segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Maduro reconoce victoria de la derecha el 6D: "Ha triunfado la guerra económica... No es tiempo de llorar"


Aporrea

Caracas - El presidente de la República, Nicolás Maduro, llamó este domingo a las fuerzas revolucionarias a "ir del estado de las dificultades de la guerra económica a la renovación de la esperanza", luego de los resultados de las elecciones parlamentarias que le dan mayoría a la oposición en la Asamblea Nacional (AN).

"Ha triunfado la guerra económica," dijo Maduro, agregando que la derrota es "circunstancial".

“Esto lo agarramos como una bofetada para despertar y actuar para los tiempos futuros. Yo le digo a todos los compatriotas,” agregó.
Maduro, expresó que la Revolución Bolivariana dará inicio a "una nueva etapa", que tendrá como objetivo central impulsar el área económica y productiva del país.

“La tarea central de la Revolución Bolivariana es acelerar una profunda revolución económica y productiva”, indicó.

Maduro expresó que con la Revolución Bolivariana ha dado una lección de nueva ética política y que con más fuerza el Gobierno Nacional avanzará en la tarea por la construcción del socialismo y una nueva sociedad.

"Hoy la lucha por la construcción del socialismo, de una nueva sociedad, ahora es cuando comienza", expresó el Mandatario Nacional.

El Presidente llamó a afianzar la unión política, espiritual e ideológica que se gestó en las fuerzas revolucionarias durante la última etapa de la campaña electoral para los comicios parlamentarios para defender los logros conquistados en 16 años de Revolución Bolivariana.

"El llamado es a consolidar nuestra unión de todas las fuerzas revolucionarios. Tenemos que acrecentar que los niveles de unión política, espiritual e ideológica que se gestaron en esta semana de batalla juntos en todos los estados del país",

Maduro relató haber recorrido un sector del oeste de Caracas, tras haber hecho su derecho al voto, y haber encontrado simpatizantes del PSUV que no habían votado, por lo cual llamó a la reflexión.

Finalizó que vienen momentos difíciles para la revolución Bolivariana que hay que estar preparados.

"No es tiempo de llorar, es tiempo de luchar y unir fuerzas, de revisar con objetividad y reinventa y de acepar lo que esté mal y de construir respuestas y soluciones para el país," dijo.

"Estoy seguro de que saldremos de ésta," agregó.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Facções da Líbia anunciam acordo para acabar com impasse político


As facções beligerantes da Líbia, reunidas hoje na Tunísia, anunciaram que tinham chegado a um acordo para acabar com o impasse político que assolou o país desde a queda de Muamar Kadhafi.

O acordo ainda terá de ser aprovado pelos respetivos parlamentos.

"Este é um momento histórico que os líbios esperavam, os árabes esperavam e o mundo esperava", disse Abdul-Sadiq Mohammed Awad, o responsável governamental da facção Congresso Geral Nacional, baseada em Tripoli, depois de negociações com os rivais reconhecida internacionalmente como a Câmara dos Deputados.

A Líbia é vítima da guerra civil e caos, onde o poder está dividido entre dois governos, um em Trípoli e outro em Tobruk, que lutam pelo controlo do país apoiados por diferentes grupos islamistas, senhores da guerra, líderes tribais e contrabandistas de petróleo, armas, pessoas e drogas.

Ainda hoje, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, afirmou ser necessário garantir a estabilidade na Líbia, acrescentando que a organização está preparada para ajudar o país se o solicitar.

"Estamos preparados para prestar assistência a um Governo de unidade nacional na Líbia, se este nos pedir. Não estamos a falar de uma nova intervenção militar na Líbia, mas se se formar Governo de unidade nacional, estamos preparados para ajudar", afirmou Stoltenberg numa entrevista publicada hoje no diário italiano Repubblica.

Mundo ao Minuto

“Demos un ejemplo a la humanidad de paz, de civismo, de democracia participativa, protagónica": Presidente Maduro


Caracas, diciembre 6 - “Lo que queremos desde las 5:00 de la mañana es que nuestro pueblo se levante tranquilo, sonriente, feliz, orgulloso de defender la Patria de Simón Bolívar, de Venezuela y de tener tantos amigos en América Latina y en el mundo”, dijo el presidente Nicolás Maduro en transmisión de Venezolana de Televisión, desde el palacio de Miraflores cuando se reunió con los acompañantes internacionales de cara a las elecciones parlamentarias de este domingo 6 de diciembre.

El mandatario subrayó: “Demos un ejemplo a la humanidad de paz, de civismo, de democracia participativa, protagónica, eso es lo que queremos los venezolanos (…) que sea un día de felicidad, de alegría, de expresión de la voluntad nacional”.

Comentó que esta elección es la número 20 desde la llegada de la Revolución Bolivariana, en 1998 cuando el comandante Hugo Chávez ganó la Presidencia del país, y es la cuarta de la Asamblea Nacional unicameral, que por primera vez se eligió en el año 2000.

Indicó que en 2005 se realizó la renovación de los diputados de la Asamblea Nacional, y tres días antes de estos comicios los candidatos de la oposición decidieron retirarse del proceso electoral “y dejaron el camino libre para las fuerzas patrióticas, bolivarianas, revolucionarias y chavistas”.

En 2010, se realizó la tercera elección de la Asamblea Nacional, que resultó bastante favorable para la revolución, que contó con 98 nuevos diputados frente a los 67 de la derecha.

Para la cuarta elección de la AN, que se llevará a cabo este domingo con la participación de 19 millones de venezolanos para elegir a la nueva representación parlamentaria, el también presidente del Partido Socialista Unido de Venezuela (Psuv) reafirmó que “la Revolución Bolivariana respetará los resultados electorales que emanen de la voluntad popular, sean los que sean, de manera estricta e impecable, nosotros respetaremos los resultados de la voluntad de ustedes (el pueblo)”.

“Nosotros somos hijos y padres a la vez, somos hijos de un proceso histórico que nació un 27 de febrero parturiento, violento (…) venimos de las calles, vimos aquel resplandecer del 4 de febrero de 1992, del 27 de noviembre, y sabemos lo que es venir de la violencia fruto de la injusticia, de la falta de democracia, del saqueo del país porque lo hemos vivido”, expresó, al tiempo que indicó que como padres saben lo que es construir un camino de paz a través del proceso popular constituyente.

Aporrea

Maduro está vencendo eleição na Venezuela: chupa Obama!


Gigantescas manifestações e comícios com a população vestindo vermelho marcaram o fim das eleições na Venezuela Bolivariana.

Neste domingo, 19 milhões e 500 mil venezuelanos votam para eleger 167 deputados que formarão a Assembleia Nacional para o período de cinco anos, com início em 5 de janeiro de 2016.

As primeiras notícias de "boca de urna" em Caracas, Maracaibo e Mérida mostram vitória de Nicolás Maduro, do Gran Polo Patriótico Simón Bolívar (GPP).

Apesar da imprensa latino-americana fazer campanha mentirosa e difamatória contra a Venezuela, financiada pelo governo Obama que tenta a todo custo desestabilizar o país, o povo de Chávez não se rendeu. Obama financiou até mesmo atentados terroristas na fronteira com a Colômbia, para tentar influenciar o resultado dessas eleições, sem falar nos bilhões de dólares investidos para derrubar Maduro e colocar no governo um presidente subserviente aos interesses criminosos de Washington. Entretanto, o povo venezuelano está dizendo não ao imperialismo e ao sistema financeiro internacional.

Demonstrando não confiar na vitória da oposição, Lilian Tintori, esposa do criminoso e líder oposicionista Leopoldo López, enviou os dois filhos a Miami, cidade para a qual devem se dirigir grande número de líderes oposicionistas venezuelanos nas próximas horas.


Estado Islâmico (Daesh) sofre de dificuldades financeiras


O Daesh, também conhecido como Estado islâmico ou EI, está passando por problemas financeiros depois de perder o controle sobre grandes territórios na Síria e no Iraque.

"Um problema que eles enfrentam é que grande parte da sua renda nos últimos dois anos se baseava na conquista, confisco e extorsão, e todas essas coisas não são sustentáveis", disse Quinn Mecham, um professor assistente de Ciência Política na Universidade Brigham Young, citado pelo The Washington Post. "E agora eles estão perdendo território, e que faz com que seja difícil continuar a extrair receitas».

Os dados sobe a posição financeira do Daesh são bastante ambíguos, mas ainda é considerada a mais rica organização terrorista do mundo pela maioria das estimativas. Especialistas dizem que a renda diária do grupo com o comércio de petróleo costumava ser em torno de $ 3 milhões. Agora, a situação mudou devido à sua infraestrutura ter sido severamente danificada por ataques aéreos.
Desde que a Rússia começou a sua campanha aérea contra o Daesh a pedido do governo sírio em 30 de Setembro, tendo como alvo as principais áreas produtoras de petróleo da organização, o comércio ilegal de petróleo do grupo caiu 50%.

A aviões de guerra britânicos também entraram em cena e começaram a bombardear alvos na Síria na quinta-feira (3).
O analista Colin P. Clarke disse que espera que as finanças do grupo sofram ainda mais assim que os ataques aéreos se intensifiquem.
«Os efeitos não serão vistos logo, mas, a fim de manter as operações, o grupo provavelmente vai ter que reduzir os pagamentos e o número de pessoas que trabalham lá», disse Clarke.

De acordo com a analista sênior do Oriente Médio do Jane's Information Group Columb Strack, o Daesh já cortou os salários dos combatentes de $ 400 a $ 300 por mês.

Depois que as forças curdas recapturaram grandes territórios, o Daesh teve que aumentar a carga fiscal sobre os territórios que ainda tem sob seu controle, com uma população de 6-9 milhões de pessoas.
O Daesh apreendeu vastos territórios no Iraque e na Síria em 2014, buscando estabelecer um califado regido pela lei da Sharia. O grupo visa expandir sua influência e luta contra as autoridades oficiais destes países. A Rússia proibiu o Daesh no seu território, o classificando como organização terrorista.

Sputniknews

Rússia: declarações dos EUA sobre Síria são ‘teatro do absurdo’


O Ministério da Defesa russo disse no sábado (5) que ficou surpreendido com a "cegueira" das autoridades dos Estados Unidos em relação aos caminhões com o petróleo do Daesh que chegam à Turquia.

"Finalmente, os nossos colegas do Departamento de Estado e o Pentágono confirmaram que as provas fotográficas que tínhamos apresentado em uma coletiva (as rotas de contrabando de petróleo das áreas controladas pelos terroristas) são autênticas. No entanto, a alegação de que eles ‘não veem os postos fronteiriços com caminhões-tanque que cruzam a fronteira', faz-nos sorrir, pelo menos, porque é uma foto", disse o major-general Igor Konashenkov.

"Quando os oficiais norte-americanos afirmam que eles não vêem o petróleo contrabandeado por terroristas para a Turquia, isso parece mais um patrocínio do que astúcia", acrescentou Konashenkov.

Mais cedo, um funcionário do Departamento de Estado dos EUA disse aos jornalistas que as fotos apresentadas pelo Ministério da Defesa russo que mostram centenas de caminhões com petróleo do Daesh são autênticas. Observou, no entanto, que "o que eu não vi é a fronteira com camiões que atravessam a fronteira, e isso é porque eu não acredito que exista."

Na quarta-feira (2), o Ministério da Defesa da Rússia mostrou imagens de satélite que mostram como o Daesh transporta até 200.000 barris de petróleo em pelo menos 1.722 caminhões para países terceiros, principalmente através da fronteira norte da Turquia.

"Em geral, as recentes declarações de representantes do Pentágono e do Departamento de Estado fazem lembrar um ‘teatro de absurdo’, com base em padrões duplos e um jogo de palavras", disse o porta-voz do ministério Konashenkov em uma coletiva de imprensa.

"Primeiro eles veem algo, depois já não veem. Eles dividem a oposição em terroristas moderados e não-moderados. Mesmo os terroristas, na sua opinião, são ruins ou muito ruins", acrescentou.

Sputniknews

Putin ordena preparar el súper avión invisible ‘Juicio Final’


El presidente de Rusia ha ordenado completar dentro de dos semanas el súper avión conocido como ‘Juicio Final’, diseñado para participar en las guerras nucleares.

Según ha publicado la agencia de noticias británica Express en su versión de este sábado, pese a que los expertos militares rusos habían anunciado que la aeronave no estaría preparada para realizar operaciones hasta finales de 2015, el mandatario Vladimir Putin ha urgido a complementar el aparato en las próximas dos semanas para utilizarlo en caso de necesidad urgente.

Este ‘avión invisible’ es capaz de salvaguardar a altos funcionarios militares y el equipo técnico en caso de que las bases o los centros de comando sean objeto de amenaza.

Anteriormente, los medios de comunicación de Rusia habían confirmado que las pruebas preliminares del mencionado centro de mando estratégico aéreo, inspirado por el modelo Ilyushin I1-80, se realizaron con éxito.

Rusia y EE.UU. son los dos únicos países del mundo que poseen un arma de este tipo.

El director general de la empresa diseñadora, Aleksandr Komyakov, ha destacado que la principal ventaja del avión es su “invencibilidad”.

“Las instalaciones de comando con posiciones conocidas en el terreno podrían ser apuntadas, pero un puesto de mando en el aire es un objetivo difícil para hacerlo desactivado ya que cambia continuamente. Los americanos llaman este tipo de aeronaves los aviones del ‘Juicio Final’”, ha señalado Komyakov.

La función esencial del aparato se concentra en el despliegue de las fuerzas armadas y el establecimiento de redes de comunicación en las circunstancias extremadamente desfavorables cuando las instalaciones terrestres se encuentran eliminadas y destruidas.

La noticia se ha publicado en una situación en que las tensiones entre Rusia y Turquía han alcanzado su punto máximo de las últimas décadas, después del derribo de un avión militar ruso por la Aviación turca el pasado 24 de noviembre.


Sistemas de misiles de defensa antiaérea S-400, de fabricación rusa, desplegados en la base aérea en Latakia, noroeste de Siria.


Ante lo ocurrido, Putin instó a las autoridades turcas a pedir disculpas por el hecho y aseguró que Turquía se arrepentirá más de una vez de sus actos.

El Ministerio ruso de Defensa anunció el 25 de noviembre la decisión de su país de reforzar la presencia militar en Siria, donde desplegará los sistemas antiaéreos S-400.

Desde el 30 de septiembre, Moscú lleva a cabo una campaña de ataques aéreos –a petición del presidente sirio Bashar al-Asad– contra las posiciones de grupos terroristas, en particular el takfirí del EIIL (Daesh, en árabe) en Siria.

msm/ktg/rba - HispanTv

Asesor de Líder: Irán no se pondrá de acuerdo con EEUU, Al-Asad es nuestra línea roja


Ali Akbar Velayati, asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei.

Un alto funcionario iraní recuerda que el presidente sirio, Bashar al-Asad, es la línea roja de Irán y que Teherán no se pondrá de acuerdo con EE.UU. sobre el caso sirio.

“Bashar al-Asad es la línea roja de la República Islámica de Irán, puesto que fue electo presidente por el pueblo sirio”, recalcó el asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán, Ali Akbar Velayati, en una entrevista concedida el sábado a la televisión estatal iraní.

Al subrayar el importante rol que juega Teherán en los asuntos de la región, el asesor de ayatolá Seyed Ali Jamenei indicó que Teherán “no va a ponerse de acuerdo con los estadounidenses” en lo que se refiere a la crisis siria, que ya se ha cobrado la vida de un cuarto millón de personas desde su inicio en marzo de 2011, según cifras del opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH).

“Es la nación siria la que debe decidir sobre su destino y fuera de las fronteras sirias nadie tiene el derecho a marcar obligaciones para esta nación”, remarcó, en alusión a la postura de EE.UU. y varios de sus aliados europeos y de la región que insisten en el abandono del poder de Al-Asad.

Irán seguirá apoyando a Siria en los campos de batalla, así como en los ámbitos políticos con el fin de “defender su soberanía e integridad territorial”, apostilló.

Velayati, que funge también de director del Centro de Estudios Estratégicos del Consejo de Discernimiento del Sistema de la República Islámica de Irán, sacó a colación las recientes tensiones entre Rusia y Turquía tras el derribo por parte del Ejército turco de un Sujoi Su-24 ruso cerca de la frontera turco-siria.

En este contexto, adujo que es una “obligación” de Teherán esforzarse por atenuar la tirantez entre Moscú y Ankara, pues, no será de beneficio para nadie agravar las tensiones en la región.

“Invitamos a nuestros vecinos a abstenerse de hacer comentarios inapropiados y a no echar leña al fuego encendido por EE.UU. en la región”, instó.

El incidente le ha costado muy caro a Turquía; Moscú ha cortado todos sus lazos militares con Ankara y ha adoptado represalias económicas, como la prohibición de vuelos chárter entre ambos países y que personas jurídicas rusas contraten a nacionales de Turquía a partir del 1 de enero de 2016, además de restringir las actividades de organizaciones bajo jurisdicción turca en Rusia y la importación de ciertos artículos turcos.

mjs/ctl/msf - HispanTv

Al-Asad: Ataques aéreos ilegales británicos están condenados al fracaso


El presidente de Siria, Bashar al-Asad, denuncia las “ilegales” acciones militares británicas en el territorio sirio, al tiempo que recalca que fracasarán.

“Los ataques aéreos del Reino Unido (en Siria) están condenados al fracaso”, advirtió Al-Asad en una entrevista publicada este domingo en el diario británico The Sunday Times.

La aviación militar británica realizó en la noche del miércoles su primera incursión aérea contra las posiciones del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en Siria, poco después de que la Cámara de los Comunes de Reino Unido autorizara la intervención militar.

El mandatario sirio puso en tela de juicio la voluntad de Londres para combatir el terrorismo. “Desde el principio de los conflictos, el Reino Unido y Francia fueron los pioneros en apoyar el terrorismo en Siria”, apuntó, para luego agregar que los referidos países “carecen de voluntad y visión correcta” para derrotar a los terroristas.

Para Al-Asad, las “ilegales” acciones militares británicas podrían servir solo para propagar el “cáncer” del terrorismo en toda la región. Cualquier acción militar en Siria “es legal solo cuando es coordinada con el Gobierno legítimo sirio”, sostuvo.

De hecho, llamó a los países occidentales y a los integrantes de la llamada coalición anti-EIIL, orquestada por EE.UU., a seguir el ejemplo de Rusia, que comenzó a bombardear las posiciones de Daesh a finales de septiembre.

“Somos un país soberano. Los rusos cuando quisieron hacer una alianza contra el terrorismo, lo primero que hicieron fue discutir con el Gobierno sirio. Luego comenzaron a abordar el mismo asunto con otros gobiernos y posteriormente vinieron (a Siria)”, recordó.

Al ser preguntado sobre si el Frente Al-Nusra, rama siria de Al-Qaeda, representa una amenaza para Occidente a un nivel similar que Daesh, Al-Asad advirtió de la ideología extremista que comparten ambos grupos.

“Sus prácticas se enmarcan en su oscura ideología desviada del wahabismo. No hay diferencia alguna entre estos dos grupos porque tienen la misma ideología”, alertó.

Los conflictos en Siria desde su inicio en marzo de 2011 han acabado con la vida de más de un cuarto de millón de personas, de acuerdo con las estadísticas del opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH).

mjs/ctl/msf - HispanTv

¿De camino hacia una operación militar a gran escala de EE.UU. en Irak y Siria?


EE.UU. planea el envío de 50 soldados de operaciones especiales a Siria y 100 comandos a Irak, donde está operando el Estado Islámico. Esta decisión plantea preguntas acerca de si Barack Obama se está retractando de cuando afirmó que "no habrá botas en el suelo" en esos dos países.

Según el presidente Barack Obama, el pueblo estadounidense debería interpretar su promesa como que el país no va a hacer "una invasión al estilo de Irak, con batallones atravesando el desierto". No obstante, el columnista Micah Zenko del rotativo 'The National Interest', señala que es poco probable que la gente pudiera malinterpretar ese compromiso repetido públicamente 16 veces entre 2013 y 2015.

"La razón obvia de que todos los presidentes y altos funcionarios del gobierno al principio minimizan la misión y el papel de las intervenciones militares estadounidenses es catalizar el apoyo político interno", sostiene el autor. "Es porque las encuestas de opinión pública de los estadounidenses revelan que en su mayoría no apoyan las guerras que, según creen, serán unilaterales, largas, sangrientas y costosas".

En su opinión, Obama simplemente siguió el ejemplo de sus predecesores, primero minimizando el compromiso militar de EE.UU., pero luego gradualmente aumentándolo y aprobando nuevas misiones, "al mismo tiempo constantemente afirmando que no ha habido ninguna ampliación de la misión ni tampoco una violación de promesas previas", recalca Zenko.

Cada adición gradual del personal, armas y misiones "se anuncia en la manera de 'nada nuevo que ver aquí' y se empaqueta como un ajuste menor y sabio de política" para llegar a su objetivo: en este caso, destruir el Estado Islámico.

El periodista recuerda que en 2014 Obama prometió que las tropas serían desplegadas solamente bajo ciertas circunstancias, por ejemplo, si los yihadistas se hicieran con un arma nuclear. "Ahora, los soldados especiales llevarán a cabo operaciones de alto riesgo para simplemente tratar de capturar y matar a unos cuantos miembros del Estado islámico, de los que al parecer existe una fuente inagotable", recalca.

A modo de conclusión, Zenko hace referencia a que el número de terroristas sigue siendo más o menos el mismo desde el principio de la operación liderada por EE.UU. hace 16 meses, con lo cual su pregunta es si la estrategia estadounidense realmente está funcionando.

Actualidad RT

"Incidente terrorista" en Londres: Ataca a un hombre con un machete "en venganza" por Siria


Un londinense presenta "graves" lesiones por arma blanca después de que un desconocido lo atacara con un machete al grito de "esto es por Siria" en la estación del metro Leytonstone de la capital británica. Scotland Yard ha anunciado que contempla el ataque como un incidente terrorista".

Según Scotland Yard, sus agentes acudieron al lugar de los hechis las 19:05 del sábado (hora local) y arrestaron a un hombre después de derribarlo con un Taser, informa 'Mirror'.

Según testigos, en el momento de lanzarse con un machete contra el cuello de un hombre, el agresor grito: "esto es por Siria" y "toda vuestra sangre será derramada", según el periódico 'Express'.

"Estamos contemplando el suceso como un incidente terrorista", asegura Scotland Yard.

El hombre se encuentra bajo custodia en una comisaría de policía de Londres.Según medios locales, él también hirió a otras dos personas que han sido hospitalizadas. El hombre que fue atacado en el cuello se encuentra en estado grave.

¿Por qué Europa se ha convertido en blanco del terrorismo?

Últimamente, cada vez más expertos hablan sobre efecto negativo de la política exterior de algunos países europeos hacia Oriente Medio. Para muchos, el auge del extremismo en las principales capitales del continente viejo es nada más que el resultado de la errónea política guiada por su principal aliado, EE.UU., y llevada a cabo durante años.

Sobre todo el tema se reavivó tras los sangrientos ataques en París del pasado 13 de noviembre, cuando para la sociedad europea quedó claro que ya no hay lugares seguros para esconderse del terrorismo. Sobre el ejemplo de lo sucedido en Francia, el periodista internacional David Bollero opina que es necesario replantear las políticas adoptadas por las capitales europeas y las estrategias hasta hoy tomadas por los gobiernos internacionales, muchas de ellas responsables en cierta medida de la intensificación de los ataques terroristas en los últimos tiempos. En este contexto, opina sobre la participación de la coalición internacional en los ataques contra Siria.

Pese la complejidad que implica resolver la situación actual, es indispensable replantear las guerras, porque son "el caldo de cultivo de nuevos incidentes terroristas", añade el experto.

De acuerdo con Bollero, el problema radica en que los conflictos y guerras desatadas en los diferentes territorios de Oriente Medio no justifican las causas reales por las cuales aquellas fueron promovidas. Por el contrario, amplifican el "sentimiento extremista".

Actualidad RT

Argentina a un paso de la revuelta social


Resumen Latinoamericano/ Sputnik Mundo - Los argentinos comienzan a darse cuenta de lo dura que podría resultar la gestión del recién electo presidente Mauricio Macri, pues sus primeros pasos auguran los peores pronósticos. Así opina el analista económico y geopolítico argentino, Carlos Andrés Ortiz

Según el analista, Macri “quiere producir una devaluación importante”, algo que ya disparó los precios y la inflación. Asimismo, Ortiz aseveró que la situación empeorará si Argentina firma tratados de libre comercio con la UE y EEUU, pues eso implicará la “desindustrialización”, la “extranjerización rápida” y la pérdida de la soberanía energética, entre otros.

El experto se mostró crítico también con el nuevo gabinete de Macri que “tiene varias personas absolutamente incapaces para los cargos a los que han sido asignados”, e incluso algunas “han sido procesadas”.

Carlos Andrés Ortiz se mostró convencido de que en un lapso de 5 ó 6 meses, habrá “mucha oposición” al Gobierno de Macri, lo que podría desembocar en una revuelta social.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Massacre prova cumplicidade da Turquia e de Washington no terror contra a Síria


Por Finian Cunningham

Na manhã de 21 de março de 2014 a aldeia síria de Kessab foi atacada por uma força constituida de jihadistas islâmicos e do exército turco. Entre os irregulares encontravam-se brigadas das milícias pertencentes ao Exército Sírio Livre, FSA, os militantes mais apoiados pelos governos ocidentais envolvidos, assim como milícias pertecentes as tribos turkmanas e a Al-Nusra (organização terrorista ligada a Al-Qaeda) além do auto-proclamado Estado Islâmico. Todos trabalhando em conjunto para o resultante massacre. A evidência mostra ainda que e os governos de Ankara e Washington também estiveram envolvidos nas atrocidades.

O ataque foi feito na aurora, numa aldeia de 2.000 habitantes, dos quais a maioria constituia-se então de cristãos arménios. Tudo começou com um pesado fogo de artilharia do exército turco nas suas posições do outro lado da fronteira, na Província de Hatay na Turquia. Helicópteros do exército turco também foram usados para bombardear casas e fazendas em Kessab. Essa aldeia está localizada nas montanhosas regiões de Jebel Al-Aqra, com vista para o Mar Mediterrâneo, a poucos quilómetros da fronteira turca, na Província de Latakia, na Síria.

Após as primeiras salvas do exército turco a aldeia Kessab foi atacada então por milhares de militantes entrando através da fronteira em caminhões pick-up. Entre as forças de assalto encontravam-se cidadãos da Chechênia, Afeganistão, Tunísia, Marrocos, Arábia Saudita, assim também como britânicos e australianos, de acordo com os sobreviventes.

A maioria dos moradores de Kessab conseguiram fugir, em pânico, do avanço jihadista. Eles fugiram em carros e outros veículos para a zona sul da cidade de Latakia, que fica cerca de uma hora de distância de carro, e está sob controle do governo sírio.

O que se deu nos dias que se seguiram foi um massacre dos moradores que tinham ficado ilhados na aldeia. No total 88 dos moradores, principalmente idosos, foram abatidos. Treze das vítimas foram degoladas. Um jovem de 21 anos, Kevork Djurian, foi executado na frente de seus pais. Os assassinos riam da angústia de seu pai, Papken. Os jihadistas se recusaram a deixar o pai enterrar seu filho, dizendo que ele era “um armênio de cão”.

Kessab foi ocupada pelos jihadistas por quase três meses até que o exército do governo eleito e constitucional da Síria tirou os militantes de lá retomando a aldeia , em meados de junho de 2014. Hoje Kessab ainda permanece sob controle do governo sírio.

Duas testemunhas dessa carnifícina contaram, em separado a esse autor, a respeito do assalto e suas consequências. Uma dessas pessoas sendo uma cidadã americana vivendo na Síria há mais de 20 anos. Ela é médica de profissão e tem seu domicílio em Kessab. Na manhã da abertura do assalto, ela estava em Latakia, onde ela atendeu então aos sobreviventes que fugiram para o santuário da principal igreja armênia de Latakia. Além de atender as pessoas traumatizadas, alguns dos quais seus vizinhos e amigos, ela cuidadosamente foi anotando as narrativas de como o ataque inicial tinha se desdobrado. Quando o exército sírio, mais tarde, retomou Kessab em junho, a médica americana voltou para a aldeia e testemunhou a devastação que os jihadistas haviam infligido a moradias, edifícios públicos e igrejas.

Uma outra testemunha foi um atual pacifista e ativista irlandês, o Dr. Declan Hayes. Ele também conseguiu chegar a Kessab nos dias seguintes a recaptura da mesma pelo exército sírio. Hayes entrevistou sobreviventes e documentou as cenas de saques e destruição feitas pelas milícias anti-governamentais, das quais as pessoas fugiram.

“Eu entrevistei o homem cujo filho foi morto em frente de seus olhos”, diz Hayes. “Os jihadistas deixaram o corpo do rapaz ensangrentado no chão por três dias na frente de sua casa, para atormentar aos pais”.

Sem exceções foi dito pelos moradores que o ataque tinha começado com o fogo de artilharia e que depois tinha procedido com os ataques de helicópteros vindos do território turco. A fronteira é fortemente militarizada com posições do exército turco por todo lado na parte turca da fronteira. Não há dúvidas de que esse ataque foi lançado com o direto envolvimento do governo turco em Âncara, disse Hayes.

Kessab está nas mesmas localidades montanhosas onde um F-16 fighter jet turco [ou seriam vários fighter jets turcos revisando-se?] na semana passada abateu um Su-24 bombardeiro russo que esteve abatendo grupos jihadistas. O avião russo caiu em território sírio e um de seus pilotos foi assassinado por militantes turkmenos enquanto seu paraquedas trazia-o para o solo. Turcomenos são cidadãos sírios etnicamente relacionadas com os turcos do outro lado da fronteira.

A médica sírio-americana denominada acima (cujo nome não mencionei a pedido dela) disse que turkmenos desempenharam um papel importante no abate de Kessab. “Eles conhecem todas as estradas, trilhas, e caminhos dentro e fora de Kessab. Foram eles que levaram os atacantes para a aldeia”.

Igrejas e um centro cultural da aldeia foram atacados. Os atacantes iam de casa em casa matando moradores aterrorizados e depois saqueavam tudo o que não tinha sido destruido ou até mesmo coisas já meio destruidas. Dinheiro, jóias, relógios, televisores, geladeiras, portas, janelas, móveis e equipamentos agrícolas foram sistematicamente saqueados e levados para caminhões para serem vendidos do lado turco da fronteira.

Para adicionar a lista dos crimes, um grupo de cerca de 30 idosos de Kessab foram sequestrados por saqueadores e levados para a cidade turca de Vakifli, cerca de 20 quilómetros da fronteira. Eles ficaram detidos pelos militantes armados durante várias semanas antes de serem levados pelas autoridades turcas para Trípoli, no Líbano. A partir dali, as pessoas foram capazes de fazer o seu caminho de volta para o santuário de Latakia. A tortuosa rota tinha sido provavelmente escolhida pelo regime turco para esconder seu envolvimento no crime.

Durante seu sequestro, o grupo foi visitado por uma delegação oficial americana a qual incluía o então embaixador dos EUA para a Turquia, Francis Ricciardone. Ricciardone, apresentou-se através de um intérprete.


O petrificado povo de Kessab pediu ao oficial norte-americano que intervisse para a sua libertação. Mas ele os deixou ao seu destino. O que ele queria saber, através dos seus interrogatórios, era se alguém lá vindo de Kessab seria cidadão norte-americano.

Como a médica norte-americana me disse:- “Tem vários cidadãos como eu que moram em Kessab. Há uma grande comunidade da diáspora de arménios sírios nos Estados Unidos e muitos deles têm casas na Síria. Parece que o embaixador americano estava preocupado que qualquer um desses cidadãos estivesse entre os sobreviventes de Kessab. Isso daria uma má repercussão para o governo americano caso os acontecimentos fossem desvendados e virassem caso de notícias”.

Como observado, depois do embaixador dos EUA ter estabelecido que não havia nenhum cidadão americano sobrevivente do assalto em Kessab ele deixou as outras pessoas à sua sorte no cativeiro, na Turquia.

O que o encontro mostra é que Washington tinha plena consciência do que se passava em Kessab. De que outra forma teria o diplomata dos EUA aparecido lá para questionar os moradores sequestrados?

Nos dias que se seguiram ao ataque Samantha Power, a embaixatriz dos EUA para as Nações Unidas, emitiu uma perfunctória declaração sobre a “preocupação” de Washington com a violência. EntretantoWashington não especificava quem eram os culpados assim como não apresentava qualquer censura ao governo turco de Recep Tayyip Erdogan, que era o primeiro-ministro na época. Agora ele é o presidente.

Subsequentes declarações da funcionária do Departamento de Estado Victoria Nuland afirmava que o governo turco não tinha qualquer envolvimento com o ataque em Kessab. No entanto o governo da Rússia assim como o da Síria e da Armênia condenaram, em termos explícitos, esse massacre.

O governo turco afirmou que não teve nenhum papel no ataque. Em um comunicado oficial o governo Erdogan, disse:- “As alegações de alguns círculos de que a Turquia estaria a fornecer apoio para as forças da oposição, seja através do uso do nosso território, ou através de qualquer outra forma durante esse conflito – o qual se intensificou recentemente na região de Latakia/Kessab- são totalmente infundadas e inverídicas”.

Entretanto os testemunhos citados nesse artigo mostram que as autoridades turcas estiveram diretamente envolvidas no assalto militar e na orquestração dos militantes jihadistas. O desmentir do governo de Âncara recusando sua responsabilidade no massacre de Kessab é mentira descarada.

Em 1 de abril de 2014, 12 dias após o assalto ter começado Ahmed Jarba, o líder do pelo ocidente apoiado Conselho Nacional Sírio (SNC na sigla inglesa) chegou a aldeia Kessab. O SNC é a ala política (no exílio) do Exército Sírio Livre. Jarba é um protegido do regime saudita. Ele foi a Kessab para inspecionar a ocupação e felicitar os militantes na sua bem sucedida violação e entrada de ponta no território de Latakia, controlada pelo governo constitucional. A violação do território na costa do Mediterrâneo foi considerada como uma vitória significativa para os militantes. No mês seguinte, em maio, Jarba foi recebido na Casa Branca pelo Presidente Barack Obama onde ele também foi cumprimentado pela conselheira de Segurança Nacional de Obama, Susan Rice.

O “estupro de Kessab”, como o Dr. Declan Hayes o denominou, foi conduzido pelos combatentes pertencentes ao Exército Livre da Síria, FSA na sigla inglesa, (os tais mais apoiados pelos poderes do ocidente) conjuntamente com as brigadas jihadistas de tribos turkumenas e da Al-Nusra (a qual é ligada a Al Qaeda) assim como com as do Estado Islâmico.

O que aconteceu em Kessab serve como um microcosmo do que tem acontecido na Síria durante os últimos quatro anos e meio (4,5 anos). A aldeia de Kessab é principalmente habitada por arménios cristãos mas lá também encontram-se muitas das seitas religiosas que residem na Síria, incluindo-se aqui então os xiitas e os sunitas. As comunidades agrícolas tinham convivido pacificamente há séculos. Elas nunca foram perseguidas pelo governo sírio do Presidente Assad. A última perseguição do período histórico foi já há um século atrás, em 1915, de quando o império Otomano turco realizou o genocídio armênio, de quando 1,5 milhão de armênios foram mortos. Tragicamente tem-se então aqui que muitos dos sobreviventes do massacre de Kessab são descendentes desse primeiro genocídio.

Na manhã do dia 21 de março do ano passado a comunidade de Kessab foi submetida a uma orgia barbárica realizada por jihadistas apoiados por poderes ocidentais, pela Turquia e pela Arábia Saudita. Todo o conjunto de idéias inventadas pelos governos ocidentais, e seus principais meios de comunicação, de que os governos ocidentais envolvidos estariam apoiando ” rebeldes seculares e moderados ” na Síria, os quais por sua vez estariam lutando contra um regime sectário e despótico, é exposto mais uma vez como uma farsa hedionda. A carnificina de Kessab mostra claramente [para quem quer ver] como são as coisas na Síria.


De particular importância é o papel criminoso desempenhado pelo governo turco de Recep Tayyip Erdogan, o qual mostra-se tanto na orquestração da carnificina em Kessab, como também muito claramente ao longo de todo o conflito sírio.

Erdogan negou categoricamente durante toda essa semana as declarações feitas por Vladimir Putin, Presidente da República Federativa Russa, de que Âncara é um cúmplice no fomento do conflito na Síria. Isso sendo através de apoiar terroristas agindo numa escala industrial envolvendo o contrabando de petróleo e armas. Erdogan chegou a dizer que ele renunciaria se fosse provado que seu regime tinha sido um cúmplice nas alegações apresentadas. Sua arrogante confiança parece ser consequência da brutal supressão de seu regime quanto as publicações da mídia turca. Essa supressão impede que se publiquem artigos ou documentação que possibilite verificações de que o serviços secretos da Turquia realmente estão em controle dos caminhões carregados de armas indo da Turquia para a Síria, e de petróleo indo da Síria para a Turquia.

Anteriormente, para absolver o estado turco de acusações de conivência com os terroristas, Erdogan afirmava que as armas estavam sendo enviados para ajudar os “irmãos” turkmenos a se defender do exército sírio constitucional, ou seja, do governo estabelecido. A seguir o brutal assassinato do piloto russo por jihadistas turkmenos na semana passada, Erdogan esta semana mudou de tom e afirmou que as armas indo para a Síria estavam sendo enviadas para o “Exército Sírio Livre”.

Entretanto, como o Kessab massacre demonstra, os chamados “moderados” desse denominado exército livre, FSA na sigla inglesa, fazem parte integrante e indistinguível do exército constituido pelas brigadas terroristas, que Âncara e seu aliado Washington, apoiam com o intento de poder derrubar o governo eleito e constitucional do Presidente Assad. Qualquer declarada diferença [entre o dia e a luz] é claramente apenas uma invenção fictíva da imaginação, acompanhada depois pela propaganda.

Obama enquanto em Paris na cimeira das alterações climáticas nessa semana reiterou seus pedidos a Rússia para que mantivesse o foco de sua campanha militar no Estado Islâmico, e que não concentrasse seus ataques aéreos nos “rebeldes moderados “.

O presidente americano e seu aliado turco não estão realmente em posição de ensinar a ninguém a respeito de “terroristas” e “moderados”. Tanto os denominados como “moderados” como os denominados “terroristas” fazem parte das mesmas gangues, quadrilhas e esquadrões de criminosos, nos quais Obama e Erdogan deveriam ser incluidos.

Tradução Anna Malm / Yandex