sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Senador americano diz que EUA ainda armam terroristas na Síria
O presidente sírio Bashar Assad recebeu ontem uma carta do senador norte-americano Richard Black, contendo pesadas críticas à política intervencionista dos EUA e elogios à iniciativa russa na Síria. Em entrevista à Sputnik, ele afirmou que “mais pessoas reconhecem agora o absurdo de se aliar a terroristas contra a Síria”.
Em sua carta, Black disse que o conflito no país foi gerado de fora, constituindo “uma guerra ilegal de agressão por potências estrangeiras determinadas a forçar um regime fantoche sobre a Síria”.
À Sputnik, o senador lembrou que, em 2001, o general Wesley Clark – ex-líder do Comando Europeu, que inclui todas as atividades militares dos EUA em 89 países e territórios na Europa, África e Oriente Médio – revelou planos de Washington de derrubar sete “nações pacíficas, incluindo a Líbia e a Síria”.
“Aqueles planos levaram aos piores desastres da política externa na história dos EUA”, disse Black.
Segundo ele, a Agência Central de Inteligência (CIA) norte-americana elaborou um pretexto para atacar a Líbia, a fim de enviar as armas do então presidente Muammar Khaddafi para a Turquia e, assim, derrubar eventualmente “o governo estável e secular da Síria”.
“Antes mesmo que a Líbia tivesse entrado em colapso, agentes começaram a enviar armas apreendidas para a Turquia a partir de uma base aérea líbia ocupada. A Turquia forneceu essas armas a terroristas sírios por anos”, disse ele.
O senador, representante do estado da Virgínia, disse ainda que “as agências de inteligência ocidentais instigaram a revolução síria a fim de derrubar o Presidente Assad”, cuja liderança secular seria repudiada pela Arábia Saudita e pela Turquia, que, segundo Black, prefeririam ver na Síria uma “severa ditadura islâmica”.
“Se os turcos e sauditas forem bem-sucedidos, eles vão instalar um brutal regime islâmico dominado pelo Estado Islâmico ou pela Al-Qaida. Um banho de sangue massivo, com o estupro e a escravização de cristãos, alauítas, drusos e muçulmanos moderados se seguirá inevitavelmente”, disse ele à Sputnik.
Terroristas da "oposição" síria, chamados de "moderados", financiados e armados pelos Estados Unidos
Ainda segundo o senador norte-americano, o ataque químico de Ghouta, ocorrido em agosto de 2013 nos arredores de Damasco, foi “encenado por rebeldes para atrair a América [os EUA] para um combate direto contra a Síria”. O fato, segundo lembrou o político, foi confirmado pelo ganhador do Pulitzer Seymour Hersh, que afirma que o ataque com gás sarin na Síria foi realizado por rebeldes sob a direção de agentes da inteligência turca.
Em sua carta a Assad, Black expressou decepção diante da maneira com a qual os EUA responderam a ajuda da Rússia para a Síria – enviando mísseis antitanque TOW a terroristas. Criticando a loucura de tentar separar os "bons terroristas", aos quais as armas seriam enviadas, em oposição aos "maus terroristas" que ficariam privados delas, o senador acrescentou que o envio dos mísseis por parte dos EUA é extremamente irresponsável, na medida em que armas antitanque têm longo alcance e podem ser usadas para atacar e destruir aviões de passageiros que estiverem decolando.
À Sputnik, Black disse que, apesar do anúncio sobre o encerramento do programa de treinamento de “rebeldes moderados” da Síria por parte do Pentágono, “os EUA continuam profundamente envolvidos em treinar terroristas e em armá-los para confrontar as legítimas forças sírias”.
“Nos últimos quatro anos, os EUA treinaram 200 terroristas a cada mês apenas em bases na Jordânia. Essas jihadistas atravessam regularmente a fronteira para invadir a Síria. A CIA também administra campos de treinamento na Arábia Saudita, no Qatar e na Turquia. Dezenas de milhares de caminhões Toyota equipados com canhões de 23 mm estão sendo entregues nos portos da Turquia, a partir da Croácia, e sendo entregues a facções ligadas ao Estado Islâmico e à Al-Qaida que lutam na Síria”, disse ele.
Black observou ainda que a onda de refugiados da guerra civil síria, que já dura mais de 5 anos, só tomou as atuais proporções dramáticas na Europa “depois que o presidente [turco Recep Tayyip] Erdogan consolidou poder total na sequência das recentes eleições”.
“Eu tenho um profundo afeto pelo povo sírio, mas seu lar é na Síria. Em vez de reassentá-los no exterior, deveríamos parar de fornecer armas aos terroristas e trazer um fim à guerra”, declarou o senador à Sputnik.
De fato, segundo ele, as nações ocidentais que começaram a guerra teriam a capacidade de acabar com ela se assim o desejassem.
“Não se engane, a guerra continua unicamente porque a coligação continua a jogar lenha na fogueira. Esta guerra é impulsionada por uma série de coisas relacionadas, incluindo: 1 — os petrodólares sauditas, financiando enormes compras de armas de comerciantes de armas ocidentais; 2 — a Turquia mantendo lacunas na fronteira, através das quais ela inunda os [grupos] afiliados do Estado Islâmico e da Al-Qaida de jihadistas, veículos e armas; e 3 — comerciantes de armas ocidentais fornecendo mísseis antitanque e antiaéreos para os jihadistas”, concluiu o senador norte-americano.
Sputnik
Fim da trégua: Marchas da Resistência recomeçam na Argentina
“As Marchas da Resistência voltaram”, anunciou a dirigente da organização das Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini, ao convocar uma manifestação para o próximo dia 10 de dezembro, quando o novo presidente eleito da Argentina, Maurício Macri, vai assumir o poder executivo.
“Repudiamos a presença de Macri na Casa do Governo, temos o direito de fazê-lo como povo”, manifestou a dirigente, que qualificou o novo presidente como “um inimigo muito perigoso”.
As Marchas da Resistência são históricas na Argentina e reconhecidas mundialmente. As manifestações organizadas pelas Mães e pelas Avós da Praça de Maio desde 1981 atraíam multidões de diversas regiões do país para lutar por justiça social, verdade, memória e reparação dos crimes da ditadura militar argentina.
Hebe esclarece que as Mães e as Avós da Praça de Maio repudiam o governo de Macri e o lema de resistência será “Nenhum passo atrás – resistir é combater”. Enquanto Néstor e Cristina Kirchner administraram o país, as marchas foram suspensas porque as duas organizações consideravam se tratar de “governo amigo”, explicou a dirigente.
A “trégua” aconteceu em 2006, quando as Mães e as Avós consideraram que o governo de Néstor Kirchner estava, pela primeira vez, adotando uma posição ativa e contundente para punir os crimes e as violações de direitos humanos cometidos durante a ditadura militar. Quando o Estado reconheceu e começou a punir os ditadores, o movimento suspendeu as Marchas da Resistência.
Hebe Bonafini anuncia que acabou a trégua, as Marchas da Resistência voltam com força contra Macri
Afirmam, porém, que agora “o inimigo voltou” e por isso é necessário resistir novamente. “Faremos esta marcha para que quando ele [Macri] venha à Casa de Governo nos encontre aqui, o povo marchando, repudiando sua presença nesta casa e rechaçando os que falam de legalidade, mas fazem tudo ilegal”, denunciou Hebe.
A manifestação vai começar na Praça de Maio às 15h30 do dia 9 e permanecerá até o dia seguinte, quando acontece a solenidade de posse do novo presidente.
Do Portal Vermelho, Mariana Serafini, com Telesur
Filha de Erdogan é enfermeira do Estado Islâmico
Filha de Erdogan Heads trabalha em um Hospital para atender terroristas do Estado Islâmico feridos.
TEERÃ (FNA) – Uma enfermeira descontente a trabalhar clandestinamente com um corpo médico secreto em Sanliurfa, uma cidade no sudeste da Turquia, perto da fronteira com a vizinha Síria prestou informações sobre o alegado papel que desempenha Sümeyye Erdogan na prestação de cuidados médicos para o EI quando os militantes feridos são transferidos para hospitais turcos.
Vivendo em um apartamento em ruínas na periferia de Istambul, juntamente com seus dois filhos, uma enfermeira magra com idade de 34 anos, que falou sob a condição de anonimato por medo de represálias, revelou ele sobre as sete semanas angustiante em trabalhar no hospital militar secreto em Sanliurfa, 150 km (93 milhas) a leste de Gaziantep e 1,300 km (808 milhas) a sudeste de Istambul, a Global Research News.
“Quase todos os dias vários caminhões militares turcos trazem dezenas de feridos graves, todos eles terroristas do EI para o nosso hospital secreto e tivemos que preparar as salas de cirurgia e os médicos de ajuda nos procedimentos a seguir”, disse ela.
“Foi-me dado um salário generoso de $ 7.500, mas eles não tinham conhecimento da minha religião. O fato é que eu aderir a Alawite fé e desde que Erdogan assumiu o comando do país o sistema mostra desprezo total para a minoria Alawite – fé Alawite é um ramo esotérico do islamismo xiita”, disse a enfermeira.
Uma herdeira de família rica e que foi educada em Londres, filha mais velha de totalitário Presidente Erdogan, Sümeyye Erdogan, mais do que anunciou uma vez a sua intenção de ser despachado para Mousl, uma vez que a segunda maior cidade do Iraque e reduto do Estado Islâmico para fazer obras de relevo como atrair voluntários para o EI e condenar publicamente os partidos de oposição da Turquia que acusam o governo de Recep Tayyip Erdogan de buscar esconder a verdade a respeito de inúmeras malfeitorias financeiras executadas pelo filho, Bilal Erdogan.
Erdogan que sempre derrama lágrimas de crocodilo para a situação da Síria presas entre o martelo da fome e da bigorna do extremista EI, esconde o fato de que seu próprio filho, Bilal Erdogan, está envolvido nos negócios lucrativos de contrabando de petróleo iraquiano e sírio roubados pelos terroristas do Estado Islâmico e vendi ao preço de 17 dólares o barril, sendo o filho de Erdogan, Bilal Erdogan que é dono de várias empresas marítimas, um dos intermediários para transportar petróleo roubado para diversos países europeus asiáticos.
Pátria Latina
O REBENTO DE ERDOGAN É UM TRAFICANTE
Negócios milionários envolvem o roubo de petróleo da Síria, vendido na Europa através da Turquia, por empresas controladas pelo filho do atual presidente Erdogan.
Centenas de empresas e indústrias da Síria foram desmontadas e montadas em cidades turcas, servindo de suporte financeiro para os terroristas do Estado Islâmico. Esse roubo de propriedades sírias não seria possível sem o apoio do governo turco. Apenas em Allepo, dezenas de indústrias foram desmontadas e transferidas para as cidades turcas de fronteira.
Na prática, o governo turco está apoiando financeiramente os terroristas do Estado Islâmico, com a cumplicidade dos governos dos Estados Unidos da América e de Israel.
Erdogan e abate do Su-24: vingança pela destruição do negócio petrolífero?
A derrubada do bombardeiro russo Su-24 nesta terça-feira (24) pela FA turca pode ter sido um ato de vingança por parte do presidente Erdogan, especialmente no contexto de rumores de que a sua família pode estar envolvida em comércio ilegal de petróleo do Estado Islâmico, disse à Sputnik o especialista em Oriente Médio Stanislav Tarasov.
O abate da aeronave é “uma provocação muito séria. A família de Erdogan está envolvida diretamente neste incidente… É bastante possível que a catástrofe do Su-24 tenha sido um ato de vingança”, sublinhou o analista.
Segundo alguns dados, o grupo jihadista ganha até 2 milhões de dólares por dia vendendo petróleo clandestinamente a intermediários turcos. Nesta quinta-feira (26) o premiê russo Dmitry Medvedev mencionou que alguns funcionários turcos são envolvidos neste negócio ilegal do Estado Islâmico. Ele não divulgou os nomes destas pessoas.
O presidente russo Vladimir Putin falou por sua vez, durante o encontro com o seu homólogo francês François Hollande, de fornecimento de petróleo à Turquia “à escala industrial” pelos terroristas na Síria, explicando que os pilotos russos tiraram fotos a partir da altitude de cinco mil metros de caminhões-cisternas na fronteira entre a Turquia e os territórios sírios controlados pelo Estado Islâmico.
Tarasov também supõe que o presidente turco pode ter laços diretos com os islamistas.
“A Turquia foi recentemente sacudida por um grande escândalo de corrupção. Poderemos em breve saber que o próprio presidente Erdogan está ligado diretamente com o EI… Erdogan mantém constantemente a sociedade turca à margem. Os turcos sempre lutam contra inimigos domésticos ou estrangeiros. Isto levou a que Erdogan rompesse os laços com muitos países”, observou Tarasov.
O presidente turco, segundo o especialista, está se tornando cada vez mais o “inimigo número um” no Oriente Médio. O abate do avião russo só irá ampliar esta tendência.
O incidente com o Su-24 “irá afeitar o equilíbrio regional de poder. Erdogan está ficando gradualmente mais isolado. Muitos o veem como um político corrupto e ditador. A Turquia transforma-se em uma força desestabilizadora no Oriente Médio”, sublinhou o analista.
Sputniknews
50 soldados de EEUU se despliegan por primera vez en Siria
Al menos 50 fuerzas estadounidenses han llegado a la ciudad de Kobani, norte del territorio sirio, so pretexto de entrenar y apoyar a las fuerzas kurdas en su lucha contra los terroristas, notifican fuentes kurdas en Irak.
Según informes de este jueves de fuentes en las Unidades de Protección Popular (YPG) de kurdos de Siria, las fuerzas estadounidenses han entrado en el territorio sirio bajo el pretexto de organizar nuevas ofensivas contra el grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh, en árabe).
Los soldados, detallan las fuentes, tendrán la misión de “planificar” operaciones antiterroristas contra las ciudades de Yarabulus y Al-Raqa, situadas en el norte de Siria y controladas por el EIIL.
De acuerdo con las declaraciones de Mustafa Abdi, activista kurdo en Kobani, a la agencia francesa de noticias AFP, “en las últimas horas” unos 50 instructores estadounidenses han entrado en Siria desde Turquía, cruzando el paso fronterizo de Murshid Binar.
Por otro lado, un informe de esta misma jornada de la televisión libanesa Al-Mayadeen, explica que unas 30 fuerzas han sido desplegadas en la ciudad de Kobani y el resto se ha enviado a la ciudad de Qamishli, otra ciudad turca en el noreste de Siria.
El interior de la ciudad de Kobani destruido durante el primer dominio de EIIL en esa ciudad, de septiembre de 2014 a enero de 2015.
De igual manera, el opositor Observatorio Sirio de Derechos Humanos (OSDH), ha confirmado la noticia de la “llegada de más de 50 instructores estadounidenses al norte y noreste de Siria” en las provincias de Alepo (nortoste) y Al-Hasaka (noreste).
El OSDH indica que las fuerzas estadounidenses “deben reunirse en Kobani” para entrenar a las fuerzas árabes, cristianas y kurdas sirias.
Se trata de la primera vez desde el inicio de las operaciones militares de EE.UU. en el marco de la llamada coalición internacional anti-EIIL que las fuerzas de EE.UU. entran en el territorio sirio.
El pasado mes de octubre, el portavoz de la Casa Blanca, Josh Earnest, desveló los planes de Washington para el envío de fuerzas especiales a Siria.
El pasado domingo, Brett McGurk, enviado especial del presidente de EE.UU., Barack Obama, para la coalición anti-EIIL informó de que los soldados llegarían “muy pronto” a la zona para cumplir con su tarea de “organizar” a las fuerzas locales en su lucha contra EIIL.
No obstante, expertos en asuntos de índole política aseguran que esta medida estadounidense responde a las operaciones militares de Rusia contra posiciones de EIIL en el territorio sirio, iniciadas el pasado 30 de septiembre y, al contrario de esta iniciativa estadounidense, bajo la petición oficial del presidente sirio, Bashar al-Asad.
Empero, las autoridades rusas han rechazado cualquier plan para el envío de tropas de combate a Siria, y afirman que sus operaciones se limitan a fuertes excursiones aéreas contras los terroristas y sus posiciones.
tas/rha/rba - HispanTv
Maduro: Derecha paga hasta $50.000 para generar violencia
El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, ha criticado que la derecha venezolana paga entre 30 mil y 50 mil dólares a infiltrados para provocar violencia en víspera de las legislativas del 6 de diciembre.
“La derecha venezolana está pagando entre 30 mil y 50 mil dólares para comprar a las personas y hacerlas pasar por simpatizantes de la Revolución Bolivariana, los obligan a utilizar símbolos y franelas del chavismo para vincularlos con actos violentos y así acusar al jefe de Estado como responsable”, ha denunciado este jueves durante un encuentro con campesinos y pescadores del Gran Polo Patriótico (GPP) en el estado occidental de Portuguesa.
En este sentido ha subrayado que la oposición al aplicar estas acciones antidemocráticas busca decir a la nación bolivariana que Maduro ordena asesinar a la gente venezolana.
Asimismo ha recordado que en abril de 2002, la derecha utilizó la misma estrategia para llevar a cabo el fallido golpe de Estado contra el difunto presidente de Venezuela, Hugo Chávez. “Esos actos se parecen mucho al 11 de abril cuando la derecha contrató a francotiradores y mató a su propia gente”, ha lamentado el mandatario.
Los opositores derechistas culparon a Chávez “de sus muertos” a fin de justificar el golpe de Estado, ha dicho para luego agregar que “el objetivo del 11 de abril de 2002 era matar a Hugo Chávez en Miraflores (sede presidencial)”.
Elementos afiliados con la derecha venezolana durante los disturbios del 11 de abril de 2002.
Por ello, el jefe del Ejecutivo venezolano, ha exigido “la máxima moral, liderazgo y cohesión, en la unión cívico-militar para defender la paz y la independencia” en el país sudamericano y se ha mostrado optimista de que el pueblo con “unión y disciplina” logrará la victoria en la lucha contra los complots de la derecha.
En otra parte de sus declaraciones, ha vuelto a criticar las acciones injerencistas de Washington en los asuntos internos de su país y ha asegurado que no permitirá "que ningún país del mundo venga a debilitar la democracia protagónica y participativa que caracteriza al pueblo venezolano”.
En reiteradas ocasiones, las autoridades venezolanas han advertido sobre las acciones de la extrema derecha para desestabilizar al país en vísperas de los comicios legislativos.
En este sentido, a principios de agosto, la Cancillería venezolana rechazó enérgicamente las declaraciones “injerencistas” de un portavoz estadounidense sobre las elecciones del 6 de diciembre.
El funcionario del Departamento de EE.UU., Mark C. Toner, dijo que el Gobierno estadounidense “ve con preocupación los informes de recientes decisiones del Consejo Nacional Electoral (CNE) venezolano y la Contraloría General” para inhabilitar a los dirigentes de la oposición de cara a las elecciones.
fdd/rha/rba - HispanTv
‘General iraní lideró rescate de piloto del avión ruso derribado por Turquía’
El comandante de las Fuerzas de Quds del Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI) de Irán, el general de división Qasem Soleimani (dcha.), ha desempeñado un papel fundamental de asesoría en la lucha de fuerzas iraquíes contra terroristas en diferentes puntos del país.
El comandante de las Fuerzas de Quds del Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI) de Irán, el general de división Qasem Soleimani, tuvo un papel destacado en el rescate del piloto ruso sobreviviente del caza derribado el martes por Turquía, según han revelado fuentes militares sirias.
Según un informe de este jueves de la sección persa de la agencia rusa de noticias Sputnik News, un alto funcionario castrense sirio ha desvelado que la operación para rescatar al piloto ruso en el norte de Siria fue realizada bajo la supervisión directa del general Soleimani y por seis comandos del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) y 18 comandos del Ejército sirio.
Foto divulgada en Internet muestra supuestos comandos presentes en la operación de rescate del piloto ruso.
Como ha detallado la fuente, bajo condición de anonimato, en medio de los esfuerzos para rescatar al piloto ruso, “el general Soleimani llamó a los rusos y les comunicó la preparación de una unidad especial para liberar al piloto”.
El general explicó a los rusos que debido a la composición de esa unidad -integrada por fuerzas sirias y de Hezbolá y entrenadas por Irán- y su pleno conocimiento a la situación geográfica, esas fuerzas se encargarían de la operación terrestre; y solicitó el apoyo de las fuerzas aéreas rusas, sus ayudas logísticas y el envío de información satelital necesaria, explica la fuente.
A cambio de todo esto, el general Soleimani “prometió el regreso del piloto sano y salvo, y ocurrió lo mismo”, enfatiza la fuente para después agregar que en el marco de esa operación los comandos sirios y de Hezbolá se acercaron a la primera línea de guerra entre el Ejército sirio y los terroristas, donde fue localizado el piloto, y gracias a la participación de fuerzas aéreas rusas se facilitó su entrada en la zona.
El lugar donde fue localizado el piloto ruso por satélites, a seis kilómetros de la primera línea de guerra, también se convirtió en un campo para “cazar a todos y cada uno de los terroristas presentes en la zona”.
Cada paso del avance de los comandos se vigilaba por satélites rusos, de manera que “incluso se informaba de la presencia de una hormiga a una distancia de cientos de metros”, añade.
El militar sirio opina que una de las causas del éxito de esta operación consistió en las divergencias que existían entre Turquía y los terroristas sobre el destino del piloto, pues Ankara “quería tomarlo como rehén y chantajear, mientras que los terroristas buscaban quemarlo, como el piloto jordano, para provocar miedo entre los pilotos rusos”.
Esta misma discordia permitió el desarrollo de la operación en unas horas doradas, pues los terroristas jamás imaginaron semejante operación sorpresa y rápida, precisa.
Al final, recuerda la fuente, el general Soleimani vigiló “personalmente” la operación y acompañó la sala de operación hasta su éxito en rescatar al piloto ruso.
El martes, un misil aire-aire lanzado por un caza turco de tipo F-16 derribó un caza ruso de tipo Sujoi-24 que, supuestamente, había violado el espacio aéreo turco, versión de los hechos rechazada por Rusia.
De los dos pilotos de esa aeronave, que se eyectaron del aparato después del ataque, a la vez que recibían fuego de ametralladoras de grupos armados desde suelo sirio, uno perdió la vida y el otro fue rescatado.
El presidente ruso, Vladimir Putin, ha tachado el derribo del avión ruso de “puñalada por la espalda que tendrá serias consecuencias para la relación de Rusia con Turquía”.
En concreto, Rusia ha cortado todos los contactos militares con Turquía, según comunicó el mismo martes el jefe del Departamento Operativo Principal del Estado Mayor de las Fuerzas Armadas de Rusia, Serguéi Rudskói.
tas/rha/rba - HispanTv
“Significativos avances”: Ejército sirio destruye 673 posiciones terroristas en 5 días
El Ejército sirio informa de “significativos avances” de sus fuerzas en la lucha antiterrorista, de manera que con 179 vuelos en cinco días han destruido 673 posiciones terroristas en diferentes puntos del país árabe.
Por medio de un comunicado emitido este jueves, el portavoz del Ejército de Siria, el general de brigada Ali Maihub, ha explicado que en el periodo comprendido entre el 21 al 26 del presente mes, las fuerzas del Ejército sirio junto con las fuerzas populares han acabado con 673 posiciones terroristas en las provincias de Damasco (suroeste), Homs (centro), Hama (centro-oeste), Idlib (noroeste), Alepo (noroeste), Deir al-Zur (este) y Latakia (oeste).
Según indica la nota, estas operaciones han generado grandes pérdidas en las filas terroristas, además de provocar la retirada de un gran número de ellos, en su mayoría extranjeros, hacia la frontera con Turquía.
Asimismo, como fruto de esas operaciones, han sido arrasados varios puestos de mando, centros de comunicación y vehículos terroristas en las citadas provincias. En las granjas de Harasta, al noroeste de Damasco, también se descubrió una red de túneles subterráneos utilizados por elementos terroristas.
De acuerdo con el comunicado del titular castrense sirio, gracias a los esfuerzos de las fuerzas sirias también se ha recuperado el control de dos localidades, dos montañas y varias otras colinas aledañas en Homs.
En Alepo, agrega la nota, ha sido devastado un depósito de municiones en el este del aeropuerto de Nierab y fortificaciones y sedes de las organizaciones terroristas en diferentes puntos de la provincia.
Por otro lado, en la provincia de Latakia, las fuerzas sirias también han logrado expulsar a los terroristas de diferentes zonas y retomar el control de dos colinas.
Mientras tanto, fuentes militares sirios, bajo condición de anonimato, han informado este jueves de la destrucción de unos 449 objetivos de los grupos terroristas en los días 23 y 24 del mes en curso como fruto de cooperaciones entre la aviación rusa y las fuerzas sirias.
En declaraciones a la agencia siria de noticias SANA, las fuentes han afirmado que en el marco de esas operaciones, se ha llevado a cabo 134 vuelos en las provincias de Damasco, Alepo, Idlib, Latakia, Hama, Homs, Al-Raqa (norte) y Deir al-Zur.
En uno de los ataques, agregan, fueron destruidos convoyes de cisternas del grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh, en árabe) mientras transportaban combustible de Deir al-Zur y Al-Raqa, así como un tanque, dos campos de entrenamientos de terroristas de EIIL procedentes de Turquía, además de dos vehículos blindados para el transporte de terroristas, tres vehículos artillados del Frente Al-Nusra en el campo de Alepo.
Desde el pasado 30 de septiembre, Rusia está llevando a cabo operaciones militares contra los grupos terroristas en Siria a petición del país árabe.
Según el Ministerio de Defensa de Rusia, los aviones militares rusos destruyeron 1623 objetivos de los grupos armados durante el mes de octubre de 2015 y acabaron con la vida de 28 líderes terroristas que operaban en el territorio sirio.
Gracias a los bombardeos rusos, el Ejército sirio ha logrado realizar destacados avances a lo largo del país, arrebatando grandes porciones de terreno a los takfiríes.
La crisis siria, desde su inicio en 2011, ya se ha cobrado la vida de más de un cuarto de millón de personas, de acuerdo con las estadísticas del opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH).
tas/rha/rba - HispanTv
Rusia anuncia ruptura de ‘todos los vínculos’ militares con Turquía
El presidente ruso, Vladimir Putin (dcha.), y su homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, en Ankara, capital de Turquía, 1 de diciembre de 2014.
Rusia rompe todos sus contactos militares con Turquía, tras el derribo de su avión Su-24 por el Ejército turco, informa el Ministerio ruso de Defensa.
“Hoy, de acuerdo con las decisiones tomadas con anterioridad, se han suspendido todos los canales de comunicación entre el Ministerio de Defensa de Rusia y las Fuerzas Armadas de Turquía”, hizo saber el jueves el vocero de dicha Cartera rusa, el general Igor Konashenkov.
Según el general ruso, la decisión incluye “todos los vínculos, y no solo la línea roja” que fue creada entre las dos entidades con el fin de impedir incidentes aéreos “durante la destrucción de la infraestructura terrorista en Siria”.
El martes, un avión ruso tipo Sujoi-24 fue derribado cerca de la frontera sirio-turca, tras ser impactado por dos cazas turcos F-16. Ankara argumenta que el aparato ruso violó su espacio aéreo, mientras Moscú desmiente esta versión insistiendo en que su nave no entró en territorio turco “ni un solo segundo” ya que sobrevoló todo el tiempo el territorio de Siria.
Konashenkov, de igual modo, criticó la negativa de Turquía a poner a disposición de Rusia los datos relacionados al siniestro del Su-24, así como la ausencia de una disculpa pública, una promesa de reparación o de castigo a los culpables
“La parte turca se negó a entregar documentos o informaciones en torno a este accidente (…) por que considera imposible entregar dichos datos”, indicó.
El aparato ruso participaba en una operación en el marco de la campaña de ataques aéreos contra las posiciones de grupos terroristas que lanzó Rusia a finales de septiembre después de que el presidente sirio, Bashar al-Asad, solicitara a Moscú asistencia militar para combatir a las bandas terroristas.
Las relaciones entre Ankara y Moscú se han crispado por el derribo del Sujoi. Rusia ha adoptado represalias económicas contra Turquía y según dicen los funcionarios rusos, podrían anularse varios proyectos beneficiosos para la parte turca.
Horas después del hecho, el presidente de Rusia, Vladimir Putin, condenó en duros términos el ataque turco que tildó de “una puñalada por la espalda” de los cómplices del terrorismo y advirtió de las "graves consecuencias" que acarreará a las relaciones entre Rusia y Turquía.
También el canciller ruso, Serguei Lavrov, canceló su viaje oficial a Turquía y recomendó a los ciudadanos rusos abstenerse de viajar al territorio turco.
mjs/ncl/mrk - HispanTv
Efecto S-400: Turquía suspende los vuelos sobre Siria
Cazas F-16 de la Fuerza Aérea turca / Reuters / Umit Bektas
La Fuerza Aérea turca ha suspendido los vuelos sobre el territorio sirio como parte de su misión en la coalición internacional antiterrorista liderada por Estados Unidos, una decisión tomada tras el derribo de un avión ruso.
Según fuentes militares citadas por el diario turco 'Hurriyet', la medida ha sido acordada con el Gobierno ruso.
El primer ministro turco, Ahmet Davutoglu, afirmó el jueves pasado que su Gobierno intenta trabajar con Rusia para aliviar la tensión entre los países, y que se está llevando a cabo el diálogo necesario.
Sin embargo, el portavoz del Ministerio de Defensa ruso, el general Ígor Konashénkov, aseguró que Moscú ha cortado todos los canales de comunicación militar con Turquía.
Ankara, que acusó a Rusia de violar su espacio aéreo el martes pasado, se negó a ofrecer al Ejército ruso material sobre el ataque al bombardero táctico Su-24. Tampoco ha ofrecido hasta el momento una disculpa pública ni promesas de reparación o castigo a los culpables.
En respuesta al derribo de su avión, Moscú ha desplegado en su base militar en Siria los sistemas antiaéreos S-400 Triumf, que cubren todo el territorio del país árabe, para proteger sus aviones que participan en la operación antiterrorista en el país árabe.
Actualidad RT
Rusia y Francia establecen el objetivo prioritario de los bombardeos en Siria
La interrupción del tráfico de petróleo del Estado Islámico hacia Turquía debe convertirse en un objetivo de alta prioridad para socavar la financiación del movimiento terrorista, según el presidente ruso, Vladímir Putin, y el jefe de Estado francés, François Hollande.
"Vemos cómo cada día se transporta crudo a Turquía desde territorios sirios controlados por el Estado Islámico", señaló Vladímir Putin durante una rueda de prensa conjunta este jueves.
Putin destacó que si Turquía, como afirma, destruye el petróleo ilegal procedente de Siria, no se ve el "humo" que produce. Al mismo tiempo el presidente admitió que en este contexto se puede hablar de "algunos elementos de corrupción, colusión" que pueden existir en Turquía.
El presidente francés, por su parte, afirmó que "quienes compran petróleo al Estado Islámico dan [a los terroristas] dinero incontrolado".
"Vamos a atacar estos convoyes de camiones y estas refinerías, que son la principal fuente de ingresos del Estado Islámico", aseguró Hollande.
François Hollande llegó a Moscú para entablar un diálogo sobre la creación de una amplia coalición contra el Estado Islámico con la participación de Rusia, algo que podría ser una tarea difícil, considerando la tensa situación actual en el escenario mundial.
Poco antes de la reunión bilateral, Turquía derribó un avión militar ruso, no solo perjudicando los lazos de amistad entre estos países, sino provocando una nueva ola de incomprensión entre Rusia y los países de la OTAN.
¿Qué más se abordó y qué se acordó en la reunión de Putin y Hollande?
1. Derribo del Su-24 ruso
"No imaginábamos que pudiéramos recibir un ataque de un país al que consideramos un aliado. (...) No esperábamos ningún ataque de su parte, por lo que lo consideramos una traición", dijo Putin en la rueda de prensa posterior a la reunión con Hollande. Por su parte, el mandatario galo se mostró preocupado por el derribo del avión e instó a hacer todo lo posible para evitar la repetición de lo sucedido.
2. Petróleo comprado al Estado Islámico
Putin indicó que en los barriles de petróleo comprados al Estado Islámico, que se dirigen a Turquía, no solo hay crudo, sino sangre de los ciudadanos rusos. Hollande, a su vez, expresó que "los que compran petróleo al EI les dan (los terroristas) dinero incontrolado" y llamó a "atacar a estos convoyes de camiones y a estas refinerías, que son la principal fuente de ingresos" de los terroristas.
3. Proceso político en Siria
El mandatario ruso reiteró que las fuerzas gubernamentales de Siria son aliados en la lucha contra los terroristas, ya que combatir al Estado Islámico no es posible sin operaciones en tierra. Además, Putin afirmó que el destino del presidente sirio, Bashar al Assad, debe estar en manos del pueblo sirio, mientras que el líder galo señaló que el actual mandatario sirio "no puede desempeñar ningún papel en el futuro del país". Hollande afirmó que en el país árabe es necesario "garantizar un proceso político", formar un gobierno de transición y celebrar nuevas elecciones.
Actualidad RT
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Rusia lanza bombardeos masivos en la zona donde rescataron al copiloto del Su-24 derribado
La Fuerza Aérea rusa efectuó conjuntamente con la aviación siria un bombardeo masivo sobre la zona donde fue rescatado con vida el copiloto del Su-24 derribado el pasado martes por un F-16 turco. Como consecuencia de la acción murieron los terroristas e integrantes de "otros grupos misteriosos" que operan en el área.
"Tan pronto como nuestro piloto se encontró fuera de peligro bombarderos rusos y tropas de artillería reactiva de las fuerzas del Gobierno sirio efectuaron un bombardeo masivo y prolongado sobre la zona indicada", informó el portavoz del Ministerio de Defensa ruso, el general Ígor Konashénkov, según RIA Novosti.
"Los terroristas que actuaban en esta zona y otros grupos misteriosos fueron aniquilados", agregó.
Konashénkov precisó que "del 23 al 26 de noviembre, los aviones de la Fuerza Aeroespacial de Rusia llevaron a cabo 134 vuelos de combate y bombardearon 449 objetos en las provincias de Alepo, Damasco, Idlib, Latakia, Hama, Homs, Raqa y Deir ez Zor".
Konashénkov tachó de "información falsa propagada intencionadamente" los informes de que los aviones rusos destruyeron un convoy humanitario turco.
El bombardero táctico ruso fue derribado durante una misión antiterrorista en Siria el pasado martes por un misil lanzado desde un caza turco F-16.
El avión ruso cayó en Siria, a cuatro kilómetros de la frontera turca. Ankara sostiene que el Su-24 violó el espacio aéreo turco, lo que ha recibido el apoyo de la OTAN pero ha sido desmentido por el Ministerio de Defensa ruso, que esgrimió datos de medios objetivos de control.
El 30 de septiembre el Senado ruso aprobó la entrada en acción de sus Fuerzas Aéreas en Siria. Las autoridades del país tomaron esta decisión después de que el presidente sirio, Bashar al Assad, solicitara a Moscú ayuda militar para luchar contra los terroristas. Este mismo día, tras coordinarse con las autoridades sirias, los aviones rusos lanzaron ataques aéreos contra las posiciones del EI.
Actualidad RT
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