quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Plano Colômbia: 15 anos depois, continuam as drogas e o conflito


Adital

Neste mês de fevereiro, completam-se 15 anos do Plano Colômbia. Este pacote de apoio militar dos Estados Unidos para o Governo da Colômbia teve como objetivo formal apoiar a guerra contra as drogas e contribuir para a construção da paz. Depois desse tempo e de 10 bilhões de dólares, a Colômbia continua sendo o maior produtor de cocaína do mundo; o conflito social, político e armado se agrava, apesar dos diálogos e negociações. Apresentamos um apanhado dos fatos destacados desse período.

Tentativas de paz, os antecedentes

Quinze anos antes da negociação entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia –Farv – e o governo colombiano, em Havana, teve lugar o episódio de El Caguán, uma referência no que diz respeito aos diálogos de paz. Em 1997, Andrés Pastrana abraçou ‘Tirofijo’ e começou uma convulsionada negociação na ‘Zona de Despejo’. Desde o início, 07 de janeiro de 1998, até o seu final, em 21 de fevereiro de 2002, o ex-presidente Pastrana desenvolveu as conversações para a paz em medio a confrontos armados e minou assim a confiança do processo da “Agenda comum pela mudança rumo a uma nova Colômbia”.

As situações impidiram, ao que parece, diferenciar entre o diálogo e a negociação para a paz. No dia de instalação da mesa, o comandante das Farc, Manuel Marulanda, se negou a assistir à cerimônia porque assegurou que o esperavam francoatiradores para assassiná-lo.


Não obstante, no período de El Cagúan, segundo o pesquisador Alejo Vargas, as forças armadas cresceram 60%, chegando a ter 132.000 efetivos, dos quais cerca de 55.000 eram profissionais (em comparação com os 22.000 de quatro anos antes). A guerra foi inegociável.

Por sua parte, o Exército de Libertação Nacional – ELN – esteve novamente disposto a dialogar, no fim de 1999. Nicolás Rodríguez Bautista, chefe desta guerrilha, manifestou publicamente a necessidade de impulsionar uma “Convenção Nacional” que permitisse a participação direta da sociedade na construção da paz. Víctor G. Ricardo, ex-comissionado de paz, e o ex-embajador da Colômbia em Cuba Julio Londoño Paredes, participaram dos diálogos exploratórios e deram conta da importância de uma “zona de despejo”, no sul de Bolívar, como condição mínima para a negociação que, finalmente, o governo negou.

Durante os dois períodos presidenciais de Álvaro Uribe, entre o ano de 2002 e 2010, as aproximações e tentativas de paz com as guerrilhas não superaram uma fase exploratória. Uribe concentrou sua tese de ‘mão firme e coração grande’, para ignorar o profundo conflito social, político e armado interno no país. Sua solução foi reconhecer a ‘ameaça terrorista’ que significavam as guerrilhas. Assim como estes, nos 15 anos do Plano Colômbia houve mais de duas tentativas falidas de diálogos entre o governo, as Farc e o ELN.

Forças Armadas: novo brinquedo para os Estados Unidos

Desde o início do Plano Colômbia, os Estados Unidos exigiram elaborar a única estratégia política, econômica e militar para acabar com os males do país. A “Aliança para a Paz, a Democracia e o Desenvolvimento”, garantiu a briga antinarcóticos, enquanto se aprofundou a abertura econômica como retribuição do governo colombiano.

No marco desta Aliança, se desenvolveu um trabalho conjunto entre o Exército Nacional e os Estados Unidos para formarem, primeiro, um batalhão, depois, uma brigada contra o narcotráfico. Esta teria cobertura nacional e a missão específica de combater todos os elos da produção de drogas ilícitas, desde o cultivo de coca e papoula, até a venta e distribuição de cocaína e heroína.

No dia 08 de dezembro do ano 2000, foi ativada, mediante a resolução ministerial 005 daquele ano, a ‘Brigada de Forças Especiais de Luta contra o Narcotráfico’. Esta representa o componente militar do Plano Colômbia para adiantar missões antinarcóticos no território nacional. A tropa que a integrava se concentrou no forte militar de Tolemaida, Cundinamarca, e começou o treinamento com instrutores do sétimo grupo de Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos.

Também foi criada a Escola Conjunta de Helicópteros, que opera no Comando Aéreo de Combate número 4, em Melgar, Tolima, onde se formam pilotos de UH-60 Blackhawk e UH-1H, das três forças armadas: Exército, Marinha e Força Aérea.

Estes exemplos evidenciam a principal mudança doutrinária nas Forças Armadas, que consistiu em passar de uma atitude passiva, defensiva e estática para um conceito operacional pró-ativo, ofensivo e móvel; a missão individual das forças se caracterizou por três aspectos fundamentais: recrutar, treinar e equipar cidadãos para o combate. Ou seja, propiciar as condições necessárias para a guerra civil interna.

O governo buscou melhorar, ante o país e o mundo inteiro, a eficácia das Forças Armadas, reenfocar seu treinamento e operações para o conflito armado interno, mas diminuiu sua legitimidade através da violação dos direitos humanos e do Direito Internacional Humanitário. Situações de aliança entre as Forças Armadas e os grupos paramilitares, deram um forte golpe na legitimidade do Plano Colômbia desde o seu início.

Os Estados Unidos haviam deixado claro quais eram os seus interesses: combater os narcocultivos, recuperar os sequestrados estadunidenses e proteger seus interesses econômicos, especialmente os petrolíferos. Como alcançá-los era o problema e este fim justificou os meios, inclusive para direcionar, como um brinquedo criminoso as Forças Armadas. É necessário ressaltar que o investimento estrangeira estadunidense superou, entre 1997 e 1998, o de toda a Europa junta, sem contar o petróleo. Portanto, a mensagem do Plano Colômbia foi mais além da erradicação.

Durante o governo de Álvaro Uribe, o Plano de Desenvolvimento “para um Estado Comunitário” incluiu como prioridade “oferecer Segurança Democrática”, ou seja, garantir o cumprimento dos compromissos adquiridos com os Estados Unidos no Plano Colômbia. A violação dos direitos humanos na Colômbia durante esse governo foi de tal magnitude que assimilou o adjetivo de ‘paramilitar’.

Direitos Humanos?

O Plano Colômbia não evitou o deslocamento forçado das pessoas dos seus territórios. Segundo a Unidade de Vítimas, só no governo de Andrés Pastrana (1998-2002) houve 1.550.409 deslocados. Durante os dois governos de Álvaro Uribe (2002-2010), foram deslocadas 2.869.986 pessoas. A própria Unidade afirma que até o ano de 2014, no mandato de Juan Manuel Santos, foram deslocados 704.148 colombianos.

Em 2014, o Informe da Agência da Organização das Nações Unidas para os Refugiados – Acnur – situou a Colômbia no segundo lugar com maior número de pessoas em condição de deslocamento pela escandalosa cifra de 6 milhões de pessoas, depois de Síria. Outros organismos creem que esse número poderia ser maior.

O Plano Colômbia incentivou, nas Forças Armadas, a necessidade de oferecer resultados aos seus chefes superiores, ávidos por mostrarem avanços na luta contrainsurgente e cobrarem as vultosas bonificações.

Nesse sentido, os militares colombianos assassinaram milhares de pessoas, que logo foram apresentadas como combatentes da guerrilha e dados como baixa em combate. Esta prática, conhecida como “os falsos positivos”, mantém altas doses de impunidade. Segundo o portal Verdad Abierta [Verdade Aberta], existem mais de 5.700 denúncias, das quais a Promotoria investiga quase 3.500. Como outros delitos, calcula-se que o número de falsos positivos poderia ser maior do que oficialmente é conhecido se se somam vítimas da população civil e guerrilheiros ou paramilitares assassinados em estado de indefesa.

Em um informe escrito pela organização não governamental estadunidense Fellowship of Reconciliation Peace Presence juntamente com a Coordenação Colômbia-Europa-Estados Unidos – CCEEU –, se assinala uma conexão direta do treinamento militar dos Estados Unidos e os casos dos falsos positivos.

O informe intitulado ‘Falsos positivos na Colômbia e o papel de assistência militar dos Estados Unidos, 2000-2010’ estabelece que, através de uma base de dados de 5.763 execuções e uma extensa documentação de assistência estadunidense às Forças Armadas, foi encontrada uma correlação positiva entre as unidades e oficiais que receberam assistência e capacitação estadunidense, e as execuções extrajudiciais cometidas.

Glifosato

O Plano Colômbia implementou as fumigações com glifosato em milhares de hectares nos campos e selvas colombianas. O propósito, que era fumigar plantações de folhas de coca e papoula, afetou os cultivos de hortas dos camponeses, que viram destruídas suas plantas de mandioca, milho, inhame, sorgo, arroz, entre outros.

A destruição dos cultivos de alimentos de milhares de camponeses contribuiu para destruir mais as condições de vida nas zonas rurais, o que impulsionou vários a semearem novos cultivos de coca para sobreviverem. Em 2015, o Conselho Nacional de Estupefacientes suspendeu o uso de glifosato para realizar as fumigações contra os chamados cultivos ilícitos.

O governo assinalou que se tratava de dar cumprimento à decisão da Corte Constitucional, que, pelo princípio de precaução, ordenou suspender o uso do glifosato, substância que a Organização Mundial da Saúde da ONU condenou por causar graves danos à saúde.

A fumigação das plantas de coca e papoula começou no fim dos anos 1970. Desde 1986, se utiliza o herbicida conhecido como glifosato, produzido pela multinacional Monsanto. Mesmo que o Plano Colômbia tivesse como eixo central a fumigação desses cultivos, acredita-se que até hoje os mesmos tenham aumentado em 20%. Tudo indica que os Estados Unidos estão revisando as políticas antidrogas dos últimos anos em razão dos poucos resultados alcançados.

7 bases militares gringas

Em 2009, o governo colombiano anunciou que o exército dos Estados Unidos utilizaria sete bases militares: Malambo, Palanquero, Apiay, as navais de Cartagena e do Pacífico. Ademais, o centro de treinamento de Tolemaida e a base do Exército de Larandia, em Caquetá. O uso destas bases pelas forças estadunidenses, que faz parte do plano dos Estados Unidos, sem dúvida, buscava consolidar seu controle geopolítico na América Latina.

Antes de 2009, era comum a presença de soldados e contratados mercenários dos Estados Unidos como parte do esquema de formação do Plano Colômbia.

Em 2015, o informe da Comissão Histórica do Conflito e suas Vítimas, criada pelo governo colombiano e as Farc, informou que entre 2003 e 2007 soldados e contratados norte-americanos abusaram sexualmente de mais de 50 meninas colombianas. Essas violações foram gravadas e depois vendidas como material pornográfico. O informe também assinala que os militares gozaram de impunidade, no que a comissão denominou de “Imperialismo sexual”.

Colômbia disponibilizou orçamento

A exigência norte-americana foi juntar o Plano de Desenvolvimento da Colômbia com a política antinarcóticos e os demais planos oficiais do Plano Colômbia. As “recomendações” foram feitas como ameaças: O apoio dos Estados Unidos para a Colômbia terminaria se continuassem os acordos com a guerrilha; se estivessem no marco de um Diálogo de Paz.

O Plano Colômbia, com seus projetos específicos e estratégias básicas, (processo de paz, ajuste econômico, estratégia antinarcóticos, reforma do sistema judicial, democratização e desenvolvimento social), significou, inicialmente, um montante de 7,5 bilhões de dólares. Finalmente, teve um custo de 120 bilhões e a Colômbia, segundo o senador do Polo Democrático Alternativo Jorge Enrique Robledo, assumiu a maior parte. O Plano Colômbia foi financiado pela Colômbia e não pelos Estados Unidos.

Em matéria de projetos concretos, o Plano foi totalmente incerto, a única coisa clara é que a imensa maioria dos aportes governamentais significaram tomar os recursos programados do orçamento para o gasto público colombiano – educação, saúde, saneamento básico- para destiná-los ao Plano Colômbia.


Para completar, o Departamento Nacional de Planejamento reconheceu que muitos dos recursos provenientes do exterior não seriam doações, mas empréstimos, com o que o Plano Colômbia se define como um argumento para aumentar o montante da dívida externa. O dinheiro gasto no Plano Colômbia durante estes 15 anos equivale a investir cerca de 20 vezes o Produto Interno Bruto – PIB – colombiano do ano de 2015.

Uma segunda fase?

Este panorama deixa muitas inquietudes frente ao que será o Plano Colômbia II, orientado para fortalecer as “zonas de consolidação” através da cooperação e dos investimentos. Será possível uma paz estável e duradoura se são mantidas as violações dos direitos humanos ou da doutrina militar, que, atualmente, promovem as Forças Armadas? Haverá solução para o problema das drogas ilícitas? Avançará o país para a construção da paz nos territórios?

Juan Manuel Santos chegou a Washington D.C. com uma pasta debaixo do braço, que contém o novo projeto de cooperação, acompanhado de uma comitiva de 250 pessoas, entre as quais contam-se empresários, diretores de meios e repórteres. Dessa cooperação depende a estabilidade do seu projeto e, especialmente, o papel da Colômbia na geopolítica da região.

Assista a depoimentos de colombianos afetados pelas fumigações do Plano Colômbia:

https://www.youtube.com/watch?v=2jt05KJP5MQ

Sírios destroem fortificações do Daesh em Aleppo


As tropas sírias e a Força Aérea do país eliminaram fortificações do Daesh ao leste da cidade de Aleppo matando e ferindo dezenas de militantes, informou a agência iraniana de notícias FARS.

Segundo diversas fontes, o Exército sírio, apoiado pela aviação do país, lançou algumas ofensivas contra as posições do Daesh nas cidades de al-Bab, Qabasin e Beza na quarta-feira (17).

Mais fortificações dos terroristas foram destruídas por caças sírios em Handarat e Hraytan a norte de Aleppo. Os islamistas sofreram grandes perdas em resultado de ataques aéreos.

Mais antes nesta semana, aviões russos e sírios alvejaram posições do Daesh na cidade de Aleppo causando dano ao equipamento militar em diferentes áreas da cidade, informou a FARS.

Além disso, o Exército sírio retomou dois montes estratégicos no leste de Aleppo e repeliu um grande ataque do Daesh e outros grupos terroristas no norte da província.

Dezenas de militantes foram mortos ou feridos em resultado de tentativas de ocupar as linhas de defesa do Exército sírio em Tal al-Madhafah na parte meridional de Handarat.

A Síria está mergulhada na guerra civil desde 2011. O governo do país luta contra um número de fações de oposição e contra grupos islamistas radicais como o Daesh (também conhecido como “Estado Islâmico”) e a Frente al-Nusra.

Sputniknews

Seguridad israelí: Hezbolá puede derribar cazas israelíes con su tecnología rusa de radar


Sistema de radar ruso 55ZH6ME.

El Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) ya es capaz de derribar los cazas israelíes que llevan a cabo misiones de espionaje en suelo libanés, según fuentes de seguridad de Israel.

“(Hezbolá) está utilizando una avanzada tecnología radar (…) Esta tecnología le permite, primero, atrapar a los objetivos (caza israelíes) e igualmente disparar misiles contra ellos”, según altos responsables de la seguridad israelí, citados el lunes por el diario local Walla.

Como parte de una estrategia de fortalecimiento de su capacidad militar ante las amenazas del régimen de Israel, Hezbolá ha adoptado, durante los últimos años, medidas defensivas para hacer frente a cualquier ofensiva israelí que pueda amenazar el territorio libanés.

En varias ocasiones, funcionarios de la inteligencia israelí han advertido de que Hezbolá podría sorprender al régimen de Israel con un ataque masivo en represalia por los crímenes cometidos por dicho régimen contra los pueblos de Palestina y El Líbano.

Tal como apunta la fuente, los responsables israelíes señalan que Hezbolá ha adquirido esta nueva tecnología gracias a sus vínculos con Rusia, estrechados aun más en el marco de la lucha común contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) y otros similares, que operan actualmente en Siria.

La conexión que guardan Hezbolá, Rusia, Irán y Siria “ha cambiado mucho las reglas del juego en la región (…) (Hezbolá) busca indicar a Israel que está listo y preparado para una próxima guerra”, ha manifestado al rotativo un responsable de seguridad.

Walla señala a continuación que los aviones de guerra del régimen de Tel Aviv tienen la capacidad de detectar el radar que les amenaza, por lo tanto, les resulta fácil poder desviar su rumbo cuando que sea necesario.

Sin embargo, agrega, los informes hablan de “un desarrollo preocupante” de esta tecnología que obstaculiza, en gran medida, el libre movimiento de los aviones israelíes en “el espacio aéreo a través de la frontera norte y su capacidad para monitorear eficazmente a Hezbolá”.

El pasado enero, la armada israelí aseguró que Hezbolá ya cuenta con misiles crucero y antibuque Yakhont, suministrados por Rusia, y que esto constituye una gran amenaza para el régimen israelí.

mpv/anz/rba - HispanTv

‘Israel ataca con misiles posiciones del Ejército sirio cerca de Damasco’


Artillería del régimen israelí desplegada cerca de las fronteras con Siria, 28 de enero de 2015.

El régimen israelí ha atacado este miércoles con misiles los puestos de avance del Ejército sirio cerca de Damasco, capital de Siria, según el opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH).

En dichos ataques —como informa el diario israelí Haaretz— al menos tres misiles han sido dirigidos contra los puestos de avance del Ejército sirio en el sur de Damasco.

Hasta el momento las autoridades israelíes no han reaccionado al informe.

Mirar: https://youtu.be/ExGr3TrUy9I

alg/anz/rba - HispanTv

Londres responde a rama de olivo de Macri: $267 millones más para militarizar Malvinas


Ante las señales amistosas del nuevo Gobierno argentino, el Reino Unido tiene previsto gastar, dentro de diez años, unos 267 millones de dólares para reforzar la defensa de las islas Malvinas.

La cifra ha sido confirmada este miércoles por el secretario de Defensa del Reino Unido, Michael Fallon, durante su primer viaje, en los últimos 14 años, a esta región reclamada por el país suramericano.

Considerando la llegada al poder como presidente de Mauricio Macri, Fallon ha saludado la “oportunidad” de mejorar las relaciones con Argentina, sin embargo, ha descartado cualquier negociación sobre la soberanía de las islas.

La soberanía “ya no es un tema ahora”, ha dejado claro el ministro británico, quien ha afirmado que esta cuestión “fue planteada hace 30 años (en la guerra de 1982) y los isleños han tomado (en 2013) su decisión, de manera muy clara”, de seguir siendo un “territorio británico de ultramar”.

Argentina y el Reino Unido mantienen un litigio sobre la soberanía de las Malvinas, lo que motivó una confrontación bélica entre el 2 de abril y el 14 de junio de 1982, que acabó con la vida de 649 militares argentinos, 255 británicos y tres civiles isleños.

A diferencia de la expresidenta argentina Cristina Fernández de Kirchner — que en política exterior priorizó el reclamo argentino de las islas Malvinas—, Macri no ha dedicado mucho tiempo al tema en los aproximadamente dos meses que lleva en el poder, aunque dice que continúa su reclamo, pero dentro de una nueva era y menos tensa de las relaciones bilaterales.

La visita de Fallon es una muestra de “la política de usurpación a través de la fuerza” del Reino Unido, ha dicho a la agencia rusa de noticias Sputnik, Ernesto Alonso, el secretario de Relaciones Institucionales del Centro de excombatientes de Islas Malvinas – La Plata (CECIM).

“Es un símbolo que esté allí el secretario de Defensa y manifieste que van a seguir militarizando la Isla y haciendo una inversión muy importante en los próximos diez años, para mantener esa usurpación a través de un enclave militar en la región”, ha sostenido.

Igualmente, ha apuntado que, desde la recuperación de la democracia en 1983 (fin de la época militar), Argentina siempre ha apoyado la resolución 2065 de las Naciones Unidas, que insta a las partes a dialogar a través de los organismos internacionales y a través de la paz.

Lamentablemente, ha proseguido, el Reino Unido tiene una política dura de amenazas con la presencia de ese enclave militar. “Las Malvinas son uno de los territorios más militarizados en el planeta, donde hay 3000 habitantes y 1500 militares, un campo de entrenamiento de las últimas tecnologías de defensa inglesas, que pertenecen al esquema de la OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)”, ha concluido.

mpv/anz/rba - HispanTv

Fuerte explosión sacude convoy militar turco y deja 7 muertos


Al menos siete muertos es el saldo de una fuerte explosión que ha sacudido este jueves un convoy militar de Turquía en el sureste de dicho país, indican fuentes de seguridad.

Testigos locales indican que el convoy militar turco fue objeto de un ataque con un artefacto explosivo improvisado que fue detonado con un control de remoto cuando se movilizaba en el distrito Lice, en la provincia de Diyarbakir, sureste de Turquía.

Varios refuerzos militares han llegado a la zona de la explosión y han asegurado el transporte de los uniformados heridos al hospital, además de transportar los cuerpos de los fallecidos.

Hasta el momento ningún grupo ha reivindicado la autoría de este atentado.

El miércoles también una explosión sacudió Ankara, la capital turca, y dejó a al menos 28 muertos y más de 60 heridos. El Gobierno turco acusa a los kurdos sirios de realizar dicho ataque.

hgn/ncl/hnb - HispanTv

El círculo se amplía: EE.UU. empuja a la OTAN a iniciar una intervención en Siria


Washington está buscando involucrar a la Alianza como institución para así poder llevar su armamento y efectivos de combate a territorio sirio.

EE.UU. está presionando a la OTAN para que desempeñe un papel más importante en la lucha contra el Estado Islámico en Siria e Irak, pero al mismo tiempo ha generado desacuerdos dentro de la Alianza debido a que Alemania y Francia temen que la iniciativa estadounidense provoque una confrontación con Rusia, informa Reuters.

Los 28 miembros de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) ya son parte de la coalición de 66 países que combate al EI, por lo que Washington está buscando involucrar a la Alianza Atlántica como institución para así poder llevar su armamento y efectivos de combate a territorio sirio e iraquí.

A pesar de contar con el apoyo de países como el Reino Unido, la iniciativa de EE.UU. no ha sido bien recibida por Francia y Alemania. Teniendo en cuenta las preocupaciones de Rusia por la expansión de la OTAN en el este de Europa, París y Berlín temen que una mayor implicación de la Alianza en Siria podría ser vista por Moscú como una provocación.

La situación en Siria solo empeoraría

"La OTAN y Rusia no estarían luchando contra un enemigo común", señalaron diplomáticos de la Alianza, haciendo referencia a los diferentes grupos armados que también luchan contra el Gobierno sirio con el apoyo de EE.UU.

Por su parte, el secretario de Defensa estadounidense, Ashton Carter, en sus presiones a la Alianza del Atlántico Norte ha tratado de distinguir entre la guerra civil siria y la lucha contra el Estado Islámico, asegurando que la campaña antiterrorista continuará independientemente y ha exigido a sus aliados intensificar sus esfuerzos.

En este sentido, la semana pasada la Organización del Tratado del Atlántico Norte aprobó el envío de aviones-radares AWACS a Siria para cubrir las necesidades de la coalición internacional.

"La OTAN está diseñada para prepararse para la guerra"

Anteriormente, Rusia ya había advertido que una posible implicación de la OTAN en Siria solo complicaría la lucha contra el terrorismo en ese país árabe.

"La Alianza está diseñada para hacer frente a los problemas clásicos: prepararse para la guerra. Pero la lucha contra el terrorismo requiere el uso de otros instrumentos que la organización no tiene", dijo el representante permanente ruso ante la OTAN, Alexánder Grushkó.

Actualidad RT

"China debe prepararse para una guerra en la peninsula coreana"


Los chinos consideran una amenaza el hecho de que Estados Unidos haya enviado potencia militar a sus bases en Corea del Sur y Japón.

El general Wang Haiyun, consejero del Instituto Chino de Estudios sobre Estrategia Internacional, ha advertido que China debe "tomar fuertes contramedidas" y prepararse para la guerra en la península coreana como consecuencia del deterioro de la seguridad que han generado las recientes pruebas nucleares y el lanzamiento de un satélite por parte de Pionyang, informa el periódico 'South China Morning Post'.

"[China] debe ajustar el despliegue de sus fuerzas a lo largo de las fronteras del noreste y prepararse en los ámbitos militar y diplomático para cualquier riesgo potencial tan pronto como sea posible", ha indicado asesor militar chino.

Además de los pasos recientes de Corea del Norte, este militar chino también considera una amenaza que Estados Unidos haya enviado portaaviones, bombarderos estratégicos y submarinos nucleares a sus bases militares surcoreana y japonesa, así como el despliegue del sistema de defensa antimisiles balísticos norteamericano en Corea del Sur.

Este miércoles (hora local), cuatro cazas F-22 de EE.UU. han sido divisados sobrevolando el cielo de Corea del Sur a baja altura cerca de la ciudad de Osan, en la provincia de Gyeonggi. Se trata de cazas furtivos, que no son detectados por los radares.

Actualidad RT

Gobierno denuncia que Estados Unidos torpedea presencia de China en Bolivia y América Latina


La Paz (ABI).- El ministro de la Presidencia, Juan Ramón Quintana, denunció el martes, en la ciudad de La Paz, que Estados Unidos torpedea la presencia de China en Bolivia y América Latina, mediante el supuesto tráfico de influencias, que involucra al presidente Evo Morales y la empresa china CAMC, debido a que el país andino amazónico se convirtió en referente internacional del manejo económico.

“(El objetivo es) Desacreditar la inversión china en Bolivia, es un ataque alevoso de Estados Unidos contra Bolivia porque nos convertimos en referente internacional de cómo se deben hacer las cosas en economía, en nacionalización, va más allá esto, también trata de afectar la presencia de China en América Latina y tratan de echar sombras”, indicó.

Quintana, en conferencia de prensa, manifestó que Estados Unidos y su agente encubierto Carlos Valverde urdieron el caso CAMC como resultado del fracaso de la estrategia de desprestigio y desestabilización que ejecutó el país del norte en Bolivia mediante una serie de acciones durante los últimos diez años.

El 3 de febrero, Valverde salió a la luz pública denunciando que la expareja del presidente Evo Morales, Gabriela Zapata, fue nombrada gerente comercial de la empresa CAMC, compañía que fue favorecida con contratos millonarios con el Estado.

Quintana indicó que con esa denuncia lo que se pretendió es “matar” la credibilidad del jefe de Estado y a su vez “amplificar” la idea de corrupción.

En octubre, Bolivia accedió a un crédito de 7.000 millones de dólares de la República de China, recursos que serán destinados a distintos proyectos en el país.

Entonces se explicó que la modalidad determinada para el financiamiento de los emprendimientos será la presentación individual de cada uno de ellos para su respectiva aprobación.

La economía de la República Popular China es la segunda economía más grande del mundo en términos de producto interno bruto nominal y la mayor economía del mundo en paridad de poder adquisitivo.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

RT se adentra en la 'capital' del Estado Islámico


Un equipo de RT ha visitado la zona de combate por la gobernación y la ciudad siria de Raqa y le ofrece un reportaje exclusivo desde el terreno.

Mirar: https://www.youtube.com/watch?v=aZZo63IYjOw

El Ejército de Siria tiene previsto retomar la ciudad de Raqqa, bastión del autodenominado Estado Islámico, a finales de este año. Así lo declaró a RT un oficial del Ejército al frente de la operación.

Raqa, situada en el este de Siria, no fue mencionada muy a menudo en los medios de información hasta que los extremistas la proclamaron en 2014 capital del EI. La ciudad se encuentra en la encrucijada de las principales rutas del país, por lo que goza de una ubicación estratégica.

Hace una semana Raqa se convirtió en escenario de cruentos combates entre el Ejército enviado por Damasco y los terroristas. Finalmente, las tropas de Damasco, conjuntamente con la aviación rusa, lograron establecer el control sobre tres puntos elevados muy importantes en el oeste de la gobernación de Raqa.

"La operación se está realizando en tres frentes", relató a RT el comandante de las Fuerzas de Defensa Nacional en el terreno. Explicó que dos de estos se despliegan alrededor de dos estaciones de bombeo de petróleo y el tercero está situado entre dos colinas.

Los enfrentamientos más intensos se libraron en la carretera que comunica Raqa con la región aledaña de Asaria. Los ataques de los terroristas se llevaron a cabo con coches bomba y proyectiles. Pero las tropas gubernamentales repelieron los ataques bombardeando las posiciones del enemigo y frustrando los atentados suicidas.

Ahora, el principal objetivo es romper el bloqueo y liberar la ciudad, indica el general. Sus habitantes han sido obligados por los terroristas a vivir sometidos a duras leyes e inclementes condiciones durante al menos dos últimos años.

Actualidad RT

Las verdaderas razones de Arabia Saudita para congelar la producción de petróleo


Ese país tiene el poder de influir en el precio mundial del petróleo aumentando o disminuyendo la oferta.


Este martes Rusia y varios países miembros de la OPEP, entre ellos Arabia Saudita, acordaron congelar la producción petrolera a los niveles promedios de enero pasado y tratar de reactivar el precio del crudo. Pero según el diario 'The Independent', los verdaderos motivos por los que los sauditas propusieron esta medida son los siguientes:

1. Porque el precio del petróleo no mostraba signos de recuperación.

El precio del barril de petróleo ha caído hasta alrededor de 33 dólares, aproximadamente un 70% desde que alcanzó el pico de 116 dólares en junio del 2014. Algunos analistas pronosticaron que incluso podría caer hasta los 10 dólares por barril a menos que la oferta global se reduzca. Riad en reiteradas ocasiones dijo que no recortaría la producción, porque confiaba que los precios no tardarían en recuperarse. Sin embargo, el precio del crudo ha caído mucho más de lo que los sauditas esperaban y ahora están "seriamente preocupados".

2. Porque Arabia Saudita es el segundo mayor productor de petróleo.

Ese país tiene el poder de influir en el precio mundial del petróleo aumentando o disminuyendo la oferta. También es el líder de facto del cartel de productores de la OPEP, y ningún plan de los demás miembros de esta organización intergubernamental para recortar el suministro puede funcionar sin la participación de Riad.

3. Porque Arabia Saudita corre el riesgo de entrar en quiebra.

En octubre del año pasado, cuando el precio del petróleo todavía oscilaba los 50 dólares, el Fondo Monetario Internacional advirtió de que Riad podría quedarse sin activos financieros dentro de tan solo cinco años. Como respuesta, Arabia Saudita ha anunciado algunas medidas de austeridad pero el precio del petróleo continuó cayendo, deteriorando aún más sus finanzas.

4. Porque la bolsa de valores saudita se desploma.

Los mercados de valores de todo el mundo se han visto afectados en los últimos meses por los bajos precios del crudo, y las mayores caídas se registraron en la bolsa de Arabia Saudita debido a los temores de que las empresas petroleras de ese país quebraran. Riad quiere impulsar el valor de su sector empresarial y la única forma de hacerlo es estabilizando el precio del petróleo.

5. Porque Arabia Saudita quiere exprimir a los productores de esquisto de EE.UU.

Una de las principales razones por las que se derrumbó el precio del petróleo es que los productores de petróleo de esquisto de EE.UU. inundaron el mercado. La producción de esquisto estadounidense ha caído considerablemente desde el año pasado, pero no ha colapsado por completo. Los sauditas esperan que los bajos precios terminen con los productores rivales estadounidenses de esquisto, que tiene un alto costo de producción, para posteriormente recuperar la cuota de mercado perdida cuando los precios finalmente se recuperen.

Arabia Saudita quiere que el precio del petróleo se estabilice, pero no quiere que rebote a los niveles alcanzados a mediados de 2014, que fue lo que incentivó a los productores estadounidenses a invertir fuertemente en el sector.

Actualidad RT

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Turquia quer interferir na Síria para salvar Estado Islâmico


A Turquia está planejando uma incursão militar na Síria com o objetivo de salvar o grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) ao invés de ajudar a acabar com o conflito sírio. Quem afirma é o embaixador da Síria na Rússia, Riad Haddad.

“Eles (autoridades turcas) afirmam que vão entrar na Síria para atacar o Estado Islâmico. Na realidade, eles querem interferir nas questões sírias para salvar o Estado Islâmico, para salvar o terrorismo em nosso país”, disse Haddad em uma entrevista ao canal televisivo Rossiya 24, neste segunda-feira (15).O diplomata destacou que mesmo agora a Turquia deixa centenas de terroristas entrar na Síria através de sua fronteira.

Haddad disse também que Ancara faz acusações contra a Rússia, pois os planos turcos falharam quando a força aérea russa começou a sua operação na Síria.

“Os planos deles falharam quando a aviação russa começou a operar na Síria, por isso eles simplesmente perdem a cabeça, acusando a Rússia de bombardear a população civil”, disse o embaixador.

Segundo ele, a Turquia, na verdade, apoia os terroristas do Estado Islâmico “para que possam ganhar umad posição na fronteira, mas não deixam que eles vão para o território turco.”Ao ser perguntado se a Síria tem a clareza sobre quem são os inimigos e os aliados na crise que o país enfrenta, Haddad afirmou:“Em cinco anos de conflito, entendemos que são os nossos inimigos e aliados (…) preciso dizer que devemos agradecer à Rússia e o povo russo, pelo envio de medicamentos, pelo anvio de aviões de ajuda humanitária, pro todo o apoio, pelo apoio da força aérea”.

“Nosso povo nunca esquecerá a ajuda da Rússia e do seu presidente, Vladimir Putin”, completou o embaixador da Síria.

Sputniknews

Decisão de Obama sobre o Supremo complica cenário nos EUA


A decisão do presidente Barack Obama para nomear um novo membro do Tribunal Supremo influirá no complicado cenário político estadunidense, preveem hoje comentaristas políticos.

A inesperada morte do membro do Tribunal Supremo Antonin Scalia implicará a um aumento do confronto entre republicanos e democratas em um cenário em que a máxima corte tem uma influência maior que em outros países e à que com frequência lhe pede sua intervenção para atuar como árbitro em temas espinhosos.

No entanto, assinala o jornal digital The Hill, a decisão expressa do líder da maioria do Senado, Mitch McConnell, de não confirmar qualquer dos candidatos durante o resto do mandato de Obama cria uma dinâmica incômoda ao redor de qualquer seleção potencial.

Acrescenta que quem seja nominado terá que considerar a possibilidade de estar no limbo durante um ano ou mais, se o Senado não atuar durante o ano eleitoral.

No entanto, assegura, essa pessoa também poderia ter uma vantagem sobre sua designação por Hillary Clinton, se ganha a nominação e as eleições gerais de novembro.

Alguns dos possíveis nominados de Obama à Corte Suprema seriam Sri Srinivasan, um juiz do circuito de Washington se o objetivo é exercer pressão sobre McConnell para permitir uma votação de confirmação do Senado, já que para sua atual posição foi aprovado por 97 a zero.

Srinivasan é amplamente conceituado como um moderado, o que pode agradar a muitos no lado republicano que pedem um candidato de consenso.

Outro pode ser Paul Watford, designado pela Casa Branca no 9º Circuito e que em ocasiões se mencionou como um potencial candidato à Corte Suprema de Obama por suas posições moderadas, além de ser um afro-americano.

Também se menciona a atual secretária de Justiça Loretta Lynch, de 56 anos, que se desempenhou em seu posto por menos de um ano e não seria vista mau pelos republicanos como seu antecessor no cargo Eric Holder.

Ainda que a cúpula partidárias e alguns candidatos como Ted Cruz querem afastar a nomeação, outros como o senador republicano Lindsey Graham defendem um candidato de consenso para atingir uma confirmação exitosa.

O caminho será escabroso para Obama, pois já o presidente do Comitê Judicial do Senado Chuck Grassley (R-Iowa) disse no sábado que não é tradicional nomear um membro do foro judicial em ano de eleições.

Os republicanos temem que com a nomeação e a confirmação, o presidente Obama trate de impulsionar sua agenda e mais ainda quando o máximo tribunal deve ser manifestado sobre temas como os alívios migratórios anunciados pelo governante indo a seus poderes executivos.

O tema influi muito na atual campanha eleitoral e já no lado dos democratas a ex-secretária de Estado e aspirante à candidatura Hillary Clinton disse que bloquear a nominação está “totalmente fora de sintonia com nossa história e nossos princípios constitucionais”.

Barack Obama, destacou, é presidente dos Estados Unidos até 20 de janeiro de 2017. Isso é um fato, meus amigos, quer os republicanos gostem ou não.

Também lhe uniu seu rival Bernie Sanders, que atacou os republicanos por terem “uma visão muito interessante da Constituição dos Estados Unidos e ao que parece acham que a Constituição não permite que um presidente democrata proponha um candidato para substituir o juiz Scalia”.

Prensa Latina