segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

EE.UU. evacúa a los líderes del Estado Islámico del territorio iraquí


Mientras que los militares iraquíes realizan una ofensiva antiterrorista en Al Anbar, sus supuestos aliados estadounidenses evacúan a los yihadistas de Irak.

Haidar al-Hosseini al-Ardavi, jefe de las fuerzas armadas de chiitas en Irak dice que la interferencia de EE.UU. provoca demoras en las operaciones de las fuerzas voluntarias contra los terroristas del Estado Islámico. Según informa la agencia Fars, el militar opina que "Washington planea evacuar a los líderes de los terroristas en dirección desconocida".

El Ejército iraquí y los militantes del frente popular con apoyo de las fuerzas aéreas de la coalición internacional encabezada por EE.UU. llevan a cabo una operación antiterrorista en las ciudades de Ramadi y Faluya, provincia de Al Anbar.

Los yihadistas entraron en la ciudad de Ramadi en mayo y el martes pasado las fuerzas iraquíes empezaron la ofensiva y liberación del territorio. Siguen abriéndose paso a la parte central de Ramadi, que es de importancia estratégica y donde pueden encontrarse centenas de terroristas.

Al mismo tiempo, se informa que unos 2.000 militantes del Estado Islámico y del Frente Al Nusra abandonaron este domingo el sur de Damasco. Las organizaciones terroristas están considerablemente debilitadas tras la operación de las Fuerzas Espaciales rusas en Siria.

Oriente Medio, con sus conflictos internos, amenazas terroristas, alianzas que se rompen y otras que se crean, es una de las regiones más importantes desde el punto de vista de la geopolítica, y una de las más complicadas. La siguiente infografía les ayudará a entender mejor la situación actual de esta parte del mundo.

Actualidad RT

Stratfor pronostica más actores en el conflicto sirio, con peores consecuencias


Elementos de las fuerzas de seguridad sauditas durante un desfile en Riad / Reuters / Ahmad Masood

La coalición antiterrorista árabe pretende inmiscuirse en el conflicto sirio, pero su intromisión solo complicaría la lucha contra el Estado Islámico, pronostica el famoso laboratorio de ideas de EE.UU.

La empresa estadounidense especializada en servicios de inteligencia y espionaje Stratfor ha publicado en su sitio web un pronóstico que contempla una mayor implicación de Arabia Saudita y sus aliados en el conflicto sirio. Estados Unidos y Turquía son los países a los que más "les apetece ver este despliegue de las fuerzas árabes en Siria", afirman los expertos.

No obstante, el posible efecto de una eventual intromisión de un nuevo participante en la guerra se estima más bien negativo. "Puede socavar cualquier intento de crear un frente unido de lucha contra el Estado Islámico en Siria", explica el texto analítico. "En primer lugar, la anunciada coalición antiterrorista islámica parece estar lejos de la unidad. Dirigentes de Malasia, Indonesia y Pakistán han rechazado ya la invitación a afiliarse a la coalición".

Los autores no plantean la cuestión de la ilegitimidad de esta supuesta injerencia, pero admiten que además del apoyo de algunos países sunitas, al colectivo le falta el de Irán y el de la propia Siria. Sin embargo, dicen, para Turquía añadir las fuerzas árabes a la 'mezcla' actual significaría legitimar su propia involucración. Mientras tanto, el mayor obstáculo que impide intensificar la lucha contra el EI es el respaldo que distintos países dan a las varias partes beligerantes dentro de Siria.

Stratfor cree justificada la preocupación de Teherán por el posible envío de las tropas sauditas a la zona del conflicto: "Dado que Irán ya es un patrocinador importante de las fuerzas involucradas en el conflicto por el lado del Gobierno sirio, el riesgo de acabar enfrentándose con las fuerzas sauditas y aliadas aumentará considerablemente".

Por otro lado, los analistas de la empresa de inteligencia y espionaje cuestionan la capacidad de los países del golfo Pérsico de desplegar en Siria una cantidad de tropas suficiente, puesto que están atascados en otro conflicto, el que se está desarrollando en Yemen. Egipto, que no hace mucho aplastó los motines islamistas en su propio territorio, pese a su ingreso en la nueva coalición tiende a apoyar a Damasco en su lucha contra los rebeldes, mientras que Jordania mantiene una postura muy cautelosa.

Actualidad RT

domingo, 27 de dezembro de 2015

Brasil e Argentina, de parceiros a rivais?


O que mais assustou na primeira aparição pública internacional formal de Mauricio Macri foi a insistência em colocar o tema da Venezuela na reunião do Mercosul em Assunção, sabendo que iria encontrar respostas duras e não conseguiria emplacar.

Por Emir Sader*

A avaliação que ele faça da situação da Venezuela poderia encontrar algum tipo de receptividade em um ou outro presidente presente, mas ter escolhido para sua estreia um tema assim, representa uma postura de querer introduzir elementos que fraturem a unidade interna do Mercosul e acenem com a possibilidade de que venha a defender posições dos EUA na região, em um momento de imenso isolamento de Washington na América Latina, em particular na América do Sul. Desse ponto de vista foi até uma atitude provinciana, sem qualquer tato diplomático, se é que ele deseja conquistar algum espaço de respeito nas relações entre os governos da região.

Atrás tinha ficado o tempo em que os principais países do continente - Argentina, Brasil, Mexico – tinham que renegociar suas dívidas externas com os credores e nao encontravam solidariedade nos outros governos. Ao contrário, os credores jogavam uns contra os outros, fazendo concessões a uns quando um dos governos estava em maiores dificuldades, para isolá-lo mais ainda.

Nos acostumamos, desde a eleição, do Lula e do Nestor Kirchner, ao período de melhores relações entre os dois países, colocados em disputa desde final do século XIX, como potencias adversárias e concorrentes. Foi a harmonia do eixo Brasil-Argentina que permitiu consolidar e ampliar o Mercosul, organizar a Unasul e a Celac. Os conflitos no Mercosul eram produto das disputas de empresários privados por mais mercado, enquanto as relações políticas entre os governos dos dois países foram excelente durante 12 anos.

O fator externo que deve modificar essa clima é o das novas relações da Argentina com os EUA. Macri deve ser recebido pelo Obama e nao será difícil a este suscitar a vaidade do novo presidente argentino, propondo relações privilegiadas do pais com os EUA. Nada como as “relações carnais” que o Menem propôs aos EUA, mas algum tipo de privilegio que pode incentivar posições mais favoráveis ao livre comercio, à Aliança para o Pacífico, intercâmbios econômicos privilegiados com os EUA e posições politicas como a tomada em relação à Venezuela, que rompa consensos até agora existentes no Mercosul e em Unasul.

A situação nao é tão simples como Macri aparentemente pensa, em que pudesse compatibilizar o Mercosul com um tratado bilateral com os EUA e com vínculos com a Aliança para o Pacífico. E a economia argentina é muito dependente do Mercosul e da economia brasileira, para poder se permitir algum tipo de ruptura.

Porém podemos imaginar que os EUA começam a sonhar em ter em um dos principais países da região, inserido nos processos de integração da América do Sul, um governo que defenda suas posições, como aconteceu em Assunção. Certamente se produziria uma polarização em relação ao Brasil e os dois países eixos da integração regional deixariam de ser parceiros estreitos para se tornarem rivais. Possibilidade difícil de visualizar hoje, mas que pode, no futuro, conforme as coisas evoluírem na região, se tornar realidade.

*Sociólogo e cientista político

Fonte: Brasil 247

Eleições nos EUA: sempre pode piorar


Por Antonio Luiz M. C. Costa, na revista CartaCapital:

O discurso de ódio da direita é patente desde a eleição de Barack Obama. Pode-se dizer, mesmo assim, que a pré-campanha republicana surpreende por uma exasperação capaz de passar o próprio Tea Party para trás. O discurso racista e nativista, cuja função inicial foi reforçar a tese do “Estado mínimo” ao acusar negros e imigrantes de explorar a classe média branca por meio da ação estatal, tornou-se um fim em si mesmo.

Um sintoma é a liderança de Donald Trump, bilionário nova-iorquino recém-chegado ao partido depois de ter apoiado os democratas por muitos anos e cujas propostas nada têm a ver com dogmatismo neoliberal, mas que supera os rivais na intolerância e nos insultos às minorias. Com 38% a 41% nas pesquisas mais recentes, está hoje bem à frente de qualquer rival republicano. Isso não o faz necessariamente o favorito, como se verá mais adiante.

Outro sintoma de radicalização é o derretimento de Jeb Bush, ex-governador da Flórida e irmão de George W. Relativamente moderado e com apoio da máquina partidária, era favorito no início da disputa, mas tem sido desdenhado pelos eleitores. Parece difícil virar o jogo quando se chega às vésperas das primárias com menos de 5% de preferências, tanto no país quanto no estado de Iowa, onde haverá o primeiro escrutínio em 1º de fevereiro. Chris Christie, governador de New Jersey que corre na mesma raia, tem cerca de 3%. Uma década de retórica da Fox News e comentaristas como Ann Coulter, Rush Limbaugh e Sean Hannity empurraram as bases republicanas à direita do próprio partido.

Ben Carson, neurocirurgião negro aposentado sem experiência política, chegou a disputar a liderança com Trump e ainda tem de 9% a 12% das preferências, mas seu momento passou. Entusiasmou os fundamentalistas pela defesa da moral tradicional e do criacionismo, mas não o suficiente para compensar o desconhecimento de questões militares, diplomáticas e de cultura geral, posto em evidência pelos debates sobre terrorismo após os atentados de Paris. Confundiu homus com Hamas, afirmou que as maciças pirâmides de Gizé eram silos de cereais e disse ser inconstitucional a eleição de um muçulmano nos EUA.

O cubano-americano Ted Cruz, senador texano que tem 15% das preferências no país e em Iowa empata com Trump com perto de 25%, é hoje o principal desafiante e talvez o real favorito. É um político de carreira querido tanto dos fundamentalistas cristãos quanto do Tea Party. Os mais notórios comentaristas de direita saíram em sua defesa quando Trump o qualificou de “um pouco maníaco” pelo dogmatismo na defesa das pautas conservadoras, especialmente o combate ao Obamacare, mas também por negar a existência do aquecimento global e criticar os acordos internacionais para combatê-lo. Apesar da origem étnica, é quase tão xenófobo quanto Trump. Defende barrar refugiados, expulsar imigrantes ilegais e bloquear fronteiras. E os multibilionários irmãos Koch (sionistas), donos de empresas de energia e do maior fundo de campanha dos EUA (prometem contribuir com 889 milhões de dólares), deram-lhe o título de “herói da política climática”, ante meros “defensores” como Bush e Marco Rubio, “dubitativos” como Trump e Carson e “vilões” como Hillary Clinton e Bernie Sanders.

Rubio, outro cubano-americano, senador pela Flórida, também está bem posicionado, com 12% a 13% nas pesquisas nacionais e de Iowa. Talvez ainda mais importante, é bem-visto pelo establishment republicano, é um negociador pragmático e sua posição política está mais ou menos no centro do espectro político do partido, a meio caminho entre o “moderado” Bush e o “linha-dura” Cruz. Se tiver um desempenho satisfatório nas primárias e a convenção for disputada, poderia ser um candidato de conciliação, mesmo sem ser o mais votado.

Esta campanha é a primeira, desde 1948, na qual o Partido Republicano deve chegar à convenção sem um pré-candidato com maioria absoluta. Em um quadro de negociação entre proponentes e delegados, pragmatismo e contatos podem pesar mais que as pesquisas. O problema é Trump ter dinheiro e votos para ameaçar lançar-se como independente e dividir os votos conservadores. Ele prometeu acatar a convenção, mas, se conseguir mais delegados do que qualquer rival e for preterido, teria um pretexto para romper o acordo.

Comparável a Marine Le Pen e outros líderes da direita populista europeia quanto ao discurso, Trump, ao contrário destes, não construiu um partido. Quer apoderar-se de uma legenda existente para uma campanha personalista e demagógica com pouco a ver com as posições tradicionais dos republicanos e que não se encaixa em nenhuma de suas principais correntes, moderados, pragmáticos, fundamentalistas cristãos, libertarianos ou Tea Party.

Enquanto defende extremos de racismo, machismo e desprezo para com deficientes e “perdedores”, e defende propostas que fazem recuar até os conservadores mais empedernidos, como torturar terroristas e matar suas famílias simplesmente porque “merecem” e “fechar áreas da internet” para combater o Estado Islâmico, Trump é bem pouco religioso – apenas vagamente cristão, como a maioria dos estadunidenses – e do ponto de vista econômico está mais perto da ultradireita europeia do que da ortodoxia republicana.

Defende a proteção dos empregos dos EUA contra a livre concorrência das importações, o investimento estatal em infraestrutura e menos isenções de impostos para os super-ricos. Em termos de política externa, soa por vezes mais sensato que Hillary Clinton, como ao criticar o desperdício de 5 trilhões de dólares com intervenções desastrosas no Oriente Médio, quando o país necessita de investimentos em energia, transportes e comunicações. Mas também fala em empregar a força contra os programas nucleares do Irã e da Coreia do Norte, usar Israel como “nosso porta-aviões no Oriente Médio”, fazer o Iraque indenizar os EUA pelos gastos do Pentágono com a invasão e ocupação, e o México pagar pela muralha que supostamente barraria os imigrantes latino-americanos.

O núcleo de sua mensagem é “sou um de vocês, sou um líder e, se eu soube ficar rico, sei como lhes dar o que realmente querem, confiem em mim”. Funciona bem com muitos eleitores, mas muito mal no exterior. Subiu após sua inexequível e inconstitucional proposta de proibir a entrada de muçulmanos no país, mas foi criticado por Benjamin Netanyahu e teve de cancelar uma visita a Israel, no fim do ano, na qual pretendia visitar a Esplanada das Mesquitas ou Morro do Templo. Seria uma provocação inaceitável para os palestinos.

A pré-campanha presidencial dos democratas traz poucas surpresas. Clinton não corre risco real de perder a indicação. A fixação dos republicanos em procurar em seus e-mails alguma prova de tentativa da então secretária de Estado de manipular ou minimizar o atentado de 2012 contra o embaixador dos EUA na Líbia foi um fracasso. Esgotou o interesse do público antes de a campanha começar a sério e ofuscou o real escândalo, a própria decisão de intervir na Líbia e apoderar-se de seu petróleo. O resultado, como hoje se vê, foi reduzir ao caos o país de maior desenvolvimento humano da África, distribuir armas pesadas entre fundamentalistas do continente, impelir centenas de milhares de refugiados para a Europa e colocar nas mãos do Estado Islâmico e da Al-Qaeda partes consideráveis da Líbia, da Nigéria e do Mali.

Embora apoie políticas sociais, em termos de política externa e regulamentação econômica Hillary está na banda direita do espectro democrata e é mais belicosa e pró-Israel do que Obama. Isso agrada a Wall Street, ao complexo industrial-militar e ao lobby sionista e, provavelmente, atrairá independentes e conservadores moderados assustados com o extremismo da campanha republicana, mas também cobra um preço. Ela tem 55% das preferências dos eleitores democratas, mas Bernie Sanders, o pré-candidato mais à esquerda, foi além do esperado. Tem 32% no país e em Iowa as pesquisas indicam 48% a 39%.

Senador por Vermont, ex-deputado e ex-prefeito de 74 anos, Sanders fez uma respeitável carreira como político independente e o único socialista de expressão nacional desde o sindicalista Eugene Debs (morto em 1926) antes de se filiar ao Partido Democrata para concorrer pela indicação. Na prática, suas chances são nulas, mas sua capacidade de mobilização demonstra a existência de muitos insatisfeitos com a extrema concentração de renda e a indiferença dos principais candidatos a esse tema. Sua presença na campanha trouxe de volta o debate de temas hoje quase tabus na política dos EUA, como a redução da desigualdade e ampliação de direitos trabalhistas e sociais.

Está demasiadamente contra a corrente principal da mídia, da política e da opinião pública para conquistar uma maioria partidária, quanto mais nacional, no futuro previsível. A questão é se a parcela dos democratas que o apoia fará campanha pela belicosa e centrista Hillary. Desse ponto de vista, nada como um republicano extremista para motivá-los. Mais uma vez terão de escolher entre o ruim e o pior e a segunda alternativa pode se mostrar mais desastrosa do que nunca no atual quadro mundial de deterioração política, econômica e climática.

Israel deu um presente de Natal ao povo palestino de Gaza


Aviões israelenses envenenaram mais de 1500 acres de terras agrícolas com produtos químicos, matando centenas de acres de feijão, batata, abóbora, espinafre, trigo e outros vegetais.

Isso resultou em enormes perdas para os agricultores e também para o povo palestino, que dependem dessas plantações para a sua sobrevivência. Este é o segundo ano consecutivo em que Israel tem feito isso. Lembrando que o povo palestino da Faixa de Gaza vive um bloqueio que já dura quase nove anos.

Entre as campanhas odiosas do governo sionista de Israel estão práticas ignoradas pela mídia ocidental como, por exemplo, despejo proposital de esgoto doméstico em rios que desaguam nos territórios palestinos, agressão a mulheres palestinas nas ruas das principais cidades, agressão e prisão de crianças palestinas - mais de 5 mil.

Shalom, Feliz Natal.

Rússia sobre a operação na Síria: 'Nunca erramos um alvo'


No decorrer da operação na Síria, as instalações civis nunca foram atacadas, cita Vesti.ru as palavras do comandante das Força Aeroespacial russa, coronel-general Viktor Bondarev.

“Nunca erramos nenhum alvo, nunca lançámos ataques contra escolas, hospitais, mesquitas», disse Bondarev, assinalando que os planos têm sido elaborados com todo o cuidado, sendo realizada uma cooperação com as autoridades sírias.


Desde 30 de setembro após o pedido do presidente sírio Bashar Assad começou a realizar ataques aéreos localizados contra as instalações do Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). Durante o tempo percorrido a Força Aeroespacial russa com a participação dos navios da Frota do mar Cáspio e um submarino da Frota do Mar Negro Rostov-na-Donu eliminaram algumas centenas de militantes e milhares de instalações dos terroristas.

Sputniknews

Siria abate a otro alto líder terrorista en Damasco


Tanques del Ejército sirio en la provincia de Alepo (noroeste), 15 de noviembre de 2015.

Un día después del abatimiento del líder del grupo terrorista Yeish al-Islam en Siria, el Ejército sirio logró el sábado acabar con el líder de la banda terrorista Frente de los Revolucionarios de Siria (FRS).

Según el portavoz del Ejército de Siria, el general de brigada Ali Maihub, el líder del FRS, Reza Mohamad al-Mosalema, fue abatido el sábado a consecuencia de las operaciones de fuerzas sirias contra las posiciones terroristas en la provincia de Damasco (suroeste).

En esas operaciones, agrega, también murió un gran número de terroristas, además de provocar daños a sus posiciones y propiedades en la zona.

tas/ctl/msf - HispanTv

“Las crisis que afectan al mundo islámico solo favorecen a Israel”


El presidente iraní, Hasan Rohani, en la 29ª Conferencia Internacional de la Unidad Islámica, celebrada en Teherán, capital persa, 27 de diciembre de 2015.

El presidente iraní, Hasan Rohani, ha afirmado que la crisis siria, la destrucción de un país islámico y la matanza de musulmanes solo favorecen los intereses del régimen de Israel.

“¿A quién excepto a Israel le agrada la crisis siria?, ¿Quién está más contento del conflicto en Irak que Israel y los antimusulmanes”, ha inquirido Rohani en un discurso pronunciado este domingo en la 29ª Conferencia Internacional de la Unidad Islámica, celebrada en Teherán, capital persa.

Según Rohani, lo que está ocurriendo actualmente en ciertos países islámicos, como Siria, Irak y Yemen no benefician para nada a la comunidad islámica, ni a los vecinos de estos países.

Nunca nos hubiéramos imaginado que el régimen israelí se borraría de la mente de los musulmanes, ha proseguido, pero ahora somos testigos de que grupos extremistas izan la bandera de Alá, agreden a los musulmanes bajo el nombre del Islam ofreciendo una imagen violenta del Islam.

“Ciertos grupos (extremistas y terroristas) presentan al Islam como una religión de opresión y concusión favoreciendo así solo los intereses del régimen israelí”, ha denunciado.

Si algún día la preocupación y el afán de los países islámicos era la agresión de los enemigos del Islam a los Estados musulmanes, lamentablemente, ha aducido, hoy en día la situación es tal forma que somos testigos de la agresión de un país islámico a otro (agresión saudí a Yemen).

En otra parte de sus declaraciones, el mandatario persa se ha referido a las corrientes takfiríes y ha dicho que tiene sus raíces en la ideología violenta, extremista e ilógica.

A su juicio, todas las religiones divinas tienen que evitar seguir las órdenes profanas y no debe existir ninguna confrontación entre lo islámico y lo no islámico.

“Sin duda alguna, la violencia tiene su origen en la ideología y pensamiento de grupos que desafortunadamente tienen una comprensión errónea del Islam, hay del día en que la violencia y el extremismo deriven del pensamiento y se conviertan en diálogo”, ha subrayado.

Planteando la cuestión, ¿de dónde surgió la violencia? se refirió a su iniciativa llamada 'el Mundo Contra la Violencia y el Extremismo' (WAVE, por sus en inglés), y ha indicado que aunque aparentemente esta iniciativa ha sido aprobada por la mayoría de los países en las Naciones Unidas, "sin embargo, no hemos observado ningún tipo de medidas prácticas que demuestre la buena voluntad de ellos", ha precisado.

A modo de colofón, Rohani ha instado a todos los países musulmanes a unirse sin tener en cuenta sus diferencias para superar los retos y los problemas que afectan actualmente a la comunidad islámica.

“Con nuestra unidad es posible formar una comunidad islámica unificada”, ha concluido.

Delegados de 70 países islámicos participan en la 29ª Conferencia Internacional de la Unidad Islámica que ha dado comienzo este domingo en Teherán con el fin de alcanzar un acercamiento entre las visiones de las comunidades musulmanas y la promoción de la unidad entre el mundo del Islam.

mep/ctl/msf - HispanTv

"Integrantes saudíes de Daesh son principales clientes de mujeres esclavas izadíes"


Los terroristas saudíes del grupo takfirí EIIL (Daesh, en árabe) son los principales clientes de las esclavas sirias que comercializa este grupo en el territorio sirio.

Así lo afirmó Abu Shujaa, un prominente activista sirio que dirige una red en su país enfocada en salvar a niñas y mujeres izadíes, en una entrevista con la agencia de noticias rusa Sputnik, publicada el sábado.

“Los terroristas saudíes del EIIL encabezan la lista de los compradores de las esclavas izadíes en Siria, en tanto, que un gran número de ellos se sumó a las filas de este grupo con el fin de apoderarse de estas mujeres sirias robadas por Daesh y convertidas en esclavas sexuales”, denunció Abu Shujaa.

A su juicio, uno de los principales factores que han convertido a los saudíes en los principales clientes del mercado de esclavas sirias de Daesh son los grandes recursos económicos que poseen, ya que, ha insistido, son muy ricos. “Algunos, hasta se dan el placer de comprar dos”, ha detallado.

“Hasta se dedican a intercambiarlas con sus amigos de Daesh, una vez que las hayan adquirido, para después sustituirlas por otras”, ha denunciado.

De acuerdo con el informe de Sputnik, los terroristas tunecinos se ubican segundo lugar en el ranking de compra de esclavas sirias detrás de los saudíes.

El pasado 26 de junio, el opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH) afirmó que Daesh vendió mujeres izadíes a los grupos takfiríes activos en el este de Siria, luego de utilizarlas como "esclavas sexuales".

Anteriormente, activistas pro derechos humanos iraquíes habían denunciado que los terroristas de Daesh vendían mujeres izadíes en mercados de Irak y Siria por un dólar.

El portavoz del Partido Democrático del Kurdistán, Said Mamuzini, en una entrevista a la televisión iraquí Al-Sumaria, informó el pasado 3 de septiembre, que este grupo ultraviolento llevó a 300 mujeres como esclavas sexuales a Mosul (norte de Irak) por orden del líder de la banda, Ibrahim al-Samarrai, alias Abubakr al-Bagdadi.

mep/ctl/msf - HispanTv

La OTAN refuerza la defensa aérea de Turquía, ¿y el enemigo quién será?


La Alianza está dispuesta a reforzar la defensa aérea de Turquía con aviones Boeing E-3 Sentry, con tecnología de alerta temprana y control aerotransportado, sistema diseñado para detectar aeronaves.

El Ejército de Alemania realizará el suministro de los aviones, sobre lo que avisaron los Ministerios de Asuntos Exteriores y de Defensa del país al Parlamento alemán (Bundestag). Según informó el diario 'Bild', "está previsto el traslado temporal de los aviones Boeing E-3 Sentry desde la base de Geilenkirchen al aeródromo de Konya en Turquía". El Gobierno alemán no necesita el permiso del Parlamento para la realización de la operación.

Aunque no se prevé el uso de armamento, soldados alemanes participarán en la operación, ya que el país debe suministrar el 30% de la tripulación de los aviones.

A principios de diciembre tres fragatas portamisiles de la OTAN se han unido al destructor estadounidense Ross entrando en el mar Negro en medio de la escalada de tensión entre la alianza militar y Rusia. El grupo naval incluye al Francis Almejida (Portgal), el Blas de Lezo (España) y el Winnipeg (Canadá).

Tras agravarse las relaciones turco-rusas por el derribo de un avión ruso en la frontera entre Turquía y Siria el pasado 24 de noviembre, el secretario general de la OTAN, Jens Stoltenberg, prometió un pleno apoyo al "derecho de Turquía a proteger su espacio aéreo y fronteras".

Actualidad RT

VIDEO: Calcinada una caravana de transporte de petróleo del Estado Islámico


En el video se aprecia una larga columna de camiones del grupo extremista, algunos de ellos todavía en llamas.

Este sábado apareció en YouTube un nuevo video en el que se ve un gran convoy de camiones del Estado Islámico (EI) completamente destruido por la acción del Ejército iraquí en la provincia de Anbar, la mayor del país, situada en el noroeste.

Según informó la agencia de noticias AFP, las fuerzas iraquíes hicieron grandes avances hacia el centro de la ciudad de Ramadi, la capital de la provincia de Anbar, que permanecía bajo el control del EI. Actualmente el Ejército iraquí está rastrillando los edificios administrativos de la ciudad.

El 23 de diciembre el Ejército de Irak lanzó un primer ataque sobre el centro de la ciudad de Ramadi para arrebatarla del control del Estado Islámico.

Las Fuerzas Armadas de Irak comenzaron el pasado martes una ofensiva contra el Estado Islámico con el fin de recuperar la ciudad.

Según fuentes militares, desde el pasado mes de mayo no se lanzaba una ofensiva de tanta envergadura. Si concluye con éxito, Ramadi será, tras Tikrit, la segunda localidad estratégica recuperada por las Fuerzas Armadas del país.

La ciudad de Ramadi, el centro administrativo de la provincia de Anbar, se ubica en el centro de Irak, aproximadamente 100 kilómetros al oeste de Bagdad. Anteriormente este mes el Ejército iraquí realizó una ofensiva y desplegó artillería pesada para asaltar la ciudad, que estaba bajo control de los terroristas desde el mayo de 2015.

Mirar: https://youtu.be/a-MUbcLuOZM

Actualidad RT

sábado, 26 de dezembro de 2015

Exército sírio captura equipamento para produção de armas químicas


O Exército sírio encontrou equipamento para produzir as armas químicas no hospital usado pelos terroristas na província de Latakia.

Durante o avanço das tropas, o exército sírio conseguiu recuperar o controle de várias regiões estratégicas anteriormente na posse de militantes na província de Latakia, noroeste do país. No decorrer da operação num hospital foi encontrado equipamento para produzir armas químicas que os terroristas teriam querido usar, para depois culpar as autoridades sírias, comunica a agência de notícias SANA.
As autoridades também confiscaram equipamento e medicamentos de origem turca, saudita e qatarense.

Segundo a agência iraniana SANA que cita um dos médicos, o hospital poderia ser o ponto central para prestar apoio aos terroristas feridos. O hospital estava dotado de equipamento para fazer diferentes operações. As autoridades também encontraram estoques de medicamentos para anestesia e para hemorragias, incluindo medicamentos modernos usados no exército norte-americano.


Além disso, na sexta-feira (25), as forças sírias retomaram Ketf Al-Harami, bem como Talet Al-Awda, na zona rural de Latakia. Os montes Jabal al-Nuba, já haviam sido retomados antes, segundo as fontes.

Num outro desenvolvimento de ontem, tropas sírias tomaram o controle de colinas estratégicas que tinham sido capturadas anteriormente por combatentes extremistas militantes em Latakia.

Em particular, o exército e as Forças de Defesa Nacional liberaram os montes Jabal al-Naom na zona rural do norte da província. A operação durou apenas 12 horas, com muitos militantes fugindo para as cidades vizinhas de Salmi e Rabia.

Lembramos que a Rússia realiza a operação aérea contra o grupo terrorista Estado Islâmico na Síria a pedido de Damasco. Esta já deu resultados significativos: os combatentes terroristas já começaram a recuar, perdendo os armamentos e material bélico na linha de frente, segundo o Estado-Maior General russo, e as forças sírias com o apoio russo avançam, libertando locais estratégicos do cerco terrorista.

Sputniknews

EE.UU. tiene más de 200 mil militares desplegados en todo el mundo


Resumen Latinoamericano/Prensa Latina – Las fuerzas armadas de Estados Unidos tienen hoy más de 200 mil militares desplegados en un centenar de países de todos los continentes, de acuerdo con reportes del Departamento de Defensa.

Unos nueve mil 800 permanecen en Afganistán, mientras cerca de tres mil 500 en Iraq y Siria con el pretexto de combatir al Estado Islámico (EI), la mayoría de estos últimos de la 82 División Aerotransportada.

La Marina mantiene desplegados alrededor de 40 buques, el mayor de los cuales es el portaaviones USS Harry S. Truman -con unos cinco mil marineros y oficiales a bordo-.

En los últimos días, esta unidad naval cruzó el Canal de Suez junto a sus barcos escoltas para basificarse en el Golfo Pérsico, y desde ahí participar en los bombardeos contra objetivos del EI en la región.

Estas embarcaciones se unen a la campaña aérea que iniciaron Washington y sus aliados en agosto de 2014 y extendieron a Siria en septiembre del mismo año, operaciones calificadas de ilegales por las autoridades de Damasco.

También en esa zona del Levante opera un grupo anfibio de infantería de marina, con capacidades para cumplir misiones ofensivas de desembarco, y encabezado por el buque USS Kearsarge, con unos cinco mil marines a bordo.

En Asia Pacífico hay unos 50 mil militares en Japón, otros 28 mil 500 en Corea del Sur y cerca de mil en Australia y Singapur.

Tras la experiencia del atentado en septiembre de 2012 contra el consulado de Estados Unidos en la ciudad libia de Bengasi, donde murieron el embajador Christopher Stevens y otros tres diplomáticos, el Pentágono tomó medidas para responder con urgencia a situaciones similares en el futuro.

Fue así que surgió la Fuerza de Tarea Combinada Conjunta del Cuerno de África, ubicada en Camp Lemonnier, Djibouti, la mayor base norteamericana en ese continente. Allí hay más de cuatro mil uniformados norteamericanos, mientras otros mil están desplegados en diversos lugares en toda la región.

Además, la Casa Blanca ordenó en 2013 el despliegue de unos 500 infantes de Marina en la base militar de Rota, en el sur de España, cuya misión es actuar como elemento de intervención rápida en caso de amenazas a intereses estadounidenses en territorio africano. Según el diario Stars and Stripes, en los últimos dos años, unidades de la primera División de Infantería del Ejército estadounidense, con sede en Fort Riley, estado de Kansas, participaron en más de 100 ejercicios y entrenamientos en cerca de 40 países de la región.

Según el Pentágono, más de 64 mil militares estadounidenses están estacionados en Europa, en enclaves castrenses ubicados en Alemania, España y las repúblicas exsoviéticas del Báltico y otros tres mil en Turquía. En los últimos dos años Washington incrementó sus actividades bélicas en el continente europeo, acciones denunciadas por Rusia como una amenaza a sus intereses.

En Centro y Suramérica hay unos cinco mil 500 militares del país norteño. En áreas del Caribe el Pentágono mantiene una presencia naval permanente, con el pretexto de la lucha antidrogas, mientras en Cuba está la base naval de Guantánamo, ubicada en territorio de la isla contra la voluntad del Gobierno y el pueblo de la mayor de las Antillas.

Todo este despliegue a nivel global en varios centenares de bases, estiman expertos, está destinado a hacer valer los intereses de Washington y en algunos casos, como en Afganistán cumplen misiones de ocupación.

El presidente Barack Obama, anunció el 15 de octubre pasado su decisión de mantener los nueve mil 800 militares que están en Afganistán actualmente y reducir esa cantidad a cinco mil 500 a principios de 2017, después que termine su mandato como jefe de la Casa Blanca.

El gobernante señaló que algunas de las unidades cumplirán misiones de entrenamiento y asesoría a fuerzas locales y otras participarán en la búsqueda y aniquilamiento de combatientes de Al Qaeda, del Estado Islámico y de otros grupos que operan en la nación asiática.

Desde el inicio de la guerra en Afganistán en octubre de 2001, murieron más de dos mil 400 oficiales y soldados estadounidenses, y otros 20 mil resultaron heridos.