domingo, 29 de novembro de 2015
Periodistas turcos a RT: "Ankara oculta que sus armas acaban en manos del EI"
Protestas en Ankara contra la detención de dos periodistas / Reuters / Umit Bektas
Los reporteros del periódico 'Cumhuriyet' cuyos periodistas han sido detenidos por espionaje, revelaron a RT algunos de los detalles que tienen en su poder sobre las presuntas conexiones del Gobierno de ese país con el Estado Islámico.
El pasado mes de mayo, 'Cumhuriyet' denunció que los servicios especiales de Turquía transportaban armas en camiones hacia Siria. Se detallaba que las proporcionaban a los extremistas del país vecino que luchaban contra el Gobierno sirio. El redactor jefe de ese periódico ha sido encarcelado este viernes por la Fiscalía turca en espera del juicio por espionaje y traición. Las mismas medidas podrían ser aplicadas para un segundo empleado del rotativo.
"Aquellos que enviaron el cargamento sabían que las armas iban a terminar en manos del Estado Islámico", dijo uno de los redactores jefes del 'Cumhuriyet' en una entrevista a RT en Inglés. "La bandera del Estado Islámico se podía ver claramente al otro lado de la línea fronteriza" a donde llegó el convoy turco, agregó el reportero.
Tras la denuncia, las autoridades turcas hicieron "declaraciones contradictorias". "En un principio dijeron que las armas iban al Ejército Libre de Siria, luego negaron la información rotundamente, pero después comentaron que la ayuda estaba destinada a las milicias turkmenas", comentaron los reporteros.
"Si pregunta [al Gobierno] quiénes son [los turkmenos] te dirán que ellos son nuestros chicos", agregaron. Pero "no hay ninguna diferencia entre estas milicias y los terroristas, todos ellos se llaman entre sí hermanos", indicó.
"Creo que hay un problema de etiquetas, porque todo el mundo se centra en el Estado Islámico, pero también hay otros grupos yihadistas allí [en Siria] que tienen vínculos con el Frente al Nusra o el EI. Mientras tanto, Ankara dice que 'estamos apoyando a los grupos que combaten contra el Estado Islámico'", lamentaron.
Además señalaron que el "EI pasa el petróleo de contrabando a Turquía y a través de Turquía". La "gran pregunta es si lo están haciendo sin el conocimiento del Gobierno o con conocimiento de alguna autoridad", finalizaron los periodistas.
Actualidad RT
sábado, 28 de novembro de 2015
Turquia recebe petróleo do Estado Islâmico
Os ataques aéreos russos à infraestrutura petrolífera jihadista causaram a insatisfação natural da Turquia, que parece ser o principal consumidor de petróleo do EI, de acordo com a imprensa alemã.
Depois da derrubada do bombardeiro russo Su-24 pela Força Aérea turca, o presidente Putin afirmou que Ancara parece ser cúmplice dos terroristas, já que compra o petróleo nas regiões da Síria capturados por extremistas, e ele tem razão ao dizê-lo, escreve o jornal alemão Bild.
A Turquia se transformou em um grande consumidor de petróleo do grupo extremista Estado Islâmico, continuou o autor do artigo. Os empresários turcos têm acordos de compra de petróleo com jihadistas que lhes permitem obter uma receita de $10 milhões por semana.
O Kremlin há muito tempo que obteve informações de que o petróleo a partir de territórios capturados pelo EI na Síria estava sendo transportado para a Turquia. Quando as Forças Aerospaciais russas começaram a realizar mais ataques contra a infraestrutura do EI, isso não poderia ser ignorado por Ancara.
De acordo com o Bild, a política turca em relação aos jihadistas não é completamente transparente: embora Ancara tenha dado aos americanos a oportunidade de usar a base aérea do país para o lançamento de ataques contra as posições do EI, Erdogan permite que os terroristas cruzem a fronteira para a Síria sem obstáculos.
Ao mesmo tempo, observa o Bild, a Turquia não é o único país que está fazendo acordos sujos com os militantes islâmicos para obter lucro. O contrabando é igualmente realizado para a Jordânia e Curdistão, onde o mercado negro de petróleo do Estado Islâmico é florescente, afirmou Eckart Woertz, analista sênior do Centro de Barcelona para os Assuntos Internacionais.
O presidente russo, Vladimir Putin, depois de uma conferência de imprensa com o presidente francês, François Hollande, disse que quantidades significativas do petróleo procedentes das áreas controladas pelo EI na Síria estão sendo transportadas para a Turquia: "Nós estamos falando sobre o abastecimento em escala industrial do petróleo dos territórios sírios capturados por terroristas — a partir dessas áreas exatas e não de quaisquer outras. E podemos observar a partir do ar, para onde os caminhões estão indo", anunciou o presidente. "Eles estão se movendo para a Turquia, dia e noite."
Sputniknews
Como se produz um terrorista
Por Vladimir Safatle - Carcará
Muito já foi dito a respeito dos terríveis atentados em Paris, mas talvez ainda seja necessário insistir em uma questão que alguns lutam com todas as forças para distorcer: "Como chegamos até aqui?". Pois estamos tão envenenados por teorias rocambolescas de choques de civilização, tão anestesiados pelo medo como motor de coesão social e como força de justificativa para delírios militaristas que ficamos paralisados diante da exigência urgente de reconstruir a sequência de nossos passos até o abismo.
Para produzir uma aberração como o Estado Islâmico é preciso um verdadeiro sistema de erros e cegueiras reiterados por anos a fio. É claro que, nessas horas, aparecem os trombeteiros do Apocalipse de sempre, com seus preconceitos rasos a respeito do mundo árabe e de uma religião que eles sequer conhecem. Com suas explicações que mais parecem saídas da era medieval das Cruzadas, e fazem de tudo para não deixar ver como o "arcaísmo" é algo que se constrói a ferro e fogo no presente.
Vejam, por exemplo, a história de Hasna Ait Boulahcen. Francesa "de origem árabe", 26 anos, moradora da periferia pobre de Paris, ela, segundo seus amigos, "adorava festas, namorados e bebidas". Antes dos últimos seis meses, ela preferia chapéus de cowgirls a burcas. Da mesma forma, há até bem pouco tempo, ela não lera nenhuma linha do Corão. No entanto, Hasna participou dos atentados em Paris que mataram barbaramente 130 pessoas.
Ninguém precisa de PhD em psicologia social para compreender como sua conversão a membro de uma organização terrorista que leva o nome de uma religião nada tem a ver com arcaísmos ligados à pretensa resistência de modos de vida tradicionais aos nossos valores liberais. Ou seja, esses jovens urbanos europeus não abraçaram o Estado Islâmico por estarem enraizados em tradições refratárias e sistemas rígidos de hábitos. Ao contrário, eles procuravam arcaísmos exatamente porque não havia mais tradição alguma.
Eles adotaram uma tradição fabricada para expressar a violência contra promessas de modernização social que, para eles, não haviam dado a integração prometida. Há de se conhecer a periferia de onde vieram para perceber como a miséria, a falta de horizonte, as batidas policiais diárias, o racismo ordinário travestido de "luta pela defesa de nossos valores" rondam.
Presos em um vazio no qual não havia nem tradição nem modernidade, eles acharam uma organização que unia o espírito de gangues de delinquentes que conheciam bem, violência bruta e uma narrativa gloriosa que mistura bricolagens religiosas e redenções de um passado épico capaz de deixar para traz o sentimento de humilhação social. Alguns poderiam ver, com tal explicação, uma tentativa de vitimizar assassinos dementes. Melhor seria lembrar, como Hannah Arendt, que o caráter aterrador de nossa situação está no fato de não ser necessário ser monstro para produzir monstruosidades.
O Estado Islâmico conhece bem os afetos de pessoas como Hasna, seu ressentimento e humilhação, sabe muito bem como vampirizá-los. Afinal, ele é filho de outro vazio, este produzido pela catástrofe político-social resultante das invasões criminosas ao Afeganistão e ao Iraque. Mas o Estado francês e toda a camarilha de loucos por fronteiras, fortalezas, identidades e balas "de autodefesa" que aparecem nessas horas não querem saber de nada disso. Por isso, suas respostas foram todas as que o Estado Islâmico previu e pediu.
Quanto mais as respostas forem militares, com direito a repetir alianças coloniais, quanto mais o racismo, ou melhor, esse "conflito de valores que não é racismo", dá o tom dos debates, quanto mais se produzem amálgamas entre acolhimento de refugiados fugindo da destruição de seus países e laxismo com terroristas potenciais, mais o Estado Islâmico pode dizer aos jovens que procura vampirizar: "Vocês não têm lugar nessas sociedades, seu ressentimento justifica tudo".
Por isso, uma invasão militar no Oriente Médio para destruir o EI não significará absolutamente nada. Ninguém estará mais seguro, como ninguém ficou mais seguro depois que Bin Laden foi morto ou que o Afeganistão e o Iraque foram invadidos e destroçados. Depois da desestruturação da Al Qaeda veio algo pior. Depois da destruição do EI virá algo pior. O problema não é "destruir" o Estado Islâmico, mas parar de produzir aquilo que o alimenta, seja no Oriente Médio, seja na Europa.
No entanto, talvez todos esses "erros" cometidos pelos governos ocidentais não sejam um acaso: para eles, melhor do que a árdua tarefa da construção da segurança real é a gestão contínua da insegurança e do medo. Para certos governos, a melhor maneira de governar é gerindo a desordem e criando uma situação de guerra permanente.
Brasil manifesta solidariedade à Venezuela e repele intimidações
O ministério das Relações Exteriores divulgou nota nesta sexta-feira (27) na qual afirma que o governo brasileiro condena o assassinato de Luis Manuel Díaz, líder da direita venezuelana, ocorrido na última quarta-feira (25).
“O governo brasileiro confia em que o governo venezuelano atuará para coibir quaisquer atos de violência ou intimidação que possam colocar em dúvida a credibilidade do processo eleitoral em curso e a legitimidade dos resultados da votação”, diz o comunicado.
No próximo dia 6, mais de 19 milhões de venezuelanos votarão nas eleições, para renovar 167 cadeiras do Parlamento. A nota diz ainda que governo brasileiro tomou conhecimento “com consternação” da morte do oposicionista, mas reafirma que confia que a Venezuela vai garantir aos cidadãos exercer “com tranquilidade seu dever cívico” e tenha “plenamente respeitada sua vontade soberana”.
“O governo brasileiro se une ao comunicado emitido pela Missão Eleitoral da Unasul para as eleições para a Assembleia Nacional, que rechaça firmemente o recurso a qualquer tipo de violência que possa afetar o bom desenvolvimento do processo eleitoral, e insta as autoridades venezuelanas a investigar os fatos e punir os responsáveis”, diz o comunicado.
Do Portal Vermelho, com informações da Agência Brasil
Ataque a caça russo tem dedo de Washington
A Turquia é um peão no jogo geopolítico contra a Rússia, e Ancara há muito tempo apoia o Estado Islâmico em nome de Washington, lucrando com o petróleo roubado da Síria, afirma o pesquisador independente e escritor Timothy Alexander Guzman.
Segundo Guzman, a provocação turca contra a Rússia não é "nem um pouco surpreendente", e o dedo de Washington se mostra presente na mais recente ação de Ancara.
"Vamos considerar os fatos. As forças do governo sírio, ao lado da Rússia, viraram a maré contra o Estado Islâmico. É um fato conhecido que EUA, França, Grã-Bretanha, Turquia, Israel, Arábia Saudita e Catar armaram, financiaram, treinaram ou forneceram esconderijos para o Estado Islâmico em algum momento", escreve Guzman em seu artigo para o site Silent Crow News.
Segundo ele, são os turcos que estão controlando a situação no solo, sob a direção de Washington. Citando uma fonte não identificada baseada em Doha, Guzman imagina que há "um triângulo, com a Turquia no topo e Arábia Saudita e Catar na base." A Turquia seria o principal coordenador desta tripla aliança clandestina.
O autor afirma que o ataque ao Su-24 russo, derrubado por um caça F-16 turco na última terça-feira, não foi um ato apenas da Turquia. A ação provavelmente foi planejada com antecedência pelas pessoas que ditam a política turca a coordenam com Washington, que quer desfazer o sucesso da Rússia na Síria.
"A Turquia apoia o EI em nome de do objetivo estratégico de Washington de remover Assad e lucra com o petróleo roubado da Síria. A Turquia segue o que Washington diz. A Turquia derrubou um Su-24 russo para provocar uma guerra entre a Rússia e a OTAN, que está sob controle de Washington. É certo que a Turquia teve luz verde do governo Obama."
Guzman também acredita que Ancara está do lado errado, e o governo turco "deveria reconsiderar sua política externa, que pode arrastar o país a uma Terceira Guerra Mundial orquestrada por Washington."
Sputniknews
Rússia intensificará ações na Síria em resposta à Turquia
O especialistas em assuntos militares, general reformado sírio Sabit Muhammed, revelou em entrevista à Sputnik que a médio e longo prazos o incidente com avião russo Su-24, abatido pela Turquia, poderá se dizer positivamente sobre a cooperação russo-síria, bem como sobre a situação da Rússia no país árabe.
"A Rússia precisa proteger suas posições na Síria. Por conta disso, o raio de alcance dos mísseis S-400, instalados pelos russos em Latakia, abrange certas regiões da Turquia e se estende até a costa do Mediterrâneo. Os países que decidirem participar de ação na Síria serão forçados a estabelecer e manter uma cooperação com a Rússia para serem capazes de operar no espaço aéreo sírio. Isso permitirá à Rússia reforças consideravelmente suas posições de jogador influente na região. Se o incidente com o avião abatido não tivesse ocorrido, a Rússia esbarraria com sérias objeções de outros países para a instalação de seus sistemas S-400 na Síria" – disse Mohammed.
O especialistas acredita que a Rússia poderá se beneficiar com a crise russo-turca gerada pelo incidente com o avião militar russo, abatido no início desta semana pela Turquia enquanto sobrevoava o território sírio.
"A resposta russa à Turquia terá vários componentes: econômico, político e militar. Do ponto de vista militar, a Rússia responderá ao incidente com o avião com ações ainda mais decisivas no âmbito da sua operação antiterroristas na Síria. As Forças Aeroespaciais da Rússia farão ataques ainda mais poderosos e abrangente às posições dos terroristas em Aleppo, Idlib e Latakia. Como sabemos, existem grupos armados apoiados pelo governo da Turquia agindo nessas regiões" – explicou o especialista.
Na sua opinião, a Rússia também irá intensificar suas ações para a implementação de iniciativas jurídicas no âmbito da ONU, no sentido de iniciar uma colaboração mais estreita com o governo sírio.
Como se sabe, as autoridades de Damasco se reportaram diversas vezes ao Conselho de Segurança da ONU com o pedido de apreciar a questão do apoio turco a diversos grupos jihadistas armados, bem como a questão das relações comerciais existente entre ambos. Supõe-se que num curto prazo esse problema será incluído na pauta das reuniões do Conselho de Segurança da ONU, que tem a Rússia como um de seus membros permanentes.
Especialistas acreditam ainda que a crise russo-turca poderá repercutir na realização dos Acordos de Viena para a regulação do processo político na Síria. Os acordos preveem que no decorrer de 6 meses seja criado um governo de transição, e que um ano e meio depois sejam realizadas as primeiras eleições parlamentares e presidenciais no país árabe.
Comentando o incidente com o avião russo Su-24, o deputado do parlamento sírio pela província de Aleppo revelou em entrevista à Sputnik a seguinte opinião:
"A crise nas relações russo-turcas poderá repercutir sobre as decisões adotadas em Viena. A Rússia reforçará suas ações do âmbito da luta antiterrorista na Síria, o que, por sua vez, se dirá sobre o avanço do processo político no país. Os países envolvidos na guerra civil na Síria mantêm suas posições somente graças às ações de grupo armados locais. Veremos como a Turquia conseguirá concretizar seus planos quando a Rússia destruir todos os grupos apoiados por Ancara na Síria".
Sputniknews
Rusia apoya a Al-Asad con tropas y unidades de artillería
Las tropas rusas participan en un ejercicio militar cerca de la frontera de Chechenia, unos 260 km al sur de la ciudad rusa de Stávropol.
Rusia tiene fuerzas terrestres y unidades de artillería en Siria para apoyar al presidente sirio, Bashar al-Asad, sostiene un nuevo informe que, además, habla de la presencia de fuerzas especiales de élite rusas.
Incluso al menos dos miembros de la 22ª Brigada de la Spetsnaz GRU— unidad de operaciones especiales del GRU (Departamento Central de Inteligencia), el Servicio de Inteligencia de las Fuerzas Armadas rusas, — han perdido la vida en Siria, según recogió el viernes el semanario alemán Der Spiegel.
Moscú, agrega el reporte que cita los datos del equipo de investigación de la propia revista, también ha reforzado el respaldo al Gobierno de Damasco con el lanzamiento de obuses MSTA-B, pertenecientes a la 120ª Brigada de Artillería del Ejército ruso, estacionada en Siberia.
Los soldados rusos son desplegados en Siria, añade, presuntamente con aviones militares modelo Iljuschin, para luego ser enviados a los frentes de combate con helicópteros MI-24.
El semanario asimismo publica una foto de la base aérea de Latakia, en la provincia homónima localizada en el noroeste de Siria, donde supuestamente se encuentra parte del apoyo militar ruso.
Hasta el momento el Kremlin ha desmentido cualquier despliegue de fuerzas terrestres en Siria y asegura que respaldará por aire a las fuerzas sirias en su lucha antiterrorista.
La presencia militar rusa se reforzó en Siria tras el derribo de un bombardero ruso Su-24 por Turquía. Ahora el país euroasiático cuenta en la zona con sistema antiaéreos S-400.
mrk/anz/msf - HispanTv
EEUU pide a Turquía enviar tropas a la frontera con Siria
Soldados turcos durante un desfile militar con motivo del 93º aniversario del Día de la Victoria en Estambul, 30 de agosto de 2015.
Estados Unidos insta a Turquía a desplegar miles de soldados adicionales en su frontera con Siria para bloquear el movimiento de los terroristas del EIIL (Daesh, en árabe), afirma un reporte.
Washington no ha propuesto de forma oficial una cifra específica de tropas, pero los funcionarios del Pentágono estiman en hasta 30.000 el número de efectivos necesarios para cercar un estrecho de 60 millas (100 kilómetros) de la frontera, señala un informe publicado el viernes por el rotativo estadounidense The Wall Street Journal.
Las autoridades norteamericanas dicen que en la frontera turco-siria existen rutas de tránsito claves que usan los terroristas de Daesh tanto para salir de la zona del conflicto, como para entrar a Europa.
Los funcionarios turcos consideran exagerado el número anunciado por el Departamento de Defensa de los Estados Unidos, pero reconocen la necesidad de un control más estricto de la frontera, agrega la publicación.
Ankara y Washington llegaron en julio a un consenso sobre la frontera, pero la planificación operacional se estancó por discordias.
El pacto permitió a Estados Unidos utilizar las bases turcas para lanzar ataques aéreos en Siria en apoyo a los insurgentes que luchan contra el Gobierno de Damasco y también, según alega Washington, contra Daesh. Pero el plan se desarrolló lentamente debido a los bombardeos antiterroristas de Rusia en el país árabe.
Estados Unidos incluso envió un número de aviones de ataque a la base aérea de Incirlik, en el sur de Turquía, informó el pasado octubre un oficial estadounidense.
Ahora, la pospuesta operación ha adquirido urgencia después de los atentados en París (capital de Francia) del pasado 13 de noviembre y el reciente derribo de un bombardero ruso por Turquía.
“El juego ha cambiado. Ya es suficiente. La frontera necesita ser sellada”, dijo un alto funcionario estadounidense. “Esto es una amenaza internacional, y todo eso sale de Siria y pasa por territorio turco”, detalló.
El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, hace poco ordenó el despliegue de decenas de fuerzas especiales en Siria para “ayudar” a los hombres armados que operan sobre el terreno.
Los observadores dicen que el debate sobre la operación conjunta sugerida muestra la creciente frustración de la Casa Blanca por la fallida campaña de Estados Unidos en el país árabe.
mrk/anz/hnb - HispanTv
Países árabes denuncian negativa de Israel a firmar TNP
Una reunión de la Junta de Gobernadores de la Agencia Internacional de Energía Atómica (AIEA).
Los países árabes denunciaron el viernes ante la Agencia Internacional de Energía Atómica (AIEA) la posesión de armas nucleares por parte del régimen de Israel.
El embajador de Catar en la AIEA, Ali al-Mansouri, condenó en representación del Grupo de Estados Árabes ante el organismo internacional, la negativa del régimen de Tel Aviv a unirse al Tratado de No Proliferación (TNP).
En declaraciones durante una reunión de la Junta de Gobernadores de la AIEA en Viena, capital austriaca, el diplomático catarí consideró a Israel como un peligro para la paz y la seguridad en Oriente Medio, y describió las acciones y políticas de este régimen en la región como beligerantes.
Asimismo, reprochó las políticas de doble moral de algunos países prominentes, miembros de la AIEA, sobre el régimen de Tel Aviv, el único poseedor de armas atómicas en Oriente Medio.
Planta nuclear israelí de Dimona.
Según Al-Mansouri, el TNP es un convenio internacional y todos los miembros de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) deben firmarlo.
El régimen israelí nunca ha permitido ninguna inspección de sus instalaciones atómicas y hace oídos sordos a los llamados internacionales a que se adhiera al TNP de armas nucleares.
Los países árabes han urgido en reiteradas ocasiones al régimen israelí a firmar el TNP y a someter todas sus instalaciones nucleares a la supervisión de la AIEA.
El diario estadounidense The Washington Post reveló el pasado mes de marzo cómo el régimen israelí desarrolló, en la década de 1960, armas nucleares.
Un informe publicado en marzo por el Boletín de Científicos Atómicos, publicado en Chicago (EE.UU.) concluyó que Israel posee al menos 80 ojivas nucleares operativas, y que dispone de material suficiente para producir hasta 190 más.
Los expertos en proliferación nuclear Robert Norris y Hans Kristensen estiman en el estudio que el régimen de Tel Aviv detuvo su producción de cabezas atómicas en 2004, “una vez que alcanzó los aproximadamente 80 proyectiles”.
hnb/anz/msf -HispanTv
Kremlin: "Nadie puede atacar los aviones rusos a traición"
Dmitri Peskov, el portavoz del presidente ruso Vladímir Putin / Sputnik / Natalia Seliverstova
Dmitri Peskov, portavoz del presidente Vladímir Putin, se refirió al derribo del cazabombardero Su-24 señalando que nadie puede atacar aviones rusos a traición.
"En una situación en la que no hubo invasión alguna, no le podemos permitir a nadie disparar en la cola de un avión ruso de esta manera, a traición", ha afirmado Peskov en una entrevista a la cadena televisiva rusa Vesti, según RIA Novosti.
"Desafío sin precedentes"
Peskov tachó de "desafío sin precedentes" el incidente del Su-24 y destacó que la reacción de Rusia es proporcional a esta amenaza.
"El presidente está movilizado, movilizado al máximo, hasta el nivel requerido por las circunstancias. Unas circunstancias que no tienen precedentes, el desafío que se ha lanzado a Rusia no tiene precedentes. Y por este motivo la reacción es proporcional a esta amenaza", remarcó.
Un daño irreparable
Peskov agregó que tras lo sucedido las relaciones entre Rusia y Turquía han sufrido el daño irreparable.
El portavoz del Kremlin también informó que a causa del derribo del Su-24 se suspende la línea directa de comunicación entre Rusia y Turquía creada para evitar situaciones de peligro.
El derribo del avión ruso por Turquía
El 24 de noviembre el Ministerio de Defensa de Rusia confirmó los informes de que un bombardero táctico Su-24 perteneciente a la Fuerza Aérea rusa se había estrellado en Siria, cerca de la frontera con Turquía. Según el Ministerio, el avión siniestrado volaba exclusivamente sobre el territorio de Siria y no violó la frontera con Turquía, tal como señalan medios objetivos de control. De momento, tras varios informes sobre el éxito de los ataques rusos contra posiciones e instalaciones terroristas en Siria, esta es la única baja de la Fuerza Aeroespacial rusa en su operativo antiterrorista contra Estado Islámico.
Actualidad RT
Video: Misil antitanque de EE.UU. fue utilizado en el ataque contra periodistas de RT en Siria
Un sistema de misiles antitanque de fabricación estadounidense fue utilizado para atacar a un equipo de periodistas de RT en Siria este martes, según demuestran nuevos videos.
Un video titulado 'Yihadistas lanzan un TOW contra periodistas' fue publicado en Internet y muestra claramente a un grupo de rebeldes sirios utilizando un lanzador de misiles antitanque de fabricación estadounidense. Al revisar el video, el periodista de RT en inglés Román Kósarev, que integraba el equipo alcanzado por el misil esta semana, reconoció la autenticidad de la grabación.
"El paisaje es muy parecido al que vimos en el momento del ataque hace unos días. Realmente se puede ver a distancia a unas personas en busca de refugio y estoy bastante seguro de que somos nosotros. Y esa persona que está corriendo debo ser yo", dijo Kósarev.
Mirar: https://www.youtube.com/watch?v=T9G22hD6Ptg&feature=youtu.be
El periodista insistió en que no hay duda de que los rebeldes en el video utilizan el misil de producción estadounidense BGM-71 TOW, suministrado por Washington a la llamada ‘oposición moderada’ de Siria. El BGM-71 TOW es uno de los misiles antitanque guiados más utilizados del mundo, que se fabrican en EE.UU. desde los años setenta del siglo pasado. El misil tiene un alcance de hasta 4.200 metros. Cientos de sistemas de estos misiles han caído en manos de diversas facciones rebeldes desde el comienzo del conflicto sirio.
El convoy de periodistas fue atacado este martes por un misil procedente de una zona controlada por los rebeldes a unos 2,5 kilómetros de la localidad siria de Al Dagmashliya, recientemente retomada por las tropas gubernamentales y que se encuentra a 10 kilómetros de la frontera con Turquía.
Cuando el grupo de periodistas rusos salió para examinar las posiciones del Ejército sirio en la zona, sus vehículos fueron alcanzados por un BGM-71 TOW que explotó cerca del coche, donde aparte de Román Kósarev y Sargon Hadaya (RT en árabe) se encontraba un periodista de la agencia rusa TASS.
Actualidad RT
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Senador americano diz que EUA ainda armam terroristas na Síria
O presidente sírio Bashar Assad recebeu ontem uma carta do senador norte-americano Richard Black, contendo pesadas críticas à política intervencionista dos EUA e elogios à iniciativa russa na Síria. Em entrevista à Sputnik, ele afirmou que “mais pessoas reconhecem agora o absurdo de se aliar a terroristas contra a Síria”.
Em sua carta, Black disse que o conflito no país foi gerado de fora, constituindo “uma guerra ilegal de agressão por potências estrangeiras determinadas a forçar um regime fantoche sobre a Síria”.
À Sputnik, o senador lembrou que, em 2001, o general Wesley Clark – ex-líder do Comando Europeu, que inclui todas as atividades militares dos EUA em 89 países e territórios na Europa, África e Oriente Médio – revelou planos de Washington de derrubar sete “nações pacíficas, incluindo a Líbia e a Síria”.
“Aqueles planos levaram aos piores desastres da política externa na história dos EUA”, disse Black.
Segundo ele, a Agência Central de Inteligência (CIA) norte-americana elaborou um pretexto para atacar a Líbia, a fim de enviar as armas do então presidente Muammar Khaddafi para a Turquia e, assim, derrubar eventualmente “o governo estável e secular da Síria”.
“Antes mesmo que a Líbia tivesse entrado em colapso, agentes começaram a enviar armas apreendidas para a Turquia a partir de uma base aérea líbia ocupada. A Turquia forneceu essas armas a terroristas sírios por anos”, disse ele.
O senador, representante do estado da Virgínia, disse ainda que “as agências de inteligência ocidentais instigaram a revolução síria a fim de derrubar o Presidente Assad”, cuja liderança secular seria repudiada pela Arábia Saudita e pela Turquia, que, segundo Black, prefeririam ver na Síria uma “severa ditadura islâmica”.
“Se os turcos e sauditas forem bem-sucedidos, eles vão instalar um brutal regime islâmico dominado pelo Estado Islâmico ou pela Al-Qaida. Um banho de sangue massivo, com o estupro e a escravização de cristãos, alauítas, drusos e muçulmanos moderados se seguirá inevitavelmente”, disse ele à Sputnik.
Terroristas da "oposição" síria, chamados de "moderados", financiados e armados pelos Estados Unidos
Ainda segundo o senador norte-americano, o ataque químico de Ghouta, ocorrido em agosto de 2013 nos arredores de Damasco, foi “encenado por rebeldes para atrair a América [os EUA] para um combate direto contra a Síria”. O fato, segundo lembrou o político, foi confirmado pelo ganhador do Pulitzer Seymour Hersh, que afirma que o ataque com gás sarin na Síria foi realizado por rebeldes sob a direção de agentes da inteligência turca.
Em sua carta a Assad, Black expressou decepção diante da maneira com a qual os EUA responderam a ajuda da Rússia para a Síria – enviando mísseis antitanque TOW a terroristas. Criticando a loucura de tentar separar os "bons terroristas", aos quais as armas seriam enviadas, em oposição aos "maus terroristas" que ficariam privados delas, o senador acrescentou que o envio dos mísseis por parte dos EUA é extremamente irresponsável, na medida em que armas antitanque têm longo alcance e podem ser usadas para atacar e destruir aviões de passageiros que estiverem decolando.
À Sputnik, Black disse que, apesar do anúncio sobre o encerramento do programa de treinamento de “rebeldes moderados” da Síria por parte do Pentágono, “os EUA continuam profundamente envolvidos em treinar terroristas e em armá-los para confrontar as legítimas forças sírias”.
“Nos últimos quatro anos, os EUA treinaram 200 terroristas a cada mês apenas em bases na Jordânia. Essas jihadistas atravessam regularmente a fronteira para invadir a Síria. A CIA também administra campos de treinamento na Arábia Saudita, no Qatar e na Turquia. Dezenas de milhares de caminhões Toyota equipados com canhões de 23 mm estão sendo entregues nos portos da Turquia, a partir da Croácia, e sendo entregues a facções ligadas ao Estado Islâmico e à Al-Qaida que lutam na Síria”, disse ele.
Black observou ainda que a onda de refugiados da guerra civil síria, que já dura mais de 5 anos, só tomou as atuais proporções dramáticas na Europa “depois que o presidente [turco Recep Tayyip] Erdogan consolidou poder total na sequência das recentes eleições”.
“Eu tenho um profundo afeto pelo povo sírio, mas seu lar é na Síria. Em vez de reassentá-los no exterior, deveríamos parar de fornecer armas aos terroristas e trazer um fim à guerra”, declarou o senador à Sputnik.
De fato, segundo ele, as nações ocidentais que começaram a guerra teriam a capacidade de acabar com ela se assim o desejassem.
“Não se engane, a guerra continua unicamente porque a coligação continua a jogar lenha na fogueira. Esta guerra é impulsionada por uma série de coisas relacionadas, incluindo: 1 — os petrodólares sauditas, financiando enormes compras de armas de comerciantes de armas ocidentais; 2 — a Turquia mantendo lacunas na fronteira, através das quais ela inunda os [grupos] afiliados do Estado Islâmico e da Al-Qaida de jihadistas, veículos e armas; e 3 — comerciantes de armas ocidentais fornecendo mísseis antitanque e antiaéreos para os jihadistas”, concluiu o senador norte-americano.
Sputnik
Fim da trégua: Marchas da Resistência recomeçam na Argentina
“As Marchas da Resistência voltaram”, anunciou a dirigente da organização das Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini, ao convocar uma manifestação para o próximo dia 10 de dezembro, quando o novo presidente eleito da Argentina, Maurício Macri, vai assumir o poder executivo.
“Repudiamos a presença de Macri na Casa do Governo, temos o direito de fazê-lo como povo”, manifestou a dirigente, que qualificou o novo presidente como “um inimigo muito perigoso”.
As Marchas da Resistência são históricas na Argentina e reconhecidas mundialmente. As manifestações organizadas pelas Mães e pelas Avós da Praça de Maio desde 1981 atraíam multidões de diversas regiões do país para lutar por justiça social, verdade, memória e reparação dos crimes da ditadura militar argentina.
Hebe esclarece que as Mães e as Avós da Praça de Maio repudiam o governo de Macri e o lema de resistência será “Nenhum passo atrás – resistir é combater”. Enquanto Néstor e Cristina Kirchner administraram o país, as marchas foram suspensas porque as duas organizações consideravam se tratar de “governo amigo”, explicou a dirigente.
A “trégua” aconteceu em 2006, quando as Mães e as Avós consideraram que o governo de Néstor Kirchner estava, pela primeira vez, adotando uma posição ativa e contundente para punir os crimes e as violações de direitos humanos cometidos durante a ditadura militar. Quando o Estado reconheceu e começou a punir os ditadores, o movimento suspendeu as Marchas da Resistência.
Hebe Bonafini anuncia que acabou a trégua, as Marchas da Resistência voltam com força contra Macri
Afirmam, porém, que agora “o inimigo voltou” e por isso é necessário resistir novamente. “Faremos esta marcha para que quando ele [Macri] venha à Casa de Governo nos encontre aqui, o povo marchando, repudiando sua presença nesta casa e rechaçando os que falam de legalidade, mas fazem tudo ilegal”, denunciou Hebe.
A manifestação vai começar na Praça de Maio às 15h30 do dia 9 e permanecerá até o dia seguinte, quando acontece a solenidade de posse do novo presidente.
Do Portal Vermelho, Mariana Serafini, com Telesur
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