quinta-feira, 26 de novembro de 2015
O presidente Bashar Al Assad fala à revista francesa Valor Actuel
Valor Actuel: Qual é o seu comentário sobre o que foi dito pelo presidente francês François Hollande de que “o Presidente Assad não pode ser uma solução, porque ele é parte do problema”. Em sua opinião, isto é um ponto de vista comum? Qual é a sua resposta para isso?
Presidente Bashar Al-Assad: Em primeiro lugar, a primeira parte da minha resposta é uma pergunta: Hollande foi autorizado pelo povo sírio para falar em seu nome? Esta é a primeira pergunta. Você, como um cidadão francês, aceitaria um comentário semelhante por parte de qualquer político neste mundo? Alguém que diga que o presidente Hollande não deveria ser o presidente da França? Isto não constituiria um insulto ao povo francês? Nós vemos esta questão de modo semelhante. Quando ele diz isso, não seria um insulto ao povo sírio? Será que isso significa que ele não o reconhece? Em segundo lugar, a França sempre teve orgulho da tradição e dos princípios da Revolução Francesa. Talvez da democracia e dos direitos humanos. Um dos primeiros princípios da democracia é o direito dos povos de decidir por quem serão governados. Então é vergonhoso, para qualquer um que represente o povo francês, dizer algo que contrarie os princípios da República Francesa e do povo francês. Em terceiro lugar, é uma vergonha que ele tente insultar um povo civilizado, que tem uma história que abrange milhares de anos, como é a história do povo sírio. Esta é a minha resposta. Eu acredito que isso não afetará, em nada, a realidade na Síria porque a realidade não seria afetada por tais declarações.
Valor Actuel: Se o senhor tivesse uma mensagem para o Sr. Hollande e para o Sr. Fabius, especialmente depois do que aconteceu em Paris, esta mensagem seria: "Cortem, imediatamente, as relações com o Qatar e com a Arábia Saudita”?
Presidente Bashar Al-Assad: Em primeiro lugar, esta mensagem é multifacetada. Eu começaria com a seguinte pergunta: Seriam ambos independentes para que eu possa enviar uma mensagem, a qual pudessem implementar? A verdade é que a política francesa, nos dias de hoje, não é independente da política dos Estados Unidos. Isto vem em primeiro lugar. Então, mandar mensagens não ajudaria em nada. Mesmo assim, se eu tivesse a esperança de haver alguma mudança na política da França, a primeira coisa a se fazer é voltar para a política francesa realista, independente e amiga do Oriente Médio e da Síria. Em segundo lugar, a França deve ficar longe das abordagens americanas de dois pesos e duas medidas. Portanto, se eles querem o apoio do povo sírio, como alegaram, no que diz respeito à democracia, então seria melhor dar este apoio ao povo saudita em primeiro lugar. Se você tem um problema com o Estado sírio, relacionado à democracia, como é que você pode ter boas relações e construir amizades com dois dos piores e menos desenvolvidos países do mundo, tais como a Arábia Saudita e o Qatar? Esta contradição não sugere credibilidade.
Em terceiro lugar, é natural que uma autoridade trabalhe pelo bem de seu povo. A pergunta que faço, nesta mensagem, é: A política francesa deu algum bom retorno ao povo francês nos últimos cinco anos? Qual foi o benefício colhido pelo povo francês? Eu estou certo de que a resposta será: Nada. A prova é o que eu disse, há alguns anos, de que a distorção deste abalo sísmico na Síria reverberará em tremores pelo mundo todo. E isso acontecerá, primeiramente, na Europa porque nós somos o quintal da Europa, tanto geográfica quanto geopoliticamente. Na época, eles disseram: Estás nos ameaçando? Eu não estava ameaçando. O ocorrido no Charlie Hebdo, no início deste ano, não foi apenas um incidente. E eu disse que tal ocorrência era apenas a ponta do iceberg. O que aconteceu em Paris foi mais uma prova disso. Eles devem mudar suas políticas pelo bem de seu próprio povo. E aí teremos interesses compartilhados com o povo francês, especialmente na luta contra o terrorismo. Portanto, nossa mensagem final é que nós os chamamos para lutar de forma séria contra o terrorismo. Quando falarem sobre o combate ao terrorismo, esta será a nossa mensagem.
Valor Actuel: Os peritos franceses confirmaram que os terroristas receberam treinamento no Oriente Médio, mas nós ainda não temos informações sobre isso. Quais as circunstâncias que devem ser disponibilizadas para o estabelecimento deste tipo de cooperação entre Paris e Damasco?
Presidente Bashar Al-Assad: A condição mais importante é a seriedade. Se o governo francês não for sério em sua luta contra o terrorismo, então não vamos perder o nosso tempo colaborando com um país ou governo ou instituição que apoia o terrorismo. Em primeiro lugar, eles devem mudar a sua política e que ela seja baseada num critério único, não em vários, e que este país seja parte de uma aliança que reúna os países que lutam contra o terrorismo e não por países que apoiam e combatem o terrorismo ao mesmo tempo. Isto é uma contradição. Então, estas são as bases que devem servir a qualquer cooperação. Nós queremos que esta cooperação exista, não somente com a França, mas com qualquer país. Mas essa cooperação deve ocorrer num ambiente adequado, dentro de certos critérios e tendo propiciadas algumas condições.
Valor Actuel: No futuro, se o governo mudar, isso seria possível?
Presidente Bashar Al-Assad: Na política, não existe espaço para amizades e sentimentos. Há apenas interesses. Este é o meu papel como político. E este é o papel deles como políticos de seu país. A questão não é saber se eles gostam de Assad ou se eu gosto ou não de Hollande. A questão não tem nada a ver com isso. O meu trabalho é buscar o que é melhor para os sírios. E o trabalho deles deveria ser buscar o que é melhor para os franceses. Não temos problemas quanto ao futuro. O nosso problema está na política e não nos sentimentos.
Valor Actuel: O senhor teve um encontro com o presidente Putin. Não perguntarei o que ele disse ao senhor, mas gostaria de fazer outra pergunta. Quando alguém diz que Putin é a última pessoa que poderia defender o Ocidente, o senhor concorda com esta opinião? No sentido de que Putin seria o último presidente de estado que poderia defender a civilização ocidental e o cristianismo.
Presidente Bashar Al-Assad: Você quer dizer a minha opinião quanto à questão de se o Presidente Putin defende a Europa Ocidental ou não?
Valor Actuel: Isso mesmo.
Presidente Bashar Al-Assad: Quando você fala sobre o terrorismo, está falando sobre um só cenário. Não sobre um cenário sírio, outro líbio, um terceiro iemenita e um quarto francês. É um só cenário. Este foi o impulso para a aliança russa anunciada há alguns meses, antes do envio das tropas para a Síria. É que se nós não lutarmos contra o terrorismo na Síria, ou talvez em outras partes do mundo, o terrorismo vai atingir a todos os lugares, inclusive a Rússia. Portanto, isso é real. Quando você luta contra o terrorismo na Síria, você está defendendo a Rússia, a Europa e os outros continentes. Isso é certo. Esta tem sido a nossa visão por décadas. Desde quando lutamos contra os terroristas da Irmandade Muçulmana nas décadas de setenta e noventa do século XX. Esta foi a nossa impressão. Nós sempre exigimos o estabelecimento de uma coalizão internacional para combater o terrorismo, porque o terrorismo não reconhece fronteiras políticas e não dá a mínima atenção para procedimentos. Sejam quais forem as ações adotadas pela França, após o incidente do Charlie Hebdo, o que aconteceu em Paris comprova esta teoria. Isto é certo e preciso. Qualquer um que luta contra o terrorismo, e não somente o Putin, está protegendo o mundo inteiro.
Valor Actuel: Durante a Conferência de Viena sobre a Síria e na reunião do G20, em Ancara, em momentos diferentes, vários presidentes disseram que "A solução está na saída de Bashar al-Assad,". O senhor estaria pessoalmente pronto para abandonar o poder se esta for a solução exemplar para proteger a Síria?
Presidente Bashar Al-Assad: Esta é uma pergunta que se subdivide em duas partes. No que diz respeito à primeira parte, sobre se eu faria alguma coisa para atender ao pedido de um estrangeiro, a resposta é não. Eu não faria isso, independentemente da demanda, se é grande ou pequena, importante ou sem importância, porque não tem nada a ver com a determinação da Síria. A única coisa que eles fizeram, até agora, é fornecer apoio aos terroristas das mais diversas formas. Tanto através da cobertura dada a eles quanto através do apoio direto. O que eles fazem é, tão somente, criar problemas. Eles não são parte da solução. Estes países que apoiam o terrorismo não são parte da solução na Síria. Portanto, seja lá o que eles digam, nós não os atenderemos porque, francamente, nós não nos importamos com eles. Em segundo lugar, do meu ponto de vista como um sírio, devo atender apenas às vontades da Síria e, claro, quando falo sobre a vontade da Síria, deve haver algum consenso por parte da maioria dos sírios e a única maneira de descobrir o que os sírios querem deve ser através das urnas.
Em terceiro lugar, para que qualquer presidente chegue ao poder ou deixe-o, em qualquer país que se dê o respeito e respeita sua cultura e seu povo, deve haver um processo político que seja um reflexo da Constituição. A Constituição é quem dá poder e destitui o presidente, através do parlamento, das eleições, do referendo e assim por diante. Esta é a única maneira em que o presidente pode chegar ao poder ou deixa-lo.
Valor Actuel: O que ocorre, em todas estas negociações, afirma que a única solução, não apenas para a Síria, mas também para o Iraque e o Líbano, é a divisão. Ouvimos muita coisa sobre isso. Como o senhor sabe, fala-se sobre secularismo e sectarismo, mas há muitas coisas sendo ditas em todo o lugar, no diz respeito à Síria, à região costeira e também ao Iraque, bem como ao Líbano. Como o senhor se sente em relação a isso?
Presidente Bashar Al-Assad: A impressão que eles querem dar, através da mídia ocidental, é que o problema nesta região é uma guerra civil entre os vários componentes, religiões e grupos étnicos que não aceitam o convívio uns com os outros. Se for assim, por que eles não dividem o seu próprio país, podendo, desta forma, ficar cada um em sua área? Na realidade, o problema não é bem assim, porque, atualmente, você pode constatar que nas áreas que estão sob o controle do governo, todos estes componentes convivem uns com os outros e levam uma vida normal. Portanto, se eles querem a divisão, devem, primeiramente, desenhar linhas muito claras entre os componentes, quer seja entre as etnias ou as seitas religiosas. Nesse caso, se a região chegar a este ponto, eu vos digo que haverá pequenos países lutando uns contra os outros, em guerras intermináveis que durarão, talvez, por séculos. Uma situação como esta significaria que serão deflagradas guerras permanentes. Para o restante do mundo, isso significaria mais fontes de instabilidade e terrorismo, que poderão ser exportadas para o mundo inteiro. Esta seria a situação. Todavia, esta é uma forma muito perigosa de se pensar. Não queremos uma tutela social para tal divisão. O fato é que se você perguntar a qualquer sírio, agora, quer seja a favor ou contra o governo, todos dirão que apoiam a unidade da Síria.
Valor Actuel: O senhor falou sobre a Constituição. Daqui a alguns meses, haverá eleições na Síria. O senhor estaria disposto a receber observadores internacionais para estas eleições?
Presidente Bashar Al-Assad: Sim, mas nós já dissemos que a observação internacional não inclui as organizações das Nações Unidas, porque não possuem nenhuma credibilidade. Porque elas estão, francamente, sob o controle dos americanos e do Ocidente em geral. Portanto, quando falamos sobre observação internacional ou a participação ou a cooperação, nos referimos a países não foram parciais durante a crise, não apoiaram os terroristas e não tentam politizar suas posições sobre os acontecimentos na Síria. Estes são os países que poderiam estar envolvidos na coordenação ou na observação. Nós não temos, em princípio, nenhum problema quanto a isso.
Valor Actuel: Falamos sobre o Qatar e a Arábia Saudita, mas não falamos sobre a Turquia, que permite a centenas de milhares de refugiados a atravessar para a Europa. Ao que parece, também permite que os jihadistas entrem na Síria. Como o senhor vê o papel da Turquia?
Presidente Bashar Al-Assad: É o papel mais perigoso em toda esta situação, porque a Turquia tem fornecido todo o tipo de apoio a todos estes terroristas, dos mais diferentes espectros. Alguns países apoiam a "Frente al-Nusra", ligada à Al Qaeda, e outros apoiam o "Daesh", enquanto que a Turquia apoia estas duas organizações e muitos outros grupos ao mesmo tempo. Ela fornece o suporte em recursos humanos, em termos de recrutamento de combatentes, e os apoia com dinheiro, armas, monitoramento e informações. Isso sem contar o apoio logístico. Até mesmo as manobras levadas a cabo pelo exército turco na fronteira com Síria, durante as batalhas, têm este objetivo. Mesmo recursos captados, em todo o mundo, passam pela Turquia. O "Daesh" vende o petróleo na Turquia. Portanto a Turquia vem desempenhando o pior dos papéis em nossa crise. Em segundo lugar, isso está diretamente ligado ao próprio Erdogan, assim como a Davutoglu, porque ambos refletem a verdadeira ideologia que está em seus corações, que é a ideologia da Irmandade Muçulmana.
Valor Actuel: O senhor acha que ele é membro da Irmandade Muçulmana?
Presidente Bashar Al-Assad: Não necessariamente um membro regular. No entanto, a mentalidade dele é 100% a mesma da Irmandade Muçulmana. Ele tem um grande interesse no Islã político, que é um islamismo oportunista, sem qualquer relação com a religião muçulmana. Nós enxergamos o assunto desta forma, porque não se pode politizar a religião. Então, a questão está ligada a ele pessoalmente e ao seu desejo de ver a Irmandade Muçulmana governar todo o mundo árabe, para que ele possa ter o controle sobre eles e ser o sultão deles, ou na realidade um Imã. Este é o papel desempenhado pela Turquia.
Valor Actuel: O senhor sabe a situação em que nos encontramos agora, após os ataques a Paris e, anteriormente, ao Charlie Hebdo, assim como os eventos que os antecederam. O senhor falou sobre isso, mas eu quero a confirmação do que o senhor disse. O senhor acha que a França não poderá lutar contra o terrorismo, se continuar em suas relações com o Qatar e com a Arábia Saudita?
Presidente Bashar Al-Assad: Sim e acrescento que você não pode lutar contra o terrorismo, se você não tiver relações com as forças que combatem o "Daesh" ou o terrorismo no terreno. Você não pode lutar contra o terrorismo, enquanto adota políticas equivocadas que apoiam direta ou indiretamente o terrorismo. Se você não tiver todos estes fatores, você não poderá atuar neste sentido. Eu não acredito, até o presente momento, que ela possa fazê-lo agora.
Valor Actuel: Muito obrigado, Sr. Presidente, por nos conceder esta entrevista.
Presidente Bashar Al-Assad: Obrigado por nos visitar.
Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria
Tradução: Jihan Arar
Exército norte-americano: Pedofilia e assassinato em massa
Pai e filho iraquianos saboreando o que há de melhor na democracia cristã e ocidental
Por Georges Bourdoukan
Os Estados Unidos estão indignados. Em menos de duas semanas vieram a público documentos secretos, alias altamente secretos, acusando os militares do país de pedofilia e de assassinatos em massa de civis.
Que o digam as populações do Iraque, Paquistão, Afeganistão e por que não, Palestina.
O governo quer saber quem foi ou foram os responsáveis.
E a mídia repercute.
Bobagem.
Claro que o governo mostra indignação.
E claro que todos sabemos que os documentos secretos foram divulgados pelo próprio governo.
Essa é uma das formas que Obama encontrou para deixar de ser refém das empresas privadas que hoje controlam todo o serviço de informação do país.
Se vai dar certo, ou não, o tempo dirá.
Obama sabe que ele pode ser a próxima vítima.
Não porque seja muito diferente dos Bush( há sim uma pequena diferença), mas porque, ao contrario de seus antecessores, ele se recusa a dar carta branca aos criminosos que dizem defender os Estados Unidos.
Pedofilia e assassinato em massa.
É a democracia Ocidental e Cristã em sua plenitude.
Frase mágica que os Estados Unidos sempre utilizaram para ocupar e saquear países.
Inclusive nas maltratadas Américas.
Nós, mais velhos, nem precisamos recorrer à História.
Todos conhecemos o sabor da Democracia Ocidental e Cristã.
Era a época do prendo e arrebento.
Ditaduras eram semeadas em nome da Democracia Ocidental e Cristã.
E com apoio da mídia.
Lembram?
Quando o cheiro de cavalo era preferível ao do povo.
"Esse povo estúpido que não sabe votar, que prefere iletrados a doutores."
Ah, esses doutores que já esgotaram seu estoque de sais e de rapés.
Que não podem ver um macacão que se arrepiam todos.
Mas a História é implacável e caminha sempre para a frente.
O Império treme.
Já dizia alguém que ele não passava de um tigre de papel.
E essa previsão está se confirmando.
E acreditem, seus dentes atômicos serão a sua ruína.
Já era mais do que hora.
Os oprimidos e explorados agradecem.
'Turquia entrou na guerra ao lado do Estado Islâmico', diz legislador italiano
A Turquia entrou na guerra ao lado do Estado Islâmico, disse nesta terça-feira o vice-presidente do Senado italiano, Roberto Calderoli, após um caça russo Su-24 ser derrubado pela Força Aérea turca.
Ancara alega que os caças F-16 turcos derrubaram a aeronave russa porque esta havia violado o espaço aéreo turco. O presidente russo, Vladimir Putin, contudo, afirmou que o avião estava a um quilômetro da Turquia quando foi derrubado.
"A Turquia entrou oficialmente na guerra do lado do Estado islâmico ao derrubar, por ordem de (Recep Tayyip, presidente do país) Erdogan, uma aeronave russa que participou em operações contra terroristas do Estado Islâmico na Síria", disse o legislador em sua página no Facebook.
Segundo Calderoli, a Turquia é um "cavalo de Tróia" que, com a ajuda do fundamentalismo islâmico, gostaria de dar um golpe no Ocidente.
"Por que a Turquia ainda está na OTAN depois do que aconteceu? O que mais pode se esperar da ONU além de tomar um posição forte contra o Estado Islâmico e seus aliados?", indagou Calderoli.
O político também criticou a postura oficial de Roma.
"O governo (de Matteo Renzi) está do lado errado com (Angela, chanceler alemã) Merkel, em vez de tomar o lado de Putin nesta guerra para defender nossos valores, nossa liberdade e nossas tradições."
Sputniknews
Presidente Rafael Correa: Macri interfiere en asuntos internos de Venezuela
El presidente de Ecuador, Rafael Correa, dijo que las recientes declaraciones del presidente electo de Argentina, Mauricio Macri, sobre aplicar a Venezuela la Cláusula Democrática del Mercado Común del Sur (Mercosur), son una “interferencia en asuntos internos de Venezuela".
“Es claramente una interferencia en los asuntos internos de Venezuela”, dijo Correa durante un conversatorio con la prensa de su país desde la provincia de Manabí.
"Lo vamos a hacer como lo dijimos en la campaña. Vamos a invocar la Cláusula Democrática contra Venezuela. Le corresponde por los abusos y por la persecución a los opositores", fue la declaración de Mauricio Macri tras conocer su triunfo en el balotaje del pasado 22 de noviembre.
El mandatario ecuatoriano indicó que la Cláusula Democrática no aplica para Mercosur y tampoco en el caso de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) porque está en contra de los golpes de Estado y dictaduras.
Para Correa no debe existir interferencia en la integración regional debido a la victoria de Macri. "Estoy convencido, la integración continuará”.
El presidente ecuatoriano afirmó que en Venezuela existe una democracia “les guste o no les guste” y un proyecto político que ha sido apoyado en numerosas elecciones.
En cuanto a las acusaciones de perseguidos políticos en Venezuela -lo que también ocurre en Ecuador- Correa indicó que existe una campaña de desprestigio contra los gobiernos progresistas de la región latinoamericana.
“Y si algún presidente o país se cree árbitro del bien y el mal en base a esas informaciones sería muy grave, terrible”, acotó Correa.
La cláusula democrática prevista en el Mercosur establece la posibilidad de suspender a un Estado miembro ante la ruptura del orden democrático en virtud del Protocolo de Ushuaia, suscrito en 1998, que contempla que solo puede aplicarse por consenso.
Agencia Andes
Cabello a Macri: Es triste que gane y lo primero sea ofender a pueblo hermano
El presidente de la Asamblea Nacional venezolana, Diosdado Cabello.
El presidente del Parlamento venezolano, Diosdado Cabello, criticó al presidente electo de Argentina, Mauricio Macri, por “agredir” a Venezuela y pedir sanciones contra el país bolivariano.
“Es triste que alguien gane un elección y lo primero sea que ofender o tratar de agredir a otro pueblo hermano (…) Macri de repente pensó que había ganado las elecciones en Venezuela. A usted lo eligieron presidente de Argentina, deje quieto al pueblo de Venezuela”, manifestó el miércoles el presidente de Asamblea Nacional venezolana durante su programa semanal Con el mazo dando.
Es de recordar que Macri aseguró el lunes en su primera conferencia de prensa tras ser electo como jefe del Ejecutivo en la segunda vuelta de las elecciones presidenciales, que invocará la cláusula democrática del Mercado Común del Sur (Mercosur) para expulsar a Venezuela de la próxima cumbre de este organismo, ya que a su juicio, el Gobierno venezolano persigue a la oposición.
Además, el parlamentario bolivariano agregó que Macri debe prestar atención a los asuntos internos de su país en lugar de realizar ataques y afirmaciones injerencistas contra Venezuela.
La nación venezolana es libre e independiente, agregó Cabello antes de defender la soberanía de su país y dejar en claro que no permitirán que nadie intervenga en los temas nacionales de Venezuela.
“A usted le va a tocar mucho trabajo en Argentina como para estar ocupándose de los asuntos de Venezuela”, añadió.
El candidato de la coalición opositora Cambiemos, Mauricio Macri, se impusó el domingo al candidato del oficialista Frente para la Victoria (FpV), Daniel Scioli, convirtiéndose en el nuevo presidente de Argentina.
En este sentido, el dirigente del oficialista partido venezolano Socialista Unido (PSUV), Saúl Ortega, acusó el lunes a Mauricio Macri por sus políticas intervencionistas en referencia a la presencia de Venezuela en el Mercosur.
ftn/ctl/mrk - HispanTv
‘Un general español podría haber ordenado el derribo del caza ruso’
El general español Rubén García Servert (iza.) junto con el Rey Felipe VI de España.
Un general español puede haber sido quien ordenó a Turquía derribar el caza ruso Sujoi Su-24 cerca de la frontera turco-siria, según un informe publicado este miércoles.
El espacio aéreo del sur de Europa, desde las Azores (al oeste de Portugal) hasta la frontera oriental de Turquía con Siria, Irak e Irán es vigilado desde el Centro de Operaciones Aéreas Combinadas (CAOC), en la base aérea de Torrejón (centro de España), de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), bajo mando del general español Rubén García Servert.
El mencionado general español tiene a su disposición a cerca de “200 militares de una quincena de países de la OTAN, que disponen de 90 radares de última generación esparcidos por los casi once millones de kilómetros cuadrados de cielos que deben escrutar", y puede ordenar ataques o desplegar cazas para proteger el espacio aéreo del sur del continente verde, afirma el periodista español Ignacio Cembrero en un artículo publicado en el diario electrónico El Español.
Las ordenes para interceptar, identificar y derribar un blanco posiblemente hostil deben ser emitidas por el general español o uno de los subordinados. "Si hay que derribar un enemigo, soy yo quien toma la decisión final", dijo Servert a principios del año en una entrevista con el rotativo español El Mundo.
No obstante, para un miembro de la OTAN en cuyo espacio aéreo penetre un avión intruso sería posible descolgarse de la alianza y hacer frente al enemigo por su propia cuenta.
"¿Quién tomó la decisión de derribar el martes el avión Su-24 ruso que supuestamente había penetrado en el espacio aéreo de Turquía? ¿El comandante en jefe de la Fuerza Aérea turca, general Abidin Unal, de 62 años, o el general de división del Ejército del Aire español Rubén García Servert, de 57 años?", se pregunta Cembrero, antes de asegurar que en los próximos días se sabrá con seguridad quien fue el que ordenó derribar la aeronave rusa.
El martes, cazas F-16 Fighting Falcon turcos derribaron un Sujoi Su-24 ruso que, según Ankara, se había adentrado en el espacio aéreo de Turquía, versión de los hechos rechazada por Rusia.
Por su parte el presidente ruso, Vladimir Putin, ha descrito el derribo del avión militar ruso diciendo que fue “como si los cómplices del terrorismo nos hubieran apuñalado por la espalda”, y ha ordenado el despliegue de baterías antiaéreas S-400 en el territorio sirio para proteger sus aviones de guerra.
hgn/mla/mrk -HispanTv
‘S-400 ruso en Siria podrá destruir aviones en centro de Turquía’
El despliegue de los antiaéreos S-400 por Rusia en el este de Siria, ha preocupado al régimen de Israel, según un experto israelí, que sostiene que el sistema puede detectar y atacar cualquier avión a unos 400 kilómetros de distancia.
El diario israelí The Times of Israel ha informado este jueves que la instalación de los sistemas antiaéreos S-400 en la base aérea de Hmeymim, en la provincia de Latakia concedería a Rusia el control aéreo sobre la totalidad del espacio aéreo de Siria, El Líbano y Chipre, más de la mitad de Turquía, partes de Irak, Jordania y los territorios palestinos ocupados por Israel.
Aviones que vuelan dentro y fuera del aeropuerto internacional de Ben Gurion ―aproximadamente 395 kilómetros de Latakia― estarían dentro del alcance rusos, ha aseverado el rotativo israelí.
En este sentido, Zvi Magen, exembajador israelí en Rusia, inquirió: “¿Tenemos algo que temer? La respuesta es: sí y no”. Según Magen, “Si [el S-400] es, en efecto, desplegado (en Siria) cambiarán las reglas del juego”.
Zvi Magen, quien es también investigador del Instituto de Estudios de Seguridad Nacional de la Universidad de Tel Aviv, declaró que "no veo que en realidad que el sistema antiaéreo llegue a Siria".
Agregó que Rusia e Israel no son enemigos, ya que cuando Rusia trajo sus tropas a Siria, los generales israelíes se reunieron con sus homólogos rusos para crear una línea de emergencia para asegurarse de que el ejército israelí podría continuar operando contra el Movimiento de la Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) sin incidentes.
Asimismo, indicó que hoy ese protocolo es, hasta cierto punto, voluntario. Sin embargo, si el Ejército ruso despliega el sistema de defensa antiaérea S-400 en Siria, entonces Israel se vería obligado a coordinar sus ataques con los rusos.
Pues así, Israel no tendrá la capacidad de realizar ataques aéreos en Siria sin previo aviso, ya que el sistema S-400 sería como una espada de Damocles que siempre está presente y lista para golpear aviones israelíes desprevenidos en el cielo, recalcó.
La preocupación israelí se produjo después de que el Ministerio ruso de Defensa anunciara la decisión de su país de reforzar la presencia militar en Siria, donde desplegará los sistemas S-400.
El martes, un avión militar ruso tipo Sujoi Su-24 se estrelló en una localidad siria cerca de la frontera con Turquía tras ser alcanzado por un misil lanzado por cazas turcos tipo F-16. Ankara afirmó que el aparato ruso violó su espacio aéreo, una versión desmentida por Moscú.
mkh/ctl/mrk - HispanTv
Diplomático ruso: "El derribo del Su-24 por parte de Turquía fue premeditado"
Captura de pantalla del material del canal televisivo Haberturk sobre el derribo del Su-24 ruso / REUTERS / Haberturk
El bombardero ruso Su-24 derribado por Turquía no violó el espacio aéreo de este país y el ataque contra el avión fue planeado de antemano, dijo el representante permanente de Rusia ante la Unión Europea, Vladímir Chizhov.
"No hubo ninguna violación del espacio aéreo turco, ni voluntaria ni involuntaria. Teniendo en cuenta la velocidad a la que vuelan estos aviones [los Su-24], sobrevolar el territorio de un país vecino sería cuestión de contados segundos, un intervalo de tiempo mucho menor del que requieren en estos casos los cazas turcos para cumplir las órdenes de movilizarse, despegar y derribar el avión ruso", recoge RIA Novosti las palabras de Chizhov, en una entrevista con la cadena televisiva Euronews.
"Esta es una clara indicación de que todo el incidente fue premeditado", subrayó Chizhov.
El 24 de noviembre el Ministerio de Defensa de Rusia confirmó los informes de que un bombardero táctico Su-24 perteneciente a la Fuerza Aérea rusa se había estrellado en Siria, cerca de la frontera con Turquía. Según el ministerio, el avión siniestrado volaba exclusivamente sobre el territorio de Siria y no violó la frontera con Turquía, tal como señalan medios objetivos de control.
Actualidad RT
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
WikiLeaks: documentos provam que EUA é exportador de terrorismo
Recentes revelações do portal digital WikiLeaks evidenciam que em muitos países começa a surgir a noção de que os Estados Unidos se converteram em um país exportador de terroristas.
Neste sentido, o site especializado na desclassificação de documentos publicou dias atrás um memorando especial da Agência Central de Inteligência (CIA), filtrado em 2010.
O texto, intitulado “O que acontece se os estrangeiros veem os Estados Unidos como um exportador de terrorismo?”, descreve como grupos extremistas aproveitam características do país para recrutar cidadãos para operações no estrangeiro.
O memorando também realça a possibilidade de que os governos estrangeiros estejam menos dispostos a cooperar com a CIA e outros organismos de Inteligência estadunidenses, se a ideia de que Washington é um “exportador de terrorismo” se popularizar.
Isto quer dizer que, se cidadãos estadunidenses estão se unindo a causas terroristas em países de todo mundo, os governos desses países poderiam apresentar uma série de questionamentos, assinala o documento.
Em meados de 2014, o Departamento de Estado estimou em uma centena o número de cidadãos estadunidenses que viajaram para a Síria para participar de organizações terroristas.
Segundo o historiador Robert Freeman, o governo estadunidense é responsável pela criação do Estado Islâmico (EI), entidade fundamentalista que ameaça fundar no Oriente Médio um califado regido pela xaria, ou lei islâmica.
Na opinião do analista, a expansão dos extremistas islâmicos passou por três etapas importantes.
A primeira produziu-se durante a guerra lançada por Washington contra o Iraque, em 2003, e a posterior derrubada do governo do presidente Saddam Hussein.
O outro momento importante ocorreu como parte das tentativas da Casa Branca para desestabilizar e derrubar o governo do presidente sírio Bashar al-Assad, mediante o fortalecimento da frente al-Nusra, um dos “precursores” do EI.
A terceira etapa da formação do grupo terrorista teve lugar quando os Estados Unidos organizaram a Arábia Saudita e a Turquia para que financiassem e apoiassem os denominados “rebeldes sírios”, que já eram um proto-Estado Islâmico, disse Freeman ao portal de notícias Common Dreams.
Em outubro passado, a organização Human Rights Watch denunciou que “o Birô Federal de Investigações (FBI) poderia ter criado terroristas a partir de cidadãos respeitosos da lei”.
A entidade citou o caso do cidadão estadunidense John Booker, de 20 anos, conhecido como Mohammed Abdullah Hassan, que em abril de 2014 foi preso por preparar um ataque terrorista contra uma base militar no estado norte-americano de Kansas.
No entanto, descobriu-se que agentes do FBI treinaram o jovem durante seis meses, lhe proporcionando uma lista detalhada de materiais para fabricar bombas e, inclusive, o ajudando a construir uma bomba, ainda que inerte, denunciou a organização.
Prensa Latina
Para a Venezuela sair do Mercosul precisa consenso, diz líder do PSUV
Cabezas critica o posicionamento de Macri que vai na contramão do que sigifnica o Mercosul e os outros mecanismos de integração
O vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela para assuntos internacionais, Rodrigo Cabezas, assegurou que a saída de seu país do Mercosul “precisa de veracidade e consenso”.
Por meio de um comunicado oficial, o dirigente repudiou as declarações do presidente recém eleito da Argentina, Maurício Macri, por ameaçar apelar à aplicação da Cata Democrática para expulsar a Venezuela do Mercosul.
Sustentou que a proposta de Macri “é inaplicável por não ter veracidade e consenso, veracidade porque na Venezuela existe uma clara democracia participativa, protagonizada pelo ovo e garante os Direitos Humanos”.
Para ele, a saída da Venezuela do Mercosul precisa de consenso porque o presidente Macri sabe que esta proposta não têm a concordância de todos os países membros. Até então, o único país a se manifestar contra a Venezuela havia sido o Paraguai, que já ficou afastado do bloco devido ao golpe parlamentar que depôs o presidente Fernando Lugo.
O dirigente venezuelano lamentou que o presidente Macri comece seu governo em franca oposição ao espírito de unidade e integração que o continente alcançou no século 21.
Recordou ainda que a Celac (Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos), a Unasul (União das Nações Sul-americanas), a Alba (Aliança Bolivariana dos Povos de Nossa América) e o Mercosul são espaços para o encontro político e a solução de controvérsias de maneira pacífica na região.
Do Portal Vermelho, com informações da Telesur
Nota da redação: Macri está vendendo o que não pode entregar. Ao anunciar retaliações à Venezuela, para agradar a seus financiadores de campanha (EUA, FMI, Shell entre outros), mostra que não passa de um fantoche manobrado pelos inimigos dos povos da América Latina
Cruzador russo Moskvá protegerá grupos aéreos na Síria
Nesta terça-feira (24), um caça russo Su-24 foi derrubado por um míssil ar-ar turco no espaço aéreo sírio.
O cruzador de mísseis guiados Moskvá é capaz de destruir qualquer alvo aéreo potencialmente perigoso, segundo declarou o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu.
"O cruzador de mísseis guiados Moskvá, equipado com sistemas da defesa antiaérea S-300F Fort, tomou a posição perto da costa de Latakia. Os seus sistemas de alerta precoce e de defesa antiaérea garantirão a cobertura de Forças Aeroespaciais russas na Síria", disse.
O Ministério da Defesa sublinha que, durante todo o voo, o avião se manteve sempre sobre o território da Síria. Isto foi registrado por meios de controle objetivos", acrescentou o departamento militar.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ato como "um golpe nas costas".
O Ministério da Defesa russo suspendeu todos os contatos militares com a Turquia após o incidente com o avião. Antes da queda do Su-24, os bombardeiros russos realizavam missões sem cobertura aérea.
Sputniknews
Sistemas de mísseis S-400 serão enviados para base de Hmeymim na Síria
Na quarta-feira (25) o ministro da Defesa russo Sergei Shoigu disse que serão enviadas em breve baterias de mísseis antiaéreos S-400 mais novas para a base de Hmeymim na Síria.
"Para a base de Hmeymim na Síria serão enviados mísseis S-400", disse Shoigu na reunião do colégio do Ministério da Defesa russo.
Segundo o porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov, o presidente russo Vladimir Putin apoiou a proposta do Ministério da Defesa.
"O Ministério da Defesa propôs deslocar sistemas S-400. O presidente concordou", disse Peskov aos jornalistas.
O avião militar russo Su-24, proveniente da base aérea de Hmeymim, foi abatido por um caça turco F-16 no território da República Árabe da Síria. A análise dos dados de controle objetivo mostrou inequivocamente que não houve violações do espaço aéreo da Turquia.
O presidente da Rússia Vladimir Putin destacou que o avião russo foi atacado na Síria, em 1 km da fronteira com a Turquia e caiu a 4 km da fronteira turca. Segundo Putin, "é óbvio" que nem os pilotos russos, nem o avião ameaçavam a Turquia.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ato como "um golpe nas costas".
Sputniknews
Maduro llama al pueblo a no rendirse en el camino hacia la victoria del 6D
El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, en su programa televisivo “Contacto con Maduro”. 24 de noviembre de 2015
El presidente de Venezuela hizo un llamado a sus compatriotas a no desistir en la lucha por la defensa del país en el escenario de las elecciones parlamentarias del próximo 6 de diciembre.
"Que nadie se canse, que nadie se rinda ni se confunda, nuestro destino es la victoria el 6 de diciembre, es nuestro destino marcado por nuestro esfuerzo", enfatizó el martes el jefe venezolano de Estado, Nicolás Maduro.
Durante su programa semanal “Contacto con Maduro” indicó sentirse seguro de que los votos del pueblo en todo el país garantizarán la victoria de la Revolución Bolivariana.
El también presidente del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) convocó a derrotar en las urnas electorales a los sectores de la derecha que promueven la guerra económica en el país, mediante el acaparamiento de alimentos y la especulación de precios.
"Alerta pueblo, alerta, nadie debe dormirse en sus laureles, hay que trabajar por la victoria electoral y hay que trabajar por la victoria de la paz", exhortó Maduro en alusión a las recientes declaraciones del secretario de la opositora Mesa de la Unidad Democrática (MUD), Jesús Chúo Torrealba.
Torrealba informó la semana pasada de que esa plataforma no firmará el acuerdo, propuesto por la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), para comprometerse a reconocer los resultados de los comicios.
El titular de la misión electoral de Unasur en Venezuela, Leonel Fernández.
De igual modo, Maduro enfatizó la necesidad de revisar todos los planes de la ofensiva del "Gobierno, política, espiritual, moral, ética, popular y cívico-militar” para consolidar “la victoria de 2015".
"Esta es nuestra Constitución. Con ella vamos realizando los sueños supremos del libertador Simón Bolívar y de nuestro comandante (fallecido presidente) Hugo Rafael Chávez Frías, es Bolívar y Chávez la fortaleza ética, la fortaleza espiritual”, prosiguió.
El Gobierno de Caracas ha advertido, en varias ocasiones, de los complots de la extrema derecha para desestabilizar el país en vísperas de los comicios legislativos.
Recientemente, el presidente de la Asamblea Nacional (AN) venezolana, Diosdado Cabello, ha denunciado que la oposición del país especula con los derechos fundamentales del pueblo venezolano en cumplimiento con las demandas de sus jefes del imperio (EE.UU.) para vender su patria.
bhr/ncl/msf - HispanTv
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