sábado, 26 de dezembro de 2015
Daesh usa misil antitanque de EEUU ante avance del Ejército sirio en Alepo
Resumen Latinoamericano/HispanTV – El grupo terrorista EIIL ha usado misiles antitanque guiado TOW, de fabricación estadounidense, contra el Ejército sirio en la provincia de Alepo, noroeste de Siria, donde se avanza en la lucha antiterrorista.
Fotos difundidas este viernes a través de cuentas en las redes sociales vinculadas a EIIL (Daesh, en árabe) muestran que este grupo está usando misiles TOW estadounidenses en sus ofensivas contra las fuerzas sirias en Alepo.
Otras bandas extremistas que operan en Siria también utilizan este tipo de misiles en sus operaciones contra las fuerzas sirias.
También el autodenominado Ejército Libre Sirio (ELS) usó misiles TOW para destruir uno de los helicópteros rusos que participaba en la operación de rescate de los pilotos de la aeronave militar rusa Sujoi Su-24, que fue derribada por aviones de guerra turcos.
Terroristas en Damasco entregan armas pesadas al Ejército sirio
Los integrantes del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) y otras bandas extremistas cerca de Damasco han comenzado este viernes a entregar armas pesadas al Ejército sirio.
Según fuentes militares citadas por la agencia rusa de noticias Sputniknews, los miembros de Daesh, el Frente Al-Nusra (filial de Al-Qaeda en Siria) y otras facciones extremistas que han entregado sus armas, serán luego transferidos a zonas bajo el control de los terroristas.
Esto se produce en el marco de un acuerdo de emergencia mediado por la Organización de las Naciones Unidas (ONU), que tiene como objetivo reducir la presencia de terroristas cerca de la capital siria, Damasco.
O presidente Bashar Al Assad fala ao Canal 02 da Holanda
Canal 2: Senhor Presidente, após quatro anos de guerra em seu país, o que resta da Síria?
Presidente Assad: O que resta é o que está relacionado ao povo. Se falarmos sobre a infraestrutura, boa parte foi destruída nos últimos quatro anos e alguns meses. O que restou é saber como as pessoas conseguiram resistir diante dessa ideologia obscurantista que os terroristas, vindos de diferentes países, trouxeram consigo. Acredito que a maioria das pessoas passou a apoiar o governo, independentemente de sua filiação política. Elas continuam a apoiar a unidade da Síria e a integração de sua sociedade, como uma sociedade diversificada.
Canal 2: Ouvimos bombardeios todos os dias, até mesmo aqui, em Damasco, perto de onde estamos agora. O senhor disse que há unidade e que as pessoas confiam em seu governo. O senhor ainda está tão confiante quanto a isso?
Presidente Assad: Eu estou mais confiante agora do que antes. Se você for para as áreas controladas pelo governo, você verá todas as diferentes cores da sociedade síria sem nenhuma exceção. Mas se você for para as áreas controladas pelos terroristas, você verá, talvez, uma parte deste espectro sírio, do espectro social, ou talvez não veja habitantes mas sim combatentes. O contraste entre as duas situações é muito claro.
Canal 2: Cerca de 4.000 sírios fogem do seu país todos os dias. Até agora, este número chegou a 4,3 milhões. Certamente o senhor deve ter ouvido algumas de suas histórias, sobre os motivos de estarem saindo. Como o senhor se sente quando as ouve?
Presidente Assad: São, sem dúvida, histórias tristes. Elas relatam as dificuldades de cada pessoa e cada família. Como você disse, nós vivemos essas histórias diariamente. Mas não basta sentir. Temos que ver o que é possível ser feito. Eles saíram por causa dos ataques terroristas diretos. Porque os terroristas atacam a infraestrutura, e por causa do embargo ocidental que levou ao mesmo efeito psicológico provocado pelos terroristas, direta ou indiretamente. Acredito que a maioria deles está pronta para voltar ao seu país. Eles ainda amam seu país, mas a vida na Síria, talvez, não seja suportável em situações adversas.
Canal 2: O Senhor diz que a maioria deles está pronta para voltar, mas baseado em muitas histórias que eles contam, eles fogem do terrorismo, é claro, mas muitos deles também fogem de seu governo e de suas forças armadas.
Presidente Assad: Você está na Síria agora e pode ir para as áreas que estão sob o nosso controle. Poderá ver que algumas das famílias dos terroristas ou extremistas ou militantes, como queira chamá-los, vivem sob a supervisão do governo e com o apoio do governo. Então, por que estas famílias não deixaram a Síria?
Canal 2: Ok. Ouvimos, no Ocidente, histórias de sírios que vêm até nós. Eles falam sobre tortura, sobre a existência de pessoas na prisão, sobre coisas feitas por suas forças armadas e que esta é a razão para que tenham saído. Existe verdade nestas histórias?
Presidente Assad: Vamos falar sobre os fatos. Os fatos vão te dizer se é verdade ou não. Se você estivesse torturando, atacando, matando o seu povo ou coisa parecida e enfrentasse a animosidade dos governos ocidentais e dos países mais ricos do mundo, como os países do Golfo, a Turquia e os nossos vizinhos, que estão contra mim como presidente ou contra o governo, como você poderia resistir por quase cinco anos, em tais circunstâncias, se você não tem o apoio popular? E como você pode ter o apoio popular se você estiver torturando o seu povo? Mas se existirem erros, na realidade isso pode acontecer em qualquer lugar.
Canal 2: Então há erros?
Presidente Assad: Claro. Especialmente quando há guerra. Talvez ocorra um erro isolado, cometido por uma única pessoa. Isso pode acontecer. Existe um caos e, por vezes, isso pode acontecer. Isso não está descartado. Mas existe uma diferença entre ter este tipo de erro e ter uma política que preveja a tortura ao povo e a perda de seu apoio.
Canal 2: O senhor está dizendo que não existe tal política?
Presidente Assad: Não, definitivamente.
Canal 2: Hoje a Human Rights Watch, e antes disso as Nações Unidas, divulgou um relatório dizendo há casos generalizados de mortes em centros de detenções, desde o início dos acontecimentos, em 2011. Existe alguma verdade nestes relatórios?
Presidente Assad: Se você quiser verificar a credibilidade desses relatórios, confirmar se são politizados, se estão contando só um lado da história, volte ao que eu disse há pouco sobre Damasco ser bombardeada. Tem que ver o que acontece a cada intervalo de dias, quando muitos civis inocentes são mortos. Estes relatórios mencionaram algo a respeito disso? Existem várias evidências que têm sido divulgadas pelos terroristas na internet, como fotos e vídeos sobre torturas, matanças, decapitações. Eles mencionaram algo a respeito dessas histórias?
Canal 2: Então são unilaterais? Até mesmo a ONU?
Presidente Assad: Claro, definitivamente, são politizados. Até mesmo a ONU é controlada pelos Estados Unidos e os Estados Unidos são contra a Síria. Esta é a realidade, todo mundo sabe disso.
Canal 2: Mas vocês são parte da ONU. A Síria é membro da família das Nações Unidas.
Presidente Assad: Claro, mas a ONU é uma instituição politicamente tendenciosa porque está sob o controle dos Estados Unidos e seus aliados.
Canal 2: Então, o senhor está dizendo que os relatórios sobre tortura generalizada e amplas violações dos direitos humanos, após 2011, são tendenciosos e que não são verdadeiros?
Presidente Assad: Eles são baseados em relatos. Você pode pagar a alguém para que ele faça o relato que você quiser. É o que o Qatar está fazendo. Eles divulgam muitos relatos financiados pelos qataris e pelos sauditas. Isso não significa nada. Se você quer fazer investigações, venha para a Síria. Aqui você encontrará a realidade de forma clara.
Canal 2: Dizem que é difícil chegar até a Síria para fazer investigações independentes.
Presidente Assad: Não, não é difícil. Você está aqui, portanto qualquer um poderia fazer o mesmo. Caso contrário, se for difícil para eles virem até a Síria, então será difícil julgar a situação e escrever relatórios.
Canal 2: Vamos em frente. Como o senhor sabe, nós somos da Holanda e meu país está bombardeando o ISIS no Iraque, do outro lado da fronteira. Eles estão lutando contra o mesmo inimigo de vocês. O senhor consideraria a Holanda um aliado?
Presidente Assad: Depende da real intenção. O que você quer dizer com lutar contra os terroristas? Seria por causa do surgimento do ISIS aqui? Seria pelo medo de sua influência ou efeitos na sua região? Se a motivação for o medo, então não, nós não somos aliados.
Canal 2: O senhor acha que a motivação é o medo?
Presidente Assad: Sim, é o medo e não os valores. Por que não lutaram contra o terrorismo desde o início, antes do surgimento do ISIS? A Frente al-Nusra já existia, a Al Qaeda já existia. Existiam muitos terroristas que vocês não combateram. Esta luta contra o terrorismo só começou depois dos atentados de 11 de setembro, nos Estados Unidos, e depois dos recentes ataques em Paris e em diferentes países europeus. Mas, antes disso, eles não disseram que estavam em guerra contra o terrorismo.
Canal 2: Então o senhor quer dizer que eles se atrasaram em aderir a esta guerra?
Presidente Assad: Deveria ser uma questão de princípio. Quando há o princípio, ele deve ser duradouro e não somente uma reação automática motivada pelo medo. Quando a sua ação é só uma reação a um acontecimento, então a sua ação não se baseia num princípio. A luta contra o terrorismo deve ser um princípio sustentável e duradouro. Deste modo, poderíamos ser aliados.
Canal 2: Então o senhor está dizendo que, no nosso caso, os bombardeiros holandeses contra o ISIS no Iraque são uma reação motivada pelo medo? Que não são sustentáveis?
Presidente Assad: Isso faz parte da política europeia e a política europeia é parte da política americana. Ela não é independente. Todo mundo sabe disso. Portanto, não posso julgar a política holandesa como um caso isolado. Ela é parte da política ocidental em relação ao terrorismo. Ela não é objetiva e nem realista. Na verdade, ela não só é improdutiva, ela é contraproducente.
Canal 2: Mas podemos dizer que eles estão bombardeando o seu inimigo, então, de certa forma, eles o estão ajudando.
Presidente Assad: Quando não há reais intenções e não há uma visão realista, o resultado ocorrerá no sentido inverso. Vocês bombardeiam e, talvez, vocês sejam bem intencionados. Quero dizer, talvez os políticos de seu país tenham boas intenções, mas qual é a realidade? A realidade é que o ISIS vem se expandindo, desde que a coalizão começou, em 2014.
Canal 2: Então o bombardeio não está adiantando?
Presidente Assad: Não, não está adiantando. Você não pode lutar contra o terrorismo sem tropas no terreno. Sem um apoio real, sem uma tutela social para apoia-lo em sua guerra contra os terroristas.
Canal 2: Então o que o senhor está dizendo é que as operações de bombardeio, como as que estão sendo perpetradas pela Holanda, não passam de um show?
Presidente Assad: Talvez seja um show. Isso depende das intenções. Na realidade, não tiveram nenhum resultado e não adiantaram em nada.
Canal 2: O nosso governo decidirá, no próximo mês, se deve ou não iniciar um bombardeio, utilizando o seu espaço aéreo, para bombardear alvos do ISIS na Síria. Já que eles estão debatendo este assunto agora, o que o senhor diria a eles?
Presidente Assad: Isso é ilegal. É uma violação ao Direito Internacional. Nós somos um país soberano. Se eles são sérios na luta contra o terrorismo, o que os impede de procurar o governo sírio para dizer: "Vamos cooperar na luta contra o terrorismo?". O único obstáculo é que a atual política ocidental em relação à Síria é: "Precisamos isolar este Estado e este presidente e, por isso, não podemos tratar com ele”. Sendo assim, vocês não alcançarão nenhum resultado.
Canal 2: Então o senhor está dizendo que os bombardeios holandeses serão ilegais e que eles devem obter uma permissão do senhor para fazer isso, certo?
Presidente Assad: Devem obter permissão do Governo sírio.
Canal 2: Eles fizeram contato com vocês sobre algum desses assuntos?
Presidente Assad: Ninguém entrou em contato conosco. Alguns governos europeus enviaram suas inteligências a fim de fazer uma espécie de cooperação. Uma cooperação de segurança em relação ao terrorismo, porque eles temem os terroristas. E é claro que nós recusamos.
Canal 2: Eles dizem que há uma autorização para isso, porque o Iraque pediu ajuda, e agora podemos bombardear alvos na Síria também.
Presidente Assad: Não, eles não podem. Eles não têm o direito, isso é ilegal, em todos os sentidos da palavra ilegal.
Canal 2: Bom, o governo holandês disse ainda, se é que isso é importante, que para alcançar uma paz duradoura, isso tem que ocorrer sem o senhor. Talvez haja um período de transição. Mas, em suma, teria que ocorrer sem o senhor. Qual é sua resposta a estes dizeres?
Presidente Assad: Se você, como cidadão holandês, aceitar que alguém da Síria venha lhe dizer quem deve e quem não deve ser o seu primeiro-ministro, então nós também aceitamos. Mas vocês não aceitam e nós também não. Somos um país soberano, tanto se tivermos um bom presidente ou um mau presidente. É um assunto sírio e não europeu. Os europeus não têm nada a ver com isso. É por isso que nós não respondemos e não nos importamos com o que dizem.
Canal 2: Neste caso, vocês não se importam com o que diz o governo holandês?
Presidente Assad: Não. Isso é um assunto sírio. O povo sírio é quem decide quem sai e quem fica. Se o povo sírio não quiser que eu fique, eu tenho que sair hoje, imediatamente.
Canal 2: Mais uma pergunta sobre a Holanda e a nossa vizinha, a Bélgica. Centenas de prováveis jihadistas vêm aqui, para a Síria, provenientes destes dois países. Por que eles estão vindo para cá e o que eles estão procurando?
Presidente Assad: A pergunta mais importante é: Por que eles estão com vocês, na Europa? É natural que eles tenham vindo para cá quando se tem o caos, agora que a Síria foi transformada num viveiro para o terrorismo, porque a Europa, a Turquia, a Arábia Saudita e o Qatar apoiaram estes terroristas de diferentes maneiras. E quando há o caos, é claro que o país passa a ser um foco de terrorismo. É natural que este solo fértil atraia os terroristas do mundo todo. Mas a pergunta é: Por que eles estavam na Europa? Vocês não lidam com o terrorismo de modo realista.
Canal 2: Então, onde a Europa errou ao lidar com eles?
Presidente Assad: Se você está me perguntando sobre o motivo, então existem dois pontos: Em primeiro lugar, os governos europeus não fizeram o que era esperado para integrar essas pessoas em suas sociedades. Eles viviam em bairros isolados, em guetos. Quando você vive em guetos, você se torna um extremista. Em segundo lugar, muitos dos líderes europeus venderam seus valores em troca de petrodólares. Eles permitiram que as instituições sauditas wahhabistas financiassem e levassem essa ideologia extremista obscurantista para a Europa. É por esse motivo que, agora, vocês exportam terroristas para nós. Nós não exportamos terroristas. Na verdade, eles vieram para a Síria, e depois voltam para a Europa.
Canal 2: Eles voltam para nós?
Presidente Assad: Os três criminosos que cometeram os ataques a Paris, todos viviam na Europa. Na Bélgica, na França e em outros países. Eles não viviam na Síria.
Canal 2: Em nível internacional, os Estados Unidos sempre disseram que "O presidente Assad tem que sair". Já ontem, o Secretário Kerry disse "bem, talvez não imediatamente e não estamos buscando uma mudança de regime”. Agora até os franceses estão dizendo que o presidente pode ser parte de uma solução. Parece que a sorte deles está mudando.
Presidente Assad: (Com sarcasmo) Agradeça-lhes pelo que disseram. Eu já estava arrumando minha bagagem e me preparando para sair. Agora eu poderei ficar. Nós nunca nos preocupamos com o que eles dizem. Eles dizem a mesma coisa há quatro anos. Alguma coisa mudou em relação a esta questão? Nada mudou. Portanto, essa é uma questão síria, tanto faz se o interlocutor é o Obama ou os Estados Unidos ou a Europa ou qualquer outro país. Nós não nos importamos com isso, desde que os sírios queiram que este presidente ou qualquer outro presidente esteja no poder, ele estará lá. Portanto, se eles disserem que o presidente tem que sair agora ou daqui há seis meses ou seis anos, isso não é assunto deles. Simples assim.
Canal 2: Mas isso poderia ajudar nas negociações para alcançar a paz. Refiro-me à posição deles em relação ao senhor.
Presidente Assad: Esta não é a questão. Isso depende do problema que temos na Síria. Ele tem muitos aspectos. Qual é a relação entre a presença deste presidente ou de qualquer outro presidente no poder com a vinda do ISIS, da Frente al-Nusra, da Al-Qaeda e de muitos outros terroristas à Síria para matar e decapitar? Não há nenhuma relação. Isso é só para enganar a opinião pública, só para dizer que o problema, na Síria, é o presidente. Então, quem é mais importante, o presidente ou o país? Claro que a resposta é o país, de modo que o presidente tem que sair. Então, essa é a equação que eles estão tentando promover. E a única equação para o presidente é a opinião pública em seu país, assim como ocorre em qualquer outro país. Fora isso, se eles estão sendo sérios em resolver o problema na Síria, então os líderes europeus deveriam, ao invés de fazer discursos que seriam mais apropriados para igrejas e mesquitas e não para políticos, trabalhar para cessar o fluxo de terroristas, de dinheiro, de apoio logístico e de armamento, através da Turquia. É isso o que eles deveriam fazer.
Canal 2: A Turquia é a chave de tudo isto?
Presidente Assad: Ela é a chave logística. Assim como a Arábia Saudita, que é a outra chave, com seu dinheiro e sua ideologia.
Canal 2: Bem, chegaremos neste ponto. O senhor diz que há a Turquia e a Arábia Saudita. Internamente, existem três iniciativas diferentes para chegar a algum tipo de processo de paz. Quais seriam as partes com quem o senhor estaria disposto a negociar?
Presidente Assad: Qualquer pessoa que carregue armas, mate pessoas e destrua propriedades públicas e privadas é terrorista, portanto, como governo, nós não negociamos com terroristas.
Canal 2: Mas o problema neste conflito é que todo mundo faz isso.
Presidente Assad: Exatamente. Então, como lidar com esta situação? Pelo fato de sermos muito realistas e pragmáticos, fizemos negociações com grupos de militantes e não com organizações. Nós não reconhecemos sua legitimidade para dizermos que estamos negociando sobre o futuro da Síria. Todos eles são terroristas e não têm qualquer agenda política. Nós negociamos com alguns membros para que eles voltassem às suas vidas normais, para desistir de seus armamentos e receber a anistia. Funcionou. Esta é uma solução realista que pode ser aplicada, neste momento, no terreno. Estamos levando esta solução de uma área para outra.
Canal 2: Já que todas as partes estão envolvidas nos bombardeios, nas matanças, inclusive o seu governo, como ficam as partes internacionais, já que todas elas estão envolvidas neste conflito também? Quais seriam as partes com quem o senhor estaria disposto a falar? Seria os Estados Unidos, a Arábia Saudita, a Turquia ou apenas o Irã e a Rússia?
Presidente Assad: Estamos conversando com todos os que querem ajudar a resolver o problema. Não temos um problema em falar. A questão é quem está pronto para apresentar soluções? Esta é a questão.
Canal 2: E quem está pronto para apresentar soluções?
Presidente Assad: Nenhuma das partes que você mencionou. Somente a Rússia, o Irã e seus aliados, são os países que apoiam politicamente o governo sírio ou a legitimidade da Síria. Quanto ao Ocidente, não há nenhuma parte disposta a isso. Poucos são os países que têm essa disposição, mas eles não se atrevem a fazer contato com a Síria para resolver o problema, a não ser que os Estados Unidos imponham a sua agenda sobre eles e sobre nós.
Canal 2: Então, em resumo, eles terão que negociar com tantas partes quanto possível. O senhor estaria disposto a negociar com as partes cujo objetivo final é removê-lo?
Presidente Assad: Claro. Quero dizer, se quiserem me tirar, eles têm as urnas como opção. Nós estamos dispostos e não temos nenhum problema quanto a isso. Eles podem convencer o povo sírio de que há uma alternativa melhor, que esta não é a escolha apropriada para o futuro, e que o presidente sairá. Não há problema quanto a isso.
Canal 2: Isso soa bem. Mas em termos práticos e realistas, se observarmos a história da Síria, qual é o grau de liberdade que os partidos da oposição têm? Qual é a liberdade que os políticos têm para criticá-lo ou para fazer oposição ao senhor?
Presidente Assad: Vou ser objetivo. Nós ainda não nos tornamos como a Europa e isso é uma questão cultural, não apenas política. Mas estamos no caminho para conquistar uma democracia mais ampla na Síria. Estamos caminhando lentamente, mas com segurança. A questão não é o presidente, até porque a Síria não é a minha empresa. É um país com um povo. O que eu quero dizer é que o processo democrático é, ao mesmo tempo, um processo social e político e nós estamos avançando.
Canal 2: Mas pode-se dizer que há quatro anos, houve um passo nesse processo, porém quando as pessoas se manifestaram, houve uma repressão brutal.
Presidente Assad: Quantos se manifestaram? Vocês têm um número? O maior número a que se chegou num dia de manifestações, na Síria, foi de 130.000 pessoas. Vamos duplicá-lo para 300.000 e, novamente, duplicá-lo para 600.000. Não é um parâmetro de comparação para 24 milhões de sírios.
Canal 2: Então o senhor está dizendo que ninguém realmente se manifestou contra o senhor naqueles dias?
Presidente Assad: Não. É claro que houve manifestações, mas era uma mistura de pessoas que queriam, realmente, se manifestar contra um sistema político, no qual eles não acreditavam mais e pessoas, pagas pelo Qatar, para se manifestar no contexto de uma propaganda. E havia terroristas que se infiltraram nestas manifestações para matar os policiais e para que houvesse uma reação. Foi isso o que aconteceu na primeira semana da crise.
Canal 2: Então foi só isso o que aconteceu? A polícia revidou os assassinatos que ocorreram vindos de dentro dos grupos de manifestantes?
Presidente Assad: Na primeira semana, muitos policiais foram mortos pelos manifestantes. Quem são estes manifestantes? Seriam manifestantes pacíficos? Desde o início, havia metralhadoras e armas das mais variadas. Foi isso o que aconteceu. De qualquer forma, se o presidente tiver que sair, ele sairá através da Constituição e das urnas. E se um presidente tiver que chegar ao poder, ele chegará através da Constituição e das urnas. Nestas duas situações, a opinião pública estará refletida.
Canal 2: Havia uma oposição que gozava de credibilidade nos últimos anos? Pessoas com credibilidade que desafiavam o seu poder?
Presidente Assad: Sim, temos uma oposição. Você pode manter um encontro com eles. Estão aqui na Síria, vivem na Síria, eles têm bases de apoio popular na Síria. Temos grandes e pequenas oposições, novas e velhas. Esta não é a questão, mas a oposição existe e tem permissão para atuar.
Canal 2: O que nós vimos, através dos meios de comunicação ocidentais, foram ações brutais de repressão. E agora há uma guerra e relatos sobre barris explosivos, detenções em massa e uso excessivo da violência por parte do governo. Então qualquer pessoa vai pensar muitas vezes antes de se opor ao senhor ou criticá-lo.
Presidente Assad: Esta questão está relacionada aos meios que você recorreu ao enfrentar pessoas que matavam policiais, destruíam e queimavam coisas durante os primeiros dias? Isso não acontecia depois de seis meses, como a propaganda tentou promover no Ocidente. Ou seja, dizer que as manifestações pacíficas transformaram-se em ações armadas por causa da repressão. Isso não é verdade. Eu repito, eles mataram os policiais na primeira semana.
Canal 2: Olhando para trás, o que o senhor teria feito de forma diferente em 2011? E o que teria feito de forma diferente agora?
Presidente Assad: Nós estabelecemos a nossa política baseada em dois pilares, que são o diálogo e o combate ao terrorismo. E hoje nós continuamos lutando contra o terrorismo e vamos continuar o diálogo com todas as partes envolvidas com o que acontece na Síria.
Canal 2: Até mesmo se acontecer o que aconteceu em 2011? O senhor daria a mesma resposta?
Presidente Assad: Se o mesmo acontecer e as pessoas matarem policiais, teremos que responder. Essa é a nossa função como governo.
Canal 2: Para concluir, se olharmos para trás, nos últimos quatro anos, uma grande parte do país está sob o controle de diferentes grupos rebeldes e do ISIS. Pessoas inocentes estão morrendo em ambas as frentes e outras estão sofrendo. O senhor é o presidente do seu país e é responsável por proteger o seu povo. O senhor se pergunta se fez o suficiente para proteger o meu povo?
Presidente Assad: Eu não posso julgar a mim mesmo, porque eu não serei objetivo falando de mim mesmo. Os sírios são quem deve dizer se o presidente fez o suficiente ou não. Você mencionou que, no início, houve a repressão. Muitas pessoas disseram que o presidente não fez o suficiente para reprimir os terroristas. Isso vai contra tudo o que foi publicado no Ocidente. Então, para que sejamos objetivos e para que todos nós, sírios, possamos julgar esta situação, devemos esperar o final da crise, porque o resultado final vai falar sobre o início. Agora estamos no meio da crise, portanto é difícil falar sobre isso.
Canal 2: Mas o senhor consegue se olhar no espelho e dizer: "Eu estou fazendo o suficiente"?
Presidente Assad: Sim, é claro. E isso muda a cada dia. Às vezes você julga a mesma ação de duas, três ou quatro formas diferentes, porque vivemos uma situação que muda rapidamente, então seu humor e seu pensamento acabam se influenciando por todas essas coisas do cotidiano. Então você pode mudar o seu julgamento também, mas nenhum julgamento será concreto e absoluto até superarmos esta crise. Será quando poderemos pensar de forma objetiva e realista sobre minhas ações como presidente.
Canal 2: A última pergunta: Quanto tempo vai levar para chegar a uma solução para a crise?
Presidente Assad: Se os países responsáveis tomarem medidas necessárias para cessar com o apoio logístico e o fluxo de terroristas, posso garantir que levará menos que um ano.
Canal 2: Menos de um ano?
Presidente Assad: Menos de um ano. O problema é que eles continuam apoiando os terroristas, diária e progressivamente, com o objetivo de aumentar o caos e de colocar obstáculos frente a qualquer solução. Porque a solução que eles querem, ou que eles chamam de solução política, significa o fim do Estado e livrar-se, depor, afastar o presidente ou coisa parecida e é por isso que a crise continua.
Canal 2: Então, se não fosse pela interferência externa, vocês acabariam com a crise em um ano?
Presidente Assad: Sem dúvida! Por uma só razão: Porque os terroristas não conseguiram, até hoje, uma tutela social e, por este motivo, nós não estamos preocupados com eles.
Canal 2: Senhor Presidente, muito obrigado.
Presidente Assad: Obrigado por ter vindo a Damasco.
Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria
Tradução: Jihan Arar
Celebração de morte de bebê palestino por extremistas judeus choca o mundo
Judeus ortodoxos festejam o assassinato de uma família de palestinos queimados vivos, esfaqueando a fotografia das vítimas.
Imagens reveladas em Israel de judeus nos territórios árabes ocupados da Cisjordânia festejando e celebrando o assassinato de uma criança palestina, queimada viva ao lado dos pais, está chocando o mundo - mas não as autoridades sionistas e seus fantoches norte-americanos, e muito menos a mídia canalha e mercenária do ocidente.
A cena mostra judeus extremistas celebrando o assassinato da família palestina de Ali Dawabshe, esfaqueando uma fotografia da família de vítimas palestinas.
Um festim diabólico que revela a verdadeira identidade dos extremistas que se dizem "eleitos por Deus". Só se for o deus dos infernos.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
FELIZ NATAL. FELIZ NAVIDAD.
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
General francês comemora parceria com a Rússia contra o Daesh (EI)
A cooperação entre Rússia e França na luta contra o islamismo extremista na Síria é um passo necessário para levar paz ao Oriente Médio e a todo o mundo, afirmou o general francês Didier Tauzin à Sputnik.
A declaração de Tauzin foi dada após um encontro oficial entre o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, e seu equivalente francês, Jean-Yves Le Drian.Tauzi, que é um general condecorado e conhecido pelo papel exercido em 1994, com a interrupção do genocídio em Ruanda, afirmou que destruir o Daesh é essencial e que ele está feliz com a cooperação entre Rússia e França, já que é preciso um grande exército para combater os terroristas na Síria.
“A cooperação russo-francesa é uma postura realista na luta contra o Daesh, e esse raciocínio finalmente prevaleceu em Paris. Devemos também juntar forças contra aqueles que apoiam o Daesh”, disse Tauzin à Sputnik.
O general alertou sobre a Turquia e acusou o país de fazer jogo duplo. Por um lado, a Turquia afirma que quer combater o Daesh ao lado de outros países; por outro, Ancara vem sendo acusada de apoiar terroristas na Síria. Isso precisa ser desmascarado e encarado, disse Tauzin.
Para o general, a comunidade internacional deve assegurar que, além da Turquia, a Arábia Saudita e o Catar, que também foram acusados de tomar o lado do Daesh nos bastidores, pararam de apoiar os extremistas.
Enquanto isso, Shoigu e Le Drian concordaram que o Daesh é o inimigo comum e expressaram preocupação com a expansão das atividades do grupo terrorista no norte da África.
Actualidad RT
Dilma recebe apoio de líderes mundiais contra o impeachment
A presidenta Dilma Rousseff recebeu demonstrações de apoio de líderes mundiais contrários às tentativas de golpe contra o governo petista, durante a 49ª Cúpula do Mercosul, em Assunção, no Paraguai, nesta segunda-feira (21).
O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, ressaltou a “lealdade institucional”, a “responsabilidade política e integridade pessoal” da presidenta Dilma, em relação “às complexidades inerentes à sua investidura e o projeto de país que representa”.
“Estamos com você, companheira”, declarou o líder uruguaio.
Ausente, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi representado pela chanceler Delcy Rodríguez, que transferiu a mensagem de solidariedade para com a líder brasileira.
“Estamos solidários pelo assédio sofrido por Dilma. Saudações carinhosas do presidente Nicolás Maduro”, discursou.
Antes do encontro, no último dia 12 de dezembro, o presidente da Bolívia Evo Morales também condenou o processo de impeachment contra Dilma e disse que está em preparação no Brasil um “golpe de Estado parlamentar”.
Em entrevista ao jornal argentino Página 12, Evo comparou a situação atual do Brasil com a do Paraguai sob o governo de Fernando Lugo, que foi deposto em 2012 após um processo de impeachment-relâmpago.
“É um golpe parlamentar em preparação. Já houve um golpe no Congresso do Paraguai, e agora está acontecendo [o mesmo] no Brasil (…) são os grupos oligárquicos os que detêm poder político”, declarou.
PT de Notícias
Princesas sauditas desapareceram após a morte do pai
Quatro princesas sauditas que denunciaram seu pai, o falecido rei Abdollah bin Abdelaziz Al Saud, não mostraram nenhum sinal de vida desde que ascendeu ao trono o seu tio, o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud.
Se trata de Sahar, Maha, Hala Al Saud e Jawaher, quatro dos vinte filhas do rei saudita, que morreu em janeiro, que denunciaram em março de 2014 os 13 anos de cativeiro em uma antiga mansão de um complexo do palácio Al-Murjan, na cidade saudita de Jeddah (leste) e acusavam seu pai de querer matar de fome , impedindo-os de sair de casa, recebendo visitas e impedir de se casar.
De acordo com seu próprio testemunho, que foram anunciados por uma linha de comunicação com o mundo através de um celular escondido que lhes permitia conectar-se à Internet e receber chamadas, o incidente que ocorreu depois de uma briga de família depois de que sua mãe, a princesa Alanoud al-Fayez, abandonou o rei Abdelaziz e se recusou a voltar para ele. “Nunca se pense que se castigaria os meus filhos, por minha causa”, disse a princesa Alanoud em uma conversa telefônica do Reino Unido, onde viveu depois de deixar a Arábia Saudita em 2001. Desde aquela época, disse, suas quatro filhas haviam se tornado reféns. Ela responsabilizou de sua situação a dois filhos do rei e de outra de suas mulheres.
Alanoud fez todo o possível para obter as suas filhas para se encontrar com ela, mas todos os seus esforços foram em vão. Foi então que decidiu fazer público o seu caso. Em uma mensagem de vídeo lançado em 26 de abril, Sahar, a filha mais velha do rei, fez um apelo a todos os cidadãos do país árabe a se levantar contra o regime de seu pai.
Na quarta-feira, o jornalista espanhol Angeles Espinosa, uma das poucas pessoas que conseguiram as entrevistar e manteve contatos com Sahar e Jawaher, há denunciado seu desaparecimento em um artigo publicado no jornal El País, depois de suas tentativas contínuas para se conectar com elas em que não foi bem sucedida.
Segundo informa o jornalista, Princesa Sahar confirmou a sua situação em diversos contatos por telefone e e-mail, e a convidou para visitá-la e Jawaher em sua residência.
“Ambos viveram juntamente com dois cães e um gato em condições descritas como precárias, sem notícias das outras duas irmãs que foram supostamente mantidos noutras instalações. Eu aceitei a sua proposta e me dispus a comprovar por mim mesmo as suas situações. Cheguei aos portões do palácio onde os guardas, surpreendido por a minha intenção e logo molestaram com a minha insistência, “, escreve Espinosa.
Como resultado dessa visita, continua, suspenderam as saídas das princesas. “É claro [que tem a ver com ela], mas não é culpa dela. Tivemos de correr riscos. Não podemos permanecer impassíveis mais tempo “, disse Sahar em uma conversa mais tarde. “Há algum tempo nós trocamos e-mails e ela e sua irmã e mãe, retuitearam uma ou outra vez a história da minha visita bem-sucedida. Então, de repente, o silêncio “, diz o repórter.
Há alguns meses, tentando descobrir o que aconteceu com elas. “É como se a terra tivesse engolido. Elas desapareceram do Twitter. Todas as contas (Art_Moqawama, @ jawaher1776) estavam desativados. Elas pararam de atender o telefone e e-mail “, reclama.
A jornalista espanhola notado os fatos e decidiu escrever para Sahar após a morte de seu pai para descobrir como elas estavam afetadas a mudança.
“Ao contrário do habitual, não houve resposta, mas a conta de e-mail parecia estar funcionando, porque a mensagem passou sem problema. Tentei o celular britânica que tinha me dado para coordenar a minha visita frustrada”, diz ela.
Espinosa explicou que seus esforços também falharam quando pediu-lhes para um dissidente saudita que atuou como seu gerente de imprensa informal, quando as princesas fizeram público os seus casos. “Tenham desaparecido. Eu não tenho idéia do que aconteceu. Eu também tentei entrar em contato com sua mãe, muitas vezes, “foi a resposta que recebi por e-mail.
Espinosa diz que todas as suas tentativas de localizar em Jeddah ou Riad (capital da Arábia Saudita) ter falhado, uma vez que ninguém voltou a tomar conhecimento deles, nem diplomatas e ativistas de direitos humanos.
Finalmente, ela argumenta que algumas fontes interpretam que chegaram a um acordo para parar de envergonhar a família real. “A liberdade em troca de silêncio. É possível, mas eu não tenho nenhuma prova “, concluiu.
Irã News
Lavrov: curdos têm direito de lutar com armas na mão
Na quarta-feira (23) o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse que para regularizar a situação na Síria é importante juntar os esforços de todos que lutam contra o terrorismo.
“É extremamente importante (para a regularização da situação na Síria) juntar as capacidades de todos que pretendem lutar contra o terrorismo”, afirmou o chanceler russo.
Antes de dar início às negociações com Salahaddin Demirtas, copresidente do Partido de Democracia dos Povos da Turquia, Lavrov sublinhou que Moscou considera como direito inalienável dos cidadãos sírios e iraquianos lutar contra o terrorismo com armas na mão.
“Participando da operação antiterrorista na Síria a pedido do governo sírio, a Rússia está prestes a cooperar com os que lutam contra esta ameaça no terreno”, disse o chefe da diplomacia russa.
O chanceler russo afirmou que a deterioração das relações entre a Turquia e a Rússia não abrange os laços entre os povos.
“<…> as nossas relações no contexto daquela ação planejada pela liderança turca…não está ligada de qualquer modo às nossas relações com o povo turco”.
O copresidente do partido pró-curdo declarou que a Turquia não devia ter derrubado o bombardeiro russo.
“Declaramos de imediato como partido de oposição que não apoiamos a posição / do governo/, que leva ao agravamento das relações com os nossos vizinhos. Declaramos de forma aberta e criticamos as ações do governo no que toca à derrubada do avião russo”, disse Demirtas.
Demirtas declarou que “é preciso encontrar uma solução para que não prejudiquemos os nossos povos”. O político turco afirmou que o seu partido dá grande importância às relações russo-turcas.
“<…> estamos tristes com o que aconteceu, com uma situação que fez as relações entre os dois países se agravarem”.
O bombardeiro Su-24 foi derrubado sobre a Síria em 24 de novembro por um míssil ar-ar disparado de um caça turco F-16 em resposta a uma suposta violação do espaço aéreo da Turquia. As autoridades de defesa russa e síria confirmaram que a aeronave nunca cruzou o limite da Síria.
Em resposta ao incidente, Moscou introduziu um conjunto de sanções contra Ancara. As medidas proíbem ou restringem as atividades das organizações turcas na Rússia e impedem que os empregadores russos contratem cidadãos turcos, medidas que deverão ter efeito a partir de 1 de janeiro de 2016.
Sputniknews.com
Rusia: Terroristas en Siria pueden recibir armas entre ayuda humanitaria
Un titular ruso expresó preocupación por la infiltración de armas entre los suministros de ayuda humanitaria en Siria que terminan en manos de los grupos terroristas.
“Estamos verdaderamente preocupados porque no ha terminado el suministro de armas a los terroristas (…) Los (cargos) que entran a Siria bajo el nombre de ayuda humanitaria son sistemáticamente utilizados para los fines que no son para nada humanitarios”, indicó el martes, Vladimir Safronkov, adjunto del representante permanente de Rusia ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU).
Ante el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU) el titular ruso resaltó que eso ocurre pese a la presencia de la ONU, la aprobación de una resolución para poner fin a la crisis en Siria y el cese de “ayuda” aérea a los terroristas.
Durante la sesión, Safronkov lamentó que este ente internacional haya rechazado una propuesta hecha por Moscú sobre aplicar el mecanismo de monitoreo de la ONU a todos los cargamentos que entran a Siria, incluso a los que son declarados “humanitarios”.
Asimismo, el funcionario ruso transmitió la preocupación del Kremlin por el incesante proceso de integración de los extremistas takfiríes en las filas de grupos terroristas como EIIL (Daesh, en árabe) y el Frente Al-Nusra, vinculado a Al-Qaeda, desde otros países del mundo, y urgió a frenarlo.
La misma jornada, el CSNU aprobó la resolución 2258 para renovar las operaciones transfronterizas de las Naciones Unidas y sus agencias para entregar la ayuda humanitaria hasta el 10 de enero de 2017, sin haber conseguido la autorización del Gobierno del presidente sirio, Bashar al-Asad, al respecto.
Eso se produjo mientras que según Safronkov, la ONU carece de suficiente información sobre la cifra exacta de las personas necesitadas.
El pasado 27 de octubre, el subsecretario general de Asuntos Humanitarios de Naciones Unidas, Stephen O'Brien, anunció que unas 13,5 millones de personas, entre ellas 6 millones de niños, necesitan ayuda humanitaria en Siria.
Daesh, con miles de integrantes europeos y estadounidenses, controla ciertas zonas en Siria, desde donde pudo, en junio de 2014, infiltrarse en el territorio iraquí; en ambos países comete crímenes de lesa humanidad, incluidos ejecuciones sumarias, secuestros masivos, violaciones y torturas.
ask/ktg/msf - HispanTv
EIIL decapita a 10 de sus integrantes por huir de combate
Un miembro de Daesh realiza declaraciones antes de que se lleve a cabo una ejecución.
El grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) ha decapitado este miércoles a 10 de sus integrantes luego de que estos huyeran de los combates en las cercanías de Mosul, el bastión de Daesh en Irak.
La ejecución de estos elementos takfiríes se ha llevado a cabo en una de las principales plazas de Mosul, en el norte de Irak, para sembrar miedo en los otros miembros de esta banda extremista que podrían estar considerando huir.
Los terroristas ejecutados habían huido de sus puestos de combate frente a las fuerzas kurdas (Peshmerga) en zonas del norte de Mosul.
hgn/ktg/msf - HispanTv
Trump ataca a Hillary Clinton con comentarios vulgares
Donald Trump, precandidato republicano a la Presidencia de EE.UU., arremetió contra su rival demócrata Hillary Clinton recurriendo a comentarios vulgares.
“Incluso en la campaña contra Obama, ella iba a derrotar a Obama (en las presidenciales de 2008). No sé quién hubiera sido peor, no sé, ¿cómo podría haber sido peor? Pero ella iba a ganar -era la favorita- y fue vergueada, perdió, realmente perdió”, dijo Trump ante sus partidarios en un acto celebrado el lunes por la noche en Grand Rapids, en el estado norteño de Michigan.
Además, aludió a la salida al baño de Clinton durante un debate demócrata emitido el sábado por televisión, describiéndola de “pausa asquerosa”.
De igual forma, atacó a los medios de comunicación y los tachó de mentirosos y asquerosos: “Odio a alguna de esa gente, pero nunca los mataría”, apostilló.
Ante sus ofensivas, la precandidata demócrata llamó a los estadounidenses a respetar a los demás. “Es por esto que es importante no dejarles hacer a las personas que acosan, dondequiera que estén, y es por eso que no debemos dejar a ningún acosador ganar la presidencia, ya que no se parece a nosotros, como estadounidenses”, añadió Hillary Clinton.
El pasado 7 de diciembre Trump propuso que se prohíba temporalmente a los musulmanes la entrada a los EE.UU., tras los ataques de París y de California, perpetrados por el grupo terrorista de EIIL (Daesh, en árabe) o sus simpatizantes. No obstante, la mayoría de los estadounidenses rechaza los propuestas de Trump y hasta la Casa Blanca estima que sus posturas y declaraciones lo descalifican para ser presidente de EE.UU.
El multimillonario Trump manifestó a mediados de junio su rechazo a la comunidad hispana en Estados Unidos, tachando a los migrantes mexicanos de narcotraficantes, criminales y violadores.
Él obtuvo el primero, segundo y tercer lugar en el concurso de “La Mentira del Año”, dirigido por el sitio Web PolitiFact.
msm/nii/ HispanTv
Armario lleno de esqueletos: Reino Unido quiere esconder el pacto secreto con Arabia Saudita
El Gobierno de Londres deberá dar explicaciones sobre el memorando de entendimiento acordado con Riad, que fue criticado por políticos de la oposición.
Luego de que se anunciara la cancelación del contrato de casi 9 millones de dólares para un programa de entrenamiento en cárceles de Arabia Saudita, la posterior queja del reino y el envío de un mensaje personal del primer ministro británico, David Cameron, al monarca, la oposición británica exigió explicaciones, informa 'Independent'.
Y es que después de que la secretaria de Interior, Theresa May, firmara el acuerdo con el príncipe heredero Muhammad bin Nayef durante una visita a Arabia Saudita, el año pasado, no se dio ninguna información sobre los términos del mismo.
Los primeros en exigir un pronunciamiento oficial fueron los liberal demócratas. Por eso, se supo que el convenio contenía "información relativa a la cooperación de seguridad del Reino Unido con Arabia Saudita". Por eso, el Gobierno consideró que revelar los detalles podría supuestamente "dañar la relación bilateral" y amenazar la seguridad nacional.
En segundo término, junto a los laboristas, convocaron a May para que dé explicaciones en el Parlamento. "Los acuerdos con naciones como Arabia Saudita no deberían ser secretos", dijo el líder del Partido Liberal Demócrata, Tim Farron, quien agregó que "es momento de echar luz a los rincones sombríos de la relación" y de no "hacer la vista gorda" en temas de "libertades civiles y derechos humanos porque la Casa de Saud sea aliada".
En general, Oriente Medio, con sus conflictos internos, amenazas terroristas, alianzas que se rompen y otras que se crean, es una de las regiones más importantes desde el punto de vista de la geopolítica, y una de las más complicadas. La siguiente infografía les ayudará a entender mejor la situación actual de esta parte del mundo.
Actualidad RT
Giro de 180 grados: ¿Turquía quiere "desenredarse" del Estado Islámico?
La bandera del Partido Justicia y Desarrollo de Turquía / AFP / Ilyas Akengin
Actualidad RT - Tras el derribo del avión ruso Su-24 por parte de la Fuerza Aérea turca a finales del mes pasado, han sido notados los vínculos de Ankara con algunos grupos yihadistas, según opina el experto en relaciones internacionales Behlul Ozkan en su artículo para la revista 'Politico'. El apoyo a las fuerzas de la oposición en Siria es una de las "espinosas cuestiones". Turquía está al lado de unos grupos insurgentes y sus aliados al lado de otros.
Recientemente, hacia Turquía se lanzaron críticas por su conexión con los islamistas radicales. En particular, el vicepresidente estadounidense, Joseph Biden, anunció que los turcos apoyan "a los que luchan contra el presidente sirio Bashar al Assad", incluyendo militantes que forman el Frente Al Nusra y otros extremistas. "A pesar de estas declaraciones", Ozkan destaca que "los radicales en Siria recibieron regularmente la ayuda militar de Arabia Saudita y Catar, a través de Turquía, de lo que era consciente la CIA".
Actualmente, Turquía "está en desacuerdo" con los tres enemigos del Estado Islámico: kurdos, chiitas árabes y el gobierno de Assad. Asimismo, actualmente "ellos tienen ahora los mismos enemigos regionales", concluye Ozkan. El Partido Justicia y Desarrollo (AKP, por sus siglas en turco), que está en el poder en Turquía, insiste en que el derrocamiento de Bashar al Assad facilitaría la lucha contra el EI. Sin embargo, el plan de Ankara no cuenta con el apoyo de ningún actor regional o mundial, vinculado con el conflicto, incluyendo a Rusia y EE.UU., cuyo objetivo principal es destruir al EI, y no a Assad, según el experto. Así, "Ankara tendría que estar de acuerdo con esta estrategia, aunque pagaría un alto precio". Y como consecuencia, actualmente, las autoridades del país están pensando en cómo "desenredarse" del Estado Islámico.
La inconsistencia de la política de Turquía se observa no solo en relación al Estado Islámico, sino también con Rusia. Moscú, a su vez, no tardó en reaccionar al derribo de su bombardero Su-24 por un caza F-16 turco. El 28 de noviembre el presidente Vladímir Putin firmó un decreto que contiene una amplia lista de sanciones económicas contra Turquía con el objetivo de garantizar la seguridad de los ciudadanos rusos.
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