sábado, 24 de outubro de 2015

Unasul nega que tenha vetado Jobim em eleição venezuelana


A União de Nações Sul-Americanas (Unasul) negou que tenha vetado a participação do jurista Nelson Jobim na missão que observará a eleição legislativa de 6 de dezembro na Venezuela.

O nome do respeitado jurista Nelson Jobim não foi vetado na Unasul, e é considerado com outros nomes da região para presidir a missão para a Venezuela, informou o bloco regional em sua conta no Twitter.

Com este esclarecimento, o organismo desmentiu versões difundidas no Brasil de que havia um suposto repúdio do governo venezuelano ao ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil liderar o grupo de observadores regionais.

O suposto veto contra Jobim levou as autoridades eleitorais brasileiras a anunciar, na quarta-feira (21), que não participariam da observação das eleições. De acordo com a Unasul, essas votações “permitirão aos venezuelanos solucionar diferenças sem violência, polarização ou insultos midiáticos”.

No final de setembro, o vice-presidente do Conselho Nacional Eleitoral do Uruguai, Wilfredo Penco, revelou em uma coletiva de imprensa no Equador que a missão de especialistas será integrada por até quatro representantes de cada uma das entidades eleitorais dos 12 países membros.

Penco esclareceu que primeiro serão fechados os acordos correspondentes entre a Presidência pro-tempore da Unasul, atualmente a cargo do governo uruguaio, e as autoridades eleitorais venezuelanas.

“Uma vez que sejam assinados tais acordos, trabalharemos intensamente para cumprir com o cronograma eleitoral da Venezuela”, afirmou o especialista.

Por sua vez, o secretário-geral da Unasul, Ernesto Samper, esclareceu que a decisão de convidar observadores eleitorais cabe somente às autoridades do país em questão.

Após lembrar que desde sua criação em 2008 o bloco regional realizou 11 missões de observação eleitoral em sete países sul-americanos, o ex-presidente colombiano (1994-1998) assegurou que tampouco se opõe à presença de outros observadores além da região.

A nota veio em resposta a uma moção aprovada na quarta-feira (21) no Senado, em Brasília, contra a Venezuela, e capitaneada por senadores da oposição. Liderados por Aloysio Nunes, 30 senadores assinaram o documento. A moção de repúdio foi aprovada de forma simbólica e teve a reprovação dos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Vanessa Grazziottin (PCdoB-AM) e o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

Do Portal Vermelho, com informações da Prensa Latina

Rússia e Irã evitaram colapso do Oriente Médio, diz analista


Rússia e Irã evitaram colapso do Oriente Médio, diz analista

Teerã e Moscou impediram a queda de vários países do Oriente Médio nas mãos dos jihadistas do Estado Islâmico e da al-Qaeda, avaliou o cientista político iraniano Mohammad Marandi, da Faculdade de Estudos Internacionais da Universidade de Teerã.

"Irã e Rússia impediram a queda da região nas mãos desses extremistas através do apoio que dão ao governo legítimo de Damasco", afirmou à Sputnik.

Marandi argumenta que "se a Síria houvesse caído, o Iraque entraria em colapso e em breve a Jordânia e o Líbano teriam dificuldades para sobreviver."

O acadêmico comparou os esforços de Irã e Rússia à política dos Estados Unidos e seus aliados regionais, que "apoiam os extremistas na Síria e em outros países da região."

Desde março de 2011, a Síria vive um conflito armado que já provocou mais de 250 mil mortes, segundo estimativas da ONU. As tropas governamentais enfrentam vários grupos armados — entre eles, a Frente Nusra, vinculada à al-Qaeda, e o Estado Islâmico.

Em 30 de setembro, a Rússia, por solicitação do Presidente Bashar Assad, começou a realizar ataques pontuais a instalações do Estado Islâmico na Síria, com uso de сaças Su-25, Su-24M, Su-34, e Su-30.

Em três semanas de operação, a aviação russa realizou cerca de 900 missões contra jihadistas, destruindo postos de comando, campos de treinamento, arsenais, fábricas de explosivos, núcleos de comunicação e outras instalações dos terroristas.

Sputniknews




Começam no Brasil os primeiros Jogos Mundiais Indígenas, com participação da Rússia


O Brasil recebe, a partir desta sexta-feira (23), a primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, na cidade de Palmas, no Tocantins, no Norte do país.

Serão 13 dias de competição, reunindo mais de 2 mil atletas indígenas de 23 países, disputando com mais de 24 etnias brasileiras.

O torneio conta com 16 modalidades esportivas indígenas, que se dividem em jogos tradicionais demonstrativos ou jogos nativos de integração, como a corrida feita com os pés descalços e a canoagem, onde os competidores utilizam a tradicional embarcação dos povos indígenas. Outra parte do torneio é composta por esportes ocidentais competitivos, que também une as etnias e povos indígenas.
Paralelamente às atividades esportivas, inúmeras manifestações culturais estão sendo apresentadas antes e durante a realização dos Jogos, com o objetivo de celebrar a diversidade, a cultura nativa e as tradições do Tocantins e do mundo.


Segundo o Ministério do Esporte, os investimentos do governo federal na infraestrutura do evento foram de cerca de R$ 50 milhões. O Ministro, George Hilton, em coletiva à imprensa, anunciou esperar que a partir desta primeira edição, o Brasil se torne a sede oficial da organização dos Jogos Mundiais Indígenas. “Esse período aqui no Brasil com o Comitê Intertribal, é a ideia de propor isso para os outros países. Nós iremos fazer uma consulta com todos os países presentes aqui, e a medida que todos esses comitês internacionais aceitarem a possibilidade da criação de uma entidade mundial, o Brasil já é candidato a sediar, até porque tem um protagonismo mundo grande na cultura indígena. Nós somos um país de raízes muito fortes nessa ação de comunidades indígenas. A partir desse encontro com os países, o desejo nosso é que o Brasil passe a ser sede de uma entidade mundial que organize esse evento a cada três ou quatro anos em outros países.”


O Ministro do Esporte ressaltou ainda que a 1ª edição dos Jogos Mundiais Indígenas é mais um grande evento que prepara o Brasil, com vistas aos Jogos Olímpicos Rio 2016, além de fortalecer a cultura indígena como fonte econômica para o país. “Desde 2007 o Brasil sedia eventos internacionais. Nós tivemos os Jogos Pan-Americanos, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo, Jogos Mundiais Militares.

Nós entendemos que um evento como esse, com comunidades indígenas, seria muito mais do que apoio ao esporte. É um grande momento de estabelecermos um fórum para discutir outras ações, por exemplo, no que diz respeito à agricultura familiar dos índios, o artesanato que eles produzem, que pode ser também uma grande fonte de renda para as comunidades, ou seja, é aproveitar esse círculo virtuoso de grandes eventos para trazer uma temática importante que são as conquistas que precisam ser levadas para todas as comunidades indígenas, não só do Brasil, mas também do mundo.”

Além dos indígenas das Américas, também estão presentes nos Jogos Mundiais Indígenas os povos da Nova Zelândia, Congo, Mongólia, Rússia e Filipinas.

Para quem quiser acompanhar as informações sobre o evento, basta acessar o site: www.jogosmundiaisindigenas.com

Sputniknews

Ban Ki-Moon em Palestina, que procura?


Por Jadallah Safa - Comitês da Palestina Democrática.

Ban Ki-moon secretário-geral das Nações Unidas, foi à Palestina durante os dias 20 e 21 de outubro e se encontrou com o primeiro ministro Israelense Benjamin Netanyaho e com o presidente Palestino Mahmud Abbas. Sua visita foi após o inicio do levante popular desde o inicio deste mês, este levante que veio como uma resposta à ocupação Israelense e as práticas violentas de seu exército e colonos.

A ONU, desde 1948, não têm feito nada para acabar com o sofrimento do povo palestino, mostrou sua incapacidade de fornecer uma proteção mínima, têm contribuído para o estabelecimento de Israel e não agiu para cessar seus crimes contra o povo palestino.

O povo palestino através de seus representantes sempre apelou as Nações Unidas e ao secretario-geral Ban Ki-Moon para pôr fim às práticas israelenses e seus colonos nos territórios ocupados e exercer seus direitos legítimos em seu território. O secretário-geral nunca foi para à Palestina ver e pressionar os líderes israelenses a parar com suas práticas, procedimentos e seus crimes contra o povo palestino, para cessar as atividades de assentamento, parar a detenção administrativa, fazer a remoção de barreiras nas estradas, acabar com as queimadas das plantas, agressões e detenções diárias, invasão da mesquita de Al-Aqsa, parar de impedir os palestinos de rezar, e a judaização de Jerusalém. Demolição de casas, punição coletiva e outras práticas.

O levante palestino foi lançado em resposta a essas práticas, o cidadão Palestino levantou a bandeira ao fim da ocupação, Ban Ki-moon lamentou a violência, fechou seus olhos diante a ocupação que a suas violações trazem a resistência pela a libertação da Palestina. Por que Ki-moon foi à Palestina? A fim de dar aos palestinos seu direito? A fim de parar a matança e violência, procedimentos e práticas de exercito e os colonos israelenses contra o povo palestino? Ou a fim de proteger Israel e prolongar a ocupação?

As Nações Unidas nunca se incomodou com os direitos dos palestinos, ela esta mantida como reféns pela posição israelense e americana, e a sua política não se afasta do conceito destas duas forças. O secretario-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon devia estar exigindo a Israel, antes de ir à Palestina, acabar com a ocupação e cumprir as Resoluções da ONU referente à questão palestina e seus direitos. Parar com a violação e respeitar os direitos dos cidadãos palestinos e reconhecimento dos direitos legítimos do povo palestino.

Ele não tem direito de pedir aos palestinos de parar com a revolta, voltar para as mesas de negociação que fracassaram durante 20 anos e que não levaram Israel a reconhecer qualquer um dos direitos do povo palestino. Confiscou mais terras e violou completamente todos os direitos dos palestinos e transformou a vida deles num inferno.

O povo palestino está ciente de que as Nações Unidas e o Secretário-Geral comprometido com a posição dos EUA e Israel, e que os direitos dos palestinos serão alcançadas através de uma luta contínua, as Nações Unidas sabem muito bem que Israel não respeita as decisões desta instituição mundial.

E ai? A ONU conseguirá trazer de volta os direitos do povo palestino? A ONU tem condições e capacidade de parar com as violações e violência no Oriente Médio que as informações confirmam o envolvimento de Israel?

Então por que esta visita hoje e não ontem?

Morales denuncia "guerra sucia" de la derecha internacional para impedir su repostulación


El presidente de Bolivia, Evo Morales, denunció el viernes la “guerra sucia” que impulsa la “derecha internacional” contra su eventual postulación en las próximas elecciones presidenciales.

Morales llamó a los miembros de su partido el Movimiento al Socialismo (MAS) y simpatizantes a abrir una campaña contra los actos de la derecha internacional y recordó su récord de permanencia en el poder presidencial en Bolivia, cargo que prevé mantener hasta 2025.

El mandatario andino acusó a EE.UU. de estar detrás del presunto financiamiento de la “guerra sucia”. "La campaña va a ser contra los gringos, nos van a inundar con plata, acuérdense", advirtió.

El jefe de Estado boliviano apuntó que sus enemigos tienen la intención de derrotar "la revolución democrática de Bolivia" por lo que volvió a convocar a sus partidarios a movilizarse para ganar "el 70 % de los votos" del referéndum previsto para 2016 en el que el pueblo decidirá si Morales se presenta o no como candidato por la reelección.

La nueva postulación del presidente, líder latinoamericano de mayor popularidad, para el periodo 2020-2025 ha sido solicitada por diversas comunidades indígenas, y de ahí que se haya iniciado un proceso para celebrar la mencionada consulta popular.

Cabe mencionar que el Tribunal Constitucional Plurinacional (TCP) de Bolivia respaldó este jueves el proyecto de la ley de reforma parcial de la Constitución para la repostulación del actual presidente Evo Morales.

Morales asumió la presidencia de Bolivia en 2006, tras ganar las elecciones con el 54 % de los sufragios, mientras que en enero de 2010 se hizo con el 69 % de los votos y comenzó su segundo periodo de gestión, para finalmente en 2014 ser reelegido para un tercer mandato de cinco años.

En este sentido, según los resultados de un sondeo publicado el pasado mes de agosto por la agencia boliviana de noticias ABI, un 56,4 % de los bolivianos rechaza a la oposición del país.

Una encuesta realizada por la empresa 'Tal Cual Comunicación Estratégica', hecha pública en julio, revela que el 66 % de los bolivianos afirma aprobar la gestión de su mandatario.

tqi/ncl/rba - HispanTv

Nuevo libro revela que Nisman espiaba para FBI


Datos desclasificados, citados en un nuevo libro, revelan que el fallecido fiscal argentino del caso AMIA, Alberto Nisman, era un espía del FBI.

El libro titulado “Nisman ¿Crimen o suicidio? ¿Héroe o espía?”, escrito por el periodista argentino Facundo Pastor, revela que el fiscal, encontrado muerto en enero, proporcionaba informaciones secretas directamente a EE.UU.

"Cuando me pregunto si él es un héroe o un espía, es porque con mi investigación retrocedí el hecho de que Nisman se había convertido en un contacto superior para el FBI (siglas en inglés de la Oficina Federal de Investigación de EE.UU.) en toda la región", dijo el jueves Pastor al diario The Independent, asegurando que tuvo acceso a cables diplomáticos que prueban que el fiscal fue el pluriempleado del FBI.

El libro incluye extractos de 46 cables que muestran que Nisman "reportaba todas sus acciones jurídicas al FBI a través de la embajada de Estados Unidos [en Argentina], incluso antes de informarlas a sus superiores legales".

Nisman fue encargado del caso del atentado en la sede de la Asociación Mutual Israelita Argentina (AMIA) en Buenos Aires en 1994, que dejó 85 muertos y más de 300 heridos. Las autoridades israelíes y sus aliados estadounidenses acusan a Irán de este incidente.

El fiscal Nisman, encontrado muerto con una herida de bala en la cabeza el 18 de enero, durante sus investigaciones, acusó a la mandataria de Argentina, Cristina Fernández, y al canciller Héctor Timerman de encubrir evidencias sobre el caso AMIA.

Fernández que rechazó las acusaciones de Nisman, sostiene que el fiscal fue asesinado por espías renegados que lo utilizaron para desacreditar a su gobierno.

Pastor, en su entrevista con The Independent, señaló que pese a muchos años de contar con el apoyo y la atención de EE.UU., la Inteligencia de este país quitó su respaldo al fiscal, cuando la Casa Blanca se centró en sellar un acuerdo nuclear con Irán.

Los resultados de las investigaciones de Pastor sobre el contacto secreto de Nisman con el FBI salen a luz mientras Estados Unidos se ha negado a entregar los correos electrónicos enviados por el fiscal en los días previos a su muerte.

Los contactos de Nisman con los estadounidenses ya eran bien conocidos. En enero, poco después de su muerte, el Departamento de Estado de Estados Unidos admitió que Nisman tuvo varias reuniones en la embajada norteamericana en Buenos Aires. Empero, Washington rechazó que haya manipulado la investigación sobre el atentado de la AMIA.

Nisman estaba acusado de usar fondos públicos y sobre él pesaban acusaciones de mantener estrechos vínculos con los servicios norteamericanos: documentos publicados en 2010 por Wikileaks revelan sus contactos con personal de la embajada de EE.UU. en Buenos Aires.

ftm/ncl/rba - HispanTv

Rusia: No existen ‘rebeldes moderados’ en Siria


Supuestos ‘rebeldes moderados’ en Siria.

No hay ningún ‘rebelde moderado’ en Siria, aseguró el viernes el portavoz del Kremlin, Dmitri Peskov.

El alto funcionario ruso, durante una entrevista concedida a Stephen Sackur, periodista de la agencia británica de noticias BBC, hizo énfasis en la necesidad de derrotar al terrorismo en Siria e instó al Occidente a no calificar de “oposición moderada” a grupos terroristas que luchan con el fin de derrocar al Gobierno del presidente sirio, Bashar al-Asad.

También expresó la disposición de Rusia a ponerse en contacto con la oposición siria a fin de tratar de buscar una solución política a la crisis que atraviesa el país árabe que, hasta el momento, según datos divulgados por la Organización de las Naciones Unidas (ONU), ha acabado con la vida de al menos 191.000 personas.

“Rusia está preparada para ponerse en contacto con todos aquellos que no son terroristas. Nuestros colegas estadounidenses y europeos no nos están ayudando a identificar a grupos moderados con los que podamos trabajar sobre una solución política”, declaró.

Al mismo tiempo reiteró que el objetivo de la campaña de ataques aéreos de Rusia en Siria es salvar a este país del terrorismo que amenaza la integridad de esta nación árabe.

Por otra parte rechazó las alegaciones de algunos medios occidentales y turcos sobre un presunto plan de transición política en Siria supuestamente acordado durante la reunión del viernes de los jefes de la Diplomacia de EE.UU., Rusia, Turquía y Arabia Saudí en Viena, capital austriaca.

Desde 2011, Siria sufre una oleada de violencia protagonizada por grupos terroristas que tratan, sin éxito, de derrocar al Gobierno de Al-Asad.

En las últimas semanas, con el apoyo de las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia, el Ejército sirio ha hecho significativos avances y ha revertido el balance del conflicto a su favor.

hgn/anz/nal - HispanTv

Nasrolá: Netanyahu no podrá frenar la Resistencia en la región


El secretario general del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá), Seyed Hasan Nasrolá, durante su discurso en Beirut, capital de El Líbano, con motivo de Ashura, el aniversario del martirio del Imam Husein (la paz sea con él), tercer Imam de los chiíes y nieto del Profeta del Islam, el Hazrat Mohamad (P), 24 de octubre de 2015.

El primer ministro israelí, Benyamin Netanyahu, no podrá frenar la Resistencia en la región, ha dicho este sábado el secretario general de Hezbolá, Seyed Hasan Nasrolá.

El líder libanés ha reafirmado el apoyo del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) al pueblo palestino ante las constantes agresiones del régimen israelí en su contra.

“Apoyaremos al pueblo, la Resistencia y el levantamiento del pueblo palestino frente al enemigo sionista y siempre estaremos a su lado”, ha dicho durante un discurso en Beirut, capital de El Líbano, con motivo de Ashura, día en el que se conmemora el aniversario del martirio del Imam Husein (la paz sea con él), el tercer Imam de los chiíes y nieto del Profeta del Islam, el Hazrat Mohamad (la paz sea con él).

Por otra parte ha asegurado que el movimiento de resistencia libanés seguirá combatiendo a los terroristas takfiríes hasta expulsarlos por completo de la región.

También, ha advertido a las naciones de Oriente Medio que no es beneficioso depositar sus esperanzas en EE.UU. en todo lo tocante a la lucha contra el terrorismo que acecha a la región y en especial contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe).

“Estamos a la espera de la victoria del pueblo iraquí contra Daesh. Les urgimos a no apostar por EE.UU. o el Occidente para solucionar esta problemática. Ustedes cuentan con el coraje necesario para ganarles a todos ellos”, ha declarado.


Un convoy de coches de terroristas del EIIL (Daesh, en árabe) en Siria.


Igualmente ha condenado la continuación de la agresión saudí a Yemen, que desde su comienzo ha infringido graves daños al país árabe y ha dejado más de 6000 muertos, según cifras divulgadas por la Coalición Civil de Yemen.

En este sentido, Nasrolá ha criticado la indiferencia de la comunidad internacional ante la masacre de civiles yemeníes a manos del régimen de Al Saud y, además de alabar la resistencia del pueblo yemení, ha reiterado que las Fuerzas Armadas y las fuerzas populares yemeníes se alzarán con la victoria final.

El líder libanés, asimismo, se ha pronunciado sobre la disputa diplomática en El Líbano y ha invitado a las partes a la unidad, a abstenerse de lanzarse acusaciones y a continuar las negociaciones, ya que, a su juicio, no hay otra alternativa.

El discurso de esta jornada ha seguido las líneas del que dio el dirigente libanés el viernes tras una larga ausencia del espacio público.

El viernes Nasrolá también habló sobre la resistencia contra el régimen de Tel Aviv, y trató el tema de los supuestos planes estadounidenses para desintegrar los países de Oriente Medio y la instrumentalización de la cuestión de los derechos humanos por Washington.

hgn/anz/nal - HispanTv

Video: Demoledor ataque del sistema lanzallamas Solntsepiok en Siria


Un video muestra el impresionante ataque del Ejército sirio contra las posiciones de los terroristas protagonizado por el sistema lanzallamas ruso Solntsepiok. La acción pone de manifiesto el potencial del arma y impacto psicológico que provoca su uso.

Sistemas rusos semejantes al Solntsepiok son muy populares en Oriente Medio desde que el Ejército de Irak los emplea contra los terroristas del Estado Islámico en su territorio.

Al margen de la imposibilidad de salvarse de los ataques con el sistema Solntsepiok, estos misiles se caracterizan por el fuerte impacto pisicológico que causan entre los enemigos. Quedan incapaces de responder.

El sistema Solntsepiok hecho en Rusia y comprado por diferentes países del mundo ha sido desarrollado a partir del lanzallamas autopropulsado pesado TOS-1 Buratino.

El estreno mundial del Buratino, 'padre' del Solntsepiok, tuvo lugar en 2000, durante el asalto a la localidad de Komsomolskaya, uno de los baluartes de los islamistas radicales del Cáucaso del Norte. Las imágenes de su actuación fueron publicadas en todo el mundo y los terroristas hablaron entonces de "fuego infernal". En aquel momento el TOS-1 Buratino ya llevaba 15 años siendo utilizado en los ejércitos soviéticos y rusos, concretamente desde la guerra en Afganistán.

Mirar: https://youtu.be/3SrKZd5tpNo

Los misiles termobáricos con líquido inflamable de Buratino no vuelan lejos y su alcance no supera los 6 kilómetros porque la mayor parte de los tres metros que miden estos misiles no la ocupa el motor, como es el caso de lanzamisiles múltiple Smerch o Tornado, sino la carga explosiva.

El misil explota sobre su objetivo formando una nube de aerosol incendiario que se activa de inmediato, anulando cualquier opción de salvación para quienes se encuentran en esta zona.

Las fortificaciones, trincheras y altibajos del terreno no suponen obstáculo alguno para que la niebla explosiva penetre en todas partes. La temperatura en la zona de la explosión alcanza los 2.000 grados: toda forma de vida se reduce a cenizas, mientras que los equipos y edificaciones afectados ya nunca podrán ser restaurados.

Actualidad RT

Obstáculo insalvable: graban cómo fracasa el desembarco de soldados de EE.UU. en Portugal


Imagen ilustrativa / U.S. Naval Forces Central Command / U.S. Fifth Fleet / CC BY 2.0

Un fallido intento de desembarco de la Infantería de Marina de EE.UU. fue registrado en video por la televisión portuguesa, que reportaba en vivo el momento en que dos aerodeslizadores atracaban en las playas cerca de Grândola durante unos ejercicios militares de la OTAN.

En las imágenes se ve cómo dos todoterreno de tipo Hummer quedaron enterrados en la arena a pocos metros de los aerodeslizadores, bloqueando el desembarco del resto de la maquinaria.

El incidente tomó por sorpresa a los soldados, que claramente no estaban preparados para tal situación. Algunos uniformados intentaron sin éxito empujar los pesados camperos mientras otros simplemente daban patadas a las ruedas, tal vez con la esperanza de que así se solucionase el problema.

Mirar: https://youtu.be/ajYHpjivq9c

Los comentarios en las redes sociales no se hicieron esperar. Un usuario se preguntó por qué los soldados no desinflaron las ruedas antes de descender, con el fin de aumentar la tracción, como es común en este tipo de casos.

Otro internauta dijo con sarcasmo: "Están esperando que llegue la máquina asfaltadora con McDonald's incorporado".

Sea cual fuere la razón del percance, cuesta creer que las fuerzas conjuntas de la OTAN se puedan ver neutralizadas por un poco de arena.

Actualidad RT

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Imprensa-empresa "ocidental' cega e calada: Iraque e "4+1" infligem importante derrota ao Estado Islâmico


Moon of Alabama - Tradução: Vila Vudu

Aconteceu ontem uma imensa derrota do Estado Islâmico, que a imprensa-empresa "ocidental" não viu.

A milícia iraquiana Hashd e o exército do Iraque derrotaram combatentes do Estado Islâmico na refinaria de Baiji, na cidade de mesmo nome. Foi um enorme sucesso:

Filmes exibidos na TV estatal mostravam soldados iraquianos acenando com suas bandeiras dos telhados de Baiji, com grossos rolos de fumaça ao fundo.

...

Baiji é a segunda mais importante área recapturada em Salahuddin nos últimos meses, com as forças pró-governo retomando a capital da província, Tikrit, em março passado, depois de semanas de disputa com militantes. retomada de Baiji pode ser um prelúdio da muito falada ofensiva sobre Mosul, que foi usada como capital de facto do EI no Iraque.

A estrada de Bagdá a Mosul corre do sul para o norte através de Balad, Samara, Tikrit e Baiji. Tikrit foi libertada em março, e a luta pela refinaria de Baiji e a cidade de Baiji não teve tréguas desde então. Agora, a vitória abre a estrada na direção de Mosul, a segunda maior cidade do Iraque e que está ocupada pelo EI.

O sucesso pode ser atribuído principalmente à milícia iraquiana apoiada pelo Irã. A sala de inteligência e operações "4+1" em Bagdá, onde Iraque, Irã, Rússia, Síria e Hizbullah e a [milícia] Hashd coordenam esforços, acompanhou e dirigiu toda a operação. Os EUA não foram envolvidos, porque não querem trabalhar com a milícia Hashd e o Irã.

Se se examina o relatório dos ataques diários da operação "Decisão Inerente" [orig. Inherent Resolve liderada pelos EUA, não se encontra praticamente nenhum ataque aéreo contra as forças do EUA perto de Baiji. Os raros ataques feitos aí atingiram uma ou outra "posição de metralhadora" do EU ou "posição de combate tático". Não se vê nada do grande esforço que teria sido necessário para libertar a cidade. Na verdade, foi necessária a força aérea do Iraque para realmente fazer o serviço:

Zaid Benjamin @zaidbenjamin
Inherent Resolve Spx Steve Warren: Enfrentando pequenos bolsões na refinaria #Beiji. Força aérea do Iraque cumpriu 40 ataques aéreos; a coalizão, 4.

A milícia iraquiana fez o serviço em solo e a força aérea iraquiana deu cobertura ao ataque. A operação contou com informações e orientação da Rússia e do Irã. EUA não se envolveram. Não surpreende, portanto, que a imprensa-empresa "ocidental" tenha-se mantido em absoluto silêncio sobre tudo isso.

Não se lê uma linha sobre a vitória dos soldados iraquianos nas páginas do Washington Post, e o New York Times dedica apenas uma frase ao assunto, num artigo sobre o comandante do Estado-maior dos EUA. Isso, depois de cobertura em letras garrafais quando o Estado Islâmico pela primeira vez ocupou a refinaria. Mesmo a rápida menção nas páginas do NYT dá jeito de ocultar aos leitores qualquer informação sobre o comando da operação:

A coalizão liderada pelos EUA está pressionando os militantes em várias frentes. Com o apoio das Forças Aéreas dos EUA, forças iraquianas estiveram ativas nos arredores de Ramadi, que foi tomada por militantes em maio. Forças iraquianas e milícias xiitas capturaram a refinaria de petróleo Baiji, no norte de Bagdá, na 6ª-feira, e estão tentando expandir o território sob seu controle naquela área. Na 3ª-feira, militares iraquianos disseram que haviam tomado a cidade próxima de Baiji depois de dias de combates.

Leitor desprevenido do parágrafo acima entenderá que "a coalizão liderada pelos EUA" com "o apoio das Forças Aéreas dos EUA" teria sido responsável pela libertação da cidade e da refinaria de Baiji. Contudo, exceto por quatro pequenas ações aéreas em correspondentes apenas quatro dias, a "coalizão liderada pelos EUA" absolutamente não participou da ação. Não há dúvidas de que milícias iraquianas apoiadas por Rússia e Irã estão roubando o show com que o Pentágono sonhava.

Os EUA temem que sua campanha 'de faz de conta' contra o EI seja substituída por campanha real, comandada por Rússia e Irã. O comandante da Junta do Estado-maior dos EUA, general Dunford, chegou a ameaçar o premiê do Iraque com os EUA fazerem 'greve de sexo':

Se a Rússia começou mesmo a voar missões sobre o Iraque, os EUA não voaremos – disse Dunford aos líderes iraquianos. Eles compreenderam a situação, Dunford continuou; e Abadi lhe disse que o Iraque não pedira que os russos voassem sobre o Iraque; e a Rússia não ofereceu-se para lançar ataques dentro do Iraque.

Oficialmente Abadi nada pediu. Mas os pedidos dos iraquianos foram feitos a Moscou e obtiveram resposta positiva. O Iraque esperará alguns meses e comparará o sucesso dos russos na Síria, com os sucessos dos EUA no Iraque. Se a campanha na Síria for mais bem-sucedida que a dos EUA no Iraque, certamente os iraquianos considerarão mudar de parceiros.

Na Síria, enquanto isso, "rebeldes moderados" iniciaram mais salas de operações conjuntas com Ahrar al-Shams e Frente al Nusra. Há novas conversas sobre uma unificação dos "rebeldes moderados" de Ahrar al-Shams e "rebeldes moderados" da Al Qaeda:

Ahrar ash-Sham firma aliança com a Frente al-Nusra, um dia depois de, em entrevista à CNN, o ministro de RE do Qatar ter dito que Ahrar não tem qualquer laço com a al-Qaeda

A inteligência russa capturou conversas entre comandantes do EI e da Frente al-Nusra/al-Qaeda sobre esforço unificado contra o governo sírio.

A realidade de que todos esses grupos submetem-se à mesma ideologia e têm iguais objetivos vai-se tornando mais evidente a cada dia. Assim, será cada dia mais difícil para EUA e Turquia manter sua falsa campanha contra o EI, ao mesmo tempo em que apoiam "moderados" que lutam lado a lado com o tal 'inimigo' declarado.

A Rússia, enquanto isso, mantêm seus esforços políticos para pôr fim à luta na Síria.

O presidente sírio Bashar Assad visitou Moscou para conversações com o presidente Putin. E jantou com as mais altas figuras do governo russo – Putin, Medvedev, Lavrov e Shoygu participaram do jantar. Depois da visita de Assad, Putin conversou hoje por telefone com Erdogan da Turquia e com o rei Salman da Arábia Saudita. Na 6ª-feira, ministros de Relações Exteriores de Rússia, EUA, Arábia Saudita e Turquia reúnem-se em Viena. Ou há algum acordo em preparação... ou a guerra na Síria terá nova escalada.

Congresso dos EUA chama Hillary para depor sobre Líbia


A pré-candidata presidencial democrata Hillary Clinton compareceu perante um Comitê especial da Câmara de Representantes estadunidense que analisará sua gestão durante o ataque ao consulado na cidade líbia de Bengazi.

Os membros do painel presidido pelo congressista republicano do estado da Carolina do Sul, Trey Gowdy, questionarão a ex-secretária de Estado (2009-2013) sobre os fatos que conduziram ao atentado de 11 de setembro de 2012, no qual morreram quatro estadunidenses, entre eles o embaixador em Trípoli, Christopher Stevens.

A polêmica sobre Bengazi roda como uma bola de neve desde então, principalmente pelo esforço dos conservadores, que insistem em afirmar que o governo esconde o que realmente ocorreu durante o acontecimento.

Hillary testemunhou no Capitólio durante seus últimos dias à frente do departamento de Estado, assumiu a responsabilidade sobre o ocorrido e se comprometeu a melhorar a proteção dos diplomatas estadunidenses no exterior.

Uma das principais acusações do Partido Republicano é que ela ordenou a retirada de uma equipe de segurança estadunidense em Trípoli quando ia viajar a Bengazi para resgatar os servidores públicos em perigo.


A ex-chefa da diplomacia negou com firmeza as acusações, enquanto em 2014 um relatório do Comitê de Serviços Armados do Senado descobriu que essa ordem não foi emitida.

A audiência desta quinta reúne total atenção da mídia, depois de ter sido divulgado, meses atrás, que Hillary usou um e-mail pessoal para questões oficiais, o que despertou a polêmica sobre supostas falhas na segurança e troca de informação confidencial.

Os democratas asseguram que tudo isto é parte do jogo eleitoral dos republicanos, que tentam a todo custo atacar a imagem de Hillary, favorita para as eleições presidenciais de 2016 e com reais possibilidades de se converter na primeira presidenta dos Estados Unidos.

Na segunda-feira, os democratas que integram o Comitê da Câmara sobre Bengazi publicaram um novo relatório de 124 páginas que resume mais de quatro dúzias de entrevistas realizadas sobre o papel desempenhado pela ex-primeira dama e ex-senadora por Nova York.

“As acusações são infundadas e não têm evidências. Não há nada nessas entrevistas que confirmem as críticas dos republicanos contra a ex-secretária de Estado”, afirmaram.

De acordo com os defensores, as entrevistas e investigações sobre o incidente na Líbia mostram que Hillary esteve profundamente comprometida durante e depois dos ataques e asseguraram que “tomou medidas para garantir a segurança e proteção da equipe dos Estados Unidos”.

Prensa Latina

Farc convidam Mujica para mediar processo de paz


O expresidente uruguaio, José “Pepe” Mujica, foi convidado pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) para fazer parte das negociações de paz realizadas em Havana, Cuba, desde 2012.

Durante uma coletiva de imprensa em Montevideo, Mujica disse que aceitou o convite, mas não esclareceu qual será seu grau de envolvimento no processo. “Como não poderia deixar de ser, me comprometi em colaborar porque entendo que isso é uma causa progressista. Conquistar a paz onde há cinquenta anos quem falam são os fuzis não é só a favor da Colômbia, é a favor da América Latina”, disse.

Mujica afirmou que o povo da América Latina merece ver a Colômbia conquistar a paz. Para ele, participar dos Diálogos de Paz em Havana é um “dever civilizatório em um mundo tão tumultuado”.
Em abril deste ano Mujica já havia falado sobre a possibilidade de ser mediador do processo de paz, no entanto, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, interveio e afirmou que a guerrilha “não teria mediadores”.

Diálogos de Paz

As negociações de paz tem avançado a passos largos e o povo colombiano vive um momento de otimismo. Recentemente o governo e as Farc firmaram um acordo que estabelece seis meses para encerrar o conflito.

Um dos negociadores da guerrilha, Iván Márquez, afirmou, na semana passada, que desta vez o processo de paz não vai fracassar, como já aconteceu outras vezes.

Do Portal Vermelho, Mariana Serafini, com informações da Telesur