domingo, 20 de dezembro de 2015

Turquía anuncia la retirada de tropas de Irak tras la petición de Obama


Ankara ha anunciado la retirada de las tropas de Irak tras la petición del presidente de EE.UU., Barack Obama, según informa la Cancillería turca.

Turquía continúa el proceso de retirada de sus tropas de la provincia iraquí de Nínive, según reza un comunicado del Ministerio de Exteriores turco, citado por RIA Novosti.

"Turquía, teniendo en cuenta la sensibilidad de la parte iraquí y la necesidad de combatir al Estado Islámico (EI), continúa con la retirada de sus fuerzas armadas de la provincia de Nínive, que se han convertido en un gran malentendido", según el comunicado.

El documento indica que Turquía, como miembro de la coalición internacional, está dispuesta a cooperar con Irak con el fin de coordinar más estrechamente los esfuerzos conjuntos para derrotar al EI. Asimismo, la declaración diplomática subraya que Turquía confirma su apoyo a la soberanía y la integridad territorial de Irak y reconoce el malentendido con el gobierno iraquí en relación con el despliegue de las tropas turcas.

Previo a esto, en una conversación telefónica con el presidente de Turquía, Recep Tayyip Erdogan, Barack Obama destacó que el presidente turco tiene que seguir retirando el Ejército turco del norte de Irak. El presidente estadounidense también llamó a Erdogan a "reducir las tensiones" en las relaciones bilaterales entre Turquía e Irak.

Así se desarrolló el "malentendido" según Ankara, o "acto hostil" para Bagdad

A principios de diciembre, Turquía envió sus militares con tanques y armas pesadas a la provincia de Mosul, en el norte de Irak. Según las autoridades iraquíes, el 4 de diciembre un batallón de tanques turcos entró en la provincia iraquí de Nínive bajo la premisa de entrenar a los combatientes de las formaciones populares kurdas que luchan contra el EI.

El servicio diplomático iraquí y el Ministerio de Defensa han considerado esa presencia militar un "acto hostil" por parte de Turquía, que no llegó a un acuerdo previo con las autoridades de Bagdad. El ministro de Exteriores de Irak, Ibrahim al Jaafari, ha declarado que ha presentado una queja formal ante el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas tras la incursión de las tropas turcas en Irak.

Actualidad RT

sábado, 19 de dezembro de 2015

Forças curdas abatem dezenas de terroristas perto de Mosul


Dezenas de terroristas e mercenários financiados pelos EUA, Israel, França, Inglaterra, Turquia, Arábia Saudita e Qatar, são mortos diariamente há 4 dias consecutivos por forças curdas nas proximidades de Mosul.

Além de matar terroristas e mercenários, os curdos estão apreendendo um grande número de armamento norte-americano, doado pelos EUA aos terroristas e mercenários do Estado Islâmico.

Cônsul da Síria fala sobre temas polêmicos: guerras e conflitos com participação da Turquia, EUA e Europa


Dr. Abdo Abage, cônsul honorário da Síria no Paraná e Santa Catarina

O Jornal Água Verde é o jornal de bairro mais antigo de Curitiba, com 25 anos de circulação ininterrupta. Em sua festa de 25 anos, o jornal homenageou o presidente Bashar Al Assad com a entrega de um Diploma ao Cônsul Honorário da República Árabe Síria para o Paraná e Santa Catarina, Dr. Abdo Abage, industrial e engenheiro civil.
A seguir, entrevista com o cônsul da Síria sobre temas polêmicos.

Qual sua opinião sobre a homenagem do jornal de bairro Água Verde ao presidente Bashar Al Assad?
No momento em que a grande maioria dos órgãos de imprensa deste país, repercute a falsa idéia de que o Presidente Bashar é um Ditador e que não dialoga com a oposição, ambas inverdades, vem o jornal de bairro Água Verde prestar uma justa homenagem, ao homem que vem combatendo como um leão, tropas de terroristas e mercenários regiamente pagos por países ocidentais e por dois traidores árabes que são Arábia Saudita e Katar.

Qual a importância atual do presidente Bashar Al Assad para a defesa da soberania síria?
Essa importância é total, tendo em vista que prestes a completar 5(cinco) anos de invasão da coalizão ocidental, o Presidente Bashar se mantem à frente da defesa do povo sírio, mantendo intacta a soberania do país.

Fale sobre a reviravolta na guerra na Síria, após a participação da Rússia?
Embora a Rússia venha a longo tempo prestando apoio a Síria no campo da defesa do país, este apoio se tornou mais explícito depois de uma rodada de conversação entre os dois governos, o que passou a representar uma grande diferença no resultado das vitórias no campo de batalha.

Qual o papel do governo Erdogan nessa guerra?
Simplesmente colaborar na destruição da Síria, em apoio aos países da coalisão ocidental, visando obter vantagens futuras numa eventual partilha do território sírio.

A Turquia tem apoiado os terroristas do Estado Islâmico?
A Turquia vem permitindo que terroristas e mercenários sejam treinados em seu território próximo a fronteira com a Síria, após o que, os mesmos adentram ao território Sírio para criminosamente desmontar as indústrias do norte da Síria, indo depois remonta-las na mesma região onde foram treinados. Em seguida, vão juntar-se aos terroristas do Estado Islâmico para dar sequência a destruição da Síria.

O governo Obama afirma que combate os terroristas na síria, mas continua enviando armas para os rebeldes. Não é um contrancenso?
O governo Obama já declarou reiteradamente que tem fornecido armamento para a “oposição moderada” da Síria, ou seja, sem dúvida o governo americano vem colaborando para o genocídio do povo sírio e para a destruição de um dos maiores patrimônios históricos do mundo, a exemplo de Palmira.

Por que os Estados Unidos fazem guerra a Síria?
Qualquer país do Oriente Médio que se contraponha à política de dominação americana naquela região, será mais cedo ou mais tarde por eles destruído, a exemplo do que aconteceu no Afeganistão, no Iraque, na Líbia e em outros países que estão a beira do colapso social e econômico. É o que estão fazendo atualmente contra a Síria

Como conquistar a paz na Síria?
Só existe uma maneira de conquistar a paz na Síria. Primeiro, respeitando a soberania do país, não se intrometendo nos assuntos que só dizem respeito ao povo e ao governo sírios. Segundo, deixar de abastecer de armamento os terroristas do Estado Islâmico e os demais terroristas que se dizem de oposição ao governo e que vem sendo treinados pelos países da OTAN no território turco, para depois, virem plantar a destruição e a morte da população síria.

A Europa está pagando o preço por apoiar os terroristas na Síria?
A Europa vem colhendo os frutos dos anos de dominação de suas colônias ao redor do mundo, quando então aqueles povos sofreram todo tipo de exploração de suas riquezas, sem falar de toda sorte de humilhação a que foram submetidos por longos e longos anos. Ouso dizer que os ataques terroristas de 19 de novembro a Paris, podem ter sido executados por encomenda do governo francês, para brecar a entrada de toda sorte de imigrantes no país, principalmente os refugiados.

Sondagem: 30% dos americanos apoiam bombardeio de cidade da Disney


Na quinta-feira (17) foram feitas perguntas a eleitores republicanos sobre o seu apoio aos candidatos republicanos e questões de política externa, incluindo a proibição de muçulmanos entrarem nos EUA e bombardeio de Agrabah, o reino do clássico animado da Disney, Aladdin.

A pesquisa da Public Policy Polling (PPP) revelou que quase um em cada três eleitores falhou geografia na escola, já que concordou em atacar Agrabah, enquanto 13% deles se opuseram a tal intervenção militar.

O desejo dos eleitores de bombardear um local fictício se tornou um tema muito discutido no Twitter logo depois.

Os apoiantes do candidato que lidera entre os republicanos, Donald Trump, constituem a maioria dos que promovem a ideia de bombardear o país fictício do filme da Disney (45%).


Quanto aos democratas, 19% manifestarem o seu apoio a bombardear o país fictício, mas 36% disseram que se opõem a usar armas reais.

O PPP decidiu pesquisar sobre as opiniões dos americanos na sequência do recente debate focado principalmente no Oriente Médio e na ameaça de violência fundamentalista do Islã.
"Queremos ver até que ponto isto pode levar — se as pessoas apoiam de forma consciente bombardear algo que soe vagamente a Oriente Médio," disse o porta-voz do PPP Jim Williams, citado pela edição Mashable.

Sputniknews

Resolución adoptada por unanimidad. Corresponde a los sirios definir su futuro: ONU


El Consejo de Seguridad de la ONU reiteró el viernes que corresponde a los sirios definir el futuro del país, en sintonía con los principios de respeto a la soberanía, la independencia y la integridad territorial de los Estados.

En una resolución adoptada aquí por unanimidad, el órgano de 15 miembros fijó acciones concretas para poner fin al conflicto en la nación levantina, al cual se atribuyen en casi cinco años 250 mil muertos y más de 10 millones de desplazados internos y refugiados.

Mediante el texto, el Consejo -presidido este mes por Estados Unidos- pide al Secretario General de la ONU convocar al Gobierno y los opositores para negociaciones de paz, que deberían instalarse a principios de enero.

Asimismo, llama al establecimiento en un plazo de seis meses de "una gobernanza creíble, incluyente y no sectaria", y de un calendario para la redacción de una nueva Constitución.

La resolución 2254 también insta a la celebración de "unas elecciones libres y justas, de conformidad con la nueva Constitución", dentro de 18 meses.

De acuerdo con el documento, el proceso para detener el conflicto en Siria demanda un alto el fuego nacional, que entraría en vigor con el comienzo de las pláticas entre los actores de la crisis.

Al respecto, aboga por la creación de mecanismos dirigidos a verificar el cese de las hostilidades.

En el caso del terrorismo, la iniciativa ratifica el compromiso con el combate al Estado Islámico, el Frente al Nusra y otras organizaciones extremistas, en sintonía con resoluciones anteriores del Consejo de Seguridad.

Además, exige el cese de los ataques a la población civil y todas las facilidades para garantizar la asistencia humanitaria a las víctimas de los enfrentamientos.

Pese a la unanimidad presente a la hora de votar el texto, la reunión demostró una vez más las diferentes posturas entre occidente y sus aliados y Rusia.

El secretario norteamericano de Estado, John Kerry, el canciller francés, Laurent Fabius, y el secretario de Estado para Asuntos Exteriores del Reino Unido, Philip Hammond, insistieron en sus ataques al presidente sirio, Bashar al Assad, y en el llamado a apartarlo del futuro político del país.

Desde el inicio del conflicto, esas potencias no han ocultado sus intenciones de cambio de régimen para Damasco, apoyadas por Arabia Saudita, Turquía y otras naciones de la región.

Por su parte, el canciller ruso, Serguei Lavrov, defendió la tesis reflejada en la resolución, en el primero de sus 16 puntos, de que corresponde a los sirios definir el futuro del país, sin injerencia externa.

Las intervenciones de los ministros y diplomáticos reunidos en el Consejo tuvieron en común el reconocimiento de que no existe solución militar para el conflicto y de la urgencia de derrotar al terrorismo.

Aporrea

Pentágono: Sistemas S-400 rusos en Siria dejan en tierra a los aviones de EEUU


Dos sistemas de defensa antiaéreos S-400 de fabricación rusa.

Los sistemas de defensa antiaéreos S-400 rusos en Siria han dejado en tierra a cazas de EE.UU., afirma un funcionario del Pentágono.

El S-400 obliga a EE.UU. a dejar en tierra a los aviones de combate tripulados, y el Departamento de Defensa (Pentágono) se está esforzando por adoptar una nueva estrategia en la región, así lo ha afirmado el comandante del Ejército estadounidense Tim Smith en declaraciones publicadas el viernes en el portal local Bloomberg View.

El pasado 25 de noviembre, el presidente de Rusia, Vladimir Putin, aprobó el despliegue de esta sofisticada arma de defensa aérea en Siria para blindar la seguridad de los aviones rusos que participan allí en los ataques aéreos contra las posiciones del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe).

Según el militar, los S-400 ya han provocado pánico en el Pentágono, incluso los oficiales de esta entidad han definido dichas unidades como una señal de la “agresión rusa”.

Estas acciones de Rusia “no cesarán las operaciones de la coalición anti-EIIL (orquestada por Washington) en Siria”, ha alertado el comandante.

La instalación de S-400 en Siria se registró un día después del derribo por parte del Ejército turco de un avión ruso Su-24 que volvía de bombardear las posiciones del EIIL cerca de la frontera turco-siria.

En esta misma línea, el vicecanciller sirio Faisal al-Miqdad ha remarcado este mismo viernes que “las medidas tomadas por Rusia después de las acciones criminales de los aviones turcos que derribaron el avión ruso, es decir el despliegue de los sistemas de defensa antiaérea en tierra y mar, es un paso importante que proporcionará más seguridad a las fuerzas aéreas rusas y sirias".

Rusia no ha ocultado su deseo de cooperar con el Occidente en su campaña de ataques contra los grupos extremistas, emprendida a finales de septiembre tras recibir una petición de ayuda militar del presidente sirio, Bashar al-Asad, cuyo país está hundido en una grave crisis desde marzo de 2011.

mjs/ctl/mrk - HispanTv

Daesh se prepara para lanzar ataques simultáneos contra Europa


Los terroristas del EIIL (Daesh, en árabe) pretenden lanzar una serie de ataques “coordinados” contra ciudades europeas, afirma una publicación del diario británico Express.

En un informe publicado este sábado, el periódico prosigue que los extremistas takfiríes pretenden repetir la escena sangrienta creada en París, capital de Francia, ya que han prometido convertir las calles europeas en una carnicería.

El horrendo plan de Daesh se da a conocer después de que un excombatiente de Daesh, identificado como Harry S, fuera sometido a interrogatorios por parte de las autoridades alemanas, luego de escapar de Siria y volver a casa.

El joven de 27 años de edad, quien huyó del país árabe al no poder tolerar tanta brutalidad, reveló que los terroristas de Daesh quieren un ataque que ocurra simultáneamente en toda Europa.

Recordar que anteriormente este grupo ultraviolento en una de sus propagandas recogidas por ese mismo diario había indicado que “los ataques ocurrirían todos de una vez”.

El detenido confesó que los comandantes de Daesh les exigían a todos los combatientes extranjeros que llevan el terrorismo a su suelo natal.

“Todo lo que necesitas es un cuchillo grande, salir a las calles y asesinar a cada hereje que encuentras”, indicó un terrorista capturado, quien confesó además que había presenciado ejecuciones masivas durante tres meses en Siria.

Según se reporta, la imagen de Harry S fue capturada en un vídeo de propaganda grabado después de que los takfiríes de Daesh ocuparan en mayo la histórica ciudad de Palmira (noroeste de Siria). El vídeo termina con el fusilamiento de dos presos.

Harry S se enfrenta a varios años de prisión si la justicia alemana lo encuentra culpable por haberse unido a Daesh.

La Inteligencia alemana cree que unas 700 personas de nacionalidad alemana luchan por Daesh en Irak y Siria.

El pasado 17 de noviembre, la agencia estadounidense de noticias Associated Press, informó que unos 250 terroristas han vuelto a Francia: 350 al Reino Unido, 250 a Alemania, 130 a Bélgica, 125 a Suecia, y el resto está repartido por todo el continente.

A principios de 2015, el Centro Nacional Antiterrorista de EE.UU. (NCTC, por sus siglas en inglés) estimó que más de 20.000 extranjeros de 90 países, entre los que figuran miles de ciudadanos estadounidenses y europeos, se han unido a los terroristas del EIIL para luchar en sus filas y expandir la ideología takfirí en Irak y Siria.


Cuerpos sin vida de algunas víctimas de los atentados de París (Francia).


En un vídeo publicado el 7 de diciembre en el portal web estadounidense Heavy, los terroristas de Daesh amenazaron con atacar España, Francia, Bélgica, Noruega y el Reino Unido.

Daesh emitió este video después de que en noviembre asumiera la responsabilidad de los atentados de París que acabaron con la vida de al menos 130 personas y dejaron decenas de heridos.

Los responsables de Inteligencia estadounidenses y europeos citados el 22 de noviembre por el diario estadounidense The New York Times, advirtieron de que los recientes ataques terroristas cometidos en Francia y El Líbano, y el derribo de un avión ruso en Egipto demuestran que el grupo takfirí EIIL ha centrado su campaña de terror en objetivos externos.

ask/ncl/msf - HispanTv

EAU envía “en secreto” 300 mercenarios colombianos a Yemen


Soldados colombianos.

Los Emiratos Árabes Unidos (EAU) han enviado en secreto a unos 300 mercenarios colombianos para que luchen en Yemen, ha informado este sábado la agencia francesa de noticias AFP.

Según las fuentes consultadas por AFP, quienes pidieron permanecer en el anonimato, el gobierno emiratí gasta generosamente para reclutar un ejército privado bien entrenado compuesto por soldados suramericanos endurecidos por la batalla.

“Los soldados colombianos son altamente apreciados por su entrenamiento en la lucha contra las guerrillas (…) Los colombianos tienen muchos años de experiencia en la guerra”, dijo a AFP un exoficial del Ejército de Colombia.

Según esta agencia de noticias, la experiencia de estos mercenarios en el campo de batalla contra los guerrilleros y los traficantes de drogas los hace atractivos ante los EAU, que tiene fuerzas sin experiencias, mientras se alía con Arabia Saudí en la campaña militar contra Yemen.

En marzo, Arabia Saudí lanzó una ofensiva militar contra Yemen en un intento por eliminar de la ecuación al movimiento popular yemení Ansarolá y restaurar en el poder al expresidente fugitivo Abdu Rabu Mansur Hadi, un estrecho aliado de Riad.

De acuerdo con las últimas estadísticas de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), la guerra iniciada por la coalición liderada por Arabia Saudí en Yemen ya ha dejado más de 32.000 víctimas, entre muertos y heridos, en su mayoría civiles.


Ruinas provocadas por los bombardeos de Arabia Saudí contra la capital yemení, Saná.


Los altos militares emiratíes decidieron en un principio desplegar 800 colombianos en Yemen, pero tuvieron que reconsiderar su medida después de que los reclutados suramericanos denunciaran que luchar en Yemen no fue parte de su contrato.

Otra fuente, que trabajó para la empresa militar estadounidense Blackwater, ha asegurado que el contrato era trabajar en Emiratos Árabes Unidos y “no peleando guerras ajenas”. Añadió que los oficiales emiratíes “les ofrecieron relevos cada tres meses y 120 dólares diarios extra", como parte del pago total, de unos 3.300 dólares mensuales.

No obstante, la recién mencionada fuente asegura que ningún exsoldado colombiano ha sido abatido hasta ahora en Yemen, rechazando así los informes de los medios de comunicación yemeníes de que seis soldados colombianos y su comandante australiano, de una empresa militar estadounidense en Yemen, murieron durante enfrentamientos en la ciudad de Taiz (suroeste).

La presencia de las tropas colombianas muy lejos de su patria ha complicado ya el sangriento conflicto en Yemen, pero según las fuentes, esta no es la primera guerra ajena que experimentan los colombianos; anteriormente fueron reclutados por empresas privadas de seguridad internacionales para trabajar en Irak, Afganistán y Sudán, entre otros.

Además, la fuente afirma que empresas como Blackwater reclutaron entre 2004 y 2006 a muchos latinoamericanos —1500 colombianos, 1000 peruanos, 500 chilenos y 250 salvadoreños— para las misiones de seguridad y protección en Irak, por lo que no deben considerarse como mercenarios, enfatiza.

La contratación de mercenarios para que combatan en Yemen se produjo después de que, en septiembre, en un ataque del Ejército yemení a un depósito de armas en la provincia central de Marib, 300 soldados saudíes, emiratíes y bareiníes, perdieran la vida.

En noviembre, el diario norteamericano The New York Times reveló que EAU había enviado en secreto unos 450 mercenarios colombianos, panameños, salvadoreños y chilenos, para luchar en Yemen.

zss/ncl/msf - HispanTv

PRIMERAS IMÁGENES: Ataque "por error" de la coalición internacional contra militares iraquíes


Un video no verificado muestra supuestamente el mortífero ataque de la Fuerza Aérea de Estados Unidos contra las tropas del gobierno iraquí.

El material fue obtenido de manos de una fuente local en Irak por la agencia de vídeo de RT Ruptly. Un video no verificado, supuestamente filmado por un soldado iraquí, muestra ataques aéreos cerca de un destacamento de soldados en Naimiyya, en la provincia de Faluya.

Mirar: https://youtu.be/vRDUROArfYw

La coalición internacional ha golpeado posiciones del Ejército iraquí por error causando la muerte de un comandante iraquí y dejando otros 9 heridos, según un comunicado del comando de operaciones de Bagdad.

"Debido a las malas condiciones climáticas, la Fuerza Aérea iraquí ha sido incapaz de garantizar la cobertura aérea necesaria a nuestras tropas de tierra. Nosotros [el comando de fuerzas iraquíes] habíamos demandado apoyo aéreo a la fuerza aérea de la coalición internacional", reza el texto del comunicado. Según la nota, cuando las fuerzas iraquíes quedaron bloqueadas en un enfrentamiento con milicianos del EI, la coalición lanzó un tercer ataque aéreo en la misma zona".

"El tercer ataque aéreo fue lanzado sin estar al tanto del avance de las fuerzas iraquíes, y las fuerzas de la coalición fueron incapaces de diferenciar entre los combatientes sobre el terreno debido al mal tiempo", sentencia.

Horas antes, el jefe del Comité de Seguridad y Defensa del Parlamento de Irak, Hakimal-Zamili, declaró a Sputnik que 30 soldados iraquíes de la brigada 55.ª del Ejército iraquí habían muerto y que 20 habían resultado heridos debido al ataque.

No es la primera vez

Tan solo dos semanas antes, el pasado 6 de diciembre, cuatro cazas de la coalición internacional liderada por EE.UU. bombardearon posiciones del Ejército sirio en la ciudad de Deir ez Zor, causando al menos tres bajas entre los militares.

Damasco informó que esta agresión tuvo lugar mientras el Ejército realizaba operaciones antiterroristas y la calificó de acto contrario a la Carta de la ONU. Algunos expertos, como el analista internacional Yusuf Fernández, sostienen que la lucha antiterrorista de la denominada "coalición internacional" en Siria e Irak es solo una excusa para intervenir militarmente en los asuntos internos de esos países.

Actualidad RT

"EE.UU. va a respaldar al Estado Islámico para mantener conflictos en la zona"


Actualidad RT - Respecto al reciente ataque de la coalición internacional liderada por EE.UU. contra los militares iraquíes, el analista internacional, Omar Al Atrach, subraya que Washington y sus aliados son patrocinadores del Estado Islámico.

Además, según él, este grupo de naciones continuará apoyando a los terroristas para mantener los conflictos en la región.

Mirar: https://actualidad.rt.com/video/194647-eeuu-respaldar-ei-mantener-conflictos

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Feliz Natal quadrilha de canalhas terroristas: Obama, Netanyahu, Hollande e Cameron


Este é o presente da Rússia para vocês.

Obama, Netanyahu, Hollande e Cameron, promotores de guerras em nosso planeta à serviço do sionismo e seu parasitário sistema financeiro internacional.

“CIA Asesinó a Comisario Francés que Investigaba el Atentado a Charlie Hebdo”


Según la Agencia de Noticias Ahlul Bait (P) ABNA - El asesinato del comisario francés Helric Fredou que, según nuestras informaciones, investigaba la trayectoria del ministro del interior francés, «Bernard Cazeneuve», y su presunta relación con los atentados de «Charlie Hebdo», aparece de nuevo tratado en distintas páginas web, pero ahora apuntando a la trama de la CIA, incluso al mismo presidente Obama, ese que decide cada semana quien tiene que vivir y quien tiene que morir. Las informaciones proceden de los servicios secretos rusos. Al parecer los auto atentados de Charlie Hebdo se les quedaron cortos para provocar una reacción ciudadana masiva. Necesitaban los auto atentados de París.

Lo conocimos a hurtadillas, aunque los grandes medios no lo dieron a conocer. Nos extrañó enormemente, pero el asunto está empezando a dar la vuelta al mundo. La noticia, el rumor, apuntaba a que un comisario francés –el que llevaba la investigación sobre el atentado en la sede de la revista satírica ‘Charlie Hebdo’– se había suicidado. Nos extrañó; y mucho.

RT y TRT, entre otros medios, han divulgado que la mano negra que se oculta tras ese atentado ha sido la CIA, y algunos apuntan directamente contra Barack Obama.

Uno de esos medios afirma literalmente lo siguiente: “Según los supuestos informes de los servicios secretos rusos, el comisario Helric Fredou, encargado de la investigación hasta ese momento, habría encontrado en la ‘Charlie Hebdo’ mochila de uno de los supuestos terroristas, además de su pasaporte, una serie de “crípticos documentos” y en especial una agenda con el número de teléfono del ex director de la CIA y antiguo jefe del estado mayor USA, David Petraeus”.

“Ataque Contra “Charlie Hebdo” es una Operación de Bandera Falsa”, según Politólogo estadounidense

Al parecer, el comisario –de acuerdo con esas fuentes- “se puso en contacto con el fiscal François Moulins de la Corte D’Assises (tribunal especial) para que ordenara a Interpol el arresto del presidente Obama por su implicación en el atentado. A las 3 horas de cursar esta orden, apareció muerto en su despacho con un sólo tiro en la cabeza, dando por sentado las autoridades que se había “suicidado”. “Casualmente”, a las pocas horas de este suicidio (y esto sí es noticia oficial), el ex general David Petraeus (implicado en la matanza de Bengasi, Libia) los medios norteamericanos comenzaron a avisar de que Petraeus estaba en peligro por una serie de papeles encontrados en casa de su amante”.

El mismo medio recapacita sobre la NO asistencia del presidente Obama a la manifestación celebrada en París. “¿Sería por esto?”, se preguntan.

Le Pen: “Agentes Norteamericanos e Israelíes Implicados en el Ataque a Charlie Hebdo”

De todos es sabido el cúmulo de interrogantes que rodean tanto el atentado como lo acontecido los días posteriores. Por ejemplo, la transmisión en directo por televisión –y posteriormente- de la tienda judía donde se ocultaron los supuestos radicales islamistas con varios rehenes; disparos de las fuerzas de seguridad sin blanco elegido, así como la dispersión de los rehenes y la desaparición de la novia de Bumedyen, uno de los terroristas.


La investigadora y escritora Soraya Sepahpour Ulrich (vive en Irvine, California), “sostiene que algunos indicios llevan a pensar que el ataque en París fue una operación de bandera falsa llevada a cabo por la CIA”. La investigadora afirma en una entrevista para Press TV que “todo el incidente de París ha sido un enigma para muchos… y uno tiene que encontrar conexiones para encontrar lo que realmente está pasando (…) Se nos ha dicho por los medios de comunicación, los medios de comunicación occidentales, que un periodista yemení ha afirmado que se había entrevistado con Kouachi, que fue responsable del ataque en París, o uno de los responsables, tenía vínculos con ‘el terrorista de la ropa interior’, acusado querer explotar un avión en Navidad de 2009″. Hay que recordar que Umar Farouk Abdulmutallab fue declarado culpable de intentar hacer explotar una carga que estaba escondida en su ropa interior, mientras viajaba en un avión (vuelo 253 de Northwest Airlines) desde Ámsterdam a Detroit (Michigan). Al parecer el ‘terrorista de la ropa interior’, trabajaba bajo la cobertura de los servicios secretos saudíes y de la CIA.

“A las personas no se les dice la verdad; están diciendo un montón de mentiras que, supuestamente, no están conectadas y, de alguna manera, cuando se conectan trazamos de nuevo el rastro hacia los servicios de inteligencia, como la CIA”, subraya Sepahpour Ulrich.

En aquel caso (2012) se trataba de una operación de “bandera falsa”. Y la de ahora ¿qué?

Ahlul Bait - ABNA

Nicolás Maduro confirma presença na cúpula do Mercosul


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, irá participar da próxima reunião de cúpula do Mercosul, que acontecerá na segunda-feira (21), em Assunção. A confirmação da presença do líder venezuelano foi feita pelo Embaixador do país no Paraguai, Alfredo Murga.

Na próxima cúpula do bloco de nações sul-americanas, o Uruguai assumirá a presidência do grupo, atualmente sob a responsabilidade paraguaia. Os líderes devem discutir, em especial, questões técnicas sobre a implantação de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

Murga afirmou que um pedido argentino de exclusão da Venezuela do bloco não está na agenda. O novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, afirmou logo após se eleger que faria a solicitação de saída venezuelana na reunião de cúpula do Mercosul alegando a “cláusula democrática” do grupo por conta de “perseguição a opositores”.

Murga afirmou que “espera que a cimeira aconteça da forma mais positiva possível”. Ele destacou que a recente derrota do governo venezuelano nas eleições parlamentares do país mostra que a Venezuela é um Estado democrático que respeita as decisões do povo.

“Não há presos políticos na Venezuela. Há políticos presos por cometer crimes. E isto não é um problema do executivo, mas dos tribunais”, afirmou o embaixador venezuelano.

Sputniknews