, que teriam custado caro. Mas as prefeituras estão bem mais perto dos cidadãos, que a elas se apegam mais na solução dos problemas imediatos. Estão todas falidas e esperando algum socorro do governo federal, que não virá. Até onde a vista alcança, serão administrações de poucos resultados ou então serão irresponsáveis, o que levará a um descalabro ainda maior.
É sobre estes resultados, e avaliando corretamente as razões da derrota, que a esquerda deve se preparar para o novo tempo.
Brasil: Mais de 130 universidades estão ocupadas
Do site da UNE:
Em todas as regiões do Brasil universidades estão ocupadas por estudantes que protestam contra o governo Temer e a PEC 241. Aprovada na Câmara dos Deputados na última quarta-feira (26), a "PEC do congelamento" tramita agora no Senado e deve entrar em votação no dia 29 de novembro.
Para pressionar o governo, a comunidade universitária (professores, técnicos e estudantes) tem deflagrado greves em universidades públicas de norte a sul do Brasil.
Além das paralisações e dos inúmeros atos os universitários – a exemplo dos secundaristas que já ocuparam mais de mil escolas contra o governo Temer e a MP que impõe uma “deformação” no ensino médio – tem encabeçado ocupações nos campi que só crescem e não tem prazo para terminar. Muitas das universidades que ainda não se posicionaram estão decidindo em assembleias neste momento.
A PEC 241 é um ponto final em uma era de avanços e democratização do ensino superior no Brasil. Ela na prática altera a Constituição Brasileira para congelar os investimentos em Educação e Saúde nos próximos 20 anos. Para a UNE há um desmonte na educação agindo de forma acelerada.
"De uma forma avassaladora, Temer ataca a educação, põe fim nos royalties do pré-sal para educação, e inviabiliza a destinação dos 10% do PIB para Educação, impossibilita que o PNE seja efetivado, restringe os investimentos por 20 anos, coloca em cheque todos os avanços e conquistas. Há um, a sanção da reformulação do ensino médio é um boicote ao ensino público e ao modelo de uma escola transformadora", destaca documento aprovado pela diretoria da entidade.
Nesta segunda-feira (31), 134 campi universitários, e mais de 1000 escolas e Institutos Federais, estão ocupados contra a PEC 241 e o governo Temer.
Crise síria é a mais difícil de resolver desde a Crise dos Mísseis de Cuba
O embaixador russo na Arábia Saudita, Oleg Ozerov, informou na terça-feira (1) que a crise síria é a questão mais difícil de resolver desde a Crise dos Mísseis de Cuba, que aconteceu entre 16 e 28 de outubro de 1962.
Segundo ele, a Rússia e a Arábia Saudita estão tentando encontrar uma saída para a crise síria. Apesar das diferenças entre os dois países, eles vêm mantendo contatos regulares sobre o assunto, acrescentou. "Quando estamos falando das diferenças entre Moscou e Riad, temos que levar em consideração o fato de que há muita coisa em comum entre os nossos países no que diz respeito à busca de solução para crise Síria", informou Ozerov à agência RIA Novosti.
Segundo o embaixador, um dos alicerces da relação entre os dois países tem como base o Comunicado de Genebra de 2012, documento que estabelece as condições para resolução pacífica da crise na Síria.
"Todos compartilham desta plataforma, bem como do desejo de executar a resolução do Conselho de Segurança da ONU 2254 e as resoluções humanitárias na Síria", informou Ozerov. Ao mesmo tempo, o embaixador russo frisou que a Rússia e a Arábia Saudita mantêm diálogo regular sobre a Síria. O assunto já foi incluído na agenda bilateral a nível diplomático, além de ser discutido em reuniões internacionais.
Sputniknews
Nuevo presidente libanés promete acabar con la ocupación israelí
El nuevo presidente de El Líbano, Michel Aoun, promete liberar las tierras libanesas ocupadas por el régimen de Israel.
“No escatimaremos esfuerzos para proteger a El Líbano de Israel y liberar lo que queda de nuestras tierras de la ocupación israelí”, enfatizó el lunes Aoun en su discurso de investidura como nuevo dignatario del país árabe.
En este contexto, el exmilitar libanés recordó que el régimen de Tel Aviv “continúa representando la mayor amenaza contra El Líbano”.
Al mismo tiempo, el presidente de El Líbano destacó la continuación del apoyo de su país al presidente de Siria, Bashar al-Asad, en la lucha contra el terrorismo que azota al país vecino desde hace más de cinco años.
Resaltó también su firme decisión de luchar contra el terrorismo en la región de Oriente Medio y prometió el establecimiento de una medida preventiva y, de esa manera, impedir la extensión del terrorismo.
“Armar y apoyar al Ejército libanés será mi principal prioridad con el fin de poder combatir cualquier amenaza”, destacó al respecto.
Ayer lunes, Michel Aoun fue nombrado presidente de El Líbano al conseguir 83 votos afirmativos de los diputados del Parlamento libanés. Esta elección pone fin a los 29 meses de vacío en la Presidencia del país.
La llegada de Aoun a la Presidencia es fruto de un concenso entre el Movimiento de la Resistencia de El Líbano (Hezbolá) y el expremier libanés Saad Hariri, también candidato a la Presidencia. Según lo acordado, Hariri ejercerá el cargo de primer ministro durante la presidencia de Aoun.
Según el Pacto Nacional Libanés de 1943, el presidente debe ser un cristiano maronita; el primer ministro, un musulmán suní; y el presidente del Parlamento debe ser elegido en la comunidad chií.
Mientras la elección de Aoun ha recibido el beneplácito de diferentes gobiernos regionales, el régimen de Israel no ha ocultado su descontento y furia al respecto. El diario Israel Hayom la considera como una victoria para Irán y Hezbolá ante Arabia Saudí.
tas/rha/rba/HispanTv
¿Rusia o terrorismo?: Moscú reta a Occidente a definir su enemigo
El ministro de Defensa de Rusia, Serguei Shoigu.
El ministro ruso de Defensa, Serguei Shoigu, pide a EE.UU. y sus aliados definir si quieren luchar contra el terrorismo en Siria o contra Rusia.
“Es la forma como nuestros colegas occidentales entienden la lucha contra el terrorismo en Siria. Es hora de que nuestros colegas occidentales definan para sí contra quién combaten en realidad, contra los terroristas o contra Rusia”, afirmó el lunes Shoigu.
En una rueda de prensa celebrada en Moscú, capital rusa, cuestionó también que “¿Será que han olvidado quienes asesinaron a inocentes en los atentados terroristas de Bélgica, Francia, Egipto, Irak y otros países?”.
Con respecto al envío de los buques de guerra rusos a las costas sirias en el Mediterráneo, Shoigu expresó la gran sorpresa que les causó la posición de “ciertos países bajo presión de EE.UU. y de la Organización del Tratado del Atlántico del Norte (OTAN) que prohibieron abiertamente la entrada de nuestros buques en sus puertos”, mientras Rusia no les supone amenaza alguna.
Tras enfatizar que dicha negativa no incidió en el cumplimiento de la misión, destacó que probablemente ese es el modo en que “nuestros socios conciben su aporte a la lucha contra el terrorismo internacional en Siria”.
A continuación, indicó la suspensión indefinida de los diálogos de paz sobre Siria entre Moscú y Washington: “Las perspectivas del inicio del proceso político y el retorno del pueblo sirio a la vida en paz se aplazan por un periodo indeterminado”, consideró.
En tanto, el titular de la Defensa rusa calificó de imprescindible actuar conjuntamente “en vez de meter un palo entre las ruedas de los socios” para poder derrotar a los terroristas en Siria.
Al final de sus afirmaciones, denunció la guerra desigual en Alepo, norte de Siria, y la muerte de la población civil en los ataques terroristas.
Todo esto, explicó, tiene lugar a pesar de que desde el pasado 18 de octubre Rusia y Siria han suspendido los ataques aéreos sobre Alepo con el fin de dar paso a una pausa humanitaria para permitir a los civiles y milicianos abandonar la urbe.
tas/rha/rba/HispanTv
Las fuerzas iraquíes irrumpen en el 'corazón del califato' del Estado Islámico en Irak
Las fuerzas iraquíes afirman haber liberado una parte del barrio de Kukyeli, considerado como la 'puerta' de Mosul.
Unidades de las fuerzas iraquíes han entrado en Mosul, considerado el 'corazón' del autoproclamado califato del Estado Islámico en Irak. De acuerdo con un corresponsal de BBC, los yihadistas resisten ferozmente a la ofensiva.
El ingreso se ha realizado desde la dirección este y actualmente se están librando combates con los terroristas ―que atacan a los militares iraquíes con granadas propulsadas por cohete y armas pequeñas― en el barrio de Kukyeli. La agencia EFE reporta, citando al jefe de las fuerzas antiterroristas iraquíes Abdelgani al Asadi, que ya ha sido liberada una parte del barrio considerado como la 'puerta' de Mosul.
Asimismo, las fuerzas iraquíes afirman haber tomado el control del edifico que alberga la televisión estatal.
Los militares se encuentran a 800 metros del distrito más central, Karama. Sami al-Aridi, mayor general de las fuerzas especiales iraquíes, afirmó a AP que el EI no solo está luchando, sino que también "ha construido muros de hormigón para bloquear el barrio de Karama y el avance de las tropas".
Se trata de la primera vez que las tropas iraquíes ingresan a Mosul en más de dos años. La urbe fue invadida por el EI en junio de 2014 y allí autoproclamaron su califato. Desde el 17 de octubre, las fuerzas iraquíes y las milicias kurdas, apoyadas por la aviación de la coalición liderada por EE.UU., llevan a cabo una operación a gran escala con el fin de arrebatarles la estratégica ciudad a los yihadistas.
Actualidad RT
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Terroristas en Alepo están usando armas extranjeras
Los grupos terroristas en Alepo están usando armas extranjeras recién suministradas en su contraofensiva contra el Ejército Sirio y sus aliados.
Ahrar al-Sham, designada como organización terrorista por varios países, disponen de los lanza cohetes anti tanques turcos HAR-66, variante de los M72 LAW de fabricación norteamericana.
El jueves, los grupos terroristas lanzaron una ofensiva contra el Ejército Sirio y aliados en Alepo. La comunicación móvil y las conexiones de internet dejaron de funcionar por el uso de medios de guerra electrónica.
A principios de este mes, un terrorista confirmó a la agencia de noticias Reuters que había recibido artillería de cohetes Grad en cantidades "excelentes". Según el informe, estados extranjeros en un centro de coordinación respaldado por Estados Unidos con sede en Turquía, han aprobado y facilitado la transferencia de los sistemas de misiles BM-21. Los cohetes no guiados de 122 mm están equipados con una ojiva explosiva de alto poder explosivo y de fragmentación, tienen un rango de entre 22 y 40 kilómetros de alcance.
Grupos terroristas apoyados desde el extranjero, incluyendo Ahrar al Sham (aliado de Estados Unidos), han incrementado los bombardeos y los disparos de cohetes sobre la ciudad en los últimos días, sobre todo contra corredores especiales designados para el paso seguro de los civiles y terroristas que se han rendido.
El M72 LAW (Light Anti-Tank Weapon) es un lanzador de un sólo disparo, portátil y antitanque, sigue siendo utilizado por el ejército de Estados Unidos. Su variante turca, el HAR-66, es una copia del arma con características de seguridad mejoradas.
En mayo de 2016, los EE.UU., Gran Bretaña, Francia y Ucrania bloquearon la propuesta rusa en las Naciones Unidas que consistía en incluir en la lista negra de grupos terroristas a Ahrar al-Sham.
Síria Vencerá
‘Crisis de Alepo se resolverá en 10 días sin apoyo a terroristas’
La Fuerza Aérea siria hace un llamado a EE.UU. y Europa para que dejen de financiar a los terroristas con la finalidad de poner fin a la crisis en Alepo.
“Si Estados Unidos y Europa cesan la financiación a los terroristas el problema de Alepo se resolvería en diez días”, ha dicho este lunes el director de Inteligencia de la Fuerza Aérea siria, el general Yamil Hasan, en una entrevista concedida a la agencia rusa de noticias Sputnik.
Además de llamar a los países occidentales a dejar de apoyar a los grupos terroristas que operan en Siria, Hasan ha indicado que de este modo los extremistas takfiríes “se marcharían a Turquía donde tienen muchos amigos”.
Desde septiembre, Alepo, la segunda ciudad más importante de Siria y principal bastión de los grupos armados, entre ellos el EIIL (Daesh en árabe), es escenario de feroces choques entre el Ejército sirio y los grupos terroristas que tratan de romper el cerco del Ejército impuesto a sus posiciones en el sur y este de la urbe.
Los enfrentamientos se han intensificado en los últimos días, después de que los extremistas iniciaran el viernes una gran ofensiva, en un intento por acabar con el asedio gubernamental.
De igual manera, criticando al Occidente por sus ayudas a los terroristas que cometen la matanza de niños y mujeres en el país árabe, Hasan les ha pedido terminar con el doble rasero para establecer la paz en Alepo (noroeste de Siria).
De este modo se ha referido a las iniciativas de algunos países en el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU) sobre una tregua en Alepo, mientras siguen respaldando a los extremistas que cometen crímenes de lesa humanidad.
“¿Por qué nadie habla de lo que sucede en el oeste de Alepo, una zona que los terroristas atacan a diario? (…) EE.UU. otorga apoyo sin precedentes a las organizaciones terroristas, un apoyo que abarca propaganda informativa y la creación de conflictos en el seno del Consejo de Seguridad”, ha dicho.
ftn/ktg/nal/HispanTv
Ejército iraquí halla misiles de EEUU en cuartel general de Daesh
Misiles estadounidenses descubiertos en uno de los cuarteles generales del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en el sur de la ciudad de Mosul, en el norte de Irak.
Estados Unidos suministra misiles a los terroristas de EIIL (Daesh, en árabe) que operan en Irak, según medios de prensa.
Las fuerzas del Ejército de Irak en sus avances hacia la ciudad norteña de Mosul descubrieron misiles en uno de los cuarteles generales de Daesh en la ciudad de Al-Shura, al sur de Mosul, ha informado hoy domingo la agencia de noticias en árabe U-news.net.
Asimismo, según dio a conocer el sábado el sitio Web Al-Waqt, citando fuentes de seguridad iraquíes, varios helicópteros militares de la llamada coalición internacional han descargado la semana pasada varias cajas de armas y municiones militares para los terroristas cerca del lago de Hamrim, en la provincia iraquí de Diyala (este).
El Ejército iraquí junto con las fuerzas populares iniciaron el pasado 17 de octubre una ofensiva a gran escala para recuperar Mosul, principal bastión de Daesh, que cayó en poder de los terroristas en junio de 2014.
alg/rha/mjs/rba/HispanTv
¡Avion militar USA transportó 24 ton. de cocaina de Costa Rica a Miami!
Agencia Matriz del Sur / Aporrea.org – En una extraña y reservada operación de destrucción de drogas, una aeronave de la Fuerza Aérea de Estados Unidos trasladó cerca de 24 toneladas de cocaína desde Costa Rica a Miami.
Según el Costa Rica Star, un Boeing C-17 Globemaster III proveniente de la Base Dover de la Fuerza Aérea de Estados Unidos aterrizó en el Aeropuerto Internacional Daniel Oduber Quirós el pasado sábado 27 de julio, cargó casi 24 toneladas de cocaína en contenedores y despegó hacia Miami, no sin antes detenerse en Nicaragua y Honduras.
La Fuerza Aérea norteamericana habría acordado transportar la cocaína luego de que el incinerador de un exitoso programa costarricense, capaz de destruir 300 kilos de droga por hora, presentara dificultades para funcionar.
El Organismo de Investigación Judicial de Costa Rica dijo que no autorizará más el transporte de cocaína a Miami y que volverá a almacenarla en recintos seguros.
El reporte señala que dos magistrados del Poder Judicial desconocían el arribo de la Fuerza Aérea de Estados Unidos a Costa Rica. Aparentemente, ningún permiso de ingreso al espacio aéreo costarricense fue visto por los legisladores del Parlamento. La identidad exacta del Globemaster también fue mantenida en reserva hasta que una indagación más profunda reveló que se trataba del Spirit of Delaware.
Cuando el avión llegó, el consulado de Costa Rica en Miami debía confirmar el envío y la destrucción de la cocaína, no obstante, no se envió ningún comunicado. Pese a esto, el Organismo de Investigación Judicial afirma que las drogas fueron destruidas.
La participación de la Fuerza Aérea de Estados Unidos debe levantar las alarmas, en razón de anteriores acusaciones sobre tráfico de drogas de la CIA y autoridades del gobierno norteamericano en el caso de Nicaragua, donde el avión se detuvo, la administración Reagan contó con el apoyo de criminales del narcotráfico durante la red de abastecimiento de los Contras (lea informe del Departamento de Justicia de EEUU).
En abril de 2011, Jesús Vicente Zambada Niebla, el coordinador logístico del cartel de Sinaloa pandilla responsable de la adquisición de un jet de torturas de la CIA que se estrelló con cuatro toneladas de cocaína a bordo, en el año 2007 declaró a la Corte del Distrito de Illinois, Chicago, que había estado trabajando como un agente del gobierno de Estados Unidos durante años.
Según las transcripciones judiciales, el gobierno permitió que Niebla importara grandes cantidades de cocaína a Estados Unidos como resultado de su relación con el FBI, Homeland Security (Seguridad Interior), el Departamento de Justicia de Estados Unidos y la Agencia Antidrogas (DEA).
Las afirmaciones de Niebla se adhieren a la voluminosa evidencia que vincula a la CIA y gigantescos bancos internacionales en el contrabando de estupefacientes, que amasa cientos de miles de millones de dólares al año.
Tales revelaciones fueron develadas, en un principio, por el periodista ganador del Premio Pulitzer, Gary Webb, en sus reportajes de periodismo investigativo Dark Alliance, escritos para el diario San Jose Mercury News y luego plasmados en un libro. Según autoridades policiales, en 2004, Webb decidió quitarse la vida. El periodista, quien fue encontrado con dos heridas de bala en la cabeza, había alertado a sus conocidos sobre continuas amenazas de muerte por agentes del gobierno.
domingo, 30 de outubro de 2016
‘Miembros de oposición siria son agentes extranjeros’
Rebeldes sirios que luchan en las filas del Frente Fath al-Sham (Frente Al-Nusra), en el oeste de Alepo, 28 de octubre de 2016.
Una asesora del presidente sirio, Bashar al-Asad, denuncia que los miembros de la oposición siria son ‘agentes extranjeros’ que operan a favor del Occidente.
“Estos grupos armados no son la oposición siria, sino que son agentes extranjeros, que reciben apoyo financiero del Occidente y son responsables del fracaso de la pausa humanitaria en el país”, denunció el sábado Bouthaina Shaaban, asesora política y de medios de comunicación del mandatario sirio.
Shaaban, que hizo estas declaraciones en una entrevista a la televisión Rossiya 24, expresó la disposición de su país para reanudar las conversaciones intersirias, a condiciones de que la llamada oposición muestre también su deseo para alcanzar dicho fin.
Explicó que los países occidentales se están aprovechando de la crítica situación en la región para alcanzar sus metas estratégicas, y convertir los países del Oriente Medio en Estados sectarios.
Shaaban asimismo indicó que Damasco aprobó el cese de hostilidades, sin embargo, EE.UU. violó este acuerdo cuando bombardeó posiciones del Ejército sirio.
"Rusia informó a la Organización de las Naciones Unidas (ONU) de que es necesario llevar a cabo una investigación y aclarar lo que sucedió, pero hasta ahora, EE.UU. no ha realizado ninguna investigación porque sabe quién quemó el convoy humanitario de las Naciones Unidas y atacó el colegio. No son rusos ni sirios", agregó.
En otra parte de sus declaraciones, acogió con beneplácito la propuesta rusa de adoptar un esquema en Oriente Medio parecido al plan Marshall, que fue aplicado en Europa luego de la Segunda Guerra Mundial para revitalizar la economía de sus países.
Esta será una enorme iniciativa para ayudar al desarrollo de Siria y Oriente Medio y garantizar la paz y seguridad en todo el mundo, concluyó.
mkh/ctl/bhr/msf/HispanTv
“PRISÃO DE LULA É DECLARAÇÃO DE GUERRA”
Coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que congrega 40 mil famílias em 11 estados, Guilherme Boulos prevê um 2017 de conflitos no Brasil, mas sobretudo na maior cidade do país; "São Paulo vai virar uma praça de guerra", diz, antevendo que o novo prefeito irá usar a força para reprimir a luta pela moradia; para Boulos, Sergio Moro "não é uma referência de Justiça" e " tem mentalidade de justiceiro"; "Para ele vale qualquer coisa, até passar por cima da constituição, para que ele possa pegar quem ele quer pegar", opina; questionado se o MTST irá às ruas se Lula for preso, ele diz: "Uma prisão arbitrária do Lula não é um ataque apenas ao Lula. É uma declaração de guerra. Evidente que vai gerar reações"
Por Alex Solnik, do 247 - Coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que congrega 40 mil famílias em onze estados brasileiros, Guilherme Boulos prevê, nessa entrevista exclusiva ao 247, um 2017 de conflitos no Brasil, mas sobretudo na maior cidade do país, onde o movimento é mais robusto.
"São Paulo vai virar uma praça de guerra", diz ele, antevendo que o novo prefeito irá usar a força para reprimir a luta pela moradia. "Doria disse que vai acabar com as ocupações. É próprio de alguém que nunca saiu do Jardim Europa. Ninguém pede licença ao prefeito para fazer ocupação".
Boulos classifica o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, como "um sujeito de índole autoritária", sempre "à procura de um inimigo interno". Sergio Moro "não é uma referência de Justiça" e " tem mentalidade de justiceiro". "Para ele", diz Boulos, "vale qualquer coisa, até passar por cima da constituição, para que ele possa pegar quem ele quer pegar".
E define a missão do general Etchegoyen no governo Temer: "Ele tem o papel de infiltrar gente, como fez com aquele capitão do Exército aqui em São Paulo nos movimentos sociais, com o objetivo de monitorar os movimentos, preparar a escalada repressiva... um cenário preocupante".
O MTST irá às ruas se Lula for preso? "Uma prisão arbitrária do Lula não é um ataque apenas ao Lula. É uma declaração de guerra. Evidente que vai gerar reações".
Há quanto tempo você mora na periferia?
Eu moro na periferia de São Paulo há quinze anos, desde que eu entrei no MTST.
É perigoso morar lá?
Olha, não acho. Perigoso é andar pelo Congresso Nacional. Eu me sinto mais seguro no meu bairro do que quando eu tenho que ir para Brasília.
Por que você foi morar lá?
Olha, você sabe que eu tenho origem nas camadas médias, mas logo cedo, ainda secundarista comecei a militar no movimento estudantil. E fui me envolvendo com os movimentos sociais, com os movimentos de esquerda e quando o MTST entra na região metropolitana de São Paulo, em 2001, eu tinha acabado de entrar na faculdade, eu passei a apoiar as ocupações que ocorriam, vi nessas ocupações uma legitimidade, uma capacidade de organização e de mobilização muito forte, um espaço onde podia renascer o contato da esquerda com o povo. O bom e velho trabalho de base. Perdido, esquecido. Por isso fui morar nas ocupações.
Você é um sem-teto?
Existe uma falta de compreensão de quem é o sem teto por parte da sociedade brasileira. As pessoas acham que sem teto é a pessoa que está em situação de rua. Claro que é, mas não só ela. O déficit habitacional é de 6 milhões de famílias no Brasil. E esse déficit é composto majoritariamente por famílias que pagam aluguel, comprometendo uma parte expressiva da sua renda, relacionada a coabitação, várias famílias morando na mesma casa, famílias morando em situação de risco – esses também são sem teto. O cara que está pagando aluguel em situação precaríssima, se amanhã ele perde o emprego ele vai para a rua. Então, as pessoas que vão para as ocupações e se organizam no MTST são desse perfil de trabalhadores.
Quantos vocês são?
São 35 mil a 40 mil famílias organizadas no país. Divididas em onze estados brasileiros. Principalmente nas capitais e nas regiões metropolitanas. O movimento se organiza através de ocupações de terrenos urbanos e de núcleos comunitários em bairros, onde também se organiza a luta por moradia. Em São Paulo temos mais de 90 núcleos comunitários. E 27 ocupações. É onde o movimento é maior. É forte em Fortaleza, em Curitiba, Uberlândia, tem uma força razoável no Distrito Federal, Rio de Janeiro.
O número de ocupações cresce ou diminui?
Há uma crescente nas ocupações urbanas e na luta por moradia. De 2008 a 2014 houve um surto inédito de especulação imobiliária no Brasil. A valorização do metro quadrado nas maiores cidades brasileiras superou 200%, em São Paulo chegou a 215%, no Rio de Janeiro, 260%. Isso gerou uma inflação de aluguéis. E essa dinâmica gerou novos sem-teto. As pessoas que moravam numa região foram jogadas em regiões mais distantes, piorando a sua qualidade de vida, foram sendo despejadas. Terra virou ouro. A disputa pelas terras significa o aumento do número de despejos coletivos. Tudo isso agravou o conflito fundiário urbano no Brasil. E aumentou muito o número das ocupações. No próximo período a tendência é que isso se torne ainda mais explosivo. A especulação imobiliária diminui com a recessão, mas a esse processo se somam o desemprego que não havia antes e o arrocho salarial. Como as pessoas vão pagar aluguel? A tendência no próximo período é haver um aumento da luta por moradia.
O que você espera da relação com o novo prefeito de São Paulo? Haverá diálogo?
Olha, o João Doria deixa claro que não quer diálogo conosco. Doria vem de uma elite preconceituosa. Durante a campanha construiu um discurso raivoso em relação ao movimento social, às ocupações, como se ocupação fosse um gesto de vontade...o MTST resolveu fazer ocupações! Como se a ocupação não fosse o resultado da falta de escolha de milhares, de milhões de pessoas a quem nunca foi dada oportunidade de moradia digna. Ele disse que vai acabar com as ocupações. “Não vai ter ocupações no meu governo”. É próprio de alguém que nunca saiu do Jardim Europa. Ele não entende o que é dinâmica de ocupação. Ninguém pede licença ao prefeito para fazer ocupação. As ocupações vão haver porque existe um agravamento da situação social no Brasil. Ninguém vai pedir licença pro João Doria pra fazer ocupação. E tudo indica que o governo dele tende a reagir com repressão, com tentativa de ataque aos movimentos, ondas de despejo. São Paulo vai virar uma praça de guerra.
A relação de vocês com a Dilma já era difícil. E agora, com Temer, vai existir alguma relação?
O MTST sempre prezou por manter uma rigorosa autonomia política em relação aos governos. Nunca foi um movimento do PT. O MTST fez uma série de mobilizações de enfrentamento aos governos petistas quando a pauta do movimento não era atendida. Evidentemente que esse cenário, com a consumação do golpe institucional, você tem um governo que apresenta uma ofensiva maior aos trabalhadores e isso reforça a necessidade de luta social. A relação do MTST com os governos é uma relação de luta social. Evidentemente que o MTST negocia programas habitacionais, sua pauta específica, mas faz isso respaldado e rastreado na mobilização social.
Quem é o Moro para você? Um fascista? Como você o descreve?
Olha...
Ele é popular na periferia?
Todo mundo que a Globo elege como herói ganha popularidade. Eu acho que o Sérgio Moro é alguém com uma mentalidade fortemente autoritária. Mentalidade de justiceiro. Ele trabalha no registro de justiceiro mais do que de juiz. Para quem vale qualquer coisa para que ele possa pegar quem quer pegar. Vale passar por cima da constituição, vale desrespeitar garantias individuais elementares, vale acabar com o direito de defesa, vale acabar com a presunção de inocência, vale eliminar o habeas corpus que é o elemento básico de um estado de direito. E além dos seus procedimentos, digamos, autoritários, atua de forma evidentemente seletiva. Não há como não ver, no caso do Lula, por exemplo, que há uma perseguição, uma tentativa de linchamento, de julgamento, ancorado também numa aliança com a mídia, mas há uma perseguição decidida do Moro e da Procuradoria, colocaram como alvo: queremos prender o Lula. Depois vamos encontrar como. E é o que eles estão fazendo há mais de um ano. Encontrando como. E preparando a opinião pública para isso. Eu não acho Sérgio Moro referência de Justiça.
Se Lula for preso vocês vão pra rua?
Uma prisão arbitrária do Lula não é um ataque apenas ao Lula. Alguns dias depois da condução coercitiva do Lula, em março, aconteceu um fenômeno, muito localizado, mas que me chamou atenção. Numa ocupação do MTST na Zona Sul de São Paulo, a polícia foi, fez uma abordagem, começou a agredir as pessoas e um dos policiais que estava comandando falou “vai lá, chama Lula agora”! Qual é o simbolismo disso? “Se nós estamos fazendo isso com o Lula, o que não vamos fazer com vocês”?! Fazem isso com um cara que foi tido em qualquer pesquisa como o melhor presidente da história do país, que saiu com uma popularidade incrível, ex-presidente da República duas vezes...então, uma prisão arbitrária do Lula significa um avanço no sentido dos ataques, na nossa opinião, ao movimento social, inclusive. Evidente que vai gerar reações.
Você acha que a prisão dele seria uma espécie de declaração de guerra?
Olha, são tantas as declarações de guerra... eu acho que essa é mais uma... a PEC 241 é uma declaração de guerra... a reforma da Previdência é uma declaração de guerra...os vários gestos de criminalização dos movimentos são declarações de guerra. Essa é mais uma.
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