quarta-feira, 11 de maio de 2016

Dilma: Estou cansada de desleais e traidores, mas não de lutar


A um dia da votação do Senado que deve decidir se será afastada, a presidenta Dilma Rousseff disse que é uma "figura incômoda" mas que vai se manter de "cabeça erguida" e lutará com todas as suas forças para que o seu mandato termine somente no dia 31 de dezembro de 2018. A presidenta afirmou ainda que está "cansada de desleais e traidores", mas que isso impulsiona ainda mais a sua luta. Para ela, a história dirá "o quanto de violência contra a mulher" há neste processo de impeachment.

Quero dizer a vocês que não estou cansada de lutar. Estou cansada dos desleais e dos traidores. Tenho certeza que o Brasil também está cansado dos desleais e traidores, e é esse cansaço que impulsiona a minha luta cada dia mais”, afirmou, ao participar da cerimônia de lançamento da 4ª Conferência Nacional de Política para as Mulheres, em Brasília.

Dilma reiterou que sofre um um "golpe", liderado por duas pessoas. “Temos de dar nomes aos bois. Este é um processo [de impeachment] conduzido pelo ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e pelo vice-presidente [Michel Temer]. Os dois proporcionaram ao país esta espécie moderna de golpe, um golpe feito rasgando a nossa Constituição”, declarou.

Em várias ocasiões, o discurso da presidenta foi interrompido pela plateia formada por mulheres, que manifestou seu apoio, entonado palavras de ordem, como “no meu país eu boto fé porque ele é governado por mulher”, “mulheres na rua, a luta continua” e “não vai ter golpe, vai ter luta” .


Dilma reafirmou que usará todos os meios legais para combater o que qualificou como "uma enorme injustiça"."Eu sou uma figura incômoda. Eu me mantenho de pé, de cabeça erguida, honrando as mulheres. [Com isso], ficará claro que cometeram contra mim uma inominável, uma enorme injustiça. Eu vou lutar com todas minhas forças usando todos os meios disponíveis e legais de luta. Vou participar de todos atos e ações que me chamarem", disse.

A presidenta voltou a dizer que não vai renunciar e que essa hipótese "jamais" passou pela sua cabeça. "A história vai mostrar como o fato de eu ser mulher me tornou mais resiliente, mais lutadora. Queriam que eu renunciasse, e jamais passou a renúncia pela minha cabeça. Só pela cabela deles, não pela minha". De acordo com a presidenta, os que propõem a sua renúncia querem evitar "de todas as formas" que ela continue denunciando o que tem classificado como golpe.

"Para mim é um momento decisivo para a democracia brasileira que estamos vivendo hoje. Sem dúvida estamos num momento em que a gente sente que estamos fazendo a história desse país. A história ainda vai dizer o quanto de violência contra a mulher, de preconceito contra mulher tem nesse processo de impeachment golpista", disse, acrescentando que um dos componentes do processo decorre do fato de ser a primeira presidenta eleita pelo voto popular.

O evento reuniu milhares de delegadas de todas as regiões do país para discutir políticas públicas voltadas a garantir mais direitos e participação às mulheres. Quando chegou ao local, Dilma foi ovacionada pelas presentes e permaneceu durante seis minutos abraçando as presentes no palco e mandando beijos para a plateia. Antes de o evento começar, elas cantaram de mãos dadas e à capela o Hino Nacional.

Portal Vermelho

Novos apelos na União Europeia ao fim das sanções contra Rússia


O maior partido de oposição da Alemanha, Alternativa para Alemanha (AfD), exige o levantamento das sanções contra a Rússia e pretende enviar hoje (11) um projeto de resolução ao governo, comunica a RT.

Deputados do partido populista de oposição Alternativa para Alemanha apelaram à eliminação das sanções anti-russas, afirmando que vão enviar hoje um projeto de resolução ao governo do estado federal de Bade-Vurtemberga, comunica a agência RT.

A resolução foi iniciada pelo deputado do parlamento local Udo Stein, que afirma que as medidas restritivas do Ocidente contra a Rússia ignoraram a posição de Bade-Vurtemberga, uma região com a economia altamente desenvolvida, com mais de 900 empresas que têm filiais na Rússia.

“As sanções contra a Rússia devem ser levantadas porque elas se viraram contra nós e têm consequências negativas para a nossa economia. A Rússia é um dos parceiros principais de Bade-Vurtemberga e as nossas relações comerciais não devem ser abandonadas”, indica o documento.

O Estado de Bade-Vurtemberga enfrenta cerca de 42,000 despedimentos devido às sanções; as sedes das empresas Porshe, Mercedez-Benz, Bosh, Daimler e SAP estão localizadas na região.
De acordo com o Comité Económico e Social Europeu sobre as Relações Econômicas, que tinha apelado ao levantamento das sanções no ano passado, o intercâmbio russo-alemão em 2015 constituiu 41 bilhão de euros, 25% menos do que em 2014.

As sanções anti-russas foram implementadas pela primeira vez em 2014 após Bruxelas ter apoiado Washington na acusação contra Moscou de fomento da crise na Ucrânia. As sanções foram prolongadas várias vezes apesar de a Rússia ter repetidamente negado as alegações do seu envolvimento no conflito. No dia 22 de dezembro de 2015 o Conselho Europeu decidiu prolongar as sanções contra a Rússia até o fim de Julho de 2016.
As medidas restritivas foram repetidamente criticadas pelos empresários europeus, visto que elas prejudicam não só a Rússia, mas também a União Europeia. Segundo a agência Reuters, 35% dos residentes alemães estão à favor do levantamento completo das sanções, enquanto 36% apoiam a variante de abrandamento das restrições.

Sputniknews

¡Trump para militares y Clinton para israelíes!


La precandidata demócrata para las presidenciales de EE.UU., Hillary Clinton (izquierda) y el precandidato republicano, el magnate Donald Trump.

Dos nuevas encuestas muestran que los militares apoyan al precandidato republicano Donald Trump, mientras los israelíes prefieren a la precandidata demócrata Hillary Clinton.

Un sondeo de la página web estadounidense Military Times, cuyos resultados publicaron el martes, anuncia que el 54 % de los militares votaría por Trump, el 25 % por Clinton y el 21 % no votaría.

Por otra parte, una encuesta hecha por el Instituto Israelí de Democracia (IDI, por sus siglas en inglés) señala que los israelíes prefieren que Clinton sea la próxima presidente de Estados Unidos.

Los resultados del mencionado sondeo muestran que el 40 por ciento de los encuestados israelíes cree que Clinton sería mejor para los intereses del régimen de Israel, mientras el 31 % opina que Trump los serviría mejor.

La recién mencionada encuesta explica que la popularidad de Clinton entre los israelíes es de 38 por ciento frente al 28 por ciento de Trump. Entretanto, el 9 por ciento cree que no hay diferencia alguna entre las posturas de estos aspirantes en relación con Israel.

Aun cuando quedan más de un mes para que cada partido anuncie su candidato para las elecciones presidenciales de EE.UU. previstas para el día 8 de noviembre próximo, Clinton y Trump son considerados los aspirantes de sus respectivas formaciones políticas.

El controvertido multimillonario Donald Trump, el único candidato restante en las filas republicanas, que ya ha atacado en diferentes formas a sus rivales anteriores, se está preparando para tumbar a la ex primera dama estadounidense, de hecho, empezó sus planes evocando las infidelidades del expresidente Bill Clinton (1993-2001).

Hillary Clinton rehusó comentar al respecto y aseguró que seguirá siendo profesional en el resto de su campaña hacia la Casa Blanca. De cualquier manera, tanto Trump como Clinton son “intensamente odiados”, según el senador republicano por Nebraska (centro) Ben Sasse.

zss/ktg/msf/HispanTv

Tribunal mexicano autoriza la extradición a Estados Unidos del narcotraficante Chapo Guzmán


Un juez mexicano determinó que el narcotraficante Joaquín “El Chapo” Guzmán puede ser extraditado a Estados Unidos para ser llevado a juicio. Guzmán fue trasladado a una prisión en la frontera entre México y Estados Unidos. Anteriormente, escapó dos veces de prisión en México. Sus abogados han luchado contra la extradición alegando la discriminación contra las personas de origen mexicano.

Para ello incluyeron las palabras de quien se presume que será el candidato a la presidencia por el Partido Republicano, Donald Trump.

Democracy Now

Pentágono: Rusia y China podrían atacar EEUU desde espacio


Los avances de Rusia y China en el espacio han provocado otro dolor de cabeza al Pentágono, que teme perder su dominio armamentístico.

De acuerdo con un artículo publicado por 'The Washington Post', el Pentágono ha reforzado su campaña armamentística espacial para proteger lo que denomina “su bien más valioso en el espacio” ante los esfuerzos de China y Rusia que tratan agresivamente de desafiar la superioridad de EE.UU. con ambiciosos programas espaciales militares propios.

Varias pruebas realizadas por China hace más de tres años dieron como resultado la puesta en órbita de equipos especializados a casi 40.000 kilómetros, una altura en la que Estados Unidos es el rey indiscutible pues mantiene tecnología sensible de espionaje y armas de precisión.

El Departamento de Defensa norteamericano considera un peligro para los intereses de Washington los satélites y equipos de defensa antiaérea mucho más potentes y resistentes a las interferencias que China y Rusia ponen en órbita y también sopesa que estos dos países están aumentando sus capacidades para atacar a Estados Unidos en el espacio exterior.

Por su parte, la Fuerza Aérea estadounidense ha optado por instalar una red de pequeños satélites en el espacio, centrando su atención en las tecnologías de guerra radioelectrónica contra otros objetivos espaciales. Sus actuales equipos satelitales son considerados 'blancos fáciles'.

"Debemos reconocer que más allá de nuestros esfuerzos, el conflicto armado puede extenderse al espacio", declaró recientemente Cecil Haney, comandante estratégico de las Fuerzas Armadas norteamericanas. Sin embargo, el propio Gobierno estadounidense ha reconocido que un conflicto en el espacio no es de interés de ninguna de las partes involucradas.

Anteriormente el secretario de Estado adjunto para el control de armas, Frank Rose, escribe el diario, expresó su inquietud por "el avance de Rusia y China en el desarrollo de armas antisatélites".

ncl/ktg/msf/HispanTv

Presidente de Panamá ordena el cierre de la frontera con Colombia


Juan Carlos Varela, presidente de Panamá, anunció el cierre de la frontera entre Colombia y Panamá para evitar la entrada al país de migrantes irregulares.

La noticia fue publicada por el presidente panameño en su cuenta de Twitter:

Varela anunció además un cambio en la política migratoria panameña, según recoge El Colombiano, y subrayó que no permitirá la presencia en Panamá de personas sin estatus legal migratorio. "En dos o tres semanas el sistema migratorio cambiará", ha explicado.

La cancillería colombiana por su parte ha reaccionado en su cuenta de Twitter aclarando que el cierre de la frontera solo afectará a los migrantes irregulares.

Las medidas adoptadas por el gobierno panameño responden a la difícil situación fronteriza que afecta al país. Por un lado, el paso de migrantes irregulares a través de la frontera se ha convertido en un problema para el gobierno de Panamá. Por otro, el tráfico de estupefacientes se ha incrementado en los últimos años, especialmente desde Colombia, situación que se ha vuelto poco controlable para las autoridades panameñas.

Colombia afronta también problemas con la vecina Venezuela, cuya frontera lleva cerrada desde hace más de nueve meses por decisión del presidente Nicolás Maduro, ante la situación de violencia y contrabando que se vive en la zona.

Ria Novosti

Alemania aumentará el número de sus tropas por primera vez desde la Guerra Fría

El incremento del contingente militar tras 25 años de recortes confirma la creciente disposición de Alemania a responder a las demandas de la OTAN.

Alemania planea aumentar el número de sus tropas por primera vez desde la Guerra Fría en respuesta a los crecientes desafíos internacionales, incluidos el terrorismo islamista, la inestabilidad en África, las amenazas de ataques cibernéticos y la supuesta amenaza por parte de Rusia, informa el periódico 'Financial Times'.

El incremento tras 25 años de recortes de personal también confirma la creciente disposición de Alemania a desempeñar un papel más importante en la seguridad mundial y a reaccionar a las demandas de EE.UU. de un aumento del gasto en la defensa colectiva de la OTAN.

Después de la reducción del contingente militar alemán desde 585.000 soldados en 1990 hasta los 177.000 de hoy en día, las Fuerzas Armadas del país aumentarán en 7.000 nuevos puestos para 2023. Cerca de 5.000 puestos más de primera línea serán asimismo creados a través de una reestructuración interna.

El Gobierno solicitará al Parlamento que aumente el tope legal actual de 185.000 soldados con el fin de que los militares puedan responder más efectivamente a los desafíos de seguridad en rápido cambio.

Los analistas de defensa, por su parte, señalan que, si bien los aumentos son modestos, el cambio de dirección es importante, especialmente la decisión de aumentar la contribución militar de Alemania a la OTAN.

Alemania enviaría tropas de la OTAN a las fronteras de Rusia

El periódico 'Der Spiegel' ya había informado de que la OTAN está estudiando una serie de estrategias para impulsar su presencia en Europa oriental que incluyen el envío de tropas alemanas a Lituania. De acuerdo con el diario, el Ejército alemán está dispuesto a adquirir un compromiso más amplio para proteger las fronteras orientales de la OTAN.

'Der Spiegel' especifica que las Fuerzas Armadas alemanas pueden colaborar con 1.000 soldados en la misión de la OTAN en Lituania si los miembros de la alianza aprueban el plan en julio en la capital de Polonia, Varsovia, donde los 28 Estados miembros acordarán medidas para mejorar la preparación de combate en Europa oriental.

En marzo, el ministro de Exteriores lituano, Linas Linkevicius, declaró que esperaba que Alemania apoyara la necesidad de aumentar la presencia militar de la OTAN en los Estados del Báltico. Linkevicius instó a la OTAN a que no se apresurara a volver al diálogo fluido con Rusia hasta que Moscú cambiara su "política agresiva".

Por su parte, el ministro de Asuntos Exteriores de Rusia, Serguéi Lavrov, ha descrito a Lituania como el "país rusofóbico más agresivo" dentro de la OTAN, añadiendo que está empujando a la alianza en la "dirección contraria a Rusia".

La retórica antirrusa, sin embargo, no es compartida por los ciudadanos de varios países de la OTAN. De acuerdo con una reciente encuesta del Pew Research Center, la mayoría de la población de Alemania (58%), Italia (51%) y Francia (53%) se opone a la idea de proteger a los Estados bálticos de la "amenaza militar" que supuestamente plantea Rusia y no consideran que Moscú sea una amenaza para su país.

Actualidad RT

Varios países de América Latina reforzarán sus Fuerzas Armadas con los misiles rusoindios BrahMos


Rusia e India fabrican de manera conjunta este proyectil, con el que varios Estados latinoamericanos pretenden modernizar sus Fuerzas Armadas.

Actualidad RT - Los mísiles supersónicos BrahMos han llamado la atención de países de América Latina como Argentina, Venezuela, Chile y Brasil, además de Sudáfrica, informa el periódico indio 'Financial Express'.

Este medio subraya que distintos gobiernos han entablado "conversaciones con empleados de BrahMos y expresado su interés en lanzadores móviles para baterías de defensa costera", así como en "buques, submarinos y fragatas".

El embajador de India en Chile, Debraj Pradhan, ha ratificado esa información, ha indicado que "las Fuerzas Armadas chilenas están interesados ​​en comprar el misil BrahMos" y ha estimado que se trata de "una gran oportunidad" para que las empresas armamentísticas de su país participen en esa modernización.

Este diplomático también ha confirmado que los jefes militares de ambos países han comentado el potencial que existe para la construcción naval y de sistemas de radar, además de para realizar entrenamientos conjuntos de tropas.

El acuerdo entre India y Rusia permite que los Ejércitos de ambos países utilicen el sistema BrahMos —el primero lo emplea desde 2005— y lo exporten a otras naciones.

¿Qué son los misiles BrahMos?

El misil antibuque BrahMos es fruto de un proyecto conjunto de Rusia e India que generó la fundación de la empresa BrahMos Aeroespace en 1998. La firma estatal rusa NPO Mashinostroyenia (NPOM) y la india Defence Research and Development Organisation (DRDO) formaron esa compañía a partes iguales.

Este proyectil supersónico tiene un alcance de 290 kilómetros, puede lograr velocidades de 2,8 mach y portar una ojiva de hasta 300 kilogramos de peso. Además, se puede disparar desde buques y aviones o en tierra y viaja desde 5 a 14.000 metros de altura.

Por otro lado, BrahMos Aerospace prevé desarrollar un misil hipersónico que estaría listo entre los años 2023 y 2025.

El nombre de la compañía y del misil es un acrónimo de los ríos Brahmaputra y Moscova.


terça-feira, 10 de maio de 2016

GOLPE NO BRASIL: LULA, É O “XIS” DA QUESTÃO


Por Maurício Dias, na revista CartaCapital:

Impossível imaginar que a presidenta escape da decisão premeditada da maioria oposicionista no Senado para impedi-la e, por ora, afastá-la da Presidência por até 180 dias.
É um engano pensar, porém, nessa ausência como o princípio do fim de toda a manobra golpista. Para o ingresso de alterações do percurso, há portas além daquelas do Congresso.


Outras se abrem para recursos legais ou, quem sabe, para a reação da voz das ruas. De todo modo, Dilma Rousseff promete continuar. Tem dito e repetido: “Vou lutar para voltar ao governo”.

Para afastá-la, o golpe de Estado desenrolado no Parlamento faz parte de um conjunto de medidas tramadas pela oposição juntamente com aliados distribuídos para muito além do próprio Congresso. Para tanto, a mídia nativa se oferece como o instrumento mais afiado.

Dilma, de qualquer forma, não é o objetivo primordial dos opositores. O ex-presidente Lula é o “xis” do golpe. Ele é o fator obsessivo da perturbação dos adversários, e eleito em 2018detonaria a “ponte para o futuro” que os arquitetos do PMDB pretendem construir à sombra da traição de Michel Temer.

De volta à Presidência, Lula detonaria, obviamente, a tal ponte, ao retornar à pauta de 12 anos de governos petistas, comprometidos com as necessidades dos cidadãos mais pobres. Nesse sentido, os programas sociais dispensam apresentação e comparação. Eles existem e a população os conhece. E, através deles, reconhece Lula.


Para tentar superar a estrondosa liderança popular de Lula, os golpistas não hesitam em rasgar a Constituição. Transitam até, sem o menor pudor, pela ilegalidade, como se deu largamente no caso dos grampos telefônicos, sem a mais pálida preocupação de verificar o que se relacionava com as investigações e com quanto nada tinha a ver com elas. Chegou-se a registrar e divulgar conversas entre a presidenta e o ex-presidente.

Sergio Moro, desatinado, apresentou desculpas ao STF. Mas não consta que o juiz em algum momento tenha se ruborizado. Ele mesmo autorizou a condução coercitiva de Lula para depor.

Valeria para o ex-presidente ultrajado repetir trechos da Carta Testamento de Getúlio Vargas: “A mentira, a calúnia, as mais torpes invencionices foram geradas pela malignidade de rancorosos e gratuitos inimigos numa publicidade dirigida, sistemática e escandalosa”.

Ao assumir a sua pré-candidatura à Presidência em 2018, Lula reagiu à perseguição golpista, movida inicialmente a ódio de classe, urdida contra um ex-operário metalúrgico. A partir desse momento, ele passou a viver sob a ameaça de prisão, por acusações desprovidas de prova.

Mesmo após dois anos de campanha martelante da mídia, desfechada com o transparente propósito de estigmatizá-lo de vez, o ex-presidente ainda é o candidato preferido do eleitor brasileiro.

Os adversários de Lula vivem um dilema. Se ele não for preso, disputará a eleição em 2018 e pode ter uma votação avassaladora. Mas pode ser pior se for preso. Criarão um mito.

Lavrov: graças a Cuba, os EUA compreenderam inutilidade das sanções


O processo de normalização das relações entre Cuba e os EUA mostra que Washington compreende a inutilidade de quaisquer sanções, declarou na terça-feira (10) o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, durante um encontro com o “grupo dos cinco” cubanos.

“Vocês tornaram-se um símbolo de resistência, firmeza, de luta pela soberania do país, pelos interesses e pela conservação da identidade nacional do povo cubano e pelo direito de ter um modelo próprio de desenvolvimento. Vemos que, na base destes princípios, se realiza o processo da normalização das relações entre Cuba e os EUA. E esta tendência merece respeito”, disse Lavrov no encontro com Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labanino, Fernando Gonzáles e René Gonzáles.

Segundo o ministro, “o processo de normalização das relações entre Cuba e os EUA reflete o entendimento dos nossos colegas americanos da falta de perspectivas de algumas sanções, dos padrões duplos na área dos direitos humanos. Tal política está condenada ao fracasso não só no caso de Cuba, mas em todo o mundo”.
“Sabemos que vocês estão participando ativamente no processo da reorganização em Cuba, elaborando a diplomacia social. O seu potencial é útil para o desenvolvimento da amizade e cooperação ente os nossos povos”, adicionou Lavrov.

Por sua vez, um dos cinco cubanos, Gerardo Hernández, em nome dos seus amigos e do povo, agradeceu à Rússia pelo apoio à liberdade no seu país, bem como nas organizações internacionais apelando à abolição do bloqueio da ilha.
“Quero agradecer à Rússia pelo apoio, que ela expressou durante anos de luta pela justiça, agradecer ao governo da Rússia bem como ao povo que nos apoiaram”, declarou Hernández.

Em 1992, os agentes de inteligência Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labanino, Fernando Gonzáles e René Gonzáles foram introduzidos em organizações anti-Castro na Flórida para “informar oportunamente o governo de Cuba sobre a preparação de ataques, sem que isso causasse qualquer dano aos EUA”. Seis anos depois, eles foram denunciados como espiões e condenados a 15 anos de prisão e duas reclusões perpétuas. Cumprida a pena, Fernando Gonzáles e René Gonzáles voltaram a Cuba e foram recebidos como heróis. Os restantes chegaram à ilha em 2014, no âmbito de uma troca, quando começou o restabelecimento das relações entre os dois países.

Sputniknews

Brasil: Contra o golpe manifestantes fecham principais rodovias do país


Mobilizados pela Frente Brasil Popular, o dia nacional de mobilizações e paralisações começou a partir das 5 horas da manhã, desta terça-feira (10), com bloqueio de manifestantes nas principais rodovias de pelo menos nove estados e o Distrito Federal. O protesto contra o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff será marcado por atos em todo o Brasil, incluindo passeatas, atividades, ocupações de escolas e universidades.

No Rio, usando faixas em que se lia “não vai ter golpe” os manifestantes bloquearam a rodovia Rio-Santos, na altura de Itaguaí. Mais cedo, a via Dutra, que liga o Rio a São Paulo, também chegou a ser interditada, mas foi liberada, de acordo com informações do Centro de Operações da prefeitura carioca.

Em São Paulo, os manifestantes interditaram logo cedo duas das principais vias expressa da região metropolitana.

Um outro grupo com faixas "contra o golpe” e "Globo Golpista" interdita neste momento a rua Evandro Carlos de Andrade, no sentido centro, em frente à sede paulista da Rede Globo.

Em Brasília, foram bloqueadas com pneus queimados as rodovias BR-070 (Brasília-Mato Grosso), na altura do km 18, perto de Águas Lindas, e a BR-020 (Brasília-Salvador), na altura do km 17. Ambos os protestos foram encabeçados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Eles reivindicam também a reforma agrária, além da suspensão do processo de impeachment de Dilma.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), manifestantes bloquearam também a BR-101, na altura do km 83, em Pernambuco. No Amazonas, foi interditada a BR-174, na altura da cidade de Presidente Figueiredo. Na Paraíba, foi fechada BR-230, em Bayeux, enquanto que na Bahia os manifestantes da CUT interditaram a BR-324, em Feira de Santana.

Os manifestantes contrários ao afastamento de Dilma fecharam também a BR-262, em Viana, no Espírito Santo. No Rio Grande do Sul, o acesso a Porto Alegre ficou interditado devido a um protesto na BR-290.

Acompanhe o dia nacional de luta pelo Facebook da Frente.

Vermelho

Victorias, una tras otra, del Ejército sirio ante los terroristas


Fuerzas sirias durante una operación antiterrorista en la provincia central de Homs.

El Ejército sirio ha registrado un notable avance este lunes en distintas puntos del país, infligiendo serias pérdidas en las filas terroristas, apoyadas desde el exterior.

Los bombardeos de la Fuerza Aérea Siria sobre posiciones del Frente Al-Nusra, rama siria de Al-Qaeda, en la provincia de Homs (centro), han acabado con la vida de decenas de extremistas y han destruido varios de sus coches blindados, ha informado la agencia siria de noticias SANA.

La fuente agrega que los aviones sirios dirigieron sus ataques contra la agrupación terrorista en la estación de Mahar, los alrededores del campo Al-Shaer y el campo Jazal (en el oeste de Homs) y en el pueblo de Om al-Tababir y el valle Al-Mesk (en el este de Palmira).

Por otro lado, los cazas sirios aniquilaron a numerosos terroristas vinculados a Al-Qaeda y destruyeron sus armamentos en las aldeas de Jana albawe y Aqerbat, ubicadas en la provincia de Hama, en el centro-oeste de Siria.

En otra operación antiterrorista, las fuerzas sirias han lanzado una ofensiva de gran escala contra blancos de los llamados de rebeldes en la localidad de Zabdin, en la ciudad de Al-Quta Oriental, al este de Damasco, la capital. Un gran número de los hombres armados fue abatido.

Además, en sus operaciones encaminadas para liberar la localidad de Jan Tuman, (a unos 10 kilómetros de Alepo), las fuerzas sirias con el apoyo de sus aliados logró el domingo matar a más de 60 integrantes del Frente Al-Nusra.

La ciudad de Jan Tuman, fue ocupada el viernes por las bandas insurgentes y terroristas, incluido el Frente Al-Nusra.

Siria entró en el mes de marzo en el sexto año de un cruento conflicto que, según estima el enviado especial de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) para Siria, Staffan de Mistura, ha dejado más de 400.000 muertos.

mkh/ncl/hnb/HispanTv

‘Nuevo misil ruso podría hacer desaparecer a Texas o Francia’


El misil balístico intercontinental ruso (ICBM, en inglés) RS-28 Sarmat es capaz de eliminar partes de un territorio equivalente al tamaño de Texas (estado sureño de EE.UU.) o Francia, según un nuevo informe.

La cadena de noticias rusa Zvezda, al alegar que Sarmat tiene la citada capacidad, aseguró que las actuales mejoras de los sistemas de defensa antimisiles en todo el mundo serían impotentes frente al nuevo misil ruso.

De acuerdo con el informe de Zvezda, publicado el pasado sábado, el RS-28 Sarmat, con combustible líquido y que es desarrollado para el Ejército de Rusia, estará listo para pruebas de campo el próximo verano (boreal).

El Sarmat reemplazará a los misiles balísticos rusos ‘R-36M Voevoda’, conocido como ‘Satán’ en la clasificación de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), entre 2018 y 2020, conforme al Ministerio ruso de Defensa.

“En este sentido, el misil Sarmat no sólo se convertirá en el sucesor del R-36M, sino también se determinará, en cierta medida, en qué dirección se desarrollará la disuasión nuclear en el mundo”, según Zvezda.


Aunque hay muy poca información sobre las características técnicas del misil, el Sarmat posee dos etapas con un rango estimado de funcionamiento de 10.000 kilómetros y una masa de al menos 110 toneladas, incluida una carga útil con un peso de 4 a 10 toneladas.

Los expertos afirman que las ojivas [una docena] del Sarmat maniobrarán a velocidades de 6000 a 10.000 kilómetros por hora. Cada ojiva probablemente estará equipada con un ordenador de control, es decir, contará con guiado individual.

zss/rha/mrk/HispanTv