sábado, 28 de maio de 2016
Oropeza Guariguán alias "Lucifer" manejaba planes homicidas contra líderes de la Revolución
Prensa MPPRIJ
El ministro del Poder Popular para Relaciones Interiores, Justicia y Paz, M/G Gustavo González López, informó este viernes que Tyahiwi Oswaldo Oropeza Guariguán, alias "Lucifer", quien era el cabecilla de una peligrosa organización criminal que operaba en los sectores El Valle, El 70 y La Baranda en Caracas, planeaba asesinar a altos líderes políticos y cuadros medios de la Revolución Bolivariana.
Indicó que la Operación de Liberación y Protección del Pueblo Nueva Fase (OLP NF) impidió que concretara esos planes, luego que una unidad élite se enfrentara este viernes a este peligroso sujeto sindicado de ser el mayor traficante y distribuidor de drogas en Caracas, especialmente en planteles educativos, tras mantener fuertes lazos con carteles colombianos.
Asimismo, reveló que junto a su banda criminal, reclutaba a adolescentes en zonas populares como El Valle, Cota 905 y el Cementerio, para que fungieran como gariteros, a quienes les pagaba en moneda extranjera por sus servicios.
Oropeza Guariguán, era el principal cabecilla de una organización criminal con fines paramilitares y mantenía alianzas con bandas negativas de Santa Rosalía y Los Valles Del Tuy dedicadas al homicidio, extorsión, secuestro, robo, hurto, tráfico de armas, desalojo forzoso de personas, además de que ofrecía pago en moneda extranjera por el asesinato de funcionarios policiales y militares.
González López precisó que alias "El Lucifer" estaba vinculado con Juan Carlos Guerra Molina, alias "Chiporro", lugarteniente de esa banda criminal, quien resultó abatido el pasado viernes 13 de mayo en un enfrentamiento con una unidad élite de la Policía Nacional Bolivariana (PNB) por participar en diversos delitos, entre ellos: homicidio, posesión de armas de guerra y tráfico de drogas.
Agregó que el sujeto apodado "El Chiporro" operaba en la calle 18 de Los Jardines de El Valle, Negro Primero y Vengas, mientras que el tercero en la estructura de esta organización era Edwin José Mata Cerda, apodado "El Tumba", quien también enfrentó a comisiones de la PNB el pasado 16 de mayo en el sector Alta Vista de la parroquia Sucre, donde resultó abatido.
Junto a "Lucifer", Mata Cerda había cometido homicidios, secuestros, extorsiones, robos, hurtos, violaciones, entre otros delitos. Este individuo operaba en El Valle, Cerro Grande y Los Frailes de Catia.
Inteligencia se soportó en alta tecnología
El procedimiento donde resultó abatido alias "Lucifer" se practicó luego de arduas labores de inteligencia e investigación efectuadas por el Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (SEBIN) y de la Dirección General de Contra Inteligencia Militar (DGCIM), que se apoyaron en alta tecnología al servicio de la seguridad ciudadana.
Como parte OLP NF se desplegaron 12 funcionarios de la Unidad de Operaciones Tácticas Especiales y de la Dirección Contra la Delincuencia Organizada de la PNB, lo que permitió dar con el paradero de Oropeza Guariguán, en un hotel de la carretera Panamericana, ubicado en los Altos Mirandinos.
El sujeto al verse cercado por los funcionarios tácticos hizo armas contra su humanidad, por lo que se generó un enfrentamiento donde resultó herido mortalmente.
El ministro González López reconoció la labor de los funcionarios y funcionarias de la PNB, de la estación policial El Valle y sus diferentes direcciones; Cuerpo de Investigaciones Científicas, Penales y Criminalísticas (CICPC); Dirección General de Contra Inteligencia Militar (DGCIM), Guardia Nacional Bolivariana (GNB), así como a todos los organismos que protegen al pueblo.
"Ubicaremos a cada actor implicado en hechos desestabilizadores a través de la Operación de Liberación y Protección del Pueblo Nueva Fase y sus mecanismos de inteligencia", sentenció.
Por último, destacó que "todos los cuerpos de seguridad están abocados a cumplir estos objetivos tal como lo pidió el presidente, Nicolás Maduro".
R: Mariely Jiménez
"Nos vengaremos": Anonymous declara como enemigos a los 33 violadores de la menor en Brasil
El grupo internacional de 'hackers' Anonymous ha anunciado a través de un comunicado en la red social Facebook que participa en la búsqueda de los 33 sospechosos de violar a una menor de 16 años en la ciudad brasileña de Río de Janeiro.
"Cualquiera que apoye, divulgue, acepte, visualice, comparta o simplemente no acepte el hecho de que el único culpable de una violación es el propio violador será visto por Anonymous como un enemigo. Vamos detrás de cada uno de ustedes, los identificaremos y expondremos públicamente, nos vengaremos", ha escrito el grupo en el comunicado.
Los ciberactivistas se refieren al caso de violación de una adolescente de 16 años a manos de más de 30 hombres que habría ocurrido el pasado sábado en la ciudad de Río de Janeiro. La víctima, luego de estar desaparecida durante más de tres días, logró regresar a su hogar este martes gracias a la colaboración de un vecino.
Actualidad RT
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Militares dos EUA estão testando armas na Síria
Além de fornecer armas para terroristas, os militares norte-americanos estão testando novos equipamentos na Síria, atirando contra a população civil. As fotos acima foram feitas durante testes de metralhadora 40 mm, MK47 e lança granadas com equipamento de navegação.
Após os testes em seres humanos, as armas serão vendidas para as monarquias corruptas do golfo.
Meses atrás o governo norte-americano testou uma ogiva nuclear de pequeno porte, desenvolvida durante o governo de George W. Bush. A bomba foi detonada nas montanhas de Saná para aterrorizar a população. O cogumelo foi visto a dezenas de quilômetros.
Esta é a política externa dos verdadeiros terroristas da humanidade, o imperialismo e o sionismo internacional.
ROMANO: GOVERNO TEMER TEM DEMONSTRADO ERROS FATAIS
Filósofo e professor de Ética da Unicamp Roberto Romano afirma que o governo do presidente interino Michel Temer terá dificuldades para chegar ao fim de 2018, caso o afastamento de Dilma Rousseff se confirme pelo Senado; ele vê uma crise eclodir com a exposição de erros táticos na nomeação do ministério que “são fatais”; para Romano, a falta de experiência política de Temer no Executivo tem aumentado as dificuldades de um governo já “fragilizado”
247 – O filósofo e professor de Ética da Unicamp Roberto Romano afirma que o governo do presidente interino Michel Temer terá dificuldades para chegar ao fim de 2018, caso o afastamento de Dilma Rousseff se confirme pelo Senado.
Após a queda do primeiro ministro de Temer, Romano vê uma crise eclodir com a exposição de erros táticos na nomeação do ministério que “são fatais”. Para o professor, a falta de experiência política de Temer no Executivo tem aumentado as dificuldades de um governo já “fragilizado”.
"Temer nunca foi um líder político nacional, ele sempre foi muito apagado, ele não tem o carisma dos antigos líderes políticos, nem do Ulysses Guimarães nem do Mário Covas. Nunca teve nenhuma experiência no Executivo. Ele não conhece as armadilhas do cotidiano do poder Executivo com o Legislativo no Brasil. Ele conhece o outro lado, mas não conhece o lado do Executivo e isso ajudou muito ele a nomear este ministério heteróclito e muitas vezes sem competência na área”, disse ele, em entrevista ao ‘El País´.
Brasil 247
EUA culpados da crise política no Brasil
Em outubro de 2013, no início dos protestos no Brasil de natureza social e econômica, o governo dos Estados Unidos indicou a diplomata de carreira Liliana Ayalde para o cargo de embaixadora dos EUA no Brasil, em Brasília, substituindo o embaixador Thomas Shannon.
Fluente em português e espanhol, Liliana era assistente de adjunto de Secretário de Estado para Cuba, América Central e Caribe, no setor de Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado.
Dois anos depois, Liliana Ayalde deixa o Brasil no meio da incerteza política, escândalos de corrupção e crise econômica, um país que fica dividido entre seguidores de Dilma e oposição, após o afastamento temporário de Dilma Rousseff do poder.
Lembramos que entre 2008 e 2011, Ayalde foi embaixadora dos EUA no Paraguai. Um ano depois, em 2012, o presidente paraguaio Fernando Lugo foi afastado do cargo pelo Senado, por 39 votos contra 4, depois de um rápido julgamento político em que foi considerado culpado de "mau desempenho", sendo substituído pelo vice-presidente Federico Franco. O processo de impeachment durou menos de 36 horas. Lugo declarou que considerava o impeachment como um golpe, “organizado pelos EUA”, informou a agência EBC. O vice-presidente Federico Franco assumiu a presidência do país no mesmo dia da consumação do impeachment.
A Sputnik contatou dois especialistas russos em ciências políticas para saber a sua opinião sobre o assunto e comprovar se há semelhanças entre os casos de impeachment do presidente paraguaio e da presidente brasileira.
“Acho que podemos afirmar, com certo grão de certeza, que neste caso nós falamos sobre o especialista em, por assim falar, operações secretas. Acho que não estaremos errados ao afirmar isso. Claro que no início a crise politica no Brasil tinha motivos sociais e econômicos, sendo um país grande e, em comparação com o Paraguai, mais independente no seu desenvolvimento. Mas nós vivemos em um mundo interligado e interdependente, por isso não podemos ignorar a possibilidade da influência de fatores externos neste caso, em particular, o papel de Washington na crise brasileira.
Liliana Ayalde deixou o Paraguai [em 2011], um ano antes do golpe de Estado no país, mais ainda naquela época, de acordo com os analistas latino-americanos, a embaixadora estadunidense negociou sobre o possível golpe no Paraguai com o ministro da Defesa e o vice-presidente deste país, Federico Franco, que, depois dos acontecimentos de 2012, assumiu o cargo de presidente. Então já no ano 2011, os altos funcionários planejavam o afastamento do presidente Lugo do poder. Os esforços de Ayalde foram apreciados nos EUA e ela, depois de ser embaixadora no ‘pequeno’ Paraguai, encabeçou a agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional [USaid], em seguida, se tornou assistente de adjunto de Secretário de Estado para Cuba, América Central e Caribe, no setor de Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado e depois, em outubro de 2013, embaixadora no Brasil. O que é mais importante é que tudo isso aconteceu depois do início dos protestos da juventude brasileira, que primeiramente tinham a natureza social e econômica, mas logo depois foram politizados por algumas organizações não governamentais, financiados e direcionados pelos Estados Unidos. Isto é o que sabemos. E temos que admitir que a participação dos EUA nos acontecimentos de afastamento de Dilma não é discutida abertamente pelos altos políticos brasileiros. Mas a informação sobre isso existe, em particular, nos documentos publicados pelos WikiLeaks e nos discursos de alguns analistas latino-americanos em ciências políticas, que permitem formar a visão claro das origens da crise política no Brasil”, disse Aleksandr Kharlamenko, o chefe de centro da informação do Instituto da América Latina da Academia de Ciências da Rússia.
”Eu não diria que aqui tem algum tipo de conspiração, porque cada embaixador em cada Estado protege os interesses do seu próprio país, e o que Liliana Ayalde estava fazendo no Paraguai e, em seguida, no Brasil era isso mesmo. Ela simplesmente seguia as instruções do Departamento de Estado de acordo com a missão de embaixadora. Por isso acho que aqui não existe nenhum tipo de conspiração, aqui nós vemos os interesses diretos dos EUA na América Latina. E os mesmos interesses estadunidenses nos diferentes países latino-americanos estão ‘protegidos’ deste jeito. No caso do Brasil, agora nos falamos sobre o Brasil, claro que é o golpe de Estado. Mas quero admitir que o Departamento de Estado dos EUA não reconhece oficialmente os acontecimentos no Brasil como o golpe de Estado e não concorda com as avaliações de Dilma Rousseff sobre a situação”, afirma Mikhail Belyat, professor da Universidade Estatal Humanitária russa.
Sputniknews
‘Um dia vamos acordar e ver que as tropas dos EUA estarão aqui para sempre’
Mais um comboio americano passa pelo território da República Tcheca rumo aos países Bálticos após os treinamentos da OTAN Saber Strike.
O senador tcheco Jaroslav Doubrava, membro do Partido Comunista e ex-prefeito da comuna de Telnice, disse à Sputnik comentando a situação atual:
“Na realidade estes comboios provocam os tchecos que, tradicionalmente estão atentos a tropas estrangeiras na sua terra. Mas esta também é uma provocação contra a Rússia. Na realidade, tal como muitos dos meus compatriotas, eu também começo a recear que, por via destes infinitos comboios de tropas e de equipamentos pesados americanos, destes shows militares, eles estejam “adormecendo” a nossa vigilância. Para que nos acostumemos. Um dia vamos acordar e ver que as tropas dos EUA estarão aqui para sempre”.
Além disso, a República Tcheca está pronta, com os seus parceiros do grupo de Visegrád (República Checa, Hungria, Polônia e Eslováquia), a formar uma companhia militar para presença constante na região do Báltico – esta proposta também será discutida na cimeira da OTAN em Varsóvia.
Recentemente, o presidente tcheco Bohuslav Sobotka disse ao seu homólogo lituano que o seu país está pronto para cobrir o espaço aéreo dos países bálticos, protegendo-o da “ameaça russa”.
A Sputnik perguntou a este respeito: “Na mídia tcheca está sendo discutida a alegada possibilidade de a Rússia poder ocupar a Letônia, Lituânia e Estônia em três dias…Como surgem estes boatos?”.
O político explicou:
“Esta é uma paranoia grave, que atingiu certos meios de comunicação e certos políticos. Mas a sociedade tcheca em geral, eu quero crer, não vê na Rússia um agressor, não sente nenhuma ameaça, que alegadamente possa vir do Kremlin – nem para República Tcheca, nem para a Europa em geral. Quando me apresento frente a grandes audiências, eu sempre digo: peguem o mapa e vejam quantas bases americanas estão espalhados por todo o mundo. E mostrem-me o mesmo mapa com as bases da Rússia. A comparação fala por si mesma, não precisa de outra resposta à pergunta de quem representa uma ameaça real de desencadeamento de um conflito militar no continente ou mundo”.
É geralmente sabido que Moscou já tem várias vezes mostrado a sua preocupação com o aumento da presença militar da OTAN no leste da Europa, perto das suas fronteiras: estão sendo realizados treinamentos, a aliança militar está pronta para instalar na região cerca de 4 mil militares…
Jaroslav Doubrava acrescentou:
“Primeiro: considero injustificado o aumento da presença militar da OTAN no leste da Europa, onde, por via deste, está sendo criado um foco de tensão, aumentando a ameaça de um conflito militar. Segundo: mesmo no pesadelo mais terrível não posso imaginar que um soldado tcheco ou eslovaco venha a combater contra um soldado russo. Embora agora nos exércitos na maioria sirvam por contrato, mercenários, prontos para lutar por qualquer um, ainda assim o nosso povo tem uma atitude especial em relação aos russos. A memória da libertação de Tchecoslováquia dos nazistas pelo Exército Vermelho continua no nível genético.”
Enquanto isso, desde esta sexta-feira, 27 de maio, o comboio militar americano seguirá da Alemanha em direção aos países bálticos, participando nos exercícios da OTAN Saber Strike 2016, envolvendo cerca de 10 mil tropas de 12 países. As manobras só terminarão em 13 de junho.
Sputniknews
“Única saída dos EUA é abandonar a política hostil contra RPDC”
O jornal estadunidense Wall Street Journal destacou que no VII Congresso do Partido o Marechal Kim Jong Um disse que desenvolverá a dinâmica luta para eliminar com o poderoso dissuasivo nuclear a ameaça de guerra nuclear dos Estados Unidos, o qual demonstrou que a República Popular Democrática da Coreia tem a capacidade de ameaçar com o ataque nuclear no território principal dos EUA.
A revista de relações internacionais dos EUA, National Interest, destaca que ainda que as sanções da ONU e dos EUA se fortaleçam mais, quase não tem possibilidade de modificar a RPDC e somente o início das negociações torna-se a única saída porque ela legalizou a possessão das armas nucleares e apresentou esta como ideal do Partido.
Os prestigiados especialistas de situação e muitos meios de comunicação dizem que a RPDC, que realizou a minimização das ogivas nucleares para carrega-las nos mísseis balísticos, poderia fabricar de 20 a 100 armas nucleares até 2020.
Prosseguem que se buscam como agora a tática de alta pressão desejando a mudança da RPDC, se elevará ainda mais a posição da RPDC nas negociações nucleares no mandato do próximo presidente estadunidense, o qual servirá a ameaça e tarefa que os EUA devem solucionar urgentemente.
Esta voz do mundo se baseia na posição estratégica da RPDC ao entrar na primeira linha das potências nucleares e a atual tendência em mudança e desenvolvimento.
Assim destaca o diário Rodong Sinmun em um comentário divulgado nesta semana e prossegue:
O abandono da política hostil norte-americana contra a RPDC deve seguir a demanda das relações internacionais em mudança e desenvolvimento e também é útil para a paz e a segurança do mundo.
Não o mendigamos nunca. Não nos importa tanto o problema de retirada ou não desta política. Hoje, quando se torna mais aguda a confrontação entre a RPDC e os EUA, as autoridades estadunidenses devem ter em mente que a única saída de seu país não é outro senão o abandono da política hostil contra a Coreia Popular.
da KCNA - Blog de Solidariedade à Coreia Popular
Combatiente danesa: ‘Miembros de Daesh son muy fáciles de matar’
Joanna Palani (centro), danesa de 23 años, que se unió a las fuerzas kurdas en Siria e Irak.
Una joven danesa, con un año de experiencia en la lucha contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe), asegura que matar a los miembros de esta banda es muy fácil.
“Los combatientes del EIIL son muy fáciles de matar. Los combatientes del EIIL son muy buenos para sacrificar sus propias vidas”, dijo Joanna Palani, de ascendencia kurda, en una entrevista con Vice publicada el miércoles.
La joven, de 23 años de edad, abandonó en noviembre de 2014 su casa en Copenhague (capital de Dinamarca) y viajó a Siria para luchar junto a los kurdos contra los terroristas.
Palani se unió en un principio a las Unidades de Protección Popular (YPG, por sus siglas en kurdo) en Siria y luego a las fuerzas kurdas iraquíes (los Peshmerga) con el objetivo de luchar por “la democracia y los valores occidentales”, según sus palabras.
En ese entonces, ella de 22 años, había afirmado que no le importaba perder la vida ya que se sentía orgullosa de sus ideales.
Joanna Palani (izqda.), danesa de 23 años que se unió a las fuerzas kurdas en Siria e Irak.
Para Palani, que estudia política y filosofía, combatir hombro a hombro con los kurdos durante 12 meses fue una lucha a favor de “los derechos humanos”. Recordó que pese al constante peligro, nunca deseó estar en casa.
En la entrevista, describe los horribles escenarios que atestiguó, desde la muerte de su compañero sueco en la primera noche que se encontraba en Siria hasta observar la situación de un grupo de jóvenes encarceladas por EIIL para someterlas a abusos sexuales en Mosul (norte de Irak).
Después de regresar a Dinamarca, su pasaporte fue confiscado por las autoridades del país lo que impidió que vuelva a luchar en el Oriente Medio. Al respecto, Palani cuestiona que le aplicaron una nueva ley danesa que prohíbe a los ciudadanos de este país unirse a grupos terroristas, mientras ella lo que quería era combatir a los terroristas.
"Daría mi vida por Europa, por la democracia, por la libertad y por los derechos de la mujer. (Ahora) siento que he sido traicionada por los que yo estaba dispuesta a sacrificar mi vida”, lamentó.
zss/ncl/rba/HispanTv
‘Los lacayos de sionistas no son dignos de gestionar La Meca y Medina’
El Imam del rezo del viernes de Teherán, capital iraní, el ayatolá Seyed Ahmad Jatami, 27 de mayo de 2016.
Un clérigo iraní critica a la monarquía saudí por obstaculizar la participación de peregrinos iraníes en los rituales del Hach, y denuncia su rechazo a garantizar su seguridad.
“Queremos (participar en) un Hach en el que no se insulte a nuestros peregrinos y en el que su seguridad esté garantizada”, ha subrayado el Imam del rezo del viernes de Teherán (capital iraní), el ayatolá Seyed Ahmad Jatami, quien ha insistido que tales demandas son legítimas, porque Teherán no cuenta con embajada ni consulado en suelo saudí para amparar a sus ciudadanos.
Fieles musulmanes participan en el rezo del viernes en Teherán (capital iraní), 27 de mayo de 2016.
Al reclamar tales garantías, la República Islámica busca impedir que se repita la tragedia del año pasado, cuando una estampida mortal ocurrida en septiembre de 2015 en Mina, una localidad cercana a La Meca (Arabia Saudí), durante el Hach, causó la muerte de miles de peregrinos, incluidos más de 460 iraníes.
Teherán y Riad, que viven momentos muy tensos tras la ruptura de sus relaciones diplomáticas, anunciada por el régimen saudí a principios del año en curso, han mantenido múltiples negociaciones en los últimos meses para facilitar el envío de peregrinos iraníes al Hach, sin que hasta el momento haya habido avance alguno en las pláticas, a causa del rechazo del país árabe a garantizar la seguridad de los ciudadanos persas.
En esta misma línea, una delegación iraní viajó el martes a Arabia Saudí para mantener conversaciones con responsables de Riad. Sin embargo, el jueves, el ministro de Cultura y Orientación Islámica de Irán, Mohamad Ali Yanati, dijo que “en las últimas reuniones mantenidas con la delegación iraní, ellos han rechazado varias de las propuestas respecto a suministrar la seguridad y las debidas facilidades para los peregrinos iraníes”.
En su discurso de este viernes, el ayatolá Jatami ha subrayado que los Al Saud, responsables de la muerte de miles de musulmanes durante el Hach del año pasado, “no son dignos de administrar La Meca y Medina”.
“Los Dos Nobles Santuarios (de La Meca y Medina) deben ser administrados por una delegación de Gobiernos islámicos que sienta amor profundo por el Islam y un gran odio hacia la arrogancia”, ha dicho el ayatolá Jatami, antes de subrayar que “los lacayos de sionistas (isralíes) no son dignos de dirigir los santuarios”.
ftm/mla/nal/HispanTv
Macri duplica su patrimonio y ahora cuenta con bienes en Bahamas
El presidente argentino, Mauricio Macri, confirma que se presentará de manera voluntaria ante la justicia por su vinculación con los llamados “papeles de Panamá”, abril de 2016.
El presidente de Argentina, Mauricio Macri, afirmó el jueves que duplicó en 2015 su patrimonio respecto al año anterior y admitió tener más de un millón de dólares en un banco de las islas Bahamas.
En su primera declaración jurada ante la Oficina Anticorrupción (OA), el mandatario argentino señaló que posee un patrimonio de 110 millones de pesos (unos 7,6 millones de dólares), el doble de lo declarado en 2014. El incremento se debe a la la adquisición de cuatro terrenos.
Asimismo, ratificó tener 18 millones de pesos (unos 1,2 millones de dólares) en el exterior, más precisamente en las islas Bahamas, el mismo paraíso fiscal en el que operó Fleg Trading, una sociedad offshore revelada por la investigación de los llamados “papeles de Panamá”.
Macri, líder de la alianza de centroderecha Cambiemos, figura como miembro del directorio de la compañía Fleg Trading LTD, con domicilio en Bahamas, según la filtración del bufete de abogados panameño Mossack Fonseca, que incluye millones de documentos confidenciales.
El presidente argentino admitió la existencia de esa empresa y defendió que fue "creada por su padre" para hacer "inversiones en Brasil" que "no se realizaron". Macri se puso a disposición de la justicia para que lo investigue por posibles irregularidades con empresas “offshore” a su nombre. La investigación está en proceso.
En su declaración, el jefe de Estado justificó el súbito incremento en su patrimonio en la valorización que hizo de algunos de sus bienes en su anterior declaración jurada en la que había considerado el valor simbólico de "1 centavo".
"Este número intenta corregir las distorsiones causadas por el sistema, y que técnicamente resulta de imposible resolución", precisa Macri en su declaración en alusión a las diferencias entre los formularios que utiliza la ciudad de Buenos Aires, donde fue alcalde entre el 2007 y el 2015, y la OA sobre los bienes de los funcionarios públicos.
Asimismo, declaró dos préstamos a sendos colaboradores en su carrera política y amigos de juventud, el empresario de la construcción Nicolás Caputo (1,5 millones de dólares) y a su exministro de Hacienda en Buenos Aires, Néstor Grindetti (34,000 dólares).
Grindetti, quien también aparece con una sociedad offshore en los documentos de “papeles de Panamá”, fue asesor contable de empresas del poderoso Grupo Macri, liderado por el magnate Franco Macri, padre del actual dignatario.
bhr/ncl/rba/HispanTv
Ministro Padrino López destaca poder de la FANB para defender independencia y soberanía del país
El ministro del Poder Popular para la Defensa, general en jefe Vladimir Padrino López, expresó desde el estado Zulia que hoy más que nunca la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) tiene el poder sagrado de defender la independencia y soberanía del país, que vive un proceso coyuntural, histórico y circunstancial producto del cambio de un modelo rentista.
"Todo el pueblo de Venezuela y la Fanb, como parte de ese pueblo sabe cuál es el rol que le corresponde jugar en este momento de convulsiones inducidas y provocadas, donde lamentablemente la Fuerza Armada ha sido objeto de ataques sistemáticos contra su moral, contra su fortaleza", resaltó durante el acto de entrega de 120 viviendas a efectivos militares en el Desarrollo Habitacional Simón Bolívar, ubicado en Tía Juana, capital del municipio Simón Bolívar, estado Zulia.
En la jornada de este viernes, enmarcada en la Gran Misión Negro Primero, se llevo a cabo la venta de alimentos y artículos de Mi Casa Bien Equipada en la Base Rafael Urdaneta, en Maracaibo, y la inauguración de un supermercado en el Comando Zonal 11 de la Guardia Nacional Bolivariana (GNB)), como parte de las acciones para el desarrollo de los Comités Locales de Abastecimiento y Producción (Clap) en la entidad.
Expuso que la Fanb tiene que estar consciente del momento en que vive y que las armas de las República son para defender la soberanía, la independencia y para rechazar por completo el intervencionismo, el injerencismo.
"Las pretensiones que vienen desde afuera, no vienen con buena voluntad, vienen con una agenda oculta, propiciando la violencia, la división entre los venezolanos, propiciando la ruptura del hilo constitucional, el caos y nosotros no podemos permitirlo", destacó al resaltar el mensaje del presidente Nicolás Maduro de fortaleza, firmeza, lealtad y conciencia.
Resaltó que el Estado está pariendo un modelo productivo económico en el marco de una Agenda que el presidente Maduro, en función del Plan de la Patria, ha diseñado con 15 motores impulsando la economía productiva y donde la Fanb participa activamente como pueblo uniformado.
El ministro estuvo acompañado por el gobernador del Zulia, Francisco Arias Cárdenas y de los jefes militares acantonados en la entidad zuliana, ubicada al occidente del país.
AVN - Aporrea
Obama: "Hiroshima ha demostrado que la humanidad tiene medios para su autodestrucción"
El presidente estadounidense, Barack Obama, realiza este viernes una visita histórica a la ciudad japonesa de Hiroshima, tristemente conocida por haber sufrido un bombardeo atómico de EE.UU.
Obama llegó este miércoles a Japón para participar en la cumbre del G7, que finaliza este viernes y en la que se han abordado los desafíos de la economía mundial, así como otros retos globales.
A su llegada a Hiroshima, el jefe de Estado norteamericano, citado por Associated Press, ha mencionado que el mundo tiene la responsabilidad compartida de plantearse cómo evitar la repetición de ese sufrimiento. "La bomba de Hiroshima ha demostrado que la humanidad tiene medios para su autodestrucción", agregó.
"Estamos aquí tratando de imaginar el momento en el que cayó la bomba (…). Las víctimas estadounidenses y japonesas son iguales", dijo el presidente estadounidense. "Hace 71 años la muerte cayó del cielo. El mundo cambió para siempre aquí, pero hoy los hijos de esta ciudad van a vivir en paz", agregó, haciendo un llamado a reducir las reservas mundiales de armas nucleares.
Una visita sin disculpas
De esta forma se convierte en el primer presidente en ejercicio de EE.UU. en visitar esta ciudad desde que fuera atacada con una bomba nuclear en agosto de 1945. Obama visitará, acompañado del primer ministro japonés, Shinzo Abe, el Parque de la Paz, donde se encuentran el Museo Conmemorativo de la Paz y el Gembaku Domu, la cúpula que quedó en pie tras el ataque que arrasó la ciudad.
En una breve ceremonia el mandatario norteamericano realizará una ofrenda floral ante el cenotafio en memoria de las 140.000 personas que murieron a consecuencia del bombardeo nuclear, la mayoría civiles. La Casa Blanca ha anunciado que en su discurso, Obama se comprometerá en la lucha por un mundo sin armas nucleares, pero no ofrecerá una disculpa por las consecuencias del ataque realizado por EE.UU.
Por su parte, el analista internacional Daniel Morales, sostiene que la negativa de Obama a disculparse por el bombardeo nuclear se debe a que en EE.UU. existe un "consenso histórico acerca de que los bombardeos fueron un mal necesario para acabar la guerra".
"La piel empezaba a desprenderse del cuerpo junto con la carne"
"Tras la explosión (de la bomba nuclear) la ciudad fue devastada. Parecía como si un enorme pie la hubiera pisado y aplastado", relató a RIA Novosti uno de los sobrevivientes de ese ataque, Keiko Ogura.
"Luego de las quemaduras sufridas por las personas, la piel empezaba a desprenderse junto con la carne. Era muy doloroso para ellos bajar los brazos y caminaban con los brazos levantados hacia adelante, como fantasmas, mientras que de sus manos colgaba la piel. En todas partes había olor a pelo quemado. En muchas personas se podía ver sus órganos internos. Parecía que estaban sosteniendo algo en el estómago, y eran sus intestinos", recuerda Ogura, que en el momento del ataque tenía 8 años.
El "inhumano" bombardeo atómico
Este martes el Ministerio de Exteriores de Japón señaló que el ataque nuclear estadounidense contra las ciudades japonesas violó los principios del humanismo. "Esto no concuerda con el humanismo, la base ideológica del derecho internacional", señaló el Ministerio mencionando que la pérdida de miles de vidas humanas condujo a "una triste situación desde el punto de vista de la humanidad".
La mañana del 6 de agosto de 1945, el bombardero estadounidense Enola Gay lanzó sobre Hiroshima la primera bomba atómica utilizada en combate con la supuesta intención de dar por concluida la Segunda Guerra Mundial.
Se estima que la explosión acabó de forma inmediata con la vida de unas 80.000 personas. Sin embargo, a finales de 1945 las víctimas mortales se elevaban ya a 140.000 y la cifra de afectados por la radiación en los años posteriores es difícil de contabilizar. Tres días después del ataque, EE.UU. lanzó una segunda bomba nuclear, sobre la ciudad de Nagasaki.
Actualidad RT
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Rússia registra três violações ao cessar-fogo na Síria
O centro russo para a reconciliação da Síria, localizado na base aérea de Hmeimim, registrou nesta quinta-feira, 26, três violações ao regime de cessar-fogo no país, segundo informou o Ministério da Defesa da Rússia.
"A cessação das hostilidades na Síria tem sido respeitada na maioria das províncias sírias. No entanto, um total de três violações do cessar-fogo foram registradas na província de Aleppo", informaram os militares através do boletim diário publicado no site do ministério.
Sputniknews
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