sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Filha de Erdogan é enfermeira do Estado Islâmico


Filha de Erdogan Heads trabalha em um Hospital para atender terroristas do Estado Islâmico feridos.

TEERÃ (FNA) – Uma enfermeira descontente a trabalhar clandestinamente com um corpo médico secreto em Sanliurfa, uma cidade no sudeste da Turquia, perto da fronteira com a vizinha Síria prestou informações sobre o alegado papel que desempenha Sümeyye Erdogan na prestação de cuidados médicos para o EI quando os militantes feridos são transferidos para hospitais turcos.

Vivendo em um apartamento em ruínas na periferia de Istambul, juntamente com seus dois filhos, uma enfermeira magra com idade de 34 anos, que falou sob a condição de anonimato por medo de represálias, revelou ele sobre as sete semanas angustiante em trabalhar no hospital militar secreto em Sanliurfa, 150 km (93 milhas) a leste de Gaziantep e 1,300 km (808 milhas) a sudeste de Istambul, a Global Research News.

“Quase todos os dias vários caminhões militares turcos trazem dezenas de feridos graves, todos eles terroristas do EI para o nosso hospital secreto e tivemos que preparar as salas de cirurgia e os médicos de ajuda nos procedimentos a seguir”, disse ela.

“Foi-me dado um salário generoso de $ 7.500, mas eles não tinham conhecimento da minha religião. O fato é que eu aderir a Alawite fé e desde que Erdogan assumiu o comando do país o sistema mostra desprezo total para a minoria Alawite – fé Alawite é um ramo esotérico do islamismo xiita”, disse a enfermeira.

Uma herdeira de família rica e que foi educada em Londres, filha mais velha de totalitário Presidente Erdogan, Sümeyye Erdogan, mais do que anunciou uma vez a sua intenção de ser despachado para Mousl, uma vez que a segunda maior cidade do Iraque e reduto do Estado Islâmico para fazer obras de relevo como atrair voluntários para o EI e condenar publicamente os partidos de oposição da Turquia que acusam o governo de Recep Tayyip Erdogan de buscar esconder a verdade a respeito de inúmeras malfeitorias financeiras executadas pelo filho, Bilal Erdogan.

Erdogan que sempre derrama lágrimas de crocodilo para a situação da Síria presas entre o martelo da fome e da bigorna do extremista EI, esconde o fato de que seu próprio filho, Bilal Erdogan, está envolvido nos negócios lucrativos de contrabando de petróleo iraquiano e sírio roubados pelos terroristas do Estado Islâmico e vendi ao preço de 17 dólares o barril, sendo o filho de Erdogan, Bilal Erdogan que é dono de várias empresas marítimas, um dos intermediários para transportar petróleo roubado para diversos países europeus asiáticos.

Pátria Latina

O REBENTO DE ERDOGAN É UM TRAFICANTE


Negócios milionários envolvem o roubo de petróleo da Síria, vendido na Europa através da Turquia, por empresas controladas pelo filho do atual presidente Erdogan.

Centenas de empresas e indústrias da Síria foram desmontadas e montadas em cidades turcas, servindo de suporte financeiro para os terroristas do Estado Islâmico. Esse roubo de propriedades sírias não seria possível sem o apoio do governo turco. Apenas em Allepo, dezenas de indústrias foram desmontadas e transferidas para as cidades turcas de fronteira.

Na prática, o governo turco está apoiando financeiramente os terroristas do Estado Islâmico, com a cumplicidade dos governos dos Estados Unidos da América e de Israel.

Erdogan e abate do Su-24: vingança pela destruição do negócio petrolífero?


A derrubada do bombardeiro russo Su-24 nesta terça-feira (24) pela FA turca pode ter sido um ato de vingança por parte do presidente Erdogan, especialmente no contexto de rumores de que a sua família pode estar envolvida em comércio ilegal de petróleo do Estado Islâmico, disse à Sputnik o especialista em Oriente Médio Stanislav Tarasov.

O abate da aeronave é “uma provocação muito séria. A família de Erdogan está envolvida diretamente neste incidente… É bastante possível que a catástrofe do Su-24 tenha sido um ato de vingança”, sublinhou o analista.

Segundo alguns dados, o grupo jihadista ganha até 2 milhões de dólares por dia vendendo petróleo clandestinamente a intermediários turcos. Nesta quinta-feira (26) o premiê russo Dmitry Medvedev mencionou que alguns funcionários turcos são envolvidos neste negócio ilegal do Estado Islâmico. Ele não divulgou os nomes destas pessoas.

O presidente russo Vladimir Putin falou por sua vez, durante o encontro com o seu homólogo francês François Hollande, de fornecimento de petróleo à Turquia “à escala industrial” pelos terroristas na Síria, explicando que os pilotos russos tiraram fotos a partir da altitude de cinco mil metros de caminhões-cisternas na fronteira entre a Turquia e os territórios sírios controlados pelo Estado Islâmico.
Tarasov também supõe que o presidente turco pode ter laços diretos com os islamistas.
“A Turquia foi recentemente sacudida por um grande escândalo de corrupção. Poderemos em breve saber que o próprio presidente Erdogan está ligado diretamente com o EI… Erdogan mantém constantemente a sociedade turca à margem. Os turcos sempre lutam contra inimigos domésticos ou estrangeiros. Isto levou a que Erdogan rompesse os laços com muitos países”, observou Tarasov.


O presidente turco, segundo o especialista, está se tornando cada vez mais o “inimigo número um” no Oriente Médio. O abate do avião russo só irá ampliar esta tendência.
O incidente com o Su-24 “irá afeitar o equilíbrio regional de poder. Erdogan está ficando gradualmente mais isolado. Muitos o veem como um político corrupto e ditador. A Turquia transforma-se em uma força desestabilizadora no Oriente Médio”, sublinhou o analista.

Sputniknews

50 soldados de EEUU se despliegan por primera vez en Siria


Al menos 50 fuerzas estadounidenses han llegado a la ciudad de Kobani, norte del territorio sirio, so pretexto de entrenar y apoyar a las fuerzas kurdas en su lucha contra los terroristas, notifican fuentes kurdas en Irak.

Según informes de este jueves de fuentes en las Unidades de Protección Popular (YPG) de kurdos de Siria, las fuerzas estadounidenses han entrado en el territorio sirio bajo el pretexto de organizar nuevas ofensivas contra el grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh, en árabe).

Los soldados, detallan las fuentes, tendrán la misión de “planificar” operaciones antiterroristas contra las ciudades de Yarabulus y Al-Raqa, situadas en el norte de Siria y controladas por el EIIL.

De acuerdo con las declaraciones de Mustafa Abdi, activista kurdo en Kobani, a la agencia francesa de noticias AFP, “en las últimas horas” unos 50 instructores estadounidenses han entrado en Siria desde Turquía, cruzando el paso fronterizo de Murshid Binar.

Por otro lado, un informe de esta misma jornada de la televisión libanesa Al-Mayadeen, explica que unas 30 fuerzas han sido desplegadas en la ciudad de Kobani y el resto se ha enviado a la ciudad de Qamishli, otra ciudad turca en el noreste de Siria.

El interior de la ciudad de Kobani destruido durante el primer dominio de EIIL en esa ciudad, de septiembre de 2014 a enero de 2015.

De igual manera, el opositor Observatorio Sirio de Derechos Humanos (OSDH), ha confirmado la noticia de la “llegada de más de 50 instructores estadounidenses al norte y noreste de Siria” en las provincias de Alepo (nortoste) y Al-Hasaka (noreste).

El OSDH indica que las fuerzas estadounidenses “deben reunirse en Kobani” para entrenar a las fuerzas árabes, cristianas y kurdas sirias.

Se trata de la primera vez desde el inicio de las operaciones militares de EE.UU. en el marco de la llamada coalición internacional anti-EIIL que las fuerzas de EE.UU. entran en el territorio sirio.

El pasado mes de octubre, el portavoz de la Casa Blanca, Josh Earnest, desveló los planes de Washington para el envío de fuerzas especiales a Siria.

El pasado domingo, Brett McGurk, enviado especial del presidente de EE.UU., Barack Obama, para la coalición anti-EIIL informó de que los soldados llegarían “muy pronto” a la zona para cumplir con su tarea de “organizar” a las fuerzas locales en su lucha contra EIIL.

No obstante, expertos en asuntos de índole política aseguran que esta medida estadounidense responde a las operaciones militares de Rusia contra posiciones de EIIL en el territorio sirio, iniciadas el pasado 30 de septiembre y, al contrario de esta iniciativa estadounidense, bajo la petición oficial del presidente sirio, Bashar al-Asad.

Empero, las autoridades rusas han rechazado cualquier plan para el envío de tropas de combate a Siria, y afirman que sus operaciones se limitan a fuertes excursiones aéreas contras los terroristas y sus posiciones.

tas/rha/rba - HispanTv

Maduro: Derecha paga hasta $50.000 para generar violencia


El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, ha criticado que la derecha venezolana paga entre 30 mil y 50 mil dólares a infiltrados para provocar violencia en víspera de las legislativas del 6 de diciembre.

“La derecha venezolana está pagando entre 30 mil y 50 mil dólares para comprar a las personas y hacerlas pasar por simpatizantes de la Revolución Bolivariana, los obligan a utilizar símbolos y franelas del chavismo para vincularlos con actos violentos y así acusar al jefe de Estado como responsable”, ha denunciado este jueves durante un encuentro con campesinos y pescadores del Gran Polo Patriótico (GPP) en el estado occidental de Portuguesa.

En este sentido ha subrayado que la oposición al aplicar estas acciones antidemocráticas busca decir a la nación bolivariana que Maduro ordena asesinar a la gente venezolana.

Asimismo ha recordado que en abril de 2002, la derecha utilizó la misma estrategia para llevar a cabo el fallido golpe de Estado contra el difunto presidente de Venezuela, Hugo Chávez. “Esos actos se parecen mucho al 11 de abril cuando la derecha contrató a francotiradores y mató a su propia gente”, ha lamentado el mandatario.

Los opositores derechistas culparon a Chávez “de sus muertos” a fin de justificar el golpe de Estado, ha dicho para luego agregar que “el objetivo del 11 de abril de 2002 era matar a Hugo Chávez en Miraflores (sede presidencial)”.


Elementos afiliados con la derecha venezolana durante los disturbios del 11 de abril de 2002.


Por ello, el jefe del Ejecutivo venezolano, ha exigido “la máxima moral, liderazgo y cohesión, en la unión cívico-militar para defender la paz y la independencia” en el país sudamericano y se ha mostrado optimista de que el pueblo con “unión y disciplina” logrará la victoria en la lucha contra los complots de la derecha.

En otra parte de sus declaraciones, ha vuelto a criticar las acciones injerencistas de Washington en los asuntos internos de su país y ha asegurado que no permitirá "que ningún país del mundo venga a debilitar la democracia protagónica y participativa que caracteriza al pueblo venezolano”.

En reiteradas ocasiones, las autoridades venezolanas han advertido sobre las acciones de la extrema derecha para desestabilizar al país en vísperas de los comicios legislativos.

En este sentido, a principios de agosto, la Cancillería venezolana rechazó enérgicamente las declaraciones “injerencistas” de un portavoz estadounidense sobre las elecciones del 6 de diciembre.

El funcionario del Departamento de EE.UU., Mark C. Toner, dijo que el Gobierno estadounidense “ve con preocupación los informes de recientes decisiones del Consejo Nacional Electoral (CNE) venezolano y la Contraloría General” para inhabilitar a los dirigentes de la oposición de cara a las elecciones.

fdd/rha/rba - HispanTv

‘General iraní lideró rescate de piloto del avión ruso derribado por Turquía’


El comandante de las Fuerzas de Quds del Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI) de Irán, el general de división Qasem Soleimani (dcha.), ha desempeñado un papel fundamental de asesoría en la lucha de fuerzas iraquíes contra terroristas en diferentes puntos del país.

El comandante de las Fuerzas de Quds del Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI) de Irán, el general de división Qasem Soleimani, tuvo un papel destacado en el rescate del piloto ruso sobreviviente del caza derribado el martes por Turquía, según han revelado fuentes militares sirias.

Según un informe de este jueves de la sección persa de la agencia rusa de noticias Sputnik News, un alto funcionario castrense sirio ha desvelado que la operación para rescatar al piloto ruso en el norte de Siria fue realizada bajo la supervisión directa del general Soleimani y por seis comandos del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) y 18 comandos del Ejército sirio.


Foto divulgada en Internet muestra supuestos comandos presentes en la operación de rescate del piloto ruso.


Como ha detallado la fuente, bajo condición de anonimato, en medio de los esfuerzos para rescatar al piloto ruso, “el general Soleimani llamó a los rusos y les comunicó la preparación de una unidad especial para liberar al piloto”.

El general explicó a los rusos que debido a la composición de esa unidad -integrada por fuerzas sirias y de Hezbolá y entrenadas por Irán- y su pleno conocimiento a la situación geográfica, esas fuerzas se encargarían de la operación terrestre; y solicitó el apoyo de las fuerzas aéreas rusas, sus ayudas logísticas y el envío de información satelital necesaria, explica la fuente.

A cambio de todo esto, el general Soleimani “prometió el regreso del piloto sano y salvo, y ocurrió lo mismo”, enfatiza la fuente para después agregar que en el marco de esa operación los comandos sirios y de Hezbolá se acercaron a la primera línea de guerra entre el Ejército sirio y los terroristas, donde fue localizado el piloto, y gracias a la participación de fuerzas aéreas rusas se facilitó su entrada en la zona.

El lugar donde fue localizado el piloto ruso por satélites, a seis kilómetros de la primera línea de guerra, también se convirtió en un campo para “cazar a todos y cada uno de los terroristas presentes en la zona”.

Cada paso del avance de los comandos se vigilaba por satélites rusos, de manera que “incluso se informaba de la presencia de una hormiga a una distancia de cientos de metros”, añade.

El militar sirio opina que una de las causas del éxito de esta operación consistió en las divergencias que existían entre Turquía y los terroristas sobre el destino del piloto, pues Ankara “quería tomarlo como rehén y chantajear, mientras que los terroristas buscaban quemarlo, como el piloto jordano, para provocar miedo entre los pilotos rusos”.

Esta misma discordia permitió el desarrollo de la operación en unas horas doradas, pues los terroristas jamás imaginaron semejante operación sorpresa y rápida, precisa.

Al final, recuerda la fuente, el general Soleimani vigiló “personalmente” la operación y acompañó la sala de operación hasta su éxito en rescatar al piloto ruso.

El martes, un misil aire-aire lanzado por un caza turco de tipo F-16 derribó un caza ruso de tipo Sujoi-24 que, supuestamente, había violado el espacio aéreo turco, versión de los hechos rechazada por Rusia.

De los dos pilotos de esa aeronave, que se eyectaron del aparato después del ataque, a la vez que recibían fuego de ametralladoras de grupos armados desde suelo sirio, uno perdió la vida y el otro fue rescatado.

El presidente ruso, Vladimir Putin, ha tachado el derribo del avión ruso de “puñalada por la espalda que tendrá serias consecuencias para la relación de Rusia con Turquía”.

En concreto, Rusia ha cortado todos los contactos militares con Turquía, según comunicó el mismo martes el jefe del Departamento Operativo Principal del Estado Mayor de las Fuerzas Armadas de Rusia, Serguéi Rudskói.

tas/rha/rba - HispanTv

“Significativos avances”: Ejército sirio destruye 673 posiciones terroristas en 5 días


El Ejército sirio informa de “significativos avances” de sus fuerzas en la lucha antiterrorista, de manera que con 179 vuelos en cinco días han destruido 673 posiciones terroristas en diferentes puntos del país árabe.

Por medio de un comunicado emitido este jueves, el portavoz del Ejército de Siria, el general de brigada Ali Maihub, ha explicado que en el periodo comprendido entre el 21 al 26 del presente mes, las fuerzas del Ejército sirio junto con las fuerzas populares han acabado con 673 posiciones terroristas en las provincias de Damasco (suroeste), Homs (centro), Hama (centro-oeste), Idlib (noroeste), Alepo (noroeste), Deir al-Zur (este) y Latakia (oeste).

Según indica la nota, estas operaciones han generado grandes pérdidas en las filas terroristas, además de provocar la retirada de un gran número de ellos, en su mayoría extranjeros, hacia la frontera con Turquía.

Asimismo, como fruto de esas operaciones, han sido arrasados varios puestos de mando, centros de comunicación y vehículos terroristas en las citadas provincias. En las granjas de Harasta, al noroeste de Damasco, también se descubrió una red de túneles subterráneos utilizados por elementos terroristas.

De acuerdo con el comunicado del titular castrense sirio, gracias a los esfuerzos de las fuerzas sirias también se ha recuperado el control de dos localidades, dos montañas y varias otras colinas aledañas en Homs.

En Alepo, agrega la nota, ha sido devastado un depósito de municiones en el este del aeropuerto de Nierab y fortificaciones y sedes de las organizaciones terroristas en diferentes puntos de la provincia.

Por otro lado, en la provincia de Latakia, las fuerzas sirias también han logrado expulsar a los terroristas de diferentes zonas y retomar el control de dos colinas.

Mientras tanto, fuentes militares sirios, bajo condición de anonimato, han informado este jueves de la destrucción de unos 449 objetivos de los grupos terroristas en los días 23 y 24 del mes en curso como fruto de cooperaciones entre la aviación rusa y las fuerzas sirias.

En declaraciones a la agencia siria de noticias SANA, las fuentes han afirmado que en el marco de esas operaciones, se ha llevado a cabo 134 vuelos en las provincias de Damasco, Alepo, Idlib, Latakia, Hama, Homs, Al-Raqa (norte) y Deir al-Zur.

En uno de los ataques, agregan, fueron destruidos convoyes de cisternas del grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh, en árabe) mientras transportaban combustible de Deir al-Zur y Al-Raqa, así como un tanque, dos campos de entrenamientos de terroristas de EIIL procedentes de Turquía, además de dos vehículos blindados para el transporte de terroristas, tres vehículos artillados del Frente Al-Nusra en el campo de Alepo.

Desde el pasado 30 de septiembre, Rusia está llevando a cabo operaciones militares contra los grupos terroristas en Siria a petición del país árabe.

Según el Ministerio de Defensa de Rusia, los aviones militares rusos destruyeron 1623 objetivos de los grupos armados durante el mes de octubre de 2015 y acabaron con la vida de 28 líderes terroristas que operaban en el territorio sirio.

Gracias a los bombardeos rusos, el Ejército sirio ha logrado realizar destacados avances a lo largo del país, arrebatando grandes porciones de terreno a los takfiríes.

La crisis siria, desde su inicio en 2011, ya se ha cobrado la vida de más de un cuarto de millón de personas, de acuerdo con las estadísticas del opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH).

tas/rha/rba - HispanTv

Rusia anuncia ruptura de ‘todos los vínculos’ militares con Turquía


El presidente ruso, Vladimir Putin (dcha.), y su homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, en Ankara, capital de Turquía, 1 de diciembre de 2014.

Rusia rompe todos sus contactos militares con Turquía, tras el derribo de su avión Su-24 por el Ejército turco, informa el Ministerio ruso de Defensa.

“Hoy, de acuerdo con las decisiones tomadas con anterioridad, se han suspendido todos los canales de comunicación entre el Ministerio de Defensa de Rusia y las Fuerzas Armadas de Turquía”, hizo saber el jueves el vocero de dicha Cartera rusa, el general Igor Konashenkov.

Según el general ruso, la decisión incluye “todos los vínculos, y no solo la línea roja” que fue creada entre las dos entidades con el fin de impedir incidentes aéreos “durante la destrucción de la infraestructura terrorista en Siria”.

El martes, un avión ruso tipo Sujoi-24 fue derribado cerca de la frontera sirio-turca, tras ser impactado por dos cazas turcos F-16. Ankara argumenta que el aparato ruso violó su espacio aéreo, mientras Moscú desmiente esta versión insistiendo en que su nave no entró en territorio turco “ni un solo segundo” ya que sobrevoló todo el tiempo el territorio de Siria.

Konashenkov, de igual modo, criticó la negativa de Turquía a poner a disposición de Rusia los datos relacionados al siniestro del Su-24, así como la ausencia de una disculpa pública, una promesa de reparación o de castigo a los culpables

“La parte turca se negó a entregar documentos o informaciones en torno a este accidente (…) por que considera imposible entregar dichos datos”, indicó.

El aparato ruso participaba en una operación en el marco de la campaña de ataques aéreos contra las posiciones de grupos terroristas que lanzó Rusia a finales de septiembre después de que el presidente sirio, Bashar al-Asad, solicitara a Moscú asistencia militar para combatir a las bandas terroristas.

Las relaciones entre Ankara y Moscú se han crispado por el derribo del Sujoi. Rusia ha adoptado represalias económicas contra Turquía y según dicen los funcionarios rusos, podrían anularse varios proyectos beneficiosos para la parte turca.

Horas después del hecho, el presidente de Rusia, Vladimir Putin, condenó en duros términos el ataque turco que tildó de “una puñalada por la espalda” de los cómplices del terrorismo y advirtió de las "graves consecuencias" que acarreará a las relaciones entre Rusia y Turquía.

También el canciller ruso, Serguei Lavrov, canceló su viaje oficial a Turquía y recomendó a los ciudadanos rusos abstenerse de viajar al territorio turco.

mjs/ncl/mrk - HispanTv

Efecto S-400: Turquía suspende los vuelos sobre Siria


Cazas F-16 de la Fuerza Aérea turca / Reuters / Umit Bektas

La Fuerza Aérea turca ha suspendido los vuelos sobre el territorio sirio como parte de su misión en la coalición internacional antiterrorista liderada por Estados Unidos, una decisión tomada tras el derribo de un avión ruso.

Según fuentes militares citadas por el diario turco 'Hurriyet', la medida ha sido acordada con el Gobierno ruso.

El primer ministro turco, Ahmet Davutoglu, afirmó el jueves pasado que su Gobierno intenta trabajar con Rusia para aliviar la tensión entre los países, y que se está llevando a cabo el diálogo necesario.

Sin embargo, el portavoz del Ministerio de Defensa ruso, el general Ígor Konashénkov, aseguró que Moscú ha cortado todos los canales de comunicación militar con Turquía.

Ankara, que acusó a Rusia de violar su espacio aéreo el martes pasado, se negó a ofrecer al Ejército ruso material sobre el ataque al bombardero táctico Su-24. Tampoco ha ofrecido hasta el momento una disculpa pública ni promesas de reparación o castigo a los culpables.

En respuesta al derribo de su avión, Moscú ha desplegado en su base militar en Siria los sistemas antiaéreos S-400 Triumf, que cubren todo el territorio del país árabe, para proteger sus aviones que participan en la operación antiterrorista en el país árabe.

Actualidad RT

Rusia y Francia establecen el objetivo prioritario de los bombardeos en Siria


La interrupción del tráfico de petróleo del Estado Islámico hacia Turquía debe convertirse en un objetivo de alta prioridad para socavar la financiación del movimiento terrorista, según el presidente ruso, Vladímir Putin, y el jefe de Estado francés, François Hollande.

"Vemos cómo cada día se transporta crudo a Turquía desde territorios sirios controlados por el Estado Islámico", señaló Vladímir Putin durante una rueda de prensa conjunta este jueves.

Putin destacó que si Turquía, como afirma, destruye el petróleo ilegal procedente de Siria, no se ve el "humo" que produce. Al mismo tiempo el presidente admitió que en este contexto se puede hablar de "algunos elementos de corrupción, colusión" que pueden existir en Turquía.

El presidente francés, por su parte, afirmó que "quienes compran petróleo al Estado Islámico dan [a los terroristas] dinero incontrolado".

"Vamos a atacar estos convoyes de camiones y estas refinerías, que son la principal fuente de ingresos del Estado Islámico", aseguró Hollande.

François Hollande llegó a Moscú para entablar un diálogo sobre la creación de una amplia coalición contra el Estado Islámico con la participación de Rusia, algo que podría ser una tarea difícil, considerando la tensa situación actual en el escenario mundial.

Poco antes de la reunión bilateral, Turquía derribó un avión militar ruso, no solo perjudicando los lazos de amistad entre estos países, sino provocando una nueva ola de incomprensión entre Rusia y los países de la OTAN.

¿Qué más se abordó y qué se acordó en la reunión de Putin y Hollande?

1. Derribo del Su-24 ruso

"No imaginábamos que pudiéramos recibir un ataque de un país al que consideramos un aliado. (...) No esperábamos ningún ataque de su parte, por lo que lo consideramos una traición", dijo Putin en la rueda de prensa posterior a la reunión con Hollande. Por su parte, el mandatario galo se mostró preocupado por el derribo del avión e instó a hacer todo lo posible para evitar la repetición de lo sucedido.

2. Petróleo comprado al Estado Islámico

Putin indicó que en los barriles de petróleo comprados al Estado Islámico, que se dirigen a Turquía, no solo hay crudo, sino sangre de los ciudadanos rusos. Hollande, a su vez, expresó que "los que compran petróleo al EI les dan (los terroristas) dinero incontrolado" y llamó a "atacar a estos convoyes de camiones y a estas refinerías, que son la principal fuente de ingresos" de los terroristas.


3. Proceso político en Siria

El mandatario ruso reiteró que las fuerzas gubernamentales de Siria son aliados en la lucha contra los terroristas, ya que combatir al Estado Islámico no es posible sin operaciones en tierra. Además, Putin afirmó que el destino del presidente sirio, Bashar al Assad, debe estar en manos del pueblo sirio, mientras que el líder galo señaló que el actual mandatario sirio "no puede desempeñar ningún papel en el futuro del país". Hollande afirmó que en el país árabe es necesario "garantizar un proceso político", formar un gobierno de transición y celebrar nuevas elecciones.

Actualidad RT

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Rusia lanza bombardeos masivos en la zona donde rescataron al copiloto del Su-24 derribado


La Fuerza Aérea rusa efectuó conjuntamente con la aviación siria un bombardeo masivo sobre la zona donde fue rescatado con vida el copiloto del Su-24 derribado el pasado martes por un F-16 turco. Como consecuencia de la acción murieron los terroristas e integrantes de "otros grupos misteriosos" que operan en el área.

"Tan pronto como nuestro piloto se encontró fuera de peligro bombarderos rusos y tropas de artillería reactiva de las fuerzas del Gobierno sirio efectuaron un bombardeo masivo y prolongado sobre la zona indicada", informó el portavoz del Ministerio de Defensa ruso, el general Ígor Konashénkov, según RIA Novosti.

"Los terroristas que actuaban en esta zona y otros grupos misteriosos fueron aniquilados", agregó.

Konashénkov precisó que "del 23 al 26 de noviembre, los aviones de la Fuerza Aeroespacial de Rusia llevaron a cabo 134 vuelos de combate y bombardearon 449 objetos en las provincias de Alepo, Damasco, Idlib, Latakia, Hama, Homs, Raqa y Deir ez Zor".

Konashénkov tachó de "información falsa propagada intencionadamente" los informes de que los aviones rusos destruyeron un convoy humanitario turco.

El bombardero táctico ruso fue derribado durante una misión antiterrorista en Siria el pasado martes por un misil lanzado desde un caza turco F-16.

El avión ruso cayó en Siria, a cuatro kilómetros de la frontera turca. Ankara sostiene que el Su-24 violó el espacio aéreo turco, lo que ha recibido el apoyo de la OTAN pero ha sido desmentido por el Ministerio de Defensa ruso, que esgrimió datos de medios objetivos de control.

El 30 de septiembre el Senado ruso aprobó la entrada en acción de sus Fuerzas Aéreas en Siria. Las autoridades del país tomaron esta decisión después de que el presidente sirio, Bashar al Assad, solicitara a Moscú ayuda militar para luchar contra los terroristas. Este mismo día, tras coordinarse con las autoridades sirias, los aviones rusos lanzaron ataques aéreos contra las posiciones del EI.

Actualidad RT

O presidente Putin chamou a ação da Turquia de derrubar caça russo de "Punhalada nas costas".

O presidente Bashar Al Assad fala à revista francesa Valor Actuel


Valor Actuel: Qual é o seu comentário sobre o que foi dito pelo presidente francês François Hollande de que “o Presidente Assad não pode ser uma solução, porque ele é parte do problema”. Em sua opinião, isto é um ponto de vista comum? Qual é a sua resposta para isso?
Presidente Bashar Al-Assad: Em primeiro lugar, a primeira parte da minha resposta é uma pergunta: Hollande foi autorizado pelo povo sírio para falar em seu nome? Esta é a primeira pergunta. Você, como um cidadão francês, aceitaria um comentário semelhante por parte de qualquer político neste mundo? Alguém que diga que o presidente Hollande não deveria ser o presidente da França? Isto não constituiria um insulto ao povo francês? Nós vemos esta questão de modo semelhante. Quando ele diz isso, não seria um insulto ao povo sírio? Será que isso significa que ele não o reconhece? Em segundo lugar, a França sempre teve orgulho da tradição e dos princípios da Revolução Francesa. Talvez da democracia e dos direitos humanos. Um dos primeiros princípios da democracia é o direito dos povos de decidir por quem serão governados. Então é vergonhoso, para qualquer um que represente o povo francês, dizer algo que contrarie os princípios da República Francesa e do povo francês. Em terceiro lugar, é uma vergonha que ele tente insultar um povo civilizado, que tem uma história que abrange milhares de anos, como é a história do povo sírio. Esta é a minha resposta. Eu acredito que isso não afetará, em nada, a realidade na Síria porque a realidade não seria afetada por tais declarações.

Valor Actuel: Se o senhor tivesse uma mensagem para o Sr. Hollande e para o Sr. Fabius, especialmente depois do que aconteceu em Paris, esta mensagem seria: "Cortem, imediatamente, as relações com o Qatar e com a Arábia Saudita”?
Presidente Bashar Al-Assad: Em primeiro lugar, esta mensagem é multifacetada. Eu começaria com a seguinte pergunta: Seriam ambos independentes para que eu possa enviar uma mensagem, a qual pudessem implementar? A verdade é que a política francesa, nos dias de hoje, não é independente da política dos Estados Unidos. Isto vem em primeiro lugar. Então, mandar mensagens não ajudaria em nada. Mesmo assim, se eu tivesse a esperança de haver alguma mudança na política da França, a primeira coisa a se fazer é voltar para a política francesa realista, independente e amiga do Oriente Médio e da Síria. Em segundo lugar, a França deve ficar longe das abordagens americanas de dois pesos e duas medidas. Portanto, se eles querem o apoio do povo sírio, como alegaram, no que diz respeito à democracia, então seria melhor dar este apoio ao povo saudita em primeiro lugar. Se você tem um problema com o Estado sírio, relacionado à democracia, como é que você pode ter boas relações e construir amizades com dois dos piores e menos desenvolvidos países do mundo, tais como a Arábia Saudita e o Qatar? Esta contradição não sugere credibilidade.
Em terceiro lugar, é natural que uma autoridade trabalhe pelo bem de seu povo. A pergunta que faço, nesta mensagem, é: A política francesa deu algum bom retorno ao povo francês nos últimos cinco anos? Qual foi o benefício colhido pelo povo francês? Eu estou certo de que a resposta será: Nada. A prova é o que eu disse, há alguns anos, de que a distorção deste abalo sísmico na Síria reverberará em tremores pelo mundo todo. E isso acontecerá, primeiramente, na Europa porque nós somos o quintal da Europa, tanto geográfica quanto geopoliticamente. Na época, eles disseram: Estás nos ameaçando? Eu não estava ameaçando. O ocorrido no Charlie Hebdo, no início deste ano, não foi apenas um incidente. E eu disse que tal ocorrência era apenas a ponta do iceberg. O que aconteceu em Paris foi mais uma prova disso. Eles devem mudar suas políticas pelo bem de seu próprio povo. E aí teremos interesses compartilhados com o povo francês, especialmente na luta contra o terrorismo. Portanto, nossa mensagem final é que nós os chamamos para lutar de forma séria contra o terrorismo. Quando falarem sobre o combate ao terrorismo, esta será a nossa mensagem.

Valor Actuel: Os peritos franceses confirmaram que os terroristas receberam treinamento no Oriente Médio, mas nós ainda não temos informações sobre isso. Quais as circunstâncias que devem ser disponibilizadas para o estabelecimento deste tipo de cooperação entre Paris e Damasco?
Presidente Bashar Al-Assad: A condição mais importante é a seriedade. Se o governo francês não for sério em sua luta contra o terrorismo, então não vamos perder o nosso tempo colaborando com um país ou governo ou instituição que apoia o terrorismo. Em primeiro lugar, eles devem mudar a sua política e que ela seja baseada num critério único, não em vários, e que este país seja parte de uma aliança que reúna os países que lutam contra o terrorismo e não por países que apoiam e combatem o terrorismo ao mesmo tempo. Isto é uma contradição. Então, estas são as bases que devem servir a qualquer cooperação. Nós queremos que esta cooperação exista, não somente com a França, mas com qualquer país. Mas essa cooperação deve ocorrer num ambiente adequado, dentro de certos critérios e tendo propiciadas algumas condições.

Valor Actuel: No futuro, se o governo mudar, isso seria possível?
Presidente Bashar Al-Assad: Na política, não existe espaço para amizades e sentimentos. Há apenas interesses. Este é o meu papel como político. E este é o papel deles como políticos de seu país. A questão não é saber se eles gostam de Assad ou se eu gosto ou não de Hollande. A questão não tem nada a ver com isso. O meu trabalho é buscar o que é melhor para os sírios. E o trabalho deles deveria ser buscar o que é melhor para os franceses. Não temos problemas quanto ao futuro. O nosso problema está na política e não nos sentimentos.

Valor Actuel: O senhor teve um encontro com o presidente Putin. Não perguntarei o que ele disse ao senhor, mas gostaria de fazer outra pergunta. Quando alguém diz que Putin é a última pessoa que poderia defender o Ocidente, o senhor concorda com esta opinião? No sentido de que Putin seria o último presidente de estado que poderia defender a civilização ocidental e o cristianismo.
Presidente Bashar Al-Assad: Você quer dizer a minha opinião quanto à questão de se o Presidente Putin defende a Europa Ocidental ou não?

Valor Actuel: Isso mesmo.
Presidente Bashar Al-Assad: Quando você fala sobre o terrorismo, está falando sobre um só cenário. Não sobre um cenário sírio, outro líbio, um terceiro iemenita e um quarto francês. É um só cenário. Este foi o impulso para a aliança russa anunciada há alguns meses, antes do envio das tropas para a Síria. É que se nós não lutarmos contra o terrorismo na Síria, ou talvez em outras partes do mundo, o terrorismo vai atingir a todos os lugares, inclusive a Rússia. Portanto, isso é real. Quando você luta contra o terrorismo na Síria, você está defendendo a Rússia, a Europa e os outros continentes. Isso é certo. Esta tem sido a nossa visão por décadas. Desde quando lutamos contra os terroristas da Irmandade Muçulmana nas décadas de setenta e noventa do século XX. Esta foi a nossa impressão. Nós sempre exigimos o estabelecimento de uma coalizão internacional para combater o terrorismo, porque o terrorismo não reconhece fronteiras políticas e não dá a mínima atenção para procedimentos. Sejam quais forem as ações adotadas pela França, após o incidente do Charlie Hebdo, o que aconteceu em Paris comprova esta teoria. Isto é certo e preciso. Qualquer um que luta contra o terrorismo, e não somente o Putin, está protegendo o mundo inteiro.

Valor Actuel: Durante a Conferência de Viena sobre a Síria e na reunião do G20, em Ancara, em momentos diferentes, vários presidentes disseram que "A solução está na saída de Bashar al-Assad,". O senhor estaria pessoalmente pronto para abandonar o poder se esta for a solução exemplar para proteger a Síria?
Presidente Bashar Al-Assad: Esta é uma pergunta que se subdivide em duas partes. No que diz respeito à primeira parte, sobre se eu faria alguma coisa para atender ao pedido de um estrangeiro, a resposta é não. Eu não faria isso, independentemente da demanda, se é grande ou pequena, importante ou sem importância, porque não tem nada a ver com a determinação da Síria. A única coisa que eles fizeram, até agora, é fornecer apoio aos terroristas das mais diversas formas. Tanto através da cobertura dada a eles quanto através do apoio direto. O que eles fazem é, tão somente, criar problemas. Eles não são parte da solução. Estes países que apoiam o terrorismo não são parte da solução na Síria. Portanto, seja lá o que eles digam, nós não os atenderemos porque, francamente, nós não nos importamos com eles. Em segundo lugar, do meu ponto de vista como um sírio, devo atender apenas às vontades da Síria e, claro, quando falo sobre a vontade da Síria, deve haver algum consenso por parte da maioria dos sírios e a única maneira de descobrir o que os sírios querem deve ser através das urnas.
Em terceiro lugar, para que qualquer presidente chegue ao poder ou deixe-o, em qualquer país que se dê o respeito e respeita sua cultura e seu povo, deve haver um processo político que seja um reflexo da Constituição. A Constituição é quem dá poder e destitui o presidente, através do parlamento, das eleições, do referendo e assim por diante. Esta é a única maneira em que o presidente pode chegar ao poder ou deixa-lo.

Valor Actuel: O que ocorre, em todas estas negociações, afirma que a única solução, não apenas para a Síria, mas também para o Iraque e o Líbano, é a divisão. Ouvimos muita coisa sobre isso. Como o senhor sabe, fala-se sobre secularismo e sectarismo, mas há muitas coisas sendo ditas em todo o lugar, no diz respeito à Síria, à região costeira e também ao Iraque, bem como ao Líbano. Como o senhor se sente em relação a isso?
Presidente Bashar Al-Assad: A impressão que eles querem dar, através da mídia ocidental, é que o problema nesta região é uma guerra civil entre os vários componentes, religiões e grupos étnicos que não aceitam o convívio uns com os outros. Se for assim, por que eles não dividem o seu próprio país, podendo, desta forma, ficar cada um em sua área? Na realidade, o problema não é bem assim, porque, atualmente, você pode constatar que nas áreas que estão sob o controle do governo, todos estes componentes convivem uns com os outros e levam uma vida normal. Portanto, se eles querem a divisão, devem, primeiramente, desenhar linhas muito claras entre os componentes, quer seja entre as etnias ou as seitas religiosas. Nesse caso, se a região chegar a este ponto, eu vos digo que haverá pequenos países lutando uns contra os outros, em guerras intermináveis que durarão, talvez, por séculos. Uma situação como esta significaria que serão deflagradas guerras permanentes. Para o restante do mundo, isso significaria mais fontes de instabilidade e terrorismo, que poderão ser exportadas para o mundo inteiro. Esta seria a situação. Todavia, esta é uma forma muito perigosa de se pensar. Não queremos uma tutela social para tal divisão. O fato é que se você perguntar a qualquer sírio, agora, quer seja a favor ou contra o governo, todos dirão que apoiam a unidade da Síria.

Valor Actuel: O senhor falou sobre a Constituição. Daqui a alguns meses, haverá eleições na Síria. O senhor estaria disposto a receber observadores internacionais para estas eleições?
Presidente Bashar Al-Assad: Sim, mas nós já dissemos que a observação internacional não inclui as organizações das Nações Unidas, porque não possuem nenhuma credibilidade. Porque elas estão, francamente, sob o controle dos americanos e do Ocidente em geral. Portanto, quando falamos sobre observação internacional ou a participação ou a cooperação, nos referimos a países não foram parciais durante a crise, não apoiaram os terroristas e não tentam politizar suas posições sobre os acontecimentos na Síria. Estes são os países que poderiam estar envolvidos na coordenação ou na observação. Nós não temos, em princípio, nenhum problema quanto a isso.

Valor Actuel: Falamos sobre o Qatar e a Arábia Saudita, mas não falamos sobre a Turquia, que permite a centenas de milhares de refugiados a atravessar para a Europa. Ao que parece, também permite que os jihadistas entrem na Síria. Como o senhor vê o papel da Turquia?
Presidente Bashar Al-Assad: É o papel mais perigoso em toda esta situação, porque a Turquia tem fornecido todo o tipo de apoio a todos estes terroristas, dos mais diferentes espectros. Alguns países apoiam a "Frente al-Nusra", ligada à Al Qaeda, e outros apoiam o "Daesh", enquanto que a Turquia apoia estas duas organizações e muitos outros grupos ao mesmo tempo. Ela fornece o suporte em recursos humanos, em termos de recrutamento de combatentes, e os apoia com dinheiro, armas, monitoramento e informações. Isso sem contar o apoio logístico. Até mesmo as manobras levadas a cabo pelo exército turco na fronteira com Síria, durante as batalhas, têm este objetivo. Mesmo recursos captados, em todo o mundo, passam pela Turquia. O "Daesh" vende o petróleo na Turquia. Portanto a Turquia vem desempenhando o pior dos papéis em nossa crise. Em segundo lugar, isso está diretamente ligado ao próprio Erdogan, assim como a Davutoglu, porque ambos refletem a verdadeira ideologia que está em seus corações, que é a ideologia da Irmandade Muçulmana.

Valor Actuel: O senhor acha que ele é membro da Irmandade Muçulmana?
Presidente Bashar Al-Assad: Não necessariamente um membro regular. No entanto, a mentalidade dele é 100% a mesma da Irmandade Muçulmana. Ele tem um grande interesse no Islã político, que é um islamismo oportunista, sem qualquer relação com a religião muçulmana. Nós enxergamos o assunto desta forma, porque não se pode politizar a religião. Então, a questão está ligada a ele pessoalmente e ao seu desejo de ver a Irmandade Muçulmana governar todo o mundo árabe, para que ele possa ter o controle sobre eles e ser o sultão deles, ou na realidade um Imã. Este é o papel desempenhado pela Turquia.

Valor Actuel: O senhor sabe a situação em que nos encontramos agora, após os ataques a Paris e, anteriormente, ao Charlie Hebdo, assim como os eventos que os antecederam. O senhor falou sobre isso, mas eu quero a confirmação do que o senhor disse. O senhor acha que a França não poderá lutar contra o terrorismo, se continuar em suas relações com o Qatar e com a Arábia Saudita?
Presidente Bashar Al-Assad: Sim e acrescento que você não pode lutar contra o terrorismo, se você não tiver relações com as forças que combatem o "Daesh" ou o terrorismo no terreno. Você não pode lutar contra o terrorismo, enquanto adota políticas equivocadas que apoiam direta ou indiretamente o terrorismo. Se você não tiver todos estes fatores, você não poderá atuar neste sentido. Eu não acredito, até o presente momento, que ela possa fazê-lo agora.

Valor Actuel: Muito obrigado, Sr. Presidente, por nos conceder esta entrevista.
Presidente Bashar Al-Assad: Obrigado por nos visitar.


Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria
Tradução: Jihan Arar

Exército norte-americano: Pedofilia e assassinato em massa


Pai e filho iraquianos saboreando o que há de melhor na democracia cristã e ocidental

Por Georges Bourdoukan

Os Estados Unidos estão indignados. Em menos de duas semanas vieram a público documentos secretos, alias altamente secretos, acusando os militares do país de pedofilia e de assassinatos em massa de civis.

Que o digam as populações do Iraque, Paquistão, Afeganistão e por que não, Palestina.

O governo quer saber quem foi ou foram os responsáveis.

E a mídia repercute.

Bobagem.

Claro que o governo mostra indignação.

E claro que todos sabemos que os documentos secretos foram divulgados pelo próprio governo.

Essa é uma das formas que Obama encontrou para deixar de ser refém das empresas privadas que hoje controlam todo o serviço de informação do país.

Se vai dar certo, ou não, o tempo dirá.

Obama sabe que ele pode ser a próxima vítima.

Não porque seja muito diferente dos Bush( há sim uma pequena diferença), mas porque, ao contrario de seus antecessores, ele se recusa a dar carta branca aos criminosos que dizem defender os Estados Unidos.

Pedofilia e assassinato em massa.

É a democracia Ocidental e Cristã em sua plenitude.

Frase mágica que os Estados Unidos sempre utilizaram para ocupar e saquear países.

Inclusive nas maltratadas Américas.

Nós, mais velhos, nem precisamos recorrer à História.

Todos conhecemos o sabor da Democracia Ocidental e Cristã.

Era a época do prendo e arrebento.

Ditaduras eram semeadas em nome da Democracia Ocidental e Cristã.

E com apoio da mídia.

Lembram?

Quando o cheiro de cavalo era preferível ao do povo.

"Esse povo estúpido que não sabe votar, que prefere iletrados a doutores."

Ah, esses doutores que já esgotaram seu estoque de sais e de rapés.

Que não podem ver um macacão que se arrepiam todos.

Mas a História é implacável e caminha sempre para a frente.

O Império treme.

Já dizia alguém que ele não passava de um tigre de papel.

E essa previsão está se confirmando.

E acreditem, seus dentes atômicos serão a sua ruína.

Já era mais do que hora.


Os oprimidos e explorados agradecem.