quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Coalizão dos EUA está bombardeando estações elétricas e poços de petroleo do governo na Síria
Informativo sobre a situação na Síria
Dando continuidade às violações cometidas pelos chamados ‘aviões da coalizão internacional’, liderados pelos Estados Unidos da América, contra a soberania da Síria, sob o pretexto de estarem perseguindo a organização terrorista ISIS, os aviões da supracitada coalizão bombardearam, no dia 10/10/2015, a área de Radwanieh, localizada a leste de Aleppo, tendo como alvo duas centrais elétricas. Este bombardeio às centrais elétricas causou prejuízos materiais estimados em 2,2 bilhões de Euros, além de deixar toda a região sem energia elétrica.
Estes bombardeios dos aviões da coalizão contra a cidade de Aleppo e contra a infraestrutura de diferentes áreas da Síria representam uma agressão pecaminosa, que pode ser inserida na série de ataques aéreos perpetrados contra a infraestrutura econômica, industrial e de serviços da Síria, que tem por objetivo a destruição intencional das capacidades do povo sírio e a obstrução de seu desenvolvimento e de sua reconstrução. A continuidade desta série de agressões, que atingiram as instalações econômicas vitais da Síria, tem causado enormes prejuízos econômicos e materiais.
Citamos alguns deles:
• Os aviões da coalizão bombardearam o centro administrativo dos campos de petróleo de Jabsa, na província de Hasaka, em 12/09/2015.
• Os aviões da coalizão alvejaram o poço No. 202 de Tabieh, na Província de Deir El Zour, em 25/09/2015, causando um incêndio e grandes danos nas instalações situadas na superfície.
• Os aviões da coalizão bombardearam o poço No. 301 de Tabieh, na Província de Deir El Zour, em 25/09/2015, causando a desativação do poço.
• Os aviões da coalizão bombardearam, pela segunda vez, os poços supracitados (202 e 301), na província de Deir El Zour, em 05/10/2015, causando o deslocamento da parte superior dos poços de suas áreas, o esmagamento das válvulas de vácuo anular, a destruição de todas as tubulações e válvulas existentes na parte superior dos dois poços.
• A coalizão bombardeou o poço de Sijan, pertencente à companhia Eufrates, na noite de 13/10/2015, causando um incêndio no poço.
• Os aviões da coalizão bombardearam as áreas da companhia Eufrates, no campo de Alamr, na manhã do dia 31/10/2015, atingindo a estação de coleta de petróleo, o reservatório No. 319, que tem capacidade para armazenar 75 mil barris de petróleo, o que resultou no incêndio e na perda total do reservatório. Este bombardeio atingiu, ainda, os compressores de ar e as estações de retransmissão, destruindo-as completamente. Os estilhaços do bombardeio atingiram a central de geração de energia elétrica, paralisando suas funções e, consequentemente, paralisando o fornecimento de energia elétrica para a fábrica de gás de Deir el Zour.
• Os aviões da coalizão bombardearam a fábrica de telhas na província de Raqqa, destruindo completamente o prédio e os equipamentos.
• Neste contexto, chamamos a atenção para o fato de que os repetidos e recentes bombardeios da chamada ‘coalizão internacional’ contra os poços de petróleo da República Árabe da Síria e contra as instalações de petróleo e gás, especialmente na província de Deir El Zour, não têm por objetivo combater o roubo de petróleo e gás por parte das quadrilhas e grupos terroristas armados. Caso contrário, estes aviões teriam como alvo as caravanas de quadrilhas terroristas de pilhagens e saques, que transportam o gás e o petróleo roubados da Síria, antes que estas cheguem à fronteira com a Turquia e antes que entrem nos territórios turcos onde vendem a mercadoria por preços baixíssimos. Logicamente, podemos concluir que o objetivo principal destas repetidas operações de bombardeio é causar prejuízos enormes e diretos contra a infraestrutura dos setores da economia síria, principalmente o setor de petróleo e gás, além de destruir a infraestrutura de modo a obstruir os processos de recuperação precoce e de reconstrução na Síria.
Os bombardeios dos aviões da chamada ‘coalizão internacional’ contra as instalações de petróleo e gás estão causando, ainda, a poluição do meio ambiente, podendo causar, futuramente, catástrofes ambientais ainda maiores e de ampla magnitude em decorrência dos incêndios nos poços de petróleo e de gás, que são difíceis de controlar a luz da situação atual. A falta de equipamentos, meios e recursos especiais para apagar o fogo, são consequência das medidas coercitivas unilaterais, impostas à República Árabe da Síria por parte de alguns países, que proíbem a exportação de equipamentos, meios e materiais para a Síria e impedem a abertura de linhas de créditos.
A República Árabe da Síria, ao reafirmar a sua posição declarada frente à ilegitimidade dos ataques aéreos perpetrados pelos Estados Unidos da América e seus aliados contra os territórios sírios, sem prévia autorização e coordenação com o Governo sírio e longe do respeito à legitimidade internacional e à Carta das Nações Unidas, exige o fim destas ações americano-ocidentais que tem como alvo a infraestrutura da Síria. A Síria afirma que estas ações não alcançaram nenhum resultado na guerra contra a organização ISIS.
Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria
Tradução: Jihan Arar
Wall Street tem interesse no impeachment de Dilma
Por Altamiro Borges
O escritor baiano Luiz Alberto Moniz Bandeira é um dos intelectuais mais respeitados no Brasil e no mundo. Já foi agraciado com dezenas de prêmios por seus livros e trabalhos acadêmicos. Tive a chance de conhecê-lo em 2006, no auditório da Folha de S.Paulo, quando ele recebeu o troféu "Juca Pato" de Intelectual do Ano pela publicação do livro "Formação do Império Americano - Da Guerra contra a Espanha à Guerra no Iraque". A obra imperdível comprova com inúmeros documentos e análises a vocação imperialista dos EUA. Em fevereiro deste ano, a União Brasileira de Escritores (UBE), a convite da Real Academia Sueca, indicou o seu nome para o Prêmio Nobel de Literatura de 2015.
Formado em direito no Rio Janeiro, doutor em ciências políticas pela Universidade de São Paulo e professor titular na Universidade de Brasília, Moniz Bandeira também deu aulas como visitante nas universidades de Heidelberg, Colônia, Estocolmo e Buenos Aires. Atualmente, ele reside na cidade alemã de Heidelberg, onde é cônsul honorário do Brasil. Mas, como profundo conhecedor da história brasileira - seu livro sobre o golpe de 1964 é um clássico - e das ações agressivas do império, Moniz Bandeira não deixa de acompanhar atento e apreensivo o que acontece atualmente no Brasil.
Nesta quarta-feira (9), ele concedeu uma entrevista instigante ao site Sputnik-Brasil, em que afirma, de maneira taxativa, que "Wall Street está por trás da crise brasileira". Para ele, os EUA têm grandes interesses no país e "o objetivo das suas ações externas é quebrar a economia e comprar as empresas estatais a preço de banana". Ele não vacila em afirmar que está em curso um golpe, "que deve ser contido para não produzir graves consequências para a História do país". Vale conferir a entrevista, que evidentemente será desconsiderada pela mídia colonizada, que mantém um forte complexo de vira-lata diante do império e uma sólida relação com os golpistas nativos:
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O objetivo seria quebrar a economia e comprar as empresas brasileiras a preço de banana?
Exatamente, isso é verdade. Eles querem quebrar a economia brasileira – e é aí que eu vejo mais a ação de Wall Street – e comprar as empresas, como estão fazendo, a preço de nada, com o real desvalorizado a esse ponto.
Nós podemos acreditar, então, que o Brasil está na mira de Wall Street?
Está na mira, claro, porque a questão não é só o Brasil, é internacional, é a luta contra a Rússia e a China, mas eles não podem muito contra a China. E querem derrubar a Rússia através da Síria e da Ucrânia. São duas frentes que os Estados Unidos abriram, porque a luta na Síria não é tanto por democracia, isso é bobagem, os EUA não estão se importando com isso. Eles querem mudar o regime para tirar a Base Naval de Tartus e também um ponto em Latakia, ambos da Rússia.
Voltando ao Brasil. O senhor entende que o país voltará a sofrer assaltos especulativos?
É muito complicada a situação aí. Eu não estou certo de nada a respeito do Brasil, é muito difícil. Porque é muito difícil também dar um golpe – um golpe civil como eles querem. As Forças Armadas estão contra o golpe. Elas são um fator de resistência nacionalista no Brasil, assim como o Itamaraty.
O senhor disse que há órgãos no exterior financiando a grande mídia no Brasil. A mídia, ao pregar o golpe, facilita a entrada das grandes corporações internacionais em prejuízo das empresas brasileiras?
Claro, sobretudo no setor de construção, que tem sido alvo principal desse inquérito, que, aliás, é inconstitucional, é tudo ilegal. O objetivo é destruir as grandes empresas brasileiras, as construtoras que são fatores de expansão mundial do Brasil, e permitir que entrem no mercado brasileiro as multinacionais americanas.
O senhor entende que as agências de inteligência dos EUA continuam a espionar a Presidenta Dilma Rousseff e as grandes empresas estatais do país?
Claro, nunca deixaram de espionar. Espionam no Brasil e em todos os países. Se você ler meu livro “Formação do Império Americano”, publicado há dez anos, você verá como eu mostro isso documentado. Já no tempo de Clinton faziam isso. Não há novidade nenhuma na atuação dos EUA. Eu estudo essa questão dos EUA há muitos anos. Acompanhei de perto toda a problemática de Cuba. Estou com 80 anos, desde os meus 20 anos eu assisto a isso que eles fazem na América Latina.
O senhor fala em golpe em curso no Brasil. Qual a sua impressão, esse golpe pode ir avante?
Tanto pode como não pode. As possibilidades são muitas. Ontem mesmo o Supremo Tribunal Federal tomou uma medida constitucionalmente correta, que foi anular essa comissão constituída na Câmara por meio de manobras. O que existe é uma luta de ratos e ladrões, um bando, uma gangue, montada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, contra uma mulher honrada e honesta como a Presidenta Dilma Rousseff, com todos os erros que ela possa ter cometido. Não há motivo legal nem constitucional para o impeachment.
A Presidenta Dilma Rousseff conseguirá superar todas essas dificuldades políticas e concluir o seu mandato em 31 de dezembro de 2018?
É muito difícil avaliar a evolução da situação, porque ela é ruim internacionalmente. A situação internacional é muito ruim. Eu disse, em 2009, quando recebi o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia, que uma potência é muito mais perigosa quando está em decadência do que quando conquista o seu império, e os EUA são uma potência em decadência. São muito mais perigosos do que antes.
Oposição venezuelana controla 107 cadeiras da Assembleia Nacional
Caracas, (Prensa Latina) A nova Assembleia Nacional venezuelana, que será instalada em janeiro, conta com 107 deputados da opositora Mesa da Unidade Democrática e 55 do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), divulgou hoje o poder eleitoral.
Até o momento, a aliança de direita ocupa 64,07 por cento das cadeiras, enquanto os socialistas cobrem 32,93 e ainda faltam definir duas vagas das 167, de acordo com o site do Conselho Nacional Eleitoral (CNE).
Também já foram definidos os três assentos correspondentes à representação indígena do país.
Mais de 19,4 milhões de venezuelanos estavam convocados a participar no domingo passado das eleições legislativas e deles foram às urnas 74,25 por cento, segundo o CNE.
Na segunda-feira à noite o presidente da Venezuela e principal dirigente do PSUV, Nicolás Maduro, chamou o povo para um debate nacional a fim de fortalecer a Revolução Bolivariana, a qual sofreu sua segunda derrota em 20 eleições desde 1999.
As forças de esquerda iniciarão uma cruzada para fortalecer a união do movimento revolucionário, informou o chefe de Estado durante uma reunião com seu gabinete.
Além disso, o presidente denunciou que a oligarquia nacional exerce pressão sobre os deputados de direita para a anulação das leis orgânicas do Trabalho e de Preços Justos, as quais protegem a população.
Por sua vez, vários chefes de Estado latino-americanos e caribenhos expressaram seu apoio à Revolução Bolivariana, entre eles o boliviano Evo Morales, o nicaraguense Daniel Ortega e o cubano Raúl Castro.
Há mais de uma década, a Venezuela constitui um dos pilares do processo de integração impulsionado nessa área geográfica.
Coalizão internacional não divulga a verdade completa
Segue a íntegra do briefing do porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.
"Mais uma vez gostaria de chamar a atenção para o fato de que, durante toda a operação na Síria, nós apresentamos dados do controle objetivo das nossas ações de combate, inclusive o controle dos alvos atingidos.
Além do mais, fazemos isso regularmente, ao contrário dos nossos colegas da coalizão anti-Daesh, que só discursam sobre os seus êxitos, escondendo a parte fatual.
Claro que é a sua escolha.
Mas nos incomoda o fato de a mesma atitude ser muitas vezes usada na tentativa de avaliar as nossas ações de combate contra grupos terroristas na Síria.
Para a comunidade internacional já é óbvio, como se diz, who is who [“quem é quem” em inglês] na luta contra o terrorismo internacional.
Por mais que nós eliminemos com força e precisão os militantes, os nossos colegas nos criticam sempre, tentando por várias maneiras desviar a atenção da opinião pública.
Vou dar vários exemplos.
Na semana passada, surgiu a informação sobre a alegada instalação de uma nova base aérea russa de povoação de Shairat.
Não é preciso ser um brilhante especialista militar para compreender que só bastam 30-40 minutos para qualquer avião russo atingir o ponto mais distante na Síria a partir da base de Hmeymim, onde o grupo de aviação russa está baseado.
Qualquer necessidade de ação rápida que implique a instalação de novas “bases aéreas” russas no território da Síria, tal como foi inventado pelos “estrategas de sofá”, não existe e não existiu.
Vou também comentar informações, que citam fontes anônimas no Pentágono, sobre a alegada presença de nossos aviões no ataque aéreo realizado em 6 de dezembro contra AS tropas do governo sírio na região de Deir ez-Zor.
Primeiramente vêm os fatos.
Segundo os dados do Estado-Maior do exército sírio, em 6 de dezembro, desde as 19h40, durante 15 minutos, a aviação da coalizão ocidental efetuou um ataque contra o acampamento da 168ª brigada da sétima divisão das Forças Armadas da Síria, localizada dois quilômetros a oeste do aeródromo de Deir ez-Zor.
Foram mortas quatro e feridos 12 pessoas.
Vou lembrar que nós coordenamos as nossas sorties na Síria com a gerência do movimento aéreo e com o Estado-Maior de tropas de governo sírio.
Não estavam aviões russos sobre a região.
Os nossos colegas do Pentágono sabem disso.
Em conformidade com o memorando assinado, nós avisamos oportunamente eles sobre o tempo e as rotas de voos do nosso grupo aéreo na Síria.
Os representantes do Pentágono já afirmaram que em 6 de dezembro os aviões da Força Aérea norte-americana estavam operando na região, a 55 quilômetros do local do ataque.
Tudo isso é verdade mas não é a verdade completa.
No céu sobre o povoado de Deir ez-Zor estavam dois pares de aviões de combate de outros dois países da coalizão anti-Daesh.
Se os norte-americanos nada têm a ver com o ataque, então porque os representantes do Pentágono fazem silêncio sobre presença de aviões dos seus aliados na região, onde foi realizado um ataque contra as divisões das tropas do governo sírio?
Será que a razão é que a aviação da coalizão recebe toda a informação sobre os alvos do Daesh na Síria do mesmo Pentágono?
E mais do que isso, os ataques aéreos errados da coalizão estão levando mais vidas de sírios.
Poucos dias atrás, em resultado de um ataque da coalizão na aldeia de Al-Khan, segundo informaram ativistas do Conselho Sírio de Direitos Humanos, mais uma vez morreram dezenas de civis.
Então, talvez os nossos colegas da chamada coalizão devam abrir as cartas!
Pois nós desde o início da operação já muitas vezes sugerimos aos norte-americanos organizar a troca de informações disponíveis sobre a localização de alvos dos terroristas na Síria.
Se não torna-se, como se diz na Rússia, “grande gabador, pequeno fazedor”.
Sputniknews
Líder norte-coreano: Pyongyang tem bomba de hidrogênio
A Coreia de Norte possui uma bomba de hidrogênio que o país pode ativar para a defesa da sua soberania, disse na quinta-feira (10) o líder desse país, Kim Jong-un.
“O país conseguiu se tornar uma potência nuclear grande, pronta a ativar as bombas atômica e de hidrogênio de fabrico próprio com a finalidade de defender solidamente a sua soberania e dignidade nacional”, cita as palavras do líder coreano Agência Central de Notícias da Coreia.
Kim Jong-un adicionou que Pyongyang está pronta para continuar desenvolvendo ativamente a sua indústria militar para que "nenhum inimigo se atreva a provocar o país".
Até agora não foi confirmado que o país tivesse, de fato, projetado e criado uma bomba de hidrogênio.
Em 2003, Pyongyang se retirou do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), um acordo que visa impedir a propagação da fabricação de armas nucleares e possível utilização. Após a retirada de Pyongyang, o chamado Diálogo a Seis foi lançado para aliviar a ameaça representada pelo programa de armas nucleares da Coreia do Norte por meio de negociações envolvendo a Rússia, China, Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão.
Em 2005, a Coreia do Norte se declarou uma potência nuclear e em seguida realizou uma série de testes com armas nucleares, o que provocou preocupação na comunidade internacional. Quase quatro anos depois, Pyongyang testou armas nucleares adicionais e, sem aviso, saiu do Diálogo a Seis.
Os dados oficiais sobre o programa nuclear do país não são publicados, e só é possível saber pormenores do assunto através de observações externas e relatórios feitos pelas autoridades norte-coreanas.
Sputniknews
Fuerza Aérea de EEUU coordina ataques de Riad en Yemen
624ᵒ Centro de Operaciones, ubicado en la base conjunta de San Antonio-Lackland en Texas, realiza operaciones cibernéticas en apoyo a la Fuerza Aérea de Estados Unidos.
Personal de la Fuerza Aérea de Estados Unidos se aloja en Arabia Saudí, donde ayuda a planear los bombardeos en Yemen, asegura un militar de alto cargo norteamericano.
Un pequeño destacamento del personal de la Fuerza Aérea se encuentra en el centro saudí de planificación de ataques aéreos para ayudar a coordinar estas actividades, dijo el responsable de operaciones aéreas militares del Mando Central de los Estados Unidos (USCENTCOM), el teniente general Charles Q. Brown Jr, citado por el rotativo estadounidense The Wall Street Journal.
Además, Washington ayuda a Riad en su ofensiva a Yemen al proveer el reabastecimiento de combustible de los aviones de guerra y entregar información de inteligencia, agregó Brown.
De hecho, la organización pro derechos humanos Human Right Wacht (HRW), según ha recordado este miércoles la agencia yemení Sabanews, advirtió que la participación de Estados Unidos en ataques específicos podría hacerlos responsables de posibles infracciones de las leyes de guerra.
“El Gobierno de Estados Unidos es plenamente consciente de que los ataques aéreos indiscriminados de la coalición liderada por Arabia Saudí han matado a cientos de civiles en Yemen desde marzo”, dijo el vicedirector para Oriente Medio de HRW, Joe Stork.
En este sentido, pidió al Congreso estadounidense suspender la venta de bombas de aviación al régimen de Riad ante los temores de que el uso de estas armas resulte en el incremento de la cifra de víctimas civiles en la guerra saudí contra su vecino sureño.
La agresión saudí ya ha dejado al menos 32.000 víctimas, en su mayoría civiles, según informó, Stephane Dujarric, portavoz de la Organización de las Naciones Unidas (ONU).
mrk/anz/hnb - HispanTv
Expreso de Guantánamo llega a ser un líder de Al-Qaeda en Yemen
Ibrahim al-Qosi, uno de los lideres del grupo terrorista Al-Qaeda.
Uno de los antiguos presos en la cárcel de la base estadounidense de Guantánamo, en Cuba, se ha convertido en uno de los líderes de Al-Qaeda en Yemen, informaron fuentes militares.
Según informó el miércoles el portal Web estadounidense The Long War Journal (TLWJ, por sus siglas en inglés), un nuevo video divulgado por el grupo terrorista Al-Qaeda en Yemen muestra a Ibrahim al-Qosi, quien estuvo preso en Guantánamo, como un posible líder de esta banda extremista.
En el video, Al-Qosi habla sobre sus experiencias como terrorista e invita a los simpatizantes de Al-Qaeda, en especial a los que están en Estados Unidos, a llevar a cabo ataques individuales contra los países occidentales.
TLWJ señala el paso de Al-Qosi por Guantánamo y su relación personal con el exlíder abatido de Al-Qaeda, Osama bin Laden, como las características por las que fue nombrado un líder de la banda.
Al-Qosi fue detenido por militares estadounidenses en Afganistán en 2001 y estuvo en Guantánamo hasta 2012, cuando lo enviaron a su país natal, Sudán, donde escapó de la prisión y se unió a Al-Qaeda en 2014.
Al-Qosi es aun considerado persona de alto riesgo para Estados Unidos y sus aliados, de hecho, los organismos de inteligencia estadounidenses han emitido una señal de alerta sobre su persona.
"El detenido es un terrorista veterano reconocido con experiencia en combate a partir de 1990 y se considera que si es liberado participará en hostilidades contra las fuerzas de Estados Unidos", se lee en un documento de analistas de inteligencia estadounidenses.
Tras la agresión saudí a Yemen las actividades de Al-Qaeda y de la banda takfirí EIIL (Daesh, en árabe) han aumentado en el sur del territorio yemení, justo donde las fuerzas lideradas por Riad están librando batallas terrestres.
hgn/ncl/nal - HispanTv
Rusia cesa trabajos para construir centro nuclear en Turquía
Una maqueta de la futura construcción del primer centro nuclear de Turquía Akkuyu.
Rusia ha cesado los trabajos para construir el primer centro nuclear de Turquía, informaron el miércoles las autoridades energéticas turcas, en medio de la tensión entre ambos países.
Las fuentes consultadas por la agencia británica de noticias Reuters aseguraron que la Corporación Nuclear Estatal Rusa (Rosatom) todavía no ha suspendido el contrato.
De acuerdo con los funcionarios turcos, en caso de que Rosatom cancele el proyecto de 20 mil millones de dólares, debe pagar una indemnización pesada a Ankara, por lo que todavía no ha decidido al respecto.
Entre tanto, las fuentes también comentaron que el Gobierno turco ya está evaluando otros posibles candidatos para el proyecto de Akkuyu, en el sur de Turquía, donde Rosatom debía construir cuatro reactores de 1200 megavatios cada uno.
Por su parte, el viceprimer ministro turco, Numan Kurtulmus, alegó el miércoles que la suspensión de la construcción de Akkuyu conllevaría costes altos para Rusia por lo que mostró escepticismo ante un posible fin del contrato por parte de Moscú.
Kurtulmus expresó su esperanza en que la tensión entre las partes no influya en dicho proyecto y dejó claro que no existe ninguna iniciativa por parte de Ankara para renunciar a la cooperación en el ámbito de energía que mantiene con Rusia.
Sin embargo destacó: “Turquía no depende de un solo país en lo relativo a las tecnologías para la construcción de la central, ni tampoco en el comercio (…) En muchos países hay empresas capaces de satisfacer nuestra demanda”.
La creciente tensión Moscú-Ankara proviene del derribo de un cazabombardero ruso Su-24 por el Ejército turco, según el cual, la medida respondió a la violación de su espacio aéreo.
Rusia negó las acusaciones de Ankara pues asegura que su aparato sobrevolaba los aires de Siria y al no recibir disculpas oficiales de Turquía, impuso una serie de sanciones comerciales a raíz de este incidente, calificado por el presidente ruso, Vladimir Putin, de una “puñalada por la espalda”. El mandatario ruso prometió que Ankara se arrepentirá “más de una vez” por lo ocurrido.
zss/ncl/nal - HispanTv
"Durante un año, los pilotos de EE.UU. nunca han visto camiones de petróleo del Estado Islámico"
Moscú considera que la coalición liderada por EE.UU. está simulando la lucha contra la organización terrorista del Estado Islámico y que su posición está politizada, ha declarado María Zajárova, portavoz del Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia. Durante un año sobrevolando Siria, los pilotos de la aviación nunca han visto camiones cisterna del EI haciendo contrabando de petróleo, ha lamentado la vocera rusa.
"Por desgracia, nuestras estimaciones siguen siendo las mismas, lo cual es decepcionante. Podemos constatar que tal vez la coalición liderada por EE.UU. simula que está luchando contra el EI en Siria", ha declarado la portavoz del Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia, María Zajárova, durante una conferencia de prensa este jueves.
"La ineficacia de las operaciones de la coalición de EE.UU. en Siria está claramente confirmada por el empeoramiento problema", ha añadido la portavoz rusa de Exteriores. "Es casi imposible entender cuándo los países actúan de acuerdo con la coalición, y cuándo lo hacen movidos por sus propios intereses. Sería bueno dar a conocer al mundo el concepto de lo que la coalición está haciendo en la región", ha subrayado Zajárova.
"Además, los miembros de la coalición en Siria en algunos casos afirman que actúan en acuerdo con su estructura, en otros –cuándo es más ventajoso para ellos– lo hacen en solitario", ha constatado la portavoz de Exteriores.
"Es necesario evitar la proliferación de la amenaza terrorista hacia nuestros vecinos en Asia Central debido a que sus territorios son un "auténtico manjar" para el Estado Islámico", ha advertido la representante rusa.
Además, ha concluido Zajárova, "es importante que Francia, Reino Unido y Alemania sean capaces de llevar a cabo una contribución real en la lucha contra el EI".
Contrabando de petróleo con camiones cisterna del EI
El Ministerio de Defensa de Rusia, tras su contundente declaración y las pruebas que ha presentado para demostrar que el Estado Islámico roba cantidades industriales de crudo sirio y se las vende a Turquía, ha publicado nuevos videos de los ataques de su Fuerza Aérea a los depósitos de petróleo de la agrupación islamista.
El 17 de noviembre, la coalición internacional encabezada por EE.UU. realizó 20 vuelos de combate y destruyó 14 objetivos del Estado Islámico en Siria, mientras que los aviones de la Fuerza Aérea rusa llevaron a cabo 127 vuelos y acabaron con 206 posiciones yihadistas, según informa una fuente del Ministerio de Defensa ruso a RT.
Actualidad RT
Kirchner: "Le pido a Dios que en 4 años quien esté en esta plaza pueda mirarle a los ojos al pueblo"
Decenas de miles de argentinos se han reunido en la plaza de Mayo de Buenos Aires para despedirse de la presidenta Cristina Fernández de Kirchner tras ocho años de gestión. La mandataria saliente ha dirigido un emotivo discurso a sus partidarios y seguidores.
Antes de comparecer ante los presentes desde el balcón de la Casa Rosada, la mandataria saliente ha oficiado un último acto al frente de la nación argentina en la Sala de Honor de la sede presidencial: ha inaugurado un retrato escultórico de su difunto esposo y antecesor en la presidencia, Néstor Kirchner. A continuación Fernández ha pronunciado un breve discurso ante los invitados agradeciendo a quienes "lo acompañaron a él durante su presidencia".
Néstor Kirchner "construyó una nueva Argentina" a partir de sus "convicciones, coraje, decisión y visión estratégica", ha recordado la dirigente. Ha admitido también que su propia misión consistía en "intentar ser su voz en esta etapa histórica". Destacó además que los tres últimos mandatos presidenciales han transcurrido en condiciones de "impunidad mediática".
A la hora de quitar el velo que cubría el busto de Néstor Kirchner la presidente fue asistida por el líder boliviano, Evo Morales.
A modo de consejo para los futuros gobernantes, Cristina Fernández dijo, ya ante la muchedumbre congregada en la plaza de Mayo: "La confianza del pueblo se logra, se construye cuando cada argentino, piense como piense, sabe que el que está sentado en el sillón de esta Casa [Rosada] es el que toma las decisiones y cuando lo hace, lo hace en beneficio de grandes mayorías populares".
"Le pido a Dios que dentro de cuatro años quien tenga la responsabilidad de conducir los destinos de la patria pueda frente a una plaza como esta mirarle a los ojos al pueblo", agregó la mandataria saliente. "Cada uno de los 42 millones de argentinos tiene un dirigente adentro", recordó Fernández a los seguidores. Al mismo tiempo exhortó que todos los seguidores del rumbo político kirchnerista respeten la voluntad popular que se expresó en las recientes elecciones presidenciales.
Actualidad RT
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
FBI é acusado de organizar ataques terroristas dentro dos Estados Unidos
por Georges Bourdoukan em seu blog
Até que demorou para que a verdade viesse a tona.
O FBI está recrutando “agentes muçulmanos” para promoverem atentados nos Estados Unidos.
É claro que isso não é nenhuma novidade para os leitores do blog que há vários anos publica e publicou na Revista Caros Amigos que os atentados de 11 de setembro ao World Trade Center não foram obras de muçulmanos.
Aliás, vários jornalistas independentes cansaram de acusar os Estados Unidos e o serviço secreto de Israel pelos atos terroristas.
E entre os jornalistas independentes você não pode incluir aí os que trabalham na mídia domesticada e golpista.
Na ocasião os independentes denunciaram também que os atentados foram provocados para que os Estados Unidos e asseclas pudessem invadir e saquear países.
Foi assim com Iraque, foi assim com o Afeganistão, foi assim com a Líbia e está sendo assim com a Síria.
Invadir e saquear nações está no DNA dos governantes dos Estados Unidos.
Foi assim com Honduras e foi assim com o Paraguai.
A Bolívia, Venezuela e Equador poderão ser a bola da vez.
E a não ser que alguém detenha o monstro, nós também estamos na mira.
Quero ser breve para não cansar meus milhares de leitores, pois sei que eles sabem disso tudo.
No entanto, gostaria que você leitor pesquisasse as acusações do ex-presidente da Itália Francesco Cossiga contra a CIA estadunidense e o MOSSAD israelense.
Ele acusa sem medo os dois organismos pelos atentados às torres gêmeas.
E abaixo você fica sabendo que o ator Charlie Sheen pediu ao presidente Obama para reabrir e investigar os atentados de 11 de setembro contra as torres do TWC. Assista em https://youtu.be/uCv4tow-wII
E esse pedido faz mais de 5 anos.
Em vão.
Coalizão internacional ataca forças do governo da Síria
O Estado-Maior da Síria revelou que a coalizão liderada pelos EUA realizou em 6 de dezembro ataques contra posições de tropas sírias em Deir ez-Zor, segundo divulga o Ministério da Defesa russo.
Citando a informação do Estado-Maior sírio, o porta-voz do ministério russo, Igor Konashenkov, declarou que, entre as 19:40 e as 19:55 de 6 de dezembro de 2015, um avião da coalizão occidental atacou o acampamento da 168ª brigada da sétima divisão das Forças Armadas da Síria, localizada dois quilômetros a oeste do aeródromo de Deir ez-Zor.
Segundo ele disse, os aviões com símbolos distintivos de dois países além dos EUA foram vistos a sobrevoar Deir ez-Zor durante os ataques:
"Havia dois pares de aviões pertencentes a dois outros membros da coalizão anti-Daesh, liderada pelos Estados Unidos, nos céus de Deir ez-Zor. Se aqueles aviões não estão relacionados com o ataque aéreo em questão, então por que razão os oficiais do Pentágono, responsáveis pela coalizão anti-Daesh, estão silenciosos sobre a presença de um avião dos seus aliados nas proximidades de Deir ez-Zor em 6 de dezembro?"
Konashenkov também negou os relatos da mídia sobre a alegada instalação pela Rússia de uma nova base aérea na Síria:
“A informação sobre a alegada instalação de uma nova base aérea perto da área de Shairat – a informação que foi reproduzida pela Reuters – primeiramente apareceu numa revista desconhecida koweitiana. Não é preciso ser um brilhante especialista militar para compreender que só basta 30-40 minutos para qualquer avião russo atingir o ponto mais distante na Síria a partir da base de Hmeymim, onde o grupo de aviação russa está baseado.”
Por isso, segundo o porta-voz, o Ministério da Defesa não considera necessário criar novas bases aéreas na Síria.
Sputniknews
Vitória da direita na Venezuela enfraquece a luta antiimperialista na América Latina
O presidente Nicolás Maduro pediu ontem a todos os seus ministros que coloquem seus cargos à disposição para uma "revisão profunda" na execução do novo plano nacional.
Maduro declarou: "Pedi ao Conselho de Ministros que coloquem seus cargos à disposição para fazer um processo de revisão, retificação e reimpulso de todos os ministérios", informou o site Aporrea.
A derrota dos políticos bolivarianos na Venezuela representa um duro golpe à luta antiimperialista na América Latina. A maioria do povo venezuelano decidiu apoiar a oposição nas eleições de domingo passado, após enfrentar privações com uma guerra comercial sem precedentes em nosso continente. Os empresários e industriais venezuelanos sabotaram a economia nacional para enfraquecer o governo de Nicolás Maduro. Produtos e gêneros de primeira necessidade foram boicotados, escondidos em galpões e até mesmo enterrados, para que o povo se rebelasse contra o governo, exatamente como a CIA fez no Chile para derrubar o presidente Salvador Allende em 1973.
O preço do petróleo nos últimos meses atingiu valores muito baixos, prejudicando ainda mais a economia venezuelana. A Venezuela tem uma economia voltada para a exportação. A principal atividade econômica é a exploração e refino de petróleo.
Entretanto, como dizia Hugo Chávez, "pode-se perder uma batalha, mas a guerra não está vencida", e estas eleições são vistas apenas como uma batalha perdida na luta contra o imperialismo em nosso continente. A guerra continuará sendo travada até a vitória dos povos latino-americanos.
Os oposicionistas venezuelanos terão pela frente parte do povo venezuelano organizado. Terão muitas dificuldades para entregar o país aos norte-americanos, como fizeram seus antecessores no passado.
Quando Hugo Chávez assumiu o poder na Venezuela, o controle da PDVSA (a empresa estatal de petróleo venezuelano) era feito no Texas, por empresa norte-americana da família Bush. Chávez rompeu os contratos abusivos da PDVSA e devolveu a empresa ao povo venezuelano. Agora, os traidores da pátria retornam ao poder, mas hoje a realidade é outra: o povo está organizado e não permitirá a entrega das riquezas do país como fizeram no passado.
A eleição da direita na Argentina também é outro retrocesso na América Latina. Mas também o povo argentino saberá enfrentar a elite entreguista do país e fazer valer os seus direitos conquistados nos últimos anos com governos progressistas.
As vezes, perder uma batalha significa arregimentar forças para vencer a guerra.
Carla Regina - Movimento Marcha Verde, Brasil
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